WOUND HEALING EFFECTS OF BRAZILIAN NATIVE MEDICINAL PLANTS: AN INTEGRATIVE REVIEW
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202601092358
Gabriel Leite Garcia1
Pedro Henrique de Morais Luvizotto2
Resumo
Estima-se a existência de aproximadamente 250.000 plantas superiores no Brasil, patrimônio de alto valor econômico-estratégico e de cujos conhecimentos são a base para o desenvolvimento de novos fármacos. Desse montante, surge o potencial cicatrizante de feridas apresentado por inúmeras delas ou seus extratos. Para esse trabalho, foi realizada revisão integrativa na literatura científica com o objetivo de sumarizar informações sobre plantas medicinais nativas brasileiras com efeito cicatrizante e aspectos de eficácia terapêutica pré-clínica, segurança e principais mecanismos relacionados. Utilizaram-se os descritores “Plantas Medicinais” e “Cicatrização de Feridas” e seus correspondentes em inglês, com o operador booleano “AND” nas bases eletrônicas PubMed e SciELO. De um total de 504 artigos, foram selecionados 11 artigos publicados nos últimos 20 anos sobre o tema e que abordassem plantas nativas. Os resultados mostraram que a forma de administração dos extratos vegetais mais comum foi tópica, com apenas um trabalho com administração via gavagem. Todos os trabalhos, em menor ou maior grau, demonstraram algum efeito positivo do composto vegetal utilizado no processo de reparo de feridas cutâneas. Não ficou claro nos textos qual metabólito secundário em específico foi responsável pelo efeito cicatrizante, mas sim um conjunto deles, interagindo entre si e com outras substâncias endógenas das espécies. Com isso, constatou-se a importância da utilização de plantas medicinais brasileiras como alternativa no tratamento de feridas, sugerindo-se novos estudos de comprovação clínica e segurança de fitoterápicos.
Palavras-chave: Cicatrização. Plantas Medicinais. Fitoterápicos.
Abstract
It is estimated that there are approximately 250,000 higher plants in Brazil, a heritage of high economic and strategic value, whose knowledge forms the basis for the development of new drugs. From this total arises the wound-healing potential presented by many of them or their extracts. For this study, an integrative review of the scientific literature was carried out with the objective of summarizing information on native Brazilian medicinal plants with wound-healing effects and aspects of preclinical therapeutic efficacy, safety, and main related mechanisms. The descriptors “Medicinal Plants” and “Wound Healing” and their corresponding terms in English were used, combined with the Boolean operator “AND,” in the electronic databases PubMed and SciELO. From a total of 504 articles, X articles published in the last 20 years on the subject and addressing native plants were selected. The results showed that the most common form of administration of plant extracts was topical, with only one study using administration via gavage. All studies, to a greater or lesser extent, demonstrated some positive effect of the plant compound used in the process of cutaneous wound repair. It was not clear in the texts which specific secondary metabolite was responsible for the wound-healing effect, but rather a set of them, interacting with each other and with other endogenous substances of the species. Thus, the importance of the use of Brazilian medicinal plants as an alternative in the treatment of wounds was established, suggesting further studies for clinical validation and safety of phytotherapeutics.
Keywords: Wound healing. Medicinal plants. Phytotherapeutics.
1 INTRODUÇÃO
No Brasil, estima-se a existência de 250.000 plantas superiores. Segundo Calixto (2003), o país detém 20% de todas as espécies do planeta, possuindo a maior biodiversidade do mundo, ora patrimônio genético de alto valor econômico-estratégico onde reside significativo potencial para o desenvolvimento de novos fármacos.
Aproximadamente 80% da população dos países subdesenvolvidos e em desenvolvimento dependem da medicina caseira e utilizam vegetais para tratamentos primários de saúde. Estima-se que somente 5% a 15% do total de espécies vegetais brasileiras foram investigadas, o que revela enorme potencial químico adormecido e fonte quase inexplorada de produtos naturais bioativos, incluindo matérias-primas para o desenvolvimento de novas drogas (BRAZ FILHO, 2010). Embora boa parte das plantas medicinais ainda não tenha sido estudada, um terço dos medicamentos mais prescritos e vendidos no mundo foi obtido a partir de produtos naturais. Em se tratando de medicamentos anticancerígenos e antibióticos, esse percentual chega a 70% (CRAGG et al., 1997; GRAGG e NEWMANN, 1999).
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), fitomedicamentos são substâncias ativas presente em plantas ou em suas partes, na forma de extrato total ou processado (CALIXTO, 2000). Esses medicamentos, também conhecidos como fitoterápicos, consistem em preparações contendo extrato padronizado de uma ou mais plantas, atualmente comercializados tanto em países pobres quanto em ricos. No Brasil, o registro e comercialização desses medicamentos são regulados pela resolução RDC n° 10 de 24 de fevereiro de 2002 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) (CALIXTO, 2003). Estima-se que os custos para o desenvolvimento de um novo fitoterápico não ultrapassam 2 a 3% do valor previsto para o desenvolvimento de um novo medicamento sintético (CALIXTO, 2003), reforçando a propícia vantagem econômica do progresso dos estudos em plantas medicinais.
O Ministério da Saúde brasileiro tem estimulado a inserção de práticas terapêuticas complementares aos tratamentos convencionais das doenças. Destacam-se a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (BRASIL, 2006a) e a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (BRASIL, 2006b), cujos objetivos são incentivar a introdução das plantas medicinais no cuidado em saúde, de forma segura e eficaz.
Em 2009, o mesmo órgão publicou a Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao Sistema Único de Saúde (BRASIL, 2009), com 71 plantas medicinais que devem ser objeto de pesquisa e implementação dos setores e serviços de saúde brasileiros (PIRIZ et al., 2014). Em 2010 tornou-se pública a resolução RDC n° 10, de 09 de março de 2010, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) (BRASIL, 2010a) que dispõe sobre a notificação de drogas vegetais e traz uma lista com 66 plantas medicinais que podem ser utilizadas e disponibilizadas pelos serviços de saúde, dentre as quais oito são indicadas para a cicatrização de feridas (PIRIZ et al., 2014). Assim, plantas com ação cicatrizante, como Schinus terebinthifolius Raddi (aroeira-vermelha), já são distribuídas pelo SUS como fitoterápico, fazendo parte da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) (BRASIL, 2010b).
Nesse contexto, inserem-se plantas medicinais nativas brasileiras e o potencial cicatrizante de feridas apresentado por inúmeras delas ou seus extratos. Em muitas localidades brasileiras, especialmente zonas rurais, a distribuição de medicamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é irregular e não existem farmácias comerciais, colocando o conhecimento e utilização de plantas medicinais muitas vezes como a única opção para o tratamento de enfermidades, sendo o pantanal mato-grossense um exemplo. Assim, a ação de metabólitos secundários de plantas no processo cicatricial humano é de grande interesse. Diversas plantas e extratos de uso popular consagrado são utilizadas para o tratamento de feridas. Por sua vez, estudos comprovam a eficácia e segurança desses produtos em modelos animais.
Várias são as plantas exploradas pela indústria farmacêutica para fins medicinais. Exemplo disso é o extrato de Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville (conhecido popularmente como Barbatimão). Tradicionalmente usado na cicatrização de ferimentos em animais, seu extrato é rico em taninos condensados, ativos no processo de cicatrização cutânea e na atualidade é comercializado em forma de pomada a partir de extrato de sua casca (FITOSCAR®/APESEN) (Passaretti et al, 2016). Outro fitoterápico de destaque utilizado para afecções inflamatórias é o extrato de Cordia verbenacea DC. (conhecida popularmente como erva baleeira), de ampla distribuição desde a bacia amazônica até o Rio Grande do Sul e comercializada em forma de spray para aplicação tópica (ACHEFLAN®/ACHÉ) (MATIAS et al., 2010).
Apesar de já existirem medicamentos fitoterápicos disponíveis no mercado brasileiro, a complexidade do processo de cicatrização abre inúmeras possibilidades para intervenções medicamentosas utilizando plantas medicinais. A cicatrização é processo complexo e com grande quantidade de mediadores químicos e transformações celulares e teciduais.
O processo de cicatrização de feridas ocorre basicamente em três fases: inflamação, formação de tecido de granulação com deposição de matriz extracelular e remodelação, etapas não mutuamente excludentes, mas sim sobrepostas no tempo. Assim, as características assumidas pela lesão resultam da sucessão de eventos celulares e teciduais, cuja dinâmica decorre da ativação celular por mediadores químicos (BALBINO et al., 2005). As lesões de pele geralmente cursam com alterações nas células endoteliais, rompimento de vasos sanguíneos e extravasamento de sangue para o interstício. Dessa forma, o objetivo do trabalho foi realizar busca sistematizada na literatura científica com o objetivo de sumarizar informações sobre plantas medicinais nativas brasileiras com efeito cicatrizante e aspectos de eficácia terapêutica pré-clínica, segurança e principais mecanismos relacionados.
2 METODOLOGIA
O estudo trata-se de um levantamento de dados secundários, por meio de uma revisão da literatura de estudos publicados nos últimos 20 anos. As buscas foram realizadas nas bases de dados SciELO e PubMed, utilizando os descritores “Plantas medicinais” e “Cicatrização de feridas” e seus equivalentes em inglês “Medicinal plants” e “Wound healing”, conforme os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS).
Foram incluídos, após leitura de títulos e resumos, ensaios pré-clínicos e clínicos que apresentaram relevância à proposta desta revisão e estivessem redigidos em língua portuguesa e inglesa. Para a inclusão de plantas nativas brasileiras e exclusão das exóticas, foi utilizado o Programa REFLORA/CNPq (Sistema Flora do Brasil 2020) (UFRJ). Trabalhos de teses, revisões ou dissertações foram excluídos da pesquisa. Artigos clássicos, mesmo que extrapolassem o período proposto, foram incluídos. Artigos que não abordassem nenhum aspecto comum a efeito cicatrizante de plantas medicinais nativas brasileiras, eficácia terapêutica ou segurança ou que foram publicados aquém ou além do período proposto, assim como textos duplicados, também foram excluídos.
3 DISCUSSÃO
Analisando-se os dados encontrados, pode-se inferir que todos os trabalhos publicados nas bases de dados pesquisadas nos últimos 20 anos foram de caráter experimental (pré-clínico), a maioria por meio de modelo animal com ratos da linhagem Wistar. O modo de aplicação dos extratos vegetais foi tópico na maioria dos estudos encontrados, sendo que em apenas um trabalho (YASOJIMA et al., 2015) administrou-se o extrato via gavagem. Quanto ao período de publicação, destaca-se o ano de 2016, com três artigos encontrados.
Apenas um estudo executou estudo de segurança e toxicidade aguda do extrato vegetal. Em trabalho de Tresvenzol et al. (2013), nenhuma morte ou sinal de toxicidade foram registrados durante o experimento com Memora nodosa (Silva Manso) Miers e a necropsia dos animais não evidenciou nenhuma alteração macroscópica. Na histologia não se encontrou alterações nos órgãos dos ratos e camundongos tratados com extratos etanólicos de folhas e raízes na dose de 2000 mg/Kg e nos ratos tratados com a dose de 5000 mg/Kg, em relação ao grupo controle. Camundongos apresentaram degeneração hidrópica acentuada e foco inflamatório moderado com predomínio de polimorfonucleares no fígado na dose de 5000 mg/Kg de extrato etanólico bruto das folhas de Memora nodosa (Silva Manso) Miers. Já os camundongos tratados com extrato etanólico bruto das raízes na mesma dose apresentaram apenas focos inflamatórios hepáticos discretos. Nenhuma alteração histológica renal ou esplênica foram identificadas em ambos os grupos.
A família de plantas mais estudada foi Fabaceae, com quatro trabalhos encontrados.
Oliveira et al. (2010) submeteu caprinos a modelo de feridas excisionais e tratou-os com pomada à base de pó de casca de Caesalpinia férrea Mart. Ex Tul (popularmente conhecida com Jucá), da família Fabaceae. Árvore leguminosa nativa do Brasil, o Jucá distribui-se pela região Norte e Nordeste (BRAGANÇA, 1996; LORENZI, 2002). Seu uso na medicina popular não se restringe à cicatrização de feridas, com aplicabilidade em afecções bronco-pulmonares, diabetes, distúrbios gastrointestinais e dor (BALBACH, 1972; BRAGANÇA, 1996; HASHIMOTO, 1996; NAKAMURA, 2002; FRASSON et al., 2003; GOMES, 2003). A análise histológica das feridas revelou completa reepitelização das feridas tratadas com a pomada no vigésimo primeiro dia de experimento, enquanto as feridas do grupo controle ainda se encontravam em resolução do processo cicatricial. Esse fenômeno pode ser explicado pela alta concentração de taninos na casca do Jucá (GONZALEZ et al., 2004). Os taninos precipitam as proteínas dos tecidos lesados, formando um revestimento protetor que favorece a sua reparação (JORGE NETO et al., 1996), diminuindo a permeabilidade e exsudação da ferida (BROWN e DATTNER, 1998; BEDI e SHENEFELT, 2002).
Outra representante da família Fabaceae, Copaifera multijuga Hayne (conhecida popularmente como Copaibeira), também é uma árvore leguminosa de cujos troncos se extrai um óleo resina ou bálsamo, utilizado desde o século XVI para usos medicinais. Seus efeitos devem-se à presença de diterpenos e sesquiterpenos (PIERI et al., 2010), como o ácido copálico e os sesquiterpenos β-cariofileno e o α-copaeno (MENDONÇA e ONOFRE, 2009). Estudo de Martini et al. (2016) constatou influência positiva no processo de cicatrização de feridas em ratos Wistar, com aumento no número de fibras colágenas e elásticas e fechamento da ferida mais rápido a partir do décimo quarto dia de experimento em relação ao grupo controle.
Copaifera officinalis (Jacq.) L. (óleo de Copaíba) foi administrado via gavagem a ratos Wistar em modelo de reparo de hérnias abdominais. Observou-se aumento do número de gigantócitos no grupo teste com melhora da resposta inflamatória sem interferência, entretanto, no número de fibras colágenas (YASOJIMA et al., 2015).
Cenostigma macrophyllum Tul. (popularmente conhecido como Caneleiro) é encontrado em todo o Brasil, exceto na região Sul. Rico em flavanoides e compostos relacionados à biossíntese tais como retinoides e isoflavanoides, compostos que desempenham papel importante na cicatrização de feridas (Sousa et al., 2007). Estudo de Coelho et al. (2013) mostrou redução da porcentagem de células inflamatórias e aumento do número de fibroblastos em feridas tratados com solução óleo-água de Cenostigma macrophyllum Tul.
Tratando-se de outras famílias, ganha destaque no estudo de plantas com atividade cicatrizante Caryocar brasiliense Cambess. (conhecido popularmente como Pequi), com forte potencial para exploração sustentada. Pertencente à família Caryocaraceae, o Pequi distrbui-se por todo o bioma Cerrado. Foram identificados carotenoides no pequi Caryocar brasiliense Cambess. (AZEVEDO-MELEIRO e RODRIGUEZ-AMAYA, 2004). Estes metabólitos conferem proteção à pele impedindo a lipoperoxidação, evitando desta maneira a formação de radicais livres e consequentemente retardando envelhecimento cutâneo. Estudo de Bezerra et al. (2015) tratou ratos Wistar com aplicação tópica de óleo de Pequi. A análise histológica observou que o grupo tratado com o óleo apresentou maior velocidade do reparo tecidual com redução de células inflamatórias em comparação ao grupo controle.
Dessa forma, um total de 11 estudos experimentais com plantas nativas brasileiras foram encontrados. Todos os trabalhos, em menor ou maior grau, demostraram algum efeito positivo do composto vegetal utilizado no processo de reparo de feridas cutâneas.
4 CONCLUSÃO
O uso popular, e mesmo tradicional, não são suficientes para validar as plantas medicinais como medicamentos eficazes e seguros. Assim, é importante realizar estudos farmacológicos e toxicológicos que comprovem ou não sua eficácia e avaliem sua segurança. Nessa revisão não foram encontrados estudos clínicos com plantas nativas, o que indica que se faz necessário a implementação desses estudos para fins de comprovação de eficácia e segurança, aumentando a credibilidade para a prescrição dos fitoterápicos, já consagrados na medicina tradicional. Apesar da enorme biodiversidade brasileira, do conhecimento tradicional da nossa população e do uso empírico frequente das plantas medicinais nativas brasileiras, existe uma enorme lacuna entre os conhecimentos científicos e a aplicabilidade da nossa rica flora medicinal. Desta forma conclui-se a necessidade do desenvolvimento de estudos para comprovação clínica, segurança e custo-efetividade do uso de plantas medicinais nativas brasileiras com potencial cicatrizante de feridas.
REFERÊNCIAS
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1 Programa de Pré-Requisito em Área Cirúrgica Básica, Hospital Municipal Prof. Dr. Alípio Corrêa Netto, São Paulo-SP
2 Residente de Cardiologia, Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, São Paulo-SP
