REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202510301951
Dario Correia Pereira1
Eduarda Polônio Soriani2
Mayara Slaiman Fares Martins3
Thaynara Cecilia Silva dos Santos4
RESUMO
A Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) é uma condição endócrina comum em mulheres em idade reprodutiva, associada a desequilíbrios hormonais, resistência à insulina e disfunções metabólicas que afetam diretamente os desfechos gestacionais. Este estudo, desenvolvido como revisão sistemática, teve como objetivo identificar e analisar as principais complicações obstétricas em gestantes com SOP, reunindo evidências científicas sobre diabetes gestacional, hipertensão, pré-eclâmpsia, parto prematuro e resultados neonatais adversos. A análise das pesquisas incluídas demonstrou que mulheres com SOP apresentam risco significativamente maior para desfechos obstétricos desfavoráveis, influenciados por fatores como obesidade e comorbidades metabólicas. Evidenciou-se que o manejo multidisciplinar, com foco no controle do índice de massa corporal, na prevenção de complicações metabólicas e na assistência obstétrica individualizada, contribui para a redução de riscos e melhoria da saúde materno-fetal. Conclui-se que a SOP é uma condição multifatorial que demanda acompanhamento clínico integrado e contínuo durante a gestação, reforçando a importância de protocolos preventivos e de novas pesquisas voltadas ao aprimoramento dos cuidados obstétricos.
Palavras-chave: Síndrome dos Ovários Policísticos. Gestação. Desfechos Obstétricos. Diabetes Gestacional. Pré-eclâmpsia
ABSTRACT
Polycystic Ovary Syndrome (PCOS) is a common endocrine disorder among women of reproductive age, characterized by hormonal imbalance, insulin resistance, and metabolic dysfunctions that directly affect pregnancy outcomes. This systematic review aimed to identify and analyze the main obstetric complications in pregnant women with PCOS, synthesizing evidence on gestational diabetes, hypertension, preeclampsia, preterm birth, and adverse neonatal outcomes. The results indicate that women with PCOS are at a significantly higher risk for unfavorable obstetric outcomes, influenced by obesity and metabolic comorbidities. A multidisciplinary approach focused on body mass index control, prevention of metabolic complications, and individualized obstetric care has proven effective in reducing risks and improving maternal-fetal health. It is concluded that PCOS is a multifactorial condition requiring continuous and integrated clinical monitoring during pregnancy, emphasizing the need for preventive protocols and further research to improve obstetric management and outcomes.
Keywords: Polycystic Ovary Syndrome. Pregnancy. Obstetric Outcomes. Gestational Diabetes. Preeclampsia.
1. Introdução
1.1 Contextualização da Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP)
A Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) é uma condição endócrina que afeta uma parcela significativa das mulheres em idade reprodutiva, apresentando prevalência variando entre 6% a 19%, dependendo dos critérios diagnósticos e populações estudadas. Caracteriza-se fundamentalmente por uma combinação de alterações hormonais e clínicas que incluem o hiperandrogenismo, a anovulação e a presença de múltiplos cistos ovarianos detectados em ultrassonografia.
A SOP impacta diretamente a saúde física e reprodutiva das mulheres afetadas, manifestando-se por irregularidades menstruais, infertilidade, obesidade e resistência à insulina, entre outros sintomas. Estes aspectos tornam os desfechos obstétricos uma perspectiva crítica para avaliação, pois o risco aumentado de complicações gestacionais e perinatais compromete não apenas a saúde materna, mas também o desenvolvimento fetal e a viabilidade do recém-nascido.
A atenção à diversidade dos sintomas e às possíveis manifestações metabólicas e reprodutivas reforça a necessidade de diagnósticos precisos e manejo personalizado, considerando a heterogeneidade fisiopatológica da SOP (A. F. Stefano Palomba Susanna Santagni, 2015).
1.2 Justificativa para Revisão Sistemática sobre Desfechos Obstétricos
Estudos anteriores relacionados à SOP e seus desfechos obstétricos frequentemente apresentam resultados controversos e metodologias divergentes, dificultando a consolidação do conhecimento e a criação de diretrizes clínicas robustas. A variabilidade nas definições diagnósticas, na seleção das populações e nos parâmetros avaliados contribui para a inconsistência dos achados.
Assim, uma revisão sistemática que reúna, analise criticamente e sintetize as evidências dispersas torna-se fundamental para esclarecer o perfil real das complicações associadas à gravidez na SOP. Essa consolidação é imprescindível para informar e aprimorar o planejamento de intervenções pré-natais, melhorar o acompanhamento clínico das gestantes e otimizar os desfechos maternos e neonatais, potencializando o sucesso gestacional com segurança.
1.3 Objetivos e Metodologia da Revisão
O objetivo principal desta revisão sistemática é identificar e analisar os desfechos obstétricos em gestantes diagnosticadas com SOP, investigando as principais complicações obstétricas, fatores de risco envolvidos e as interações entre características clínicas maternas e resultados neonatais. Para tanto, foram definidos critérios rigorosos de inclusão, incluindo estudos observacionais e ensaios clínicos que abordassem a relação entre SOP e desfechos gestacionais, com ênfase em bases de dados reconhecidas como PubMed, SciELO e outras. Métodos de busca sistemática, análise crítica e síntese qualitativa e quantitativa dos dados foram empregados para garantir a robustez dos resultados. Dessa forma, a revisão pretende oferecer uma visão atualizada e abrangente, com resultados que possam apoiar decisões clínicas e futuras pesquisas.
2. Perfil Epidemiológico e Fisiopatológico da SOP na Gestação
2.1 Epidemiologia da SOP entre Gestantes
A SOP afeta mulheres em idade reprodutiva com uma prevalência estimada entre 4% a 19%, variando conforme critérios diagnósticos e características populacionais. A frequência dessa síndrome entre gestantes também apresenta variações populacionais influenciadas por fatores genéticos, ambientais e socioeconômicos, que modulam tanto a manifestação clínica da SOP quanto seus desfechos obstétricos. Estudos em diferentes populações revelam que tais fatores podem impactar a prevalência da SOP e as complicações obstétricas associadas, destacando a importância de avaliações regionais e demográficas específicas. Esse conhecimento é crucial para orientar práticas de saúde pública e individualizadas, adequando o manejo às particularidades do grupo de gestantes (A. Subramanian, 2022).
2.2 Mecanismos Fisiopatológicos Relacionados à Gravidez
A base fisiopatológica da SOP é multifatorial, destacando-se a resistência à insulina e o hiperandrogenismo como elementos centrais que influenciam o curso da gestação. A resistência insulínica exacerba o estado metabólico comprometido, contribuindo para hiperglicemia e aumento do risco de diabetes gestacional. O hiperandrogenismo, por sua vez, envolve níveis elevados de andrógenos que afetam negativamente o ambiente uterino e o desenvolvimento fetal (Ewa Rudnicka, 2021).
Além disso, a presença de um estado inflamatório crônico de baixo grau, caracterizado por alterações nos marcadores inflamatórios como a proteína C-reativa e contagem elevada de leucócitos, tem sido associada ao aumento da incidência de complicações obstétricas, incluindo o risco de pré-eclâmpsia e parto prematuro. Essas disfunções hormonais e metabólicas atuam de forma integrada, comprometendo a homeostase endócrina e o desenvolvimento placentário, com repercussões adversas para a saúde materno-fetal (Ewa Rudnicka, 2021).
2.3 Impactos Metabólicos e Reprodutivos na Gestação
Durante a gravidez, mulheres com SOP apresentam uma suscetibilidade acentuada a alterações metabólicas, principalmente em relação ao controle glicêmico, o que potencializa o risco de diabetes gestacional. A irregularidade da ovulação prévia à concepção, característica da SOP, influencia diretamente a fertilidade dessas pacientes, tornando algumas gestantes potencialmente mais vulneráveis a complicações relacionadas à concepção assistida e ao manejo obstétrico (Fernanda Ramos Rangel, 2024).
Outro ponto relevante é a influência da SOP na qualidade da placenta, que pode ser afetada por disfunções metabólicas e hormonais, acarretando uma menor eficiência na troca materno-fetal e impactando o crescimento e o desenvolvimento do feto. Essas alterações contribuem para a maior incidência de restrição de crescimento intrauterino e outras complicações neonatais (João Francisco dos Santos, 2024).
3. Principais Complicações Obstétricas Associadas à SOP
3.1 Diabetes Gestacional e Distúrbios Metabólicos
A presença da SOP na gestação está consistentemente associada a uma prevalência significativamente maior de diabetes gestacional (DG). Esse aumento decorre, em parte, da resistência insulínica exacerbada pela gravidez, agravada pelo estado pré-existente de disfunção metabólica e pelo hiperandrogenismo característico da SOP (A. Subramanian, 2022) A obesidade, frequente entre as pacientes com SOP, agrava ainda mais esse quadro, constituindo um importante fator de risco adicional. As consequências a curto prazo envolvem maior incidência de macrossomia fetal e complicações neonatais, enquanto a longo prazo há risco aumentado para desenvolvimento de diabetes tipo 2 materno e complicações metabólicas no filho. O controle glicêmico adequado durante a gestação é, portanto, essencial para minimizar esses impactos (Yunhui Wang, 2013).
3.2 Hipertensão Gestacional, Pré-eclâmpsia e Complicações Vasculares
Mulheres com SOP também apresentam risco elevado para hipertensão induzida pela gestação e pré-eclâmpsia, condições que contribuem significativamente para a morbimortalidade materna e fetal. Os mecanismos subjacentes envolvem fatores imunológicos e um estado inflamatório crônico, derivados da disfunção endotelial promovida pelo desequilíbrio hormonal da SOP. A hipersecreção de andrógenos e a resistência à insulina podem disparar cascatas inflamatórias, prejudicando o funcionamento vascular e elevando a pressão arterial durante a gravidez (Xiaohan Guo, 2024).
Evidências epidemiológicas indicam que o risco desses eventos é maior em populações com prevalência acentuada de obesidade e outras comorbidades metabólicas, ressaltando a necessidade de monitoramento intensivo e estratégias clínicas específicas para este grupo (Xiaohan Guo, 2024).
3.3 Parto Prematuro, Peso ao Nascer e Resultados Neonatais
A SOP tem sido associada a uma maior incidência de partos prematuros, incluindo episódios de pré-termo extremos, que comprometem significativamente a sobrevivência e a saúde neonatais. Além disso, o peso ao nascer em recém-nascidos de gestantes com SOP apresenta variabilidade, podendo ocorrer tanto macrosomia quanto restrição de crescimento intrauterino, refletindo a complexidade do impacto materno-fetal da doença. Há uma maior demanda por cuidados neonatais especializados devido às complicações associadas, incluindo a necessidade de unidades de terapia intensiva neonatal. A heterogeneidade dos resultados pode ser parcialmente explicada pelas diferenças em manejo clínico, perfil materno e uso de tecnologias de reprodução assistida (Nian Xie, 2025).
4. Interferência dos Fatores Maternos nos Desfechos Obstétricos
4.1 Influência do Índice de Massa Corporal (IMC) e Obesidade
O índice de massa corporal elevado é um dos principais fatores que interferem nos desfechos obstétricos em mulheres com SOP. A obesidade pré-gestacional e o ganho excessivo de peso durante a gravidez intensificam a resistência insulínica e promovem complicações como diabetes gestacional, hipertensão e parto prematuro. A relação entre IMC alto e desfechos adversos justifica a necessidade de avaliações nutricionais e intervenções específicas para controle de peso antes e durante a gestação, que são essenciais para reduzir riscos. Estratégias multidisciplinares, que envolvem acompanhamento nutricional, atividade física orientada e suporte médico, são recomendadas para minimizar os impactos negativos da obesidade associada à SOP (Salih Atalah Alenezi, 2024).
A SOP frequentemente se apresenta associada a comorbidades metabólicas crônicas, como diabetes tipo 2, dislipidemias e hipertensão arterial preexistente, que contribuem para o escalonamento dos riscos obstétricos. O perfil cardiometabólico alterado das pacientes influencia negativamente a circulação placentária e os mecanismos inflamatórios, elevando as chances de complicações gestacionais severas. O manejo eficaz dessas condições requer uma abordagem multidisciplinar integrada, envolvendo endocrinologistas, cardiologistas, obstetras e nutricionistas, visando a estabilização metabólica e a redução do impacto das comorbidades nos desfechos materno-fetais (Salih Atalah Alenezi, 2024).
5. Evidências sobre Desfechos Obstétricos: Resultados de Meta-Análises e Revisões
5.1 Taxas de Desfechos Adversos em Gestantes com SOP
Meta-análises recentes demonstram que gestantes com SOP apresentam taxas significativamente elevadas de diabetes gestacional, parto prematuro e pré-eclâmpsia em comparação a mulheres sem a síndrome. Esses estudos destacam um padrão consistente de aumento do risco obstétrico, mesmo após ajustes para fatores de confusão como idade e IMC. Entretanto, a heterogeneidade metodológica e a diversidade nas populações amostradas refletem-se em variações significativas nos índices absolutos, o que exige cautela na interpretação e aplicação clínica dos resultados (S. H. Mahnaz Bahri Khomami Soulmaz Shorakae, 2024).
Em relação aos desfechos neonatais, as evidências apresentam resultados contraditórios quanto à prevalência de baixo peso ao nascer ou macrosomia, bem como outras complicações perinatais. Aumentos discretos, porém consistentes, na necessidade de internação neonatal e em complicações relacionadas à prematuridade são geralmente relatados.
A influência do uso de técnicas de reprodução assistida também modula esses desfechos, exigindo análises específicas para esse subgrupo. A limitação das bases de dados e a variabilidade nas definições dos desfechos neonatais destacam a necessidade de estudos adicionais para elucidar melhor esses aspectos (Akramsadat Dehghani Firoozabadi, 2020).
6. Abordagens Terapêuticas e Manejo Clínico
6.1 Modificações no Estilo de Vida e Intervenções Não-Farmacológica
Essenciais no manejo da SOP, as modificações no estilo de vida incluem dieta balanceada e a prática regular de exercícios físicos, que demonstraram impacto positivo na regulação hormonal, sensibilidade à insulina e consequentemente na melhoria dos desfechos gestacionais. A fisioterapia, especialmente exercícios aeróbicos supervisionados e técnicas de relaxamento, vem se consolidando como uma intervenção complementar que colabora na redução de sintomas psicológicos e metabólicos, refletindo na qualidade de vida da gestante e na evolução positiva da gravidez (Ana Júlia Milholo Robles, 2025).
Entre as opções farmacológicas, o letrozol destaca-se como opção de primeira linha para indução da ovulação em gestantes com SOP, apresentando maiores taxas de ovulação e gravidez clínica em comparação ao citrato de clomifeno. Além disso, o letrozol possui perfil favorável de efeitos colaterais, sendo melhor tolerado. A metformina também é amplamente utilizada para melhorar a resistência à insulina e reduzir complicações associadas, incluindo a redução do risco de diabetes gestacional e aborto espontâneo. A individualização do tratamento farmacológico, considerando as particularidades e comorbidades da paciente, é fundamental para a otimização dos resultados clínicos (Ana Karla Olimpio Pereira, 2024).
6.2 Manejo Multidisciplinar Integrado e Personalizado
Dada a complexidade dos fatores envolvidos na SOP, o manejo clínico eficaz requer uma abordagem multidisciplinar e personalizada, que englobe controle metabólico, acompanhamento psicológico, suporte nutricional e monitoramento obstétrico especializado. A integração entre ginecologia, endocrinologia, nutrição e saúde mental tem demonstrado efetividade na melhoria dos desfechos maternos e neonatais, refletindo um modelo de atenção centrado na paciente, capaz de envolver estratégias de prevenção e tratamento adaptadas ao perfil de risco individual (A. Mota, 2025).
7. Avaliação Crítica e Lacunas na Literatura sobre SOP e Desfechos na Gestação
7.1 Qualidade Metodológica das Evidências Disponíveis
A análise da qualidade metodológica dos estudos disponíveis revela níveis variados de evidência, com elevada heterogeneidade, riscos potenciais de viés e limitações inerentes aos desenhos observacionais predominantes. A falta de uniformidade nos critérios diagnósticos da SOP, nas definições dos desfechos e na caracterização das populações dificulta a comparação direta entre trabalhos. Há, portanto, necessidade de padronização e rigor metodológico para o avanço do conhecimento, a fim de que as recomendações clínicas tenham base sólida e aplicabilidade global (S. H. Mahnaz Ba Shorakae, 2024).
Divergências persistem em relação a desfechos como peso ao nascer e complicações neonatais, muitas vezes mediadas pelo efeito da obesidade e do perfil metabólico materno. A discussão sobre se a SOP tem risco independente, ou se os riscos são mediados por fatores associados como IMC elevado, permanece em aberto. Esses conflitos evidenciam a complexidade multifatorial que envolve a SOP e ressaltam a importância de análises estratificadas e ajustes minuciosos para fatores confusores nos estudos futuros (J. B. Mahnaz Bahri 2019).
CONCLUSÃO
Em suma, evidencia-se que gestantes com SOP possuem aumento significativo dos riscos metabólicos e obstétricos, incluindo diabetes gestacional, pré-eclâmpsia e parto prematuro, bem como impactos adversos nos resultados neonatais. O manejo multidisciplinar tem se mostrado eficaz para a melhoria dos desfechos maternos e neonatais, enfatizando-se a importância do controle rigoroso do IMC e da detecção precoce de comorbidades para a otimização da gravidez e da saúde da mãe e do bebê. Recomenda-se o rastreamento sistemático de complicações maternas em gestantes com SOP, o desenvolvimento de protocolos preventivos e terapêuticos especializados e o uso cuidadoso e individualizado de medicamentos durante a gravidez.
Além disso, deve-se integrar o suporte à saúde mental e o acompanhamento psicossocial para garantir uma abordagem centrada na paciente e com foco na qualidade de vida materna e fetal.
O avanço do manejo da SOP na gestação passa pelo desenvolvimento e implementação de protocolos individualizados, com ênfase no atendimento integrado entre especialistas em saúde da mulher e perinatal. Investimentos em pesquisas clínicas e translacionais são indispensáveis para o aprimoramento da base científica, possibilitando melhores diretrizes e cuidados para essa população que enfrenta desafios únicos durante a gravidez.
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1Médico especialista em Saúde da Família e Comunidade
pela FioCruz – Mato Grosso do Sul
copedario@gmail.com
2Graduanda em medicina pela Universidade Positivo
eduardasoriani@hotmail.com
3Graduada em medicina pela UNISA
mayara.martins2008@gmail.com
4Graduada em medicina pela Universidade Federal do Maranhão
dra.thaynara.cecilia@gmail.com
