ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA ATRAVÉS DA RESPIRAÇÃO DIAFRAGMÁTICA NO CONTROLE DA ANSIEDADE

THE ROLE OF PHYSIOTHERAPY THROUGH DIAPHRAGMATIC BREATHING IN ANXIETY CONTROL

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202511301250


Maria Arcangela de Sousa Araújo Neta1
Mikaele dos Santos Silva2
Willma Maria Alves de Carvalho3
Alyane Osório Reis Menezes Feitosa Rocha4
Khrystian Rogery das Chagas Rocha5


RESUMO

Este Trabalho tem como objetivo analisar os efeitos da respiração diafragmática na redução dos sintomas de ansiedade, destacando a atuação da fisioterapia no controle do sistema nervoso autônomo. Trata-se de uma pesquisa exploratória e descritiva, realizada por meio de revisão de literatura em bases científicas, contemplando estudos publicados entre 2015 e 2025. A ansiedade é um distúrbio caracterizado por manifestações físicas e emocionais relacionadas à ativação excessiva do sistema simpático, o que resulta em sintomas como taquicardia, hiperventilação, tensão muscular e inquietação. A respiração diafragmática, ao estimular o sistema parassimpático, promove relaxamento, redução da frequência cardíaca e estabilização emocional. Os resultados demonstram que a respiração diafragmática promove o predomínio do sistema parassimpático, reduzindo a frequência cardíaca, a pressão arterial e a tensão muscular, além de favorecer o relaxamento e a estabilidade emocional. Os estudos analisados evidenciam melhora significativa dos níveis de ansiedade, redução do cortisol e aumento da variabilidade da frequência cardíaca, comprovando a eficácia da técnica como recurso terapêutico fisioterapêutico. Além de seus efeitos fisiológicos, a técnica atua na educação respiratória, favorecendo a consciência corporal e o autocontrole emocional do paciente.  A respiração diafragmática é uma intervenção simples, segura e de baixo custo, capaz de contribuir para o equilíbrio físico e mental, consolidando o papel do fisioterapeuta na promoção da saúde integral e no manejo de transtornos ansiosos.

Palavras-chave: Fisioterapia; Ansiedade; Respiração diafragmática.

ABSTRACT

This Project the effects of diaphragmatic breathing in reducing anxiety symptoms, highlighting the role of physiotherapy in controlling the autonomic nervous system. It is an exploratory and descriptive study, conducted through a literature review of scientific databases, encompassing studies published between 2015 and 2025. Anxiety is a disorder characterized by physical and emotional manifestations related to excessive activation of the sympathetic nervous system, resulting in symptoms such as tachycardia, hyperventilation, muscle tension, and restlessness. Diaphragmatic breathing, by stimulating the parasympathetic nervous system, promotes relaxation, reduces heart rate, and stabilizes emotions. The results demonstrate that diaphragmatic breathing promotes the predominance of the parasympathetic nervous system, reducing heart rate, blood pressure, and muscle tension, in addition to promoting relaxation and emotional stability. The analyzed studies show a significant improvement in anxiety levels, a reduction in cortisol, and an increase in heart rate variability, proving the effectiveness of the technique as a physiotherapy resource. In addition to its physiological effects, the technique contributes to respiratory education, promoting body awareness and emotional self-control in the patient. diaphragmatic breathing is a simple, safe, and low-cost intervention capable of contributing to physical and mental balance, consolidating the physiotherapist’s role in promoting holistic health and managing anxiety disorders.

Keywords: Physiotherapy; Anxiety; Diaphragmatic breathing.

1. INTRODUÇÃO

A ansiedade é uma resposta emocional frente a situações percebidas como ameaçadoras, podendo se tornar patológica quando intensa ou recorrente. Suas manifestações incluem preocupações excessivas, tensão muscular, irritabilidade, alterações do sono e sintomas fisiológicos como taquicardia, sudorese e falta de ar. Esses sinais decorrem da ativação do sistema nervoso autônomo, especialmente do ramo simpático, responsável pela reação de “luta ou fuga”. Durante crises de ansiedade, ocorre respiração rápida e superficial, uso excessivo da musculatura torácica e desequilíbrio na oxigenação sanguínea, podendo provocar tontura, formigamento e sensação de desmaio (MOURA et al., 2018).

Esse padrão respiratório alterado contribui para o aumento dos sintomas ansiosos, pois a hiperventilação leva à diminuição dos níveis de dióxido de carbono no sangue (hipocapnia), o que pode gerar desconforto respiratório e sensação de falta de ar. O indivíduo, ao perceber tais sintomas, tende a aumentar ainda mais a frequência respiratória, reforçando o ciclo ansioso e a ativação simpática. Assim, estratégias que promovam o controle respiratório e o retorno a um padrão ventilatório fisiológico são fundamentais para reduzir o impacto da ansiedade sobre o corpo (MOURA et al., 2018). 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), houve um crescimento de aproximadamente 15% no número de pessoas com transtornos de ansiedade desde 2005, atingindo cerca de 264 milhões de indivíduos em todo o mundo. A alta prevalência desse quadro pode resultar em custos elevados, especialmente devido às ausências no trabalho e na escola quando comparado a outros transtornos psiquiátricos (OMS, 2017).

Os transtornos de ansiedade têm origem em uma combinação de fatores psicossociais, ambientais e genéticos, sendo que a vulnerabilidade hereditária pode se manifestar por meio de disfunções neuropsicológicas e neurobiológicas. Entre os principais fatores relacionados, destacam-se o estresse, experiências adversas na infância, traumas, histórico familiar de doenças psiquiátricas em parentes de primeiro grau, presença de comorbidades e casos de abuso infantil (LOPES AB,et al.,2021).

Devido o surgimento do covid-19 houve muitos casos de pessoas que desenvolveram o transtorno da ansiedade (TAG), esse foi um período de alta relevância. 

Para Jerath, 2015, apud, Pinto, et al) relatam que durante estados de estresse e ansiedade ocorre uma ativação excitatória que se espalha por todo o corpo, incluindo o cérebro, aumentando a atividade da amígdala e do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, causando a liberação de neurotransmissores excitatórios e hormônios que aumentam a frequência cardíaca (FC), a frequência respiratória (FR), a pressão arterial (PA) e a tensão muscular. 

Segundo Hamasaki (2020) a respiração consciente é uma técnica que envolve uma respiração lenta e profunda, utilizando predominantemente o diafragma, em vez da respiração superficial e rápida que é comum no cotidiano. Este método, também conhecido como respiração abdominal ou diafragmática, não deve ser limitado ao controle respiratório, mas sim reconhecido por seus amplos benefícios para a saúde mental e física.

Praticar a respiração diafragmática de forma regular estimula o equilíbrio autonômico e a autorregulação emocional, diminuindo a excitabilidade do sistema nervoso central e favorecendo o relaxamento global. Segundo os mesmos autores, a técnica auxilia na diminuição da tensão muscular e no controle de respostas fisiológicas de estresse, funcionando como um recurso simples e de baixo custo que pode ser incorporado em rotinas terapêuticas e atividades de autocuidado (BARLOW, 2016, citado por LENHARDTK; CALVETTI, 2017).

A fisioterapia respiratória utiliza técnicas de respiração diafragmática como estratégia terapêutica no manejo da ansiedade. Durante a intervenção, o fisioterapeuta ensina postura adequada, ritmo respiratório controlado, atenção ao movimento abdominal e prática repetida, promovendo automatização do padrão respiratório. Estudos demonstram que adolescentes submetidos a exercícios respiratórios diafragmáticos apresentam redução significativa dos sintomas ansiosos (PORTALREVISTAS.UCB.BR, 2025).

Quando o transtorno de ansiedade atinge níveis mais graves, ele pode comprometer a interação social, favorecendo o isolamento e dificultando a execução de atividades cotidianas. Esses fatores afetam a qualidade de vida e prejudicam o desenvolvimento cognitivo, social e emocional. Além disso, as alterações emocionais características, como tensão, nervosismo e preocupação, podem ativar o sistema nervoso autônomo, interferindo nos impulsos nervosos relacionados à função cardíaca (SILVA; MORAES; SANTANA, 2018).

De acordo com Moura et al, (2018), respiração diafragmática é frequentemente recomendada como uma forma eficaz de aliviar os sintomas da ansiedade, visando especialmente ao alívio dos aspectos fisiológicos associados a esse estado emocional. A técnica de respiração terapêutica busca romper a associação entre a hiperexcitabilidade e a preocupação, além de proporcionar ao indivíduo uma sensação de tranquilidade e bem-estar, Barlow (2016).

Portanto, o objetivo desta pesquisa consiste em analisar a atuação da fisioterapia por meio da respiração diafragmática no controle da ansiedade, considerando seus efeitos fisiológicos e emocionais. Especificamente, busca-se compreender os mecanismos autonômicos envolvidos na técnica, identificar, na literatura científica, os benefícios da respiração diafragmática para a redução dos sintomas ansiosos, descrever as principais intervenções fisioterapêuticas relacionadas ao controle respiratório, e avaliar as evidências que sustentam a eficácia dessa abordagem na melhora do bem-estar e da qualidade de vida de indivíduos ansiosos.

2. METODOLOGIA

A presente pesquisa caracteriza-se de caráter exploratória e descritiva, desenvolvido a partir de uma busca sistematizada na base de dados Google Acadêmico, contemplando publicações no período de 2015 a 2025. Foram considerados estudos em português e inglês, disponíveis na íntegra, que abordassem a atuação da fisioterapia no controle da ansiedade por meio da respiração diafragmática. A estratégia de busca utilizou os seguintes descritores combinados: “Ansiedade”, “Respiração Diafragmática” e “Fisioterapia”, conectados pelos operadores booleanos AND e OR. Na fase inicial de identificação, foram encontrados 4.259 artigos. Em seguida, aplicaram-se os critérios de inclusão, que foram: artigos completos e de acesso livre; estudos publicados em português ou inglês; ensaios clínicos randomizados (ECR); pesquisas que abordassem a fisioterapia respiratória e o controle respiratório da ansiedade. Foram excluídos os estudos duplicados, relatórios técnicos, artigos fora do tema, e pesquisas que tratavam de dispneia (falta de ar) decorrente de DPOC ou de outras condições respiratórias que não envolviam a ansiedade. Também foram eliminados os artigos com acesso restrito ao texto completo. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, sintetizaram-se 22 artigos que foram selecionados conforme a elegibilidade para obtenção dos achados que respondem a este estudo.

2.1 FLUXOGRAMA DA METODOLOGIA

Fonte: Autoras 2025

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Conforme a metodologia definida, os estudos selecionados foram analisados quanto ao tipo de pesquisa, amostra, intervenção e principais resultados relacionados à atuação da fisioterapia por meio da respiração diafragmática e técnicas respiratórias no controle da ansiedade e melhora funcional. As informações principais de cada artigo estão organizadas no quadro 1. 

Quadro 1 – Atuação da fisioterapia através da respiração diafragmática no controle da ansiedade.

AUTORANOESTUDOAMOSTRAINTERVENÇÃORESULTADOS
Pereira e Santos2021Ensaio clínico randomizado40 pacientes com sintomas de ansiedade leve a moderadaGrupo 1 – Treino respiratório e relaxamento guiado;Grupo 2 – Controle sem intervençãoO grupo 1 apresentou redução significativa dos níveis de ansiedade (Escala de Hamilton) e melhora da frequência respiratória e cardíaca.
Silvia et al.2022Estudo quase experimental36 participantes adultos com transtorno de ansiedade generalizadaSessões de respiração diafragmática guiada 2x por semana durante 8 semanasHouve redução significativa dos escores de ansiedade e estresse percebido, além de melhora na variabilidade da frequência cardíaca.
Martinez e Lopes2020Ensaio clínico controlado50 indivíduos submetidos à técnica de respiração conscienteIntervenção com respiração profunda e foco diafragmático; grupo controle sem intervençãoO grupo experimental apresentou redução da tensão muscular, melhora da oxigenação e aumento da sensação subjetiva de relaxamento.
Oliveira et al.2023Ensaio clínico randomizado60 pacientes com sintomas de ansiedadeagudaGrupo 1 – Treino respiratório e relaxamento guiado;Grupo 2 – Controle sem intervençãoO grupo 1 apresentou redução significativa dos níveis de cortisol salivar e melhoria do padrão respiratório, sugerindo eficácia da respiração diafragmática no controle da ansiedade

Fonte: Pesquisa Direta 2025

Os resultados dos estudos analisados reforçam que a fisioterapia respiratória, especialmente por meio da respiração diafragmática, representa uma estratégia terapêutica eficiente para o manejo dos sintomas de ansiedade. A técnica atua sobre o sistema nervoso autônomo, reduzindo a atividade simpática (responsável pelas reações de estresse) e estimulando o sistema parassimpático, o que promove relaxamento, estabilidade emocional e melhora dos parâmetros cardiorrespiratórios.

Além disso, a fisioterapia respiratória atua na conscientização corporal, na melhora da coordenação entre inspiração e expiração e na diminuição da atividade do sistema simpático. O processo terapêutico permite que o paciente desenvolva maior percepção das alterações respiratórias associadas à ansiedade e aprenda estratégias para controlá-las de forma autônoma. Dessa forma, a respiração diafragmática se destaca como uma técnica eficaz, segura e acessível, que pode ser aplicada isoladamente ou integrada a outros recursos fisioterapêuticos voltados para o bem-estar físico e mental (PORTALREVISTAS.UCB.BR, 2025).

A respiração diafragmática, descrita por Hopper et al. (2019), é caracterizada pela expansão abdominal durante a inspiração e retração suave durante a expiração, com ênfase no uso do diafragma como principal músculo respiratório. Esse padrão promove ventilação pulmonar mais eficiente, reduz a ativação da musculatura acessória e estimula o sistema parassimpático, contribuindo para a diminuição da frequência cardíaca, da pressão arterial e para uma sensação de calma e bem-estar. O mesmo autor enfatiza que a respiração profunda e controlada está relacionada à regulação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal e à redução da liberação de cortisol, o hormônio do estresse.

A respiração diafragmática prioriza o uso do diafragma como músculo principal da inspiração, promovendo movimentos abdominais, inspirações profundas e expirações completas. Esse padrão respiratório melhora a ventilação pulmonar, reduz a ativação da musculatura acessória e favorece a oxigenação eficiente. Além disso, ativa o sistema parassimpático, contribuindo para a redução da frequência cardíaca e da pressão arterial, promovendo sensação de calma e bem-estar (BARLOW, 2016, citado por LENHARDTK; CALVETTI, 2017).

De acordo com Pereira e Santos (2021), em seu ensaio clínico randomizado, a inclusão do treino respiratório diafragmático associado à fisioterapia corporal proporcionou redução significativa dos escores de ansiedade, além de melhora na frequência respiratória e cardíaca. Esses resultados evidenciam que o controle consciente da respiração interfere diretamente no equilíbrio fisiológico, diminuindo respostas corporais típicas de estados ansiosos, como taquicardia e hiperventilação.

Resultados semelhantes foram encontrados por Silva et al. (2022), que observaram uma melhora expressiva no controle cardiorrespiratório e na variabilidade da frequência cardíaca de indivíduos com transtorno de ansiedade generalizada submetidos à respiração diafragmática guiada por fisioterapeutas. O estudo indica que essa prática regular favorece o equilíbrio entre os sistemas simpático e parassimpático, funcionando como um modulador natural das respostas de estresse.

Martínez e López (2020) também confirmaram o impacto positivo da respiração consciente e profunda sobre o sistema musculoesquelético e o estado mental. Em seu ensaio controlado, os autores demonstraram que a técnica promoveu relaxamento muscular, melhora da oxigenação e sensação de bem-estar nos participantes, elementos essenciais para reduzir o ciclo de tensão e hiper vigilância típicos da ansiedade.

Já Oliveira et al. (2023) destacam que o treinamento respiratório guiado não apenas melhora parâmetros subjetivos, mas também promove alterações bioquímicas e hormonais. No estudo, observou-se uma redução dos níveis de cortisol salivar, marcador fisiológico de estresse, após a prática da respiração diafragmática. Esse dado é relevante pois comprova que o controle respiratório influencia mecanismos neuroendócrinos, diminuindo a resposta corporal ao estresse e promovendo maior sensação de calma e controle emocional.

A partir desses resultados, é possível compreender que a respiração diafragmática, quando conduzida por fisioterapeutas, é uma técnica segura, de baixo custo e com amplo potencial de aplicação clínica e preventiva. Além de atuar diretamente sobre os sintomas fisiológicos da ansiedade, ela também contribui para a educação respiratória, promovendo conscientização corporal e autocontrole emocional, fatores que auxiliam o paciente a lidar com crises de forma mais eficaz.

Os achados convergem para a importância do papel do fisioterapeuta como profissional de saúde integral, capaz de intervir tanto no campo físico quanto no emocional do paciente. A prática constante da respiração diafragmática pode ser incorporada em atendimentos clínicos, domiciliares e até em programas de saúde mental, colaborando com outras abordagens terapêuticas, como psicoterapia e meditação guiada.

As evidências científicas entre 2015 e 2025 reforçam a eficácia dessa prática. Revisões sistemáticas e meta análises apontam melhora significativa em parâmetros fisiológicos, como redução da frequência cardíaca e aumento da saturação de oxigênio, além da diminuição de sintomas subjetivos de ansiedade (Fincham et al., 2023; Chin et al., 2024).

Em síntese, os quatro estudos analisados demonstram que a intervenção fisioterapêutica baseada na respiração diafragmática é eficaz na redução de sintomas de ansiedade e na melhora da qualidade de vida. O conjunto das evidências reforça a importância da abordagem multidimensional da fisioterapia, que não se limita à reabilitação física, mas abrange o cuidado com o equilíbrio emocional e mental do indivíduo.

4. CONCLUSÃO

Os estudos analisados demonstram que a respiração diafragmática, quando aplicada pela fisioterapia, constitui um recurso eficaz e de baixo custo no manejo da ansiedade, apresentando benefícios fisiológicos e emocionais consistentes. As evidências indicam melhora nos parâmetros cardiorrespiratórios, redução dos níveis de cortisol e aumento da variabilidade da frequência cardíaca, além da promoção de relaxamento e maior consciência corporal. Nesse sentido, a técnica se destaca como uma intervenção segura, acessível e compatível com diferentes contextos clínicos, reforçando a relevância da fisioterapia na promoção da saúde mental.

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1Graduando em Fisioterapia (UNIFAESF). E-mail: Mariaarcangela001@gmail.com
2Graduando em Fisioterapia (UNIFAESF). E-mail: Silvamikaelisantos@gmail.com
3Graduando em Fisioterapia (UNIFAESF). E-mail: Willmamaria2615@gmail.com
4Fisioterapeuta, Especialista em fisioterapia dermatofuncional, Mestra em biotecnologia saúde humana e animal, Doutoranda em engenharia biomédica. E-mail: alyaneosorio@hotmail.com
5Fisioterapeuta, Pós-graduado em Terapia Manual e Postural, Especialização em Terapia Intensiva, Curso de Urgência e Emergência. E-mail: khrysjf@gmail.com