REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202511171640
Amanda Mitiko Higashi1
Taís Amanda Souza Gonçalves2
Orientador: Rafael Barbosa Lima3
Resumo: A mucosite oral é uma das complicações mais frequentes e debilitantes associadas aos tratamentos oncológicos, principalmente em pacientes submetidos à quimioterapia e radioterapia. Ela se caracteriza pela inflamação das mucosas da cavidade bucal, podendo levar ao desenvolvimento de úlceras dolorosas que dificultam a alimentação e prejudicam a qualidade de vida dos pacientes (Oliveira et al., 2020). A prevalência da mucosite oral varia de 40% a 100% entre pacientes oncológicos, dependendo do tipo de tratamento adotado (Silva et al., 2018). A dor intensa, a dificuldade para engolir e o risco de infecções secundárias tornam a mucosite uma complicação significativa, afetando diretamente o estado nutricional e a recuperação dos pacientes. Em casos graves, a mucosite pode impedir a ingestão adequada de alimentos, resultando em desnutrição e, consequentemente, na redução da eficácia do tratamento oncológico (Santos et al., 2019). Além dos efeitos físicos, a mucosite oral também afeta a saúde mental dos pacientes, gerando estresse emocional e ansiedade devido à dor persistente e às dificuldades alimentares. Portanto, o manejo eficaz da mucosite oral é fundamental para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e permitir a continuidade do tratamento oncológico (Gomes et al., 2018).
Palavras-chaves: Laserterapia; mucosite oral; oncológico.
Abstract: Oral mucositis is one of the most frequent and debilitating complications associated with oncological treatments, especially in patients undergoing chemotherapy and radiotherapy. It is characterized by inflammation of the mucous membranes of the oral cavity, which can lead to the development of painful ulcers that make eating difficult and impair the patients’ quality of life (Oliveira et al., 2020). The prevalence of oral mucositis ranges from 40% to 100% among oncological patients, depending on the type of treatment adopted (Silva et al., 2018). Severe pain, difficulty swallowing, and the risk of secondary infections make mucositis a significant complication, directly affecting the nutritional status and recovery of patients. In severe cases, mucositis may prevent adequate food intake, resulting in malnutrition and, consequently, a reduction in the effectiveness of oncological treatment (Santos et al., 2019). In addition to its physical effects, oral mucositis also affects patients’ mental health, causing emotional stress and anxiety due to persistent pain and eating difficulties. Therefore, the effective management of oral mucositis is essential to improve patients’ quality of life and ensure the continuity of oncological treatment (Gomes et al., 2018).
Keywords: Oral mucositis; Laser therapy; Oncological.
Resumen: La mucositis oral es una de las complicaciones más frecuentes y debilitantes asociadas a los tratamientos oncológicos, especialmente en pacientes sometidos a quimioterapia y radioterapia. Se caracteriza por la inflamación de las mucosas de la cavidad bucal, lo que puede provocar el desarrollo de úlceras dolorosas que dificultan la alimentación y afectan la calidad de vida de los pacientes (Oliveira et al., 2020). La prevalencia de la mucositis oral varía del 40% al 100% entre los pacientes oncológicos, dependiendo del tipo de tratamiento adoptado (Silva et al., 2018). El dolor intenso, la dificultad para tragar y el riesgo de infecciones secundarias hacen de la mucositis una complicación significativa que afecta directamente el estado nutricional y la recuperación de los pacientes. En los casos graves, la mucositis puede impedir una adecuada ingesta de alimentos, lo que resulta en desnutrición y, en consecuencia, en la reducción de la eficacia del tratamiento oncológico (Santos et al., 2019). Además de los efectos físicos, la mucositis oral también afecta la salud mental de los pacientes, generando estrés emocional y ansiedad debido al dolor persistente y a las dificultades alimentarias. Por lo tanto, el manejo eficaz de la mucositis oral es fundamental para mejorar la calidad de vida de los pacientes y permitir la continuidad del tratamiento oncológico (Gomes et al., 2018).
Palabras clave: Oncológico; Laserterapia; Mucositis oral.
1. Introdução
O câncer é um dos maiores desafios de saúde pública mundial, sendo uma das principais causas de morte. O câncer de cabeça e pescoço ocupa a sexta posição entre os tipos mais comuns no mundo (WHO, 2020).
Entre as complicações associadas ao tratamento oncológico, a mucosite oral é uma das mais frequentes e debilitantes. Ela afeta uma grande parte dos pacientes submetidos a quimioterapia e radioterapia, com prevalência que pode variar de 40% a 100%, dependendo do tipo de tratamento empregado (Silva et al., 2018). A mucosite oral é caracterizada pela inflamação e lesões dolorosas nas mucosas da cavidade bucal, o que prejudica a alimentação, dificulta a comunicação e compromete a qualidade de vida dos pacientes (Oliveira et al., 2020). Em casos mais graves, a condição pode afetar a capacidade de ingestão de alimentos, interferindo na nutrição do paciente, o que atrasa a recuperação e aumenta o risco de infecções secundárias (Santos et al., 2019).
A laserterapia de baixa potência tem sido reconhecida como uma alternativa terapêutica eficaz no tratamento da mucosite oral, demonstrando benefícios significativos ao estimular a circulação sanguínea local, melhorar a resposta imunológica e acelerar a regeneração celular. Esses efeitos resultam no alívio da dor e na promoção de uma recuperação mais rápida (Ferreira et al., 2020).
2. Metodologia
O presente trabalho consiste em uma revisão bibliográfica de caráter qualitativo e descritivo, cujo objetivo é analisar o emprego da laserterapia no tratamento da mucosite oral em pacientes oncológicos. A pesquisa foi desenvolvida por meio de levantamento de publicações científicas disponíveis em bases de dados nacionais e internacionais, abrangendo o período de 2018 a 2025.
A coleta dos dados foi realizada nas plataformas Scientific Electronic Library Online (SciELO), PubMed, Google Acadêmico e Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS). Para a busca dos estudos, foram utilizados os descritores “laserterapia”, “mucosite oral”, “tratamento oncológico”, “terapia com laser de baixa potência” e “lesões orais em pacientes com câncer”, combinados entre si por meio dos operadores booleanos “AND” e “OR”, a fim de refinar os resultados e selecionar produções relevantes ao tema.
Foram incluídos artigos publicados entre 2018 e 2025, disponíveis na íntegra, nos idiomas português, inglês ou espanhol, que abordassem de forma direta o uso da laserterapia como método terapêutico para o tratamento ou prevenção da mucosite oral em pacientes submetidos à quimioterapia e/ou radioterapia. Foram excluídos estudos duplicados, publicações que não apresentassem metodologia clara, revisões narrativas sem embasamento científico e trabalhos que não relacionassem a laserterapia ao contexto oncológico.
Após a seleção e leitura minuciosa dos materiais, os estudos foram organizados e analisados de forma crítica, considerando os resultados clínicos, os parâmetros utilizados na aplicação da laserterapia, os tipos de equipamentos empregados e os efeitos observados sobre a mucosite oral. A análise dos dados buscou identificar evidências científicas consistentes sobre a eficácia, os benefícios e as limitações dessa modalidade terapêutica, contribuindo para o entendimento atualizado do tema e para a consolidação do conhecimento científico na área da odontologia oncológica.
3. Resultados e Discussão
A análise das publicações selecionadas demonstra que a laserterapia de baixa potência tem se mostrado uma estratégia eficaz tanto na prevenção quanto no tratamento da mucosite oral em pacientes oncológicos submetidos à quimioterapia e radioterapia (Almeida et al., 2023; Ferreira et al., 2020; Haffner et al., 2021; Souza et al., 2021). Diversos estudos relatam que a aplicação da laserterapia promove redução significativa da dor, aceleração da cicatrização das lesões e melhora na capacidade de ingestão alimentar, contribuindo para a manutenção da qualidade de vida dos pacientes (Ferreira et al., 2020; Souza et al., 2021).
A prevalência da mucosite oral em pacientes oncológicos é elevada, variando de 40% a 100%, dependendo do tipo de tratamento e da população estudada (Silva et al., 2018). Estudos descritivos e observacionais indicam que a mucosite não apenas compromete a alimentação e a comunicação, mas também interfere diretamente no estado nutricional e psicológico dos pacientes, causando estresse emocional e ansiedade (Oliveira et al., 2020; Silva et al., 2019; Gomes et al., 2017). Esses achados reforçam a relevância de intervenções eficazes, como a laserterapia, para minimizar complicações físicas e emocionais associadas ao tratamento oncológico.
A meta-análise de Haffner et al. (2021) confirma a eficácia clínica da laserterapia de baixa potência na prevenção e redução da severidade da mucosite oral, sugerindo protocolos padronizados que incluem aplicações regulares, diferentes comprimentos de onda e doses específicas por ponto. Estudos como Almeida et al. (2023) e Ferreira et al. (2020) reforçam que a consistência nos parâmetros de aplicação é fundamental para maximizar os benefícios terapêuticos. Além disso, Souza et al. (2021) evidenciaram que a laserterapia promove alívio significativo da dor, o que facilita a ingestão alimentar e contribui para a adesão ao tratamento oncológico.
Os resultados da revisão também indicam que, embora a laserterapia seja segura e bem tolerada, há variações nos protocolos, incluindo frequência de aplicação, potência e comprimento de onda do laser, o que limita a padronização universal do tratamento (Almeida et al., 2023; Haffner et al., 2021). Dessa forma, a análise crítica sugere que estudos futuros devem se concentrar na uniformização dos parâmetros de aplicação e na avaliação de efeitos a longo prazo, bem como em diferentes populações e tipos de câncer.
Além dos efeitos físicos, a literatura destaca o impacto da mucosite oral sobre a qualidade de vida e o estado psicológico dos pacientes (Oliveira et al., 2020; Gomes et al., 2017). A laserterapia, ao reduzir a dor e acelerar a cicatrização, apresenta benefícios indiretos sobre o bem-estar emocional, contribuindo para a continuidade do tratamento oncológico e minimizando interrupções decorrentes de complicações bucais.
Em síntese, os estudos analisados indicam que a laserterapia de baixa potência é uma intervenção eficaz e segura no manejo da mucosite oral em pacientes oncológicos, oferecendo benefícios clínicos relevantes e impacto positivo na qualidade de vida. Contudo, a heterogeneidade dos protocolos e a necessidade de estudos de longo prazo ainda representam lacunas importantes na literatura, evidenciando a necessidade de padronização e atualização contínua das recomendações clínicas. A Tabela 1 apresenta a caracterização geral dos estudos, segundo base de dados, ano de publicação, tipo de estudo, população e autores.
| Autor (Ano) | Tipo de Estudo | População | Intervenção | Principais Achados |
| Almeida, F. S. et al. (2023) | Revisão sistemática | Pacientes oncológicos | Laserterapia de baixa potência | Evidência de eficácia na prevenção e redução da gravidade da mucosite oral induzida por quimioterapia; recomendações para protocolos clínicos. |
| Ferreira, M. T. et al. (2020) | Estudo clínico | Pacientes com câncer | Laserterapia de baixa potência | Redução significativa da dor, aceleração da cicatrização das lesões e melhora na alimentação. |
| Haffner, T. et al. (2021) | Meta-análise | Pacientes oncológicos | Laserterapia de baixa potência | Confirma eficácia da laserterapia; sugere protocolos padronizados de aplicação (doses, frequência, comprimento de onda). |
| Souza, L. P. et al. (2021) | Estudo clínico | Pacientes com mucosite oral induzida por quimioterapia | Laserterapia de baixa potência | Alívio significativo da dor, melhora da ingestão alimentar e suporte à continuidade do tratamento oncológico. |
| Silva, R. M. et al. (2018) | Estudo observacional | Pacientes oncológicos submetidos a quimioterapia e radioterapia | Não aplicável (prevalência) | Prevalência de mucosite oral entre 40% a 100%, dependendo do tratamento. |
| Oliveira, C. L. et al. | Estudo descritivo | Pacientes oncológicos | Não aplicável | Mucosite oral prejudica alimentação, comunicação |
| (2020) | e qualidade de vida. | |||
| Silva, R. M. et al. (2019) | Estudo observacional | Pacientes oncológicos | Não aplicável | Impacto psicológico significativo, incluindo ansiedade e estresse devido à dor e dificuldades alimentares. |
| Antos, M. F. et al. (2019) / Santos, M. F. et al. (2019) | Estudo descritivo | Pacientes oncológicos | Não aplicável | Destaca efeitos da mucosite sobre nutrição e risco de infecção, reforçando necessidade de intervenção terapêutica. |
| WHO (2020) | Relatório institucional | População global | Não aplicável | Fornece contexto sobre a incidência e mortalidade por câncer, enfatizando a relevância da mucosite como complicação oncológica. |
A análise da tabela evidencia que a laserterapia de baixa potência é amplamente estudada como método eficaz na prevenção e no tratamento da mucosite oral em pacientes oncológicos. As revisões sistemáticas e meta-análises, como Almeida et al. (2023) e Haffner et al. (2021), apresentam evidências consistentes de que a laserterapia reduz a gravidade da mucosite, diminui a dor e acelera a cicatrização das lesões orais. Estes estudos também sugerem a necessidade de protocolos padronizados, indicando parâmetros de aplicação como comprimento de onda, potência e frequência, para otimizar os resultados clínicos.
Estudos clínicos individuais, como Ferreira et al. (2020) e Souza et al. (2021), corroboram essas conclusões, mostrando melhora significativa na dor, capacidade de ingestão alimentar e qualidade de vida dos pacientes submetidos à quimioterapia e radioterapia. Esses achados reforçam o papel da laserterapia como intervenção segura, não invasiva e bem tolerada, com impacto direto na adesão ao tratamento oncológico e na prevenção de complicações secundárias.
Por outro lado, os estudos observacionais e descritivos, como Silva et al. (2018, 2019), Oliveira et al. (2020) e Antos et al. (2019), destacam a alta prevalência da mucosite oral (40% a 100%) e seu efeito negativo sobre a nutrição, comunicação e saúde mental dos pacientes. Essa informação evidencia a necessidade de intervenções terapêuticas eficazes, como a laserterapia, e justifica a relevância clínica do tema.
A análise também demonstra que, apesar da eficácia da laserterapia, há variações nos protocolos de aplicação, incluindo diferenças na potência, no comprimento de onda e na frequência de sessões entre os estudos. Essa heterogeneidade limita a padronização universal do tratamento e evidencia a necessidade de novas pesquisas controladas, capazes de definir parâmetros ideais e validar protocolos clínicos consistentes.
Além dos efeitos físicos, os resultados indicam benefícios indiretos da laserterapia sobre o bem-estar emocional e psicológico dos pacientes, reduzindo estresse, ansiedade e sofrimento decorrentes da dor intensa e das dificuldades alimentares. Assim, a terapia não apenas trata a mucosite oral, mas também contribui para a continuidade e eficácia do tratamento oncológico, melhorando a qualidade de vida global do paciente.
Em síntese, a análise da tabela evidencia que a laserterapia de baixa potência é uma intervenção eficaz, segura e com impacto multidimensional no manejo da mucosite oral em pacientes oncológicos, embora a heterogeneidade de protocolos ainda seja um desafio para a consolidação de recomendações padronizadas.
4. Conclusão
A partir da análise das publicações selecionadas, conclui-se que a laserterapia de baixa potência constitui uma intervenção eficaz e segura no manejo da mucosite oral em pacientes oncológicos submetidos à quimioterapia e radioterapia. Os estudos revisados evidenciam que a aplicação da laserterapia promove redução significativa da dor, aceleração da cicatrização das lesões orais e melhora da capacidade de ingestão alimentar, contribuindo para a manutenção da qualidade de vida e a adesão ao tratamento oncológico.
Além dos efeitos clínicos diretos, a laserterapia também apresenta benefícios indiretos sobre a saúde emocional e psicológica dos pacientes, minimizando o estresse e a ansiedade relacionados à dor intensa e às dificuldades alimentares. A prevalência elevada da mucosite oral e seus impactos negativos ressaltam a relevância de intervenções eficazes e embasadas cientificamente, como a laserterapia, para prevenir complicações e otimizar os resultados do tratamento oncológico.
Apesar dos benefícios observados, a análise dos estudos revela heterogeneidade nos protocolos de aplicação, incluindo variações em potência, comprimento de onda, frequência e duração das sessões, o que limita a padronização clínica universal. Dessa forma, evidencia-se a necessidade de novos estudos clínicos controlados e ensaios randomizados, capazes de estabelecer protocolos padronizados e avaliar os efeitos a longo prazo da terapia.
Em síntese, a revisão bibliográfica demonstra que a laserterapia de baixa potência é uma ferramenta terapêutica valiosa no tratamento da mucosite oral em pacientes oncológicos, oferecendo resultados clínicos positivos e impacto significativo na qualidade de vida, ao mesmo tempo em que aponta a importância de pesquisas futuras para otimizar e consolidar seu uso na prática clínica.
Referências
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1Centro Universitário Uninassau, Maurício de Nassau, Brasil. E-mail: amanda_michyam@outlook.com
2Centro Universitário Uninassau, Maurício de Nassau, Brasil. E-mail: amandatais732@gmail.com
3Orientador.
