BREEDERS AND MAINTAINERS AS GENE BANKS IN SPECIES CONSERVATION
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ni10202511141950
Milena Riye Miyochi1
Resumo
Atualmente a perda de biodiversidade é um dos maiores desafios ambientais, impulsionada pela degradação de habitats, mudanças climáticas, caça ilegal e tráfico de animais silvestres. Com isso, estratégias de conservação ex situ, realizadas fora do ambiente natural das espécies, têm se mostrado fundamentais para evitar extinções e preservar a variabilidade genética. Este trabalho tem como objetivo analisar o papel dos criatórios e mantenedores na conservação de espécies, avaliando seu potencial como banco genético e sua contribuição para programas de preservação da biodiversidade. Foram realizadas pesquisas qualitativas com base em dados disponibilizados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e em artigos. Os resultados indicam que, quando regulamentados e integrados a políticas públicas, os criatórios e mantenedores podem ter um papel estratégico na conservação de espécies ameaçadas, promovendo a troca de material genético, estudos reprodutivos e reintroduções planejadas. Contudo, ainda existem desafios relacionados à fiscalização, à padronização de dados e à integração com instituições científicas. Conclui-se que o fortalecimento legal e técnico dessas instituições pode ampliar significativamente a efetividade das ações de conservação no Brasil.
Palavras-chave: banco genético; conservação; fonte de dados; criatórios; mantenedores; conservação ex situ.
Abstract
Currently, biodiversity loss is one of the greatest environmental challenges, promoted by habitat degradation, climate change, illegal hunting, and wildlife trafficking. Hence, ex situ conservation strategies—performed outside the species’ natural environment—have proven essential to prevent extinctions and preserve genetic variability. This study aims to analyze the role of breeding and holding facilities in species conservation, evaluating their potential as genetic banks and their contribution to biodiversity preservation programs. A qualitative research was conducted based on data provided by the Brazilian Institute of the Environment and Renewable Natural Resources (IBAMA) and digital bibliographic databases. The results indicate that, when properly regulated and integrated into public policies, breeding and holding facilities may assume a strategic role in the conservation of endangered species by promoting genetic material exchange, reproductive studies, and planned reintroductions. However, challenges remain regarding monitoring, data standardization, and integration with scientific institutions. In summary, strengthening the legal and technical framework of these institutions can significantly increase the effectiveness of conservation actions in Brazil.
Keywords: genetic bank; conservation; data source; breeding facilities; holding facilities; ex situ conservation.
1 INTRODUÇÃO
A conservação de espécies é um conjunto de estratégias voltadas à manutenção da diversidade biológica e ao equilíbrio dos ecossistemas, buscando evitar a extinção de populações ameaçadas e preservar o patrimônio genético da fauna e flora (Primack; Rodrigues, 2001). Essa conservação pode ocorrer in situ, no habitat natural das espécies, ou ex situ, fora do habitat natural, como zoológicos, criadouros, e bancos genéticos (Primack; Rodrigues, 2001; Lacy, 2013). No contexto brasileiro, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) desempenha papel fundamental ao regulamentar e fiscalizar atividades relacionadas à fauna silvestre, promovendo ações integradas com instituições de pesquisa e conservação (IBAMA, 2025).
A perda de biodiversidade vem crescendo nos últimos anos, principalmente pela degradação de habitats, mudanças climáticas, caça ilegal e tráfico de animais silvestres (Primack; Rodrigues, 2001; Cullen Jr. et. al., 2005). Diante desse cenário preocupante, estratégias de conservação ex situ têm se tornado cada vez mais relevantes (Primack; Rodrigues, 2001). Entre essas estratégias, destacam-se os criatórios e mantenedores particulares, que podem apresentar um papel crucial na preservação genética e na manutenção de populações viáveis de espécies ameaçadas (IUCN, 2023).
Embora muitas vezes apresentem uma percepção negativa por parte da população, criatórios e mantenedores legalizados têm um papel imprescindível como verdadeiros bancos genéticos, contribuindo com dados reprodutivos, genéticos e comportamentais importantes para programas de conservação (Cullen Jr. et. al., 2005; Francisco, 2013; Lacy, 2013). A ação dessas instituições pode colaborar com os esforços governamentais e de ONGs em manter espécies nativas, principalmente em um país como o Brasil, que abriga uma das maiores biodiversidades do planeta (IBAMA, 2015). Dessa forma, compreender como esses agentes podem ser inseridos de forma ética e científica na conservação de espécies é essencial para aumentar as taxas de sucesso nos programas de preservação (Lacy, 2013).
Diante disso, o objetivo desse trabalho é analisar o papel dessas instituições na conservação de espécies, avaliando seu potencial como bancos genéticos e sua contribuição para estratégias de preservação da biodiversidade.
Os objetivos específicos são:
i. investigar o funcionamento legal e técnico de criatórios e mantenedores no Brasil;
ii. Identificar espécies atualmente mantidas nesses ambientes com potencial para programas de conservação;
iii. identificar e avaliar os benefícios e desafios da utilização desses criatórios como bancos genéticos;
iv. sugerir diretrizes para integrar de forma eficiente essas instituições e políticas públicas de conservação.
2 METODOLOGIA
Este trabalho utilizou uma abordagem qualitativa, a fim de compreender de maneira prática e aprofundada como criatórios e mantenedores particulares têm atuado na conservação de espécies silvestres. Para isso, as seguintes etapas foram adotadas: i) pesquisa geral sobre o tema; ii) avaliação de material encontrado; iii) seleção dos dados e iv) resumo e escrita de informações.
A coleta de dados foi realizada por meio de pesquisas no banco de dados do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e em bases digitais como Google Acadêmico e SciELO, utilizando descritores como “conservação”, “criatórios e mantenedores”, “animais silvestres e selvagens”, “estratégias ex e in situ” e “banco genético”.
Os critérios de inclusão foram: artigos e livros cuja temática englobasse animais silvestres; artigos publicados entre 2022 e 2025, e livros publicados entre 2001 e 2023.
Os critérios de exclusão foram: artigos que não abordaram dados relacionados à conservação de animais silvestres e banco genético, e publicações com ano de publicação inferior a 2010.
3 REFERENCIAL TEÓRICO
3.1 Conservação in situ e ex situ
A conservação in situ ocorre no ambiente natural das espécies, permitindo a continuidade dos processos ecológicos e evolutivos (Primack; Rodrigues, 2001). Já a conservação ex situ, é realizada fora do habitat original e supervisionado por humanos, como os zoológicos, criatórios, jardins botânicos e bancos genéticos, sendo fundamental quando os ecossistemas naturais estão degradados (Primack; Rodrigues, 2001).
A conservação ex situ, em criatórios e mantenedores, são importantes como banco genético para espécies amplamente ameaçadas (Lacy, 2013). Esse papel é especialmente relevante quando populações selvagens estão extintas ou reduzidas a números tão baixos que a viabilidade demográfica e genética dependem da intervenção humana (Cullen Jr. et. al., 2003; Primack; Rodrigues, 2001). A literatura aponta dois papéis principais desses criadouros: manter a diversidade genética e linhagens reprodutivas para futuras reintroduções; e servir como núcleos de pesquisa e preparo comportamental para readaptação ao meio natural (IUCN, 2023).
A literatura destaca que a integração entre in situ e ex situ é uma estratégia ampla, com planos de recuperação, reintrodução e manejo de metapopulações, que ajudam em pesquisas reprodutivas e comportamentais, fonte de material genético e manutenção de indivíduos (De Castro Pereira, 2015). Assim como há suas contribuições, possui também suas desvantagens, como a perda da adaptabilidade ao ambiente natural, e comportamentos de cativeiro que diminuem o sucesso de reintrodução (Primack; Rodrigues, 2001).
O caso da ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) mostra o potencial e os desafios dessa estratégia (ICMBIO, 2020). O intercâmbio desses animais entre instituições internacionais e centros de reprodução no Brasil permitiram a reprodução de indivíduos para programas de reintrodução, possibilitando as solturas e nascimentos no habitat original (Zanin, 2022). Esses eventos mostram que criatórios e mantenedores podem auxiliar na reprodução, juntamente com restauração de habitat e manejo local, para viabilizar retornos ao ambiente nativo (Zanin, 2022). Em média, no mundo, a estimativa de espécies de animais que estavam ameaçadas, porém tiveram sua população preservada por programas de conservação, são de pelo menos 16 espécies salvas (Corbari, 2025).
Ao mesmo tempo, algumas limitações estão presentes, como a alta mortalidade após soltura por predação, dificuldades de alimentação e treinamento natural de comportamentos, além de riscos institucionais e políticos sobre transferências e acordos internacionais que podem interromper programas (ICMBIO, 2020). Esses pontos ressaltam que o ex-situ não é solução isolada e precisa da conservação ambiental (Zanin, 2022).
3.2 Bancos genéticos e sua importância
Os bancos genéticos possuem um grande papel na preservação da variabilidade genética das espécies, permitindo a manutenção de alelos raros e a reconstituição genética de populações quando necessário, consequentemente diminuindo os riscos de endogamia e de perda de capacidade adaptativa (Queiroz, 2021). Além disso, esses bancos utilizam biotecnologias como inseminação artificial, transferência de embriões, fecundação in vitro e clonagem, que permitem o uso de material biológico armazenado para aumentar ou reintroduzir populações ameaçadas (Cullen Jr. et al., 2005). Podem atuar como backup genético para reintrodução e transferência de genes entre populações, especialmente em situações em que o intercâmbio de indivíduos vivos é inviável devido a restrições sanitárias, logísticas ou legais (Primack; Rodrigues, 2001; IUCN, 2023).
Vantagens técnicas dos criadouros como bancos genéticos incluem: controle reprodutivo, conservação de linhagens raras, possibilidade de reprodução assistida e armazenamento (quando aplicável) de material biológico; desvantagens incluem: adaptação a cativeiro, perda de comportamento selvagem, risco de seleção não intencional e dependência de recursos financeiros externos (Braga, 2016; Cullen Jr. et. al., 2006). Para mitigar essas limitações, recomenda-se integrar programas ex-situ a estratégias in situ, adotar protocolos IUCN de reintrodução e critérios para soltura como a aptidão comportamental, saúde, origem genética, além de monitoramento após a soltura e ações de manejo adaptativo (IUCN, 2023).
3.3 Legislação brasileira sobre criatórios e mantenedores
No Brasil, os criatórios e mantenedores são regulamentados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), de acordo com a Instrução Normativa nº 07/2015 e complementações estaduais, que estimulam programas de conservação e permitem também a troca de informações e espécimes entre as instituições (IBAMA, 2015). Essas instituições devem seguir normas de bem-estar animal, registro genético e finalidade conservacionista (IBAMA, 2015). Existem também normas complementares em nível estadual e municipal, além de instrumentos como Resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) que tratam de uso e comércio de fauna (IBAMA, 2021).
Do ponto de vista técnico e de políticas públicas, o Brasil dispõe de normativas e diagnósticos que condicionam a criação de fauna à finalidade de conservação e ao papel de bancos genéticos quando pertinente (IBAMA, 2015; Conama, 2018). Relatórios e diagnósticos do IBAMA e de órgãos de pesquisa defendem que a manutenção em cativeiro deve estar ligada a objetivos de conservação in situ, controle do comércio ilegal e planejamento de reintrodução quando viável — o que exige acervos genéticos bem documentados, protocolos sanitários, e programas de manejo genético para evitar perda de diversidade ou endogamia (IBAMA, 2021).
As implicações práticas do uso de criatórios e mantenedores como bancos genéticos envolvem tanto oportunidades quanto desafios (Francisco, 2013). Do ponto de vista legal, estabelecimentos devidamente autorizados pelo IBAMA podem integrar-se a programas de conservação e colaborar com instituições científicas, desde que tenham documentação e termos de cooperação (IBAMA – SisFauna, 2022). A Instrução Normativa nº 7/2015 possui categorias que permitem finalidades conservacionistas e científicas para esses espaços (IBAMA, 2021). Entretanto, existem desafios regulatórios, como a diversidade de normas entre estados, a necessidade de comprovação de origem dos animais, as dificuldades logísticas no intercâmbio de material biológico e a exigência de protocolos sanitários, fatores que dificultam a integração entre mantenedores e instituições públicas ou acadêmicas (IBAMA, 2015). Além disso, há o risco de ações inadequadas de criadouros sem fiscalização ou padrões técnicos, podendo aumentar o comércio ilegal e consequentemente ir contra os objetivos conservacionistas, como a seleção de características artificiais que diminuem a aptidão dos indivíduos em seu habitat original (Lacy, 2013). Assim, torna-se essencial a integração com a academia, a elaboração de planos de manejo genético e de troca de dados padronizados, bem como o fortalecimento da fiscalização e da transparência na atuação dessas instituições (IBAMA, 2021).
4 CONCLUSÃO
A conservação da fauna silvestre, por meio de estratégias ex situ, tem se mostrado uma ferramenta essencial para enfrentar o crescente declínio da biodiversidade e a perda de habitats naturais. Criatórios e mantenedores, quando devidamente regulamentados e associados a programas oficiais, assumem papel fundamental como bancos genéticos, assegurando a preservação de material biológico, o controle reprodutivo e a manutenção de linhagens raras que podem ser cruciais para a reintrodução de espécies na natureza. No entanto, a eficácia dessas ações depende diretamente da articulação entre políticas públicas, instituições científicas e órgãos ambientais, garantindo que as práticas de manejo sigam objetivos conservacionistas e padrões técnicos adequados.
Apesar de sua relevância, a conservação ex situ apresenta limitações significativas, como a adaptação ao cativeiro, a perda de comportamentos naturais e os riscos de dependência financeira e política que podem comprometer programas de longo prazo. Assim, para que a conservação da fauna seja eficaz, deve haver um equilíbrio entre as estratégias in situ e ex situ, sustentado por uma base científica sólida, políticas públicas coerentes e o fortalecimento da cooperação entre criadouros, mantenedores e instituições de pesquisa, promovendo a recuperação de espécies e a manutenção da diversidade biológica.
REFERÊNCIAS
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1Discente do Curso Superior de Medicina Veterinária do Instituto UnG – UniversidadeGuarulhos Campus Centro e-mail: milenamiyochi@gmail.com
