BUPROPIONA E NALTREXONA COMO ESTRATÉGIA PARA CONTROLE DE PESO: UMA REVISÃO CRÍTICA DA LITERATURA

BUPROPION AND NALTREXONE AS A STRATEGY FOR WEIGHT CONTROL: A CRITICAL REVIEW OF THE LITERATURE

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ch10202509191240


Ana Clara Slonski Contin1
Eloá Vicentin Cesnik2
Emilene Dias Fiuza Ferreira3


RESUMO

Nas últimas três décadas, a obesidade emergiu como uma das mais preocupantes epidemias globais, afetando milhões de pessoas e desafiando sistemas de saúde ao redor do mundo. Caracterizada por uma doença de desequilíbrio calórico, a obesidade está associada a uma série de complicações graves, incluindo doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, hipertensão e diversas formas de câncer, além de impactos psicológicos significativos. Dada a complexidade e a multifatorialidade da obesidade, abordagens integradas que combinam mudanças no estilo de vida e intervenções farmacológicas são frequentemente necessárias para alcançar uma perda de peso sustentável e a melhora da saúde geral dos pacientes. Dentre os medicamentos utilizados no emagrecimento, temos a combinação de Bupropiona com Naltrexona. O objetivo do trabalho foi explorar a ação e eficácia do uso do Cloridrato de Bupropiona combinado com Cloridrato de Naltrexona no tratamento e controle da perda de peso em pacientes obesos. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura sobre a importância dos medicamentos Bupropiona + Naltrexona no tratamento farmacológico da obesidade. Foi realizada uma busca na base de dados PUBMED com as palavras-chave: “Bupropiona” e “Naltrexona” e “Perda de peso”, sendo filtrados somente artigos publicados nos últimos 10 anos, realizados em humanos e com texto completo. A intervenção no estilo de vida e a farmacoterapia são as abordagens importantes para a perda de peso. Em suma, todos os artigos lidos na íntegra demonstraram eficácia no tratamento com Bupropiona e Naltrexona. Ainda, se mostraram eficazes em reduzir os riscos metabólicos em indivíduos com sobrepeso e obesidade.

Palavras-Chave: Bupropiona; Naltrexona; emagrecimento; perda de peso; benefícios; análise de resultados.

ABSTRACT

In the past three decades, obesity has emerged as one of the most concerning global epidemics, affecting millions of people and challenging healthcare systems worldwide. Characterized as a disease of caloric imbalance, obesity is associated with a range of serious complications, including cardiovascular diseases, type 2 diabetes, hypertension, and various forms of cancer, as well as significant psychological impacts. Given the complexity and multifactorial nature of obesity, integrated approaches that combine lifestyle changes with pharmacological interventions are often necessary to achieve sustainable weight loss and improve the overall health of patients. Among the medications used for weight loss, the combination of Bupropion and Naltrexone is notable. The aim of this study was to explore the action and effectiveness of the use of Bupropion Hydrochloride combined with Naltrexone Hydrochloride in the treatment and management of weight loss in obese patients. This is an integrative literature review on the importance of Bupropion in the pharmacological treatment of obesity. This search was conducted in the PUBMED database using the keywords: “Bupropion,” “Naltrexone,” and “Weight loss,” filtering only articles published in the last 10 years, conducted in humans, and with full-text availability. Lifestyle intervention and pharmacotherapy are important approaches to weight loss. In summary, all articles reviewed in their entirety demonstrated efficacy in treatment with Bupropion and Naltrexone. Moreover, they proved effectiveness in reducing metabolic risks in individuals with overweight and obesity.

Keywords: Bupropion; Naltrexone; Weight loss; Benefits and Analysis of results

Introdução

A obesidade é uma condição médica caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, que produz efeitos deletérios à saúde, como distúrbios metabólicos, dificuldades respiratórias e no aparelho locomotor. Além de ser um fator de risco para enfermidades como dislipidemias, doenças cardiovasculares, diabetes melittus tipo II (DM) e alguns tipos de câncer. A etiologia da obesidade é complexa e multifatorial, influenciada por uma interação intrincada de fatores genéticos, ambientais, sociais, culturais e comportamentais. Em geral, os fatores mais estudados são os biológicos relacionados ao estilo de vida, especialmente no que diz respeito ao binômio dieta e atividade física. Atualmente a obesidade tem sido considerada a mais importante desordem nutricional nos países desenvolvidos e em desenvolvimento, devido ao aumento da sua incidência (PINHEIRO et al., 2014).

Estudos recentes estimam que cerca de 10% da população de países desenvolvidos e em desenvolvimento pode estar afetada pela obesidade. No Brasil, dados da Organização Mundial da Saúde (OMS, 2022) indicam que aproximadamente 6,7 milhões de pessoas sofrem com essa condição, com um aumento significativo durante a pandemia de COVID-19, atingindo mais de 863.086 casos de obesidade mórbida em 2021.

As projeções futuras indicam uma trajetória preocupante, a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO, 2023) projeta que 41% dos adultos brasileiros serão afetados pela obesidade, com estimativas indicando que até 2035, cerca de um quarto da população mundial terá índices de massa corporal (IMC) acima de 30. Estratégias eficazes de prevenção e tratamento são urgentemente necessárias para enfrentar esse desafio crescente, exigindo uma abordagem global (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2024).

Nesse contexto, a perda de peso intencional emerge como uma intervenção fundamental, com evidências crescentes destacando seus benefícios significativos na redução do risco de doenças crônicas e na melhoria da qualidade de vida. As diretrizes atuais para o tratamento da obesidade destacam uma abordagem multifatorial que inclui modificação do estilo de vida, como por exemplo a dieta e atividades físicas, aderência a práticas terapêuticas, farmacoterapia, cirurgia bariátrica ou uma combinação destas. Na clínica, as diretrizes práticas também enfatizam que a perda de peso precisa ser mantida para benefícios de saúde a longo prazo (ABESO, 2016).

Entre as opções farmacológicas disponíveis, a combinação de bupropiona e naltrexona surge como uma estratégia promissora. A bupropiona é um inibidor da recaptação de norepinefrina e dopamina aprovado para uso como antidepressivo e agente para cessar o tabagismo, com efeitos variáveis e modestos sobre o peso corporal como monoterapia. A naltrexona é um antagonista do receptor opióide aprovado para uso no tratamento da dependência de álcool e opióides (DURELL et al., 2022).

Estudos revelaram que, quando em conjunto, a bupropiona e naltrexona aumentam a taxa de disparo dos neurônios da pró-opiomelanocortina, devido à redução induzida pela naltrexona de um efeito auto inibitório das betas-endorfinas. Aumentando a pró-opiomelanocortina o disparo neuronal aumenta a secreção de melanocortinas, como hormônio estimulador de a-melanócitos, que acredita mediar efeitos anorexígenos e regulam o equilíbrio energético. Sugerem-se que a terapia com bupropiona influencie o sistema de recompensa dopaminérgica mesolímbica, que pode modular comportamentos de recompensa, como ingestão de alimentos (ROUX et al., 2022).

Com base em observações clínicas, pacientes obesos obtiveram sucesso para perda de peso quando tratado com o uso combinado de bupropiona e naltrexona, ao qual atuam no sistema nervoso central para provocar redução sustentada do apetite e aumento no controle do comportamento alimentar (GUDZIN; KUSHNER, 2024). Foram conduzidos ensaios randomizados e controlados de a curto e longo prazo em homens e mulheres, deprimidos e não deprimidos. Relataram perda de peso significativamente maior com bupropiona em relação ao placebo, e houve perda de peso contínuo por até 2 anos (FUJIOKA et al., 2016).

Tendo em vista toda a discussão realizada acima, esta pesquisa objetivou destacar o potencial da bupropiona no controle metabólico e na redução da obesidade, trazendo benefícios tanto para o Brasil quanto para o resto do mundo.

Metodologia

Este trabalho foi realizado por meio de uma extensa pesquisa bibliográfica e revisão das literaturas disponíveis sobre o uso de Bupropiona e Naltrexona no processo de emagrecimento, incluindo também seus efeitos benéficos na diminuição de comorbidades e doenças associadas à elevada taxa de gordura corporal. Os principais recursos consultados foram artigos acadêmicos obtidos da base de dados PubMed, além de publicações encontradas em uma busca geral relacionadas à obesidade, emagrecimento e medicações relacionadas.

As palavras-chave utilizadas foram “bupropiona”, “naltrexona” e “emagrecimento” para melhor orientação na busca. A seleção de artigos foi limitada a ensaios clínicos, metanálise e revisão sistemática, publicados no período de 2014 a 2024, de modo a garantir descobertas mais recentes sobre o tema.

Resultados e Discussão

Utilizando a base de dados PubMed com os descritores bupropiona, naltrexona e perda de peso e artigos publicados nos últimos 10 anos, selecionou-se aproximadamente 30 artigos, do qual 12 foram excluídos por não se enquadrarem no delineamento da pesquisa. Essa sistematização resultou em 18 artigos de ensaios clínicos, metanálise e revisão sistemática, que foram lidos na íntegra para o seguimento da pesquisa. 

O resultado primário analisado nos artigos do uso da associação de Bupropiona com Naltrexona revelou uma redução de peso corporal dos indivíduos, em sua grande maioria, associado a melhorias significativas nos marcadores cardiometabólicos. Estudos pré-clínicos mostram que o emprego da farmacoterapia com bupropiona + naltrexona apresentou melhora na regulação do apetite e do gasto energético, ao mesmo tempo que influencia o comportamento alimentar que é mediado pelo sistema de recompensa (WADDEN et.al, 2020).

Os estudos que avaliaram 3 ensaios clínicos randomizados demonstraram eficácia no que diz respeito à redução de peso, tolerabilidade e risco. Os resultados da perda de peso com a Bupropiona isolada 400mg/dia em mulheres com sobrepeso ou obesas, demonstraram grande eficácia na diminuição da composição corporal, experimentando uma perda de peso média de 6,2% de curta duração (8 semanas) e em 1 ano, cerca de 14,2%. Houve uma maior resposta com a dose de 400mg, representando uma associação entre dose-efetividade a curto e longo prazo, representando melhores resultados na perda de peso e características secundárias com o emprego de doses mais altas (LEITE et al., 2022). Por conseguinte, observou-se que neste estudo, obtiveram pequenos aumentos, mas estatisticamente significativos, na pressão arterial e na frequência cardíaca.

Os estudos de THOMAS BETSY e COR (Contrave obesity research) II (WADDEN et al., 2020), evidenciando a combinação de Bupropiona e Naltrexona obtiveram o mesmo tempo de longa duração (56 semanas) e resultados semelhantes. O primeiro, com a dose de 180 mg ao dia foi de 5,3%, e no segundo NB 32mg/360mg foi de 5,6%. O resultado dos estudos GRILO et al., 2022; THOMAS et al., 2023), com o tratamento de NB em dose fixa (50/300 mg) em 12 semanas, obteve resultados de 45,5%. A combinação de bupropiona com uma dose baixa de naltrexona resultou numa perda de peso mais pronunciada em comparação com a monoterapia com bupropiona num ensaio de 24 semanas. Em comparação, o estudo semelhante de fase 3, em 24 semanas a perda de peso foi de 5,4%, 5,4% e 4,3% para a associação de NB 16 mg (NB16), 32 mg (NB32) e 48 mg (NB48), respectivamente, contra 2,7% para a bupropiona, 1,2% para a naltrexona e 0,8% para o placebo (FARIA et al., 2016). Na análise final de 48 semanas, a combinação NB32 atingiu maior taxa de sucesso com perda média de 6,6% em relação ao peso inicial, demonstrando sua maior efetividade quando comparada às dosagens extremas.

Um estudo observou que a perda de peso foi significativamente maior com Bupropiona combinada com Naltrexona, produzindo não só efeitos aditivos, mas também efeitos sinérgicos na redução do peso corporal (LOH et al., 2017). A partir dessa análise, entendemos que a associação de Bupropiona com Naltrexona traz melhores resultados, e sua eficácia no tratamento de transtornos de dependência pode potencialmente aumentar a capacidade dos indivíduos de regular seus comportamentos alimentares e mitigar os desejos alimentares até certo ponto (YANG et al., 2024).

Além destes benefícios, a terapia com NB demonstrou melhorias em parâmetros cardiometabólicos incluindo circunferência de cintura, triglicerídeos HDL e redução da insulina em jejum, sendo que na maioria dos casos, as melhorias nos desfechos secundários foram mantidas na semana 56, de longa duração (KULAK-BEJDA; BEJDA; WASZKIEWICZ, 2020). Um aspecto adicional que merece destaque é o impacto da Bupropiona na redução da compulsão alimentar. Um estudo conduzido por (WADDEN et al., 2020) demonstrou que a Bupropiona, especialmente quando combinada com Naltrexona, reduziu significativamente os episódios de compulsão alimentar em pacientes com transtorno de compulsão alimentar periódica. A redução da compulsão foi acompanhada por uma perda de peso média de 7,4% após 28 semanas de tratamento, reforçando a eficácia da combinação em contextos clínicos desafiadores.

O uso do CONTRAVE (Bupropiona + Naltrexona) demonstrou eficácia significativa em melhorar diversos parâmetros cardiometabólicos, dependendo das dosagens administradas. Nos estudos analisados, a combinação NB32 (32 mg de Naltrexona e 360 mg de Bupropiona) mostrou-se particularmente eficaz, resultando em uma perda de peso média de 6,5% a 9,3% ao longo de 56 semanas (WADDEN et al., 2020; SHARMA et al., 2021). Esta dose foi comparada a outras combinações, como NB16 (16 mg de Naltrexona e 180 mg de Bupropiona), que resultou em uma perda de peso menor, de 4,3% a 5,4% no mesmo período (APOVIAN et al., 2019).

Esses dados destacam a importância da dosagem na terapia combinada com Bupropiona e Naltrexona, onde doses como NB32 oferecem o melhor equilíbrio entre eficácia e segurança. A dose correta pode não apenas otimizar a perda de peso, mas também melhorar significativamente os parâmetros metabólicos, como prevenção de DM2 e remissão da síndrome metabólica, posicionando esta combinação como uma terapia valiosa no manejo de pacientes obesos com alto risco metabólico (APOVIAN et al., 2019).

Tabela 1. Resultados obtidos de cada artigo sobre o Naltrexona e Bupropiona (NB), no que se trata de Nº de participantes, posologia da medicação, duração de tratamento em semanas, porcentagem de perda de peso, CC: Circunferência da cintura, GJ: Glicemia em jejum, RI: Resistência à insulina, TGD: Triglicérides, C-HDL: Colesterol-HDL, PA: pressão arterial, (↔): sem alteração, (X): Critério não analisado pelo estudo, (↓): diminuição e (↑): aumento; (*): Não foi disponibilizado no estudo o número de pacientes tratados com NB.

Autores dos artigosNº participante s tratadosPosologiaDuração (semanas)Perda de peso (%)
LEITE et al.,  202242Dose Int./ Máx5214,2
THOMAS BETSY et al. – COR I., 2019XNB180mg565,3
GRILLO et al., 202257NB50/300 mg1245,5
FARIA, ANDRÉ et al., 201675NB32mg486,6
WADDEN, et al., 201950Dose Máx.287,4
Sharma et al., 202113N32 Mg B360Mg566,5 a 9,3
APOVIAN et al., 2019XNB16/180mg564,3 a 5,4

Conclusão

O efeito primário analisado foi a perda de peso da terapia com CONTRAVE, o que foi incontestável/contundente, dos 7 ensaios clínicos utilizados foi unânime a eficácia da Bupropiona e Naltrexona, na redução de peso, tendo relação com maior período de tempo, dose mais alta. Também foram avaliados efeitos secundários, o fármaco apresentou alterações benéficas quanto à pressão arterial, glicemia sérica, resistência à insulina e colesterol-HDL, triglicerídeos, circunferência da cintura, principalmente no seu uso a médio/longo prazo. Tanto estes quanto aqueles efeitos foram mais relacionados ao maior tempo de tratamento e a doses mais altas. A perpetuação de perda de peso após a sua descontinuação foi observada, todavia são necessários mais estudos para concluir este resultado.

Ademais, o uso do NB demonstrou segurança, confiança e tolerabilidade na maioria dos indivíduos que o utilizaram, ademais é uma droga utilizada a anos, portanto já consolidada no mercado farmacêutico e tendo seus efeitos previsíveis pelos profissionais da área da saúde.

REFERÊNCIAS

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1Acadêmica do Curso de Medicina, Campus Maringá-PR, Universidade Cesumar – UNICESUMAR.
2Acadêmica do Curso de Medicina, Campus Maringá-PR, Universidade Cesumar – UNICESUMAR.
3Orientadora, Doutora, Docente no Curso de Medicina. Campus Maringá-PR, Universidade Cesumar – UNICESUMAR.