FOOD EDUCATION AND SCHOOL DEVELOPMENT: AN ANALYSIS OF FNE AND STUDENTS’ ACADEMIC PERFORMANCE
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cs10202510212221
Taís Viana da Silva1
Francisca Marta Nascimento de Oliveira Freitas2
Rosimar Honorato Lobo3
RESUMO
Este estudo teve como objetivo geral analisar como a Educação Alimentar e Nutricional (EAN) influencia o rendimento escolar, relacionando hábitos saudáveis ao desenvolvimento cognitivo e acadêmico, além de reforçar sua importância como prática pedagógica e de promoção da saúde no ambiente escolar. O estudo foi desenvolvido com abordagem qualitativa, de caráter bibliográfico e exploratório, contemplando revisão de literatura. O referencial teórico aborda conceitos de nutrição escolar, políticas públicas de alimentação e a importância da EAN no ambiente escolar. Os resultados esperados incluem a identificação de evidências que comprovem a relação entre a alimentação saudável e o desempenho escolar, contribuindo para o fortalecimento de estratégias pedagógicas e políticas públicas que favoreçam o desenvolvimento integral do estudante.
Palavras-chave: Educação Alimentar e Nutricional; Rendimento Escolar; Ensino Básico; Políticas Públicas; Desenvolvimento Infantil.
ABSTRACT
This study aimed to analyze how Food and Nutrition Education (FNE) influences academic performance, linking healthy habits to cognitive and academic development, while also highlighting its importance as a pedagogical practice and a health promotion strategy within the school environment. The study was conducted using a qualitative approach with a bibliographic and exploratory nature, encompassing a literature review. The theoretical framework addresses concepts of school nutrition, public food policies, and the importance of FNE in the school setting. The expected results include identifying evidence that demonstrates the relationship between healthy eating and academic performance, contributing to the strengthening of pedagogical strategies and public policies that support the holistic development of students.
Keywords: Food and Nutrition Education; Academic Performance; Basic Education; Public Policies; Child Development.
1. INTRODUÇÃO
A alimentação equilibrada é essencial para o desenvolvimento integral, abrangendo aspectos físicos, cognitivos e emocionais em crianças e adolescentes. A escola, enquanto ambiente propício à formação holística, desempenha um papel estratégico na promoção de hábitos alimentares saudáveis, configurando-se como um espaço adequado para o fortalecimento de conhecimentos e práticas que favoreçam o bem-estar coletivo e individual. Nesse sentido, a Educação Alimentar e Nutricional (EAN) emerge como uma ferramenta importante para formar cidadãos críticos, conscientes e aptos a realizar escolhas alimentares corretas e sustentáveis (Fao, 2019; Jaime; Molina, 2016).
Nas últimas décadas, o Brasil avançou significativamente com a implementação e consolidação de políticas públicas voltadas à alimentação escolar, destacando-se a Política Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e o Programa Saúde na Escola (PSE). Essas políticas reconhecem a relevância da Educação Alimentar e Nutricional (EAN) como estratégia para combater diferentes formas de inadequação alimentar, como obesidade, desnutrição e deficiências nutricionais específicas (Brasil, 2021; Momteiro; Cannon, 2012).
Apesar dos progressos institucionais, a inserção efetiva da EAN no contexto escolar ainda enfrenta obstáculos importantes, entre eles a falta de capacitação adequada dos profissionais da educação, a escassez de materiais didáticos especializados, a necessidade de integração com o currículo escolar e a ausência de uma cultura alimentar que valorize o ato de alimentar-se como uma prática educativa, social e cultural (Jaime; Molina, 2016; Fao, 2019).
A escola, como espaço privilegiado de formação, tem a tarefa de ampliar seu compromisso com a saúde e a qualidade de vida dos estudantes, atuando não apenas na transmissão de conhecimentos acadêmicos, mas também na formação de valores, atitudes e comportamentos.
Além disso, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento normativo que rege a educação básica no Brasil, enfatiza a importância da abordagem multidisciplinar da alimentação, sobretudo nos componentes curriculares de Ciências, Geografia e Educação Física, o que reitera a relevância de estudos voltados à inserção da EAN nas escolas (Brasil, 2017).
A escolha do tema “Educação Alimentar e Desenvolvimento Escolar: uma análise sobre a EAN e o rendimento escolar dos alunos” parte da constatação de que a alimentação adequada é um fator determinante para o bom desempenho cognitivo e acadêmico dos estudantes. Em um país marcado por desigualdades sociais e nutricionais, como o Brasil, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, o ambiente escolar se apresenta como um espaço privilegiado para a promoção de hábitos saudáveis. A relevância social, educacional e científica desta pesquisa reside justamente na necessidade de compreender como a EAN pode contribuir para a melhoria do rendimento escolar dos alunos da educação básica, promovendo não apenas a saúde, mas também o aprendizado e o desenvolvimento integral (Menezes et al., 2022).
Embora haja iniciativas governamentais como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), ainda se observam lacunas quanto à efetiva inserção da EAN no currículo escolar e à formação de profissionais capacitados para integrar nutrição e pedagogia de forma interdisciplinar. Isso compromete a qualidade das ações educativas e limita seu potencial transformador. A presente pesquisa busca, portanto, destacar a importância de uma EAN crítica e emancipatória, que vá além das práticas informativas e promova a construção de saberes contextualizados à realidade dos estudantes (Santos; Lopes, 2019).
Do ponto de vista acadêmico, a investigação se justifica pela escassez de estudos que abordem a EAN como instrumento pedagógico com impacto direto no rendimento escolar. A maioria dos trabalhos se concentra nos aspectos clínicos da nutrição ou nas políticas alimentares de forma geral, negligenciando a dimensão educativa e seus efeitos sobre a aprendizagem. Nesse sentido, este projeto busca preencher uma lacuna na literatura, contribuindo para ampliar o debate e fomentar pesquisas futuras que articulem saúde e educação de forma mais consistente (Menezes et al., 2022).
O presente estudo tem como objetivo geral analisar a relação entre a Educação Alimentar e Nutricional (EAN) e o rendimento escolar de alunos da educação básica, evidenciando como práticas alimentares saudáveis podem favorecer o desenvolvimento cognitivo e acadêmico. Para alcançar esse propósito, estabelecem-se como objetivos específicos: identificar, na literatura científica, os principais impactos da alimentação equilibrada no desempenho escolar; discutir o papel da escola como espaço estratégico de promoção da EAN; examinar as políticas públicas que sustentam a alimentação escolar no Brasil, como o PNAE e o PSE; e apontar os desafios e possibilidades de integrar a EAN ao currículo escolar de forma crítica, interdisciplinar e emancipatória.
2. METODOLOGIA
2.1 Tipo de estudo
A presente pesquisa foi desenvolvida sob uma abordagem qualitativa de natureza bibliográfica e caráter exploratório, visando compreender a relação entre a Educação Alimentar e Nutricional (EAN) e o rendimento escolar de alunos do ensino básico. Conforme Gil (2017), a pesquisa qualitativa “não se preocupa com representatividade numérica, mas sim com a profundidade da compreensão de fenômenos sociais a partir da análise de discursos, experiências e contextos” (p. 45). Dessa forma, o estudo buscará interpretar as contribuições da EAN na formação escolar dos estudantes, especialmente no que tange ao desenvolvimento cognitivo, desempenho acadêmico e formação de hábitos alimentares saudáveis, com base em fontes teóricas e documentos oficiais.
2.2 Coleta de dados
A coleta de dados constitui uma etapa fundamental para o desenvolvimento da pesquisa, pois é por meio dela que se obtêm as informações necessárias para responder aos objetivos propostos. Neste estudo, optou-se por utilizar métodos específicos que garantem a obtenção de dados relevantes e confiáveis para a análise.
Os instrumentos de coleta foram elaborados com base em uma revisão bibliográfica criteriosa e em modelos já utilizados em pesquisas similares, a fim de assegurar sua validade e adequação ao contexto investigado.
Por fim, os dados coletados foram organizados sistematicamente e preparados para a análise, garantindo a integridade e a confiabilidade das informações que servirão de base para a interpretação dos resultados da pesquisa.
Para o levantamento bibliográfico deste estudo, foram utilizados diferentes bancos de dados e plataformas de pesquisa acadêmica, com o objetivo de garantir a abrangência e a confiabilidade das informações coletadas. As principais fontes consultadas incluíram o Google Acadêmico, a SciELO (Scientific Electronic Library Online), o Periódicos CAPES, o PubMed, e o ResearchGate, que reúnem artigos científicos, dissertações, teses e relatórios técnicos de acesso nacional e internacional. Esses portais foram escolhidos pela sua relevância na disseminação de conhecimento científico e pela disponibilidade de materiais revisados por pares, especialmente nas áreas da Educação, Nutrição e Saúde Pública. A busca priorizou publicações recentes, de 2012 a 2024, com foco em estudos que abordassem a relação entre Educação Alimentar e Nutricional (EAN), desempenho escolar e políticas públicas de alimentação no contexto da educação básica.
2.3 Análise de dados
A análise dos dados foi feita por meio da técnica de análise de conteúdo, segundo Bardin (2011), que compreende três fases principais: pré-análise, exploração do material e tratamento dos resultados. Segundo a autora, “a análise de conteúdo busca descobrir os núcleos de sentido que compõem uma comunicação, cuja presença ou frequência pode significar algo para o objeto de estudo” (p. 123). Essa abordagem permitirá identificar padrões, categorias temáticas e recorrências nos textos analisados, evidenciando como a EAN tem sido compreendida e aplicada no contexto escolar e quais seus impactos no processo de ensino-aprendizagem.
Além da análise de conteúdo, será realizada uma triangulação teórica entre autores da Nutrição, Educação e Saúde Pública, buscando enriquecer a interpretação dos achados e ampliar a compreensão do fenômeno investigado. Conforme Triviños (2006), “a triangulação favorece a validação cruzada dos dados e a construção de uma leitura mais densa e fundamentada sobre a realidade pesquisada” (p. 118). A intersecção entre áreas do conhecimento é fundamental para uma abordagem crítica e sistêmica, respeitando a complexidade dos fatores que envolvem a alimentação, o desenvolvimento infantil e o desempenho escolar.
Na etapa de interpretação e análise dos dados, foram definidos descritores específicos para orientar a busca e a seleção de estudos pertinentes ao tema. Os principais termos empregados incluíram: “Educação Alimentar e Nutricional”, “alimentação escolar”, “rendimento escolar”, “desenvolvimento cognitivo”, “políticas públicas de alimentação”, “promoção da saúde na escola”, “PNAE” e “Programa Saúde na Escola”. Além desses, foram utilizados equivalentes em inglês, como “Food and Nutrition Education”, “school feeding”, “academic performance” e “child development”, ampliando o alcance das buscas em bases internacionais. A combinação dos descritores, por meio de operadores booleanos como AND e OR, possibilitou refinar os resultados e selecionar publicações mais alinhadas aos objetivos da pesquisa, garantindo uma análise consistente e fundamentada sobre o impacto da EAN no desenvolvimento e rendimento escolar dos alunos.
3. RESULTADOS E DISCUSSÃO
A alimentação equilibrada exerce impacto direto e significativo sobre a aprendizagem, confirmando que os estudantes bem nutridos apresentam melhor desempenho cognitivo, maior capacidade de concentração e menor propensão à fadiga durante as aulas. Menezes et al. (2022) reforçam que “alunos com hábitos alimentares saudáveis apresentam melhores resultados escolares, uma vez que a nutrição adequada influencia a memória, a atenção e a disposição para o aprendizado” (Menezes et al., 2022, p. 56).
Esses achados corroboram a ideia de que a Educação Alimentar e Nutricional (EAN) deve ser compreendida como parte essencial do processo educativo. Nesse contexto, a escola, ao valorizar práticas alimentares equilibradas, contribui não apenas para a saúde física dos estudantes, mas também para a consolidação de bases cognitivas sólidas que sustentam a aprendizagem ao longo da vida (Fao, 2019).
Nesse sentido, a escola assume papel central na formação de hábitos alimentares e, por consequência, na transformação de comportamentos relacionados à saúde. Jaime e Molina (2016) destacam que a EAN, quando articulada ao currículo escolar, promove práticas pedagógicas que favorecem escolhas alimentares conscientes e sustentáveis.
Ambientes escolares que desenvolvem hortas comunitárias, oficinas culinárias e atividades interdisciplinares conseguem engajar os alunos de maneira mais efetiva. No entanto, como salientam Santos e Lopes (2019), ainda existem limitações significativas, “principalmente relacionadas à carência de recursos pedagógicos e à formação insuficiente dos professores para integrar nutrição e educação em suas práticas cotidianas” (Santos; Lopes, 2019, p. 7). Isso confirma que, embora a escola seja um espaço estratégico, sua atuação depende de maior suporte institucional e político.
A análise das políticas públicas mostra avanços importantes, sobretudo com a implementação do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e do Programa Saúde na Escola (PSE), que reconhecem a alimentação saudável como um direito social e uma dimensão essencial para a formação cidadã. Segundo Jaime et al. (2018), o PNAE é “uma das políticas mais abrangentes e duradouras do mundo em alimentação escolar, contribuindo para a segurança alimentar e nutricional de milhões de estudantes brasileiros” (Jaime et al., 2018, p. 95).
Contudo, os resultados revelam que a efetividade dessas políticas ainda é limitada, já que a distribuição de recursos nem sempre ocorre de forma equitativa, e a articulação entre setores como saúde, educação e comunidade é frágil. Monteiro e Cannon (2012) ressaltam que as políticas alimentares, para surtirem efeito, precisam estar vinculadas a práticas locais que considerem as desigualdades sociais e regionais. Isso é particularmente visível nas regiões Norte e Nordeste, onde as dificuldades de acesso a alimentos de qualidade agravam os obstáculos à consolidação de programas consistentes.
Outro aspecto relevante identificado é a importância da participação da comunidade escolar no fortalecimento da EAN. Santos e Lopes (2019) argumentam que a alimentação deve ser compreendida como prática social e cultural, e não apenas biológica, o que exige a inclusão de alunos, professores, famílias e gestores no processo educativo. Os resultados analisados confirmam essa perspectiva: quando a comunidade escolar participa ativamente, há maior adesão dos estudantes a práticas alimentares equilibradas, ampliando o impacto das ações educativas. Essa integração contribui para que a alimentação saudável ultrapasse os limites da sala de aula e se torne parte do cotidiano das famílias, consolidando-se como uma prática social transformadora (Fao, 2019, p.87).
Além dos impactos cognitivos, a literatura evidencia também efeitos socioemocionais da alimentação adequada. Santos et al. (2020) destacam que “a alimentação equilibrada está diretamente relacionada ao desempenho emocional e ao bem-estar psicológico de escolares, influenciando seu comportamento e capacidade de interação social” (Santos et al., 2020, p. 25).
Os resultados confirmam que crianças bem alimentadas apresentam maior estabilidade emocional, menos episódios de irritabilidade e melhor convivência em sala de aula. Isso demonstra que investir em EAN não se restringe à saúde física, mas também promove benefícios psicológicos e sociais, ampliando as condições para o desenvolvimento integral dos alunos. Desse modo, a nutrição adequada se consolida como um fator determinante para a aprendizagem e para a construção de relações escolares mais harmoniosas.
Por fim, a análise aponta que, embora haja avanços significativos no campo da EAN, ainda persiste a necessidade de consolidá-la como parte estruturante do currículo escolar. Segundo Jaime e Molina (2016), a inserção da alimentação saudável na escola precisa superar o caráter informativo e assumir uma dimensão emancipatória, estimulando o protagonismo estudantil. Os resultados mostram que investir em formação docente, materiais pedagógicos contextualizados e maior articulação entre políticas públicas são caminhos fundamentais para fortalecer a EAN.
A integração de metodologias participativas e lúdicas, como hortas escolares e oficinas culinárias, pode ampliar o engajamento dos estudantes, tornando-os agentes ativos na construção de sua saúde e aprendizado (Menezes et al., 2022). Nesse processo, a escola se reafirma como espaço de emancipação crítica e cidadania, promovendo a formação de indivíduos conscientes sobre a relação entre alimentação, saúde e sustentabilidade social.
Tabela 1 – Principais artigos utilizados no estudo

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Durante a pesquisa, ficou evidente que a escola, enquanto espaço de socialização, possui papel estratégico para a promoção de EAN. É nela que os alunos podem ser sensibilizados para a importância de escolhas alimentares conscientes e contextualizadas, em sintonia com seus ambientes e culturas locais. A EAN, neste cenário, ultrapassa o caráter informativo, tornando se uma prática educativa transformadora, capaz de modificar hábitos e valores alimentares. A pesquisa também evidenciou a relevância da utilização de metodologias participativas e lúdicas para o ensino de EAN, como hortas escolares, oficinas culinárias e jogos educativos. Essas práticas favorecem a aprendizagem significativa e o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, como autonomia, responsabilidade e cooperação. Paralelamente, o estudo reforça a importância da promoção da cultura alimentar regional e da valorização dos saberes tradicionais, contribuindo para o fortalecimento da identidade cultural dos estudantes. Ao reconhecer e respeitar as especificidades culturais locais, a EAN assume um papel social inclusivo e democrático, combatendo preconceitos e promovendo a diversidade alimentar como riqueza.
No que tange às políticas públicas, constatamos que o marco legal brasileiro oferece diretrizes importantes para a promoção da EAN nas escolas, porém sua efetividade depende do comprometimento dos gestores e do monitoramento constante. As políticas precisam ser revisadas e atualizadas regularmente para acompanhar as transformações sociais e garantir sua adequação às demandas dos contextos escolares (Jaime et al., 2018).
A análise dos dados reforçou que as ações educativas devem ser planejadas de modo a contemplar as realidades locais, respeitando os saberes, as preferências e as condições socioeconômicas dos estudantes. A personalização das estratégias é fundamental para garantir maior adesão e eficácia das intervenções (Santos & Lopes, 2019).
REFERÊNCIAS
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1Graduanda do Curso de Bacharelado em Nutrição do Centro Universitário FAMETRO. E-mail: vianasilva0411@gmail.com
2Orientadora do TCC, Doutora em Biotecnologia pela Universidade Federal do Amazonas. Docente do Curso de Bacharelado em Nutrição do Centro Universitário FAMETRO. E-mail: francisca.freitas@fametro.edu.br
3Co-orientador(a) do TCC, Especialista em Psicopedagogia pela Universidade Estácio de Sá. Docente do Curso de Bacharelado em Nutrição do Centro Universitário FAMETRO. E-mail: rosimar.lobo@fametro.com.br
