ASSESSMENT OF SELF-ESTEEM AND BODY IMAGE IN WOMEN AFTER MASTECTOMY
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ch10202511110521
Évila Kelly Evangelista Farias1
Samara Campos de Assis2
Ana Carolina Queiroz Trigueiro3
Layse Julia Abilio Diniz Melquíades de Medeiros4
RESUMO
O câncer de mama (CM) é uma doença causada pela multiplicação desordenada de células anormais da mama, que forma um tumor, com potencial de invadir outros órgãos. Há vários tipos de câncer de mama, alguns têm desenvolvimento rápido, enquanto outros crescem lentamente. A predisposição genética, idade acima de 50 anos, menstruação na adolescência, não ter dado à luz, uso de contraceptivos orais e menopausa tardia são os fatores de risco mais comuns. O diagnóstico precoce é crucial para prevenir a propagação do CM. Os tratamentos para o CM geralmente envolvem a modificação da autoimagem e da autoestima das mulheres, principalmente em questões cirúrgicas e quimioterápicas. O impacto do tratamento do CM nas mulheres não pode ser desfeito, pois a conexão entre sua mente e seu corpo são questões de identidade e feminilidade das mulheres. O presente estudo teve como objetivo analisar os principais problemas que as mulheres enfrentam, após a cirurgia de mastectomia e observar como a qualidade de vida delas foram afetadas. Trata-se de uma pesquisa de campo com coleta de dados do tipo descritiva com abordagem quantitativa e a coleta de dados desenvolve-se com a aplicação de questionário sociodemográfico e perguntas sobre a autoestima e imagem corporal das mulheres entrevistadas. Os resultados foram atingidos, de acordo com o esperado, em que as participantes foram afetadas de diversas formas, como na aparência, autoestima e emocional. Observou-se com essa pesquisa que a mastectomia interferiu diretamente na imagem corporal e autoestima das mulheres avaliadas.
Palavras-chave: Câncer de mama. Mulheres. Mastectomia. Autoestima. Imagem corporal.
ABSTRACT
Breast cancer (BC) is a disease caused by the disorderly multiplication of abnormal breast cells, which forms a tumor with the potential to invade other organs. There are several types of breast cancer; some develop rapidly, while others grow slowly. Genetic predisposition, age over 50, menstruation in adolescence, never having given birth, use of oral contraceptives, and late menopause are the most common risk factors. Early diagnosis is crucial to prevent the spread of BC. Treatments for BC generally involve modifying women’s self-image and self-esteem, particularly through surgery and chemotherapy. The impact of BC treatment on women cannot be undone, as the connection between their mind and body is a matter of identity and femininity. This study aimed to analyze the main problems women face after mastectomy surgery and observe how their quality of life was affected. This is a descriptive field study with a quantitative approach. Data collection involved administering a sociodemographic questionnaire and questions about the self-esteem and body image of the women interviewed. The results were as expected, with participants being affected in various ways, including their appearance, self-esteem, and emotional well-being. This study demonstrated that mastectomy directly impacted the body image and self-esteem of the women evaluated.
Keywords: Breast cancer. Women. Mastectomy. Self-esteem. Body image.
INTRODUÇÃO
Na população global, o segundo tipo de câncer mais constante é o de mama, sendo prevalente nas mulheres em todo o mundo e no Brasil. O diagnóstico aponta 30% de novos casos de câncer a cada ano. Os estudos determinam um progresso significativo no diagnóstico de câncer de mama na população feminina contemporânea. A partir do diagnóstico, o tratamento dessa neoplasia pode sensibilizar a saúde e o bem-estar físico, psicossocial e emocional (Izydorczyk, et al., 2018; Lovelace, et al., 2019; Archangelo, et al., 2019).
A epidemiologia do câncer de mama é um campo de estudo fundamental para compreender a classificação, os determinantes e as tendências dessa neoplasia maligna globalmente predominante. O câncer de mama representa o tipo mais comum de câncer e a principal razão de mortalidade por câncer entre mulheres em muitas regiões do mundo. Seu efeito é de relevância considerável para a saúde pública devido à sua alta prevalência e à variabilidade nas taxas de incidência e mortalidade entre diferentes populações e contextos geográficos (Zhang, et al., 2021).
Sendo o tipo de câncer que mais incide as mulheres no Brasil. Os fatores de risco referente à vida reprodutiva da mulher estão bem estabelecidos em relação ao crescimento do câncer de mama. Além desses, a idade prossegue sendo um dos mais importantes fatores de risco. Esse tipo de câncer deve ser discutido por uma equipe multidisciplinar visto que esse câncer também prejudica uma boa parte da feminilidade da mulher, seja pelos efeitos de uma quimioterapia ou pelas cicatrizes de uma cirurgia radical (Sartori; Basso, 2019).
Após o tratamento do câncer de mama, várias mulheres enfrentam um impacto considerável na autoestima, frequentemente aumentado por mudanças corporais correlacionadas à doença e ao tratamento. Essas mudanças podem engloba a remoção de seios e a perda de cabelo, resultando em sentimentos de inadequação e uma percepção duvidosa de seu corpo. Pesquisas mostram que a implementação de intervenções que abordem a autoimagem e permitam o autocuidado é crucial para a recuperação emocional, ajudando essas mulheres a reconstruírem sua autoestima e a redescobrirem sua identidade feminina (Katz, et al., 2018).
O descobrimento de um câncer de mama pode afetar profundamente a autoestima das mulheres, impactando não apenas a imagem corporal, mas também pontos emocionais e psicológicos. Segundo Silva (2020), diversas mulheres enfrentam sentimentos de vulnerabilidade e ausência de identidade feminina devido às alterações físicas impostas pelo tratamento, como a mastectomia e a queda de cabelo. Essas mudanças, relacionadas à percepção social do corpo feminino, podem gerar um senso de inadequação, levando a um declínio considerável na autoestima e na autoconfiança da mulher, exigindo um suporte emocional contínuo (Silva, 2020).
Diante de várias situações que as mulheres são sujeitas a enfrentar quando se tem o seu diagnóstico de câncer de mama realmente feito. Sendo assim, difícil de associar essa realidade de mudar totalmente seu estilo de vida e passando por várias transformações durante seu tratamento e tendo diversas frustrações com sua autoestima e sua imagem corporal. Dentro do assunto abordado nesse tema o principal objetivo desse trabalho é ter um conhecimento melhor sobre as mudanças que as mulheres enfrentam no tratamento oncológico, o quanto isso interfere em sua vida e como elas se enxergam.
METODOLOGIA
O presente estudo tratou-se de uma pesquisa de campo do tipo quantitativa-descritiva, com levantamento de dados e período transversal. A pesquisa foi realizada na cidade de Patos no Estado da Paraíba.
A população foi formada por 10 mulheres com diagnóstico de câncerde mama do Hospital do Bem da cidade de Patos no estado da Paraíba e a amostragem foi constituída por 10 voluntárias que aceitaram fazer parte da pesquisa.
Como critérios de inclusão dos voluntários na pesquisa foi necessário como pré-requisito, ser do sexo feminino, terem mais de 18 anos, ter diagnóstico comprovado e não apresentar outro tipo de doença e terem assinado o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido – TCLE. Como critérios de exclusão estabeleceu-se questionários completos.
A coleta de dados foi realizada com a aplicação de questionário sócio biodemográfico produzido pelo pesquisador, com o intuito de traçar o perfil da amostra sobre os dados intrínsecos e rotina de trabalho, a pesquisa também contou com o questionário Body Image Scale (BIS) para identificar as queixas das mulheres após o tratamento.
O questionário Body Image Scale (BIS), tem como objetivo avaliar a imagem corporal de pacientes com qualquer tipo de câncer e submetidos a qualquer forma de tratamento.
Como análise opinativa, os dados da amostra foram analisados, tabulados e gráficos utilizando o Software Microsoft Excel versão 2020.
A realização deste estudo considerou a Resolução nº 510/16 do Conselho Nacional de Saúde que rege sobre a ética da pesquisa envolvendo seres humanos direta ou indiretamente, assegurando a garantia de que a privacidade do sujeito da pesquisa será preservada. Este projeto foi submetido ao Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário de Patos – UNIFIP. Após a concessão de sua aprovação, sob o parecer de número 7.400.096, todos sujeitos assinalaram ao TCLE aceitando participar da pesquisa para conseguir ter acesso ao questionário. A preservação da privacidade dos sujeitos foi garantida por meio do Termo de Compromisso do Pesquisador.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
No seguinte estudo, participaram da pesquisa 10 voluntárias que passaram pelo processo e tratamento da mastectomia completa, sendo (100%) do sexo feminino, com predominância da faixa etária de 50-60 (60%), brancas (60%), casadas (70%), ensino médio completo (50%), renda mensal de até 1 salário mínimo (60%) e com predominância em mulheres sendo dona do lar (60%).
Tabela 1 – Perfil Sociodemográfico
| Variáveis | N (%) |
| Idade | |
| 30-49 | 4 (40%) |
| 50-60 | 6 (60%) |
| Raça | |
| Branca | 6 (60%) |
| Parda | 4 (40%) |
| Estado Civil | |
| Casada | 7 (70%) |
| Divorciada | 1 (10%) |
| Viúva | 2 (20%) |
| Escolaridade | |
| Fundamental Incompleto | 1 (10%) |
| Ensino Médio Completo | 5 (50%) |
| Graduação Completa | 2 (20%) |
| Graduação Incompleta | 1 (10%) |
| Pós-Graduação Completa | 1 (10%) |
| Renda mensal | |
| Até 1 salário mínimo | 6 (60%) |
| De 2 a 3 salários mínimos | 4 (40%) |
| Profissão/Ocupação | |
| Dona do lar | 6 (60%) |
| Técnica em agente de saúde | 1 (10%) |
| Costureira | 1 (10%) |
| Agricultura | 1 (10%) |
| Servidor público | 1 (10%) |
Fonte: Dados da pesquisa (2025)
Como foi observado (Tabela 1), as mulheres com faixa etária entre 50 a 60 anos tem mais probabilidade de serem diagnosticadas com câncer. Dessa forma, comprovando que outros estudos que apontam a idade como um fator de risco sendo importante para o câncer de mama, especialmente com mulheres que tenham mais de 50 anos (Haddad et al., 2015; Magalhães et al., 2017; Vassilievitch et al., 2020; Rocha et al., 2020).
O percentual das mulheres que se declararam nessa pesquisa foram de 60% delas sendo de etnia branca. Diferente do estudo de Assis et al. (2019), que ao verificar o perfil sociodemográfico de mulheres com câncer de mama no estado da Bahia, entre os anos de 2013 e 2018, confirmou que 70,7% delas se autodeclararam pardas.
Tendo em vista que o perfil das participantes foram relacionadas com as mesmas possuindo condições financeiras pouco estáveis e, consequentemente, não conseguindo ter acesso a uma qualidade de vida mais adequada. Segundo Haddad et al. (2015) corroboram para os estudos em que as condições econômicas favoráveis, incluindo acesso a planos de saúde, associam-se a maior sobrevida e menores índices de diagnóstico tardio e mortalidade por câncer de mama.
Em relação ao desenvolvimento das respostas das pacientes (Tabela 2), elas relataram que se sentem constrangidas ou inibidas com a aparência tendo a mesma porcentagem em três respostas distintas (30%), se sentem menos atraente fisicamente (40%), ficam insatisfeitas com a aparência quando estão de vestido (50%), se sentiram menos feminina devido a doença ou tratamento (50%).
Nas demais, tiveram dificuldade para se olhar no espelho quando estão despidas (40%), predominância em duas alternativas, em que algumas mulheres se sentiram menos atraente sexualmente e outras não se sentiram (30%), não evitaram se encontrar com outras pessoas devido a doença ou tratamento (50%), com porcentagens iguais as mulheres informaram que o tratamento deixou os seus corpos “menos completo” de alguma forma (30%), elas se sentem insatisfeitas com o próprio corpo (50%) e se sentem incomodadas com a cicatriz da cirurgia (40%).
Tabela 2 – Dados referentes a perpectiva das mulheres mastectomizadas (Continua)
| Variáveis | n (%) |
| Tem-se sentido constrangida ou inibida com sua aparência? | |
| 0 – Nada | 1 (10%) |
| 1 – Um pouco | 3 (30%) |
| 2 – Moderadamente | 3 (30%) |
| 3 – Muito | 3 (30%) |
| Sentiu-se menos atraente fisicamente devido a doença e ao tratamento? | |
| 0 – Nada | 2 (20%) |
| 1 – Um pouco | 4 (40%) |
| 2 – Moderadamente | 2 (20%) |
| 3 – Muito | 2 (20%) |
| Tem-se sentido insatisfeita com sua aparência quando está de vestido? | |
| 0 – Nada | 2 (20%) |
| 1 – Um pouco | 5 (50%) |
| 2 – Moderadamente | 2 (20%) |
| 3 – Muito | 1 (10%) |
| Tem-se sentido menos feminina por causa da doença ou do tratamento? | |
| 0 – Nada | 2 (20%) |
| 1 – Um pouco | 5 (50%) |
| 2 – Moderadamente | 2 (20%) |
| 3 – Muito | 1 (10%) |
| Teve dificuldade em olhar para o seu corpo, nu(a)? | |
| 0 – Nada | 3 (30%) |
| 1 – Um pouco | 4 (40%) |
| 2 – Moderadamente | 1 (10%) |
| 3 – Muito | 2 (20%) |
| Tem-se sentido menos atraente sexualmente como resultado da doença ou tratamento? | |
| 0 – Nada | 3 (30%) |
| 1 – Um pouco | 2 (20%) |
| 2 – Moderadamente | 2 (20%) |
| 3 – Muito | 3 (30%) |
| Evitou encontrar-se com pessoas devido a forma como se sentia em relação a sua aparência? | |
| 0 – Nada | 5 (50%) |
| 1 – Um pouco | 2 (20%) |
| 2 – Moderadamente | 2 (20%) |
| 3 – Muito | 1 (10%) |
| Tem sentido que o tratamento deixou o seu corpo “menos completo”? | |
| 0 – Nada | 2 (20%) |
| 1 – Um pouco | 3 (30%) |
| 2 – Moderadamente | 3 (30%) |
| 3 – Muito | 2 (20%) |
| Sentiu-se insatisfeita com o seu corpo? | |
| 0 – Nada | 2 (20%) |
| 1 – Um pouco | 5 (50%) |
| 2 – Moderadamente | 1 (10%) |
| 3 – Muito | 2 (20%) |
| Tem-se sentido insatisfeita com a aparência da sua cicatriz? | |
| 0 – Nada | 2 (20%) |
| 1 – Um pouco | 4 (40%) |
| 2 – Moderadamente | 3 (30%) |
| 3 – Muito | 1 (10%) |
Fonte: Dados da pesquisa (2025)
Conforme, foi avaliado no estudo acima a maior porcentagem das mulheres no quesito a respeito delas se sentirem afetadas sobre sua aparência, foram resultados divididos, mas, que posteriormente acabam confirmando que as mesmas se sentem constrangidas em relação a sua aparência.
Corroborando com o estudo de Oliveira, Silva e Prazeres (2017) afirmam que dentre as inúmeras adaptações ao processo de vivência da mulher mastectomizada, a sensação de vergonha juntamente às alterações e distúrbios da imagem corporal feminina é o principal ponto negativo, podendo influenciar desde a qualidade de vida e de saúde até a forma de sentir.
Na pesquisa, foi observado que as mulheres em sua vez, acabaram tendo uma resposta mais positiva em relação aos encontros socias com pessoas na sociedade. No que, contradiz com as pesquisas de Oliveira et al. (2019) que devido a várias limitações e consequências, as adversidades desse período podem mexer com as mulheres e ter impacto em suas conexões consigo mesmas e com outras pessoas. Quando estão fora do seu ambiente pessoal, elas podem captar a diferença em suas relações pessoais, ocasionando um afastamento social.
Muitas mulheres no estudo acima, mostraram que seus corpos após o tratamento deixaram seus corpos menos completo, como se algo estivesse faltando, obtiveram-se respostas contundentes de que o tratamento pode deixar o corpo da mulher menos feminino.
Confirmando o estudo realizado por Barbosa et al. (2004) que diversas mulheres, por se sentirem mutiladas, diferentes, miram a cirurgia como algo ruim, formando para si uma imagem defeituosa, e, com isso, a retrato de uma pessoa completa, de um corpo “perfeito” termina desaparecendo, e assim, criando-se uma nova imagem para se fixar na forma defeituosa, incompleta.
Com a cirurgia de mastectomia completa muitas mulheres se sentiram insatisfeitas com a cicatriz deixada por esse procedimento. E assim, corroboram com Silva et al. (2016) que ainda possuí a visão das mulheres mastectomizadas de que o corpo está marcado, de um jeito que a marca é um símbolo forte dessa mudança, denunciando a diferença que existe no corpo.
CONCLUSÃO
O presente estudo apontou que a mastectomia tem um impacto significativo na autoestima e a imagem corporal das mulheres, com relatos de constrangimento, insatisfação com a aparência, as cicatrizes e perda da feminilidade. A maioria das participantes, principalmente na faixa etária de 50 a 60 anos, casadas e com baixa renda, denotou adversidades em aceitar as alterações impostas pela cirurgia, o que marcou de forma negativa em sua qualidade de vida, evidenciando dados já descritos na literatura.
Diante do exposto, torna-se de suma importância esse tipo de pesquisa, que contribui para a compreensão das necessidades funcionais e emocionais das mulheres mastectomizadas, designando formas para um cuidado integral. Nesse ambito, a fisioterapia executa um papel essencial, tanto na reabilitação física e prevenção de complicações musculoesqueléticas, quanto no suporte à recuperação da autoconfiança e reintegração social, sendo um meio fundamental na resolução do problema estudado.
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