EXAMES LABORATORIAIS PRÉ-OPERATÓRIOS EM PEDIATRIA: CONHECIMENTO DE ACADÊMICOS DE BIOMEDICINA

PRE-OPERATIVE LABORATORY TESTS IN PEDIATRICS: KNOWLEDGE OF BIOMEDICINE STUDENTS

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ni10202506281454


Caroline Mendes Santos1
Jenniffer Pamella Balan1
Gabriel Ferreira Alves2
Lorena de Oliveira Tannus3
Ivete Furtado Ribeiro Caldas4


RESUMO

Introdução: Os exames laboratoriais são ferramentas essenciais para o diagnóstico e acompanhamento clínico, sobretudo no contexto cirúrgico. Em pediatria, a solicitação desses exames deve considerar as especificidades fisiológicas da infância. Dessa forma, faz-se essencial que acadêmicos de Biomedicina, profissionais indispensáveis neste contexto, adquiram conhecimentos específicos sobre o assunto durante a graduação. Metodologia: Trata-se de um estudo quase experimental, de abordagem quantitativa, realizado com 20 alunos de Biomedicina de uma universidade pública no Pará. A pesquisa foi dividida em três fases: diagnóstica/pré-teste, intervenção/curso e avaliativa/pós-teste, com aplicação de formulários digitais antes e depois do curso. A análise estatística foi feita com o Teste de McNemar, utilizando nível de significância de 5%. Resultados: A maioria dos participantes era do sexo feminino (75%), entre 18 a 23 anos (80%) e estavam no quarto semestre (60%). O desempenho no pós-teste foi superior ao pré-teste em todas as questões. Oito perguntas alcançaram entre 95% e 100% de acertos no pós-teste. Discussão: O curso foi eficaz para aumentar o conhecimento dos alunos. A associação entre teoria e prática parece ter potencializado os resultados. Destaca-se a relevância de abordar temas como exames laboratoriais pediátricos durante a graduação, uma vez que a atuação biomédica abrange desde a coleta até a interpretação dos exames, o que tem impacto direto na segurança do paciente. Conclusão: O curso teórico-prático contribuiu significativamente para o aprendizado dos acadêmicos de Biomedicina. Reforça-se a necessidade de incluir conteúdos cirúrgicos e laboratoriais pediátricos na formação dos alunos.

Palavras-chave: Educação em saúde; Diagnóstico laboratorial; Pediatria.

INTRODUÇÃO

A história dos exames laboratoriais remonta à Antiguidade, com os primeiros registros relacionados à observação da urina como forma de diagnóstico, prática conhecida como uroscopia. Hipócrates (460–370 a.C.) descreveu algumas características da urina em suas observações clínicas, urina espumosa, com sangue ou pus. No século XVII, a medicina laboratorial evoluiu com o início de análises químicas rudimentares, e, ao longo do século XIX, os avanços na microbiologia, hematologia e uso do microscópio tornaram os exames clínicos mais confiáveis e sistematizados. No século XX, com a chegada da espectrofotometria, sorologia e da biologia molecular, os exames laboratoriais consolidaram-se como uma das principais ferramentas para diagnóstico e acompanhamento clínico. No presente, os laboratórios passam pela chamada “Era da Qualidade”, com ênfase em controle de qualidade em todos os processos e alto nível de tecnologia (Berger, 1999; Neufeld, 2023).

Os exames laboratoriais desempenham um papel fundamental na prática médica, pois contribuem de forma decisiva para o diagnóstico precoce, avaliação prognóstica e monitoramento terapêutico. Estima-se que até 70% das decisões médicas sejam influenciadas por resultados laboratoriais, o que destaca a relevância do laboratório na condução clínica dos pacientes. Em serviços ambulatoriais e hospitalares, exames simples como hemograma, dosagens bioquímicas e análises da urina permitem detectar alterações metabólicas, inflamatórias ou infecciosas, muitas vezes antes mesmo do surgimento dos sintomas (Barros et al, 2023).

No contexto cirúrgico, os exames laboratoriais pré-operatórios são utilizados para identificar condições clínicas que possam aumentar a morbimortalidade associada à anestesia e ao procedimento operatório. Exames como hemograma, coagulograma, eletrólitos, glicemia e provas de função hepática e renal são solicitados com frequência para avaliar o estado clínico basal do paciente. No entanto, diretrizes modernas recomendam que a solicitação de exames pré-operatórios seja baseada em critérios clínicos e no tipo de cirurgia, ao invés de rotinas padronizadas. Em pacientes assintomáticos e saudáveis, principalmente em cirurgias de baixo risco, esses exames raramente resultam em mudanças de conduta ou evitam complicações. Além disso, sua solicitação indiscriminada pode gerar atrasos, custos adicionais e ansiedade, sem benefício clínico real (Marques Filho et al, 2024).

Nos pacientes pediátricos, essas questões tornam-se ainda mais complexas. Crianças apresentam características fisiológicas próprias, como maior consumo de oxigênio, metabolismo acelerado e resposta cardiovascular distinta, além de peculiaridades anatômicas que influenciam a abordagem anestésica e cirúrgica (Ahmed; Rufo, 2023). Existem ainda condições genéticas ou congênitas, comuns nessa faixa etária, que podem exigir uma investigação pré-operatória mais específica. Apesar disso, estudos mostram que a realização rotineira de exames laboratoriais em crianças saudáveis submetidas a procedimentos de baixo risco raramente altera a conduta médica (Adams et al, 2019).  Diretrizes específicas em anestesia pediátrica recomendam que a triagem laboratorial seja realizada de forma seletiva, conforme a história clínica e o exame físico (Ahmed; Rufo, 2023). Portanto, a avaliação pré-operatória em pediatria deve ser individualizada, com respeito às particularidades fisiológicas, clínicas e psicológicas da infância.

Tendo em vista tais especificidades, é essencial que estudantes da área da saúde compreendam a importância e os critérios de solicitação e os fatores envolvidos na análise dos exames laboratoriais pré-operatórios ainda durante a graduação. A formação adequada permite que futuros profissionais atuem com maior segurança e responsabilidade, o que previne a realização de análises desnecessárias e pode reduzir custos sem comprometer a segurança do paciente (Fernandes et al, 2010). Além disso, o conhecimento teórico aliado à prática permite reconhecer os riscos próprios da faixa etária pediátrica e personalizar a avaliação pré-operatória de maneira eficiente. O biomédico configura um profissional indispensável para realização dos exames laboratoriais, de modo que compreender os conhecimentos desta categoria profissional sobre o tema pode conduzir a condutas mais críticas, embasadas e seguras no cuidado de crianças em ambiente cirúrgico.

Dessa forma, a partir da compreensão de que crianças possuem diferenças fisiológicas em relação aos adultos, e sabendo-se da importância dos exames laboratoriais para realização de cirurgias pediátricas seguras, faz-se necessário verificar os conhecimentos sobre o tema com acadêmicos do curso de Biomedicina.

METODOLOGIA

O presente estudo foi desenvolvido a partir de uma metodologia quase experimental, com abordagem quantitativa. O local para o desenvolvimento das atividades foi uma universidade pública de um município no interior do estado do Pará. Fizeram parte da amostra alunos do curso de Biomedicina com idade igual ou superior a 18 anos que concordaram em participar da pesquisa e assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Foram excluídos do estudo alunos de outros cursos e aqueles que não participaram de todas as etapas da pesquisa. A amostragem foi obtida por conveniência, com divulgação do curso em mídias digitais e posterior inscrição online, com disponibilidade de vinte vagas devido ao espaço físico da instituição.

O estudo foi realizado em três fases, sendo estas: Fase 1 (diagnóstica ou pré-teste), com aplicação de um questionário de dezesseis perguntas objetivas acerca de exames laboratoriais pré-operatórios em pediatria, para verificar os conhecimentos dos participantes sobre a temática; Fase 2 (intervenção), com curso teórico-prático sobre o tema de interesse e; Fase 3 (avaliativa ou pós-teste), com aplicação do mesmo questionário da fase 1 para verificar o ganho de habilidades e conhecimentos dos alunos. A metodologia utilizada foi baseada nos estudos de Sloboda et al. (2024) e Gomez et al. (2025).

A coleta de dados foi realizada em junho de 2025. Os dados brutos foram coletados em formulário online e, posteriormente, inseridos e organizados no programa Microsoft Excel. A análise estatística foi realizada no programa Jamovi versão 2.6. Para comparar os momentos pré e pós-teste, foi realizado o Teste de McNemar, utilizado com variáveis categóricas para buscar mudanças entre duas amostras relacionadas. Utilizou-se o nível de significância de 5% (p ≤ 0,05). As características sociodemográficas da amostra foram caracterizadas utilizando estatística descritiva.

O presente estudo foi realizado de acordo com os preceitos éticos e legais para pesquisa envolvendo seres humanos e foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade do Estado do Pará, campus VIII, Marabá, sob o CAAE número 76366523.4.0000.8607. Ademais, todos os participantes assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido antes da participação na pesquisa.

RESULTADOS

Dos vinte alunos que se inscreveram no curso, todos se encaixavam nos critérios de inclusão. A maioria dos inscritos pertencia ao sexo feminino (75%), com idade entre 18 e 23 anos (80%) e encontravam-se no quarto semestre da graduação (60%). As características sociodemográficas dos participantes do estudo encontram-se na Tabela 1.

Tabela 1. Distribuição dos participantes do curso segundo características sociodemográficas. Marabá, Pará, 2025

Fonte: Elaborado pelos autores, 2025.

Em relação ao ganho de conhecimentos antes e depois da realização do curso, verificou-se que o número de acertos no pós-teste superou o pré-teste em todas as perguntas. Antes da realização da atividade, nenhuma das perguntas obteve um percentual de acertos superior a 90%. Na etapa de avaliação, após o curso, oito das dezesseis perguntas apresentaram percentual de acertos entre 95% e 100%. Os acertos no pré e pós-teste são apresentados na Tabela 2.

Tabela 2. Análise e distribuição percentual dos alunos e comparação do conhecimento sobre exames laboratoriais pré-operatórios antes e após o curso. Marabá, Pará, 2025

*Teste de McNemar. Fonte: Elaborado pelos autores, 2025.

Em todas as questões o número de acertos do pós-teste foi maior do que no pré-teste. Oito perguntas da etapa de avaliação apresentaram porcentagem de acertos de 95% e 100% e tratavam sobre: primeiro exame laboratorial da história (100%), quantidade de exames pré-operatórios (100%), técnica de microscopia (95%), significado de “cubeta” (100%), anemias pediátricas (95%), avaliação da função hepática em pediatria (95%), exames pré-operatórios para diagnóstico de infecção (100%) e exames para avalição de pneumonia em crianças (95%). A questão com menor percentual de acertos nas duas fases tratava sobre o diagnóstico laboratorial de meningites, com 35% no pré-teste e 70% no pós-teste.

Em algumas questões ocorreu diferença significativa entre os resultados antes e depois do curso. As temáticas destas questões são: interferentes pré-analíticos nos exames laboratoriais (p=0,050), EPIs necessários para realização de coleta de sangue venoso (p=0,003), exames laboratoriais que utilizam a técnica de microscopia (p<0,001), ocorrência de anemias em pacientes pediátricos (p=0,034), diferença entre sangue venoso e sangue arterial (p=0,007), exames laboratoriais para avaliação renal em pediatria (p=0,003) e exames pré-operatórios para verificar infecção em pacientes pediátricos (p<0,001).

DISCUSSÃO

O presente estudo buscou verificar o ganho de conhecimento de alunos de Biomedicina sobre exames laboratoriais pré-operatórios após a participação em um curso teórico-prático sobre o tema. Após realizar o curso, observou-se que a maioria dos participantes era sexo feminino, jovem e encontravam-se na metade da graduação. Em todas as questões realizadas após a intervenção, o número de acertos foi maior em relação ao pré-teste. No caso de oito perguntas, o percentual de acertos no pós-teste ficou entre 95% e 100%.

O maior percentual de indivíduos do sexo feminino (75%) condiz com a literatura vigente e expressa o processo de feminilização do ensino superior – fenômeno este que também ocorre no mercado de trabalho em saúde (Oliveira; Ceballos, 2022; Ferreira et al, 2023). O censo da educação superior, realizado em 2023, também corrobora com os achados (Brasil, 2024). Diversos fatores parecem influenciar no fato que a maioria dos discentes dos cursos de saúde e pertençam ao sexo feminino, com destaque para o pouco incentivo familiar e social para que meninas sigam carreiras vinculadas às ciências exatas e a visão histórica da figura feminina como “protetora” e “cuidadora” (Macêdo et al, 2019).

De acordo com o censo da educação superior de 2023, a idade média dos estudantes universitários no Brasil encontra-se entre os 18 e os 24 anos, o que condiz com o perfil etário encontrado nesta pesquisa (Brasil, 2024).

Em relação ao ganho de conhecimentos e habilidades após a realização do curso, verificou-se que o desempenho dos estudantes foi melhor no pós-teste em todas as questões, o que indica que os conhecimentos repassados durante a capacitação foram efetivos. Estudos com metodologias semelhantes também obtiveram resultados positivos após a realização de uma capacitação (Sloboda et al, 2024; Monteiro et al, 2022). Em um estudo do tipo pré e pósteste, Lucena e colaboradores (2023) verificaram que tanto a abordagem teórica quanto a prática proporcionaram aumento do conhecimento de alunos de Enfermagem acerca do procedimento de irrigação de colostomia. Contudo, o grupo que recebeu a abordagem prática por meio de simulação obteve maiores notas quanto à retenção do conhecimento. No presente trabalho, aliou-se a teoria a prática, fator este que pode relacionar-se diretamente ao melhor desempenho dos alunos na fase de pós-teste.

Dentre as perguntas do formulário, duas destacaram-se com os menores percentuais de acerte tanto na fase diagnóstica quanto na avaliativa. As temáticas destas duas perguntas referem-se aos exames laboratoriais que compõe um coagulograma e ao diagnóstico laboratorial de meningites. A interlocução deste fato com outros trabalhos da literatura configura um desafio, uma vez que poucos estudos investigam os conhecimentos de acadêmicos de Biomedicina acerca de exames pré-operatórios em pacientes pediátricos. Contudo, pode-se inferir que a dificuldade para responder a estas perguntas está relacionada ao fato da maior parte dos participantes (60%) cursarem o quarto semestre do curso. Na instituição de ensino onde o teste foi aplicado, as matérias com maior ênfase no laboratório clínico e exames diagnósticos são ministradas na porção final do curso. Outro fator talvez relacionado ao pior desempenho nestas perguntas seja o número amostral (20 participantes), o que pode configurar uma limitação da pesquisa.

Apesar dos resultados positivos, fica claro a partir das porcentagens de acertos no pré-teste que existe grande necessidade de discutir exames laboratoriais pré-operatórios pediátricos com alunos de Biomedicina, uma vez que, no futuro, estes profissionais estarão inseridos no ambiente hospitalar e precisarão lidar com situações do tipo no cotidiano. Armesto e colaboradores (2024) apontaram que a implementação de protocolos e a boa comunicação entre a equipe multidisciplinar favorece os cuidados pré, peri e pós operatórios. Dessa forma, uma equipe multidisciplinar – o que inclui o profissional biomédico – com maiores conhecimentos cirúrgicos proporciona não apenas mais segurança para o paciente, como também redução de tempo de internação e custos em saúde. 

Vale ressaltar que, além de atuar na realização de exames laboratoriais pré-operatórios, o biomédico pode também participar da etapa peri-operatória em alguns tipos de cirurgia, com o manejo do aparelho de circulação extracorpórea. Essa área de especialização reforça a importância do aluno de Biomedicina aumentar os conhecimentos sobre a área cirúrgica durante a graduação (Cândido; Alves, 2024).

Para além do que foi discutido anteriormente, cabe ressaltar que os exames laboratoriais pautam cerca de 70% das decisões médicas e que são responsáveis por parte importante dos custos com a saúde no Brasil (Barros et al, 2023). No âmbito pré-operatório, diretrizes atuais indicam que a solicitação de exames laboratoriais não deve ser feita de forma indiscriminada, uma vez que isso pode gerar prejuízos ao paciente (ansiedade, dor, desconforto), retardar o procedimento, conduzir a tratamentos desnecessários e aumentar os custos em saúde (Marques Filho et al, 2024). Fortalecer a equipe multidisciplinar, proporcionar maior contato entre o biomédico e a equipe cirúrgica e aumentar os conhecimentos dos alunos de Biomedicina sobre a área operatória podem ser ferramentas importantes para melhoria dos protocolos vigentes e melhor solicitação e avaliação dos exames pré-operatórios.

CONCLUSÃO

A realização de exames laboratoriais pré-operatórios em bebês e crianças faz parte da rotina de muitos laboratórios clínicos. Por ser um dos principais atores neste cenário, o biomédico precisa conhecer de modo profundo todos os aspectos ligados a realização e interpretação destas análises. Dessa forma, este conteúdo deve ser abordado durante a formação do profissional.

No presente estudo, o curso teórico-prático sobre exames laboratoriais pré-operatórios em pediatria configurou uma importante ferramenta para aumento dos conhecimentos de acadêmicos de Biomedicina no assunto. Verificou-se que o desempenho foi melhor em todas as perguntas do pós-teste, o que destaca a importância de abordagem prática no ensino em saúde. Com isso, ressalta-se a importância de aprofundar os conhecimentos dos futuros biomédicos em temáticas que envolvam o contexto cirúrgico, de modo a conferir-lhes maior segurança nas análises laboratoriais e proporcionar resultados de exames mais confiáveis. 

REFERÊNCIAS

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1Acadêmica do Mestrado Profissional em Pesquisa e Cirurgia Experimental (CIPE) da Universidade do Estado do Pará (UEPA), campus II.

2Acadêmico do curso de Medicina Universidade do Estado do Pará (UEPA), campus VIII.

3Docente permanente do curso de Medicina da Universidade do Estado do Pará (UEPA), campus VIII.

4Docente permanente dos cursos de Mestrado Profissional em Pesquisa e Cirurgia Experimental (CIPE) e Mestrado Profissional em Ensino em Saúde na Amazônia (ESA) da Universidade do Estado do Pará (UEPA), campus II.