THERAPEUTIC-MODULATING EFFECT OF QUANTUM FREQUENCY FLOWER ESSENCES ON THE HEALTH OF CHILDREN WITH MICROCEPHALY DUE TO ZIKA VIRUS – CASE REPORT
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202511222202
Francisco de Assis Limeira Júnior1; Artemisa Fernanda Moura Ferreira2; José Jhenikártery Maia de Oliveira3; Maria Elma de Souza Maciel Soares4; Carla Patrícia Novaes dos Santos Fechine5; Meryeli Santos de Araújo Dantas6; Kátia Caetana Pereira7; Adrielly Evelyn de Melo Oliveira8; Sheva Castro Dantas Sousa9
RESUMO
Objetivo: Verificar numa abordagem preliminar, os efeitos do uso de 03 géis Florais Frequenciais Quantum Health®: Mentalis®, Calmallis® e Oxyflower®, sobre o quadro clínico de duas crianças com Microcefalia por Zika vírus. Relato de casos: As crianças foram atendidas no Programa de Atenção Integrada para Bebês com Microecefalia do UNIPÊ, João Pessoa-PB. Como critérios de avaliação foram considerados a observação das mães, os resultados da Escala de Ashworth, que avalia a espasticidade, validada e confiável na mensuração do aumento do tônus em pacientes neurológicos, e da Escala de Desenvolvimento Motor Infantil de Alberta (AIMS), para monitorar a evolução do tratamento de crianças com riscos de alterações motoras. Resultados: Segundo o relato das mães, as crianças apresentaram um sono melhor, maior relaxamento, tranquilidade, menos secreção, rigidez, o que as manteve satisfeitas com o uso dos florais. Na avaliação profissional, ambas as crianças apresentaram melhora na motricidade e nas habilidades, na função respiratória com menos ausculta pulmonar e melhora na espasticidade. Conclusão: O uso de essências florais de ação quântica contribuiu na melhoria do quadro clínico das duas crianças com microcefalia.
PALAVRAS-CHAVE: Microcefalia; Zika Vírus; Essências Florais.
ABSTRACT
Objective: To verify, in a preliminary approach, the effects of using three Quantum Health® Frequency Floral gels: Mentalis®, Calmallis®, and Oxyflower®, on the clinical condition of two children with Microcephaly due to the Zika virus. Case reports: The children were treated at the Integrated Care Program for Babies with Microcephaly at UNIPÊ, João Pessoa-PB. Evaluation criteria included mothers’ observations, results from the Ashworth Scale, which assesses spasticity and is validated and reliable for measuring increased tone in neurological patients, and the Alberta Infant Motor Development Scale (AIMS), to monitor the evolution of treatment for children at risk of motor disorders. According to mothers’ reports, the children experienced better sleep, increased relaxation, tranquility, reduced secretion, and stiffness, which kept them satisfied with the use of the floral essences. In the professional assessment, both children showed improvement in motor skills and abilities, respiratory function with decreased lung auscultation, and improvement in spasticity. Conclusion: The use of Quantum Health® Frequency Floral Essences contributed to the improvement of the clinical condition of the two children with microcephaly.
Keywords: Microcephaly; Zika Vírus; Flower Essences.
INTRODUÇÃO
A Microcefalia é definida como uma malformação congênita, de etiologia multifatorial, caracterizada pelo perímetro cefálico inferior ao esperado para a idade e o sexo ao nascer, com alteração estrutural do cérebro. Embora a literatura descreva algumas infecções como agente causal, a seguir o exemplo de toxoplasmose e sífilis, a microcefalia associada ao Zika Vírus é uma doença nova, que foi descrita pela primeira vez no ano de 2015 (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2015; NUNES et al., 2016).
Considerando que no período crítico de maturação do sistema nervoso central a capacidade de aprendizado está potencializada, é de fundamental importância a precocidade do diagnóstico de atraso do desenvolvimento motor, vez que quanto antes a criança for encaminhada à intervenção, maior será a possibilidade de sucesso do tratamento proposto (FORMIGA; PEDRAZZINI; TUDELLA, 2010)
As terapias vibracionais se fundamentam pelo equilíbrio das energias internas do corpo, tendo reflexos positivos sobre a fisiologia humana, e tem como base científica os princípios da biofísica quântica. São produtos naturais, extraídos das essências vibracionais das flores, e que agem por ressonância eletromagnética com as células do organismo (LIMEIRA JUNIOR, 2022).
Os florais frequenciais utilizados neste estudo, são fabricados usando uma tecnologia patenteada, Quantum Health®, que carreia nos produtos determinadas frequências vibratórias que harmonizam física, emocional e mentalmente, os que deles fazem uso, conforme a recomendação do fabricante e dos prescritores. Não apresentam quaisquer efeitos colaterais, toxicidade ou interação com terapias medicamentosas. Atuam por ressonância magneto-elétrica, seguindo princípios biofísicos existentes no organismo humano (LIMEIRA JUNIOR, 2022).
Existem, atualmente, mais de 8.200 estabelecimentos de saúde na Atenção Primária ofertando atendimentos individuais e coletivos em Práticas Integrativas e Complementares nos municípios brasileiros. As PICS estão presentes em 54% dos municípios, distribuídos pelos 27 estados e Distrito Federal e todas as capitais brasileiras. As PICS fazem parte das práticas denominadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de Medicinas Tradicionais, Complementares e Integrativas (MTCI). Tais práticas são recursos terapêuticos que fortalecem o cuidado ofertado no SUS e ampliam a percepção da população no sentido da autonomia e do autocuidado. O Brasil é referência mundial na área de práticas integrativas e complementares na atenção básica. É uma modalidade que investe em prevenção e promoção à saúde com o objetivo de evitar que as pessoas fiquem doentes. Além disso, quando necessário, as PICS também podem ser usadas para aliviar sintomas e tratar pessoas que já estão com algum tipo de enfermidade (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2024).
Nessa perspectiva, a literatura não registra nenhum trabalho sobre o uso da TVQ, com o uso de essências vibracionais florais com tecnologia Quantum Health®, em pacientes com Microcefalia. Assim, este estudo tem como objetivo realizar uma abordagem preliminar com o uso de algumas essências vibracionais florais de ação quântica, agregando a harmonização floral, na atenção a crianças com Microcefalia, dentro do universo das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICs) e já reconhecidas, até mesmo, pelo Serviço Único de Saúde (SUS) vigente no Brasil.
METODOLOGIA
RELATO DE DOIS CASOS CLÍNICOS
Criança 01: Paciente de 02 anos e 06 meses de idade, sexo masculino, com quadro crônico de rigidez muscular, espasmos constantes, convulsões, muito choroso e intranquilo, atendido há cerca de 01 ano.
Criança 02: Paciente de 03 anos, sexo masculino, com quadro de rigidez, sono irregular, secreções constantes, convulsões e atendido há cerca de 02 anos.
A presente abordagem aderiu aos preceitos éticos estabelecidos pela Resolução Nº 466/12 do Conselho Nacional de Saúde e recebeu aprovação, conforme Parecer Consubstanciado do Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário de João Pessoa, sob o CAAE: 89083018.9.0000.5176.
Os atendimentos e atividades foram desenvolvidas na Clínica-Escola de Fisioterapia, no Programa de Atenção Integrada para Bebês com Microcefalia do Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ, localizado na cidade de João Pessoa, estado da Paraíba. A frequência de acompanhamento das crianças era de duas vezes por semana, no turno da tarde.
Neste programa são atendidas crianças de 0 a 3 anos, de ambos os sexos, com diagnóstico de Microcefalia por Zika vírus. As crianças foram avaliadas por um grupo de profissionais da saúde para identificar os encaminhamentos necessários à sua saúde integral.
Para condução dos casos foram utilizadas a Escala de Ashworth (Quadro 01), que é um instrumento de avaliação da espasticidade, validado e confiável para mensurar o aumento do tônus em pacientes neurológicos, graduando-o progressivamente de 0 –4, bem como a Escala de Desenvolvimento Motor Infantil de Alberta (AIMS), que permite o monitoramento da evolução do tratamento de crianças com riscos de alterações motoras.
Quadro 01. Escala de Ashworth Modificada

Fonte: De autoria própria
A avaliação AIMS foi realizada através da observação de 58 itens dispostos em quatro sub-escalas nas posturas supino (9 itens), prono (21 itens), sentado (12 itens) e de pé (16 itens). Somente os itens mais apropriados para a idade da criança foram testados e, apesar do exame distribuir-se em quatro posturas, a sequência hierárquica não precisou ser seguida em alguns itens.
As crianças passaram a fazer uso de 03 géis frequenciais com tecnologia Quantum Health®, sendo eles: Mentalis®, Calmallis® e Oxyflower® (Fisioquantic S/A, Maringá – PR, Brasil). Estes foram utilizados por cerca de 06 meses e as mães foram orientadas a usá-los diariamente sobre a pele das crianças duas vezes ao dia, de manhã e à noite. Todos os géis foram utilizados em sequência, sobre a região peitoral (Oxyflower®), região abdominal (Calmallis®) e face (Mentalis®). O tempo de aplicação foi 40 segundos, mantendo-se o contato das mãos sobre a pele das crianças durante o tempo da massagem (Figuras 01 e 02).
Figura 01 – Demonstração da aplicação do gel na região temporal

Fonte: De autoria própria
Figura 02 – Demonstração da aplicação do gel na região facial

Fonte: De autoria própria
RESULTADOS E DISCUSSÃO
O paciente 01, segundo à mãe, apresentou uma melhora geral. A criança expressou mais tranquilidade a maior parte do tempo, as secreções que eram constantes diminuíram consideravelmente, apresentando uma respiração mais confortável, a rigidez muscular diminuiu, o sono ficou mais estável, com um quadro de maior relaxamento e alegria.
O paciente 02, também segundo as informações da mãe, passou a apresentar um estado de maior alegria, contrastando com a tristeza no olhar que expressava constantemente, mais calmo a maior parte do tempo, mais animado e dormindo melhor.
De acordo com os instrumentos de avaliação do programa, houve melhora nas funções respiratória e motora em ambos os casos (Quadro 02).
Quadro 02. Resultados observados segundo as escalas de avaliação utilizadas durante o tempo de uso das essências vibracionais. AI (Avaliação Inicial) e AF (Avaliação Final).

Fonte: De autoria própria
O floral frequencial Mentalis® (biofactor) representa um indutor frequencial floral que harmoniza o organismo como um todo e o seu uso pode auxiliar energeticamente na melhora do quadro geral, sobretudo pela indução vibracional frequencial do cérebro (ARNT, 2018). Sendo este órgão o grande gestor do corpo humano, o seu estado fisiológico harmonizado energeticamente é vital para o bom funcionamento de todo o corpo humano (LIMEIRA JUNIOR, 2022).
O floral frequencial Oxyflower® (fitoquantic) produz uma ressonância vibratória que colabora energeticamente para a atuação do oxigênio celular (ARNT, 2018). Isso poderia explicar os efeitos de harmonização energética sobre a função respiratória das crianças com aumento da imunidade, evidenciado pela diminuição da ausculta pulmonar e melhora no quadro de cansaço.
O oxyflower® tem efeitos positivos sobre a oxigenação dos tecidos, estimulando a desintoxicação e auxiliando nas funções cerebrais (ARNT R; ARNT PR, 2014). Vários estudos evidenciaram os efeitos harmonizadores do oxyflower sobre o crescimento microbiano in vitro (REIS et al., 2016), em casos de Fitofotodermatose (RODRIGUES; PERDONÁ; RODRIGUES, 2016), em um caso de Disfunção Têmporo-Mandibular e Cefaléia Crônica (CRUZ, 2016) e Dermatite Atópica (LIMEIRA JUNIOR et al., 2025). As essências florais presentes no Oxyflower® gel, colaboram energeticamente na ação do oxigênio celular, essencial à respiração. Os ganhos na função respiratória foram observados, o que contribuiu com a diminuição no número de internações hospitalares por infecções de repetição do trato respiratório.
Com relação ao floral frequencial Calmallis® (fitoquantic), já foi relatado ter relações diretas com o desenvolvimento do equilíbrio energético emocional, levando ao relaxamento, à calma e à serenidade, podendo até auxiliar no sono (ARNT, 2018; ARNT, R.; ARNT, PR, 2014). Em ambas as crianças houve melhora no sono e estado emocional, conforme o relato das mães e os dados coletados nos instrumentos de avaliação, corroborando a harmonização energética promovida pela essência floral. O floral Calmallis® também auxilia muito nas abordagens em que a serenidade, o relaxamento e a calma são essenciais (LIMEIRA JUNIOR, 2022). Isso foi amplamente observado pelas mães, no dia a dia com as crianças, e pelos profissionais de saúde, durante as sessões de atendimento na clínica.
A microcefalia associada à infecção pelo vírus Zika representou uma emergência de saúde pública no Brasil, tendo profundas implicações para o sistema de saúde. O surto ocorrido entre 2015 e 2016 evidenciou não apenas a necessidade de vigilância epidemiológica, mas também de uma rede multidisciplinar de cuidado para as crianças afetadas.
Do ponto de vista social, a microcefalia causada pelo Zika vírus reflete importantes determinantes sociais de saúde, como desigualdade socioeconômica e precariedade de saneamento, que potencializam a disseminação do Aedes aegypti e a vulnerabilidade gestacional (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2015). Além disso, as sequelas neurológicas dessas crianças — incluindo atraso no desenvolvimento motor, espasticidade, disfunções sensoriais e cognitivas — impõem demandas crônicas para serviços de reabilitação e para políticas públicas de longo prazo (COSTA, 2016; CÂMARA DOS DEPUTADOS, 2025).
Paralelamente às intervenções tradicionais, observa-se um crescente interesse pelas Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) como recurso terapêutico complementar. As PICS, reconhecidas pela Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, promovem o cuidado integral, valorizando aspectos energéticos, emocionais e vibracionais. Entre elas, os florais quânticos têm sido usados em alguns contextos clínicos com o objetivo de apoiar o bem-estar neurocomportamental (LIMEIRA JUNIOR et al., 2024).
No projeto multidisciplinar em que participei, voltado para o atendimento de crianças com microcefalia por Zika vírus, a introdução de florais frequenciais quânticos mostrou resultados expressivos. As famílias relataram melhorias como sono mais tranquilo, relaxamento, redução da rigidez muscular e das secreções respiratórias. As avaliações profissionais também identificaram uma diminuição da espasticidade, melhora das habilidades motoras e aumento da qualidade respiratória. Esses achados, embora preliminares, sugerem que os florais quânticos podem atuar como terapia complementar eficaz, ao lado da fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e outras intervenções convencionais.
A partir desses resultados promissores, torna-se evidente a necessidade de pesquisas mais robustas, incluindo ensaios clínicos bem controlados, para avaliar a eficácia e segurança dos florais quânticos na população com microcefalia. Além disso, há uma oportunidade para que os formuladores de políticas públicas considerem a inclusão dessas práticas integrativas nos programas de cuidado especializado para crianças com necessidades complexas.
A incorporação de terapias como os florais quânticos no sistema de saúde pública pode contribuir para uma abordagem mais humana, personalizada e sustentável, potencialmente reduzindo o estresse familiar, melhorando a qualidade de vida das crianças e otimizando os recursos do sistema. Em um país com desigualdades marcadas, a ampliação das PICS no cuidado à microcefalia pode representar um avanço significativo na construção de políticas sanitárias integrativas e inclusivas.
Vale salientar que ambas as crianças apresentaram redução do quadro de irritabilidade e do choro durante os atendimentos após o uso dos florais, passando a ser mais colaborativos com os profissionais que os atendiam, o que certamente concorreu para a observação de melhores resultados clínicos.
Diante do exposto, pode-se elencar como limitações do presente trabalho a escassez de estudos similares na literatura, tanto em nível nacional, como internacional, demonstrando o ineditismo desta abordagem, bem como o pequeno número de crianças e o tempo em que foram acompanhadas.
CONCLUSÃO
Através da presente abordagem preliminar de duas crianças com Microcefalia, conclui-se que é válido e animador o uso das essências vibracionais florais de ação quântica, em função da constatação da harmonização energética nas funções motora, respiratória e emocional, o que justifica um estudo mais aprofundado, sobre o tema, com maior número de crianças e tempo mais longo de acompanhamento.
REFERÊNCIAS
ARNT, R. Sistema Floral de Ação Quântica. 1. ed. Paraná, 2018.
ARNT, R.; ARNT, P. R. Vade Mecum das Essências Vibracionais: Um Guia Prático para o Uso dos Moduladores e Indutores Frequenciais. 2. ed. Paraná, 2014.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Protocolo de vigilância e resposta à ocorrência de microcefalia relacionada à infecção pelo vírus Zika. Brasília: Ministério da Saúde, 2015.
BRASIL. Ministério da Saúde. Práticas Integrativas e Complementares – PICS. Disponível em: http://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/p/pics. Acesso em: 15 mar. 2024.
CÂMARA DOS DEPUTADOS (Brasil). Audiência na Câmara discute cuidados com crianças que nasceram com microcefalia por causa do Zika vírus. Brasília, 20 maio 2025.
COSTA, A. M. A determinação social da microcefalia/Zika. Brasília: Ipea, 2016.
CRUZ, R. A. S. Uma visão holística na terapia da disfunção temporomandibular e cefaleia crônica, através dos conhecimentos da medicina tradicional chinesa e utilizando essências vibracionais quânticas. Revista Saúde Quântica, n. 9, p. 20-22, 2016.
FORMIGA, C. K. M. R.; PEDRAZZINI, E. S.; TUDELLA, E. Intervenção precoce com bebês de risco. São Paulo: Atheneu, 2010.
LIMEIRA JUNIOR, F. A. Modulação Energética do Corpo Humano. 1. ed. Paraná, 2022.
LIMEIRA JUNIOR, F. A. et al. Florais frequenciais quânticos na saúde humana: ciência ou apenas mística? Revista FT, v. 29, n. 140, p. 56-82, nov. 2024.
LIMEIRA JUNIOR, F. A. et al. Abordagem terapêutica integrativa da dermatite atópica com florais frequenciais quânticos: relato de caso clínico em idoso. Lumen et Virtus, v. 16, n. 54, p. e9960, 2025. DOI: 10.56238/levv16n54-062.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Protocolo de Atenção à Saúde e Resposta à Ocorrência de Microcefalia Relacionada à Infecção pelo Vírus Zika. Brasília: Ministério da Saúde, 2015. Disponível em: https://www.unasus.gov.br/noticia/ministerio-lanca-protocolo-de-atencao-saude-para-microcefalia.
NUNES, M. L. et al. Microcephaly and Zika virus: a clinical and epidemiological analysis of the current outbreak in Brazil. Jornal de Pediatria (Rio J), v. 92, n. 3, p. 230-240, 2016.
REIS, A. C. et al. Efeito de um frequencial floral como harmonizador energético do oxigênio celular envolvendo o crescimento microbiano. Revista Saúde Quântica, n. 9, p. 8-10, 2016.
RODRIGUES, S.; PERDONÁ, L. P.; RODRIGUES, M. M. P. Uso de terapias biofísicas frequenciais em fitofotodermatose. Revista Saúde Quântica, n. 9, p. 12-13, 2016.
1Doutor em Laserterapia, Terapeuta Vibracional Quântico e Professor Titular de Anatomia Humana do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Paraíba – UFPB
E-mail: professorlimeira@gmail.com
2Doutora em Ciências Odontológicas e Professora do Curso de Odontologia do Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ
3Mestre em Ciências Odontológicas e Professor do Curso de Odontologia do Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ
4Doutora em Modelos de Decisão e Saúde e Professora do Curso de Fisioterapia do Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ
5Doutora em Ciências da Nutrição e Professora do Curso de Fisioterapia do Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ
6Doutora em enfermagem e Professora do Curso de Fisioterapia do Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ
7Graduanda do Curso de Odontologia da
Universidade Federal da Paraíba (UFPB), João Pessoa – PB.
8Graduanda do Curso de Nutrição da
Universidade Federal da Paraíba (UFPB), João Pessoa – PB
9Mestre em Saúde da Criança e do Adolescente e Professora do Curso de Fisioterapia do Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ
