ENDOMETRIOSIS: CURRENT ASPECTS OF DIAGNOSTIC AND TREATMENT
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202511181822
Victória Goes1
Francine Pinto2
RESUMO
Introdução: A endometriose é uma doença crônica complexa que afeta mulheres em diferentes fases da vida, incluindo idade reprodutiva e pós-menopausa. Caracterizada pela presença de tecido endometrial fora do útero, causando sintomas como dor pélvica intensa. Objetivo: O trabalho visa fornecer uma visão atualizada sobre a endometriose, abordando: tipos de endometriose e suas características; sintomas mais comuns; métodos de diagnósticos eficazes e terapias mais adequadas. Materiais e Métodos: O estudo consiste em uma pesquisa bibliográfica sistemática. A busca por literatura foi conduzida em diversas bases de dados, visando investigar e analisar a literatura existente sobre o tema. Resultados: A endometriose impacta a qualidade de vida das pacientes, causando dor e afetando planos futuros, especialmente devido à infertilidade. O tratamento da endometriose é personalizado, variando de acordo com a gravidade e tamanho das lesões, podendo incluir controle de sintomas ou cirurgia em casos graves. Conclusão: Devido à sua natureza multifatorial, o diagnóstico e tratamento eficazes são desafiadores, tornando-se um problema significativo de saúde pública. Contudo, a integração de história clínica, exame físico e de imagem, e a personalização do tratamento às necessidades da paciente são essenciais para melhorar a qualidade de vida.
Palavras-chave: Tecido endometrial. Infertilidade. Doença silenciosa.
ABSTRACT
Introduction: Endometriosis is a complex chronic disease that affects women at different stages of life, including reproductive age and post-menopause.Characterized by the presence of endometrial tissue outside the uterus, causing symptoms such as intense pelvic pain. Objective: The work aims to provide an updated overview of endometriosis, addressing: types of endometriosis and their characteristics; most common symptoms; effective diagnostic methods and most appropriate therapies.
Materials and Methods: The study consists of a systematic bibliographic research. The search for literature was conducted in various databases, aiming to investigate and analyze the existing literature on the subject. Results: Endometriosis impacts the quality of life of patients, causing pain and affecting future plans, especially due to infertility. The treatment of endometriosis is personalized, varying according to the severity and size of the lesions, and may include symptom control or surgery in severe cases. Conclusion: Due to its multifactorial nature, effective diagnosis and treatment are challenging, making it a significant public health issue. However, the integration of clinical history, physical examination, and imaging, and the personalization of treatment to the patient’s needs are essential to improve quality of life.
Keywords: Endometrial tissue. Infertility. Silent disease
1 INTRODUÇÃO
A endometriose caracteriza-se pela presença de tecido endometrial, localizado fora da cavidade uterina, como superfície peritoneal, ovários e septo retovaginal. Estima-se que a prevalência varia em torno de 6 a 10% em mulheres em fase produtiva. A etiopatogenia, ainda não é bem definida, no entanto, a combinação de fatores hormonais, genéticos e imunológicos podem contribuir para o desenvolvimento dos focos ectópicos de endometriose. Pabalan, et al., (2017).
Em 1927, Sampson propôs a teoria da implantação, a qual relata que durante o ciclo menstrual ocorre um refluxo do tecido endotelial através das trompas de falópio e consequentemente, a implantação e aumento no peritônio e ovários. Mulheres com endometriose podem ser assintomáticas ou apresentar queixas de dismenorreia, dispareunia, dor pélvica crônica e/ou infertilidade.
Mediante a essa variabilidade, o exame ginecológico pode apresentar-se normal, mas, presença de dor à mobilização na cavidade uterina, retroversão ou aumento do volume ovariano é sugestivo de endometriose, apesar de não ser específico. Condições tais como, síndrome do cólon irritável, doença inflamatória pélvica e cistite intersticial devem ser consideradas no prognóstico diferencial. Cardoso, et al., (2016).
Embora o diagnóstico definitivo da endometriose necessite de uma intervenção cirúrgica, preferencialmente por videolaparoscopia, diversos achados nos exames físico, de imagem e laboratoriais já podem predizer, com alto grau de confiabilidade, que a paciente apresenta endometriose. Sampaio, et al., (2024).
Nessa condição, o primeiro exame de diagnóstico de imagem que pode ser solicitado é a ultrassonografia pélvica transvaginal, preferencialmente, com preparo intestinal pois, apresenta boa sensibilidade e especificidade na identificação de focos de endometriose profunda. Quando se observa presença de massas ovarianas com hipóteses duvidosas, não conclusivas, é possível realizar uma ressonância magnética (RM) para melhor avaliação. Guerreiro, (2020).
Em relação, ao diagnóstico laboratorial ainda não existe nenhum marcador bioquímico considerado efetivo, entretanto, o CA-125 quando coletado entre o primeiro ou segundo dia do período menstrual pode ser útil principalmente, se os valores forem superiores a 100 UI/mL. Todavia, apesar desses recursos utilizados apresentarem boa acurácia a videolaparoscopia com biópsia das lesões para análise anatomopatológica ainda é o padrão-ouro na determinação da endometriose. Versellini, et al., (2022).
Após identificação por meio, da videolaparoscopia é possível determinar a localização, extensão e qual tipo histológico observado a fim de classificar a endometriose e a partir daí, estabelecer a terapêutica mais adequada. Dentre as terapias mais difundidas atualmente, a cirurgia e a supressão ovariana ou a associação entre ambas são as mais comuns utilizadas. Rosa e Silva, et al., (2021).
Mediante exposto, a complexidade no diagnóstico associado a sintomatologia variada e não-especifica dificulta na identificação da endometriose. Contudo, acreditase que as dores extremas cuja, exposição seja recorrente a cada período menstrual impactam a qualidade de vida e afetam aspectos psíquicos e sociais de milhares de mulheres em idade produtiva. Chapron; Santulli; Cabri, (2015).
Dessa forma, existe uma preocupação quanto ao controle dos sintomas e a expectativa da qualidade de vida das portadoras dessa patologia. Portanto, mediante a elevada prevalência em mulheres e a dificuldade na identificação da doença, que esse estudo objetivou fazer uma abordagem atualizada sobre os métodos de tratamento e diagnóstico mais adequados.
O presente trabalho teve como objetivo geral fazer uma abordagem atualizada sobre os métodos de tratamento e diagnóstico da endometriose. E com objetivos específicos; Listar os principais tipos de endometriose discorrendo as principais características entre elas, pontuando os sintomas mais comuns evidenciados pelas pacientes, e por fim analisar quais métodos de diagnósticos mais eficazes são utilizados e qual terapêutica mais adequada.
2 REFERENCIAL TEÓRICO
De acordo com ACOG, (2020) a endometriose é uma condição crônica marcada pela presença de tecido endometrial em locais ectópicos, fora da cavidade uterina. A doença afeta aproximadamente 10% das mulheres em idade fértil, sendo uma das principais causas de dor pélvica crônica e infertilidade. ESHRE, (2020).
A endometriose é caracterizada pela presença e crescimento de tecido endometrial em locais ectópicos, incluindo ovários, trompas de falópio e peritônio. Sampson, (1921). A patologia é influenciada por fatores hormonais, genéticos e ambientais. A apresentação clínica da endometriose inclui dor pélvica persistente, dor menstrual intensa, dor durante relação sexual, infertilidade e sangramento uterino anormal. SBGO, (2020).
A detecção da endometriose é feita por meio de exame clínico, histórico médico, ultrassonografia transvaginal, laparoscopia e biópsia de tecido endometrial para confirmação. ACOG, (2020). À abordagem terapêutica da endometriose envolve terapia hormonal, analgésicos, intervenção cirúrgica (laparoscopia ou laparotomia) e terapias alternativas (acupuntura, fitoterapia, etc). ESHRE, (2020).
3 MATERIAIS E MÉTODOS
A pesquisa proposta neste estudo foi estruturada em sua forma bibliográfica como meio de compreender um determinado problema identificado a partir de revisão bibliográfica pesquisadas em documentos científicos que embasaram o presente estudo a endometriose. Foram incluídos estudos originais, revisões sistemáticas e meta análises que avaliaram o Tal método visa permitir coletar um conjunto de informações e dados contidos em documentos já publicados, que servirão como fonte e base teórica imprescindível para o desenvolvimento desta pesquisa.
Para realização desse trabalho optou-se por incluir publicações mais recentes sobre a temática as quais servirão para realizar a fundamentação teórica. Partindo desse pressuposto, a elaboração dos periódicos será por meio das seguintes bases de dados: Scielo, Medline, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), LILACS e em revistas pertinentes ao assunto. Os descritores adotados foram: Diagnóstico; Dor pélvica; Endometriose; Qualidade de vida; Tratamento.
Os critérios de inclusão utilizados foram disponibilidade online na integra, publicações na língua portuguesa e/ou inglesa entre 2014 a 2025. Estudos relevantes fora desse intervalo estabelecido não foram utilizados e serviram apenas para complementar a elucidação teórica desse estudo.
Posteriormente, após seleção os artigos e conteúdos obtidos foram lidos na integra e selecionados para apresentar os resultados e fundamentar a discussão a fim de complementar ou contrapor as evidências observadas.
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO
4.1 – Conhecer as principais características da Endometriose
A tabela a seguir apresenta as principais características e conceitos relacionados à endometriose, dos estudos incluídos na revisão bibliográfica, uma doença crônica que afeta milhões de mulheres em todo o mundo, incluindo autores, ano de publicação e principais resultados.
Tabela 1: Conceituando a endometriose

4.2- Discussão, conceituando a endometriose
De acordo com a tabela 1, a endometriose é uma doença crônica que afeta mulheres em idade reprodutiva, caracterizada pelo crescimento de tecido semelhante ao endométrio fora do útero, geralmente nos ovários, trompas de Falópio, ligamentos uterinos e peritônio. Esse tecido endometrial ectópico (fora do lugar) responde aos hormônios ovarianos, crescendo e sangrando durante o ciclo menstrual, o que pode causar inflamação, dor e formação de cicatrizes e aderências. Tendo como sintomas; dor pélvica crônica, dismenorreia, dor durante o sexo, sangramento menstrual excessivo e infertilidade.
De acordo com Marqui, (2014), a endometriose é uma doença multifatorial e complexa, já que é dividida em subtipos, como a endometriose peritoneal, que é a presença de tecido endometrial no peritônio, endometriose ovariana, que é a presença de tecido endometrial nos ovários, e a endometriose profunda, que é com a presença de tecido endometrial nos órgãos pélvicos, como bexiga e reto a doença crônica tem um efeito considerável na vida da paciente e traz um impacto econômico para a sociedade, em virtude do atraso do diagnóstico.
Em complemento Filho, et al., (2023), a endometriose tem um grande impacto na qualidade de vida das pacientes, com implicações nas atividades cotidianas, pela característica dos sintomas relacionados à dor, quanto ao planejamento de vida futura, com a infertilidade. Já Pimenta, et al., (2023), enfatiza a importância do diagnóstico precoce, uma vez que possibilita a melhora dos níveis de dor, bem como contribui para o funcionamento físico e psicológico da paciente.
Chagas, et al., (2024), ressalta que a endometriose tem recebido crescente atenção na pesquisa médica, porém apesar dos avanços, ainda não existem modelos prognósticos preciosos que permitam prever a evolução da endometriose nas pacientes.
De acordo com Carvalho, (2014), a endometriose é uma doença complexa e multifatorial, e vários fatores contribuem para o seu desenvolvimento, entretanto a causa exata da endometriose ainda é desconhecida, mas fatores genéticos, como hereditariedade, mutações genéticas na regulação do crescimento celular, e polimorfismos genéticos; hormonais, como estrogênio, progesterona e desequilíbrio hormonal entre os níveis de estrogênio e progesterona, e os fatores ambientais, como exposição a toxina, poluição do ar e estresse, entre outros fatores como, idade reprodutiva, história menstrual e infertilidade, podem contribuir para o seu desenvolvimento.
4.3- Diagnosticando a endometriose
A tabela a seguir apresenta uma revisão dos principais métodos de diagnóstico da endometriose, incluindo suas características, vantagens e limitações, com base em uma revisão bibliográfica de estudos recentes.
Tabela 2: Diagnosticando a endometriose

4.4- Discussão diagnosticando a endometriose
Conforme a tabela 2, o diagnóstico da endometriose pode ser feito por meio de exame físico, histórico médico, ultrassonografia transvaginal e laparoscopia. Conforme Terra, et al., (2017), informa que mesmo sendo uma patologia benigna, a endometriose pode ser responsável por consequências negativas para a vida da mulher como a infertilidade, os transtornos psicológicos emocionais são consequências da dor que interfere na qualidade de vida. Em concordância Costa, et.al., (2024), o principal fator relacionado ao diagnóstico da endometriose é a variada apresentação clínica da doença. Além disso, outros fatores importantes foram identificados, como os altos custos associados ao acompanhamento do quadro, a falta de um método não invasivo para o diagnóstico definitivo e a negligência estrutural do sistema de saúde.
Segundo Silva, (2010), a ultrassonografia transvaginal deve ser considerada o primeiro exame a ser solicitado, por ser amplamente disponível, pelo seu baixo custo, alta aceitabilidade e particularmente por ser a modalidade diagnóstica com maior acurácia na maioria dos casos de endometriose ovariana.
Teixeira, et al., (2010), a elastografia ultrassônica tem sido amplamente estudada para avaliar e medir as propriedades elásticas dos tecidos moles, pois apresenta alta sensibilidade e especificidade para o diagnóstico da endometriose pélvica profunda.
Conforme Silva, et al., (2011), alguns sintomas clínicos podem demorar anos para se manifestar, o que resulta em um diagnóstico frequentemente feito em mulheres adultas com problemas de fertilidade, levando a danos irreversíveis à anatomia feminina e às funções dos órgãos reprodutivos.
4.5- Tratamento da endometriose
A tabela a seguir tem como objetivo resumir as principais opções de tratamento para a endometriose, fornecendo uma visão geral das terapias disponíveis e suas indicações.
Tabela 3: Tratando a endometriose


4.6- Discussão tratando da endometriose
Por intermédio de múltiplos autores a endometriose vem portanto contrastada a doença da mulher moderna, sendo diagnosticada habitualmente em mulheres com crises de dor pélvica ou que tentam engravidar sem êxito na fase adulta, nestas situações a infertilidade é ponderada em mulheres que apresentam relacionamentos duradouros e tentam engravidar sem uso de métodos anticonceptivos por no mínimo de um ano. A tabela 3 apresenta as principais opções e tratamento para a endometriose, incluindo terapias hormonais, analgésicos, cirurgia e terapias alternativas
De acordo com Sampaio, et al., (2024) nos últimos cinco anos, os avanços no diagnóstico e tratamento da endometriose tem proporcionado uma melhor qualidade de vida para as pacientes, entretanto de acordo com Costa et al, o principal fator de atraso no diagnóstico está na variação clínica a doença e os elevados custos da monitoração do quadro e a negligência estrutural da rede de saúde. Concordando com Sampaio et al, Pinheiro, et al., (2021) poucas publicações evidenciam sobre os tratamentos da endometriose e não existem muitos medicamentos específicos para essa patologia.
Apesar de alguns tratamentos obterem resultados significativos, outros já não funcionam tão bem, como o caso do análogo GnRH, conforme Lima, et al., (2017) não há vantagens associadas ao tratamento clínico com o GnRH adjuvante na intervenção cirúrgica da endometriose, sem diminuição das dores e recidiva da doença. Já o tratamento com a melatonina obteve resultados significativos na redução das lesões e melhorias nas dores, segundo Oliveira, além de ser um potencial antioxidante, inibindo a migração, proliferação e até invasão induzida por estradiol nas células do endométrio.
O tratamento da endometriose deve ser exclusivo para cada paciente pois depende do tamanho e gravidade das lesões, em alguns casos sendo apenas para controle de sintomas e em casos mais extremos com a cirurgia sendo o mais indicado. Segundo Silva, et al., (2023), ainda há um debate considerável sobre o tratamento ideal cujo resultado deve convergir para melhorar a qualidade de vida da mulher.
O profissional farmacêutico desempenha um papel fundamental no manejo da endometriose, contribuindo para a orientação adequada do uso de medicamentos, monitoramento da eficácia e segurança do tratamento, e na conscientização do paciente acerca da doença. Ele fornece informações sobre o uso de medicamentos analgésicos e terapias hormonais, auxilia na resolução de questões como a omissão de doses e acompanha os efeitos adversos, além de fornecer orientações sobre terapias complementares quando pertinente. Conforme Pinheiros, et al., (2021), o farmacêutico tem papel fundamental para a adesão ao tratamento da paciente, esclarecendo dúvidas recorrentes sobre a terapia, informando efeitos colaterais e a importância do fazer o tratamento de modo correto.
5 – CONSIDERAÇÕES FINAIS
A presente revisão bibliográfica sobre a endometriose permitiu analisar a literatura existente sobre a doença, abordando aspectos como definição, prevalência, sintomas, diagnóstico e tratamento. A análise dos estudos incluídos nesta revisão permitiu concluir que a endometriose é uma doença crônica complexa que afeta milhões de mulheres em todo o mundo, causando dor pélvica crônica, dismenorreia e infertilidade.
O diagnóstico da endometriose pode ser muito incitador, valido a diversificação de seus subtipos que podem se manifestar de formas variadas. Entretanto é de suma importância um diagnóstico prévio.
Apesar da evolução de tratamento e diagnóstico nas últimas décadas, a compreensão da endometriose como doença sistêmica e crônica implicou em mudanças substanciais, entretanto o diagnóstico ainda é um obstáculo. A endometriose é uma doença complexa que requer um diagnóstico preciso e um tratamento eficaz. Com a ajuda de profissionais de saúde e a adoção de um estilo de vida saudável, é possível gerenciar os sintomas da endometriose e melhorar a qualidade de vida das pacientes.
O diagnóstico e tratamento da endometriose requerem uma abordagem combinada e individualizada. As técnicas mais assertivas para o diagnóstico envolvem uma combinação de história clínica, exame físico e exames de imagem especializados, enquanto o tratamento varia de opções medicamentosas e intervenções cirúrgicas, sempre adaptadas às necessidades e objetivos da paciente.
Em resumo, esta revisão bibliográfica contribui para o conhecimento atual sobre a endometriose, destacando a importância da conscientização e do diagnóstico precoce, bem como a necessidade de mais pesquisas para melhorar o tratamento e a qualidade de vida das pacientes.
6 – REFERÊNCIAS
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1 Discente do curso de Farmácia da Faculdade de Ilhéus, Centro de Ensino Superior, Ilhéus, Bahia. E-mail: victoriassg2003@gmail.com
2 Docente do curso de Farmácia da Faculdade de Ilhéus, Centro de Ensino Superior, Ilhéus, Bahia. E-mail: francine.biofarm@gmail.com
