COMPARAÇÃO ENTRE DIÁLISE PERITONEAL E HEMODIÁLISE: ASPECTOS CLÍNICOS E QUALIDADE DE VIDA DO PACIENTE 

COMPARISON BETWEEN PERITONEAL DIALYSIS AND HEMODIALYSIS: CLINICAL ASPECTS AND PATIENT QUALITY OF LIFE 

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ch10202511081835


Elvis Kuhn Pinheiro1


RESUMO 

O presente estudo teve como objetivo evidenciar as diferenças entre a hemodiálise e a diálise peritoneal, analisando seus aspectos clínicos e o impacto de cada modalidade na qualidade de vida de pacientes com Doença Renal Crônica (DRC). Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, conduzida conforme as diretrizes do PRISMA, com buscas realizadas nas bases PubMed, BVS e LILACS. Foram inicialmente identificados 6.215 artigos, dos quais oito atenderam aos critérios de inclusão e foram analisados. Os resultados mostraram que a diálise peritoneal (DP) proporciona maior autonomia, conforto e flexibilidade, já que pode ser realizada em casa e adaptada à rotina do paciente, preservando melhor a função renal residual e favorecendo a qualidade do sono e o bem-estar geral. Em contrapartida, a hemodiálise (HD) garante monitoramento médico constante e maior segurança clínica, sendo mais indicada em casos graves ou quando há risco de infecções abdominais. Entretanto, a HD pode causar cansaço, limitações na vida social e maior dependência de deslocamentos e horários fixos. Em termos de custo, a DP tende a ser mais econômica e prática, mas requer disciplina e apoio familiar. Já a HD, embora mais cara e restritiva, oferece suporte técnico e emocional mais próximo. Conclui-se que ambas as modalidades são eficazes, porém impactam de forma distinta a vida dos pacientes. A escolha do tratamento deve considerar não apenas fatores clínicos, mas também aspectos emocionais, sociais e de qualidade de vida, valorizando uma abordagem mais individualizada e centrada no paciente. 

Palavras-chave: Doença Renal Crônica; Hemodiálise; Diálise Peritoneal; Qualidade de Vida. 

ABSTRACT 

The present study aimed to highlight the differences between hemodialysis and peritoneal dialysis, analyzing their clinical aspects and the impact of each modality on the quality of life of patients with Chronic Kidney Disease (CKD). This is an integrative literature review conducted according to PRISMA guidelines, with searches performed in the PubMed, BVS, and LILACS databases. A total of 6,215 articles were initially identified, of which eight met the inclusion criteria and were analyzed. The results showed that peritoneal dialysis (PD) provides greater autonomy, comfort, and flexibility, as it can be performed at home and adapted to the patient’s routine, better preserving residual renal function and improving sleep quality and overall well-being. In contrast, hemodialysis (HD) ensures constant medical monitoring and greater clinical safety, being more suitable for severe cases or when there is a risk of abdominal infections. However, HD may cause fatigue, social limitations, and greater dependence on travel and fixed schedules. In terms of cost, PD tends to be more economical and practical but requires discipline and family support. HD, although more expensive and restrictive, offers closer technical and emotional support. It is concluded that both modalities are effective but affect patients’ lives differently. The choice of treatment should consider not only clinical factors but also emotional, social, and quality-of-life aspects, promoting a more individualized and patient-centered approach. 

Keywords: Chronic Kidney Disease; Hemodialysis; Peritoneal Dialysis; Quality of Life. 

INTRODUÇÃO 

A Doença Renal Crônica (DRC) é uma condição em que os rins perdem, de forma lenta e progressiva, a capacidade de filtrar o sangue e eliminar as impurezas do organismo. Quando essa função é comprometida de maneira grave, o paciente precisa recorrer a um tratamento que substitua, ao menos parcialmente, o trabalho dos rins. Entre as principais opções estão a hemodiálise e a diálise peritoneal, ambas com o mesmo objetivo de remover toxinas e o excesso de líquidos, mas com formas de realização e impactos diferentes na vida do paciente (Sousa; Pereira; Motta, 2018). 

A hemodiálise é o método mais conhecido e utilizado no Brasil. Nela, o sangue do paciente é retirado do corpo, filtrado por uma máquina e depois devolvido limpo. O tratamento é feito, geralmente, três vezes por semana, com duração média de quatro horas por sessão, em clínicas especializadas. Apesar de ser eficaz, a hemodiálise exige deslocamento frequente, pode causar cansaço, queda de pressão e traz restrições alimentares rigorosas. Além disso, interfere diretamente na rotina e na vida social do paciente, que passa a depender de horários e locais fixos para o tratamento (Lacerda; Soares; Marangoni, 2024). 

Já a diálise peritoneal é realizada de forma diferente e pode ser feita em casa. Nesse caso, utiliza-se o peritônio como filtro natural (Matos; Fazenda, 2022). Um líquido especial é introduzido e retirado da cavidade abdominal, removendo as substâncias tóxicas do sangue. Essa técnica oferece mais autonomia e flexibilidade ao paciente, que pode adaptar o tratamento à sua rotina. (Queiroz; Ribeiro, 2021). 

A escolha entre uma modalidade e outra vai muito além dos fatores médicos. Envolve também aspectos emocionais, sociais e até econômicos. A hemodiálise, por demandar mais estrutura e profissionais especializados, tende a ser mais cara para o sistema público de saúde. Já a diálise peritoneal, por ser feita em casa, pode reduzir custos e ampliar o acesso ao tratamento em regiões mais distantes, embora exija disciplina e apoio familiar. Assim, a decisão deve ser tomada de forma conjunta, considerando o estilo de vida, as condições clínicas e as preferências do paciente (Barbosa et al., 2022). 

Outro ponto importante é o impacto na qualidade de vida. A DRC e o tratamento contínuo podem causar sofrimento emocional, ansiedade, mudanças na vida profissional e social, além de afetar a autoestima. Pacientes em diálise peritoneal relatam maior sensação de liberdade e controle sobre o próprio tratamento, enquanto os que fazem hemodiálise valorizam o acompanhamento constante da equipe de saúde. Em ambos os casos, o suporte psicológico e familiar é essencial para manter a adesão e o equilíbrio emocional durante o tratamento (Pires et al., 2023). 

Nesse âmbito, este estudo objetiva-se: Evidenciar as diferenças entre a hemodiálise e a diálise peritoneal, destacando seus principais aspectos clínicos e o impacto de cada modalidade na qualidade de vida dos pacientes com Doença Renal Crônica. 

METODOLOGIA 

A metodologia selecionada para embasamento deste estudo foi a de revisão integrativa da literatura, de abordagem descritiva, baseada na utilização das diretrizes do Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses PRISMA. Foram seguidas as etapas recomendadas pelo PRISMA para a identificação e inclusão de estudos relevantes, incluindo a busca em bases de dados eletrônicas, a seleção de estudos de acordo com critérios pré-definidos e a extração de dados para a análise. 

Para auxiliar na resposta ao problema de pesquisa, formulou-se a seguinte pergunta norteadora: Quais são as principais diferenças entre a hemodiálise e a diálise peritoneal em relação aos aspectos clínicos e à qualidade de vida dos pacientes com Doença Renal Crônica?

A partir dessa questão, foi realizado um levantamento bibliográfico nas bases: National Library of Medicine (PubMed), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). A estratégia de busca para cada base de dados foi detalhada no quadro abaixo. 

Quadro 1 – Detalhamento da estratégia de busca nas bases de dados selecionadas. 

Data Base De Dados Estratégia De Busca Resultados
03/11/25 PUBMED (“Peritoneal Dialysis”[MeSH Terms] OR “Peritoneal Dialysis” OR “Continuous Ambulatory Peritoneal Dialysis”) AND (“Hemodialysis”[MeSH Terms] OR “Hemodialysis” OR “Hemodialysis, Home”) AND (“Comparative Study” OR “Comparison” OR “Clinical Outcomes” OR “Quality of Life”)2. 699 Artigos
03/11/25 BVS ((“Diálise Peritoneal” OR “Peritoneal Dialysis”) AND (“Hemodiálise” OR “Hemodialysis”) AND (“Comparação” OR “Comparative Study” OR “Qualidade de Vida” OR “Quality of Life”))3.306 Artigos
03/11/25 LILACS ((“Diálise Peritoneal” OR “Peritoneal Dialysis”) AND (“Hemodiálise” OR “Hemodialysis”) AND (“Comparação” OR “Comparative Study” OR “Qualidade de Vida” OR “Quality of Life”))210 Artigos

Fonte: Dados da pesquisa, 2025. 

Foram considerados critérios de inclusão estudos originais do tipo coorte, caso-controle, transversal, observacionais, ensaios clínicos, estudos quantitativos ou qualitativos, disponíveis na íntegra, publicados nos últimos 05 anos, publicados em todos os idiomas. Já os critérios de exclusão abrangeram revisões, artigos pagos, duplicados em mais de uma base de dados e estudos que não abordassem o tema em questão. O detalhamento da seleção dos estudos foi apresentado na Figura 1. 

Por tratar-se de uma revisão integrativa não houve necessidade de encaminhar o projeto para apreciação do Comitê de Ética (CEP).

RESULTADOS E DISCUSSÕES 

Foram identificados 6.215 artigos nas bases PubMed, BVS e Lilacs. Após a exclusão de 3.350 por estarem fora do recorte temporal, restaram 2.865 para triagem. Desses, 1.865 foram excluídos por duplicidade ou indisponibilidade. Assim, 1.000 estudos seguiram para análise, sendo 750 descartados por não estarem disponíveis na íntegra ou fugirem do tema. Dos 250 avaliados na íntegra, 242 foram excluídos por serem pagos ou não responderem à questão de pesquisa. Ao final, 8 estudos atenderam aos critérios de elegibilidade e foram incluídos na revisão. 

Figura 1: Fluxograma de seleção da amostra. 

Fonte: Dados da pesquisa, 2025. 

Os estudos selecionados para a amostra foram organizados no quadro abaixo. Quadro 2: Descrição dos estudos selecionados para a amostra.

Título Autor/Ano Método Modalidades ComparadasAspectos Clínicos AvaliadosQualidade de Vida
Comparação da qualidade do sono em pacientes submetidos a diálise peritoneal e hemodiálise: um estudo transversal.Parmaksiz, 2025Estudo observaciona l transversalDiálise Peritoneal (DP) x Hemodiálise (HD)Distúrbios do sono, fadiga, pressão arterial e comorbidadesPacientes em DP relataram melhor qualidade do sono e menor fadiga em comparação aos de HD.
Trajetórias de qualidade de vida para diferentes modalidades de diálise – um estudo nacional.Rydell et al., 2025Análise comparativaDP x HD Função cardiovascular, controle metabólico e hospitalizaçõesA DP mostrou melhor percepção de autonomia; a HD apresentou maior estabilidade clínica.
Comparação da qualidade de vida relacionada à saúde e dos escores de utilidade de pacientes submetidos a hemodiálise e diálise peritoneal ambulatorial contínua na Indonésia.Rokhman et al., 2025Estudo comparativoDP x HD Adesão ao tratamento, infecções e controle de eletrólitosDP associada a melhores escores de utilidade e satisfação geral; HD com maior queixa de limitações físicas.
Diálise peritoneal aguda em doses mais baixas versus hemodiálise intermitente aguda em lesão renal aguda: um ensaio clínico randomizado controlado.Parapiboon et al., 2024Ensaio clínico multicêntrico randomizado e controladoDP x HD Mortalidade, função renal residual e tempo de recuperaçãoNão houve diferença significativa na percepção de qualidade de vida no curto prazo.
Hemodiálise em centro versus diálise peritoneal: uma análise de custo-utilidade.Matrisch; Rau, 2024Ensaio clínicoDP x HD Custos hospitalares, complicações e tempo de internaçãoA DP foi associada a maior conforto e flexibilidade; HD apresentou melhor monitoramento clínico.
Diálise peritoneal assistida comparada à hemodiálise em centro especializado – um estudo observacional de resultados do Registro Renal Sueco.Rydell; Segelmark; Clyne, 2024Estudo observaciona lDP assistida x HDInfecções, hospitalizações e manutenção da função renalPacientes em DP apresentaram melhor percepção de independência; HD teve melhor estabilidade clínica.
Qualidade de vida em pacientes em hemodiálise versus diálise peritoneal no Bahrein.Aljenaidi et al., 2023Estudo transversalDP x HD Hipotensão, fadiga, anemia e nutriçãoA DP apresentou melhor escore físico e social; HD com maior apoio emocional institucional.
Qualidade de vida entre pacientes em diálise peritoneal e hemodiálise: um estudo transversal.AlRowaie et al., 2023Estudo transversalDP x HD Pressão arterial, complicações infecciosas e adesãoPacientes em DP relataram maior satisfação e menos limitações nas atividades diárias.

Fonte: Dados da pesquisa, 2025. 

Em análise a pesquisa realizada, as evidências mostraram que a diálise peritoneal traz uma sensação maior de autonomia, conforto e liberdade, já que pode ser feita em casa e permite ao paciente manter uma rotina mais próxima do normal. Os autores Rydell; Segelmark; Clyne (2024) constataram em sua pesquisa que quem faz DP se sente mais independente e com maior controle sobre o próprio tratamento. Já a hemodiálise, por ser realizada em clínicas especializadas, garante um acompanhamento médico mais constante, o que aumenta a segurança, mas acaba limitando a liberdade do paciente e exigindo deslocamentos frequentes. 

O estudo realizado por Parmaksiz et al. (2025) evidenciou que pacientes em DP dormem melhor e sentem menos fadiga do que aqueles em HD. Isso pode estar relacionado ao fato de o tratamento domiciliar permitir um ambiente mais tranquilo e horários mais flexíveis. O sono adequado é um aspecto fundamental da qualidade de vida e, portanto, esses resultados reforçam o quanto o tipo de terapia pode impactar o bem-estar diário. 

Por outro lado, Parapiboon et al. (2024) observaram que, em casos de lesão renal aguda, não houve diferença significativa na qualidade de vida entre as duas modalidades. Isso mostra que, em situações mais graves ou de curto prazo, o tipo de diálise escolhido pode não interferir tanto, já que o foco principal é a estabilização clínica do paciente. 

Do ponto de vista clínico, estudos como os de Rokhman et al. (2025) e AlRowaie et al. (2023) indicam que a DP apresenta vantagens em termos de adesão ao tratamento, controle de eletrólitos e menos complicações cardiovasculares. Porém, a HD ainda é preferida em casos que exigem depuração mais rápida do sangue ou quando o paciente apresenta infecções abdominais. Isso reforça a importância de avaliar cada caso individualmente, levando em conta as condições de saúde e o contexto do paciente. 

Quando o assunto é custo e conforto, Matrisch e Rau (2024) mostraram que a DP tende a ser mais econômica e prática, principalmente por reduzir internações e permitir tratamento domiciliar. Mesmo assim, a HD oferece mais segurança para quem precisa de acompanhamento médico mais próximo, como pacientes com múltiplas doenças associadas. 

No aspecto emocional e social, Aljenaidi et al. (2023) apontam que a HD, por ser feita em centros de saúde, permite maior convivência com profissionais e outros pacientes, o que favorece o apoio psicológico e reduz o sentimento de isolamento. A a DP, embora proporcione mais liberdade, pode gerar solidão em alguns casos, principalmente se o paciente não tiver suporte familiar suficiente. 

Com isso percebe-se outro ponto importante é a manutenção da função renal e a frequência de hospitalizações. Segundo Rydell et al. (2025), pacientes em DP costumam preservar por mais tempo a função renal residual, o que contribui para uma evolução mais estável e um sentimento maior de bem-estar. Já a HD se destacou por apresentar menor número de infecções graves, especialmente as relacionadas à peritonite, uma complicação comum na DP. 

CONCLUSÃO 

Esta pesquisa evidencia que tanto a hemodiálise quanto a diálise peritoneal são eficazes no tratamento da Doença Renal Crônica, mas afetam de forma diferente a vida dos pacientes. A diálise peritoneal se mostrou mais confortável e permite maior autonomia, enquanto a hemodiálise garante maior segurança e acompanhamento médico constante. Por isso, a escolha do tipo de diálise deve levar em conta não só o estado clínico, mas também o estilo de vida e as preferências de cada pessoa. 

Mesmo assim, esta revisão tem limitações, como o número pequeno de estudos e o tempo curto de acompanhamento em algumas pesquisas. Ainda faltam investigações que avaliem o impacto emocional e social dessas terapias a longo prazo. Assim, futuros estudos podem ampliar as amostras e aprofundar a análise da qualidade de vida dos pacientes, ajudando a orientar escolhas mais personalizadas e humanas no tratamento da DRC. 

REFERÊNCIAS 

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1Residente em Clínica Médica, Hospital São Mateus, Médico, Centro Universitário de Várzea Grande, E-mail: elviskuhnp@gmail.com