EDUCAÇÃO PERMANENTE EM PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA NA ATENÇÃO PRIMÁRIA DE ANÁPOLIS: RELATO DE EXPERIÊNCIA

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ma10202601031056


Catarina Mendes dos Santos
Patrícia Dias do Prado
Orientador: Matheus Bernardes Souza


Resumo 

Introdução: A parada cardiorrespiratória (PCR) representa uma emergência cardiovascular de alta prevalência e mortalidade, sendo o atendimento extra-hospitalar um desafio crítico para a saúde pública. O sucesso da ressuscitação cardiopulmonar depende do reconhecimento precoce, do acionamento imediato do serviço de emergência e da prática qualificada das equipes de saúde. Objetivo: Relatar a experiência de uma capacitação em Suporte Básico de Vida (SBV) destinada a uma equipe multidisciplinar da Atenção Primária à Saúde (APS) em Anápolis, Goiás. Metodologia: Trata-se de um projeto de intervenção realizado na Unidade de Saúde da Família Jardim Alexandrina, envolvendo palestras teórico-práticas e simulações com profissionais de diversas categorias, como médicos, enfermeiros, técnicos e agentes comunitários. Resultados: A capacitação atingiu profissionais que, em parte, nunca haviam recebido treinamento formal em SBV, resultando em melhora na compreensão sobre a identificação da PCR e na segurança para a execução de compressões torácicas. Observou-se que a metodologia de simulação foi fundamental para a fixação do conteúdo e para o fortalecimento do trabalho em equipe. Considerações Finais: A experiência reafirma a necessidade de educação permanente na APS, recomendando-se retreinamentos anuais para evitar o declínio das habilidades técnicas e garantir um atendimento ágil e seguro às vítimas de PCR. 

Palavras-chave: Parada Cardiorrespiratória; Atenção Primária à Saúde; Capacitação em Saúde; Suporte Básico de Vida. 

Abstract 

Introduction: Cardiopulmonary arrest (CPA) is a cardiovascular emergency with high prevalence and mortality, making out-of-hospital care a critical public health challenge. The success of cardiopulmonary resuscitation depends on early recognition, immediate activation of emergency services, and the qualified practice of healthcare teams. Objective: To report the experience of a Basic Life Support (BLS) training session for a multidisciplinary Primary Health Care (PHC) team in Anápolis, Goiás. Methodology: This is an intervention project carried out at the Jardim Alexandrina Family Health Unit, involving theoretical-practical lectures and simulations with professionals from various categories, including doctors, nurses, technicians, and community health agents. Results: The training reached professionals who, in part, had never received formal BLS training, resulting in improved understanding of CPA identification and increased confidence in performing chest compressions. It was observed that the simulation methodology was fundamental for content retention and for strengthening teamwork. Conclusion: The experience reaffirms the importance of continuing education in PHC, recommending annual retraining to prevent the decline of technical skills and ensure agile and safe care for CPA victims. 

Keywords: Heart Arrest; Primary Health Care; Health Training; Basic Life Support. 

1. Introdução 

A parada cardiorrespiratória (PCR) ocorre quando há interrupção da atividade cardíaca mecânica, resultando na ausência de sinais de circulação e respiração¹. Outrossim, a atualização de 2019 da diretriz de Ressuscitação Cardiopulmonar incorporou um novo conceito como ausência de pulso carotídeo ou presença de gasping².  

A PCR permanece como uma das emergências cardiovasculares de grande prevalência no Brasil e no mundo, e com morbidade e mortalidade elevadas. Principalmente quando falamos sobre o atendimento extra-hospitalar que constitui um desafio crítico de saúde pública, caracterizando-se por taxas de sobrevivência extremamente baixas, em torno de 10%³. Essa realidade evidencia a urgência de aprimorar os desfechos clínicos, enfatizando a qualidade do atendimento imediato prestado pelas pessoas presentes no local do evento. 

A criação de protocolos e algoritmos internacionais permitiu a padronização e a organização da assistência médica. O reconhecimento precoce das causas desencadeantes, orientando a intervenção para cada cenário clínico, com ênfase nos cuidados após o retorno à circulação espontânea, trouxe melhorias nos resultados, contribuído ao prognóstico dos pacientes².  

Logo, Suporte Básico de Vida (SBV), ou Basic Life Support (BLS) formulado pela American Heart Association (AHA), refere‑se ao conjunto de intervenções imediatas destinadas a reconhecer e responder a emergências que ameaçam a vida, como parada cardiorrespiratória, até que cuidados mais avançados estejam disponíveis. As diretrizes atuais da AHA destacam que o SBV inclui tarefas fundamentais como o reconhecimento precoce da parada, ativação do sistema de resposta de emergência, realização de ressuscitação cardiopulmonar de alta qualidade e uso precoce de um desfibrilador externo automático (DEA)⁴.  

Especificamente, o curso BLS é projetado para treinar profissionais de saúde, leigos e outros socorristas a identificar emergências potencialmente fatais precocemente e aplicar ações em ambientes pré‑hospitalares e hospitalares⁴. 

O êxito da Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) depende de uma sequência lógica e fundamentada de condutas que melhoram as taxas de reversibilidade do processo inicial que desencadeou o evento. Neste contexto, um algoritmo é formado pela cadeia de elos de sobrevivência, no qual os 3 primeiros são de interesse da APS, respectivamente: Vigilância e prevenção;  Reconhecimento e acionamento do serviço médico de emergência; RCP imediata de alta qualidade².  

Do mesmo modo, deve-se atentar aos pontos essenciais no atendimento ao paciente. O sucesso da RCP depende do seu rápido reconhecimento, seguido de atendimento imediato, assim como da capacitação e prática do algoritmo pela equipe de saúde. Além do mais, o feedback entre os participantes durante os treinamentos e ao longo da assistência a parada é essencial para aumentar as chances de sucesso e facilitar a identificação de erros².  

Assim como a capacitação inicial da equipe de saúde no algoritmo de Ressuscitação Cardiopulmonar é fundamental para a prestação de um atendimento eficaz, a manutenção das competências adquiridas depende de retreinamentos periódicos. 

Estudos mostram que as habilidades e conhecimentos em RCP tendem a se perder de forma significativa ao longo do tempo após o treinamento inicial, com declínio observável entre 3 e 12 meses após a capacitação, mesmo quando realizada por e para profissionais de saúde, o que pode comprometer a qualidade da assistência prestada à vítima⁵.  

Assim, a Sociedade brasileira de cardiologia(2) recomenda, portanto, que a reciclagem das habilidades de suporte básico e avançado de vida ocorra de forma periódica, tradicionalmente com intervalos de 1 a 2 anos, como forma de reduzir a perda de proficiência e manter práticas alinhadas às melhores evidências disponíveis⁶.  

A escolha de métodos de treinamento eficazes é crucial para o sucesso da capacitação. O uso de simuladores e a combinação de teoria e prática se mostraram abordagens satisfatórias para o ensino e aprendizado de habilidades em emergência médica⁷. Além disso, estudos educacionais e recomendações internacionais sugerem que intervalos mais frequentes de atualização e prática deliberada podem levar a melhor retenção de habilidades, com propostas de retreinamento em intervalos menores, especialmente para profissionais que não aplicam essas práticas com frequência clínica regular⁸.  

Ademais, alguns estudos relataram que uma intervenção baseada em simulação ofereceu uma possibilidade avaliada positivamente para aprimorar as habilidades no reconhecimento e manejo de emergências⁹. 

Assim como enfatizaram a importância do reforço para atingir habilidades adequadas em RCP e manter a competência contínua na técnica. Para tal fim é pertinente novos treinamentos e atualizações da equipe devido a implementação das revisões periódicas das diretrizes para SBV¹⁰. 

2. Objetivo 

Dessa forma, este trabalho busca relatar uma experiência de capacitação e treinamento da equipe de saúde da Atenção Primária, fundamentada em diretrizes atualizadas e alinhadas às necessidades reais da prática profissional. 

3. Metodologia 

3.1 Projeto de intervenção 

Trata-se de um projeto de intervenção que tem como objetivo capacitar a equipe de profissionais da Unidade Básica de Saúde em Suporte Básico de Vida (SBV) diante de situações de parada cardiorrespiratória, por meio de palestras teórico-práticas, simulações sem manequins e disponibilizando eletronicamente materiais de apoio contendo fluxogramas do protocolo atualizado de SBV¹¹. 

3.2 Considerações éticas 

Foi esclarecido que o projeto de intervenção não apresenta riscos nem custos aos participantes, sendo opcional a participação nos treinamentos e o uso dos materiais de apoio; no entanto, destacou-se que seria de grande importância que todos os profissionais da equipe participassem, a fim de fortalecer as competências em Suporte Básico de Vida de forma integrada. 

3.3 Local do projeto de intervenção 

O projeto foi realizado na própria Unidade Básica de Saúde (UBS), a USF Jardim Alexandrina, utilizando salas de treinamento e equipamentos de simulação para atividades teórico-práticas, além da distribuição de cartilhas e fluxogramas de SBV para consulta da equipe. 

3.4 Público-alvo 

Esta intervenção foi direcionada à equipe de profissionais da APS, incluindo médicos, enfermeiros, técnicos e agentes comunitários de saúde, com foco no aprimoramento das competências em identificação e manejo de situações de emergência cardiovascular. 

4. Resultados 

A atividade de capacitação em SBV foi realizada na própria UBS, no Auditório da unidade, onde havia um espaço seguro e adequado e durante o expediente de trabalho para que todos pudessem participar. Envolveu a equipe de profissionais da APS, incluindo médicos, enfermeiros, técnicos, odontólogos, auxiliares de saúde bucal e agentes comunitários de saúde divididos em 2 grupos com 10 pessoas presentes em cada. A intervenção ocorreu por meio de uma palestra teórico-prática, com foco no reconhecimento precoce da parada cardiorrespiratória (PCR) e na execução correta das etapas do protocolo de SBV¹¹. 

Inicialmente, foi apresentada uma exposição teórica contendo informações essenciais sobre identificação da PCR, acionamento do serviço de emergência e sequência das compressões torácicas. Em seguida, realizou-se a demonstração prática das manobras, o que permitiu aos profissionais visualizar e praticar as etapas do atendimento em situações simuladas. 

A participação da equipe foi considerada satisfatória, com boa adesão e demonstração de interesse durante toda a atividade. Observou-se que alguns profissionais nunca haviam recebido treinamento formal em SBV, reforçando a necessidade de capacitações periódicas dentro da Atenção Primária à Saúde. 

Após a atividade, verificou-se melhora na compreensão da equipe quanto à identificação da PCR, à sequência correta de ações e à importância de iniciar imediatamente as compressões torácicas. 

A capacitação possibilitou ainda o fortalecimento do trabalho em equipe dentro da UBS, valorizando o papel da Atenção Primária na prevenção de eventos críticos e no preparo da equipe para situações emergenciais. 

Para melhor compreensão do processo de capacitação criou-se uma tabela(1) que resume o fluxo completo, da preparação até o acompanhamento pós-treinamento.

Etapa Objetivo Atividades realizadas Ferramentas Resultado esperado 
Planejamento Definir metas e público-alvo  Levantamento de necessidades, cronograma (conteúdo, carga horária e instrutores) Reuniões com equipe multiprofissional e preceptoria da Residência em Medicina de família e Comunidade Capacitação alinhada às necessidades da equipe 
Teoria Ensinar fundamentos do SBV Aula expositiva, Leitura individual Apresentação oral, manuais enviados eletronicamente em formato PDF. Conhecimento teórico sobre PCR e práticas de SBV 
Prática Treinar habilidades manuais Treinamento com simulações de cenários Kits de simulação Aprendizado prático de procedimentos de SBV 
Avaliação Verificar aprendizado Testes práticos em grupo Observação direta Identificação de lacunas e competências adquiridas 
Feedback e acompanhamento Melhorar performance contínua Discussão em grupo, revisões periódicas Relatórios, reuniões, feedbacks individuais e coletivos ao instrutor da atividade Ajustes para consolidar habilidades SBV na equipe, reciclagem periódica.  

5. Discussão 

A capacitação demonstrou impacto positivo na compreensão e na segurança da equipe de profissionais da APS para agir diante de uma parada cardiorrespiratória. 

Antes da intervenção, parte significativa da equipe relatava desconhecimento sobre as etapas do SBV, dificuldade em reconhecer sinais de PCR e insegurança para iniciar as compressões torácicas. 

A ação educativa mostrou-se eficaz ao promover melhora imediata na compreensão dos profissionais, especialmente em relação ao reconhecimento da ausência de resposta, à checagem rápida da respiração e à necessidade de acionamento precoce do serviço de emergência. A parte prática da capacitação, realizada com simulações, teve papel fundamental na fixação do conteúdo, combinar o uso de simuladores com a teoria aplicada à prática tem se revelado uma estratégia eficiente para o ensino de habilidades em situações de emergência⁷. 

Outro aspecto relevante foi a participação voluntária e engajada de todos os profissionais da UBS, evidenciando a importância do interesse e do comprometimento da equipe para a implementação de protocolos de emergência. Esse fato demonstra o papel estratégico da Atenção Primária na capacitação contínua de seus profissionais, fortalecendo o trabalho em equipe e aumentando a prontidão frente a situações críticas. Inserir treinamentos de SBV no cotidiano da APS contribui para equipes mais preparadas e capazes de agir prontamente até a chegada de suporte avançado¹². 

Apesar dos resultados positivos, a atividade apresenta limitações inerentes ao formato de relato de experiência, como o número reduzido de participantes, indisponibilidade de manequins para treinamento, ausência de avaliação longitudinal e falta de mensuração formal do desempenho prático pós-intervenção. 

Ainda assim, os achados reforçam que ações educativas simples, de baixo custo e adaptadas ao contexto local podem gerar impacto significativo na capacidade de resposta da equipe de saúde frente a emergências. 

6. Considerações Finais 

Em síntese, a capacitação realizada reafirma a importância da educação em SBV para profissionais da Atenção Primária, evidenciando que intervenções deste tipo contribuem para melhorar o reconhecimento da PCR, agilizar o início das compressões torácicas e aumentar a segurança da equipe durante o atendimento emergencial. Recomenda-se que estratégias semelhantes sejam incorporadas anualmente na UBS, como recomendado pela SBC, fortalecendo a competência da equipe e a cultura de prevenção e cuidado dentro da APS². 

7. Referências 

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