PALLIATIVE CARE: THE ROLE OF NURSING IN THE CARE OF TERMINAL PATIENTS
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202511202128
Erica Mara Figueiredo Bentes1
Sidomar Fernandes Lopes2
Thalia Marcela Brito da Cruz3
Thalissa Marcela Brito de Castro4
Raylane Katícia da Silva Gomes5
Mérida Zilanda Pinheiro de Souza Barbosa6
RESUMO
Os cuidados paliativos são uma abordagem fundamental para a assistência ao paciente terminal, garantindo qualidade de vida e alívio do sofrimento por meio de suporte físico, emocional, social e espiritual. Objetivo: Descrever os cuidados paliativos da enfermagem no cuidado aos pacientes oncológicos terminais. Métodos: Estudo de revisão de literatura, de natureza descritiva. Resultados: A importância do envolvimento do enfermeiro na assistência de enfermagem ao paciente oncológico, que deveria atuar em atividades assistenciais, além de atuar no seu cuidado integral. Revelaram que os cuidados paliativos desempenham um papel crucial no manejo do câncer terminal, proporcionando alívio dos sintomas físicos, psicológicos, sociais e espirituais, tanto para os pacientes quanto para suas famílias. Discussão: Estudos destacam a importância da assistência de enfermagem na promoção de um cuidado integral e humanizado. Ressaltando a necessidade de envolvimento da equipe de enfermagem não apenas na parte técnica do tratamento, mas também no suporte emocional e social ao paciente e sua família. Outra similaridade foi a valorização da humanização do cuidado, evidenciando que a atuação da enfermagem vai além dos procedimentos clínicos, abrangendo aspectos psicológicos e sociais. Considerações finais: Os cuidados paliativos representam uma abordagem essencial no atendimento a pacientes em fase terminal, cujo objetivo principal foi proporcionar qualidade de vida, conforto e dignidade diante da impossibilidade de cura.
Palavras-chave: Enfermagem Oncológica, Equipe de Enfermagem, Doente Terminal, Câncer
ABSTRACT
Palliative care is a fundamental approach to terminally ill patients, ensuring quality of life and alleviating suffering through physical, emotional, social, and spiritual support. Objective: To describe palliative nursing care in the care of terminally ill cancer patients. Methods: This was a descriptive literature review. Results: The importance of nurses’ involvement in the nursing care of cancer patients was demonstrated, as they should perform both clinical and comprehensive care activities. The results revealed that palliative care plays a crucial role in the management of terminal cancer, providing relief from physical, psychological, social, and spiritual symptoms for both patients and their families. Discussion: Studies highlight the importance of nursing care in promoting comprehensive and humanized care. They emphasize the need for nursing staff involvement not only in the technical aspects of treatment but also in the emotional and social support provided to patients and their families. Another similarity was the emphasis on humanizing care, demonstrating that nursing work goes beyond clinical procedures, encompassing psychological and social aspects. Final considerations: Palliative care represents an essential approach in the care of terminally ill patients, whose main objective is to provide quality of life, comfort and dignity in the face of the impossibility of a cure.
Keywords: Oncology Nursing, Nursing Team, Terminally Ill, Cancer.
1. Introdução
Os cuidados paliativos são uma abordagem fundamental para a assistência ao paciente terminal, garantindo qualidade de vida e alívio do sofrimento por meio de suporte físico, emocional, social e espiritual. A enfermagem desempenha um papel essencial nesse contexto, sendo responsável pelo cuidado integral do paciente e de seus familiares durante essa fase delicada da vida. (Castilo, 2022).
O câncer é um dos principais motivos que levam pacientes a necessitarem de cuidados paliativos. Essa doença se caracteriza pelo crescimento desordenado das células, podendo afetar qualquer tecido ou órgão em diferentes idades. Atualmente, com o avanço da tecnologia e da assistência multidisciplinar, as chances de cura aumentaram significativamente. No entanto, para aqueles que não conseguem alcançar a cura, os cuidados paliativos tornam-se indispensáveis, proporcionando um acompanhamento humanizado e voltado ao conforto do paciente. (Ribeiro et al., 2022).
A enfermagem se envolve em todas as fases do tratamento do câncer, desde o diagnóstico até os cuidados paliativos. Essa atuação é essencial para garantir que o paciente e seus familiares recebam informações detalhadas sobre a doença, o tratamento e o prognóstico, além de oferecer suporte emocional durante todo o processo. Esse cuidado não se limita ao ambiente hospitalar, sendo estendido a diversas especialidades e unidades de saúde que oferecem tratamento oncológico. (Castilo, 2022).
Assim, o objetivo deste estudo foi descrever os cuidados paliativos da enfermagem no cuidado aos pacientes oncológicos terminais.
2. Referencial Teórico
2.1 Contexto dos cuidados paliativos oncológicos
Os cuidados paliativos surgiram para atender pacientes que não podem ser curados pelos tratamentos médicos tradicionais. No passado, esses pacientes eram muitas vezes negligenciados, pois a Medicina focava mais na doença do que na pessoa. O termo “cuidados paliativos” foi criado em 1974 pelo médico canadense Balfour Mount e vem do latim “pallium”, que significa manta, representando proteção e conforto para aqueles que enfrentam doenças graves. (Machado et al., 2023).
Os cuidados paliativos têm o objetivo de melhorar a qualidade de vida de pacientes e seus familiares, aliviando o sofrimento por meio da identificação precoce, avaliação e tratamento da dor, além de cuidar de aspectos físicos, emocionais, sociais e espirituais. Atualmente, os cuidados paliativos são indicados para pessoas de todas as idades que enfrentam doenças graves incuráveis, visando melhorar sua qualidade de vida e a de seus familiares e cuidadores. (Amorim et al., 2022).
Garantir dignidade e conforto para pacientes em fase terminal é fundamental. Com o aumento da expectativa de vida, é necessário ampliar o acesso da população a esses cuidados. No entanto, a formação acadêmica ainda não aborda o tema de forma satisfatória nos cursos da área da saúde no Brasil. Isso faz com que muitos profissionais enfrentem dilemas éticos ao oferecer esse tipo de assistência. Assim, os cuidados paliativos devem ser guiados por princípios como autonomia, dignidade, humanização e respeito às particularidades de cada pessoa. (Aragão, 2024).
Na prática, os cuidados paliativos são oferecidos por uma equipe multidisciplinar e englobam o suporte físico, emocional, social e espiritual. Eles são recomendados para pacientes com doenças graves e progressivas que ameaçam a vida e podem ser aplicados em qualquer fase da doença, seja em conjunto com tratamentos médicos ou de forma independente. Essa abordagem visa garantir mais conforto, acolhimento e bem-estar para o paciente e sua família.
2.2 Intervenções de enfermagem e seu impacto no paciente oncológico terminal
O câncer é um grupo de doenças caracterizado pelo crescimento desordenado das células, podendo afetar qualquer tecido ou órgão em qualquer fase da vida. Esse quadro representa um problema de saúde pública, uma vez que apresenta um aumento gradual de incidência, seja devido ao envelhecimento populacional, à exposição a fatores cancerígenos ou a causas genéticas. (Schutc; Martins, 2024).
Apesar dos avanços tecnológicos, estudos clínicos sofisticados e atendimento multidisciplinar terem contribuído para o aumento das chances de cura, nem todos os pacientes alcançam a remissão da doença. Nesse contexto, os cuidados paliativos tornam-se uma necessidade essencial para proporcionar qualidade de vida e alívio do sofrimento nesses pacientes. (Beserra; Aguiar, 2020).
A enfermagem desempenha um papel central no cuidado do paciente oncológico terminal, uma vez que esses profissionais estão mais presentes no dia a dia desses indivíduos, fornecendo assistência contínua e humanizada. A relação entre enfermeiros e pacientes nesse estágio da doença transcende os procedimentos técnicos, envolvendo aspectos emocionais, psicológicos e espirituais. A crença, a fé e a espiritualidade são fatores que impactam positivamente a vivência hospitalar dos pacientes oncológicos, proporcionando maior conforto e esperança, mesmo diante da terminalidade da vida. (Maschio, 2022).
No entanto, apesar da importância da humanização do cuidado na enfermagem oncológica, observa-se que essa prática nem sempre é priorizada pelos profissionais. Diversos fatores podem levar à negligência do cuidado humanizado, incluindo a carga excessiva de trabalho, o ambiente hospitalar tenso e a convivência constante com a dor, o sofrimento e a morte. Muitos enfermeiros desenvolvem mecanismos de defesa, como a negação e a fuga, o que resulta em uma assistência fria e distante, prejudicando não apenas o bem-estar do paciente, mas também a relação entre o profissional, o paciente e seus familiares. (Maschio, 2022).
Diante desse cenário, as intervenções de enfermagem para pacientes oncológicos terminais devem ser pautadas na abordagem multidimensional do cuidado, envolvendo aspectos físicos, emocionais, sociais e espirituais. No aspecto físico, a gestão da dor e do desconforto é uma das principais prioridades, sendo necessária a administração adequada de analgésicos, sedativos e outras terapias paliativas. Além disso, o monitoramento de sintomas como náuseas, dispneia e fadiga é essencial para proporcionar conforto ao paciente. (Beserra; Aguiar, 2020).
No âmbito emocional e psicológico, a presença do enfermeiro como um apoio ativo e empático é fundamental. O acolhimento das angústias, medos e dúvidas do paciente e de seus familiares contribui para um processo de aceitação mais tranquilo e humanizado. A comunicação terapêutica deve ser incentivada, permitindo que o paciente expresse suas emoções e participe das decisões sobre seu próprio cuidado. (Silva; Favilla; Lino, 2021).
O suporte social também desempenha um papel relevante no cuidado ao paciente oncológico terminal. A enfermagem deve atuar como um elo entre a equipe multidisciplinar, o paciente e a família, garantindo que as necessidades individuais sejam atendidas de maneira integral. A orientação aos familiares sobre o processo da doença, o manejo dos sintomas e os aspectos emocionais do luto contribuem para uma experiência menos traumática e mais digna. (Silva et al., 2020).
Assim, a espiritualidade deve ser respeitada e incentivada como um recurso importante para lidar com o fim da vida. Independentemente das crenças individuais, a espiritualidade pode trazer conforto e esperança ao paciente, auxiliando na construção de um sentido para sua trajetória e contribuindo para um processo de despedida mais sereno.
Portanto, as intervenções de enfermagem no cuidado ao paciente oncológico terminal têm um impacto profundo na qualidade de vida desses indivíduos. A adoção de uma abordagem humanizada e integral, que contemple aspectos físicos, emocionais, sociais e espirituais, é essencial para proporcionar conforto e dignidade nesse momento delicado. Ao fortalecer a humanização no cuidado, é possível transformar a experiência do paciente oncológico terminal, proporcionando-lhe mais conforto e serenidade em sua jornada final.
2.3 Equipe de enfermagem e os familiares de pacientes terminais
Os cuidados oferecidos pela enfermagem são essenciais para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e reduzir seu sofrimento. Entre as principais intervenções, destaca-se o manejo dos sintomas, como dor, fadiga, náuseas e falta de ar. Os enfermeiros utilizam medicamentos, técnicas de relaxamento, massagens e outras abordagens para aliviar o desconforto e garantir maior bem-estar ao paciente. (Oliveira; Teixeira; Athanázio, 2021).
O cuidado humanizado coloca o paciente no centro da assistência, considerando não apenas suas necessidades físicas, mas também seus aspectos emocionais, sociais e espirituais. No contexto dos cuidados paliativos, os enfermeiros precisam ter habilidades específicas, como a capacidade de gerenciar sintomas e oferecer apoio emocional tanto ao paciente quanto à sua família. Além disso, são responsáveis por planejar e coordenar o cuidado, assegurando que todas as necessidades do paciente sejam atendidas de maneira eficaz e integrada. (Aragão, 2024).
A equipe de enfermagem também desempenha um papel fundamental no apoio aos familiares de pacientes terminais. Além do suporte emocional e espiritual, é essencial que os profissionais mantenham uma comunicação clara e acolhedora com a família. Essa prática está diretamente relacionada à ética profissional e ao conceito de bioética, que envolve o respeito aos valores, crenças e preferências do paciente ao longo de sua jornada nos cuidados paliativos. (Oliveira; Luz, 2021).
Na enfermagem, que lida diretamente com o enfrentamento da morte, é essencial que os profissionais compreendam esse processo como parte da vida. O foco deve estar na melhoria da qualidade de vida dos pacientes, utilizando uma comunicação eficaz, tanto verbal quanto não verbal. No entanto, lidar diariamente com pacientes sem perspectiva de cura pode ser emocionalmente desafiador e gerar sentimento de frustração e impotência. (Oliveira; Luz, 2021).
Além disso, a saúde mental dos profissionais de enfermagem pode ser impactada pela constante exposição à morte, aumentando o risco de desgaste emocional, depressão e insatisfação no trabalho. Por isso, é fundamental que os enfermeiros atuem com conhecimento técnico-científico, empatia e autocontrole, prevenindo o esgotamento e garantindo um atendimento de qualidade para os pacientes em cuidados paliativos.
A enfermagem se baseia no conhecimento e na prática para oferecer um cuidado eficiente e humanizado. Esse cuidado é construído a partir do conhecimento científico e da experiência do enfermeiro, além das crenças e cultura do paciente, da equipe e do ambiente onde ocorre a assistência. (Sales et al., 2021).
Os enfermeiros reconhecem a importância da espiritualidade e religiosidade no processo de hospitalização. Essas crenças ajudam a aliviar o impacto da internação, promovendo um cuidado que vai além dos aspectos físicos. Profissionais com maior envolvimento nesses aspectos tendem a compreender melhor como eles influenciam o tratamento. (Silva et al., 2020).
A enfermagem desempenha um papel essencial nos cuidados paliativos, proporcionando conforto e apoio integral ao paciente. No entanto, alguns profissionais subestimam a importância dessa abordagem por estarem habituados a práticas convencionais. Isso ressalta a necessidade de capacitação para garantir um atendimento adequado. Enfermeiros devem estar bem preparados para oferecer um cuidado completo, que inclui educação em saúde, controle de sintomas, comunicação eficaz e trabalho em equipe. (Sousa et al., 2020).
Os cuidados paliativos visam garantir suporte humanizado para pacientes sem perspectiva de cura, melhorando sua qualidade de vida. Quando um membro da família adoece gravemente, todos ao seu redor são impactados. É essencial incluir os familiares no processo de tratamento, pois eles fazem parte do contexto emocional e cultural do paciente. (Silva et al., 2020).
Doenças como o câncer podem alterar a dinâmica familiar, especialmente quando os tratamentos não apresentam mais resultados positivos. Isso pode gerar sentimento de perda, medo, impotência e culpa. Além disso, dificuldades financeiras e tensões familiares podem dificultar a busca por assistência. Nos momentos finais, é importante que a família esteja próxima ao paciente, sentindo-se útil e encontrando um significado para o processo de adoecimento e morte. (Silva; Favilla; Lino, 2021).
Estudos mostram que o impacto da doença terminal na família pode ser profundo, e o suporte da equipe de saúde é essencial para proporcionar conforto ao paciente e seus entes queridos. O objetivo dos cuidados paliativos é oferecer qualidade de vida quando o tempo restante não pode ser prolongado. Para isso, é necessário compreender as vivências das famílias e ajudá-las a lidar com esse momento difícil. (Beserra; Aguiar, 2020).
Os cuidados paliativos também oferecem apoio emocional para que os familiares enfrentem o processo de luto e adaptem-se às mudanças causadas pela doença. A equipe de saúde deve estabelecer vínculos sólidos com pacientes e familiares, garantindo uma comunicação honesta e empática.
Além da morte, outras perdas podem gerar sofrimento, como mudanças financeiras, sociais e estruturais. Mesmo perdas desejadas, como casamento ou nascimento de um filho, envolvem renúncias. No contexto de doenças crônicas, essas perdas antecipadas podem gerar estresse e desgaste emocional. O cuidador, além de lidar com o sofrimento do paciente, também enfrenta desafios emocionais e físicos que podem afetar sua própria saúde. (Fonseca et al., 2023).
Diante da proximidade da morte, pacientes e cuidadores podem sentir medo e insegurança. Enquanto o paciente teme a própria finitude, os cuidadores enfrentam o medo da solidão e da perda. Isso pode gerar tanto a necessidade de se aproximar do paciente quanto a tendência de se distanciar emocionalmente. O suporte adequado pode ajudar a equilibrar essas emoções e fortalecer os laços familiares nesse momento delicado. (Sousa et al., 2020).
Portanto, os recursos emocionais e sociais dos familiares influenciam diretamente a qualidade do cuidado prestado ao paciente. Quando os cuidadores percebem seu papel de forma positiva, demonstram mais amor e satisfação. Por outro lado, a sobrecarga emocional pode levar a uma assistência menos eficaz. Assim como os pacientes sofrem com a doença, seus familiares também enfrentam desafios emocionais, físicos e financeiros. (Santos et al., 2024).
3. Metodologia
Este estudo aderiu a revisão de literatura, de natureza descritiva, a qual foi realizada por meio de descritores nas em bases de dados da área de saúde.
Conforme Camargo Júnior (2023) este método se caracteriza, pois […] abrange toda bibliografia já tornada pública em relação ao tema estudado, desde publicações avulsas, boletins, jornais, revistas, livros, pesquisas, monografias, teses, materiais cartográficos, etc. […] e sua finalidade é colocar o pesquisador em contato direto com tudo o que foi escrito, dito ou filmado sobre determinado assunto […]. (Camargo Júnior et al., 2023).
O período de busca ocorreu entre 2020 a 2025, nas bases de dados sendo Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), nas seguintes bases de dados: Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILASC), Base de Dados em Enfermagem (BDENF) e Scientific Electronic Library Online (SCIELO). Os critérios de inclusão foram estudos publicados em língua portuguesa com os descritores supracitados, pacientes adultos e selecionados pelo tema e resumo. E os critérios de exclusão foram artigos com público câncer infantil, pediátrico, que continham estes descritores em título, resumo, estudos com animais e outros que não estavam alinhados com a temática da pesquisa.
4. Resultados e Discussões
Com base na análise descritiva, os resultados e discussões ocorreram entre as semelhanças e diferenças dos estudos selecionados.
Nos estudos de Amorim et al., (2022) e Aragão (2024), ambos destacam a importância da assistência de enfermagem na promoção de um cuidado integral e humanizado. Além disso, ressaltam a necessidade de envolvimento da equipe de enfermagem não apenas na parte técnica do tratamento, mas também no suporte emocional e social ao paciente e sua família. Outra similaridade foi a valorização da humanização do cuidado, evidenciando que a atuação da enfermagem vai além dos procedimentos clínicos, abrangendo aspectos psicológicos e sociais.
Por outro lado, os estudos divergem na assistência de enfermagem ao paciente oncológico de maneira geral, destacando a implementação do processo de enfermagem e a inclusão da família para melhor adesão ao tratamento. Já o estudo de Aragão (2024) trata especificamente dos cuidados paliativos, enfatizando o papel da enfermagem no manejo do câncer terminal, incluindo o alívio de sintomas físicos, psicológicos, sociais e espirituais. Além disso, menciona a necessidade de preparo dos enfermeiros para enfrentar desafios emocionais e éticos.(Amorim et al., 2022; Aragão, 2024).
No estudo de Beserra e Aguiar (2020) salientou-se que o impacto emocional que o trabalho pode causar nos profissionais de enfermagem. Destacando a necessidade de preparo e capacitação para que os enfermeiros lidem com a sobrecarga emocional e evitem sofrimento ao lidar com a dor dos pacientes e seus familiares. Vale ressaltar a importância da enfermagem para o bem-estar do paciente e a humanização do cuidado, ressaltando uma abordagem holística que inclui aspectos físicos, emocionais, sociais, culturais e espirituais (Beserra; Aguiar, 2020).
Neste contexto, notou-se que a importância da humanização no cuidado prestado pela enfermagem faz diferença. Salientando a necessidade de acolhimento, comunicação e criação de vínculos para garantir um atendimento mais sensível e respeitoso ao paciente e seus acompanhantes. Entretanto, vale ressaltar o papel do acompanhante no processo de terminalidade, ressaltando como ele pode proporcionar segurança ao paciente, mas também apontando que a falta de uma comunicação eficiente pode gerar conflitos. Além disso, evidenciou a necessidade de espaços para que tanto a equipe de enfermagem quanto os acompanhantes possam expressar seus sentimentos. Todavia, a postura e atitudes da equipe de enfermagem, foram essenciais para um atendimento humanizado, como empatia, honestidade, equilíbrio emocional e ausência de preconceitos. (Brasil, 2022).
Por outro lado, outro aspecto fundamental está na atuação do enfermeiro nos cuidados paliativos, destacando seu vínculo próximo com o paciente e a família. O texto ressalta a importância da escuta, organização e liderança da equipe de enfermagem para garantir uma assistência digna e humanizada. Em suma, foi válido trazer questões éticas e de autonomia nas decisões de fim da vida, enquanto se valoriza o papel ativo e afetivo do enfermeiro no cuidado diário ao paciente terminal. (Castilo, 2022).
Outro aspecto foi o despreparo dos enfermeiros, destacando que a falta de suporte emocional, psicológico e técnico decorre tanto da formação acadêmica quanto da ausência de investimentos institucionais. Sugerindo que é essencial reformular a formação profissional e oferecer apoio contínuo dentro das instituições de ensino. Em virtude disso temos a relevância da presença familiar no cuidado paliativo, tanto no ambiente hospitalar quanto domiciliar. Além disso, reforçar a necessidade de aprofundar os conhecimentos sobre terapêutica paliativa ainda na graduação, para que os profissionais estejam mais preparados para lidar com a finitude da vida dos pacientes, mostra-se indispensável. (Fonseca et al., 2023).
A primeira diferença entre os autores focou nos cuidados paliativos, enfatizando o respeito à autonomia do paciente e a importância da equipe de enfermagem em tomar decisões baseadas em princípios éticos. Ele destacou como essas ações contribuem para melhorar o conforto e a qualidade de vida dos envolvidos no processo de assistência. Mas, enfatizaram a integralidade do cuidado, apontando que a enfermagem deve ter um olhar ampliado sobre o contexto do paciente. Alertando sobre os riscos da negligência em oferecer um suporte adequado, destacando que a falta de um atendimento completo pode agravar o estado de saúde do paciente. Portanto, destacar os cuidados paliativos e os princípios éticos na tomada de decisões, enfatizou a importância da integralidade e da humanização para evitar a piora da condição do paciente terminal. (Machado et al., 2023).
Segundo Maschio (2022) destacou que o cuidado ao paciente terminal com câncer vai além dos conhecimentos técnicos. Mostrando a importância de um olhar mais humano, sensível e emocional, principalmente nos casos de pacientes em fase terminal. Também reconheceram que esse cuidado exige preparo emocional e atenção especial à dimensão afetiva da relação entre profissional e paciente. As divergências entre os estudos se apresentaram na importância da pesquisa em enfermagem oncológica como base para a prática clínica. A qual abordou temáticas como o cuidar, a morte, o suporte emocional e a necessidade de um olhar holístico para o paciente terminal, valorizando o conhecimento produzido na área. Todavia, o impacto emocional que o cuidado pode causar no profissional de enfermagem. Comprovou a importância do autoconhecimento, do preparo emocional e da necessidade de suporte psicológico oferecido pelas instituições e pela formação acadêmica.(Maschio, 2022;).
Ainda neste viés houve estudos que indicaram a importância da espiritualidade no cuidado com pacientes, especialmente no contexto da terminalidade. Apontando que a espiritualidade pode proporcionar conforto, auxiliar na aceitação da morte e ser uma estratégia terapêutica humanizada. Por outro lado, indicou a falta de capacitação da equipe de enfermagem e a ausência de disciplinas sobre cuidados paliativos nos currículos acadêmicos. Demonstrando como essa lacuna compromete a qualidade da assistência prestada.(Monteiro et al., 2021).
Nestes estudos de Oliveira, Teixeira e Athanázio (2021) e Oliveira e Luz (2021) apresentaram que a enfermagem enfrenta muitos desafios e dificuldades no cuidado de pacientes com câncer. Frisando a importância de estratégias que ajudem a melhorar a qualidade do cuidado, seja para o paciente, como no tratamento paliativo, ou para o próprio profissional, como no cuidado com sua saúde mental.
As discordâncias entre os estudos foram o foco na saúde emocional dos trabalhadores de enfermagem. Pois estes profissionais mostraram-se vulneráveis ao sofrimento no ambiente de trabalho e precisavam de apoio, ações de cuidado e estratégias de defesa para manter o equilíbrio emocional e continuar produtivos. Contudo, indicaram a importância de uma abordagem holística (física, emocional, espiritual e social) e apontaram a falta de preparo e capacitação da equipe de enfermagem como uma dificuldade que compromete a qualidade da assistência se continuar negligenciada. (Oliveira; Teixeira; Athanázio, 2021; Oliveira; Luz, 2021)
No estudo de Ribeiro et al., (2022) demonstrou a importância dos cuidados paliativos e na preparação da equipe para melhorar a qualidade de vida do paciente em fase terminal. No entanto, torna-se significativo expor as dificuldades emocionais enfrentadas pelos profissionais ao lidar com a morte. Mostrando que muitos têm dificuldades em falar sobre o assunto, alguns até negam a morte, o que pode afetar o cuidado oferecido. Também ressaltam que, com o tempo e a experiência, os profissionais conseguem lidar um pouco melhor com a situação, mas ainda precisam de equilíbrio psicológico para apoiar o paciente e os familiares. (Ribeiro et al., 2022).
Conforme Sales et al., (2021) destacou os desafios encontrados em três categorias específicas: sentimentos, posturas e implicações do preparo ou despreparo dos profissionais. Apontando que muitos enfermeiros não estão emocionalmente preparados para lidar com a morte e que isso pode levar a um afastamento do paciente e de sua família. Além disso, outras dificuldades enfrentadas pelos profissionais, foi o medo de falar sobre cuidados paliativos, a insegurança na comunicação com o paciente e a falta de tempo para se capacitar. (Sales et al., 2021).
Vale ressaltar que nestes estudos o interesse foi na relação entre enfermeiro e paciente desde o diagnóstico até os cuidados paliativos, mostrando como essa relação pode minimizar o sofrimento, dar esperança e tornar o processo mais digno. Outro aspecto importante esteve mais voltado para a espiritualidade e religiosidade no cuidado com o paciente. Destacando como a fé em Deus e os cuidados espirituais ajudam no enfrentamento do sofrimento, principalmente quando não há mais possibilidade de cura. Dessa maneira, foi importante destacar o papel emocional e humano do enfermeiro no cuidado geral, bem como a importância do cuidado espiritual como parte do acolhimento ao paciente em fase terminal. (Santos et al., 2024; Silva).
Em virtude do papel da equipe de enfermagem foi abordado os desafios que os profissionais enfrentam, como a interação com a equipe multiprofissional, a comunicação com a família e o manejo da dor e do processo de morte. Por outro lado, e não menos importante, o impacto emocional do diagnóstico de câncer para o paciente e sua família tem muitas consequências. Salientou a relevância do apoio familiar diante do medo da morte e as dificuldades causadas pela mudança na rotina, mostrando que o suporte familiar é essencial para o enfrentamento do tratamento e de seus efeitos físicos e emocionais. (Silva et al., 2020).
As dificuldades práticas enfrentadas na prestação da assistência paliativa, principalmente pela falta de possibilidade de cura, sem mencionar diretamente o impacto emocional da morte para os profissionais. (Silva; Favilla; Lino, 2021; Sousa et al., 2020).
Desse modo, os benefícios que as intervenções dos profissionais de enfermagem podem trazer diretamente ao paciente, esteve o alívio da dor e a criação de momentos agradáveis, com um olhar mais voltado ao impacto positivo do cuidado prestado. Em contraste, as dificuldades enfrentadas pela equipe de enfermagem, como a falta de capacitação e os efeitos emocionais causados pelo contato constante com o sofrimento e a morte. Vale ressaltar a importância de preparar os profissionais para lidar com essas situações e também destacou a necessidade de apoio à equipe e ao paciente por parte da família e da instituição. (Schutc; Martins, 2024).
Por fim, todos os estudos reconhecem que a assistência em cuidados paliativos é desafiadora para a enfermagem. Estas mostraram que, mesmo sabendo da importância desse tipo de cuidado, os profissionais enfrentam dificuldades no momento de aplicá-lo. Destacando a necessidade de tornar esse momento menos doloroso tanto para os pacientes quanto para suas famílias. Salientando que as principais divergências entre as pesquisas cientificas foi na dificuldade emocional e na percepção da morte por parte dos profissionais de enfermagem, que muitas vezes veem o falecimento do paciente como um fracasso profissional, o que atrapalha a criação de vínculos e a comunicação com o paciente e seus familiares.
5. Conclusão
Os cuidados paliativos representam uma abordagem essencial no atendimento a pacientes em fase terminal, cujo objetivo principal foi proporcionar qualidade de vida, conforto e dignidade diante da impossibilidade de cura. Neste contexto, a enfermagem assume um papel central e indispensável, sendo a linha de frente no acompanhamento contínuo e humanizado, tanto do paciente quanto de seus familiares.
A assistência de enfermagem em cuidados paliativos vai além da realização de procedimentos clínicos. Ela envolve escuta ativa, empatia, respeito às crenças, valores e decisões do paciente, além de apoio emocional e espiritual. A humanização do cuidado foi um princípio fundamental, pois permite que o paciente seja visto como um ser completo, que sente, pensa e se expressa, mesmo diante da terminalidade da vida.
Um dos aspectos mais importantes do cuidado paliativo foi o alívio da dor e de outros sintomas físicos, como náuseas, falta de ar, insônia e fadiga. A equipe de enfermagem é responsável por identificar esses sintomas precocemente, aplicar intervenções adequadas e monitorar constantemente a resposta do paciente, garantindo que ele esteja o mais confortável possível. Além disso, a atuação da enfermagem é decisiva na promoção do bem-estar emocional e psicológico, já que muitos pacientes enfrentam medo, angústia, tristeza e ansiedade ao se depararem com a morte.
A presença constante da equipe de enfermagem também favorece o fortalecimento de vínculos com o paciente e seus familiares. Esse contato próximo permite que os profissionais sejam fontes de acolhimento e segurança em momentos delicados. No entanto, essa proximidade também pode gerar sofrimento emocional na equipe, principalmente quando não há preparo adequado para lidar com as situações de perda e luto.
Por isso, torna-se cada vez mais evidente a necessidade de capacitação específica dos profissionais de enfermagem para atuarem em cuidados paliativos. Muitos relatos apontam que os enfermeiros, mesmo com boa vontade e sensibilidade, sentem-se despreparados emocional e tecnicamente para enfrentar o processo de morte. Isso pode gerar sentimento de impotência, frustração, culpa e até mesmo afastamento do paciente em estado terminal. A formação acadêmica ainda é, em muitos casos, insuficiente no que se refere à abordagem da finitude da vida, o que reforça a importância de incluir a temática dos cuidados paliativos nos currículos de graduação e oferecer treinamentos contínuos dentro das instituições de saúde.
Outro aspecto essencial é o papel da enfermagem na comunicação com o paciente e seus familiares. A clareza, o respeito e a sensibilidade na forma de transmitir informações sobre o estado de saúde, o prognóstico e os cuidados a serem realizados são fundamentais para que a família compreenda o processo e participe de forma ativa e serena. A escuta qualificada, sem julgamentos ou pressões, é uma ferramenta poderosa para permitir que o paciente expresse seus desejos, medos e expectativas, favorecendo o respeito à sua autonomia e dignidade.
Além disso, os enfermeiros também devem estar atentos à espiritualidade e religiosidade dos pacientes, compreendendo que esses elementos muitas vezes oferecem consolo e sentido diante da morte. O cuidado espiritual, respeitoso e acolhedor, pode ser um recurso terapêutico valioso, contribuindo para que o paciente viva sua fase final com mais paz e menos sofrimento.
Os cuidados paliativos envolvem um trabalho multiprofissional, no qual a enfermagem atua em conjunto com médicos, psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas e capelães. No entanto, devido à sua presença constante e ao vínculo criado, o enfermeiro muitas vezes assume a função de coordenador do cuidado, organizando as ações da equipe e articulando o atendimento conforme as necessidades do paciente.
Por fim, é essencial também que os próprios profissionais de enfermagem recebam apoio emocional e psicológico, pois lidar frequentemente com o sofrimento, a morte e o luto pode afetar profundamente sua saúde mental. A criação de espaços de escuta, reflexão e suporte institucional é fundamental para que esses profissionais possam continuar exercendo sua função com equilíbrio, humanidade e sensibilidade.
Em suma, o papel da enfermagem nos cuidados paliativos é complexo, mas extremamente valioso. Cuidar de um paciente em fase terminal exige não apenas conhecimento técnico, mas também empatia, maturidade emocional, preparo ético e sensibilidade. O enfermeiro torna-se, assim, um pilar de apoio tanto para o paciente quanto para a família, promovendo uma morte mais digna, menos dolorosa e mais humana. Investir na formação, valorização e bem-estar desses profissionais é, portanto, um passo essencial para fortalecer a qualidade dos cuidados paliativos e garantir que o fim da vida seja vivenciado com respeito, conforto e compaixão.
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1Graduando em enfermagem. Centro Universitário Planalto do Distrito Federal. R. Adasmastor de Figueiredo, 2273. Centro. Itacoatiara – AM. E-mail: ericabentes403@gmail.com
2Graduando em enfermagem. Centro Universitário Planalto do Distrito Federal. R. Adasmastor de Figueiredo, 2273. Centro. Itacoatiara – AM. E-mail: sindomarflopes@gmail.com
3Graduando em enfermagem. Centro Universitário Planalto do Distrito Federal. R. Adasmastor de Figueiredo, 2273. Centro. Itacoatiara – AM. E-mail: thaliamarcelabrito23@gmail.com
4Graduando em enfermagem. Centro Universitário Planalto do Distrito Federal. R. Adasmastor de Figueiredo, 2273. Centro. Itacoatiara – AM. E-mail: marcelathalissa@gmail.com
5Especialista em urgência e emergência. Faculdade Master de Parauapebas. Rua G, 382, Quadra 063, Lote 382. Parauapebas – PA. CEP: 68515-000 E-mail: katiciaraylane@gmail.com
6Mestra em Saúde, Sociedade e Endemias na Amazônia. Universidade Federal do Amazonas. Av. General Rodrigo Octavio Jordão Ramos, 1200 – Coroado I, Manaus – AM, CEP: 69067-005. E-mail: zmerida@yahoo.com.br
