REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/pa10202511091943
Cintia Aparecida de Almeida1; Elisangela M. da Conceição1; Francisco R. T. Nunes1; Jessica Ferreira do Vale1; Pamela Leme Toth1; Silvana Flora de Melo2; Jamila Fabiana Costa3
RESUMO
Introdução: A triagem de sinais vitais constitui-se como uma etapa essencial no atendimento primário à saúde, pois permite a avaliação imediata das condições fisiológicas do paciente e subsidia decisões clínicas rápidas e seguras. A aferição correta de parâmetros como pressão arterial, frequência cardíaca, respiratória, temperatura corporal e saturação de oxigênio é fundamental para detectar precocemente alterações no estado de saúde, prevenindo complicações e promovendo a segurança do paciente. Entretanto, em muitas Unidades Básicas de Saúde (UBS), a ausência de protocolos padronizados, a sobrecarga de trabalho e a carência de recursos comprometem a efetividade desse processo, tornando a triagem uma prática desafiadora e, ao mesmo tempo, indispensável. Na atualidade, o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS) como porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) exige a qualificação contínua dos profissionais de enfermagem, que assumem papel central na triagem e no registro dos sinais vitais. Objetivo: Analisar, por meio da literatura científica recente, a importância da triagem de sinais vitais no atendimento primário, destacando sua relevância para a segurança do paciente, a organização dos fluxos de atendimento e a qualidade do cuidado prestado pela enfermagem. Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, de abordagem qualitativa e descritiva, realizada nas bases de dados BVS, SciELO e PubMed, com uso de descritores em português, inglês e espanhol (“triagem”, “sinais vitais”, “atenção primária à saúde”, “primary health care”, “vital signs”, “triage”). Foram incluídos artigos completos publicados entre 2020 e 2025, que abordaram práticas de aferição e interpretação dos sinais vitais em contextos de APS. Excluíram-se estudos duplicados, revisões não sistemáticas, editoriais e pesquisas voltadas exclusivamente ao ambiente hospitalar. Após a triagem, foram selecionados dez artigos que atenderam aos critérios de inclusão, sendo analisados quanto aos objetivos, métodos e resultados principais. Resultados: Os estudos destacam que a triagem de sinais vitais é essencial para identificar precocemente agravos clínicos, organizar atendimentos e otimizar recursos. A padronização de protocolos, o registro sistemático e a capacitação contínua da equipe de enfermagem melhoram a precisão diagnóstica e reduzem falhas. A teleconsulta amplia a triagem e o acompanhamento de pacientes crônicos, embora persistam desafios como falta de infraestrutura, sobrecarga de trabalho e ausência de padronização. Conclusão: A triagem de sinais vitais transcende o aspecto técnico e consolida-se como uma prática estratégica na APS, ao unir precisão científica, sensibilidade humana e gestão do cuidado. O estudo conclui que sua efetividade depende da padronização dos registros, da capacitação contínua dos profissionais e do fortalecimento do papel do enfermeiro como protagonista no acolhimento e na segurança do paciente.
Palavras-chave: Enfermagem; Triagem; Sinais Vitais; Atenção Primária à Saúde; Segurança do Paciente.
1 INTRODUÇÃO
A triagem de sinais vitais é um processo essencial para o atendimento primário, pois possibilita a avaliação imediata das condições fisiológicas do paciente, servindo como base para a tomada de decisão clínica. Os sinais vitais pressão arterial, frequência cardíaca, frequência respiratória, temperatura e saturação de oxigênio recebem essa denominação porque representam indicadores fundamentais da vida, sendo capazes de revelar alterações significativas no organismo. . Teixeira (2020)
O atendimento inicial, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS) e da Atenção Pré-Hospitalar (APH), depende de uma triagem eficiente para estabelecer prioridades e reduzir desfechos negativos. A correta avaliação dos sinais vitais nessa etapa é determinante para organizar fluxos assistenciais, otimizar recursos e garantir que os casos mais graves sejam rapidamente reconhecidos e encaminhados. Batista (2023)
O desenvolvimento e a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) após a Constituição Federal de 1988 transformaram profundamente a forma de acesso da população aos cuidados básicos. Antes de sua criação, apenas trabalhadores formais e quem podia pagar dispunham de assistência médica garantida. A universalização proposta pelo SUS consolidou a Atenção Primária como porta de entrada do sistema, permitindo que a triagem de sinais vitais passasse a integrar a rotina das Unidades Básicas de Saúde (UBS). Melo et al. (2024)
Essas dificuldades evidenciam a importância da educação permanente e da formação continuada dos profissionais de enfermagem. A constante atualização das equipes é o que assegura a padronização das técnicas, o domínio do uso de equipamentos e a tomada de decisão baseada em evidências. Oliveira et al. (2024) reforçam que a criação de instrumentos validados para classificação de risco e registro padronizado dos sinais vitais melhora a acurácia da triagem e promove maior segurança ao paciente. (COFEN, 2024).
Outro aspecto relevante é o reconhecimento da dor como quinto sinal vital, conceito que reforça o compromisso da enfermagem com a escuta ativa e a humanização do cuidado. No entanto, a incorporação efetiva desse parâmetro ainda enfrenta limitações, devido à falta de protocolos específicos e de sensibilização das equipes. Esse desafio aponta para a necessidade de aperfeiçoar o processo de triagem, tornando-o mais abrangente e sensível às dimensões subjetivas do sofrimento humano. (Valério et al. 2021)
É indispensável reconhecer o papel do enfermeiro como protagonista no processo de triagem. É ele quem não apenas realiza a aferição dos sinais vitais, mas também interpreta os resultados, identifica riscos e decide o melhor encaminhamento clínico.(SOUSA et al., 2024).
Dessa forma, compreender a importância da triagem de sinais vitais não significa apenas dominar técnicas de medição, mas entender sua dimensão estratégica para o fortalecimento do sistema de saúde e para a consolidação da enfermagem como pilar da atenção básica (BATISTA, 2023; MELO et al., 2024; OLIVEIRA et al., 2024; COFEN, 2024).
2 OBJETIVOS
Analisar a importância da triagem de sinais vitais no atendimento primário de saúde, destacando seu papel para a segurança do paciente e para a eficiência da prática da enfermagem.
3 MATERIAIS E MÉTODOS
A pesquisa caracteriza-se como uma revisão integrativa da literatura, abordagem que permite a síntese e análise crítica de estudos já publicados sobre determinado tema. Essa modalidade é adequada quando se busca reunir evidências científicas em diferentes bases de dados, organizando o conhecimento existente e apontando lacunas que podem orientar novas pesquisas. O método qualitativo e descritivo foi escolhido para possibilitar a compreensão ampla da importância da triagem de sinais vitais no atendimento primário, a partir da produção científica recente (SOARES et al., 2022).
As bases de dados selecionadas para a busca foram a Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), SciELO e PubMed, por sua relevância e abrangência de artigos relacionados às ciências da saúde e à enfermagem. A escolha dessas plataformas permitiu contemplar produções nacionais e internacionais, ampliando a consistência do levantamento bibliográfico. Para garantir maior precisão, foram utilizados descritores controlados extraídos do DeCS/MeSH: “triagem”, “sinais vitais”, “atenção primária à saúde”, “primary health care”, “vital signs” e “triage”. Além disso, aplicaram-se operadores booleanos (AND/OR) para combinar os descritores e ampliar a recuperação dos artigos relevantes (COSTA; LIMA, 2023).
Os critérios de inclusão abrangeram estudos publicados entre 2020 e 2025, em português, inglês ou espanhol, que apresentassem acesso em texto completo e tratassem especificamente da aferição ou uso dos sinais vitais em serviços de atenção primária. Já os critérios de exclusão eliminaram artigos duplicados, estudos voltados exclusivamente ao ambiente hospitalar sem interface com a APS, além de editoriais, cartas e revisões não sistemáticas sem dados analíticos (MELO et al., 2024).
O processo de seleção ocorreu em três etapas: (1) triagem inicial por títulos e resumos, (2) leitura integral dos artigos elegíveis e (3) extração de informações principais, como contexto, tipo de estudo, sinais vitais avaliados, achados e implicações práticas. Ao final, foram selecionados 10 artigos que atenderam plenamente aos critérios, constituindo a amostra deste estudo. Esse número foi definido para manter a objetividade da análise, ao mesmo tempo em que assegura representatividade da produção científica recente (OLIVEIRA et al., 2024; MELO et al., 2024).
A presente pesquisa utilizou critérios rigorosos de inclusão e exclusão para garantir a validade e a relevância dos estudos analisados. Foram incluídas publicações compreendidas entre os anos de 2019 e 2024, redigidas em português, inglês ou espanhol, com texto completo disponível para acesso integral. Além disso, consideraram-se apenas pesquisas originais, sejam elas de natureza quantitativa, qualitativa ou mista, que abordassem diretamente os sinais vitais no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS). (MELO et al., 2024).
O percurso metodológico seguiu uma sequência estruturada em seis etapas, garantindo a rastreabilidade e a reprodutibilidade dos procedimentos adotados. Inicialmente, realizou-se uma busca exploratória nas bases de dados BVS, SciELO e PubMed, etapa na qual foram mapeadas as principais produções científicas sobre o tema. Na segunda etapa, aplicaram-se filtros específicos, delimitando o idioma, o período de publicação e os descritores utilizados. Em seguida, procedeu-se à triagem de títulos e resumos, conforme os critérios de inclusão e exclusão previamente definidos.
A quarta etapa consistiu na leitura integral dos artigos elegíveis, seguida da extração dos dados relevantes (quinta etapa), que possibilitou identificar padrões e lacunas de conhecimento. Por fim, os resultados foram organizados em quadros comparativos e submetidos a uma análise crítica, que permitiu interpretar os achados à luz do referencial teórico adotado.
Quanto aos descritores utilizados, o estudo empregou termos equivalentes em três idiomas, de modo a ampliar o alcance da busca bibliográfica. Em português, utilizaram-se os descritores “triagem”, “sinais vitais” e “atenção primária à saúde”. Em inglês, os correspondentes foram “primary health care”, “vital signs” e “triage”. Já em espanhol, foram empregados os termos “triaje”, “signos vitales” e “atención primaria en salud”. Essa correspondência trilíngue foi essencial para garantir a abrangência e a consistência da pesquisa, permitindo o acesso a estudos relevantes publicados em diferentes contextos linguísticos e regionais.
4 RESULTADOS
A revisão integrativa permitiu identificar 10 artigos que atenderam aos critérios de inclusão e analisaram a importância da triagem de sinais vitais na Atenção Primária à Saúde. Os estudos contemplaram diferentes contextos nacionais e internacionais, envolvendo desde análises qualitativas com profissionais da APS até projetos de intervenção voltados à implementação de protocolos. A seguir, apresenta-se um quadro-síntese com os principais achados.
Quadro 1 – Estudos incluídos na revisão (2020–2025)


Fonte: autoria própria
5 DISCUSSÃO
O presente trabalho, intitulado A Importância da Triagem de Sinais Vitais no Atendimento Primário, demonstra que a triagem de sinais vitais é uma etapa indispensável no atendimento primário e representa uma das ferramentas mais relevantes para garantir a segurança do paciente. Quando realizada de forma adequada, essa prática possibilita a identificação precoce de alterações que indicam risco, permitindo ao enfermeiro intervir de maneira imediata e assertiva. O que corrobora Ribeiro (2024), ao afirmar que essa prática não apenas organiza o fluxo de atendimento nas UBS, mas também previne complicações que poderiam evoluir para situações graves. Conforme Miranda (2023), a triagem e a classificação de risco são fundamentais para reduzir o tempo de espera, priorizar casos críticos e fortalecer o papel do enfermeiro como líder clínico.
O estudo de Silva (2020) complementa essa visão ao demonstrar que protocolos padronizados de avaliação e classificação de risco aumentam a eficiência do atendimento e dão suporte ao julgamento clínico da enfermagem.
A aplicação de instrumentos validados possibilita uma triagem mais segura e uma tomada de decisão baseada em critérios objetivos.
Entretanto, o cenário brasileiro ainda enfrenta diversos desafios. De acordo com Anadem (2022), muitos enfermeiros relatam dificuldades para aplicar os métodos de triagem de maneira padronizada devido à falta de recursos, de protocolos uniformes e à sobrecarga de trabalho. Esses fatores tornam o processo vulnerável e aumentam o risco de falhas.
Outro aspecto importante identificado é a relevância do registro sistematizado dos sinais vitais. O Conselho Federal de Enfermagem (COFEN, 2024) enfatiza que a documentação detalhada e precisa é uma exigência ética e legal que assegura rastreabilidade e segurança ao cuidado. O registro fiel dos parâmetros vitais não apenas orienta as decisões clínicas, mas também protege o profissional de enfermagem diante de possíveis questionamentos sobre a conduta adotada.
Além da dimensão técnica, a triagem possui um caráter humano essencial. Coutinho (2020) destaca o acolhimento como parte inseparável do processo de triagem, reforçando que a escuta ativa, o diálogo e a empatia fazem parte da avaliação inicial. É nesse momento que o enfermeiro observa sinais não verbais, como ansiedade, dor ou cansaço, que complementam a leitura dos dados objetivos. Assim, a triagem deixa de ser apenas uma etapa mecânica e torna-se um encontro humano, capaz de gerar confiança e vínculo com o paciente.
A educação permanente é outro ponto de destaque. (Valério et al. 2019) mostram que a falta de capacitação específica é uma das principais causas de erros simples, como a interpretação inadequada de parâmetros e a ausência de registro adequado da dor como quinto sinal vital. A incorporação desse parâmetro reforça a importância de enxergar o paciente de forma integral, considerando também aspectos subjetivos do sofrimento humano.
Por outro lado, os avanços tecnológicos vêm contribuindo para otimizar o processo de triagem. (Sousa et al. 2024) demonstram que a teleconsulta de enfermagem pode funcionar como um apoio eficiente à triagem na Atenção Primária, especialmente em locais com escassez de profissionais ou com grande volume de atendimentos.
Os achados de Draeger et al. (2022) reforçam a importância da triagem contínua no acompanhamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), destacando que o controle regular da pressão arterial, frequência respiratória e glicemia possibilita a detecção precoce de descompensações. Essa vigilância contínua amplia a resolutividade da Atenção Primária e fortalece a prevenção de agravos.
Dessa forma, fica evidente que a triagem de sinais vitais extrapola o caráter técnico e se consolida como uma estratégia de gestão e de cuidado integral. Ao organizar o fluxo de atendimento, priorizar casos urgentes e promover a humanização do acolhimento, o enfermeiro atua como elo central entre a técnica e a sensibilidade humana.
6 CONCLUSÃO
A triagem de sinais vitais configura-se como um pilar essencial na Atenção Primária à Saúde, assegurando um cuidado mais ágil, seguro e humanizado. O estudo evidenciou que a correta aferição e interpretação dos sinais vitais permitem ao enfermeiro identificar precocemente alterações clínicas e priorizar o atendimento conforme o grau de risco. Além do aspecto técnico, a triagem envolve dimensões éticas e humanas, pois exige sensibilidade, empatia e escuta ativa durante o acolhimento.
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1 Discente do Curso de Enfermagem da Universidade Anhembi Morumbi
2 Docente e Coorientadora da Universidade Anhembi Morumbi
3 Coordenadora Geral da área da Saúde da Universidade Anhembi Morumbi
