THE ROLE OF THE HOSPITAL PSYCHOLOGIST IN PALLIATIVE CARE IN THE NEONATAL INTENSIVE CARE UNIT: A LITERATURE REVIEW
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202509191204
Cecília Gonçalves Furlan1
Gisele de Freitas Borzuka2
Luana Gabriela Aparecida Bengozi3
Marina Yukari Ito Oliveira4
RESUMO
A presença de recém-nascidos em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), sobretudo em situações de terminalidade, impõe grandes desafios a famílias e equipes de saúde. Nesse contexto, os cuidados paliativos tornam-se essenciais ao priorizarem qualidade de vida, alívio do sofrimento e dignidade. A psicologia hospitalar exerce papel fundamental, oferecendo escuta qualificada, apoio emocional e mediação entre família e equipe multiprofissional. Por meio de revisão bibliográfica qualitativa (2004–2024), identificou-se a relevância histórica da psicologia hospitalar, a importância da humanização e os principais desafios da atuação em UTIN, como barreiras institucionais e risco de sofrimento vicário. Conclui-se que a atuação do psicólogo vai além da redução do sofrimento, abrangendo o fortalecimento de vínculos afetivos, o apoio no luto e a contribuição para decisões clínicas mais humanizadas.
Palavras-chave: Psicologia Hospitalar. Cuidados Paliativos. Neonatologia. Humanização. Luto.
ABSTRACT
The presence of newborns in NICUs, especially in end-of-life situations, poses major challenges for families and healthcare teams. In this context, palliative care is essential, as it prioritizes quality of life, relief of suffering, and dignity. Hospital psychology plays a fundamental role by providing qualified listening, emotional support, and mediation between families and the multidisciplinary team. Through a qualitative literature review (2004–2024), the study identified the historical relevance of hospital psychology, the importance of humanization, and key challenges in NICUs, such as institutional barriers and the risk of vicarious suffering. It is concluded that the psychologist’s role goes beyond reducing suffering, encompassing the strengthening of affective bonds, grief support, and contributions to more humanized clinical decisions.
Keywords: Hospital Psychology. Palliative Care. Neonatology. Humanization. Grief.
INTRODUÇÃO
A presença de recém-nascidos em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), especialmente em situações de fim de vida, impõe uma experiência emocionalmente complexa para familiares e equipes de saúde. Nesse contexto, os cuidados paliativos neonatais representam uma abordagem essencial, centrada na promoção da qualidade de vida, no alívio do sofrimento e no respeito à dignidade do bebê e de seus cuidadores, mesmo quando a cura não é possível.
A psicologia hospitalar insere-se nesse cenário com o objetivo de oferecer suporte emocional, escuta qualificada e intervenções que considerem as dimensões psíquicas da terminalidade neonatal. Segundo Inácio et al. (2015), a atuação do psicólogo nos cuidados paliativos não se limita à contenção do sofrimento, mas estende-se ao acolhimento da subjetividade dos pais e à mediação das relações entre a família e a equipe multiprofissional.
De forma semelhante, Leite e Siqueira (2021) destacam que os cuidados paliativos neonatais exigem uma atuação conjunta entre diferentes saberes profissionais, sendo a psicologia uma peça-chave para garantir que as decisões clínicas sejam acompanhadas de sensibilidade afetiva e comunicação empática.
No contexto mais amplo da hospitalização infantil, Castro e Bornholdt (2004) ressaltam que a atuação do psicólogo vai além da atenção individual, articulando-se com o coletivo institucional para mediar tensões, facilitar vínculos e assegurar um ambiente mais humano.
Ainda segundo Inácio et al. (2015), o psicólogo deve contribuir para a construção de um espaço de cuidado que acolha os sentimentos de impotência, medo, raiva e tristeza, promovendo sentido diante da finitude. Sua atuação é também ética, pois reafirma a dignidade da vida em suas últimas expressões, permitindo que o sofrimento não seja apenas suportado, mas transformado em experiência significativa.
Assim, compreende-se que a atuação da psicologia hospitalar nos cuidados paliativos neonatais vai além de um suporte complementar: ela é parte constitutiva da assistência integral.
METODOLOGIA
Este estudo caracteriza-se como pesquisa descritiva qualitativa, baseada em revisão bibliográfica, conforme Lakatos e Marconi (2003).
O objetivo foi compreender, na literatura científica, as contribuições da psicologia hospitalar nos cuidados paliativos neonatais e identificar desafios e possibilidades de atuação do psicólogo nesse contexto.
A coleta ocorreu em bases como SciELO, PubMed e Google Acadêmico, considerando publicações de 2004 a 2024, em português e inglês, que tratassem especificamente da atuação psicológica em cuidados paliativos neonatais.
Foram incluídos artigos com acesso ao texto completo e revisão por pares. Teses, dissertações e capítulos de livros foram excluídos por não atenderem ao critério de padronização metodológica.
A análise foi realizada por meio de análise temática de conteúdo, conforme Bardin (2011), categorizando unidades de sentido relevantes ao tema.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
A atuação do psicólogo hospitalar nos Estados Unidos teve início após a Segunda Guerra Mundial, em resposta a transtornos emocionais emergentes entre militares (Azevedo & Crepaldi, 2016). Esse cenário impulsionou a inserção de psicólogos em equipes de saúde, visando à redução do sofrimento psíquico e à integração dos cuidados.
Na década de 1970, o programa federal The Civilian Health and Medical Program of The Uniformed Services consolidou práticas oficiais em 1977 (Dorken, 1993; Enright et al., 2016, apud Azevedo & Crepaldi, 2016). Posteriormente, em 1978, a American Psychological Association criou a Divisão 38 – Health Psychology (Castro & Bornholdt, 2004), fortalecendo a Psicologia da Saúde como campo voltado à promoção, prevenção e políticas públicas.
No Brasil, a Psicologia Hospitalar iniciou-se de maneira gradual, na década de 1950, com destaque para Mathilde Neder, que atuava no Hospital das Clínicas da USP, e Nise da Silveira, que propôs abordagens terapêuticas inovadoras (Melo & César, 2024). Esses pioneirismos favoreceram a institucionalização da área, culminando no reconhecimento da Psicologia Hospitalar como especialidade pelo Conselho Federal de Psicologia, em 2000 (CFP, 2019).
No que se refere às Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), a ideia surgiu com Florence Nightingale, em 1854, que observou a necessidade de monitoramento contínuo para reduzir a mortalidade na Guerra da Crimeia (Mendes, 2010). No Brasil, a primeira UTI foi implantada em 1967 no Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro (CREMESP, 2009).
A Neonatologia, inicialmente voltada à prevenção de doenças infecciosas, passou a incorporar aspectos emocionais e sociais, reconhecendo o impacto da hospitalização nos vínculos familiares (Costa & Padilha, 2011). Nessa perspectiva, a entrada do psicólogo em UTINs buscou reduzir o sofrimento emocional de pais e bebês, proporcionando um cuidado mais integral (Souza & Pegoraro, 2017).
A Organização Mundial da Saúde (OMS) define cuidados paliativos como uma abordagem que busca a qualidade de vida diante de doenças sem possibilidade de cura, promovendo o alívio da dor e do sofrimento (Inácio et al., 2015). Nesse contexto, o psicólogo atua oferecendo escuta qualificada, auxiliando os pais a elaborar a iminência da perda e a ressignificar a dor (Machado, 2015, apud Inácio et al., 2015).
A ATUAÇÃO DA PSICOLOGIA HOSPITALAR EM UTINS
O psicólogo e a humanização do cuidado
O psicólogo hospitalar atua sob uma perspectiva biopsicossocial, considerando o bebê, sua família e o ambiente hospitalar de forma integrada. Ele é parte essencial da equipe multiprofissional, colaborando com médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, assistentes sociais e outros profissionais para humanizar o cuidado neonatal.
Na UTIN, o psicólogo exerce papel central na promoção da humanização, em consonância com os princípios da Política Nacional de Humanização (PNH) (Brasil, 2003). De acordo com Benevides (2005), a psicologia contribui para uma saúde que transcende o modelo biomédico, reconhecendo a singularidade subjetiva dos pacientes e familiares.
Vieira de Souza e Pegoraro (2014) destacam que, entre as principais intervenções do psicólogo em UTIN, estão o acolhimento emocional aos pais; a facilitação de grupos de apoio; a mediação das relações familiares e institucionais; o acompanhamento durante visitas; o registro sistemático de intervenções nos prontuários.
Arrais e Mourão (2013) ressaltam a prática da “Ronda”, em que o psicólogo percorre os corredores da maternidade em contato direto com gestantes, puérperas e familiares. Esse espaço de escuta favorece a expressão de sentimentos, mesmo quando não verbalizados espontaneamente, possibilitando triagens adequadas para atendimentos posteriores.
Além disso, o atendimento psicológico aos bebês internados é fundamental, visto que o ambiente hospitalar pode gerar estresse, dor e dificuldades na autorregulação comportamental (Arrais & Mourão, 2013). Nesse sentido, o psicólogo atua apoiando os pais a reconhecerem as competências do bebê e a fortalecerem o vínculo parental, inclusive em situações de terminalidade (Baltazar et al., 2010).
Desafios e limites da atuação psicológica
A prática do psicólogo em cuidados paliativos neonatais enfrenta barreiras institucionais, como falta de protocolos específicos, resistência da equipe médica e ambientes pouco adequados (Santos & Almeida, 2020; Meier et al., 2013).
Além das dificuldades organizacionais, há os aspectos culturais: tabus relacionados à morte infantil dificultam a elaboração do luto e ampliam a culpa dos pais, exigindo do psicólogo uma postura mediadora (Antoni & Bosa, 2007).
Outro desafio é o risco de sofrimento vicário ou traumatização secundária, quando o psicólogo absorve a dor dos familiares sem suporte institucional, podendo evoluir para burnout (Figley, 1995; Moss et al., 2016). Nesse contexto, a criação de espaços de supervisão e apoio entre colegas é imprescindível para preservar a saúde mental do profissional.
Demandas psicológicas das famílias em terminalidade neonatal
A perda neonatal ou perinatal configura-se como uma experiência profundamente dolorosa, marcada por sentimentos de vazio, insegurança e culpa (Alves & Celestino, 2020).
O acolhimento imediato, por meio da escuta ativa e validação emocional, reduz o impacto traumático da perda (Sobreira et al., 2016; Santos & Lima, 2020). O psicólogo, ao atuar como mediador entre equipe e familiares, facilita a comunicação, orienta sobre rotinas e promove a participação dos pais nas decisões de cuidado (Pregnolatto & Agostinho, 2003).
Quando há falhas na comunicação, surgem desconfiança e maior ansiedade; por isso, capacitar equipes em práticas comunicacionais empáticas é essencial (Ichikawa et al., 2017). O psicólogo, nesse processo, garante que a família se sinta amparada e respeitada, favorecendo escolhas mais conscientes (Santos et al., 2017).
Segundo a Sociedade Brasileira de Enfermeiros Pediatras (2021), o luto antecipatório, comum nos pais diante do prognóstico reservado, exige do psicólogo intervenções que incentivem rituais de despedida — como segurar o bebê, trocar roupas e guardar lembranças — práticas que favorecem a elaboração da perda (Laguna et al., 2021).
CONCLUSÃO
A análise evidencia que a psicologia hospitalar em cuidados paliativos neonatais constitui parte essencial da assistência integral nas Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). O percurso histórico da área no Brasil demonstra sua consolidação progressiva e a relevância da humanização do cuidado, que se materializa por meio da escuta qualificada, do apoio emocional às famílias, da mediação entre equipe multiprofissional e pais, e do fortalecimento dos vínculos afetivos, mesmo diante da terminalidade.
Constatou-se que a atuação do psicólogo não se limita à contenção do sofrimento, mas abrange a promoção da dignidade, o acolhimento do luto antecipatório e a contribuição para decisões clínicas mais humanizadas (Inácio et al., 2015).
Entretanto, desafios significativos permanecem, como a ausência de protocolos específicos, barreiras institucionais e o risco de sofrimento vicário. Assim, recomenda-se a elaboração de instrumentos técnicos direcionados à atuação psicológica em UTINs, além da criação de espaços de supervisão e formação contínua, assegurando maior qualidade técnica, ética e emocional ao cuidado oferecido.
Por fim, sugere-se que futuras pesquisas qualitativas, voltadas a profissionais atuantes em UTINs, aprofundem a compreensão das práticas, desafios e possibilidades da psicologia hospitalar nesse contexto, de modo a fortalecer a assistência humanizada em cuidados paliativos neonatais e em todo o âmbito hospitalar.
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1Centro Universitário Ingá, Maringá, PR, Brasil
