DE LA TÉCNICA A LA EMANCIPACIÓN: DESAFÍOS Y POSIBILIDADES DEL USO PEDAGÓGICO DE LA INTELIGENCIA ARTIFICIAL PARA UN APRENDIZAJE SIGNIFICATIVO Y LIBERADOR
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ar10202511271254
Ana Paula Nery Alves¹; Caren Kathleen dos Anjos Silva²; Dario Santos Pinto³; Jessica Martins Peralta⁴; Ruth Siqueira⁵; Talita Vitória de Oliveira Costa⁶; Vanusa Delmira Gomes⁷.
RESUMO
A pesquisa analisa a inserção da Inteligência Artificial (IA) na educação sob uma perspectiva crítica e emancipatória, discutindo usos, dilemas éticos e impactos pedagógicos. Fundamentada em Freire (1996), Moran (2015) e Tardif (2002), busca compreender como a IA pode favorecer autonomia, pensamento crítico e cidadania digital. Utilizou-se metodologia qualitativa e exploratória, com base no Design Thinking e na formação continuada de professores. Os resultados apontam que o uso ético e consciente da IA amplia o engajamento e a autoria discente, desde que articulado à intencionalidade pedagógica e à formação docente contínua. Conclui-se que a IA pode ser aliada da emancipação e da inovação educativa quando integrada de modo crítico e reflexivo.
Palavras-Chave: Inteligência Artificial, Educação, Emancipação.
RESUMEN
La investigación analiza la inserción de la Inteligencia Artificial (IA) en la educación bajo una perspectiva crítica y emancipadora, discutiendo usos, dilemas éticos e impactos pedagógicos. Fundamentada en Freire (1996), Moran (2015) y Tardif (2002), busca comprender cómo la IA puede favorecer la autonomía, el pensamiento crítico y la ciudadanía digital. Se utilizó una metodología cualitativa y exploratoria, con base en el Design Thinking y en la formación continua de profesores. Los resultados señalan que el uso ético y consciente de la IA amplía el compromiso y la autoría discente, siempre y cuando esté articulado a la intencionalidad pedagógica y a la formación docente continua. Se concluye que la IA puede ser una aliada de la emancipación y de la innovación educativa cuando se integra de modo crítico y reflexivo.
Palabras Clave: Inteligencia Artificial, Educación, Emancipación.
Introdução
O avanço da Inteligência Artificial (IA) tem provocado transformações significativas na sociedade, impactando processos produtivos, interação social e cultural. Na educação, a IA desafia modelos tradicionais de ensino e convida professores e estudantes a repensarem seus papéis diante de novas possibilidades tecnológicas. Mais do que inovação técnica, a IA é um fenômeno histórico, social e ético, cujo uso inadequado pode reforçar desigualdades (BARBOSA, 2020; CIEB, 2024; FINANCIAL TIMES, 2025).
O tema deste estudo, Da técnica à emancipação: desafios e possibilidades do uso pedagógico da Inteligência Artificial para uma aprendizagem significativa e libertadora, busca refletir criticamente sobre o uso da IA no contexto escolar brasileiro, marcado por desigualdades de acesso e apropriação digital (MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, 2024). A proposta se fundamenta na pedagogia freireana, que enfatiza que a leitura do mundo precede a leitura da palavra, e que a educação deve promover autonomia, criticidade e emancipação (FREIRE, 1992; STAROBINAS, 2005).
Este trabalho investiga como a IA pode ser integrada às práticas pedagógicas de forma emancipatória, superando visões meramente instrumentais. Buscase compreender a IA como mediadora de autoria, colaboração e pensamento crítico, favorecendo o letramento digital e a construção de uma cidadania digital ativa. Ao articular teoria, prática e reflexão ética, o estudo contribui para a formação docente e para a implementação de práticas pedagógicas inovadoras, críticas e socialmente comprometidas.
Objetivos
Objetivo Geral: Capacitar educadores para utilizar a Inteligência Artificial como recurso pedagógico, promovendo autonomia, criticidade e protagonismo estudantil, articulando teoria, reflexão ética e práticas emancipatórias em contextos digitais.
Objetivos Específicos:
- Compreender os fundamentos da IA e suas implicações sociais e educacionais;
- Explorar ferramentas de IA aplicáveis à prática pedagógica;
- Planejar atividades e minicursos que estimulem autoria e emancipação dos estudantes;
- Refletir criticamente sobre limites, riscos e responsabilidades éticas do uso da IA;
- Produzir sequências didáticas e propostas de intervenção escolar integrando IA.
Justificativa e delimitação do problema
O avanço da Inteligência Artificial (IA) tem impactado profundamente a educação, oferecendo oportunidades de inovação, mas também riscos de reforço de desigualdades. Muitas iniciativas ainda tratam a IA de forma instrumental, focando em equipamentos ou plataformas digitais sem considerar aspectos éticos, políticos e pedagógicos, reproduzindo práticas tecnicistas (CIEB, 2024; MEC, 2024).
Inspirada na pedagogia freireana, esta pesquisa justifica-se pela necessidade de compreender a IA como fenômeno social, capaz de promover autonomia, criticidade e cidadania digital (FREIRE, 1992; STAROBINAS, 2005). A questão central é: como integrar a IA às práticas pedagógicas de modo a superar a alfabetização tecnológica, favorecendo um letramento digital crítico e emancipador? O estudo busca propor estratégias pedagógicas éticas e transformadoras que contribuam para a formação de estudantes autônomos e socialmente engajados.
Fundamentação teórica
Módulo 1 – Introdução: IA, Educação e Emancipação
A trajetória da Inteligência Artificial (IA) deve ser compreendida historicamente, considerando seu desenvolvimento científico, social e ético (BARBOSA, 2020; CIEB, 2024). Desde suas origens na Segunda Guerra Mundial e marcos como o Teste de Turing, o Perceptron e o chatbot Eliza, até a difusão com a internet e sistemas de aprendizado profundo, a IA apresenta tanto oportunidades quanto dilemas (CENTRO DE INOVAÇÃO PARA EDUCAÇÃO BRASILEIRA, 2024; FINANCIAL TIMES, 2025).
Na educação, a IA não deve ser vista apenas como recurso técnico, mas como instrumento para promover autonomia, criticidade e cidadania digital. Inspirada na pedagogia freireana, a pesquisa enfatiza que a emancipação digital vai além do acesso às tecnologias, envolvendo apropriação crítica, autoria e colaboração (FREIRE, 1992; STAROBINAS, 2005).
É fundamental desconstruir mitos, como a neutralidade tecnológica e a substituição completa do humano pela máquina, reconhecendo a IA como um campo em construção, permeado por limitações técnicas, éticas e sociais. A integração consciente da IA na escola deve priorizar práticas pedagógicas éticas e emancipadoras, orientadas para a construção de uma cidadania digital crítica e solidária, evitando que a tecnologia se restrinja a um papel meramente instrumental (FREIRE, 1992; STAROBINAS, 2005; MEC, 2024; CIEB, 2024)
Módulo 2 – O professor como mediador e curador
No contexto educacional contemporâneo, o papel do professor evoluiu de transmissor de conteúdos para mediador e curador do conhecimento, orientando os estudantes a interpretar, organizar e transformar informações em aprendizado significativo (MORAN, 2015; TARDIF, 2002). A mediação pedagógica envolve criar situações de aprendizagem, valorizar saberes prévios e estimular reflexão crítica, enquanto a curadoria digital consiste em selecionar, organizar e contextualizar materiais de forma ética e alinhada aos objetivos pedagógicos (BEHRENS, 2005; LÉVY, 1999).
Com a crescente presença da Inteligência Artificial (IA), cabe ao professor interpretar dados, adaptar metodologias e ensinar ética digital, evitando vieses algorítmicos, plágio e dependência tecnológica (UNESCO, 2021). A integração de curadoria e letramento informacional fortalece a autonomia, o pensamento crítico e transforma o estudante de consumidor passivo em sujeito ativo da produção de conhecimento (UNESCO, 2013).
O docente contemporâneo, ao mediar, curar e orientar, promove competências socioemocionais, autoria estudantil e uso ético da informação, garantindo que a tecnologia complemente, mas não substitua, a mediação humana, favorecendo a formação de cidadãos críticos, criativos e responsáveis no ambiente digital.
Módulo 3 – Ferramentas de IA na prática pedagógica
O uso de tecnologias digitais e Inteligência Artificial (IA) tem transformado a prática pedagógica, oferecendo recursos para planejamento, execução de aulas, personalização do ensino e engajamento dos alunos (MORAN, 2015; KENSKI, 2012). Ferramentas como ChatGPT, Teachy, Google Sala de Aula e Canva auxiliam na criação de conteúdos, gestão de turmas e produção multimodal, enquanto lousas digitais como Microsoft Whiteboard e Canva Whiteboard ampliam a dimensão visual do ensino.
A IA também contribui para a inclusão e acessibilidade, adaptando atividades para diferentes perfis de alunos, e favorece a gamificação por meio de plataformas como Kahoot, Genially e Duolingo, tornando o aprendizado mais dinâmico e interativo. O uso de bibliotecas digitais e recursos multimodais potencializa o repertório docente e a qualidade do ensino.
Boas práticas incluem verificar vieses, priorizar a intervenção humana e usar a IA como suporte, nunca substituindo o julgamento crítico do professor (UNESCO, 2021). O letramento digital crítico, inspirado em Freire (1996), vai além do domínio técnico, exigindo autonomia, reflexão ética e capacidade de produção de conhecimento no ambiente digital (PRENSKY, 2001).
Quando planejadas de forma ética e intencional, as ferramentas de IA ampliam a personalização, o engajamento e a acessibilidade, mas a mediação docente permanece essencial para garantir aprendizagem significativa, inclusiva e emancipatória, em consonância com a BNCC e os princípios da educação crítica e transformadora (BEHRENS, 2005; VYGOTSKY, 1998).
Módulo 4 – Projetos interdisciplinares e autoria estudantil
A integração da Inteligência Artificial (IA) na educação deve ser centrada em finalidades pedagógicas claras, articulando projetos interdisciplinares que promovam a autoria estudantil e reduzam desigualdades digitais (UNESCO, 2023; CIEB, 2024). A IA funciona como recurso para investigar, criar e resolver problemas reais, apoiando o desenvolvimento de competências críticas, éticas e socioemocionais, sem substituir a mediação docente.
Para fortalecer a autoria estudantil, recomenda-se:
- Projetos de vida e orientação vocacional, com análise crítica e reflexão pessoal.
- Produção multimídia, valorizando originalidade e argumentação.
- Investigação científica, mediada pelo professor, evidenciando vieses e limitações da IA.
Ferramentas metodológicas como portfólios reflexivos, rúbricas co-construídas e oficinas de metacognição ajudam a analisar o uso da IA e reforçar a autonomia do aluno.
A inclusão digital e a equidade exigem políticas públicas, formação docente, uso de ferramentas acessíveis e parcerias com escolas, universidades e organizações sociais. Políticas escolares claras sobre ética e proteção de dados garantem uso responsável da tecnologia.
Assim, a IA, quando utilizada de forma crítica, equitativa e mediada, amplia oportunidades de autoria, favorece o desenvolvimento interdisciplinar e fortalece a educação emancipatória, contribuindo para a formação de cidadãos autônomos, críticos e socialmente responsáveis.
Módulo 5 – Caminhos para o futuro: sequência didática e plano de ação
A Inteligência Artificial (IA) tem se integrado gradualmente ao currículo brasileiro e à BNCC, oferecendo recursos para criação de conteúdos, personalização do ensino e otimização de processos pedagógicos (SANTOS; LIMA, 2023; BRASIL, 2018). Apesar de não possuir um código específico na BNCC, a IA dialoga com a Competência Geral 5, relacionada à cultura digital, pensamento computacional, análise de dados e uso crítico das tecnologias digitais, promovendo protagonismo estudantil e autonomia intelectual.
O uso pedagógico da IA deve ser orientado por finalidades claras, respeitando princípios éticos e pedagógicos. Entre os benefícios destacam-se: criação de conteúdos, feedback automatizado, personalização da aprendizagem e maior eficiência de processos. Por outro lado, desafios incluem riscos de plágio, diminuição da responsabilidade do estudante, coleta de dados não autorizada e redução do pensamento crítico.
A responsabilidade ética e social no uso da IA é fundamental. Conforme UNESCO (2021), a IA deve ser transparente, rastreável e regulada, com supervisão humana. O estágio atual (ANI – IA fraca) atua como assistente, enquanto a IA geral (AGI) ainda é hipotética, mas impulsiona pesquisas futuras (IBM, [s.d.]). Princípios essenciais incluem mitigação de vieses, promoção da equidade, transparência, responsabilização, impacto social e supervisão humana.
O futuro da IA na educação depende da integração equilibrada entre inovação tecnológica e responsabilidade social. Quando utilizada de forma ética, crítica e mediada pelo professor, a IA contribui para o desenvolvimento de competências cognitivas, socioemocionais e digitais, promovendo aprendizagem significativa, autoria estudantil e cidadania digital consciente.
Aplicação das disciplinas estudadas no projeto integrador
O projeto “Da técnica à emancipação: desafios e possibilidades do uso pedagógico da Inteligência Artificial para uma aprendizagem significativa e libertadora” integra o conceito de letramento como prática social (Kleiman, 2005), ultrapassando o domínio técnico da leitura e escrita e valorizando a participação ativa em práticas comunicativas significativas. Propõe o desenvolvimento do letramento digital crítico, fundamentado na pedagogia freireana, articulando autonomia, diálogo e ética (FREIRE, 1996), ampliando a compreensão da IA como instrumento de autoria, reflexão e transformação social.
A formação docente utiliza metodologias participativas, como Design Thinking, incentivando professores a experimentar, refletir e criar soluções pedagógicas a partir de problemas concretos. A IA é incorporada como recurso pedagógico para ampliar o letramento digital e fortalecer a atuação de alunos e professores como sujeitos ativos na construção do conhecimento.
O projeto também se inspira em princípios de interdisciplinaridade e projetos significativos (Pietrocola et al., 2003; Fourez, 1994), articulando ciência, ética e pedagogia para promover autonomia, criticidade e protagonismo discente. Assim, reforça que a inovação educacional depende não apenas da tecnologia, mas da mediação docente, intencionalidade pedagógica e práticas colaborativas, aplicando metodologias ativas para transformar a IA em mediadora do conhecimento e da emancipação social.
Metodologia
Esta pesquisa adota abordagem qualitativa, exploratória e descritiva, visando compreender como a Inteligência Artificial (IA) pode ser incorporada às práticas pedagógicas de forma emancipatória. Os participantes são professores em formação continuada, de diferentes áreas, selecionados por adesão voluntária.
A coleta de dados inclui observações sistemáticas das práticas pedagógicas durante o curso e entrevistas semiestruturadas em rodas de conversa, com base em referenciais de letramento digital e pedagogia emancipatória (FREIRE, 1992; STAROBINAS, 2005).
O curso combina domínio técnico das ferramentas de IA com reflexão crítica sobre suas implicações pedagógicas, sociais e éticas, abordando temas como autoria digital, cidadania crítica e equidade tecnológica.
A análise qualitativa busca identificar padrões de percepção e mudança nas práticas docentes, fornecendo subsídios para consolidar o uso da IA como recurso educativo emancipatório, superando abordagens meramente instrumentais e promovendo a cidadania digital dos estudantes.
Resultados: solução final
O curso “Da técnica à emancipação: desafios e possibilidades do uso pedagógico da Inteligência Artificial para uma aprendizagem significativa e libertadora” propõe formação continuada inovadora para docentes, fundamentada na pedagogia freireana, metodologias ativas e Design Thinking. Visa integrar criticamente a IA às práticas educacionais, promovendo autonomia, pensamento crítico e emancipação social.
A escuta pedagógica inicial revelou necessidades para além do domínio do técnico da IA, enfatizando sua compreensão ética e social. O curso, estruturado em cinco módulos baseados nas Iniciativas Interdisciplinares de Referência (IIRs), fortalece o professor como mediador do conhecimento e agente de transformação, articulando teoria, ética e prática, alinhado à BNCC.
Durante a aplicação, os professores experimentaram ferramentas como ChatGPT, Teachy e Canva para criar planos e materiais didáticos interdisciplinares, incentivando autoria docente e cidadania crítica digital. Ajustes no curso ampliaram o letramento digital emancipador e atividades reflexivas, aumentando o engajamento e a autonomia dos participantes.
O impacto para os professores traduz-se na apropriação crítica e ética da IA, superando o uso instrumental e estimulando práticas pedagógicas inovadoras e criativas. Por meio do Design Thinking, os docentes desenvolvem habilidades para resolver problemas reais da prática educativa, testando protótipos que integram tecnologia e emancipação social.
Para os estudantes, o curso promove autoria digital, participação ativa e emancipação cognitiva, transformando-os de consumidores passivos em protagonistas do conhecimento. Amplia o letramento digital emancipador, que envolve formação ética, social e cultural, desenvolvimento do pensamento crítico, criatividade, competências socioemocionais e responsabilidade digital — fundamentos essenciais para a cidadania no século XXI.
Assim, o curso representa um avanço significativo na formação docente e no aprendizado, consolidando a IA como ferramenta de mediação e emancipação, e contribuindo para uma educação libertadora, ética e orientada para a construção de uma cidadania digital crítica e solidária.
Considerações finais
O projeto destacou a importância da Inteligência Artificial (IA) como tema para compensar práticas educativas externas à emancipação. A partir do resgate histórico e da análise crítica da tecnologia, evidenciou-se que a IA deve ser compreendida como uma característica social, ética e política, impactando a formação humana. O minicurso comprova que a integração entre IA, recursos digitais e pedagogias críticas amplia as possibilidades de ensino, desde que a tecnologia seja usada como meio, respeitando a intencionalidade docente e o protagonismo dos estudantes.
As práticas desenvolvidas estimularam que o uso eficaz da IA dependesse de objetivos pedagógicos claros, alinhados à BNCC e à realidade escolar, valorizando o papel do professor como mediador crítico e criador. Destacase também a importância da autoria estudantil e da interdisciplinaridade para fazer da IA uma ferramenta emancipadora, formando os alunos para uma atuação consciente em uma sociedade tecnológica.
A reflexão sobre equidade e inclusão digital ressaltou o risco da divisão digital entre escolas, indicando que o sucesso das práticas inovadoras com IA depende de políticas públicas, investimentos e colaboração entre escola e comunidade. Conclui-se que o projeto proporcionou aprendizados avançados aos docentes, mostrando que a inovação educativa reside na forma ética e crítica de incorporar tecnologias, com o desafio de consolidar uma cultura escolar participativa, inclusiva e emancipatória, em que a IA seja aliada da cidadania e da justiça social.
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²Professora de Ciências e Biologia. Estudante do curso de Pedagogia, Univesp;
³Estudante do curso de Pedagogia, Univesp;
⁴Estudante do curso de Pedagogia, Univesp;
⁵Estudante do curso de Pedagogia, Univesp;
⁶Estudante do curso de Pedagogia, Univesp;
⁷Gestão Financeira. Estudante do curso de Pedagogia, Univesp.
