DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DE FLUOROSE EM PACIENTE MASCULINO DE 30 ANOS DE UMA IES PARTICULAR EM PORTO VELHO RONDÔNIA – CASO CLÍNICO.

DIAGNOSIS AND TREATMENT OF FLUOROSIS IN A 30-YEAR-OLD MALE PATIENT FROM A PRIVATE IES IN PORTO VELHO RONDÔNIA – CLINICAL CASE.

DIAGNÓSTICO Y TRATAMIENTO DE LA FLUOROSIS EN UN PACIENTE MASCULINO DE 30 AÑOS DE UNA IES PRIVADA DE PORTO VELHO RONDÔNIA – CASO CLÍNICO.

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cs10202510291133


Silvia Vieira Caires
Caren Cristine da Silva Batista


RESUMO: O objetivo deste artigo é apresentar a doença de fluorose dentária, descrever suas diversas características clínicas e mostrar o tratamento de microabrasão de esmalte como opção eficaz no tratamento da fluorose leve à moderada. Relato de caso: o paciente de 30 anos de idade, do sexo masculino, exibia fluorose leve à moderada de código 3 à 4, com presença de manchas brancas difusas e opacas em todos os dentes, localizadas em maior quantidade na vestibular e nas cuspides dos dentes posteriores, e na vestibular dos dentes anteriores. O tratamento consistiu de uma sessão em cada arcada, de aplicação da pasta microabrasiva contendo ácido clorídrico 6% e carbeto de silício como meio abrasivo, seguido da aplicação de fluoreto de sódio neutro. Os resultados estéticos foram clinicamente satisfatórios com notável clareamento das superfícies dentárias acometidas. A principal queixa do paciente era em relação a estética dos dentes manchados, que afetava diretamente a sua alta estima, que após tratamento se mostrou satisfeito com o resultado alcançado até o momento. 
Conclusão: a técnica de microabrasão do esmalte se mostrou eficaz no tratamento da fluorose, trazendo assim a autoestima do paciente de volta ao sorrir.

PALAVRAS-CHAVE Saúde bucal; Fluorose dentária; Flúor; Esmalte dentário.

ABSTRACT: The objective of this article is to present the disease of dental fluorosis, describe its diverse clinical characteristics, and show the enamel microabrasion treatment as an effective option for the management of mild to moderate fluorosis. Case Report: The 30-year-old male patient exhibited mild to moderate fluorosis, code 3 to 4, with the presence of diffuse and opaque white spots on all teeth, located mostly on the buccal surface and cusps of the posterior teeth, and on the buccal surface of the anterior teeth. The treatment consisted of one session in each arch, involving the application of a microabrasive paste containing 6% hydrochloric acid and silicon carbide as an abrasive agent, followed by the application of neutral sodium fluoride. The aesthetic results were clinically satisfactory with a noticeable lightening of the affected dental surfaces. The patient’s main complaint was the aesthetics of the stained teeth, which directly affected his self-esteem, and after treatment, he was satisfied with the result achieved so far.
Conclusion: The enamel microabrasion technique proved effective in the treatment of fluorosis, thus restoring the patient’s self-esteem when smiling.

KEYWORDS: Oral health; Dental fluorosis; Fluorine; Tooth enamel.

RESUMEN: el objetivo de este artículo es presentar la enfermedad de la fluorosis dental, describir sus diversas características clínicas y mostrar el tratamiento de microabrasión del esmalte como una opción eficaz para el manejo de la fluorosis leve a moderada. Reporte de caso: el paciente de 30 años de edad, de sexo masculino, presentaba fluorosis leve a moderada, código 3 a 4, con presencia de manchas blancas difusas y opacas en todos los dientes, localizadas mayormente en la superficie vestibular y las cúspides de los dientes posteriores, y en la superficie vestibular de los dientes anteriores. El tratamiento consistió en una sesión en cada arcada, con la aplicación de una pasta microabrasiva que contenía ácido clorhídrico al 6% y carburo de silicio como medio abrasivo, seguida de la aplicación de fluoruro de sodio neutro. Los resultados estéticos fueron clínicamente satisfactorios con un blanqueamiento notable de las superficies dentales afectadas. La principal queja del paciente era en relación con la estética de los dientes manchados, lo cual afectaba directamente su autoestima, y después del tratamiento, se mostró satisfecho con el resultado alcanzado hasta el momento.
Conclusión: la técnica de microabrasión del esmalte demostró ser eficaz en el tratamiento de la fluorosis, devolviendo así la autoestima del paciente al sonreír.

PALABRAS CLAVE: salud bucal; fluorosis dental; flúor; ​​esmalte dental.

1. Introdução

A fluorose é o resultado do excessivo consumo de flúor de forma crônica, durante o desenvolvimento dos dentes. (ARSATI, 2018). Hoje em dia os tratamentos menos invasivos são os mais utilizados para o tratamento de fluorose como: branqueamento e dental e a micro abrasão em conjunto com restaurações de resina composta. (VALINOTI, et al., 2014). 

Quando à ingestão de flúor, seja pela água fluoretada ou de outras formas como por meio de cremes dentais ou géis fluoretados, 90% desse flúor entra na corrente sanguínea e é absorvido principalmente no estômago, o PH ácido do estômago facilita o transporte do mesmo por meio das células da mucosa gástrica. (CARDOSO, 2019).

Quando em grau leve e muito leve a fluorose é quase imperceptível, já em uns níveis mais severos além de ser perceptíveis pode também afetar a função e a estética da cavidade bucal. Normalmente as meninas se sentem mais incomodadas com a coloração dos dentes do que os meninos. (VALINOTI et al., 2014).

O código 0, o grau normal, que tem como aspecto natural um aspecto importante do flúor, é o fato de ser usado para controlar cáries dentárias, agindo na interferência do processo de desmineralização e remineralizarão, que é um processo biológico ocorrido nos elementos dentários, mas a ingestão do mesmo em grandes quantidades causa intoxicação aguda ou crônica. (YEVENES, 2019).

A desmineralização do esmalte com manchas esbranquiçadas e opacas, é uma manifestação de grau leve da fluorose dentária, já em grau mais severos se apresentam com manchas de pigmentação amareladas ou castanhas. (BARBOSA, 2018). Pelo índice de medição de fluorose (Dean), sobre os graus de fluorose temos descrito como:

  • Código 0, o esmalte dentário liso, brilhante e geralmente de cor branca ou bege pálida;
  • Código 1, de grau questionável, na qual o esmalte começa a apresentar pequenas desordens na translucidez, variando entre pequenos traços esbranquiçados a manchas;
  • Código 2, de grau muito leve, temos áreas pequenas e opacas de coloração branca, porosas, dispersas irregularmente sobre o dente, envolvendo menos de 25% da superfície dentária vestibular;
  • Código 3, de grau leve, nesse grau a opacidade é mais extensa do que a anterior, mas ainda está presente em menos do que 50% da superfície dentária;
  • Código 4, de grau moderado, onde a face exterior do dente começa a apresentar um desgaste evidente com manchas marrons e normalmente alterando a anatomia dental;
  • Código 5, de grau severo, neste grau o esmalte já se encontra muito afetado e a hipoplasia altera o formato do dente em alguns casos. (CARDOSO, 2019) 

Este artigo tem como objetivo o diagnóstico e o tratamento adequado da fluorose, em paciente de sexo masculino de 30 anos de uma IES de Porto Velho Rondônia.

2. Referencial Teórico

A fluorose é considerada uma alteração bucal e ocorre quando existe a ingestão contínua de quantidades de flúor acima da dose ideal durante a formação do germe dentário, ou seja, durante a mineralização dos dentes permanentes causando manchas imperceptíveis ou manchas muito brancas, amareladas ou amarronzadas, que podem representar um problema estético e na harmonia facial. (RIBEIRO; GOMES, 2014).

De acordo com Barzotto (2018, apud TITO et al., 2020), “A exposição contínua ao flúor, componente essencial para fisiologia do desenvolvimento do organismo, é considerado crucial para a saúde bucal, pois pode prevenir a cárie dentária nas condições recomendadas, porém, seu consumo excessivo pode gerar efeitos deletérios nos tecidos mineralizados, como dentes e ossos, desencadeando a fluorose”.  

Uma das consequências da fluorose dentária é o dano estético que tem impacto significativo na qualidade de vida dos pacientes. Os pacientes acometidos com essa doença têm dificuldade para sorrir, interagir no meio sociocultural. (AZZAHIM et al., 2019). 

Em alguns casos o grau de fluorose chega a ser tão grave e severo que pode causar irregularidades e perda de estrutura dentária, a fluorose age fazendo com que o esmalte do dente se torne hipomineralizado, mais poroso e friável, tendo facilidade de se desgastar e em alguns casos pode surgir a sensibilidade dentária ou dor nos dentes. (MURAD, 2018)

Associadas com a história de exposição ao flúor, o diagnóstico de fluorose é baseado em características clínicas, os tratamentos menos invasivos são os mais indicados para essa patologia, são eles: branqueamento dental e a micro abrasão associada à restauração de resina. (VALINOTI et al., 2014). 

A fluorose dentária é o resultado da ingestão diária de flúor durante o processo de formação do esmalte dentário, causando a hipominelalização do mesmo, pois o flúor afeta o processo extracelular de mineralização do esmalte, na qual pode apresentar diversos graus que variam desde aumento da opacidade com manchas brancas, como também manchas amareladas ou amarronzadas até perda de estrutura nos casos mais graves. (CURY et al., 2019).

De acordo com LEAL et al., (2015), conforme citado por BARBOSA et al., (2018) “O flúor pode ser utilizado sob diversas formas como contidos nos alimentos, água de abastecimento público, forma de fluoreto, dentifrícios fluoretados, suplementos alimentares entre outros. A principal finalidade do uso do flúor é para prevenção da cárie, pois mineraliza o esmalte dentário, dificultando assim o processo de cárie. ” 

A fluorose dentária deve apresentar diversos graus de manifestação, como a desmineralização de menor grau que causa apenas manchas esbranquiçadas opacas e até pigmentações amareladas ou castanhas, como também em casos mais graves podem apresentar perda de estrutura, podendo comprometer a funcionalidade dos dentes. O tratamento depende do grau de manifestação de fluorose dentária, mas o mais utilizado é a micro abrasão do esmalte dentário associada a restauração de resina. (BARBOSA et al., 2018). 

Devido à maior espessura do esmalte dos dentes permanente a fluorose é mais comum do que na dentição decídua, além do maior contato com o flúor durante a vida pós uterina. (DE OLIVEIRA et al., 2014). 

As áreas de maior densidade do esmalte é onde se encontram as manchas da fluorose como: terço médio, cúspides e incisais, envolvendo grupos de dentes que se formaram ao mesmo tempo, no período pré-eruptativo. (RIBEIRO; GOMES, 2014).

Deve ser adotado como primeira escolha de tratamento para fluorose, os procedimentos mais conservadores quando o caso do paciente seja apenas as manchas superficiais, que por sua vez causam desconforto na estética do sorriso. O gel clareador age promovendo a homogeneização da cor do esmalte, diminuindo a diferença entre a cor das manchas da fluorose com a cor do substrato. (SILVA et.al., 2020).

Em relação a infiltração de resina, é considerado uma abordagem alternativa para o tratamento de lesões de mancha branca, assim como na fluorose, sendo aceito como um tratamento conservador melhorando a aparência estética das manchas brancas da fluorose leve a moderada, camuflando as manchas por um curto intervalo de tempo. (SHAHRROM et al.,2020).

Por conta das similaridades com outros tipos de doença, os cirurgiões-dentistas e profissionais da saúde tiveram dificuldade para obter o diagnóstico da fluorose, mas os estudos e pesquisas têm trazido evoluções em seu tratamento ao passar dos anos, utilizando-se de índices como por exemplo o de Dean, variando de grau 0 a grau 5 ou o índice TF variando de grau 0 a grau 9, facilitando assim o diagnóstico e o tratamento. (LIMA et al., 2022). 

3. Metodologia

Esta pesquisa é de natureza qualitativa, e será realizada na clínica de Odontologia na faculdade Metropolitana de Rondônia, durante o atendimento na disciplina de estágio clínica integrada III, com paciente de 30 anos, sexo masculino com suspeita de fluorose dentária. O diagnóstico será adquirido através de exame clínico na clínica odontologia, a abordagem terapêutica será planejada após a avaliação clínica para determinar o grau de severidade da fluorose do paciente. O planejamento do tratamento será feito conforme o grau e a necessidade do paciente, dentre as opções de tratamento disponíveis.

O embasamento teórico será feito através de artigos científicos relacionados ao diagnóstico e tratamento diferencial da fluorose dentária, por bases de dados como Pubmed, Google Acadêmico e e-Acadêmica. As palavras-chave utilizadas foram: Saúde bucal. Fluorose dental. Fatores de risco. Diagnóstico. Anomalia de esmalte. Antes da realização de qualquer procedimento, será distribuído um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), para avaliação do paciente com fluorose dentária e o projeto será encaminhado ao CEP – Comitê de Ética e Pesquisa para sua aprovação.

4. Resultados e Discussões

A fluorose tem prevenção, mas não tem cura, uma vez que se desenvolve não tem como desfazer, porém atualmente existem tratamentos muito eficazes, como a microabrasão e o clareamento para casos mais leves, onde apenas as manchas brancas é o maior incômodo, e desgaste do esmalte com restauração de resina composta, para casos graves e severos, onde existe a presença de manchas amareladas e amarronzadas. (TAU, 2014)

O paciente relatou não lembrar se em sua cidade natal havia o fornecimento de água fluoretada nas vias de abastecimento público, e nem se ele utilizava ou ingeria creme dental com flúor, mas afirmou que por conta da maioria das crianças da região sofrem com a mesma doença, os país achavam bem possível ser da água fornecida pela companhia de abastecimento público da cidade. No presente estudo, a queixa principal do paciente foi a estética dos seus dentes e que interferia na sua autoestima, pois sentia vergonha de sorrir por conta dos dentes manchados.

Durante a anamnese foi constatado presença de manchas brancas difusas e opacas em todos os dentes, localizadas em maior quantidade na vestibular e nas cuspides dos dentes posteriores, e na vestibular dos dentes anteriores (figura 1). O paciente foi diagnosticado com fluorose leve à moderada de código 3 à 4 (Segundo o índice de Dean), no código 3, é o grau leve, nesse grau a opacidade é mais extensa do que no código 1, está presente em menos do que 50% da superfície dentária, já no código 4, grau moderado, é onde a face exterior do dente começa a apresentar um desgaste evidente com manchas marrons e normalmente alterando a anatomia dental; (CARDOSO, 2019).

Medidas terapêuticas conservadoras como microabrasão de esmalte podem ser benéficos em casos de fluorose leve à moderada, assim como como pequenas lesões e irregularidades na textura do esmalte, algo que pode prejudicar a estética do paciente (RIBEIRO;GOMES,2014). 

Figura 1. Antes do tratamento

Fonte: imagem do autor

A microabrasão com ácido clorídrico 6% associado com carbeto de silício e, posteriormente o tratamento de clareamento dental em consultório com gel de peróxido de hidrogênio 35%, é um método seguro e bastante eficiente para a uniformização das manchas no esmalte dentário. (PONTES DG, 2012).

No presente estudo a técnica escolhida foi a microabrasão, a técnica consistiu em aplicações da pasta abrasiva Whiteness RM, da marca comercial FGM®. O produto é um removedor de manchas por microabrasão que apresenta em sua composição: ácido clorídrico 6% e carbeto de silício como meio abrasivo. 

Foi passado a fluorterapia para ser feito em casa em 2x ao dia por 1 semana, antes do tratamento de microabrasão. No dia do tratamento, na clínica, de início foi realizada uma profilaxia para deixar a superfície dos dentes limpos, seguida de isolamento absoluto para proteção dos tecidos periodontais de proteção (figura 2). Em seguida foi depositado uma pequena quantidade do produto em cada dente, e friquicionado com escova de robson e taça de borracha com o auxílio de um contra ângulo em baixa rotação, durante 10 segundos em cada dente, foi feito 1 sessão, e foi realizado 5 aplicações em arcada superior (figura 3). Procedimento este que fará com que o produto de microabrasão com a ajuda do instrumento rotatório, desgaste uma fina camada de esmalte acometido pela fluorose, deixando a superfície mais lisa, e com a cor mais uniforme. (CROLL TP, 2000)

Figura 2: após o isolamento

Fonte: imagem do autor

Figura 3: aplicação e microabrasão

Fonte: imagem do autor

Após as 5 aplicações da pasta abrasiva em pequena quantidade e o friccionamento por 10 segundos em cada dente, foi feito a lavagem a secagem, seguido de aplicação de fluoreto de sódio neutro em cada dente tratado e o polimento com pasta de polimento e disco de feltro (figura 4).

Figura 4: resultado arcada superior  

Fonte: imagem do autor

Na sessão de microabrasão de arcada inferior no dia seguinte, foi realizado o mesmo passo a passo que foi realizado anteriormente em arcada superior, o isolamento (figura 5), aplicação do produto e fricção com escova de robson e taça de borracha com o contra ângulo em baixa rotação (figura 6), seguido de lavagem secagem, aplicação de fluoreto de sódio e polimento com pasta de polimento e disco de feltro (figura 7). Ficando visível a melhora clínica na aparência das manchas brancas (figura 8). 

Figura 5: isolamento absoluto

Fonte: imagem do autor

Figura 6: aplicação do produto 

Fonte: imagem do autor

Figura 7: polimento

Fonte: imagem do autor

Figura 8: resultado final da arcada inferior

Fonte: imagem do autor

Os resultados foram adquiridos após uma sessão em cada arcada, mas tendo a necessidade de mais uma sessão de microabrasão assim como a restauração dos elementos com o esmalte fragilizado e quebradiço. 

5. Conclusão 

A microabrasão se mostrou muito eficaz no tratamento de fluorose leve à moderada, pois auxilia na uniformização da cor do esmalte dentário assim como a remoção de pigmentos escurecidos contidos nas irregularidades do esmalte acometido com fluorose, além de ser um tratamento não invasivo pois não causa sensibilidade nem injúrias a polpa dentária.

Referências

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1Graduanda de Odontologia. Instituição de formação: UNESSA Faculdade Metropolitana de Rondnia. E-mail: silvia.vieira.caires.odonto@gmail.com
2Mestra em prótese dentária. Instituição de formação: São Leopoldo Mandic – Campinas. E-mail: caren.batista@metropolitana-ro.com.br