EVIDÊNCIAS SOBRE TREINAMENTO FÍSICO EM INDIVÍDUOS COM DEFEITOS DO FECHAMENTO DO TUBO NEURAL: UMA REVISÃO DE LITERATURA

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202511091952


Geovanna Freire Delgado
Julia Cristini Franco Silva
Leandro de Oliveira Rosa
Ludiele Bispo de Oliveira
Orientadora: Prof.ª Bibiana Silveira
Orientadora: Prof.ª Chrystianne de Melo Setter


Resumo

Os defeitos do fechamento do tubo neural (DFTN), em especial a mielomeningocele, representam uma das malformações congênitas mais complexas, resultando em comprometimentos motores, sensoriais e funcionais significativos. O treinamento físico, conduzido por profissionais de fisioterapia, tem se mostrado essencial na reabilitação desses indivíduos, favorecendo o ganho de força muscular, o desenvolvimento motor e a independência funcional. Esta revisão de literatura teve como objetivo reunir e analisar as principais evidências sobre os efeitos do treinamento físico em crianças com DFTN. Foram selecionados estudos publicados entre 2001 e 2025 nas bases PubMed, Scielo e LILACS, que investigaram intervenções fisioterapêuticas e programas de atividade física voltados a essa população. Os resultados evidenciam melhora significativa na função motora, no equilíbrio postural e na autonomia das crianças submetidas a protocolos estruturados de exercícios. Conclui-se que o treinamento físico é um componente essencial na reabilitação global dos indivíduos com DFTN, devendo ser iniciado precocemente e adaptado ao nível da lesão e à faixa etária de cada paciente.

Palavras-chave: defeitos do fechamento do tubo neural. mielomeningocele. fisioterapia. reabilitação. treinamento físico.

Abstract

Neural tube defects (NTDs), particularly myelomeningocele, represent one of the most complex congenital malformations, resulting in significant motor, sensory, and functional impairments. Physical training, conducted by physiotherapy professionals, has proven essential in the rehabilitation of these individuals, promoting muscle strength, motor development, and functional independence. This literature review aimed to gather and analyze the main evidence on the effects of physical training in children with NTDs. Studies published between 2001 and 2025 were selected from the PubMed, Scielo, and LILACS databases, investigating physiotherapeutic interventions and physical activity programs for this population. The results demonstrate significant improvements in motor function, postural balance, and autonomy among children undergoing structured exercise protocols. It is concluded that physical training is an essential component in the comprehensive rehabilitation of individuals with NTDs, and should be initiated early and adapted to the lesion level and age of each patient.

Keywords: Neural tube defects. myelomeningocele. physiotherapy. rehabilitation. physical training.

1.   INTRODUÇÃO:

A mielomeningocele (MM) é um dos defeitos congênitos do fechamento do tubo neural em que há exposição das meninges, da medula espinhal e das raízes, o que causa perdas motoras e sensitivas nos membros inferiores. Além disso, anomalias espinhais (hidromielia, siringomielia) ou centrais (hidrocefalia, Arnold-Chiari) provocam déficits motores e desequilíbrio. (Tadesco et al 2023).

O tubo neural permanece aberto nas extremidades cranial ou caudal por volta do 24° dia de gestação, e a apresentação clínica do defeito pode se dar como anencefalia ou espinha bífida (FERREIRA et al 2015).

A espinha bífida é um defeito de fechamento ósseo posterior da coluna vertebral, ou seja, os ossos da coluna vertebral não se fecham ao redor da medula espinhal. O defeito pode ser recoberto por pele, como na espinha bífida oculta, ou associar-se com uma protrusão cística, podendo conter meninges anormais e líquido cefalorraquidiano – meningocele; ou elementos da medula espinhal e/ou nervos – mielomeningocele (MMC), quanto mais tecidos e quanto mais alto for o defeito em relação a coluna, mais grave será o acometimento da criança (PERALTA et al 2001).

O DFTN pode ocorrer em qualquer região da medula, mas a maioria das lesões (cerca de 75%) são de localização lombar, que resulta na dificuldade em levantar, deambular e adquirir controle vesical e intestinal (FERREIRA et al 2015). Além da altura da lesão na coluna determinar a gravidade do quadro, as complicações ainda podem estar relacionadas a medula ancorada, mal formação de Arnold Chiari II, hidrocefalia, presença ou não de shunt, e alterações ortopédicas como escoliose congênita, pé torto congênito e cifose congênita (FERREIRA et al 2015).

A etiologia dos defeitos do fechamento do tubo neural ainda não está bem esclarecida, sendo considerada uma herança multifatorial decorrente da interação entre fatores genéticos e ambientais (GOMES et al 2018). Entre os fatores de risco maternos para esta anomalia, citam- se, diabetes melitus, o uso de ácido valpróico durante a gestação, obesidade materna e a principal delas, a deficiência de ácido fólico (GOMES et al 2018). Pelo menos desde o fim da década de 90, a Food and Drug Administration (FDA, 2006), nos Estados Unidos, determinou que farinha, arroz, pães, macarrão, e outros cereais fossem enriquecidos com folato. No Brasil o Ministério da Saúde abriu consulta pública para discutir a possibilidade da implementação, o que foi deferido em junho de 2004. Essa medida nos países das Américas e alguns na África e Ásia parece ser efetiva. (Gregory et al 2003)

No Brasil são escassos os dados quanto a epidemiologia dos defeitos de fechamento de tubo neural, mas em estudos publicados no começo dos anos 2000, o nosso país, a Bulgária, México e Venezuela, possuem as mais altas taxas de nascimento de crianças com qualquer das alterações relacionadas aos DFTN. Os países com as menores taxas são, França/Paris e Inglaterra/País de Gales, além de Croácia e Cuba (CASTILLA et al., 2003; GRILLO et al., 2003)

A classificação dos diferentes quadros de MM já foi estudada por muitos pesquisadores. Sharrard publicou uma das classificações mais conhecidas, que considera o nível neurológico da lesão (torácica, lombar, sacral). (Tadesco et al 2023).

Broughton propôs uma modificação dos níveis neurosegmentares de Sharrard. (Tadesco et al 2023)

Hoffer classificou os pacientes de acordo com sua capacidade de deambulação (ausência de deambulação, deambulação não funcional, presença de deambulação e deambulação comunitária). (Tadesco et al 2023)

Mc Donaldet et al., basearam a classificação no grau de força muscular nos membros inferiores, assim como Asher et al.; os primeiros também tentaram determinar a correlação com a previsão da capacidade de deambulação. (Tadesco et al 2023).

Assim como as classificações GMFCS e FMS, é de fácil interpretação e tem valor prognóstico em termos de função, auxiliando o planejamento terapêutico e a comunicação entre os membros da equipe que participam  do tratamento do paciente, além de ampliar o entendimento de sua evolução, o uso dessa classificação também permite a avaliação mais precisa dos resultados terapêuticos. (Tadesco et al 2023)

As crianças acometidas pela malformação apresentam lento desenvolvimento da independência nas atividades de mobilidade autocuidado, sendo que cerca 70% dos casos necessitam de assistência entre máxima e moderada para as suas funções (CALHES et al 2008). O controle de tronco pode ser um preditor das funções motoras grossas e das habilidades bimanuais destes infantes (BEXIGA et al 2018; CALHES et al 2008).

A avaliação do desempenho funcional em atividades do cotidiano pode ser um válido instrumento de análise para a criança e sua família, tradicionalmente a terapia física focaliza melhora da força muscular e prevenção de contraturas, assim como a otimização do desenvolvimento infantil e funcionalidade (CALHES et al 2008).

O desempenho motor tende a melhorar através de programas organizados e sistemáticos de exercícios, avanços tecnológicos e métodos científicos, como a fisioterapia trouxeram melhorias significativas na compreensão e aplicação do treinamento, permitindo um melhor controle e avaliação do desempenho, estes programas são realizados por fisioterapeutas ou outros profissionais da saúde que tratem sobre prescrição treinamentos físicos. (ROSCHEL et al 2001).

A busca por estudos específicos sobre a fisioterapia em indivíduos com defeitos do fechamento do tubo neural revelou uma escassez de literatura. Muitos trabalhos disponíveis focam em aspectos médicos e cirúrgicos, deixando pouco espaço para pesquisas voltadas à reabilitação funcional. Essa limitação destaca a necessidade de mais estudos com amostras representativas e metodologias bem estruturadas. Assim, o presente trabalho busca reunir e analisar as evidências existentes, contribuindo para preencher essa lacuna no conhecimento.

O objetivo deste estudo é descrever a importância do treinamento físico para independência funcional em crianças com DFTN em diferentes fases da infância, e como ele pode colaborar com a melhora na progressão da marcha, ganho de força muscular, autonomia, prevenindo deformidades e melhorando a qualidade de vida.

2.    OBJETIVO:

2.1   Objetivo geral

O objetivo deste trabalho é realizar uma revisão de literatura sobre as evidências do treinamento físico em indivíduos com defeitos do fechamento do tubo neural.

2.2       Objetivos específicos

Descrever como o treinamento físico ocorre, quais as principais modalidades e terapias oferecidas para estes indivíduos;

Identificar se existe uma relação entre o tipo/gravidade do DFTN, idade dos indivíduos e as terapias propostas;

Descrever o quanto os treinamentos físicos podem influenciar nas funções de mobilidade, autonomia e auto cuidado.

3.    METODOLOGIA:

Este estudo trata-se de uma revisão sistemática, que se propõem a investigar quais as evidências do treinamento físico em indivíduos com defeitos do fechamento do tubo neural. Para tal, foi realizado uma estratégia de busca baseada na estratégia PICOT, que identifica os seguintes componentes:

População (P): Indivíduos com mielomeningocele/defeitos do fechamento do tubo neural de 0 a 10 anos e na fase pré escolar;

Intervenção (I): Treinamento físico;

Comparador (C): Indivíduos na mesma faixa etária que não fazem o mesmo tipo de tratamento;

Outcome (O): Progressão na mobilidade, autonomia e auto cuidado;

Tipo de estudos (T): Ensaios clínicos randomizados, estudos de caso.

3.1  Base de dados

Foi realizado um levantamento bibliográfico entre os anos de 2001 a 2025 nas bases de dados: Pubmed, Scielo, Lilacs. Com os seguintes descritores em inglês para cada uma das plataformas:

Pubmed: myelomeningocele AND physical training;

LILACS: Meningomyelocele or Spina Bifida;

Scielo: Neural tube closure defect or Spina Bifida AND Rehabilitation or Physical Rehabilitation.

3.2  Critérios de elegibilidade

Foram considerados como critérios de inclusão estudos com crianças com defeitos do fechamento do tubo neural, entre 0 a 12 anos, que realizaram algum programa de atividade física ou fisioterapia por no mínimo 4 semanas. Foi considerado programa de atividade física, terapias com educadores físicos em exercícios para força e condicionamento, considerado programa de terapia fisioterapêutica através de exercícios ou métodos como hidroterapia, equoterapia, fisioterapia convencional.

Foram excluídos estudos com intervenção clínica, estudos sobre ação de medicação, estudos com população mista.

Foram encontrados 119 artigos na busca pela leitura do título, 1 artigo direcionado a enfermagem foi excluído, e mais 10 não se encaixavam nos critérios de inclusão, pois eram estudos em população mista e estudos cirúrgicos. Restando 108 que se enquadravam nos critérios de inclusão, que foram crianças com defeitos do fechamento do tubo neural, entre 0 a 12 anos, que realizaram algum programa de atividade física ou fisioterapia por no mínimo 4 semanas. Selecionamos 22 para leitura do resumo e notamos que não eram todos que se enquadravam na nossa pesquisa. Foram removidos 14 pois falavam de população mista (principalmente PC) ou não eram diretamente voltados para área da fisioterapia. Tivemos certa dificuldade para encontrar artigos que se enquadrassem, encontramos muitos estudos de medicamentos. Após a leitura do resumo foram incluídos 8 para a discussão.

3.3  Diagrama de seleção dos estudos desta revisão

3.4       Tabela de extração dos dados

4.    Resultados:

Ao todo, 156 crianças foram avaliadas e tratadas nos estudos. Destas, 60% eram diagnosticadas com mielomeningocele, e 40% com outros tipos de mielodisplasia. Houve uma prevalência do gênero masculino (aproximadamente 55%). A idade média das crianças participantes variou entre 4 e 10 anos.

Em relação ao nível neurológico das lesões, a maior parte dos estudos descreveu comprometimentos em nível lombossacral, seguidos por casos de torácicos e sacrais.

As intervenções encontradas incluíram fisioterapia convencional, hidroterapia, equatoterapia, fortalecimento muscular, direcionamento a programas de exercícios funcionais.

Os principais desfechos buscados nos ensaios foram a melhora da função motora, ganho de força muscular, amplitude de movimento e independência nas atividades da vida diária. As principais formas de avaliação foram escalas funcionais (como GMFM e PEDI), testes de força muscular manual e observação clínica padronizada em média, o tratamento durava entre 8 e 24 semanas.

As principais limitações relatadas nos estudos foram o pequeno número de participantes, ausência de grupos controle e variação metodológica entre as intervenções.

5.  DISCUSSÃO:

Os achados desta revisão corroboram a relevância do treinamento físico como componente essencial para a reabilitação de crianças com defeitos do fechamento do tubo neural (DFTN), especialmente aquelas com mielomeningocele.

As evidências apontam que intervenções fisioterapêuticas sistemáticas, como hidroterapia e fisioterapia convencional, promovem ganhos significativos em força muscular, mobilidade funcional e autonomia. Esses efeitos estão em consonância com os resultados apresentados por Mancini et al. (2010) no Jornal de Pediatria, que demonstraram que crianças com mielomeningocele submetidas a um programa estruturado de fisioterapia apresentaram melhora funcional significativa em tarefas motoras grossas, como sentar e caminhar com suporte.

Importante destacar que, na amostra analisada nos estudos da presente revisão, a maioria das crianças apresentava lesão lombossacral, condição que, segundo Ferreira et al. (2015), está associada à maior dependência funcional, especialmente nas tarefas de autocuidado e locomoção. No entanto, mesmo nesses casos, a adoção de treinamentos direcionados mostrou efeitos positivos na progressão da marcha e na prevenção de complicações ortopédicas, como pé torto congênito e escoliose, o que reforça a importância de programas personalizados.

A variabilidade nas metodologias e protocolos dos estudos incluídos representa um desafio para a padronização das condutas, contudo, todos compartilham a ênfase na reabilitação ativa e precoce. Essa abordagem é sustentada por autores como Calhes et al. (2008) e Bexiga et al. (2018), que apontam o controle de tronco como preditor- chave de desempenho funcional. Além disso, a literatura sugere que a duração mínima de quatro semanas de intervenção, conforme critério desta revisão, já é suficiente para observar ganhos mensuráveis, embora protocolos mais longos tendam a obter resultados mais robustos.

Outro ponto relevante é o papel da idade e do nível da lesão na escolha da modalidade terapêutica. Crianças mais novas, em idade pré- escolar, respondem melhor a intervenções lúdicas como a equoterapia, enquanto crianças mais velhas se beneficiam mais de exercícios de fortalecimento direcionado. Isso evidencia a necessidade de individualização do tratamento, com metas que acompanhem o desenvolvimento neuromotor da criança.

Por fim, destaca-se que, apesar das evidências promissoras, ainda há escassez de ensaios clínicos randomizados de grande escala, o que limita a generalização dos resultados. A heterogeneidade dos estudos, quanto à amostra, duração dos programas e métodos de avaliação, reforça a urgência de mais pesquisas com rigor metodológico elevado, como também salientado por Roschel et al. (2011).

6.   CONCLUSÃO:

Nessa revisão de literatura podemos reunir evidências muito importantes sobre o treinamento físico na reabilitação de crianças com defeito do fechamento do tubo neural, em especial a mielomeningocele.

Observou-se que a implementação de programas estruturados de fisioterapia e atividades físicas estão ligados a melhora de força muscular, ganho de mobilidade funcional e facilita também a autonomia na avds.

A fisioterapia convencional, a hidroterapia e exercícios direcionados para fortalecimento tem demonstrado ótimos resultados, contribuindo a prevenção de deformidades ortopédicas, quanto para a progressão da marcha e do controle postural.

Aspecto importante é o quanto o treinamento físico influencia no bem estar psicossocial, levando em consideração que crianças mais independentes tendem a ter maior participação social, melhor autoestima e integração no meio que vivem.

Esse impacto influencia diretamente na qualidade de vida das famílias e cuidadoras que também se beneficiam da maior independência da criança. A literatura já deixou claro que quanto antes o início das intervenções e mais adequado for o protocolo a idade e o nível da lesão, melhores os resultados.

Mesmo com tantos resultados positivos, notamos por meio dessa revisão limitações nos estudos analisados, número reduzido de participantes ausência, de grupos de controle e heterogeneidade nos métodos empregados.

Nesse sentido, torna-se evidente a necessidade de investigações mais robustas, com ensaios clínicos randomizados, protocolos claros e acompanhamento longitudinal, capazes de oferecer subsídios mais sólidos para a prática clínica e para a formulação de políticas públicas voltadas à reabilitação de indivíduos com DFTN.

Conclui-se que o treinamento físico deve ser compreendido não apenas como ferramenta auxiliar, mas como elemento central no processo de reabilitação global de crianças com defeitos do fechamento do tubo neural. Além de promover ganhos motores significativos, ele

contribui para a autonomia, inclusão social e qualidade de vida, consolidando-se como uma intervenção indispensável dentro de uma abordagem interdisciplinar.

7.   REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

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