REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202511171418
Maria Márcia de Melo Silva
Thiara Cavalcanti Lucas de Oliveira Costa
Orientador: Prof. Natali dos Santos Dias
Coorientador: Alane Guilherme Vidal Santos
RESUMO
A fisioterapia aquática é uma modalidade de reabilitação que utiliza as propriedades físicas da água para facilitar o movimento, reduzir a espasticidade e melhorar o controle postural. Este estudo apresenta uma revisão bibliográfica sobre os efeitos da fisioterapia aquática no controle de tronco de crianças com paralisia cerebral espástica, analisando evidências de sua eficácia na função motora, equilíbrio, coordenação e funcionalidade global. A revisão considerou artigos publicados nos últimos 10 anos, abordando intervenções baseadas em protocolos estruturados e conceitos terapêuticos reconhecidos, como Halliwick, Bobath e neurodesenvolvimental. Os resultados indicam que a fisioterapia aquática proporciona melhorias significativas no controle postural e na autonomia funcional, além de estimular a neuroplasticidade e favorecer o aprendizado motor. Conclui-se que a hidroterapia é uma estratégia complementar essencial na reabilitação pediátrica, podendo ser combinada a outras abordagens terapêuticas para otimizar os resultados clínicos e a qualidade de vida das crianças com paralisia cerebral espástica.
Palavras-chave: fisioterapia aquática; paralisia cerebral espástica; controle de tronco.
ABSTRACT
Aquatic physiotherapy is a rehabilitation approach that utilizes the physical properties of water to facilitate movement, reduce spasticity, and improve postural control. This study presents a literature review on the effects of aquatic physiotherapy on trunk control in children with spastic cerebral palsy, analyzing evidence of its effectiveness on motor function, balance, coordination, and overall functionality. The review included articles published over the last 10 years, focusing on interventions based on structured protocols and recognized therapeutic concepts such as Halliwick, Bobath, and neurodevelopmental approaches. The findings indicate that aquatic physiotherapy provides significant improvements in postural control and functional independence, while stimulating neuroplasticity and enhancing motor learning. It is concluded that hydrotherapy is an essential complementary strategy in pediatric rehabilitation, which can be combined with other therapeutic approaches to optimize clinical outcomes and quality of life for children with spastic cerebral palsy.
Keywords: aquatic physiotherapy; spastic cerebral palsy; trunk control.
INTRODUÇÃO
A fisioterapia aquática, comumente conhecida como hidroterapia, é uma modalidade de reabilitação que utiliza as propriedades físicas da água tais como a densidade relativa, flutuação, pressão hidrostática, viscosidade, fluxo e temperatura, para tornar um ambiente terapêutico diferenciado e facilitar o tratamento de diversas condições neuromusculares (Xiang et al., 2024).
O meio aquático reduz os efeitos da gravidade e proporciona maior liberdade de movimento, diminuindo o impacto articular e favorecendo o fortalecimento muscular e o relaxamento, muito eficaz em programas voltados à paralisia cerebral do tipo espástica (Adar et al., 2017). Além disso, benefícios funcionais e psicossociais também foram relatados em revisões recentes (Santos; Vieira, 2018).
A paralisia cerebral decorre de lesões cerebrais, que podem causar déficits neuromotores e/ou mentais. Essas lesões acontecem no período pré-natal, perinatal ou na primeira infância (MacLennan et al., 2015). A prevalência global da paralisia cerebral está estimada entre 1 e 4 por 1.000 nascidos vivos, sendo mais frequente em prematuros e em países de baixa renda (MCINTYRE et al., 2022). As crianças com padrão motor espástico, são classificadas em três categorias: quadriplegia, diplegia ou hemiplegia, de acordo com as partes do corpo que estão comprometidas (Chagas et al., 2008).
A espasticidade caracteriza-se pelo aumento da resistência dos músculos aos movimentos passivos, havendo inabilidade para dissociar uma articulação em decorrência de sinergia anormal, podendo demonstrar incapacidade de ativar os músculos isoladamente e controlar a força muscular para produzir movimento voluntário (Vasconcelos et al., 2009; Assunção et al., 2011).
Dessa forma, a presente revisão bibliográfica tem como objetivo analisar a literatura disponível sobre a fisioterapia aquática como recurso para a melhora do controle de tronco em crianças com paralisia cerebral do tipo espástica, destacando seus mecanismos de ação, benefícios clínicos e implicações na prática terapêutica, contribuindo para maior independência e qualidade de vida dessas crianças. Nesse contexto, surge a seguinte pergunta norteadora: De que maneira a fisioterapia aquática atua na melhora do controle de tronco e da funcionalidade em crianças com paralisia cerebral do tipo espástica?
OBJETIVOS
OBJETIVO GERAL
Analisar e apresentar através de evidências científicas, os principais resultados sobre os efeitos da intervenção da fisioterapia aquática no controle de tronco de crianças com paralisia cerebral do tipo espástica.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Analisar os efeitos da fisioterapia aquática sobre o controle postural de paciente com paralisia cerebral;
Descrever as principais estratégias fisioterapêuticas utilizadas em intervenções aquáticas voltadas a essa população;
Investigar de que forma a fisioterapia aquática contribui para a melhora da funcionalidade e da qualidade de vida desses pacientes.
METODOLOGIA
Este estudo caracteriza-se como uma pesquisa bibliográfica de abordagem qualitativa, de artigos publicados em bases científicas relevantes, onde a escolha dessa metodologia possibilita compreender os efeitos da fisioterapia aquática em crianças com paralisia cerebral espástica, fundamentando a discussão em evidências científicas.
As buscas dos artigos foram realizadas nas bases de dados PubMed, SciELO, e LILACS, considerando uma janela de tempo de 10 anos (2015-2025), utilizando descritores em português, inglês e espanhol, associados pelos operadores booleanos AND e OR. Em português, foram empregados os termos “fisioterapia aquática”, “hidroterapia”, “paralisia cerebral espástica”, “controle de tronco” e “reabilitação motora em crianças”. Em inglês, utilizaram-se “aquatic physiotherapy”, “hydrotherapy”, “spastic cerebral palsy”, “trunk control” e “motor rehabilitation in children”. Já em espanhol, foram aplicados os descritores “fisioterapia acuática”, “hidroterapia”, “parálisis cerebral espástica”, “control del tronco” e “rehabilitación motora en niños”, para refinar e ampliar as estratégias de busca.
Os critérios de inclusão adotados foram: os artigos publicados entre 2015 a 2025 disponíveis na íntegra em português, inglês e espanhol que abordassem estudos originais, de intervenções ou revisões fundamentadas cientificamente sobre a temática. Foram excluídos: artigos duplicados, estudos voltados para outras condições neurológicas, trabalhos referentes a outras modalidades terapêuticas, bem como estudo sem evidência científica adequada.
O processo de seleção consistiu em: primeiramente, os descritores foram utilizados de forma combinada nas bases de dados, gerando a lista inicial de trabalhos. Em seguida, títulos e resumos foram analisados para eliminar estudos não pertinentes.
RESULTADOS
A partir dos estudos encontrados nas bases de dados, 8 artigos foram selecionados, lidos na íntegra e incluídos na pesquisa, a fim de possibilitar uma análise aprofundada sobre o tema, abrangendo diferentes perspectivas metodológicas, contextos clínicos e abordagens terapêuticas.
Tabela 1. Fluxograma de pesquisa nas bases de dados

O Quadro 2 apresenta um resumo dos estudos utilizados acerca da intervenção da fisioterapia aquática como recurso para a melhora do controle de tronco em crianças com paralisia cerebral do tipo espástica. Neste, são destacados os autores, o tipo de estudo, população analisada, intervenções aplicadas, principais resultados observados e o nível de evidência científica.
O quadro permite identificar de forma sintetizada como diferentes abordagens da fisioterapia aquática, incluindo conceitos como Halliwick e NDT (Tratamento Neurodesenvolvimental), impactam o desenvolvimento da função motora e a estabilidade postural em crianças com paralisia cerebral, fornecendo uma base para reflexão sobre as estratégias terapêuticas mais eficazes neste contexto.
Quadro 2. Tabulação dos Artigos para discussão.
| Autor/Ano | Amostra | Objetivos | Intervenção | Principais Resultados |
| Akinola, et al., (2019) | 30 crianças | Avaliar efeito de 10 semanas de exercícios aquáticos na função motora grossa. | Treinamento aquático por 10 semanas. | Melhorias significativas na função motora grossa. |
| Araújo et al., (2018) | 20 incluídas / 16 finalizaram | Verificar efeitos da fisioterapia aquática na função motora. | Fisioterapia aquática | Melhora da função motora em relação ao grupo controle. |
| Naidoo, Rowena; Ballington, Samantha J. (2018) | 10 crianças | Avaliar transferência dos ganhos da intervenção aquática para atividades em solo. | Programa de exercícios aquáticos | Ganhos aquáticos foram parcialmente transferidos para o solo. |
| Ramalho et al., (2019) | 24 incluídas / 22 finalizadas | Investigar protocolo de controle de tronco em ambiente aquático. | Protocolo aquático de controle de tronco | Maior estabilidade e controle de tronco. |
| Chitlange NM; Sharath HV, Saklecha A, Desai S. (2024) | 1 criança (relato de caso) | Relatar efeitos da reabilitação pediátrica em crianças com quadriplegia espástica e atraso global. | Reabilitação pediátrica multimodal. | Melhora do desenvolvimento motor global e qualidade de vida. |
| Negreiros, Nayara Ferreira; Conceição, Tainara Camila (2023) | Revisão sistemática (149 crianças no total) | Comparar efeitos da fisioterapia aquática e equoterapia na função motora grossa. | Intervenção aquática e equoterapia. | Ambas eficazes; aquática mais eficiente em alguns aspectos. |
| Sharan, Deepak; Rajkumar, J. S.(2018) | 80 crianças | Comparar treinamento de equilíbrio em piscina vs solo em crianças com PC. | Treinamento de equilíbrio em piscina climatizada e solo. | Maior eficácia do treino aquático no equilíbrio e função motora. |
| Chandolias et al., (2025) | 80 crianças | Avaliar eficácia da hidroterapia Halliwick e Bobath (NDT) em crianças com PC. | Ensaio clínico randomizado com hidroterapia Halliwick e Bobath. | Melhora significativa na função motora e independência funcional. |
Fonte: Elaborado pelas autoras (2025)
DISCUSSÃO
O ambiente aquático favorece a execução dos movimentos por reduzir o impacto dos exercícios e aprimorar a qualidade durante a sua realização, aumentando a amplitude articular e a ativação muscular. Esses avanços podem ser atribuídos às propriedades físicas da água, como a flutuação, a viscosidade e a pressão hidrostática, que reduzem a sobrecarga articular e facilitam a execução de movimentos que seriam dificultados em ambiente terrestre (Silva et al., 2017).
A adaptação ao meio aquático envolve um processo complexo de percepção e controle corporal, no qual a criança aprende a reconhecer e utilizar as forças que atuam sobre o corpo, como o empuxo e a gravidade. Essa interação favorece o desenvolvimento da consciência corporal e o aprimoramento do controle motor, elementos essenciais para a reabilitação funcional (Nascimento; Souza; 2024).
Diversos estudos evidenciam os benefícios da prática aquática em crianças com paralisia cerebral. Adar et al., (2017) demonstraram que exercícios aquáticos promovem redução da espasticidade muscular, aumento da amplitude de movimento e melhora na mobilidade funcional, resultando também em maior independência e qualidade de vida. De forma complementar, Akinola, Gbiri e Odebiyi (2019) constataram que um programa de 10 semanas de exercícios aquáticos aprimorou habilidades motoras globais, equilíbrio e coordenação, além de favorecer a participação social e a autoconfiança das crianças. Esses achados reforçam que a intervenção aquática proporciona tanto em ganhos motores quanto psicossociais.
A eficácia da fisioterapia aquática também pode ser observada em protocolos direcionados ao controle postural e de tronco. Araújo et al. (2018) observaram melhora expressiva na coordenação motora, equilíbrio e controle postural, com ganhos na independência funcional, sendo o ambiente aquático responsável pelo relaxamento muscular e a execução mais eficiente dos movimentos.
Da mesma forma, Ramalho et al. (2019) relataram avanços significativos na estabilidade e no alinhamento do tronco em crianças com comprometimentos motores, destacando que o suporte corporal adequado e a redução da carga gravitacional durante a prática de exercícios estimulam a melhora no equilíbrio postural, fortalecimento do controle de tronco e melhora da ativação do músculo reto abdominal. Esses fatores permitem a execução mais eficiente de movimentos e promovem o fortalecimento progressivo dos músculos estabilizadores do tronco, fundamentais para o controle postural e a realização de atividades motoras complexas.
Estudos voltados à transferência de habilidades aquáticas para o ambiente terrestre, também são promissores. Naidoo e Ballington (2018) indicaram que os ganhos obtidos a partir da fisioterapia aquática, como força muscular, equilíbrio e controle postural, puderam ser parcialmente mantidos em solo, evidenciando a relevância da fisioterapia aquática como complemento da reabilitação convencional. Sharan e Rajkumar (2018) reforçaram essa ideia, mostrando que o treino de equilíbrio com exercícios aquáticos com temperatura controlada promoveu maior controle postural e estabilidade em comparação ao treinamento terrestre, ressaltando o efeito facilitador do meio aquático no aprendizado motor.
A associação de diferentes abordagens terapêuticas também potencializa esses resultados, como pode ser identificado no estudo de Chandolias et al. (2025) que realizou a fisioterapia aquática baseada nos conceitos Halliwick e Bobath, observando melhorias significativas em controle postural, equilíbrio, coordenação motora e mobilidade funcional, evidenciando que a integração de técnicas pode potencializar os efeitos terapêuticos.
Em consonância, Negreiros e Conceição (2023) concluíram que tanto a fisioterapia aquática quanto a equoterapia promovem melhorias significativas na função motora grossa, mas o meio aquático facilita os movimentos e oferece maior segurança, enquanto a equoterapia contribui para o controle de tronco e ajustes posturais, sugerindo que abordagens combinadas podem maximizar os resultados.
Dias, Sales e Tomaz (2022) e Chitlange et al. (2024) apresentaram em seus resultados que a fisioterapia aquática favorece o relaxamento muscular, a diminuição da espasticidade e a melhora do controle de tronco em crianças com paralisia cerebral. Ambos os estudos evidenciam que as propriedades físicas da água, como flutuação, resistência e pressão hidrostática oferecem suporte e liberdade de movimento, facilitando a execução das atividades funcionais e potencializando os ganhos motores e a estabilidade postural em crianças com comprometimentos neuromotores.
Complementando essa perspectiva, Monroy (2023) observa que as atividades realizadas nesse ambiente também promovem o aprimoramento do equilíbrio e da coordenação motora, com ênfase na ativação dos músculos estabilizadores posturais, como o tibial anterior e os gastrocnêmios. Durante movimentos funcionais como as transições entre sentado e em pé, há um maior recrutamento muscular e controle dos movimentos, o que reforça os benefícios apontados por Dias, Sales e Tomaz (2022) em relação à funcionalidade e força.
Nesse mesmo contexto, Oliveira et al. (2015) ressalta que o tratamento fisioterapêutico aquático contribui significativamente para o aumento da velocidade e da qualidade da marcha, refletindo em maior eficiência nas atividades motoras e no desempenho funcional global. Esses achados convergem com os de Monroy (2023), ao evidenciarem que o fortalecimento muscular e o controle postural resultam em ganhos expressivos na mobilidade e independência funcional dos indivíduos em reabilitação.
No estudo de Kluge (2020) ele enfatiza que, além dos benefícios motores, a fisioterapia aquática desempenha um papel essencial no aprimoramento do equilíbrio e da coordenação motora, especialmente em crianças com paralisia cerebral, onde, o ambiente aquático, por oferecer instabilidade controlada e resistência natural, estimula ajustes posturais constantes e o recrutamento coordenado de diversos grupos musculares, o que favorece o desenvolvimento do controle corporal e da estabilidade, aspectos também observados nas pesquisas anteriores.
Baseado nas evidências encontradas, Araújo et al. (2020) reforçam que exercícios sistematizados no meio aquático promovem melhora da mobilidade, estabilidade postural, capacidade funcional e bem-estar geral. Esses resultados corroboram os achados de Dias, Sales e Tomaz (2022), bem como os de Monroy (2023) e Kluge (2020), ao demonstrar que a fisioterapia aquática é uma intervenção terapêutica eficaz e segura, capaz de reduzir a espasticidade, promover o aprendizado motor e elevar a qualidade de vida de crianças com paralisia cerebral espástica.
CONCLUSÃO
Os resultados encontrados evidenciam que a fisioterapia aquática contribui significativamente para o desempenho do controle postural e do alinhamento corporal em crianças com paralisia cerebral espástica. A sustentação oferecida pela água reduz o impacto da gravidade, permitindo que os movimentos sejam realizados com maior amplitude e segurança, o que favorece o fortalecimento dos músculos estabilizadores do tronco.
Essa melhora no controle corporal reflete diretamente na execução das atividades motoras cotidianas, promovendo avanços na autonomia e na capacidade funcional. O aumento da motivação e da percepção de progresso durante o tratamento reforça a adesão à reabilitação e potencializa os resultados clínicos, tornando o processo mais eficaz.
A fisioterapia aquática também se destaca por favorecer a transferência das habilidades adquiridas no meio aquático para o ambiente terrestre. O aprimoramento da força, do equilíbrio e da coordenação obtido durante as sessões contribui para um melhor desempenho nas atividades diárias e na locomoção em solo.
Quando realizados por meio de protocolos estruturados e integrados a conceitos terapêuticos reconhecidos, os efeitos da intervenção são ainda mais expressivos, evidenciando a potencialização dos resultados clínicos. Dessa forma, a fisioterapia aquática se consolida como uma estratégia complementar essencial na reabilitação pediátrica, sendo recomendada a continuidade de estudos que busquem otimizar protocolos específicos e aprofundar a compreensão de seus mecanismos terapêuticos.
Foram identificadas algumas limitações durante a elaboração do estudo, tais como, a janela de tempo definida para a busca dos estudos reduziu o número de pesquisas disponíveis, e ainda há poucos estudos comparativos que avaliem diferentes métodos de intervenção na fisioterapia aquática, o que limita a robustez das conclusões. Assim, reforça a importância de novas pesquisas, mais estruturadas e consistentes, para ampliar e fortalecer as evidências sobre o tema abordado.
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