DESAFIOS DO RH NA INDÚSTRIA GRÁFICA EDITORIAL NO BRASIL

HUMAN RESOURCES CHALLENGES IN THE BRAZILIAN GRAPHIC PUBLISHING INDUSTR

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ma10202601120851


Juliana de Carvalho Barbosa Cardoso1


RESUMO

Este artigo analisa os principais desafios enfrentados pela área de Recursos Humanos na indústria gráfica editorial brasileira, considerando as transformações tecnológicas, organizacionais e humanas que impactam o setor. O estudo aborda temas como a escassez de profissionais qualificados, a necessidade de adaptação às novas tecnologias, com destaque para a inteligência artificial, a gestão da criatividade e da inovação, a retenção de talentos, o equilíbrio entre vida profissional e pessoal e a importância de uma comunicação interna eficaz. A pesquisa fundamenta-se em revisão de literatura especializada e no levantamento de estudos e pesquisas recentes sobre gestão de pessoas e indústria gráfica, permitindo uma análise crítica das práticas adotadas no contexto atual. Os resultados indicam que a ausência de estratégias integradas de gestão de pessoas compromete a competitividade e a sustentabilidade das organizações do setor. Conclui-se que a implementação de políticas voltadas ao desenvolvimento profissional, à inovação contínua e ao fortalecimento da cultura organizacional é essencial para enfrentar os desafios contemporâneos e promover o crescimento da indústria gráfica editorial no Brasil.

Palavras-chave: Recursos Humanos. Indústria Gráfica. Inovação. Inteligência Artificial. Gestão.

1 INTRODUÇÃO

A indústria gráfica editorial no Brasil enfrenta um conjunto de desafios que impactam diretamente sua eficiência operacional, competitividade e capacidade de inovação. Entre esses desafios destacam-se a escassez de profissionais qualificados, a necessidade de adaptação às novas tecnologias, especialmente à inteligência artificial, a gestão da criatividade e da inovação, a retenção de talentos e a promoção do equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Essas questões tornam-se ainda mais relevantes em um cenário marcado por constantes transformações econômicas, tecnológicas e organizacionais.

O ambiente de mercado contemporâneo caracteriza-se por mudanças rápidas e contínuas, exigindo das organizações maior capacidade de adaptação e respostas estratégicas eficazes. Conforme destacam Kotler & Keller (2016), as empresas precisam ajustar seus processos e estruturas de forma dinâmica para manterem-se competitivas. Nesse contexto, a gestão de Recursos Humanos assume papel central, uma vez que é responsável por alinhar pessoas, competências e tecnologia aos objetivos organizacionais.

No setor gráfico editorial, a incorporação de tecnologias emergentes, aliada à permanência de processos produtivos tradicionais, impõe desafios adicionais à gestão de pessoas. A dificuldade em formar e reter profissionais qualificados, bem como em estimular ambientes favoráveis à inovação e à criatividade, evidencia a necessidade de práticas de gestão mais integradas e estratégicas. Além disso, aspectos relacionados à qualidade de vida no trabalho e à comunicação interna influenciam diretamente o engajamento e o desempenho dos colaboradores.

Diante desse cenário, surge o seguinte problema de pesquisa: quais são os principais desafios enfrentados pela área de Recursos Humanos na indústria gráfica editorial brasileira frente às transformações tecnológicas e organizacionais atuais? O presente estudo tem como objetivo analisar esses desafios, considerando aspectos relacionados à qualificação profissional, à adoção de novas tecnologias, à inovação, à retenção de talentos e ao equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Justifica-se a relevância desta pesquisa por sua contribuição teórica e prática, ao oferecer subsídios para o aprimoramento das estratégias de gestão de pessoas no setor gráfico editorial, fortalecendo sua sustentabilidade e capacidade de inovação.

2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

2.1 Escassez de Profissionais Qualificados

A escassez de profissionais qualificados constitui um dos principais entraves ao crescimento e à modernização da indústria gráfica editorial. A demanda por competências técnicas específicas, como domínio de design digital, automação de processos e gerenciamento de softwares avançados, tem aumentado significativamente, enquanto a oferta de mão de obra especializada não acompanha esse ritmo. Segundo pesquisa do Fórum Econômico Mundial (2020), aproximadamente 85 milhões de postos de trabalho podem ser impactados pela falta de habilidades adequadas na força de trabalho global, evidenciando um cenário crítico também para o setor gráfico. Essa lacuna de competências compromete a capacidade das organizações de inovar, adaptar-se às mudanças tecnológicas e manter sua competitividade no mercado.

2.2 Adaptação às Novas Tecnologias

A necessidade de adaptação às novas tecnologias configura-se como um fator determinante para a sustentabilidade das organizações industriais. Schilling (2021) destaca que a inovação tecnológica representa um dos principais motores da competitividade nas indústrias contemporâneas. No contexto da indústria gráfica editorial, a incorporação da inteligência artificial tem potencial para otimizar processos criativos, ampliar a personalização de produtos e aprimorar a análise de dados de mercado. Corroborando essa perspectiva, estudo da McKinsey (2021) aponta que 61% dos executivos consideram a digitalização uma prioridade estratégica, reforçando a importância da transformação digital como elemento central da gestão organizacional.

2.3 Gestão da Criatividade e Inovação

A gestão da criatividade desempenha papel fundamental no desenvolvimento de produtos e serviços inovadores. Amabile (1996) ressalta que ambientes organizacionais que estimulam a criatividade favorecem a geração de soluções inovadoras e o desempenho sustentável das empresas. Nesse sentido, a inteligência artificial pode ser utilizada como ferramenta de apoio à criatividade, ao permitir a análise de grandes volumes de dados e a geração mais ágil de ideias. Research Works (2022) indica que organizações que integram tecnologias de IA em seus processos de inovação ampliam sua capacidade de resposta às demandas do mercado, fortalecendo sua posição competitiva.

2.4 Retenção de Talentos

A retenção de talentos configura-se como um desafio crescente nas organizações, especialmente em setores que enfrentam rápidas transformações tecnológicas. Altos índices de rotatividade impactam negativamente o desempenho organizacional, uma vez que a substituição frequente de colaboradores gera custos adicionais com recrutamento e treinamento, além de comprometer a produtividade. A instabilidade percebida pelos funcionários pode resultar em insegurança quanto às oportunidades de desenvolvimento profissional oferecidas pela empresa. Pesquisa da Gallup (2021) revela que 51% dos colaboradores consideram o bem-estar no trabalho um fator decisivo para sua permanência na organização, evidenciando a importância de estratégias que priorizem o desenvolvimento profissional, o reconhecimento e a valorização das pessoas.

2.5 Equilíbrio entre Vida Profissional e Pessoal

O equilíbrio entre vida profissional e pessoal tem sido reconhecido como elemento essencial para a saúde mental, o engajamento e a produtividade dos colaboradores. Estudo publicado pela Harvard Business Review (2020) demonstra que empresas que adotam políticas flexíveis de trabalho e programas de bem-estar apresentam melhorias significativas nos níveis de satisfação dos funcionários, podendo alcançar aumentos de até 25%. Nesse contexto, as redes sociais exercem influência ambígua, pois, ao mesmo tempo em que facilitam a comunicação e o networking, podem gerar pressões adicionais relacionadas à disponibilidade constante. Kahn & Byos (2021) analisam os impactos positivos e negativos do uso das redes sociais na dinâmica de trabalho, enquanto Whiting & Williams (2013) discutem as motivações para sua utilização. Complementarmente, Kreiner, Hollensbe & Sheep (2009) destacam a importância de rituais organizacionais para o gerenciamento das fronteiras entre trabalho e vida pessoal, contribuindo para um equilíbrio mais saudável.

2.6 Comunicação Interna e o Uso da Inteligência Artificial

A comunicação interna eficaz é um fator essencial para o alinhamento organizacional, a coesão das equipes e a retenção de talentos. De acordo com relatório da CIPD (2020), organizações que adotam práticas eficientes de comunicação interna apresentam maior probabilidade de manter seus colaboradores engajados. A integração de ferramentas de inteligência artificial nesse processo pode otimizar o fluxo de informações, facilitar o feedback contínuo e fortalecer a cultura organizacional. Para Chiavenato (2004), a comunicação representa a troca de informações entre pessoas, enquanto Terciotti & Macarenco (2009) a definem como o compartilhamento de informações entre dois ou mais indivíduos. Kunsch (2003) ressalta que é por meio do processo comunicativo que as organizações exercem influência sobre seus colaboradores. Conforme Vieira (2004), a comunicação interna tende a gerar melhores resultados quando envolve todos os departamentos de forma integrada, estruturada e menos formal, favorecendo o engajamento e a eficiência organizacional.

3 METODOLOGIA

A presente pesquisa caracteriza-se como um estudo de natureza qualitativa, com abordagem descritiva e exploratória, cujo objetivo é analisar os desafios enfrentados pelo setor de Recursos Humanos na indústria gráfica editorial brasileira. Optou-se por esse tipo de pesquisa por permitir uma compreensão aprofundada do fenômeno investigado, a partir da análise de dados secundários e da literatura especializada.

Quanto aos procedimentos técnicos, o estudo fundamenta-se em uma revisão bibliográfica sistematizada, realizada por meio da análise de livros, artigos científicos e relatórios institucionais publicados por organismos reconhecidos, como o Fórum Econômico Mundial, McKinsey, Gallup, Harvard Business Review e Chartered Institute of Personnel and Development (CIPD). As fontes selecionadas foram escolhidas com base em sua relevância acadêmica, atualidade e aderência ao tema proposto, evitando-se materiais não indexados ou de caráter opinativo.

O universo da pesquisa compreende estudos e publicações relacionados à gestão de pessoas, inovação tecnológica, inteligência artificial e indústria gráfica editorial, com ênfase no contexto brasileiro. Não foi adotada amostragem estatística, uma vez que a pesquisa não envolve coleta de dados primários junto a indivíduos ou organizações, mas sim a análise de dados secundários provenientes da literatura existente.

Os dados foram coletados por meio de leitura analítica e interpretativa das obras selecionadas, buscando identificar conceitos, abordagens teóricas e evidências empíricas relacionadas aos desafios do Recursos Humanos no setor gráfico editorial. Posteriormente, as informações foram organizadas, categorizadas por temas e analisadas de forma comparativa, permitindo a identificação de convergências e lacunas nos estudos revisados.

A análise dos dados ocorreu de maneira qualitativa, por meio da interpretação crítica do conteúdo, com o objetivo de relacionar os achados da literatura ao problema de pesquisa e aos objetivos estabelecidos. Esse procedimento possibilita a replicação do estudo por outros pesquisadores, desde que sejam adotados critérios semelhantes de seleção e análise das fontes, assegurando rigor metodológico e consistência científica.

4 RESULTADOS E DISCUSSÕES

A análise da literatura permitiu identificar um conjunto de fatores recorrentes que caracterizam os principais desafios enfrentados pelo setor de Recursos Humanos na indústria gráfica editorial brasileira. Os resultados evidenciam que tais desafios estão diretamente relacionados às transformações tecnológicas, às mudanças no perfil profissional exigido pelo mercado e às novas demandas organizacionais, confirmando as discussões apresentadas no referencial teórico.

4.1 Escassez de Profissionais Qualificados e Impactos Organizacionais

Os estudos analisados indicam que a escassez de profissionais qualificados constitui um dos principais obstáculos ao desenvolvimento do setor gráfico editorial. A dificuldade em encontrar colaboradores com competências técnicas alinhadas às novas tecnologias compromete a eficiência operacional e limita a capacidade de inovação das organizações. Esse resultado converge com os dados apresentados pelo Fórum Econômico Mundial (2020), que aponta a inadequação de habilidades como um risco significativo para o mercado de trabalho global. No contexto da indústria gráfica, tal cenário reforça a necessidade de investimentos contínuos em capacitação e desenvolvimento profissional.

4.2 Transformação Digital e Adoção da Inteligência Artificial

A análise da literatura demonstra que a transformação digital deixou de ser uma opção estratégica para tornar-se uma exigência competitiva. A adoção da inteligência artificial no setor gráfico editorial apresenta-se como um fator capaz de otimizar processos produtivos, apoiar decisões estratégicas e ampliar a personalização de produtos. Conforme destacado por Schilling (2021) e pela McKinsey (2021), organizações que incorporam tecnologias digitais de forma estruturada tendem a alcançar melhores níveis de desempenho. Entretanto, os resultados também revelam que a implementação da IA exige mudanças culturais e o desenvolvimento de novas competências, ampliando o papel estratégico do Recursos Humanos nesse processo.

4.3 Criatividade, Inovação e Competitividade Organizacional

Os achados evidenciam que a criatividade e a inovação permanecem como elementos centrais para a competitividade da indústria gráfica editorial. A literatura analisada confirma que ambientes organizacionais que estimulam a criatividade favorecem a geração de soluções inovadoras e a adaptação às demandas do mercado. Amabile (1996) destaca que a inovação depende de fatores individuais e organizacionais, enquanto estudos mais recentes indicam que a inteligência artificial pode atuar como ferramenta de suporte à criatividade. Research Works (2022) reforça que organizações que integram tecnologias de IA aos seus processos inovativos apresentam maior agilidade e capacidade de resposta às mudanças do mercado.

4.4 Retenção de Talentos e Qualidade de Vida no Trabalho

Os resultados apontam que a retenção de talentos está fortemente associada às condições de trabalho, às oportunidades de desenvolvimento profissional e ao bem-estar dos colaboradores. A literatura evidencia que altos índices de rotatividade impactam negativamente a produtividade e aumentam os custos operacionais das empresas. Conforme pesquisa da Gallup (2021), o bem-estar no ambiente de trabalho é um fator decisivo para a permanência dos profissionais nas organizações. Esses achados indicam que estratégias de gestão voltadas à valorização das pessoas e ao equilíbrio entre vida profissional e pessoal são essenciais para a sustentabilidade organizacional.

4.5 Comunicação Interna, Engajamento e Uso da Inteligência Artificial

A comunicação interna emerge como elemento fundamental para o engajamento dos colaboradores e o alinhamento organizacional. Os estudos analisados indicam que práticas eficazes de comunicação contribuem para a retenção de talentos e para a construção de uma cultura organizacional mais participativa. O relatório da CIPD (2020) confirma que organizações com comunicação interna estruturada apresentam melhores resultados em gestão de pessoas. Além disso, a integração de ferramentas de inteligência artificial nesse processo pode potencializar o fluxo de informações e o feedback contínuo, conforme discutido por Chiavenato (2004), Terciotti & Macarenco (2009) e Kunsch (2003). Vieira (2004) complementa ao destacar que a comunicação interna tende a gerar melhores resultados quando envolve todos os departamentos de forma integrada e planejada.

De modo geral, os resultados obtidos reforçam que os desafios enfrentados pelo Recursos Humanos na indústria gráfica editorial brasileira são interdependentes e exigem estratégias integradas de gestão, inovação e desenvolvimento humano. A discussão evidencia que a superação desses desafios demanda não apenas investimentos tecnológicos, mas também uma atuação estratégica do setor de Recursos Humanos, alinhada aos objetivos organizacionais e às transformações do mercado.

5 CONCLUSÃO / CONSIDERAÇÕES FINAIS

O presente estudo analisa os principais desafios enfrentados pelo setor de Recursos Humanos na indústria gráfica editorial brasileira diante das transformações tecnológicas e organizacionais contemporâneas. Os resultados obtidos permitem afirmar que os objetivos propostos foram alcançados, uma vez que foi possível identificar e discutir fatores relacionados à escassez de profissionais qualificados, à adaptação às novas tecnologias, especialmente à inteligência artificial, à gestão da criatividade e inovação, à retenção de talentos, ao equilíbrio entre vida profissional e pessoal e à comunicação interna.

A análise da literatura demonstra que a adoção de tecnologias emergentes, embora essencial para a competitividade, exige investimentos contínuos no desenvolvimento de competências humanas e na reconfiguração das práticas de gestão de pessoas. Dessa forma, a simples incorporação tecnológica não se mostra suficiente sem o alinhamento entre estratégia organizacional, cultura e gestão de talentos.

Conclui-se que a escassez de profissionais qualificados representa um dos principais entraves ao crescimento e à inovação no setor, reforçando a necessidade de ações voltadas à capacitação contínua e ao fortalecimento das relações entre organizações e instituições de ensino. Além disso, a retenção de talentos e a promoção do bem-estar no ambiente de trabalho configuram-se como elementos centrais para a sustentabilidade organizacional, impactando diretamente o desempenho e a competitividade das empresas.

No que se refere às contribuições do estudo, destaca-se o avanço na compreensão teórica sobre o papel estratégico do Recursos Humanos na indústria gráfica editorial, bem como a relevância prática ao oferecer subsídios para a formulação de estratégias de gestão alinhadas às demandas tecnológicas e humanas do setor. A pesquisa contribui ao evidenciar que a inovação sustentável depende da integração entre pessoas, processos e tecnologia.

Como limitação do estudo, aponta-se a utilização exclusiva de dados secundários, provenientes de revisão de literatura e relatórios institucionais, o que restringe a análise empírica do fenômeno. Dessa forma, sugere-se que pesquisas futuras adotem métodos quantitativos ou qualitativos com coleta de dados primários, como entrevistas ou estudos de caso, a fim de aprofundar a compreensão dos desafios identificados e validar empiricamente os achados apresentados.

Por fim, conclui-se que o fortalecimento do setor gráfico editorial brasileiro passa, necessariamente, por uma gestão de Recursos Humanos estratégica, capaz de promover inovação, desenvolvimento profissional e equilíbrio organizacional, respondendo de forma eficaz às transformações do mercado e às novas exigências do mundo do trabalho.

REFERÊNCIAS

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1MBA em Gestão Comercial – Fundação Getúlio Vargas (FGV)
Graduação em Gestão Mercadológica de Pequenas e Médias Empresas – UNI-BH