POLICE TRAINING 4.0: DIGITAL TRANSFORMATION AND PREPARATION OF THE PARÁ MILITARY POLICE FOR PUBLIC SECURITY CHALLENGES IN THE ERA OF ARTIFICIAL INTELLIGENCE AND MAJOR GLOBAL EVENTS
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202507091640
Emmett Alexandre da Silva Moulton1; Rogério Benvindo Figueiredo2; Claudivan Costa Martins3; Jobim Miranda de Castro Matos4; Joelson José Santos Marques5; Francicléia Azevedo de Oliveira6; Leandro Novaes Santos7
RESUMO
A era digital impõe à segurança pública desafios inéditos, exigindo das forças policiais uma adaptação contínua às novas tecnologias. Diante disso, o presente trabalho tem como objetivo desenvolver um estudo sobre a formação policial 4.0, identificando a transformação digital e a preparação da polícia militar do Pará para os desafios de segurança pública na era da inteligência artificial e grandes eventos globais. A metodologia esteve baseada em uma revisão bibliográfica, no qual foram utilizados livros e artigos científicos sobre a área, no qual contribui para o embasamento teórico do assunto. Os resultados apontam que a utilização de ferramentas baseadas em Inteligência Artificial, sistemas de monitoramento em tempo real, reconhecimento facial, análise preditiva e integração de dados são instrumentos poderosos que, quando bem utilizados, aumentam a capacidade de resposta, a eficiência e a assertividade das ações policiais. Como conclusão ressalta-se ao investir em tecnologia de ponta, em parcerias com instituições de pesquisa, em formação contínua e em uma cultura organizacional voltada à inovação, a Polícia Militar do Pará poderá se posicionar como referência nacional na construção de um modelo de policiamento digital, inteligente e cidadão.
Palavras Chave: Segurança Pública. Inteligência Artificial. Polícia militar.
INTRODUÇÃO
A era digital impõe à segurança pública desafios inéditos, exigindo das forças policiais uma adaptação contínua às novas tecnologias. A Polícia Militar do Pará (PMPA), inserida nesse contexto, busca modernizar suas práticas por meio da integração de ferramentas digitais, como a Inteligência Artificial (IA), para enfrentar as complexidades dos grandes eventos globais e as demandas da sociedade contemporânea (Leal, 2024).
A transformação digital na segurança pública refere-se à incorporação de tecnologias avançadas para aprimorar a eficiência e a eficácia das operações policiais. Segundo Vieira et al. (2024), a IA tem sido integrada às Polícias Militares brasileiras para melhorar a vigilância e o monitoramento, utilizando análise preditiva e tecnologias como big data e Internet das Coisas (IoT). Essas ferramentas permitem uma resposta mais rápida e precisa às ocorrências, além de auxiliar na prevenção de crimes.
A aplicação da IA na Polícia Militar pode se dar de diversas formas, como o uso de câmeras de reconhecimento facial, análise de padrões criminais e sistemas de monitoramento em tempo real. Essas tecnologias possibilitam a identificação de suspeitos e a antecipação de ações criminosas, contribuindo para a segurança da população, contudo é fundamental considerar os desafios éticos e legais envolvidos, como a proteção de dados pessoais e a prevenção de vieses algorítmicos (Nery, 2024).
A realização de grandes eventos globais, como conferências internacionais e competições esportivas, exige um planejamento estratégico por parte das forças de segurança. A PMPA deve estar preparada para lidar com grandes aglomerações, garantir a ordem pública e responder a possíveis ameaças. Nesse contexto, a IA pode ser uma aliada na análise de dados em tempo real, na coordenação de equipes e na tomada de decisões rápidas e informadas (Vieira; Barbuda, 2024).
Apesar dos benefícios, a implementação da IA na segurança pública apresenta desafios significativos. A coleta e o uso de dados sensíveis levantam questões sobre privacidade e consentimento. Além disso, algoritmos podem reproduzir ou até amplificar preconceitos existentes, resultando em discriminação. É essencial que a PMPA estabeleça diretrizes claras e transparentes para o uso dessas tecnologias, garantindo o respeito aos direitos fundamentais dos cidadãos.
A formação policial 4.0 representa uma oportunidade para a PMPA se modernizar e enfrentar os desafios da segurança pública na era digital, visto que, a integração da IA e de outras tecnologias pode aprimorar as operações policiais, desde que sejam adotadas com responsabilidade e atenção às implicações éticas. A preparação para grandes eventos globais requer não apenas recursos tecnológicos, mas também uma força policial bem treinada e consciente de seu papel na sociedade (Silva et al., 2024).
Portanto, o presente trabalho tem como objetivo desenvolver um estudo sobre a formação policial 4.0, identificando a transformação digital e a preparação da polícia militar do Pará para os desafios de segurança pública na era da inteligência artificial e grandes eventos globais.
METODOLOGIA
Este estudo adota uma abordagem qualitativa, com delineamento exploratório-descritivo, baseado em uma revisão bibliográfica minuciosa. A escolha pela revisão bibliográfica justifica-se pela necessidade de compreender o estado da arte sobre a formação policial 4.0 e sua relação com os processos de transformação digital, IA e a preparação das corporações policiais — em especial a Polícia Militar do Estado do Pará — para os desafios contemporâneos da segurança pública e a realização de grandes eventos globais.
A revisão bibliográfica seguiu etapas, a exemplos de termos utilizados e combinações como: “formação policial 4.0”; “transformação digital na segurança pública”; “inteligência artificial e policiamento”; “Polícia Militar do Pará e tecnologia”; “policiamento preditivo” e “ética e tecnologia em segurança pública”.
A coleta de dados bibliográficos foi realizada entre os meses de março e maio de 2025, em bases acadêmicas, como: Google Scholar; SciELO (Scientific Electronic Library Online) e Documentos e relatórios oficiais da PMPA, Ministério da Justiça, SENASP e ONU. Foram incluídos textos publicados entre 2019 e 2025 que abordassem diretamente temas como formação policial na era digital, uso de IA em segurança pública, capacitação tecnológica das polícias militares e desafios éticos da digitalização da segurança pública. Foram excluídos trabalhos com abordagem superficial, opinativa ou que não apresentassem respaldo metodológico consistente.
Portanto, as informações extraídas foram organizadas em sínteses narrativas, articulando os achados da literatura com os objetivos do estudo e com a realidade da PMPA.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A segurança pública enfrenta transformações significativas impulsionadas pela crescente complexidade das ameaças e pela evolução tecnológica. Nesse contexto, a Polícia Militar do Pará (PMPA) busca adaptar-se à era da Inteligência Artificial (IA) e preparar-se para eventos de grande escala, como a COP30, prevista para ocorrer em Belém.
A PMPA tem investido na modernização de suas operações por meio da incorporação de tecnologias avançadas. A utilização de sistemas de IA permite a análise preditiva de crimes, facilitando a identificação de padrões e a alocação eficiente de recursos. Conforme destacado por Nakashima (2024), a aplicação de IA na Polícia Militar do Paraná tem contribuído para a predição e prevenção de crimes, evidenciando o potencial dessas tecnologias na segurança pública.
Além disso, a PMPA tem explorado o uso de câmeras de videovigilância com reconhecimento facial e drones para patrulhamento aéreo. Essas ferramentas tecnológicas aprimoram a capacidade de monitoramento e resposta rápida a incidentes, alinhando-se às práticas adotadas por outras instituições de segurança no país.
Reconhecendo a importância da qualificação profissional, a PMPA tem promovido cursos e treinamentos voltados para a inteligência policial. Em abril de 2024, foi realizada a formatura do II Curso de Inteligência Policial, capacitando 41 militares em técnicas e procedimentos atualizados, incluindo o uso de tecnologias emergentes na coleta e análise de dados (PMPA, 2024).
Essas iniciativas visam fortalecer o Sistema de Inteligência Policial da PM (SIPOM), promovendo a integração entre as agências internas e externas de segurança. A capacitação contínua dos agentes é fundamental para garantir a eficácia das operações e a adaptação às novas demandas do setor.
A implementação da IA na segurança pública levanta questões éticas e legais que necessitam de atenção. A utilização de sistemas de reconhecimento facial, por exemplo, pode acarretar preocupações relacionadas à privacidade e à possibilidade de viés algorítmico. Vieira e Barbuda (2024) ressaltam a importância de regulamentações adequadas para garantir o uso responsável da IA em atividades de inteligência.
Inclusive, a transparência e a explicabilidade dos sistemas de IA são essenciais para a confiança pública. A aplicação de técnicas de Inteligência Artificial Explicável (XAI) pode contribuir para a compreensão das decisões automatizadas, promovendo a accountability e a justiça nas ações policiais (Arrieta et al., 2019).
A realização de grandes eventos internacionais, como a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), prevista para ocorrer em Belém do Pará em 2025, impõe à Polícia Militar do Pará (PMPA) desafios complexos e inéditos em termos de segurança pública. Esses eventos reúnem chefes de Estado, organizações internacionais, ativistas, pesquisadores e milhares de participantes, exigindo um planejamento minucioso e uma atuação altamente profissional das forças de segurança (Melo, 2024). Nesse contexto, a preparação da PMPA requer uma abordagem integrada, que combine inovação tecnológica, capacitação humana, cooperação interinstitucional e respeito aos direitos fundamentais.
A preparação para grandes eventos deve começar com um planejamento estratégico multidimensional. Segundo Lima e Gonçalves (2021), o planejamento de segurança para megaeventos deve incluir mapeamento de riscos, análise de ameaças e simulações de cenários críticos, com a participação de todas as esferas da segurança pública. A PMPA, nesse sentido, tem buscado ampliar sua atuação junto à Secretaria de Segurança Pública (Segup), desenvolvendo protocolos interinstitucionais para atuação integrada com órgãos federais, como a Força Nacional e a Polícia Federal, bem como com forças de segurança internacionais, em caso de cooperação global (Segup, 2024).
O emprego de sistemas de comando unificado e centros de operações integradas é fundamental para garantir a coordenação eficaz das ações durante o evento. Essas estruturas permitem a supervisão em tempo real, a rápida mobilização de efetivos e a atuação sinérgica entre polícia ostensiva, serviços de inteligência e atendimento emergencial (Aline, 2025).
A era da IA trouxe novas possibilidades para o monitoramento e a prevenção de incidentes em eventos de grande escala. A PMPA tem considerado o uso de ferramentas baseadas em IA para o reconhecimento facial, análise de comportamento suspeito por câmeras inteligentes e sistemas de monitoramento de redes sociais, com o objetivo de detectar ameaças potenciais antes que se concretizem (Abreu, 2024).
Segundo Nakashima (2024), a utilização de IA no contexto da segurança pública permite a antecipação de eventos violentos com base na análise de grandes volumes de dados, o que é especialmente útil em contextos com elevada circulação de pessoas e multiplicidade de interesses políticos e sociais. No entanto, a aplicação dessas tecnologias deve respeitar os princípios legais e constitucionais, especialmente no que diz respeito à privacidade e à não discriminação.
Além da IA, o uso de drones para vigilância aérea em tempo real tem se mostrado uma ferramenta eficaz em eventos desse porte, proporcionando cobertura ampla com menor custo humano e maior agilidade na resposta a incidentes.
A preparação do efetivo humano da PMPA é outro pilar essencial para a segurança em grandes eventos. A corporação tem investido em cursos voltados à inteligência policial, à mediação de conflitos, ao controle de multidões e à atuação antiterrorismo. Tais formações são necessárias para que os militares estejam aptos a lidar com situações de alta complexidade, como manifestações públicas, ameaças cibernéticas e ataques coordenados (Figueiredo, 2022).
Como apontam Vieira e Barbuda (2024), o preparo técnico-operacional aliado ao domínio de tecnologias emergentes aumenta significativamente a capacidade de resposta das instituições de segurança pública, especialmente em ambientes dinâmicos e de alta visibilidade internacional.
A gestão de crises também é uma área crítica nesse contexto. A PMPA deve estar preparada para lidar com situações inesperadas, como evacuação de áreas, sequestros, tentativas de atentados, ações de grupos radicais, entre outras. A realização de simulados, com envolvimento de múltiplas agências, tem sido uma prática eficaz para aprimorar a prontidão operacional (Melo, 2024).
A segurança em eventos globais transcende as fronteiras estaduais e até mesmo nacionais. Por isso, a PMPA tem buscado estreitar laços com outras instituições de segurança e organismos internacionais. A atuação conjunta com a Força Nacional e com as agências de inteligência federais é fundamental para o compartilhamento de dados sensíveis e a identificação precoce de ameaças (Aline, 2025).
Existem também iniciativas para que a PMPA participe de redes internacionais de segurança de eventos, como o programa UNICRI da ONU, que fornece diretrizes e apoio técnico a países-sede de grandes conferências. Essa cooperação permite que o Pará se beneficie da experiência acumulada por outras cidades-sede de eventos globais, como o Rio de Janeiro durante as Olimpíadas de 2016 e Glasgow durante a COP26 (Abreu, 2024).
Por fim, é essencial que toda a preparação da PMPA esteja alinhada ao princípio da segurança cidadã, que preconiza o respeito aos direitos humanos, à liberdade de expressão e ao direito à manifestação pacífica. Grandes eventos muitas vezes se tornam palco de protestos legítimos, e a atuação policial deve equilibrar o dever de manter a ordem com a garantia das liberdades civis (Figueiredo, 2022).
Conforme estabelece o Manual de Boas Práticas em Segurança de Eventos da ONU (2023), o policiamento em grandes eventos deve ser orientado pela proporcionalidade, legalidade e necessidade, evitando o uso excessivo da força e promovendo a construção de confiança com a população local e os visitantes estrangeiros.
Nesse sentido, a Polícia Militar do Pará está em processo de transformação para enfrentar os desafios da segurança pública na era da Inteligência Artificial e dos grandes eventos globais. A adoção de tecnologias avançadas, a capacitação contínua dos agentes e a atenção às questões éticas e legais são elementos-chave para o sucesso dessa transição. Com uma abordagem estratégica e colaborativa, a PMPA busca garantir a segurança e a ordem pública, adaptando-se às exigências do cenário contemporâneo.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A formação policial 4.0 representa um marco na evolução das forças de segurança pública, especialmente em estados com dimensões e desafios geográficos, sociais e logísticos tão peculiares quanto o Estado do Pará. Na era da transformação digital, torna-se imperativo que a PMPA avance para além dos modelos tradicionais de capacitação, incorporando competências tecnológicas, analíticas e éticas voltadas à atuação em um cenário de crescente complexidade informacional e operacional.
A utilização de ferramentas baseadas em Inteligência Artificial, sistemas de monitoramento em tempo real, reconhecimento facial, análise preditiva e integração de dados são instrumentos poderosos que, quando bem utilizados, aumentam a capacidade de resposta, a eficiência e a assertividade das ações policiais.
No entanto, a simples adoção de tecnologia não é suficiente, por isso é necessária uma formação continuada, humanizada e crítica que permita aos agentes compreenderem o funcionamento dessas ferramentas, questionarem seus limites e atuarem de maneira ética, legal e eficiente.
A PMPA deve ainda se preparar para os desafios específicos dos grandes eventos globais, que demandam não apenas força policial ostensiva, mas planejamento integrado, uso estratégico da informação e protocolos ágeis de coordenação interinstitucional. Nessas ocasiões, a reputação internacional do país e a segurança da população local estão em jogo, exigindo uma atuação profissional, moderna e baseada em evidências.
Portanto, a formação policial 4.0 é mais do que uma atualização curricular ou tecnológica — trata-se de uma mudança paradigmática na forma como se concebe a segurança pública no século XXI. Ao investir em tecnologia de ponta, em parcerias com instituições de pesquisa, em formação contínua e em uma cultura organizacional voltada à inovação, a Polícia Militar do Pará poderá avançar para se posicionar como referência nacional na construção de um modelo de policiamento digital, inteligente e cidadão.
REFERÊNCIAS
ABREU, G. Governo promove curso de escolta policial militar para agentes com foco na COP 30. Disponível em: https://agenciapara.com.br/noticia/61349/governo-promove-curso-de-escolta-policial-militar-para-agentes-com-foco-na-cop-30. Acesso em: 20 maio. 2025.
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1Ten Cel da Polícia Militar do Estado do Pará. Especialista Gestão Previdenciária. e-mail: emmett.moulton@gmail.com
23º Sargento da Polícia Militar do Estado do Pará. Especialista em Justiça Restaurativa e Mediação de Conflitos. e-mail: rogeriobenvindo328@gmail.com
33º Sargento da Polícia Militar do Estado do Pará. Especialista em Gestão de Segurança Pública. e-mail: sgtmartins2021@gmail.com
43º Sargento da Polícia Militar do Estado do Pará. Discente Tecnólogo em Segurança Pública. e-mail: jobimmattos@gmail.com
53º Sargento da Polícia Militar do Estado do Pará. Especialista em Gestão de Segurança Pública. e-mail: jollison2020@gmail.com
63º Sargento da Polícia Militar do Estado do Pará. Especialista em Tecnologia em Educação na área de conhecimento em educação. e-mail: dra.francicleiaazevedo@gmail.com
73º Sargento da Polícia Militar do Estado do Pará. Especialista em Gestão de Segurança Pública. e-mail: santos.policial@gmail.com
