REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ni10202512240656
Andressa Carvalho Rocha; Nícolas Milhome de Lima; Marcelo Araujo de Vasconcelos; Francisco Márcio Lima Alburquerque; Francisca Erandielly Lopes Sousa; Ariadsa Mesquita Aragão; Jamile Fernandes Silveira; Maria Eduarda Souto Pedrosa; Phalloma Mercia Lima Albuquerque; Flávio Marques Damasceno
RESUMO
Os métodos contraceptivos tem a função de prevenir uma gravidez indesejada. Alguns, como o preservativo masculino e feminino servem como barreira contra doenças sexualmente transmissíveis (DST´s). Os contraceptivos hormonais reversíveis são os métodos mais usados e eficientes, porém seu uso vem sendo feito sem prescrições médicas e em consequência disso ocorrem muitos efeitos adversos e perda de eficácia devido à escolha e uso incorreto do método anticoncepcional, por esse motivo toda mulher que deseja fazer uso desses métodos deve ser acompanhada por um ginecologista. O planejamento familiar ajuda a população a escolher o método contraceptivo de acordo com a situação da usuária, sendo importante analisar questões como comorbidade e uso correto dos métodos contraceptivos. O presente estudo teve como objetivo analisar como acontece o consumo de contraceptivos por mulheres de acordo com o planejamento familiar realizado na UBS do município de Bela Cruz (CE). O estudo investigou 120 prontuários e prescrições das pacientes que fazem o planejamento familiar e que são atendidas na farmácia do posto de saúde sede III, permitindo a identificação dos anticoncepcionais mais prescritos e as formas farmacêuticas, assim como a idade , o nível de escolaridade, quantas gestações a paciente já teve e a origem da prescrição com o intuito de conhecer o perfil das pacientes e, posteriormente, direcionar as ações da Equipe Multiprofissional na Atenção Primária à Saúde (EMULTI). Trata-se de um estudo documental, descritivo, exploratório com abordagem quantitativa que inclui todos os prontuários e prescrições das pacientes que fazem o acompanhamento familiar. A coleta de dados foi feita através de um formulário buscando conhecer aspectos relacionados à idade, escolaridade, ocupação, tipo de contraceptivo usado e origem da prescrição. Foi necessária a aprovação do Comitê de Ética e Pesquisa (CEP), considerando a resolução n° 466/12, assim como a dispensa do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e Pós-informado. Dos 120 prontuários e prescrições analisadas, destaca-se em relação à idade, o maior quantitativo de mulheres que está entre 25 a 35 anos (31,6%), seguidos de 20 a 25 anos (30%). Dentre elas, 36% das mulheres possuíam o ensino fundamental incompleto, 22% possui o ensino fundamental completo, apenas 9% referiu ter o ensino médio completo e 18% não estudavam. No que se refere ao número de gestações, 78,3% já teve entre 1 e 8 gestações. O anticoncepcional mais prescrito foi enantato de noretisterona + valerato de Estradiol (39,16%) seguido do levonorgestrel + etinilestradiol (28,33%). Nesse contexto, o papel da Equipe de Saúde da Família será o aconselhamento responsável e imparcial sobre os métodos contraceptivos e a facilitação de seus fornecimentos. Conhecer os fatores relacionados às gestações não planejadas torna-se fundamental no desenvolvimento de um programa de planejamento familiar adaptado às peculiaridades locais.
Palavras-chave: Contraceptivos. Planejamento Familiar. Mulher. Saúde
ABSTRACT
Contraceptive methods aim to prevent unintended pregnancies. Some methods, such as male and female condoms, also act as a barrier against sexually transmitted infections (STIs). Reversible hormonal contraceptives are the most widely used and effective methods; however, their use without medical prescription has led to numerous adverse effects and reduced efficacy due to incorrect selection and usage. Therefore, any woman intending to use these methods should be monitored by a gynecologist. Family planning helps the population choose a contraceptive method according to the user’s circumstances, considering factors such as comorbidities and correct use of contraceptives. This study aimed to analyze the consumption of contraceptives by women in relation to family planning at the UBS of Bela Cruz (CE), Brazil. It investigated 120 medical records and prescriptions of patients enrolled in the family planning program and served at the pharmacy of Health Center Sede III, allowing the identification of the most prescribed contraceptives, their pharmaceutical forms, as well as patient age, educational level, number of previous pregnancies, and prescription origin, with the objective of understanding the patient profile and subsequently guiding the actions of the Multiprofessional Primary Health Care Team (EMULTI). This is a documental, descriptive, exploratory study with a quantitative approach, including all medical records and prescriptions of patients undergoing family planning follow-up. Data collection was performed through a form to assess aspects related to age, education, occupation, type of contraceptive used, and prescription origin. The study was approved by the Research Ethics Committee (CEP), according to Resolution No. 466/12, and the waiver of the Informed Consent Form was granted. Among the 120 records and prescriptions analyzed, most women were aged between 25 and 35 years (31.6%), followed by 20 to 25 years (30%). Regarding education, 36% had incomplete primary education, 22% had completed primary education, only 9% had completed secondary education, and 18% were illiterate. Concerning the number of pregnancies, 78.3% had between 1 and 8 pregnancies. The most prescribed contraceptive was norethisterone enanthate + estradiol valerate (39.16%), followed by levonorgestrel + ethinylestradiol (28.33%). In this context, the role of the Family Health Team is to provide responsible and impartial counseling on contraceptive methods and facilitate their provision. Understanding the factors associated with unplanned pregnancies is fundamental for developing a family planning program tailored to local characteristics.
Keywords: Contraceptives. Family planning. Woman. Cheers.
1 INTRODUÇÃO
As mulheres que estão em uma idade reprodutiva, representam uma proporção significativa da população brasileira (Da Silva, 2025). Ações governamentais referentes ao planejamento familiar (PF) são submetidas a essas mulheres visando ampliar as informações a respeito dos métodos contraceptivos (Schuler, 2023). Nas unidades de atenção primária cada vez mais é evidente a presença de mulheres jovens, principalmente devido a realização de pré-natal e a necessidade da assistência materno-infantil nos serviços públicos. (Martins, 2022) (Santos, 2023).
O Ministério da Saúde através da Estratégia de Saúde da Família (ESF) disponibiliza na atenção básica de saúde a assistência em PF, que é regulamentada pela lei n° 9263, de janeiro de 1996 e apoiado no artigo 226, parágrafo 7° da Constituição Federal, é um direito das mulheres, homens e casais. Consiste em um conjunto de meios, métodos ou ações desenvolvidas por profissionais de saúde capacitados para o controle da fecundidade da população (BRASIL, 1997). A Assistência em Planejamento Familiar visa garantir à mulher, ao homem ou ao casal, cuidado no que diz respeito à concepção e contracepção como sendo uma das ações que compõem a assistência integral à saúde (Andrade, 2024) (Santos, 2023).
Tendo como ponto de vista formal o acesso aos meios de concepção e anticoncepção nos serviços públicos de saúde, ao mesmo tempo em que regulamenta essa prática na rede privada, sob o controle do Sistema Único de Saúde (SUS) (BRASIL, 2002).
O PF é um fator básico na promoção da saúde na Atenção Primária à Saúde (APS), ajudando a população a escolher o método contraceptivo ideal de acordo com sua situação clínica, financeira e social (Campagnoli, 2024) (Dos Santos, 2024). Oferece informações e acesso aos recursos que permitam a paciente escolher se vai engravidar ou não e tem como objetivo reduzir a mortalidade da mãe e do feto resultante de uma gravidez de risco ou aborto provocado. Os métodos atualmente disponíveis na APS incluem os comportamentais, hormonais orais e injetáveis, preservativo masculino e feminino, diafragma, espermicida, DIU, laqueadura e vasectomia (Andrade, 2024) (Dantas, 2022).
Os anticoncepcionais hormonais orais são medicamentos compostos por esteroides que são usados de forma isolada ou em associação com o objetivo de impedir a concepção (Oliveira, 2021) (Souza, 2022). Existem também os anticoncepcionais hormonais injetáveis que são a base de progestogênio ou associação de estrogênio e progestogênio, para administração intradérmica, com doses suficientes para um efeito de longa duração (Stella, 2025). Dessa forma, o objetivo deste estudo é analisar como acontece o consumo de contraceptivos por mulheres de acordo com o planejamento familiar realizado na UBS Maria de Fátima Marques no município de Bela Cruz – CE.
METODOLOGIA
Tipo de estudo
Trata-se de um estudo documental, descritivo, exploratório com abordagem quantitativa.
Local e período do estudo
O estudo foi realizado na Unidade Básica de Saúde Sede III, localizado na Rua Capitão Miguel Lopes no município de Bela Cruz- CE. A análise de dados e coleta da amostra foi entre os meses de Janeiro a Março de 2022, tendo o estudo um período de três meses.
Bela Cruz é um município brasileiro, do estado do Ceará, localizado às margens do rio Acaraú, com uma população de 32.755 mil habitantes. A UBS escolhida, dentre as 20 existentes no município, foi inaugurada em 20 de abril de 2014 atendendo as famílias que se encontram no referido bairro e adjacências. São cadastradas 1500 famílias, dentre elas, aproximadamente 150 fazem parte do planejamento familiar. Conta com uma equipe composta por um médico, um enfermeiro, 12 agentes de saúde, um dentista e um auxiliar de dentista e duas auxiliares de farmácia.
Amostra
A amostra constou de 120 prescrições e prontuários das usuárias atendidas na Unidade Básica de Saúde Sede III contendo contraceptivos e que são atendidas na Farmácia da UBS.
Coleta de dados
Os dados foram coletados dos prontuários e prescrição das usuárias que fazem o planejamento familiar e que são atendidas na farmácia do posto de saúde sede III. Para a coleta de dados foi utilizado um formulário onde se identificou os anticoncepcionais mais prescritos e as formas farmacêuticas, assim como a idade , o nível de escolaridade, quantas gestações a paciente já teve e a origem da prescrição com o intuito de conhecer o perfil das pacientes e, posteriormente, direcionar as ações da Equipe Multiprofissional na Atenção Primária à Saúde (EMULTI).
Critérios de inclusão e exclusão
Foram incluídos os prontuários e prescrições realizadas para as mulheres acompanhadas na UBS e atendidas no período do estudo e foram excluídos as prescrições e formulários que não dizem respeito a contraceptivos e planejamento familiar e que não estejam no período do estudo.
Riscos e benefícios
A pesquisa foi classificada com risco mínimo, considerando que foi um estudo documental, caso acontecessem imprevistos como exposição da usuária, extravio ou desgastes das prescrições seriam tomadas todas as medidas cabíveis. Os benefícios foram considerados a partir da caracterização do planejamento familiar que é realizado nas UBS, através do acompanhamento destes usuários de forma direcionada ao uso correto e adequado dos métodos contraceptivos.
Análise dos dados
A análise de dados foi realizada a partir das informações contidas nas prescrições e formulários e os resultados foram apresentados através de gráficos e tabelas com intuito de facilitar a visualização dos dados.
Aspectos éticos
Esse estudo foi norteado pela resolução n° 466/12 respeitando todos os princípios éticos, O presente estudo foi submetido para apreciação do Comitê de Ética (CEP) do Centro Universitário INTA – UNINTA, localizado na Cel. Antônio Rodrigues Magalhães, Bairro D. Expedito Lopes, 359, Sobral – CE Telefone: 88 3112 3500 obtendo aprovação com o número do parecer 2.674.462 (Anexo A). Para ter acesso aos prontuários e prescrições foi necessário a Carta de Anuência (Anexo B).
Resultados
A pesquisa foi de caráter documental, sendo a amostra do estudo feita com 120 prontuários de mulheres que fizeram o planejamento familiar na Unidade Básica de Saúde sede III nos meses de Janeiro, Fevereiro e Março de 2022, avaliadas quanto à faixa etária, escolaridade, tipo de contraceptivo, N° de gestações, comorbidades e origem da prescrição.
Dentre os resultados, destaca-se em relação à idade, o maior quantitativo de mulheres que possuem entre 25 a 35 anos (31,6%), seguidos de 20 a 25 anos (30%), as mulheres com idade até 18 anos e idade entre 35 a 45 anos apresentaram porcentagens de 20% e 18,3%,, conforme gráfico 1. No que se refere ao número de gestações 78,3% das mulheres já teve entre 1 e 8 gestações.
Gráfico 1 – Faixa etária/ mulheres que estiveram gestantes em cada faixa etária, que fizeram planejamento familiar e foram atendidas na UBS nos meses de Janeiro a Março de 2022.

Com relação ao grau de escolaridade das participantes, o gráfico 2 mostra que dos 120 prontuários coletados, 38% das mulheres possuíam o ensino fundamental incompleto, 25% possui o ensino fundamental completo, apenas 12% referiu ter o ensino médio completo. A predominância de mulheres com baixa escolaridade pode influenciar diretamente a adesão e o uso correto dos métodos contraceptivos.
Gráfico 2 – Escolaridade das Mulheres que fizeram planejamento familiar nos meses de Janeiro a Março de 2022.

Os dados da tabela 1 mostra que o contraceptivo mais prescrito foi Enantato de Noretisterona + Valerato de Estradiol denominado como injetável mensal tendo como posologia aplicação uma vez por mês, estando presente em 47 prontuários (39,16%). O segundo contraceptivo mais utilizado foi o Levonogestrel + Etinilestradiol conhecido como “anticoncepcional oral” com sua posologia de um comprimido ao dia estando presente em 34 prescrições (28,33%).
Tabela 1 – Contraceptivos mais prescritos no período de janeiro a março de 2022 para as mulheres acompanhadas na UBS.

De acordo com os resultados encontrados, observa-se a alta demanda de prescrições com noretisterona + valerato de estradiol. Pode-se observar que ele está sendo usado como método de primeira escolha. Além disso, muitas mulheres optam por este método por ser mais prático, pela comodidade e ter menor risco de esquecimento quando comparado aos contraceptivos orais.
Discussão
De acordo com a tabela, 30 mulheres com faixa etária entre 35-45 anos relataram já ter tido entre 1-8 gestações. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2002) revela que o número de mães com mais de 40 anos no Brasil cresceu 27%, entre 1991 e 2000. Aquelas que tiveram filho pela primeira vez com idade entre 40 e 49 anos fazem parte de um segmento populacional com alta escolaridade. E ainda reforçam que uma das razões para que muitas mulheres adiem o sonho da maternidade é a carreira profissional. A formação escolar de uma pessoa com grau universitário exige pelo menos quinze anos de estudo. Isso significa que dificilmente uma mulher está formada antes dos 22 anos.
Dessa forma, devemos considerar que entre as mulheres que engravidam tardiamente existem dois grupos distintos: um que é formado por aquelas que desejaram e planejaram sua gestação, apresentando boa saúde e condições socioeconômicas favoráveis muitas vezes recorrendo a técnicas de reprodução assistida; e, outro, constituído por mulheres que foram mães mais cedo e agora estão grávidas do terceiro, quarto filho, as chamadas multíparas e que, geralmente, não planejaram a gravidez e muitas vezes nem mesmo a desejaram, a maioria pertencente a classes socioeconômicas menos favorecidas e muitas já com problemas de saúde vários ficando expostas a um maior risco obstétrico (Goulart, 2025) (Gozzo, 2023).
Martins, (2025) em seu estudo descreve sobre a importância das mulheres, que planejam gestações tardias ou mesmo aquelas que não planejaram, a procurarem uma boa avaliação clínica, complementada com exames preventivos para detecção de diabetes, doença cardiovascular e câncer de mama. É preciso conhecer todos esses eventuais problemas para que a mulher com mais de 35 anos consiga se cuidar e se proteger. Se ela goza de boa saúde, está com o peso adequado para a sua altura, alimenta-se bem, tem um estilo de vida saudável e recebem cuidados pré-natais, ela terá as mesmas perspectivas que gestantes bem mais jovens, sua gravidez poderá sim ser satisfatória, inclusive com parto natural
Segundo Costa et al., (2021) informações passadas às mulheres são captadas por parte destas e, muitas vezes, parcialmente, seja pela dificuldade de compreensão atrelada à baixa escolaridade, ao baixo interesse ou oportunidade de convívio e interação social sobre a temática serem escassas e conduzidas por técnicas de comunicação inadequadas. Torna-se necessário, pois, refletir sobre como essas informações são dadas e recebidas pelas mulheres, como estas apreendem e a utilizam em prol da sua saúde sexual e reprodutiva. Evidenciando a relevância do conhecimento na promoção de escolhas conscientes relacionadas ao planejamento familiar, o estudo apontou que apenas 46,4% de mulheres sem instrução ou com ensino fundamental incompleto utilizam algum método contraceptivo, enquanto que 69,7% das mulheres com ensino superior completo utilizam algum método. (POLITICA NACIONAL DE SAÚDE, 2013).
A pílula anticoncepcional é um dos métodos mais utilizados por mulheres atendidas na rede pública de saúde (Castro Araújo, 2025). Essa prevalência pode estar associada à facilidade de acesso a esses métodos nas farmácias comunitárias e à sua disponibilização na APS por meio do programa de planejamento familiar. Entretanto, o uso adequado do anticoncepcional oral exige adesão rigorosa, uma vez que falhas decorrentes do esquecimento podem comprometer sua eficácia, reforçando a importância da orientação contínua e do acompanhamento pelas equipes de saúde (Oliveira, 2021).
Conclusão
O planejamento familiar é essencial para orientar o consumo de métodos contraceptivos e promover a saúde reprodutiva das mulheres atendidas na Unidade Básica de Saúde Maria de Fátima Marques, em Bela Cruz–CE. Observou-se predominância do uso de métodos hormonais, especialmente o anticoncepcional injetável mensal, indicando preferência por opções de maior praticidade. O estudo identificou mulheres em idade reprodutiva ativa, muitas com múltiplas gestações e baixa escolaridade. Esses achados reforçam a importância da atuação da ESF, combinando a oferta de métodos contraceptivos e ações de educação em saúde. Dessa forma, o planejamento familiar contribui para escolhas mais conscientes e para a melhoria da assistência na atenção primária à saúde.
Referências:
ANDRADE, Mirene Santos et al. Planejamento familiar no Sistema Único de Saúde: uso do dispositivo intrauterino. Research, Society and Development, v. 11, n. 3, p. e38211326386, 2022.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Coordenação de Saúde da Comunidade. Saúde da Família: uma estratégia para a reorientação do modelo assistencial. Brasília: Ministério da Saúde, 1997.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Anticoncepção hormonal oral. 4. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2002.
CAMPAGNOLI, Yuri Moreira et al. A gestão da atenção primária de saúde com relação ao impacto na qualidade do planejamento familiar. Revista Eletrônica Acervo Saúde, v. 24, n. 12, p. e18633, 2024.
CASTRO ARAÚJO, Jennifer et al. Uso de anticoncepcionais orais hormonais na adolescência em serviços escolares e de atenção primária à saúde: uma revisão de escopo. Enfermería: Cuidados Humanizados, v. 14, n. 2, 2025.
COSTA, Ana Cleide Mineu; OLIVEIRA, Bruno Luciano Carneiro Alves de; ALVES, Maria Teresa Seabra Soares de Britto. Prevalência e fatores associados à gravidez não planejada em uma capital do Nordeste Brasileiro. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, v. 21, p. 461-471, 2021.
DANTAS, Luciano Ribeiro; DE SOUSA, Milena Nunes Alves. Impacto do desconhecimento do dispositivo intrauterino em planejamento familiar na atenção primária. Recisatec-Revista Científica Saúde e Tecnologia, v. 2, n. 9, p. e29189, 2022.
DA SILVA, Jose Alderir et al. Transição demográfica e janela de oportunidade no Brasil. Princípios, v. 44, n. 172, p. 297-317, 2025.
DOS SANTOS SILVA, João Henrique et al. O impacto do planejamento familiar na saúde materna no âmbito do SUS: um estudo entre a população atendida por uma Unidade Básica de Saúde em Floriano-PI. Contribuciones a las Ciencias Sociales, v. 18, n. 3, p. 60, 2025.
GOULART, Mariana Barbosa et al. Gravidez tardia: análise das complicações maternas e fetais no período gestacional e do puerpério. Revista Contemporânea, v. 5, n. 9, p. e9054, 2025.
GOZZO, Débora. Planejamento familiar e maternidade tardia no Brasil: gestação de alto risco a partir dos 35 anos. Cadernos Ibero-Americanos de Direito Sanitário, v. 12, n. 1, p. 69-80, 2023.
MARTINS, Débora Cristina et al. Avaliação dos atributos da atenção primária à saúde com mulheres em idade reprodutiva. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 75, p. e20210015, 2022.
MARTINS, Giovana Gonçalves. Influência de fatores ambientais no desenvolvimento de fissuras labiais e/ou palatinas e a importância da gravidez planejada para a saúde do recém-nascido. 2025. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2025.
OLIVEIRA, Ranna Priscylla Campos; TREVISAN, Márcio. O anticoncepcional hormonal via oral e seus efeitos colaterais para as mulheres. Revista Artigos.com, v. 28, p. e7507, 2021.
SANTOS, Bruna Nicole Soares dos et al. Prevalência dos indicadores de saúde pré-concepcional das mulheres brasileiras em idade reprodutiva. Ciência & Saúde Coletiva, v. 28, n. 11, p. 3367-3381, 2023.
SOUZA, Mariana Silva et al. Anticoncepcionais hormonais orais e seus efeitos colaterais no organismo feminino: uma revisão integrativa. Journal of Education Science and Health, v. 2, n. 2, p. 1-11, 2022.
SCHULER, Maria Fernanda De Lemos et al. O papel fundamental da atenção primária na saúde sexual e planejamento familiar das mulheres. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, v. 5, n. 5, p. 2126-2140, 2023.
STELLA, Laura Garcia et al. Contraceptivos hormonais e os riscos cardiovasculares em mulheres. Revista Eletrônica Acervo Científico, v. 25, p. e19838, 2025.
