PHYSIOLOGICAL AND QUALITY OF LIFE CHANGES AFTER BARIATRIC SURGERY: A SYSTEMATIC REVIEW
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202509291610
Júlia Maria Jaros Contato
Maria Eduarda Ricieri Batista
Elizandra Britta Stefano
João Henrique Jaros Contato
RESUMO
Introdução: A obesidade é uma condição crônica multifatorial que afeta milhões de indivíduos globalmente e está relacionada a várias doenças não transmissíveis, tais como o Diabetes Mellitus tipo 2, hipertensão e doenças cardiovasculares. Frente ao aumento dos casos, a cirurgia bariátrica é uma intervenção efetiva para a obesidade mórbida, podendo trazer efeitos benéficos significativos, como a perda de peso, a remissão ou melhora considerável das comorbidades. Contudo, essa condição apresenta desafios, principalmente com relação às deficiências nutricionais relacionadas às modificações anatômicas e fisiológicas do sistema gastrointestinal. Objetivo: Este artigo tem por objetivo revisar a literatura acerca das alterações metabólicas, nutricionais, hormonais e na qualidade de vida após a cirurgia bariátrica, bem como dos impactos nos sistemas cardiovascular, digestivo e outros sistemas. Métodos: Revisão de literatura, composta por artigos publicados entre 2014 e 2024, busca identificar os principais benefícios e riscos do procedimento, com maior atenção às deficiências mais frequentes como ferro, zinco e as vitaminas essenciais. Resultados: Com essa revisão espera-se apresentar uma visão ampla também sobre o curto e longo prazo da cirurgia bariátrica, caracterizando os benefícios em termos de melhoria da qualidade de vida e a necessidade do monitoramento nutricional contínuo. Conclusão: Diante dos resultados analisados, a cirurgia bariátrica mostrou ser um um procedimento efetivo para melhora na qualidade de vida e doenças prévias dos pacientes .O presente estudo amplia o conhecimento sobre o impacto da cirurgia bariátrica, no que tange à saúde pública, ante à prevalência crescente da obesidade e a maior demanda pelo tratamento.
Palavras-chave: Cirurgia bariátrica; Obesidade; Qualidade de vida; Período pós-operatório
ABSTRACT
Introduction: Obesity is a chronic, multifactorial condition that affects millions of individuals globally and is linked to several noncommunicable diseases, such as type 2 diabetes mellitus, hypertension, and cardiovascular disease. Given the increasing number of cases, bariatric surgery is an effective intervention for morbid obesity, potentially bringing significant benefits, such as weight loss and remission or significant improvement of comorbidities. However, this condition presents challenges, particularly regarding nutritional deficiencies related to anatomical and physiological changes in the gastrointestinal system. Objective: This article aims to review the literature on metabolic, nutritional, hormonal, and quality of life changes after bariatric surgery, as well as its impacts on the cardiovascular, digestive, and other systems. Methods: This literature review, consisting of articles published between 2014 and 2024, seeks to identify the main benefits and risks of the procedure, with particular attention to the most common deficiencies such as iron, zinc, and essential vitamins. Results: This review also aims to provide a broad overview of the short- and long-term outcomes of bariatric surgery, characterizing the benefits in terms of improved quality of life and the need for continuous nutritional monitoring. Conclusion: Based on the results analyzed, bariatric surgery proved to be an effective procedure for improving patients’ quality of life and pre-existing conditions. This study expands knowledge on the impact of bariatric surgery on public health, given the growing prevalence of obesity and the increased demand for treatment.
Keywords: Bariatric surgery; Obesity; Quality of life; Postoperative period
INTRODUÇÃO
A obesidade é uma doença que afeta ambos os sexos, etnias e classes econômicas. Se trata de uma doença crônica multifatorial, envolvendo desde aspectos psicológicos, alimentares e metabólicos e sendo um dos principais fatores de risco para doenças não transmissíveis (DNTs) como o Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2), doenças cardiovasculares, dislipidemias, hipertensão arterial sistêmica (HAS) e acidente vascular cerebral. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) a obesidade é definida como “excesso de gordura corporal, em quantidade que determine prejuízos à saúde”, sendo o Índice de Massa Corporal (IMC) maior ou igual a 30kg/m² o valor diagnóstico para tal doença.
De acordo com dados divulgados pela World Obesity Federation (WOF) cerca de 878 milhões de pessoas estavam vivendo com a obesidade em 2022. No Brasil, conforme as informações publicadas pela Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO) o país apresentou aumento de 72% dos casos, saindo de 11,8% em 2006 e atingindo a marca de 20,3% em 2019, dos quais atualmente 1.161.831 adultos – 4,63% estão classificadas como obesidade grau III pelo último relatório divulgado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabologia (SBCBM – 2024) mostrando, assim, um problema de saúde pública.
A cirurgia bariátrica vem como uma medida terapêutica para casos de obesidade grau III (IMC > 40kg/m²) em que tratamentos mais conservadores e menos invasivos como reeducação alimentar, atividade física e medicamentos não foram resolutivos. Esse tema, apesar de ter ganhado maior visibilidade nos últimos 10 anos, é de extrema relevância para a saúde pública, pois o número de obesos e a necessidade de cirurgia bariátrica vem apresentando um crescimento significativo globalmente, sendo realizadas 58.555 cirurgias somente no Brasil em 2024, segundo a SBCBM.Conforme estudos apontam, o procedimento cirúrgico apresenta um resultado positivo na relação risco-benefício, apresentando baixo número de complicações pós-operatórias, uma melhora e resolução de muitas comorbidades ocasionadas pela obesidade, as mais destacadas sendo apneia do sono e a hipertensão, além de uma melhor qualidade de vida dentro do âmbito profissional e pessoal, como a autoestima (CASTANHA, C. R. et al.,2018).
Porém, apesar dos aspectos positivos, a cirurgia bariátrica apresenta desafios relevantes a curto e longo prazo, principalmente em relação a quadros de deficiência nutricional por consequência das alterações anatômicas e fisiológicas do sistema gastrointestinal modificado pela cirurgia. As pesquisas indicam que deficiências de Ferro, Zinco, Cálcio, Vitamina B12, Folato, Vitamina D e Hipoproteinemia estão entre as mais comuns e esperadas nos pacientes submetidos ao procedimento, porém com potencial de causar outras patologias (DONHA, G. S. F; ALMEIDA, D. C., 2023).
Diante desse cenário, o presente trabalho tem como objetivo avaliar as alterações metabólicas, nutricionais, hormonais e na qualidade de vida dos pacientes submetidos a cirurgia bariátrica, tornando-se crucial uma análise aprofundada dos estudos dada a magnitude das consequências positivas e negativas do procedimento cirúrgico no sistema cardiovascular, digestivo e outros sistemas.
METODOLOGIA
Esta pesquisa trata-se de uma revisão sistemática da literatura, a fim de avaliar as alterações fisiológicas e de qualidade de vida decorrentes da cirurgia bariátrica. Para isso, foi realizado um levantamento dos artigos nas seguintes bases de dados: Pubmed (National Center for Biotechnology Information), Scielo (Scientific Electronic Library Online) e Lilacs (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde). Os descritores utilizados foram os seguintes termos: ‘cirurgia bariátrica “,”obesidade “,”qualidade de vida” e período pós-operatório”; foram combinados entre si a fim de assegurar maior sensibilidade e especificidade na seleção dos artigos.
Foram incluídos trabalhos publicados entre os anos de 2014 e 2024; redigidos em língua portuguesa, inglesa e espanhola e publicações que estão disponíveis na íntegra de forma gratuita que abordam as alterações decorrentes da cirurgia bariátrica e seus fatores positivos e negativos. Os critérios de exclusão visam descartar artigos não indexados, pagos ou que abordem exclusivamente a população pediátrica e gestantes.
RESULTADO
Foram avaliados a princípio nesta revisão sistemática 77 artigos na base de dados Pubmed , Scielo e Lilacs . Inicialmente , foram excluídos 6 artigos não indexados. Em seguida , foram revisados e excluídos 22 por não se adequarem à data de publicação prevista na metodologia. Ao proceder com a leitura dos resumos, foram excluídos 29, conforme ilustrado no Fluxograma 1.
Fluxograma 1 : Seleção dos artigos para revisão de literatura.

Sendo assim, foram incluídos 20 artigos , conforme demonstrado no Organograma 1.
Organograma 01 : Descrição dos artigos incluídos na revisão.

A análise dos estudos selecionados evidencia quatro áreas principais a serem destacadas. (1) Perda de peso e a melhora dos níveis metabólicos; (2) Bem-estar do paciente, qualidade de vida e os aspectos sociais; (3) Deficiências nutricionais decorrentes do procedimento cirúrgico e as intercorrências clínicas; (4) Fatores de sucesso e riscos associados à cirurgia.
1. Perda de peso e Níveis metabólicos
Os artigos evidenciaram uma redução significativa do índice de massa corporal (IMC) e melhora do quadro metabólico. As pesquisas apontam que,a perda ponderal é acompanhada de melhora nos níveis de colesterol, glicemia e triglicerídeos após a cirurgia bariátrica. Esses efeitos repercutem diretamente no controle ou na remissão de doenças crônicas como Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2), Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) e dislipidemias (MANCINI, 2014; SJÖHOLM et al., 2016; PINHEIRO et al., 2021; GUÉRIOS et al., 2021).
Schauer et al. (2017) e Sjöström et al. (2022) destacam que a cirurgia não é apenas uma intervenção com a finalidade de emagrecimento, mas como intervenção metabólica em casos de falha de tratamentos menos invasivos. Fellini et al. (2024), em uma revisão sistemática a longo prazo, demonstrou a remissão parcial ou total de DM2 bem como a redução do risco cardiovascular. Entretanto, os resultados não são homogêneos devido a influências inerentes ao indivíduo como: tempo de diagnóstico da comorbidade, grau de resistência insulínica e adesão ao acompanhamento pós-operatório, alterando os desfechos clínicos (MITCHELL et al., 2016).
Essa variação de resultados demonstra que embora a cirurgia, em sua maioria, apresente eficácia na redução de benefícios metabólicos a longo prazo, não é um prognóstico garantido para todos os pacientes, reforçando a necessidade de indicação criteriosa e acompanhamento contínuo.
2. Bem-estar, qualidade de vida e aspectos sociais
Observou-se pelos estudos que os pacientes apresentaram uma melhora significativa na qualidade de vida, um avanço considerável na autoestima, no estado emocional e na reinserção social, com ganhos também na mobilidade e no potencial de trabalho.
Contudo, Silva et al. (2023) identificaram associação entre a perda ponderal e insatisfação corporal residual, ansiedade e depressão, demonstrando que a redução da massa corporal pode não ser acompanhada de satisfação pessoal, podendo ter persistência de quadros ansiosos ou depressivos e até mesmo desenvolvimento de novos transtornos. Esses dados corroboram com os achados descritos por Moraes, Caregnato e Schneider (2014), que apresentam expectativas distintas sobre a perda de peso e a complexidade da relação entre corpo, identidade e saúde mental. Medeiros, França e Menezes (2021) apontam que fatores motivacionais diferem entre adultos jovens e mais velhos, onde os jovens buscam majoritariamente o desempenho estético e prestígio social, enquanto os mais velhos visam a melhora do quadro de saúde. Esses apontamentos salientam a necessidade de acompanhamento psicológico a longo prazo e direcionado para as expectativas individuais, evitando recaídas e transtornos alimentares fazendo, assim, parte de uma estratégia de cuidado integral (WEE et al., 2020; MARTINS et al., 2022).
3. Deficiências nutricionais e intercorrências clínicas
A literatura demonstra, segundo Souza et al. (2020) e Donha (2023), que carências nutricionais são comuns após a cirurgia bariátrica, sendo as mais prevalentes a deficiência de ferro, vitamina B12, cálcio e vitamina D, principalmentes as que abortam técnicas cirúrgicas mais restritivas e disabsortivas, como bypass gástrico em Y de Roux.
Souza et al. (2020) destaca ainda as diferenças estrutural e social entre sistemas público e privado, sendo o primeiro grupo o que apresenta maior vulnerabilidade nutricional e dificuldade no acompanhamento pós-operatório.
Além das carências nutricionais, Campos et al. (2021) e Ribeiro et al. (2022) relatam intercorrências clínicas comuns, variando de problemas digestivos precoces, incluindo náuseas vômitos e intolerância alimentar, e tardios, como a síndrome de dumping. Tais consequências reforçam os riscos clínicos importantes decorrentes do procedimento e a demanda de um acompanhamento multiprofissional rigoroso.
4. Fatores de sucesso e riscos associados
O bom prognóstico e manutenção dos resultados cirúrgicos é dependente de fatores intrínsecos e extrínsecos. Idade, gênero, IMC, presença de comorbidades e participação em programas de acompanhamento multiprofissional mostraram-se determinantes para a magnitude dos resultados (GUEDES et al., 2020; SJÖSTRÖM et al., 2022).
De forma aditiva, Andrade, Cesse e Figueiró (2023) complementam que a organização dos serviços de saúde e as políticas públicas são determinantes para os resultados sustentáveis do tratamento, sobretudo em países como o Brasil, visto que nos últimos houve um crescimento exponencial na demanda do procedimento no SUS. Essa evolução destaca a necessidade de além de uma análise individual, deve fazer parte de uma esfera coletiva de atenção à obesidade, incluindo determinantes sociais e econômicos.
Por outro lado, a pesquisa alerta para os riscos de insucesso. Fatores como irregularidade do acompanhamento, seja por baixa adesão ou manutenção de alimentação inadequada, ausência de suporte psicológico e desigualdade ao acesso aos serviços de saúde comprometem os resultados esperados em médio e longo prazo (BARROS et al., 2018; OLIVEIRA LIMA et al., 2020).
DISCUSSÃO
Os achados demonstram que a cirurgia bariátrica deve ser compreendida como uma intervenção complexa e multifatorial. Os efeitos clínicos e metabólicos são largamente reconhecidos, com reduções importantes nos níveis glicêmicos e lipídicos, assim como melhora da hipertensão e da resistência insulínica (MANCINI, 2014; SJÖHOLM et al., 2016; PINHEIRO et al., 2021). Esses resultados confirmam o papel da cirurgia não apenas como estratégia de perda de peso, mas como tratamento de síndromes metabólicas, em especial do DM2 (FELLINI et al., 2024).
No entanto, os benefícios clínicos ocorrem com desafios nutricionais. Carências de micronutrientes, como ferro e vitamina B12, são apontadas de forma recorrente (SOUZA et al., 2020; DONHA; ALMEIDA, 2023). Esses achados ressaltam a necessidade de monitoramento prolongado e suplementação individualizada, considerando diferenças no acesso e acompanhamento entre os sistemas público e privado.
Os aspectos psicossociais também são fundamentais para compreender os resultados globais. Melhorias significativas na autoestima, funcionalidade e interação social foram evidenciadas (CASTANHA et al., 2018; MORAES; CAREGNATO; SCHNEIDER, 2014; CAMPOS et al., 2020). Entretanto, a persistência de insatisfação com a imagem corporal e de transtornos emocionais em alguns pacientes (SILVA et al., 2023) sugere que a cirurgia, isoladamente, não resolve dimensões subjetivas da obesidade. Esse contexto evidencia a importância do suporte psicológico e do acompanhamento multiprofissional.
Além disso, variáveis comportamentais e condições prévias ao procedimento influenciam significativamente o prognóstico (BASTOS et al., 2014; MITCHELL et al., 2016). Dessa forma, triagens criteriosas e programas preparatórios tornam-se fundamentais para minimizar riscos de insucesso. O estudo de Barros et al. (2018) reforça que, embora haja mudanças positivas nos hábitos de vida, há dificuldades na manutenção, reforçando o papel da educação em saúde e do seguimento continuado.
Por fim, fatores ambientais e sociais, bem como a estrutura dos serviços de saúde, têm impacto direto nos resultados (LIMA, 2020; OLIVEIRA LIMA et al., 2020; ANDRADE; CESSE; FIGUEIRÓ, 2023). Isso indica que a cirurgia bariátrica deve ser compreendida não apenas em sua dimensão clínica, mas também como intervenção de saúde pública, demandando políticas de longo prazo e atenção integrada no contexto do SUS.
CONCLUSÃO
A revisão da literatura demonstra que a cirurgia bariátrica constitui uma intervenção eficaz para o tratamento da obesidade grave, promovendo perda de peso significativa, melhora de parâmetros metabólicos e aumento da qualidade de vida.
Contudo, também se evidencia a persistência de desafios relacionados às deficiências nutricionais, ao manejo de aspectos psicossociais e à manutenção de hábitos saudáveis ao longo do tempo.
O sucesso da cirurgia não depende exclusivamente do procedimento em si, mas de um acompanhamento multiprofissional contínuo que envolve médicos, nutricionistas, psicólogos e assistentes sociais. Além disso, políticas públicas que assegurem o monitoramento prolongado dos pacientes, especialmente no âmbito do SUS, são essenciais para garantir a manutenção dos benefícios.
Assim, a cirurgia bariátrica deve ser entendida como uma intervenção clínica e social complexa, que demanda integração entre fatores biológicos, psicológicos e ambientais. Estudos futuros devem aprofundar a análise de estratégias para reduzir desigualdades no acompanhamento, melhorar a adesão a hábitos saudáveis e apoiar a saúde mental, de modo a potencializar os resultados globais dessa intervenção.
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