REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/pa10202512211819
Fabiane Noemi Souza dos Santos1; Isabel Farinazzo de Andrade2; Ângela Gomes Roque3; Anderson Nascimento Ferreira4; Rondinelli Oliveira da Silva5; Bernardo Giecht Rodrigues Costa6; Daiana Meneguelli Leal7; Thacid Kaderah Costa Medeiros8; Ana Carolina Ramos de Britto Esteves9; Íris Pilegi Domingues10
RESUMO
A prevenção de erros de medicação constitui um dos maiores desafios para a segurança do paciente e a qualidade assistencial em instituições hospitalares. Esses erros podem ocorrer em diversas etapas do processo medicamentoso e resultar em sérias consequências clínicas e econômicas. Diante disso, a literatura aponta estratégias eficazes como a atuação do farmacêutico clínico na reconciliação medicamentosa e o uso de tecnologias de informação, a exemplo dos sistemas informatizados de prescrição eletrônica (CPOE) e de gerenciamento de medicamentos (EMMS). Além dessas medidas, destaca-se a aplicação da metodologia Lean Six Sigma, que, ao integrar os princípios Lean e Six Sigma, promove a melhoria contínua dos processos, reduz variabilidades e fortalece a cultura de segurança. Este estudo tem como objetivo analisar, por meio de revisão de literatura, a aplicabilidade do Lean Six Sigma na prevenção e redução de erros de medicação, enfatizando suas estratégias, benefícios e impactos sobre a segurança e a qualidade hospitalar. Portanto, a aplicação do Lean Six Sigma, especialmente por meio do ciclo DMAIC, é uma estratégia eficaz para prevenir e reduzir erros de medicação em unidades hospitalares. Ao integrar padronização, melhoria contínua e gestão baseada em evidências, a metodologia fortalece a segurança do paciente e otimiza o fluxo de trabalho. Ferramentas como FMEA, SIPOC e Kanban auxiliam na identificação de falhas e na comunicação entre equipes multiprofissionais. Além dos ganhos operacionais, o Lean Six Sigma promove uma transformação cultural, estimulando o engajamento e a responsabilidade compartilhada pela qualidade assistencial.
Palavras-chave: Lean Six Sigma; erros de medicação; segurança do paciente.
1 INTRODUÇÃO
A prevenção de erros de medicação representa um dos maiores desafios contemporâneos para a segurança do paciente em instituições hospitalares (Araújo; Cardoso; Moreira, 2025). Esses erros, que podem ocorrer em qualquer etapa do processo (prescrição, dispensação, preparo, administração ou monitoramento), comprometem a qualidade da assistência, elevam os custos hospitalares e podem gerar consequências graves à saúde dos pacientes. De acordo com Costa et al. (2021), as instituições de saúde em todo o mundo têm intensificado esforços na adoção de estratégias que assegurem a utilização segura e racional de medicamentos, reconhecendo que a prevenção desses erros é um pilar essencial da cultura de segurança.
Entre as estratégias mais eficazes, destaca-se a atuação do farmacêutico clínico em todas as fases da hospitalização, desde a admissão até a alta, garantindo a reconciliação medicamentosa e o acompanhamento integral do tratamento farmacoterapêutico (Sousa et al., 2024). Ademais, o uso de tecnologias da informação, como os sistemas informatizados de prescrição eletrônica (CPOE) e os sistemas eletrônicos de gerenciamento de medicamentos (EMMS), tem proporcionado maior confiabilidade e integração de dados, reduzindo a ilegibilidade das prescrições e possibilitando a detecção precoce de interações medicamentosas e alergias (Costa et al., 2021; Roberto, 2024).
Adicionalmente, programas de qualidade hospitalar, como os da Joint Commission International (JCI) e o método Lean Six Sigma, têm sido amplamente incorporados como ferramentas de melhoria contínua dos processos e de fortalecimento da cultura organizacional voltada à segurança do paciente. O Lean Six Sigma, em especial, combina princípios de eficiência operacional e controle estatístico de qualidade para reduzir variabilidades e falhas nos fluxos de trabalho (Carretero; Grimshaw, 2024). Aplicado à gestão de medicamentos, o método permite mapear processos críticos, identificar causas de erro e implementar intervenções baseadas em evidências, contribuindo para resultados mais seguros e sustentáveis.
O presente estudo tem como objetivo analisar, por meio de uma revisão de literatura, a aplicabilidade da metodologia Lean Six Sigma na prevenção e redução de erros de medicação em unidades de internação hospitalar. Assim, será identificado suas principais estratégias, benefícios e impactos sobre a segurança do paciente e a qualidade assistencial.
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
A segurança do paciente tem se consolidado como um dos principais pilares da qualidade assistencial nos serviços de saúde. Entre os diversos fatores que comprometem essa segurança, os erros de medicação figuram como um dos eventos adversos mais frequentes e com maior impacto sobre a morbimortalidade hospitalar. A crescente complexidade dos sistemas de cuidado, o uso intensivo de tecnologias e o aumento do volume de pacientes tornam indispensável a adoção de estratégias de gestão eficiente, padronização de processos e melhoria contínua para reduzir riscos e garantir uma assistência mais segura e eficaz.
Nesse contexto, o presente referencial teórico aborda a inter-relação entre a prevenção de erros de medicação, a aplicação da filosofia Lean Six Sigma e a utilização do método DMAIC como instrumentos fundamentais para a transformação dos processos hospitalares.
2.1 PREVENÇÃO DE ERROS DE MEDICAÇÃO
De acordo com Costa et al. (2021), a prevenção de erros de medicação constitui um dos maiores desafios para a segurança do paciente em ambientes hospitalares. O estudo de Costa et al. (2021) identificou um conjunto de estratégias eficazes para a redução desses erros durante a hospitalização de pacientes adultos, demonstrando a preocupação global das instituições de saúde com a temática.
Costa et al. (2021) afirmam que uma das principais estratégias destacadas foi o envolvimento do farmacêutico nas atividades clínicas diárias, desde a admissão até a alta hospitalar. Para Sousa et al. (2024), o farmacêutico é essencial para a reconciliação medicamentosa, acompanhando todo o processo de prescrição, dispensação e administração dos medicamentos. Essa atuação contribui para o uso racional de fármacos, reduz riscos de eventos adversos e potencializa os resultados terapêuticos esperados.
Além disso, a literatura afirma que o uso de tecnologias da informação, especialmente os sistemas informatizados de prescrição eletrônica (Computerized Physician Order Entry – CPOE) e os sistemas eletrônicos de gerenciamento de medicamentos (Electronic Medication Management System – EMMS) favorece a integração e a confiabilidade das informações, reduzem a ilegibilidade das prescrições e permitem a identificação de interações medicamentosas e alergias (Costa et al., 2021). Embora o CPOE, por si só, não elimine completamente os erros, sua correta implementação contribui para a precisão dos registros e para o fortalecimento da segurança do paciente (Roberto, 2024).
Além disso, programas de qualidade hospitalar como os desenvolvidos pela Joint Commission International (JCI) e o método Lean Six Sigma têm se mostrado eficazes na prevenção de erros de medicação. Essas iniciativas integram medidas educacionais, tecnológicas e organizacionais, promovendo a melhoria contínua dos processos, o fortalecimento do clima institucional e a elevação da satisfação e do comprometimento das equipes.
2.2 LEAN E LEAN SIX SIGMA: INOVAÇÃO E EFICIÊNCIA NA GESTÃO HOSPITALAR E NA SEGURANÇA DO PACIENTE
O aumento constante dos custos associados à prestação dos serviços de saúde tem se configurado como um desafio para gestores e formuladores de políticas públicas. Em um cenário de restrições orçamentárias e de instabilidade econômica, torna-se essencial redesenhar os processos institucionais, buscando maior eficiência, sustentabilidade e qualidade na assistência ao paciente (Ferreira, 2018). Diante disso, os profissionais da área da saúde têm se voltado a metodologias gerenciais capazes de conciliar a redução de custos com o aprimoramento do desempenho organizacional.
Nas últimas décadas, o Lean Six Sigma (LSS) emergiu como uma das metodologias mais eficazes para o gerenciamento e a melhoria contínua de processos em ambientes hospitalares. O conceito Lean, originado no Sistema Toyota de Produção, tem como principal objetivo eliminar desperdícios, otimizar o fluxo de trabalho e agregar valor às atividades essenciais, garantindo resultados com menor custo e maior agilidade (Da Silva, 2024). Essa filosofia propõe que cada etapa do processo seja executada de maneira racional, reduzindo esforços desnecessários, retrabalhos e falhas operacionais.
De acordo com Da Silva (2024), o pensamento Lean consiste em “especificar valor, alinhar ações de criação de valor na melhor sequência, conduzir essas atividades sem interrupção e executá-las de modo cada vez mais eficiente”, ou seja, fazer mais com menos, menos esforço humano, tempo e recursos, entregando ao cliente (ou paciente) exatamente o que ele necessita.
Por sua vez, o Six Sigma surgiu como uma metodologia estatística de controle de qualidade voltada para a redução da variabilidade e a minimização de defeitos nos processos produtivos, utilizando ferramentas como o mapeamento de processos e a análise de causas (Ferreira, 2018). Essa abordagem permite identificar, quantificar e eliminar as fontes de erro, aumentando a previsibilidade e a confiabilidade dos resultados.
O Lean Six Sigma (LSS) combina, portanto, as forças das duas filosofias: enquanto o Lean foca na eliminação de desperdícios e na agilidade operacional, o Six Sigma prioriza a padronização, a qualidade e o controle estatístico dos processos (Ferreira, 2018).
No contexto hospitalar, o LSS tem sido amplamente aplicado em áreas administrativas e assistenciais, com resultados expressivos na redução de tempos de espera, melhoria no uso de medicamentos, otimização de salas cirúrgicas, eficiência dos profissionais de saúde e aumento da satisfação do paciente (Costa et al., 2021). Ferreira (2018) indica que entre 30% e 50% das etapas dos processos hospitalares não agregam valor, caracterizando-se como desperdícios que afetam negativamente a produtividade e o atendimento.
A aplicação prática do LSS nas instituições de saúde é guiada pelos ciclos DMAIC (Definir, Medir, Analisar, Melhorar e Controlar) e DMADV (Definir, Medir, Analisar, Projetar e Verificar), utilizados respectivamente para aperfeiçoar processos existentes e desenvolver novos fluxos de trabalho. Esses métodos favorecem o monitoramento contínuo dos resultados, a padronização das rotinas e o fortalecimento da cultura organizacional voltada para a qualidade.
Além de seus impactos operacionais, a implementação do Lean Six Sigma gera transformações culturais significativas dentro das instituições. Promove maior engajamento das equipes, desenvolve competências técnicas e fortalece a cultura da melhoria contínua, em que todos os profissionais se tornam agentes ativos na busca pela excelência.
Apesar dos resultados positivos, a adoção do LSS enfrenta desafios como a falta de conhecimento técnico sobre a metodologia, escassez de recursos, resistência cultural e impaciência por resultados imediatos (Ferreira, 2018). Contudo, a experiência de diversas instituições demonstra que o sucesso desses projetos depende fortemente do envolvimento da liderança, da capacitação dos profissionais e do uso inteligente de dados para tomada de decisão.
2.3 O MÉTODO MÉTODO LEAN SIX SIGMA
De acordo com Carretero e Grimshaw (2024), a metodologia Lean Six Sigma tem se consolidado como uma ferramenta eficaz para a melhoria contínua dos processos hospitalares, incluindo a redução de erros de medicação em unidades de internação. Sua aplicabilidade baseia-se na identificação de falhas, no mapeamento de fluxos, na padronização de procedimentos e na promoção de uma cultura de qualidade e segurança centrada no paciente.
O modelo DMAIC (Definir, Medir, Analisar, Melhorar e Controlar) constitui a espinha dorsal do Six Sigma e orienta a análise sistemática dos processos envolvidos na prescrição, preparo, administração e monitoramento de medicamentos (Carretero; Grimshaw, 2024 & Peruchi, 2012). O quadro 1 explicita as definições das fases do modelo DMAIC.
Quadro 1 – Fases do modelo DMAIC


Fonte: Elaborado pelos autores, baseado nos dados de Ferreira (2018) e Carretero; Grimshaw (2024).
A aplicação do Lean Six Sigma em unidades de internação tem demonstrado resultados expressivos na diminuição de eventos adversos relacionados à medicação, na melhoria da comunicação interdisciplinar e na eficiência do fluxo de trabalho. Além de promover a segurança do paciente, a metodologia contribui para o uso racional de recursos e o fortalecimento da cultura de qualidade dentro das instituições de saúde (Ferreira, 2018).
O método DMAIC (Definir, Medir, Analisar, Implementar e Controlar) é uma metodologia de melhoria contínua utilizada dentro do Lean Six Sigma para aperfeiçoar processos e eliminar falhas. Trata-se de uma estrutura organizacional conceitual, com papéis bem definidos para líderes e equipes de projeto, cujo objetivo é melhorar o desempenho dos processos e garantir resultados sustentáveis. Assim, o DMAIC representa uma metodologia sistemática que orienta equipes a identificar, corrigir e prevenir falhas, fortalecendo a eficiência operacional e a segurança, especialmente em contextos hospitalares e de alta complexidade.
3 METODOLOGIA
Trata-se de uma revisão de literatura de caráter qualitativo e exploratório, elaborada com o objetivo de identificar e analisar as estratégias baseadas na metodologia Lean Six Sigma (DMAIC) aplicadas à redução de erros de medicação e à otimização de processos hospitalares.
A pesquisa foi conduzida a partir da análise crítica de estudos científicos publicados. A busca e a seleção dos artigos foram realizadas nas bases de dados SciELO, PubMed e ResearchGate, utilizando os descritores: Lean Six Sigma, erros de medicação, segurança do paciente, gestão hospitalar e DMAIC. Foram priorizados estudos que abordassem estratégias de melhoria de processos em saúde, prevenção de erros de medicação e intervenções voltadas à segurança do paciente.
Para seleção dos artigos, foram lidos os resumos, e os dados extraídos foram organizados de modo a destacar: (1) o objetivo do estudo; (2) a metodologia aplicada; (3) as etapas do DMAIC utilizadas; (4) os resultados obtidos e (5) as contribuições para a prática hospitalar e a segurança do paciente.
4 CONCLUSÃO
A análise da literatura permitiu constatar que a aplicação da metodologia Lean Six Sigma, sobretudo por meio do ciclo DMAIC, representa uma ferramenta altamente eficaz na prevenção e redução de erros de medicação em unidades de internação hospitalar. Ao integrar princípios de melhoria contínua, padronização de processos e gestão baseada em evidências, o Lean Six Sigma contribui diretamente para o fortalecimento da segurança do paciente, a otimização do fluxo de trabalho e a elevação da qualidade assistencial.
Os estudos analisados evidenciam que a utilização do DMAIC favorece uma abordagem sistemática e colaborativa, envolvendo diferentes profissionais da equipe multiprofissional (como enfermeiros, farmacêuticos e médicos) na identificação das causas raízes dos erros e na implementação de soluções sustentáveis. Ferramentas como o FMEA, o SIPOC e o Kanban se mostraram eficazes para mapear falhas, reduzir desperdícios e aprimorar a comunicação entre os setores clínicos.
Além dos ganhos operacionais, observou-se que o Lean Six Sigma promove uma mudança cultural nas instituições de saúde, estimulando o comprometimento das equipes com a qualidade e o aprendizado contínuo.
Portanto, conclui-se que a metodologia Lean Six Sigma, aplicada de forma consistente e adaptada à realidade hospitalar, constitui uma estratégia essencial para minimizar riscos, reduzir custos e consolidar uma cultura de excelência e segurança nos serviços de saúde. Recomenda-se que futuras pesquisas explorem a efetividade dessa abordagem em diferentes contextos clínicos e avaliem o impacto a longo prazo das intervenções baseadas no DMAIC sobre os indicadores de desempenho hospitalar.
REFERÊNCIAS
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DA SILVA, Marcelo Evangelista. APLICAÇÃO DAS FERRAMENTAS DO LEAN MANUFACTURING NA MELHORIA DA EFICIÊNCIA PRODUTIVA. LUMEN ET VIRTUS, v. 14, n. 32, 2024.
FERREIRA, Danilo Carneiro. Otimização em processos hospitalares: metodologia Lean Six Sigma. 2018. 97f. Dissertação (Mestrado Profissional em Gestão e Inovação em Saúde) – Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2018.
PERUCHI, Rogério Santana et al. Um exemplo didático das etapas analisar, melhorar e controlar de um projeto seis sigma. In: Simpósio de Engenharia de Produção. 2012.
ROBERTO, Bráulio. TECNOLOGIAS DE ENGAJAMENTO PARA A SEGURANÇA NO. Segurança do Paciente 2a Edição: Como Garantir Qualidade nos Serviços de Saúde, p. 8, 2024.
1 Mestre no Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva e Controle do Câncer (PPGCAN/INCA).
E mail: fabianenoemi1993@hotmail.com. https://orcid.org/0009-0004-1950-2753.
2 Enfermeira, Especialista em Saúde Pública pela Escola de Enfermagem Anna Nery (UFRJ), Especialista em Pediatria e Neonatologia pela Universidade Estácio, cursando MBA em Gestão da Qualidade e Segurança do Paciente pela Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora (Suprema), Coordenadora do Núcleo de Segurança do Paciente do Hospital Infantil Ismélia da Silveira. E-mail: isabelfarinazzo@gmail.com. https://orcid.org/0009-0004-7928-0945.
3 Bacharel em Enfermagem. MBA em Gestão Empresarial. Pós-Graduada SEGURANÇA DO PACIENTE E GESTÃO DE RISCOS ASSISTENCIAIS.E-mail: ange-laroque@hotmail.com. https://orcid.org/0009-0004-0045-1829.
4 Pós-graduando em Enfermagem Oncológica pela Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (FenF/UERJ). E-mail: andersonnfer@gmail.com. https://orcid.org/0009-0005-2376-5553.
5 Especialista em Enfermagem Oncológica pela Faculdade de Enfermagem Universidade do Estado do Rio de Janeiro – (FENF/UERJ). E-mail: rondiyeshua@gmail.com. https://orcid.org/0009-0007-2506-5109.
6 Mestre em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social Hésio Cordeiro da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ). E-mail: bgiecht@gmail.com. https://orcid.org/0000-0003-0613-2664.
7 Mestre em saúde coletiva e controle do câncer (PPGCan/INCA). E-mail: daiana.mene@gmail.com. https://orcid.org/0009-0002-0596-8144.
8 Mestre no Programa de Pós-graduação em Ciencia e Tecnologia Farmaceutica (CTECFAR/UFRJ)
thacid@gmail.com https://orcid.org/0000-0002-9872-073X
9 Pós graduada em Vigilância e Legislação Sanitária (UFRJ). E-mail: carolrbe@hotmail.com. https://orcid.org/0009-0002-7178-5485
10 Mestre no Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia Farmacêutica (CTECFAR/UFRJ) E-mail: iris_domingues@hotmail.com. https://orcid.org/0000-0002-2833-4390
