ROLE OF THE PHYSIOTHERAPIST IN THE MULTIPROFESSIOANAL PRIMARY CARE TEAM
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cs10202506300528
Luiz Fellipe Silva de Carvalho1
Ronaldo Nunes Lima2
Resumo
Introdução: Às equipes multiprofissionais têm desempenhado um papel fundamental na promoção à saúde, principalmente na atenção básica, que por sua vez tem a importante missão de ser o primeiro contato da população com a saúde pública. A Fisioterapia vem ganhando espaço na equipe multiprofissional, trazendo recursos terapêuticos que promovem a saúde, prevenção de doenças e qualidade de vida. Objetivo: Analisar os benefícios da atuação do fisioterapeuta na equipe multiprofissional de atenção primária. Materiais e Métodos: O trabalho foi desenvolvido utilizando o método de revisão bibliográfica buscando informações atualizadas acerca do tema. Resultado: A pesquisa mostrou resultados positivos, tanto para os usuários quanto para o fortalecimento do SUS. Conclusão: Este trabalho evidencia a atuação do fisioterapeuta na APS e os benefícios para o cuidado e promoção à saúde, além de fortalecer o SUS.
Palavras-Chave: fisioterapia; equipe multiprofissional; atenção básica; saúde primária.
Abstract
Introduction: Multidisciplinary teams have played a fundamental role in promoting health, especially in primary care, which in turn has the important mission of being the population’s first point of contact with public health. Physiotherapy has been gaining ground in multidisciplinary teams, bringing therapeutic resources that promote health, disease prevention and quality of life. Objective: Analyze the benefits of the physiotherapist’s role in the multidisciplinary primary care team. Materials and Methods: The work was developed using the bibliographic review method seeking updated information on the topic. Results: The research showed positive results, both for users and for strengthening the SUS. Conclusion: This work highlights the role of physiotherapists in PHC and the benefits for health care and promotion, in addition to strengthening the SUS.
Keywords: physiotherapy; multidisciplinary team; primary care; primary health.
Introdução
A fisioterapia surgiu no Brasil como uma prática ligada à reabilitação de pacientes. A regulamentação da profissão aconteceu apenas em 1969, com o reconhecimento oficialmente do fisioterapeuta como profissional da área da saúde. Com o reconhecimento os cursos começaram a se multiplicar e desde então, a fisioterapia evoluiu bastante, passando a atuar não só na reabilitação, mas também na prevenção de doenças, na promoção da saúde (Silva et al., 2021).
O Sistema Único de Saúde (SUS) tem seu pilar consolidado em 3 princípios: universalidade, igualdade e integralidade, sendo um direito de todos e um dever do Estado. A atenção primária é o primeiro nível na estratégia de promoção da saúde, sendo o contato inicial da população com o sistema (Soares et al., 2024).
O crescimento das doenças crônicas e o fato de terem diversas causas reforçam o quanto essas condições impactam diretamente a capacidade funcional e a qualidade de vida do indivíduo e da sociedade como um todo. Diante disso, é cada vez mais evidente a necessidade da presença ativa do fisioterapeuta nas políticas de atenção primária. Seu trabalho é essencial não apenas na reabilitação, mas também na prevenção e no acompanhamento contínuo dessas condições, contribuindo para uma abordagem mais integral e eficaz no cuidado com a população (Soares et al., 2024).
Assim sendo, o presente trabalho tem como objetivo analisar a atuação do fisioterapeuta na equipe multiprofissional de atenção primária, destacando sua contribuição para o cuidado integral dos usuários.
Referencial teórico
A Atenção Primária à Saúde (APS) é considerada a porta de entrada preferencial do Sistema Único de Saúde (SUS), sendo composta por um conjunto de ações que englobam promoção, prevenção, proteção, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da saúde da população (Rabelo et al., 2024). Nesse cenário, o fisioterapeuta tem conquistado um espaço crescente, superando o modelo tradicional centrado exclusivamente na reabilitação e inserindo-se nas equipes multiprofissionais como agente ativo na saúde coletiva.
Historicamente, a atuação do fisioterapeuta esteve voltada à atenção secundária e terciária, com ênfase na reabilitação de sequelas físicas. No entanto, a atual configuração da APS exige uma mudança de paradigma, com o fisioterapeuta assumindo um papel fundamental também na prevenção de doenças e na promoção da saúde em nível comunitário (Novaes et al., 2024).
A Estratégia Saúde da Família (ESF) e as Equipes Multiprofissionais da APS (eMulti), substitutas dos antigos NASF, abriram espaço institucional para a inserção do fisioterapeuta nas ações interdisciplinares, atendendo às necessidades da comunidade em seu próprio território (Rabelo et al., 2024). Estudos mostram que essa inserção favorece a abordagem integral do cuidado, com atuação em atividades como atendimentos domiciliares, grupos terapêuticos, educação em saúde e elaboração de projetos terapêuticos compartilhados (Tavares; Silva, 2022).
Além disso, experiências como a de Crateús-CE revelam que, mesmo diante de desafios como infraestrutura precária e desconhecimento do modelo de atuação na APS, os fisioterapeutas vêm desempenhando um papel estratégico nas ações coletivas e preventivas, contribuindo para o fortalecimento do SUS (Camêlo et al., 2020). Essa atuação está alinhada às diretrizes do COFFITO, que define a prática fisioterapêutica como promotora da funcionalidade e da qualidade de vida, respeitando as especificidades socioculturais dos usuários.
No contexto acadêmico, estudos indicam que ainda há lacunas na formação dos estudantes de fisioterapia no que diz respeito ao SUS e à APS. Muitos acadêmicos demonstram reconhecer a importância da atuação na atenção primária, mas ainda têm dúvidas sobre seguir essa área como campo profissional (Regio, 2024). Essa realidade destaca a necessidade de fortalecimento das disciplinas voltadas à saúde coletiva nos cursos de graduação, bem como a ampliação de experiências práticas nos territórios.
A literatura também enfatiza os impactos positivos da atuação fisioterapêutica domiciliar, especialmente em pacientes com condições crônicas como o acidente vascular cerebral (AVC), onde se observa melhora funcional e adesão às práticas de autocuidado quando os atendimentos são realizados de forma contínua e personalizada (Guidoti et al., 2021).
Por fim, a presença do fisioterapeuta na APS é defendida como um elemento essencial para promover a equidade no acesso aos cuidados e para contribuir com a resolutividade das demandas em saúde. Sua atuação deve ser interdisciplinar, centrada na pessoa e fundamentada em evidências, visando a construção de uma saúde pública mais eficiente, acolhedora e humanizada (Rabelo et al., 2024; Dias et al., 2023).
Materiais e métodos
Para o desenvolvimento desse trabalho de conclusão de curso foi utilizada a metodologia de revisão bibliográfica, buscando a integração de informações atualizadas, comparando os dados obtidos e, por fim, sintetizando a pesquisa de acordo com a relevância para o tema. O levantamento bibliográfico foi realizado no período de agosto de 2024 a maio de 2025, utilizando as palavras chaves, na língua portuguesa: fisioterapia; equipe multiprofissional; atenção básica; saúde primária. Utilizou-se as plataformas de pesquisa: Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Google académico, Scientific Electronic Library Online (SciELO), Consensus, Datasus, Resolução COFFITO nº 516/2020 e a Lei 14.231/21. Os critérios de inclusão foram artigos científicos completos relacionados ao tema, teses de doutorado e dissertações de mestrado, publicados entre os anos de 2019 a 2024, na língua nacional, resoluções do coffito e projetos de lei sobre o tema. Os critérios de exclusão foram publicações anteriores ao ano de 2019 e que não tivessem relação ao tema proposto. Foram analisadas 23 publicações, nas quais 18 foram selecionadas, para o desenvolvimento, os mesmos foram submetidos a leitura, análise das informações pertinentes ao tema e transcrição.
Resultados e discussão
Os resultados desta pesquisa evidenciam que a inserção do fisioterapeuta na Atenção Primária à Saúde (APS) tem impactos extremamente positivos tanto para os usuários quanto para o fortalecimento do SUS. A atuação desse profissional, quando integrada às equipes multiprofissionais, contribui diretamente para a promoção da saúde, prevenção de agravos e melhoria da funcionalidade, especialmente entre pessoas idosas e populações com condições crônicas. Estudos demonstram redução significativa nos índices de quedas, melhora na qualidade de vida, maior autonomia dos usuários e diminuição da demanda por atendimentos especializados e hospitalares. Além disso, o fisioterapeuta fortalece o cuidado centrado na comunidade, participa da elaboração de projetos terapêuticos singulares e potencializa ações educativas e intersetoriais. Sua presença na APS amplia a resolutividade dos serviços, promove a humanização do cuidado e gera benefícios econômicos para o sistema de saúde, ao prevenir agravos e reduzir custos com internações evitáveis. Esses resultados reforçam a importância da efetiva consolidação da fisioterapia como elemento essencial nas políticas públicas de saúde e nas práticas da atenção básica.
A atuação do fisioterapeuta na Atenção Primária à Saúde (APS) no Brasil representa uma importante transformação nos modelos tradicionais de cuidado em saúde, especialmente após o reconhecimento legal da profissão como integrante das equipes multiprofissionais da Estratégia Saúde da Família (ESF) pela Lei nº 14.231/2021. Ainda que esta conquista represente um avanço institucional, sua efetiva implementação enfrenta entraves relevantes, tanto no campo organizacional quanto no plano das práticas cotidianas de saúde (Brasil, 2021)..
Entre os principais desafios relatados estão a dificuldade de integração plena do fisioterapeuta nas equipes interdisciplinares, a escassez de recursos estruturais e a permanência de uma cultura centrada no modelo biomédico, que muitas vezes reduz a atuação fisioterapêutica à reabilitação mecânica. Essa visão limitada dificulta a ampliação das ações voltadas à promoção da saúde, prevenção de agravos e fortalecimento da autonomia funcional dos usuários – pilares fundamentais da APS (Carmêlo et al., 2020; Rabelo et al., 2024).
As evidências apontam que essa fragmentação é agravada pela insuficiente valorização do papel do fisioterapeuta nos espaços de planejamento, decisão clínica e formulação de projetos terapêuticos. Em muitos contextos, sua atuação ainda é percebida como complementar, e não como estratégica para o alcance da integralidade do cuidado (Tavares; Silva, 2022; Dias et al., 2023).
Além disso, há relatos de resistência por parte de profissionais e gestores, que desconhecem a amplitude da formação do fisioterapeuta para atuar na APS. Essa barreira institucional se soma à carência de programas de educação permanente, que deveriam garantir o aprimoramento contínuo da atuação interprofissional e das estratégias de cuidado compartilhado (Barreto et al., 2019; Regio, 2023).
Outro ponto crítico identificado na literatura é a formação acadêmica, ainda predominantemente hospitalocêntrica e fragmentada. Embora os estudantes reconheçam a importância da APS como campo de atuação, muitos demonstram incertezas sobre a escolha da atenção básica como carreira profissional, especialmente diante da percepção de baixa valorização e limitações estruturais (Regio, 2023).
No entanto, estudos também revelam que, quando bem inserido e apoiado, o fisioterapeuta contribui significativamente para a ampliação da resolubilidade da APS. Sua atuação está fortemente associada à melhora da funcionalidade de idosos frágeis, à prevenção de quedas e à redução de hospitalizações evitáveis (Bezerra et al., 2023; Rodrigues et al., 2023; Silva; Safons, 2022).
Programas como o “Saúde na Escola”, o “Prevenir é Vida” e os grupos de reabilitação funcional demonstram o potencial da fisioterapia em ações educativas, promoção da saúde e acompanhamento longitudinal de condições crônicas. Esses resultados têm implicações diretas na qualidade de vida da população e na sustentabilidade do SUS (Gonçalves et al., 2022; Estrêla; Machin, 2021).
Além disso, a atuação do fisioterapeuta em domicílio, especialmente em pacientes com limitações físicas ou mobilidade reduzida, tem se mostrado eficaz tanto do ponto de vista clínico quanto econômico. A experiência de municípios com ampla cobertura fisioterapêutica na atenção básica indica maior adesão ao tratamento, fortalecimento do vínculo e melhora da capacidade funcional dos usuários (Langoni; Valmorbida; Resende, 2020; Guidoti et al., 2021).
Do ponto de vista institucional, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (CREFITO) e o Conselho Federal (COFFITO) têm produzido diretrizes e resoluções que reforçam a importância da atuação na APS. Dentre elas, destaca-se a Resolução COFFITO nº 516/2020, que reconhece a atuação do fisioterapeuta na saúde coletiva como área de especialidade, incentivando a consolidação desse espaço de trabalho (Coffito, 2020).
Conclusão
Diante da análise realizada, fica evidente que a atuação do fisioterapeuta na equipe multiprofissional da Atenção Primária à Saúde (APS) é de extrema relevância para a qualificação do cuidado, fortalecimento do SUS e melhoria da qualidade de vida da população. Este estudo comprovou que, quando devidamente inserido na APS, o fisioterapeuta desempenha um papel que vai muito além da reabilitação, contribuindo significativamente para a promoção da saúde, prevenção de agravos e acompanhamento de condições crônicas, especialmente na população idosa e em grupos vulneráveis.
Os desafios identificados, como a resistência institucional, a cultura ainda centrada no modelo de reabilitação, as limitações na formação acadêmica e a insuficiência de programas de educação permanente, apontam para a necessidade urgente de avanços nas políticas públicas, no fortalecimento das diretrizes dos órgãos reguladores, como CREFITO e COFFITO, e na qualificação dos profissionais para o trabalho interprofissional e comunitário.
Por outro lado, os benefícios da presença do fisioterapeuta na APS são inquestionáveis, refletindo-se na redução das internações evitáveis, na diminuição de quedas, no fortalecimento da autonomia funcional dos indivíduos e na promoção do autocuidado. A atuação desse profissional, articulada às demais categorias, potencializa as práticas de cuidado, amplia a resolutividade dos serviços e contribui diretamente para um modelo de saúde mais integral, humanizado e eficiente.
Portanto, a consolidação da fisioterapia na APS deve ser vista como uma estratégia indispensável para enfrentar os desafios atuais do sistema de saúde, sendo fundamental para garantir acesso, equidade e qualidade na atenção à saúde da população brasileira. Este trabalho reforça, assim, a importância da valorização e expansão da atuação fisioterapêutica nas equipes multiprofissionais, em consonância com os princípios e diretrizes do SUS.
Referências
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1Acadêmico do Curso de Fisioterapia
2Orientador
