EMPREENDEDORISMO JOVEM EM ANGOLA: DESAFIOS ESTRUTURAIS E PROPOSTAS DE APOIOS

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202601132230


Jacinto Torcato Bumba Coelho1


RESUMO  

O empreendedorismo tem se tornado uma ferramenta fundamental na transformação social do  contexto do mundo moderno. As contribuições são notáveis em todos os sectores. No seu  desenvolvimento – formal ou informal, os principais protagonistas, os jovens, enfrentam  inúmeros desafios que, para abordar, compreender e ultrapassá-los, carecem de alguns apoios a  todos os níveis. No entanto, a presente investigação objetiva identificar os desafios estruturais  e as propostas de apoio do empreendedorismo jovem em Angola. Especificamente, visa, entre  outros, estudar os desafios e apoios de vários contextos e identificar, entre eles, aqueles que se  adaptam à realidade local. Para alcançar os objectivos preconizados, a pesquisa teve uma  abordagem quantitativa, com uma perspectiva exploratória, visando aprofundar as informações  sobre os desafios e os apoios do empreendedorismo jovem em Angola. O estudo foi direcionado  a 205 jovens de seis províncias: de Luanda, Huíla, Benguela, Huambo, Namibe e Cabinda, que  actuam nos sectores do comércio, agricultura, tecnologia, serviços e indústria. Os resultados  encontrados durante a pesquisa aferiram, de um lado, que o principal desafio estrutural do  contexto é o ambiente legal ou fiscal, enquanto fatores como a falta de conhecimento técnico e a concorrência desleal/informalidade dificultam o desenvolvimento do empreendedorismo  jovem no contexto estudado. Por outro lado, foi constatado que a simplificação de processos  legais e os apoios de ONGs constituem potenciais apoios do ecossistema empreendedor que  melhoram o empreendedorismo jovem. Identificou-se também que a articulação dos elementos  do modelo da hélice – o governo e a comunidade/sociedade – contribui para a melhoria do  empreendedorismo jovem em Angola.  

Palavras-chave: empreendedorismo, desafios, apoio, inovação, jovem.”

ABSTRACT 

Entrepreneurship has become a fundamental tool in social transformation within the modern  world. Its contributions are notable across all sectors. In its development—formal or informal— the main protagonists, young people, face numerous challenges that require support at all levels  to address, understand, and overcome. However, this research aims to identify the structural  challenges and and support proposals for youth entrepreneurship in Angola. Specifically, it  aims, among other things, to study the challenges and support offered in in various contexts and  identify those that that best suit local realities. To achieve the proposed objectives, the research  adopted a quantitative approach with an exploratory perspective, aiming to to deepen the  information on the challenges and support offered by youth entrepreneurship in Angola. The  study targeted 205 young people from six provinces: Luanda, Huíla, Benguela, Huambo,  Namibe, and Cabinda, who work in the the commerce, agriculture, technology, services, and  industry sectors. The research findings demonstrated, on the one hand, that the main structural  challenge in the the context is the legal or tax environment, while factors such as a lack of  technical knowledge and unfair competition/informality hinder the the development of youth  entrepreneurship in the context studied. On the other hand, it was was found that the  simplification of legal processes and support from NGO´s constitute potential supports for the  entrepreneurial ecosystem that improve youth entrepreneurship. It was also identified that the  articulation of the elements of the helix model – government and community/society – contributes to the improvement of youth entrepreneurship in Angola. 

Keywords: entrepreneurship, challenges, support, innovation, youth.

1. INTRODUÇÃO 

O empreendedorismo tem se tornado uma ferramenta fundamental na transformação social no  contexto do mundo moderno. As contribuições são notáveis em todos os sectores, entre outros  na economia circular (Miyashiro, Pizzinatto, Casas, & Kuniyoshi, 2023; Nakano, de Brito,  Szmuszkowicz, da Silva Pereira, 2022), educação (Melo, Bezerra, Silva, Silva, & Nascimento,  2020), saúde (Pinheiro, Bandeira, & Machado, 2024), cultura (Lima, Gama, & Junior, 2024),  agricultura (Farias, Lira, Carvalho, & Sousa), indústria, na área digital (Junior, 2023; Martins,  Santos, Corrêa, & Carvalho, 2024), bem como na revolução tecnológica (Costa, Costa, &  Jankowitsch, 2023).  

Neste contexto, o segmento jovem tem sido o maior protagonista da ação empreendedora, face  à geração de emprego, rendimento, inovação e crescimento econômico. De acordo com a GEM  (2022/2023), em Angola, a taxa de actividade empreendedora em todas as faixas etárias é a  maior dos 50 países de economia de rendimento baixo estudados, com PIB per capita anual  igual ou inferior a 4.255 USD, dos quais 4 são africanos: Togo, Egito, África do Sul e Angola.  A atividade empreendedora praticada por jovens com a faixa etária entre 25 e 34 anos de idade  apresentou a maior percentagem (58,6%) em 2022. Os autores acrescentam que a mesma tem  aumentado com o passar dos anos, variando de 51% em 2018 para 54% em 2020, constituindo-se na faixa etária com o maior valor percentual nas três últimas edições.  

O presente estudo justifica-se pelo facto de que, sendo os jovens os maiores protagonistas do  fenómeno em Angola, registam inúmeros desafios e necessitam de mais apoios, no sentido de  darem resposta às necessidades apresentadas pela economia, sobretudo à geração de postos de  trabalho e rendimento, bem como ao aumento da inovação, uma das principais características  do desenvolvimento económico.  

No desenvolvimento da atividade empreendedora – formal ou informal, os principais  protagonistas, os jovens, enfrentam inúmeros desafios que, para abordar, compreender e  ultrapassá-los, carecem de alguns apoios a todos os níveis. Estas dificuldades agudizam-se  quando os mesmos não encontram uma oportunidade de participar em uma plataforma oficial,  ou seja, em um fórum ou espaço de diálogo, onde consigam expor as suas principais  preocupações e encontrar soluções possíveis. Por outro lado, os principais atores que  estimulam e/ou apoiam o desenvolvimento da atividade empreendedora ficam sem conhecer  essas preocupações e acabam por tomar decisões que quase não atendem os anseios ou à realidade do ecossistema empreendedor jovem. No entanto, é com esta pesquisa que levantamos  a seguinte questão de partida: Quais são os principais desafios estruturais e as propostas de  apoio do empreendedorismo jovem em Angola? 

A investigação tem como objectivo geral: identificar os principais desafios estruturais e as  propostas de apoio do empreendedorismo jovem em Angola. Especificamente, visa: (i)  desenvolver o referencial teórico do empreendedorismo jovem; (ii) descrever a importância do  empreendedorismo jovem; (iii) identificar os principais desafios do empreendedorismo jovem;  (iv) identificar as propostas de apoio do empreendedorismo jovem; e (v) analisar a relação das  variáveis identificadas com o empreendedorismo jovem.  

Além da introdução, o presente artigo conta com uma estrutura que discorre sobre a  fundamentação teórica que embasou a investigação, os aspectos metodológicos, os principais  resultados encontrados, as considerações finais, bem como as referências bibliográficas que  serviram de suporte.

2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 

2.1 Conceito de Empreendedorismo Jovem 

O conceito de empreendedorismo enfrenta um desafio contínuo, devido à falta de consenso  entre os principais pesquisadores da área, o que é justificado pela sua natureza multidisciplinar  e interdisciplinar (Franco & Gouvêa, 2016). Os autores concluem que o empreendedorismo  deve ser entendido como um conjunto de práticas voltadas para a criação de novos negócios,  com o objetivo de gerar riqueza e promover um funcionamento mais eficaz nas sociedades que  o apoiam e praticam. 

A GEM (2022/2023) define o fenômeno como “qualquer tentativa de estabelecer um novo  negócio ou iniciativa, como o trabalho autónomo, a formação de uma nova organização  empresarial ou a expansão de um empreendimento já existente, realizada por um indivíduo, um  grupo de indivíduos ou empresas consolidadas”. 

De acordo com Carvalhal, Leão e Teixeira (2012), a juventude é um recurso importante para o  desenvolvimento social e, portanto, deve ser valorizada. Os autores também destacam que é  desafiador definir o empreendedorismo juvenil, dada a escassez de pesquisas sobre o assunto. 

Apesar dessa situação, Schnurr e Newing (1997), conforme citado por Brito (2022),  caracterizam a ação prática de jovens empreendedores como a manifestação de qualidades  como iniciativa, inovação, criatividade e disposição para assumir riscos. O mesmo autor  menciona Bolton e Thompson (2004) e Ling (2011), que afirmam que o empreendedorismo  juvenil é uma atividade realizada por jovens com o intuito de criar produtos ou serviços que  agreguem valor, considerando as oportunidades disponíveis. Eles argumentam que, além da  criação de valor, essa prática é vista como um processo de iniciar ou desenvolver um negócio  de sucesso. 

Andreeva & Sukhoveeva (2020) discutem o empreendedorismo juvenil como um conjunto de  acções empreendedoras realizadas por jovens, focadas em soluções inovadoras, levando em  conta os riscos envolvidos, o contexto e o potencial para enfrentar desafios, além do suporte ao  desenvolvimento eficaz e assistência estatal. 

Outros estudiosos abordam o conceito de empreendedorismo jovem, enfatizando os limites  etários dos indivíduos envolvidos. Nesse sentido, o empreendedorismo juvenil é considerado como as atividades empreendedoras de pessoas com menos de 30 anos, incluindo  colaboradores ou gestores de pequenas e médias empresas, que desempenham um papel  significativo no desenvolvimento económico e na geração de empregos (Lez’er et al., 2019). 

2.2 Diferenças em relação a outros perfis empreendedores 

Dentre as diversas distinções entre o empreendedorismo jovem e o empreendedorismo em  outros contextos, Jesus e Santos (2020) destacam a facilidade de acesso à tecnologia, inovações  e tendências como as principais vantagens, enquanto a falta de experiência e de recursos  financeiros são vistas como desvantagens. Reis e Santos (2021) confirmam que a ausência de  experiência é a principal característica diferenciadora e mencionam semelhanças, como a  determinação, a resiliência e a ambição de progredir. 

2.3 Importância no Desenvolvimento Económico e Social 

O empreendedorismo entre os jovens exerce uma influência significativa nos indicadores  socioeconómicos. Sua relevância é evidente na promoção do crescimento económico, na  inovação (Alieva & Saifiddinov, 2024), no avanço social e cultural, no desenvolvimento  sustentável das comunidades (Коломыц & Vandrikova, 2020), na adopção de tecnologias e  plataformas digitais (Entrepreneurship among Youth: The Driving Force of the Future, 2023),  na produtividade, na melhoria do ambiente de negócios, na diminuição das taxas de  desemprego, no aumento da competitividade, nas oportunidades de desenvolvimento  profissional, na integração social e na preservação da população rural (Lafuente & Gómez Araujo, 2016). Além disso, contribui para uma economia dinâmica (Irianto, 2023) e para a  elevação do padrão de vida em geral (Ćoćkalo et al., 2020). 

Segundo Matos (2023), “a população jovem pode estar mais conectada do que outras faixas  etárias e mais disposta a adotar novas tecnologias, concentrando suas habilidades e  conhecimentos…”. Irianto (2023) argumenta que, ao cultivar uma mentalidade empreendedora,  a geração mais jovem de um determinado contexto pode contribuir para uma economia mais  forte e resiliente. 

Entretanto, Lafuente e Gómez-Araujo (2016), observaram que os empreendedores mais  experientes têm um impacto maior nas contribuições para o PIB regional em comparação com  os jovens. Essa realidade pode ser explicada pelas altas taxas de insucesso que os empreendedores mais jovens frequentemente enfrentam, levando à acumulação de experiência  ao longo do tempo (Belchior & Pimentel, 2022). 

2.4 Desafios Estruturais ao Empreendedorismo Jovem 

São diversas as condições estruturais que dificultam o avanço do empreendedorismo. De  maneira geral, a pesquisa da GEM Angola (2022/2023) analisou 13 factores que constituem  essas condições estruturais no país, incluindo financiamento, programas governamentais,  transferência de pesquisa e desenvolvimento (I&D), infraestrutura comercial e de serviços,  políticas governamentais, educação e capacitação, abertura do mercado, infraestrutura física,  normas sociais e culturais, recuperação da pandemia de covid-19, além da continuidade dos  objectivos de desenvolvimento sustentável da ONU. 

Pinho e Thompson (2016), ao se basearem nos estudos da GEM em diferentes contextos  empreendedores, concluíram que as condições estruturais possuem uma natureza  multidimensional, englobando normas culturais e sociais, educação e capacitação, e programas  governamentais, o que é corroborado por diversos especialistas com profundo conhecimento na  área. 

Nesse aspecto, os desafios estruturais enfrentados pelos jovens empreendedores variam  conforme o ambiente de negócios, refletindo as particularidades de cada contexto. Vários  autores evidenciaram a realidade de cada situação, conforme as observações apresentadas na  tabela 1. 

TABELA 1 – DESAFIOS ESTRUTURAIS DO EMPREENDEDORISMO JOVEM

AUTOR DESAFIOS ESTRUTURAIS CONTEXTO
Zamzam,  (2018).A falta de opções de financiamento,  Alterações jurídicas inconsistentes,  encargos administrativos,  infra-estruturas físicas precárias,  falta de especialização  e domínio do mercado pelas grandes empresas.  infra-estruturas físicas deficientes Egito.
Tunio et al.,  (2021)Questões de confiança,  Barreiras familiares,  Restrições financeiras,  Disparidades de género,  Obstáculos educacionais,  Corrupção  Barreiras legais.Paquistão
Boateng et  al., (2014)Falta de capital,  Competências inadequadas,  Sistemas de apoio insuficientes,  Oportunidades de mercado limitadas  Riscos percebidos associados ao início de um negócio. Procedimentos  burocráticos,  Corrupção e ineficiência no ambiente empresarial.  A ausência de uma política nacional coerente de emprego desconexão entre  a educação e as necessidades do mercado agravam esses desafios, Gana
Radebe,  (2019). Gangiah,  (n.d.)Falta de educação que dificulta a aquisição de Competências empresariais  necessárias,  Atitudes sociais que favorecem o emprego tradicional em detrimento do  empreendedorismo,  Acesso limitado ao financiamento  Cultura de empreendedorismo pobre que não incentiva a inovação e a  tomada de riscos.  Acesso limitado ao crédito, Regulamentações pesadas, Altos custos trabalhistas;África do Sul
Shibru,  (2017)Acesso limitado a financiamento,  Infraestruturas inadequadas,  Obstáculos burocráticos; Falta de programas de mentoria e formação.  Barreiras de entrada no mercado  Concorrência de empresas estabelecidas. Etiópia
Baporikar,  (2016)inadequado ao financiamento,  falta de orientação, infraestrutura insuficiente e obstáculos burocráticos. Índia
Noronha,  Baptista e  Monteiro  (2024)Ausência de crédito, carga tributária elevada, burocracia, baixo  investimento, falta de apoio institucional, concorrência intensa, baixa  competitividade, ausência de divulgação dos negócios e baixa escolaridade Brasil
Fonte: adaptado pelo autor 

2.5 Propostas de Apoio ao Empreendedorismo Jovem 

Para superar os obstáculos enfrentados pelo empreendedorismo jovem e criar um ambiente  favorável ao seu desenvolvimento, diversos autores propõem um conjunto de apoios que  incluem iniciativas estatais, privadas, educativas, institucionais e a integração das comunidades. 

Nesse sentido, Safronova e Petrova (2015) destacam que o governo pode estabelecer um  ambiente regulatório favorável que facilite o início e a gestão das atividades empreendedoras. 

No que diz respeito às instituições que apoiam empresas, Safronova e Petrova (2015)  argumentam que a presença de incubadoras nas instituições de ensino pode proporcionar  mentoria, acesso a informações, consultoria, auxílio na busca por investidores e recursos para  jovens empreendedores. Segundo Machado et al. (2020), a inclusão da educação empreendedora no sistema escolar estimula as intenções empreendedoras desde a infância,  enquanto Larmosh e Lototskaya (2019) acrescentam que essas iniciativas oferecem  experiências práticas, por meio de estágios, que podem aprimorar as habilidades e a confiança  no início da atividade empreendedora. 

Para a implementação de certas medidas, é necessário analisar o contexto a fim de maximizar  os benefícios de maneira inclusiva. Por exemplo, Kim et al. (2024) ressalta que a  contextualização dos modelos de capacitação traz benefícios sustentáveis para as comunidades. 

De acordo a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento – UNCTAD  (2024), para o avanço da agenda do empreendedorismo em Angola e permitir que o país  melhore o seu ambiente empresarial e seja competitivo no mercado global deve, (i) formular a  estratégia nacional de empreendedorismo, (ii) otimizar o ambiente regulamentar, (iii) reforçar  a educação sobre empreendedorismo e o desenvolvimento de competências, (iv) facilitar o  intercâmbio tecnológico e a inovação, (v) melhorar o acesso ao financiamento e (vi) promover  a sensibilização e o networking. A mesma organização chegou a essas conclusões baseando-se  no mapeamento e na avaliação do ecossistema empreendedor em Angola, nas consultas  realizadas com os principais actores envolvidos no desenvolvimento do empreendedorismo em  2020 e 2023 e no relatório sobre o diálogo entre várias partes interessadas para a elaboração da  estratégia nacional de Empreendedorismo. 

Além disso, a combinação de conhecimento científico, políticas públicas e operações industriais  proporciona soluções mais eficazes para as ações empreendedoras. Daniel e Valentim (2022)  afirmam que a adoção do modelo da tríplice hélice – Governo, Universidade e Indústria – como  fundamento da inovação e do empreendedorismo, contribui para o desenvolvimento  econômico. 

A pesquisa realizada por Mineiro, Souza, Vieira, Castro e Brito (2018) introduz a quarta e a  quinta hélice ao modelo da tripla hélice, incorporando, de um lado, as características da  sociedade civil e da comunidade em geral, e, de outro, os desafios relacionados ao aquecimento  global e à sustentabilidade, que envolvem questões ambientais e socioecológicas. 

Nesse cenário, a interação entre esses elementos resulta em uma avaliação positiva, pois gera  habilidades ou competências nas empresas para transformar conhecimento em inovação, o que  lhes permite uma melhor competitividade no mercado (Ipiranga, Freitas, & Paiva, 2010).

No que diz respeito ao suporte financeiro, várias iniciativas, como bolsas e concursos voltados  para jovens startups, podem oferecer o financiamento necessário (Khizbullina & Cherkasov,  2024). Nesse contexto, Owen et al. (2019) afirmam que o acesso a financiamento externo pode  ser facilitado por meio da implementação de programas de mentoria para empresas jovens,  visando aprimorar seu desempenho. 

Segundo o Banco Nacional de Angola – BNA (2024), o contexto angolano regista a redução de  instituições do sector bancário em funcionamento, passando de 26 instituições em 2019, para  22 em 2024. A mesma instituição afirma que apesar desta situação, o sector teve implicações  positivas no crescimento da economia, com destaque para o activo e o crédito. Foram  controladas 21 sociedades de microcrédito e 17 sociedades não financeiras prestadoras de  serviços de microcrédito, que actuam maioritariamente na província de Luanda, com 16 e 15  instituições respectivamente. 

Além das medidas mencionadas, Sakala (2017) sugere a inclusão do apoio familiar no estímulo  a iniciativas empreendedoras, ampliando o sistema. Larmosh e Lototskaya (2019) defendem a  importância de oportunidades de networking, que, por meio de plataformas específicas,  promovem uma relação mais próxima entre empresas e jovens empreendedores. 

Rudenko e Goryachikh (2020) propõem a criação de Centros Regionais da Juventude,  complementando os esforços financeiros, informativos, de consultoria e de capacitação para  jovens empreendedores. Larmosh e Lototskaya (2019) também destacam a necessidade de  advocacia em prol dos interesses dos jovens, uma previsão eficaz do mercado de trabalho,  iniciativas de clusters, promoção da responsabilidade social das grandes empresas, valorização  da imagem dos jovens empreendedores, desenvolvimento de sistemas de aconselhamento e  incentivos fiscais para os apoiadores. 

Outros tipos de apoio são fornecidos por Organizações Não Governamentais (ONG´s). Segundo  Greene (2021), essas entidades organizam workshops voltados para o desenvolvimento de  habilidades empreendedoras, como planejamento empresarial, educação financeira e marketing.  Os eventos incluem ações de mentoria, que conectam jovens empreendedores a profissionais  experientes no sector, capazes de orientá-los nas etapas iniciais de suas carreiras  empreendedoras (Boris & Parakhina, 2022).

No que diz respeito ao apoio financeiro, às ONG´s disponibilizam diversas modalidades, como  subsídios, microcréditos ou financiamento para a fase de lançamento de novos negócios,  auxiliando assim os jovens empreendedores (Larmosh & Lototskaya, 2019). Os mesmos  autores destacam que essas organizações atuam como um elo entre os jovens empreendedores  e instituições financeiras, além de parques tecnológicos inovadores, dentro do ecossistema  financeiro solidário. 

2.6 Desenvolvimento das hipóteses  

Após análise dos distintos pontos descritos anteriormente foram desenvolvidas as seguintes  hipóteses: 

H₁ – Existem desafios estruturais que influenciam o empreendedorismo jovem em Angola. 

H₂- Existem fatores do ecossistema empreendedor que dificultam significativamente o  desenvolvimento do empreendedorismo jovem em Angola. 

H₃ – Existem apoios do ecossistema empreendedor melhoram significativamente o  empreendedorismo jovem em Angola. 

H₄ – A interação efetiva dos elementos do modelo hélice: Governo, Universidade, Industrial,  Sociedade ou Comunidade e Sustentabilidade Ambiental, melhora significativamente o  empreendedorismo jovem em Angola. 

3. METODOLOGIA 

3.1 Caracterização da Pesquisa  

Para alcançar os objetivos preconizados, a pesquisa teve uma abordagem quantitativa, o que  permitiu classificar as informações e opiniões fornecidas pelos empreendedores inquiridos,  facilitando a análise com técnicas estatísticas. Essa abordagem permitiu alcançar maior  profundidade, interpretação das particularidades dos comportamentos ou das atitudes do  público pesquisado (Prodanov & Freitas, 2013). Permitiu ainda, a identificação dos perfis e  tendências e generalizar os dados obtidos da amostra, bem como o maior controle (Abdal, et  al., 2016). 

Relativamente aos objetivos, a pesquisa foi exploratória, com finalidade de aprofundar as informações sobre os desafios e os apoios do empreendedorismo jovem em Angola, face a sua  definição e delineamento, ou seja, fixar os objetivos, orientar as hipóteses e o novo enfoque sobre o tema. De acordo com Severino (2013) a pesquisa exploratória procura informações  sobre determinado assunto, delimitando o seu campo de trabalho e mapeando as condições de  manifestação desse objeto. Foi descritiva, por registar e descrever os factos sobre o tema,  observados e recolhidos, conforme eles são, ou seja, sem qualquer interferência ou  manipulação. 

Do ponto de vista dos procedimentos técnicos, a pesquisa de base bibliográfica, visto que a sua  elaboração partiu de materiais já publicados, entre livros, revistas, publicações em periódicos e  artigos científicos, jornais, dissertações, teses, com o objectivo de ter um contacto directo com  toda informação sobre o assunto em pesquisa. 

O estudo foi direcionado aos jovens empreendedores de Angola e participaram 205 empreendedores de seis (6) províncias de Angola, sendo: Luanda, Huíla, Benguela, Huambo,  Namibe, Cabinda, que actuam, entre outros, nos sectores do comércio, Agricultura, Tecnologia,  Serviços e Indústria. 

3.2 Técnica de colecta de dados  

A pesquisa baseou-se em dados secundários (materiais já publicados) e primários, recolhidos  com o questionário (online), face à economia do tempo e a não influência das respostas.  Segundo Marconi e Lakatos (2003, p. 201) o questionário “é um instrumento de coleta de  dados, constituído por uma série ordenada de perguntas, que devem ser respondidas por escrito  e sem a presença do entrevistador.” 

O questionário teve dezoito (18) perguntas (directas e indirectas), do tipo abertas, fechadas,  semifechadas de respostas múltiplas ou de seleção entre diversas alternativas e com escala de  likert. As questões foram distribuídas em quatro (4) seções, sendo a de dados  sociodemográficos, dos desafios estruturais, do conjunto de apoios e dos elementos do modelo  da hélice.  

Os dados foram tratados com o auxílio dos softwares estatísticos, o Statistical Package for the  Social Sciences – SPSS, versão 29.0.8.0 e o Infostat. A tabulação, elaboração de tabelas e  gráficos dos dados coletados contou com o Excel do pacote office 2019.

4. ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS 

4.1 Análise das variáveis sócio demográficas  

Na tabela 2 e Gráfico 1 e 2 verifica-se que a amostra final foi de 205 inquiridos, sem omissão.  Relativamente ao sexo, regista um ligeiro desequilíbrio na sua distribuição, sendo 67% dos  respondentes do sexo masculino e 33% do sexo feminino. Distribuídos 42.9% na faixa etária  entre 30 a 35 anos, 33.7% entre 18 a 24 anos e 23.4% entre 25 a 29 anos de idade (ver Anexo  I). 

A tabela 3 e gráfico 3 demonstram que dos 205 inquiridos, 24% residem na província de  Luanda, 18% em Benguela, 16% no Huambo, 16% na Huíla, 13% em Cabinda e 13% no Namibe (ver Anexo II). 

Verifica-se na tabela 4 e gráfico 4 que dos elementos inquiridos, 33% possuem ensino superior  incompleto, 25% ensino médio, 19% ensino superior completo, 15% pós-graduação e 8% com  ensino secundário (ver Anexo III).  

A tabela 5 e gráfico 5 ilustram que dos elementos inquiridos, 63% são desempregados, 48%  empreendedores, 37% empregados em conta de outrem e 8% são estudantes (ver Anexo IV). 

Na tabela 6 e gráfico 6 verifica-se que 96% dos elementos inquiridos, possuem negócio próprio  e 4% não possuem (ver Anexo V).  

Verifica-se na tabela 7 e Gráfico 7 que 42% dos negócios dos inquiridos, possuem 2 anos, 24%  1 ano, 17% 3 anos, 11% 4 anos e 5% 5 anos (ver Anexo VI).  

A tabela 8 e gráfico 8 demonstram que 34% dos negócios dos inquiridos atuam no sector do  comércio, 27% de serviços, 22% de tecnologia, 10% de agricultura e 7% no industrial (Ver  Anexo VII).  

4.2 Análise dos Principais Resultados 

A tabela 9 e Gráfico 9 demonstram que 91% dos inquiridos concordam que o empreendedorismo  jovem gera empregos, 67% gera renda, 52% inovação e desenvolvimento económico e 67%  inclusão social (ver Anexo VIII). 

Na tabela 10 e Gráfico 10 verifica-se que 86% dos inquiridos concordam que o  empreendedorismo jovem é eficaz para mudança, 6% são indiferentes e 8% não concordam (ver Anexo IX).  

A tabela 11 e Gráfico 11 demonstram que 67% dos inquiridos concordam que a juventude  angolana tem espírito empreendedor, 21% são indiferentes e 13% discordam (ver Anexo X).  

Na tabela 12 e Gráfico 12 verifica-se que 52% dos inquiridos concordam que o ambiente  nacional favorece o empreendedorismo jovem, 21% são indiferentes e 18% discordam (ver  Anexo XI).  

A tabela 13 e Gráfico 13 ilustram que 88% dos inquiridos afirmam que acesso ao financiamento  é um desafio importante para empreendedorismo jovem de Angola, 66% burocracia e  legalização dos negócios, 67% falta de formação e capacitação, 65% falta de mentores ou redes  de apoio, 66% insegurança jurídica e económica, 52% concorrência desleal/informalidade, 60%  falta de associação de associação ligada ao empreendedorismo, 68% falta de apoio das ONG´s  e 68% ambiente legal ou fiscal (ver Anexo XII). 

Verifica-se na tabela 14 e Gráfico 14 que 69% dos inquiridos já tentou obter apoio financeiro  para o negócio e 31% não (ver anexo XIII).  

Verifica-se na tabela 15 e Gráfico 15 que 72% dos inquiridos já tentou obter apoio financeiro  para o negócio não teve sucesso e 28% teve sucesso (ver Anexo XIV).  

Verifica-se na tabela 16 e Gráfico 16 que 84% dos inquiridos que afirmam os factores como o acesso a crédito dificultam a actividade empreendedora dos jovens, 79% apoio institucional,  50% conhecimento técnico, 64% insegurança jurídica e económica e 59% concorrência  desleal/informalidade (ver Anexo XV). 

A tabela 17 e Gráfico 17 ilustram que 73% dos inquiridos conhecem algum programa de apoio  ao empreendedorismo jovem em Angola e 27% não conhecem (ver Anexo XVI).  

Na tabela 18 e Gráfico 18 verifica-se que 65% dos inquiridos que conhecem o programa de apoio  do empreendedorismo jovem não beneficiou do mesmo e 35% já beneficiou (ver Anexo XVII). 

A tabela 14 e Gráfico 14 ilustram que 81% dos inquiridos considera importante o financiamento  acessível para promover o empreendedorismo jovem, 78% capacitação ou formação técnica,  74% simplificação de processos legais, 73% criação de espaço de incubação, 76% mentoria e  networking, 67% fazer parte de uma associação ligada ao empreendedorismo e 70% apoio de  ONG´s (ver Anexo XVIII).  

Na tabela 20 e Gráfico 20 verifica-se que 81% dos inquiridos considera o governo, 79%  universidade, 76% comunidade/sociedade e 74% indústria, interação importante para o  desenvolvimento do empreendedorismo jovem (ver Anexo XIX).  

4.3 Análise das hipóteses formuladas 

H₁ – Existem desafios estruturais que influenciam o empreendedorismo jovem em Angola. 

Para análise da hipótese H₁, optou-se por modelo de regressão linear múltipla, que avalia o  efeito da variável independente desafios estruturais, na variável dependente, empreendedorismo  jovem, cujos resultados se seguem (ver Anexo XX). 

Na tabela 21, constata-se que o modelo como um todo é válido (F (9;195) =1.813, p<0.05).  Verificou-se que a idade, explica 3,5% da variância da duração do negócio (R²=0.077, R² ajust.=0.035). Constatou-se que os desafios estruturais têm um efeito no empreendedorismo Jovem (β=0.267; t=2.847; p<0.05). Este efeito significa que o ambiente legal ou fiscal é uma  variável influência do empreendedorismo jovem em Angola. Portanto, a hipótese H₁ é aceite.  

H₂ – Existem fatores do ecossistema empreendedor que dificultam significativamente o  desenvolvimento do empreendedorismo jovem em Angola. 

Na análise da hipótese H₂, optou-se por modelo de regressão linear múltipla, que avalia o efeito  da variável independente fatores do ecossistema empreendedor, na variável dependente,  empreendedorismo jovem, conforme os resultados a seguir (ver Anexo XXI). 

A tabela 22 demonstra que o modelo como um todo é válido (F (6,198) = 6.879, p<0.05). Os  fatores do ecossistema empreendedor explicam 14,7% da variância no desenvolvimento do  Empreendedorismo Jovem (R²=0.173, R² ajust. = 0.147). Verifica-se que os fatores do  ecossistema empreendedor, como a falta de conhecimento técnico (β=0.306; t=3.761; p<0.05) e concorrência desleal/informalidade (β=0.443; t=4.776; p<0.05), têm efeitos que dificultam o desenvolvimento do empreendedorismo jovem. Logo, a hipótese H₂ é suportada.

H₃ – Existem apoios do ecossistema empreendedor melhoram significativamente o  empreendedorismo jovem em Angola. 

A análise da hipótese H₃, baseou-se no modelo de regressão linear múltipla, que avalia o efeito  da variável independente os apoios do ecossistema empreendedor, na variável dependente,  empreendedorismo jovem, conforme os resultados que se seguem (ver Anexo XXII). 

A tabela 23 demonstra que o modelo como um todo é válido (F (8,196) = 3.921, p<0.05). Os  apoios do ecossistema empreendedor explicam 10,3% da variância na melhoria do  Empreendedorismo Jovem (R²=0.103, R² ajust. = 0.103). Verifica-se que os apoios do  ecossistema empreendedor, a simplificação de processos legais (β=0.272; t=3.258; p<0.05) e  os apoios de ONG´s (β=0.378; t=3.122; p<0.05), têm efeitos que melhoram o  empreendedorismo jovem. Portanto, a hipótese H₃ é aceite. 

H₄ – A interação efetiva dos elementos do modelo hélice: Governo, Universidade, Industrial,  Sociedade ou Comunidade e Sustentabilidade Ambiental, melhora significativamente o  empreendedorismo jovem em Angola. 

Na análise da hipótese H₄, partindo do modelo de regressão linear múltipla, que avalia os  elementos do modelo hélice: Governo, Universidade, Industrial, Sociedade ou Comunidade e  Sustentabilidade Ambiental, na variável dependente, empreendedorismo jovem, conforme os  resultados abaixo (ver Anexo XXIII). 

Na tabela 24 verifica-se que o modelo como um todo é válido (F (4,200) = 9.228, p<0.05). A  articulação dos elementos do modelo hélice explicam 13,9% da variância na melhoria do  Empreendedorismo Jovem (R²=0.156, R² ajust. = 0.139). Verifica-se que articulação dos  elementos do modelo hélice, o Governo (β=-0.267; t=-3.030; p<0.05) e Comunidade/Sociedade (β=0.378; t=3.122; p<0.05), têm efeitos que melhoram o empreendedorismo jovem. Logo, a  hipótese H₄ é aceite. O governo com efeitos inverso, ou seja, quanto menos intervir maior será  a melhoria do empreendedorismo jovem. Por outro lado, a intervenção da comunidade/sociedade tem efeitos que positivamente melhoram o empreendedorismo jovem.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS 

A presente pesquisa almejou, por meio de uma abordagem quantitativa usando um questionário  distribuído a uma amostra de 205 jovens, identificar os principais desafios estruturais e as  propostas de apoio ao empreendedorismo jovem. Tendo em conta os resultados encontrados no  decorrer do estudo, pode-se afirmar que o objectivo preconizado foi alcançado. 

Foi aceita a hipótese H₁; no entanto, constatou-se que, entre os desafios estruturais, consta o ambiente legal ou fiscal, que tem um efeito positivo e influencia o empreendedorismo jovem,  convergindo com a ideia da e da UNCTAD (2024). Com a aceitação da hipótese H₂, foi possível  determinar que a falta de conhecimento técnico e a concorrência desleal/informalidade são os  fatores do ecossistema empreendedor que dificultam o desenvolvimento do  empreendedorismo jovem no contexto estudado, de acordo com a pesquisa apresentada por  Radebe (2019) no contexto sul-africano. 

A aceitação da hipótese H₃ indica que, entre os apoios do ecossistema empreendedor estudado,  a simplificação de processos legais e os apoios de ONGs têm efeitos positivos que melhoram o  empreendedorismo jovem, corroborando com as ideias apresentadas por Larmosh e Lototskaya  (2019) e Greene (2021). 

Além dos desafios estruturais e propostas de apoio ao empreendedorismo, e com base nos  estudos apresentados por Ipiranga, Freitas e Paiva (2010), Mineiro, Souza, Vieira, Castro e Brito  (2018) e Daniel e Valentim (2022), foi determinado, com a aceitação da hipótese H₄, que a  articulação dos elementos do modelo da hélice — o Governo com uma intervenção moderada  e a Comunidade/Sociedade com uma participação mais efetiva — tem efeitos que melhoram  o empreendedorismo jovem no contexto estudado. 

Quanto às limitações encontradas durante a pesquisa, estão relacionadas à escassez de  publicações sobre o empreendedorismo jovem no contexto em questão, bem como à  participação de mais elementos do público-alvo, visto que o questionário foi realizado por meio  da plataforma Google Forms, o que acabou por limitar o processo. 

Para trabalhos futuros, sugere-se a abordagem do mesmo tema com uma amostra maior e com  abrangência de 10 ou mais províncias, o mesmo tema na óptica da participação institucional,  bem como a relação entre o empreendedorismo jovem e a empregabilidade, o impacto da  descentralização das sociedades microcrédito no empreendedorismo jovem.

REFERÊNCIAS 

Abdal, A., Oliveira, M. C., Ghezzi, D. R., Júnior, J. S., Torini, D., Lima, M., . . . Coelho, V. S.  (2016). Métodos de pesquisa em Ciências Sociais: Bloco Quantitativo. São Paulo:  CEBRAP. 

Andreeva, O., & Sukhoveeva, A. (2020). Youth entrepreneurship and effective tools for its  development. Journal of Computing and Information Technology, 24(2). 

Baporikar, N. (2016). Youth Entrepreneurship in India: Outlook and Obstacle (pp. 308–332).  IGI Global. https://doi.org/10.4018/978-1-4666-9758-4.CH016 

BNA (2024). Relatório Anual de Contas. 

Boateng, G. O., Boateng, A. A., & Bampoe, H. S. (2014). Barriers to Youthful Entrepreneurship  in Rural Areas of Ghana. The Global Journal of Business Research, 8(3), 109–119.  http://www.theibfr2.com/RePEc/ibf/gjbres/gjbr-v8n3-2014/GJBR-V8N3-2014-11.pdf 

Boris, O. A., & Parakhina, V. N. (2022). Youth Entrepreneurship Support Model and Youth  Business Associations. Wseas Transactions On Business And Economics, 19, 1649– 1660. https://doi.org/10.37394/23207.2022.19.149 

Brito , C. M. (2022). Empreendedorismo jovem em Portugal: Motivações e dificuldades. DISSERTAÇÃO, INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E  ADMINISTRAÇÃO, PORTO. 

Brito , C. M. (2022). Empreendedorismo jovem em Portugal: Motivações e dificuldades. DISSERTAÇÃO, INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E  ADMINISTRAÇÃO, PORTO. 

Carvalhal , F., Leão , A. L., & Teixeira , R. M. (2012). EMPREENDEDORISMO JOVEM:  PERFIL E MOTIVAÇÕES DE EMPREENDEDORES EM ARACAJU, SERGIPE.  Revista Pensamento Contemporâneo em Administração, 6(4), pp. 124-143. 

Costa, N. A., Costa, R. A., & Jankowitsch, J. (2023). O Empreendedorismo Tecnológico e sua  Importância para o Desenvolvimento Econômico: Um Estudo Bibliográfico. Revista de  Empreendedorismo e Gestão de Micro, 8(3), pp. 201-216. 

Daniel, N. M., & Valentim, M. L. (2022). INCENTIVOS AO EMPREENDEDORISMO PARA  GERAÇÃO DE INOVAÇÃO EM ANGOLA. Revista EDICIC, 2(2), pp. 1-13. 

Farias, T. R., Lira, J. V., Carvalho, A. V., & Sousa , W. L. (s.d.). Empreendedorismo feminino  no desenvolvimento da agricultura familiar. Revista Ciências da Sociedade, 4(7), pp.  130-143. 

Franco, J. O., & Gouvêa, J. B. (2016). A cronologia dos estudos sobre o empreendedorismo.  Revista de Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas, 5(3), pp. 144-166.

Gangiah, S. (n.d.). ThriveZA-Nurturing Sustainable Entrepreneurship for South African Youth:  A Review. African Journal of Inter-Multidisciplinary Studies.  https://doi.org/10.51415/ajims.v6i1.1336 

GEM , A. (2022/2023). Estudo sobre o Empreendedorismo. Luanda: GERA. 

Iarmosh, O. Vit., & Lototskaya, E. M. (2019). New Opportunities for Youth Entrepreneurship  Development and Youth Self-Employment Increase. 6(12).  https://doi.org/10.33296/2707-0654-6(12)-10 

Ipiranga, A. S., Freitas, A. A., & Paiva, T. A. (2010). O empreendedorismo acadêmico no  contexto da interação universidade – empresa – governo. CADERNOS EBAPE, 8(4),  pp. 676-693. 

Jesus, W. K., & Santos, R. H. (2020). EMPREENDEDORISMO JOVEM: UM ESTUDO DAS  CARACTERÍSTICAS, ASPIRAÇÕES E DIFICULDADES DOS  EMPREENDEDORES JOVENS DE PARANAVAÍ, PARANÁ. Revista Livre de  Sustentabilidade e Empreendedorismo, 5(5), pp. 208-233. 

Junior, A. A. (2023). EMPREENDEDORISMO DIGITAL: um estudo sobre o uso da tecnologia  como geração de negócios. Revista Alomorfia,, 8(1), pp. 46 -57. 

Khizbullina, R. R., & Cherkasov, G. F. (2024). Support for youth entrepreneurship development  in modern social and economic conditions. Èkonomika i Upravlenie: Problemy,  Rešeniâ, 4/7(145), 84–89. https://doi.org/10.36871/ek.up.p.r.2024.04.07.013 

Kim, S., de Guzman, M. R. T., Nicholas, C., Wang, Y., Padasas, I., & Kennedy, O. (2024). Youth  Entrepreneurship Education (pp. 185–202). Cambridge University Press.  https://doi.org/10.1017/9781108980562.011 

Lez’er, V., Semerianova, N., Kopytova, A., & Truntsevsky, Y. (2019). Youth entrepreneurship  as a basis for sustainable urban development: social and legal aspect. 110, 02093.  

Lima, T. A., Gama, H. A., & Junior, R. B. (2024). Contribuições do empreendedorismo cultural  para o desenvolvimento regional. INTERAÇÕES, 2, pp. 1-21. 

Lyons, A. C., & Contreras, S. (2017). A Simultaneous Model of Youth Entrepreneurship and  Financial Inclusion Across Developing Countries. Social Science Research Network.  https://doi.org/10.2139/SSRN.3053615 

Ma, V. (2024). Empowering rural youth through entrepreneurship development: Tackling  unemployment, migration, and Catalyzing innovation. International Journal of  Agriculture Extension and Social Development.  

Machado, J. S., Mendo, M. B., & Labañino, M. M. S. (2020). Un enfoque formativo del  emprendimiento en estudiantes angolanos. Didasc@lia: Didáctica y Educación, 11(5),  256–267. https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=7805948 

Marconi, M. d., & Lakatos, E. M. (2003). Fundamentos de Metodologia Científica (5 ed.). São  Paulo: Atlas.

Martins, M. R., Santos, J. M., Corrêa, R. O., & Carvalho, G. D. (2024).  EMPREENDEDORISMO DIGITAL: TENDÊNCIAS E GAPS DE PESQUISA.  Revista Gestão e Desenvolvimento, 21(2), pp. 187-216. 

Matos, P. A. (2023). Dividendos demográficos e a ascensão africana através da juventude.  CEBRI-Revista, 2(6), pp. 97-117. 

Melo, L. G., Bezerra, G. N., Silva, E. R., Silva, E. V., & Nascimento, M. J. (2020). A  CONTRIBUIÇÃO DO EMPREENDEDORISMO NA EDUCAÇÃO PARA JOVENS  COMO PROPOSTA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES  E LIDERANÇA. IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE GESTÃO (pp. 1-14).  RECIFE: SOCIEDADE 5.0: EDUCAÇÃO, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E AMOR. 

Mineiro, A. A., Souza , D. L., Vieira , K. C., Castro , C. C., & Brito , M. J. (2018). DA HÉLICE  TRÍPLICE A QUÍNTUPLA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA. E&G Economia e  Gestão, 18(51), pp. 77-93. 

Miyashiro, M. K., Pizzinatto , N. K., Casas , A. L., & Kuniyoshi , M. S. (2023).  Empreendedorismo na economia circular: uma revisão sistemática em ciclos de  materiais e modelos de negócios. Cad. EBAPE.BR, 21(5), pp. 1-16. 

Noronha; , A. R., Batista, K. R., & Monteiro, J. C. (2024). DESAFIOS DO  EMPREENDEDORISMO NA GRANDE BELÉM. JNT Facit Business and Technology  Journal, 49(1), pp. 14-46. 

Owen, R., Haddock-Millar, J., Sepulveda, L., Sanyal, C., Syrett, S., Kaye, N., & Deakins, D.  (2019). The Role of Mentoring in Youth Entrepreneurship Finance: A Global  Perspective1. Emerald Publishing Limited. https://doi.org/10.1108/S2040- 72462019000009B007 

Pinheiro, L. M., Bandeira, S. C., & Machado, T. B. (2024). EMPREENDEDORISMO NA  ENFERMAGEM: OPORTUNIDADE DE AUTONOMIA E VISIBILIDADE  PROFISSIONAL. REVISTA FOCO, 17(11), pp. 1-15. 

PINHO, J. C., & THOMPSON, D. (2016). CONDIÇÕES ESTRUTURAIS  EMPREENDEDORAS NA CRIAÇÃO DE NOVOS NEGÓCIOS: A VISÃO DE  ESPECIALISTAS. Revista de Administração de Empresas, 56(2), pp. 166-181. 

Prodanov, C. C., & De Freitas, E. C. (2013). Metodologia do trabalho científico: métodos e  técnicas da pesquisa e do trabalho acadêmico-2ª Edição. Editora Feevale. 

Radebe, T. N. (2019). The Challenges/Barriers Preventing the South African Youth in  Becoming Entrepreneurs: South African Overview. Journal of Economics and  Behavioral Studies, 11(4), 61–70. https://doi.org/10.22610/JEBS.V11I4(J).2921 

Reis, T. L., & Santos, R. H. (2021). EMPREENDEDORISMO JOVEM: MOTIVAÇÕES,  DIFICULDADES E PARTICULARIDADES. Revista Livre de Sustentabilidade e  Empreendedorismo, 6(2), pp. 36-65.

Safronova, N., & Petrova, I. (2015). Tender for Innovation for Youth Entrepreneurship. Social  Science Research Network. https://doi.org/10.2139/SSRN.2563999 

Sakala, B. E. (2017). Youth Entrepreneurship Support Interventions in Africa: The Role of the  Family: A Critical Review. 4(2). https://doi.org/10.22492/IJAH.4.2.06 

Severino, A. J. (2013). Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez. 

Shefiu, R. (2016). Youth Empowerment Leveraging on Entrepreneurship. Social Science  Research Network. https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=3504169 

Shibru, S. (2017). Challenges and Opportunities Facing Youth Entrepreneurs in Ethiopia: A  Review Paper. Research on Humanities and Social Sciences, 7(7), 58–64.  https://www.iiste.org/Journals/index.php/RHSS/article/view/36748 

Tunio, M. N., Jariko, M. A., Børsen, T., Shaikh, S., Mushtaque, T., & Brahmi, M. (2021). How  Entrepreneurship Sustains Barriers in the Entrepreneurial Process—A Lesson from a  Developing Nation. Sustainability, 13(20), 11419.  https://doi.org/10.3390/SU132011419 

UNCTAD(2024). Angola, revisão da estratégia de empreendedorismo. 

Zamzam, R. (2018). Barriers to entry: Challenges facing youth entrepreneurs as they establish  their small and medium enterprises (SMEs) in Egypt.  https://fount.aucegypt.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=1180&context=etds

ANEXOS 

Anexo I

TABELA 2 – RESPOSTA DA QUESTÃO 2: SEXO E FAIXA ETÁRIA

Fonte: adaptado pelo autor
GRÁFICO 1 – RESPOSTA DA QUESTÃO 2: SEXO
GRÁFICO 2 – FAIXA ETÁRIA

Anexo II

TABELA 3 – RESPOSTA DA QUESTÃO 3: PROVÍNCIA DE RESIDÊNCIA

Fonte: adaptado pelo autor
GRÁFICO 3 – RESPOSTA DA QUESTÃO 3: PROVÍNCIA DE RESIDÊNCIA

Anexo III

TABELA 4 – RESPOSTA DA QUESTÃO 4: NÍVEL ACADÉMICO

Fonte: adaptado pelo autor
GRÁFICO 4 – RESPOSTA DA QUESTÃO 4: NÍVEL ACADÉMICO

Anexo IV

TABELA 5 – RESPOSTA DA QUESTÃO 5: SITUAÇÃO LABORAL

Fonte: adaptado pelo autor
GRÁFICO 5 – RESPOSTA DA QUESTÃO 5: SITUAÇÃO LABORAL

Anexo V

TABELA 6 – RESPOSTA DA QUESTÃO 6: TEM ACTUALMENTE UM NEGÓCIO PRÓPRIO

Fonte: adaptado pelo autor
GRÁFICO 6 – RESPOSTA DA QUESTÃO 6: TEM ATUALMENTE UM NEGÓCIO PRÓPRIO

Anexo VI

TABELA 7 – RESPOSTA DA QUESTÃO 7: SE SIM, HÁ QUANTO TEMPO?

Fonte: adaptado pelo autor
GRÁFICO 7 – RESPOSTA DA QUESTÃO 7: SE SIM, HÁ QUANTO TEMPO?

Anexo VII

TABELA 8 – RESPOSTA DA QUESTÃO 8: QUAL É O SETOR DO SEU NEGÓCIO?

Fonte: adaptado pelo autor
GRÁFICO 8 – RESPOSTA DA QUESTÃO 8: QUAL É O SETOR DO SEU NEGÓCIO?

Anexo VIII

TABELA 9 – RESPOSTA DA QUESTÃO 9: QUAL É O CONTRIBUTO DO EMPREENDEDORISMO  JOVEM PARA O DESENVOLVIMENTO DE ANGOLA?

Fonte: adaptado pelo autor
GRÁFICO 9 – RESPOSTA DA QUESTÃO 9: QUAL É O CONTRIBUTO DO EMPREENDEDORISMO  JOVEM PARA O DESENVOLVIMENTO DE ANGOLA?

Anexo IX

TABELA 10 – RESPOSTA DA QUESTÃO 10.1: EMPREENDEDORISMO JOVEM É EFICAZ PARA MUDANÇAS

Fonte: adaptado pelo autor
GRÁFICO 10 – RESPOSTA DA QUESTÃO 10.1: EMPREENDEDORISMO JOVEM É EFICAZ PARA  MUDANÇAS

Anexo X

TABELA 11 – RESPOSTA DA QUESTÃO 10.2: A JUVENTUDE ANGOLANA TEM ESPÍRITO  EMPREENDEDOR

Fonte: adaptado pelo autor
GRÁFICO 11 – RESPOSTA DA QUESTÃO 10.2: A JUVENTUDE ANGOLANA TEM ESPÍRITO  EMPREENDEDOR

Anexo XI

TABELA 12 – RESPOSTA DA QUESTÃO 10.3: O EMPREENDEDORISMO NACIONAL FAVORECE E  EMPREENDEDORISMO JOVEM

Fonte: adaptado pelo autor
GRÁFICO 12 – RESPOSTA DA QUESTÃO 10.3: O EMPREENDEDORISMO NACIONAL FAVORECE E  EMPREENDEDORISMO JOVEM

Anexo XII

TABELA 13 – RESPOSTA DA QUESTÃO 11: CLASSIFIQUE NÍVEL DE IMPORTÂNCIA DOS DESAFIOS  PARA O JOVEM EMPREENDEDOR EM ANGOLA

Fonte: adaptado pelo autor
GRÁFICO 14 – RESPOSTA DA QUESTÃO 11: CLASSIFIQUE NÍVEL DE IMPORTÂNCIA DOS DESAFIOS  PARA O JOVEM EMPREENDEDOR EM ANGOLA

Anexo XIII

TABELA 14 – RESPOSTA DA QUESTÃO 12: JÁ TENTOU OBTER APOIO FINANCEIRO PARA O SEU  NEGÓCIO (OU IDEIA)?

Fonte: adaptado pelo autor
GRÁFICO 15 – RESPOSTA DA QUESTÃO 12: JÁ TENTOU OBTER APOIO FINANCEIRO PARA O SEU  NEGÓCIO (OU IDEIA)?

Anexo XIV

TABELA 15 – RESPOSTA DA QUESTÃO 13: SE SIM, TEVE SUCESSO?

Fonte: adaptado pelo autor
GRÁFICO 16 – RESPOSTA DA QUESTÃO 13: SE SIM, TEVE SUCESSO?

Anexo XV

TABELA 16 – RESPOSTA DA QUESTÃO 14: EM QUE MEDIDA OS FATORES DIFICULTAM A  ATIVIDADE EMPREENDEDORA DOS JOVENS?

GRÁFICO 17 – RESPOSTA DA QUESTÃO 14: EM QUE MEDIDA OS FATORES DIFICULTAM A  ATIVIDADE EMPREENDEDORA DOS JOVENS?

Anexo XVI

TABELA 17 – RESPOSTA DA QUESTÃO 15: CONHECE ALGUM PROGRAMA DE APOIO AO  EMPREENDEDORISMO JOVEM EM ANGOLA?

Fonte: adaptado pelo autor
GRÁFICO 18 – RESPOSTA DA QUESTÃO 15: CONHECE ALGUM PROGRAMA DE APOIO AO  EMPREENDEDORISMO JOVEM EM ANGOLA?

Anexo XVII

TABELA 18 – RESPOSTA DA QUESTÃO 16: JÁ BENEFICIOU DE ALGUM PROGRAMA OU  FORMAÇÃO VOLTADA PARA JOVENS EMPREENDEDORES?

Fonte: adaptado pelo autor
GRÁFICO 19 – RESPOSTA DA QUESTÃO 16: JÁ BENEFICIOU DE ALGUM PROGRAMA OU  FORMAÇÃO VOLTADA PARA JOVENS EMPREENDEDORES?

Anexo XVIII

Fonte: adaptado pelo autor
GRÁFICO 20 – RESPOSTA DA QUESTÃO 17: QUAL É O NÍVEL DE IMPORTÂNCIA DOS APOIOS  PARA PROMOVER O EMPREENDEDORISMO JOVEM?

Anexo XIX

TABELA 20 – RESPOSTA DA QUESTÃO 18: QUAL É O NIVEL DE IMPORTÂNCIA DOS ELEMENTOS  DO MODELO DA TRIPLA E QUARTA, HÉLICE NO DESENVOLVIMENTO DO EMPREENDEDORISMO JOVEM?

Fonte: adaptado pelo autor
GRÁFICO 21 – RESPOSTA DA QUESTÃO 18: QUAL É O NIVEL DE IMPORTÂNCIA DOS ELEMENTOS  DO MODELO DA TRIPLA E QUARTA HÉLICE NO DESENVOLVIMENTO DO EMPREENDEDORISMO  JOVEM?

Anexo XX

TABELA 21 – MODELO DE REGRESSÃO LINEAR MÚLTIPLA DA DESAFIOS ESTRUTURAIS E  EMPREENDEDORISMO JOVEM

Anexo XXI

TABELA 22 – MODELO DE REGRESSÃO LINEAR MÚLTIPLA DOS FATORES DO ECOSSISTEMA EMPREENDEDOR E EMPREENDEDORISMO JOVEM

Anexo XXII

TABELA 23 – MODELO DE REGRESSÃO LINEAR MÚLTIPLA DOS APOIOS ECOSSISTEMA EMPREENDEDOR E EMPREENDEDORISMO JOVEM

Anexo XXIII

Tabela 24 MODELO DE REGRESSÃO LINEAR MÚLTIPLA DOS APOIOS ECOSSISTEMA EMPREENDEDOR E EMPREENDEDORISMO JOVEM


1Estudante da Faculdade de Economia da Universidade Mandume Ya Ndemufayo, Mestre em Empreendedorismo e Desenvolvimento de  Negócio, Licenciado em Economia, Especialidade de Gestão de Empresas e Frequenta o curso de Especialização (Pós-graduação) em Estatística  Aplicada no Instituto Superior Politécnico da Huíla da UMN. Email: jacintocoelho60@gmail.com.