THE RELATIONSHIP BETWEEN THE INCREASE IN ELECTIVE CESAREAN SECTIONS AND THE INCIDENCE OF PLACENTA ACCRETA
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ar10202510310209
Amanda Dassi Tonini¹; Amanda Luísa Franceschet²; Ana Carolina Batista Cintra³; Ana Hadassah Novaes dos Santos⁴; Anna Beatriz Souza Oliveira⁵; Anna Clara Souza Ribeiro⁶; Laura de Freitas Oliveira⁷; Patricia Malvina Ferreira⁸; Paula Braganholo Martins⁹; Sophia Helena de Melo Driemeyer¹⁰.
Resumo
Introdução: O aumento das cesarianas eletivas tem se tornado um relevante problema de saúde pública no Brasil, em virtude das complicações obstétricas associadas, especialmente o acretismo placentário. Objetivo: Este estudo teve como objetivo analisar a relação entre o número crescente de partos cirúrgicos e a incidência de acretismo placentário, enfatizando os impactos dessa condição na saúde materno-fetal. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada nas bases SciELO, MEDLINE e LILACS, utilizando os descritores “Cesárea”, “Placenta Acreta” e “Procedimentos Cirúrgicos Eletivos”, bem como suas correspondentes em inglês. Foram incluídos artigos publicados entre 2011 e 2025, nos idiomas português, inglês e espanhol, disponíveis na íntegra e de acesso gratuito. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, nove estudos compuseram a amostra final. Resultados: Observou-se que a cicatriz uterina prévia constitui o principal fator de risco para o desenvolvimento de placenta prévia e acretismo placentário, aumentando a necessidade de intervenções médicas, a ocorrência de hemorragias graves, histerectomia e complicações neonatais, como a prematuridade. Conclusão: Conclui-se que a redução das cesarianas primárias sem indicação clínica, aliada ao diagnóstico precoce das anomalias de inserção placentária e à atuação de equipes multidisciplinares capacitadas para valorizar e oferecer suporte adequado ao parto vaginal humanizado, são medidas fundamentais para reduzir a morbimortalidade materna e aprimorar o cuidado obstétrico.
Palavras-chave: Cesárea. Placenta Acreta. Procedimentos Cirúrgicos Eletivos. Morbimortalidade Materna. Revisão Integrativa.
1 INTRODUÇÃO
O crescente número de cesarianas eletivas e subsequentes implica o aumento dos riscos obstétricos durante a gestação e o pós-parto. Dentre as complicações associadas, destacam-se rotura uterina, hemorragias, infecções pós-operatórias, histerectomias, gestação ectópica em cicatriz de cesárea, placenta prévia e acretismo placentário. O aumento das taxas de cesarianas ocorre por diversas razões, dentre elas questões culturais, indicações médicas inadequadas e informações equivocadas como ser a via de parto mais segura para o binômio materno-fetal. (COUTINHO; COUTINHO; COUTINHO, 2014); (SABBAGH et al., 2022)
O acretismo placentário é uma das mais graves complicações obstétricas, responsável por parcela significativa da morbimortalidade materna devido ao impedimento da dequitação espontânea da placenta. Como consequência, pode ocorrer hemorragia maciça, sendo muitas vezes necessária a histerectomia puerperal. Esse fenômeno caracteriza-se pela invasão trofoblástica anômala da placenta no sítio de uma cicatriz uterina, sendo, por esse motivo, a cesariana o principal fator de risco para o seu desenvolvimento. As mudanças na decídua podem fazer com que essa implantação acometa parcial ou totalmente o miométrio e, em casos mais graves, a serosa. (SABBAGH et al., 2022).
A ocorrência do acretismo placentário é substancialmente elevada entre as gestantes com antecedente de placenta prévia e parto cesariano. A associação dessas comorbidades de invasão anormal do tecido placentário e de placenta prévia eleva de forma significativa os desfechos adversos, como mortalidade materna e neonatal, restrição de crescimento intrauterino e prematuridade fetal. Ressalta-se ainda outros fatores de risco para essa condição, incluindo idade materna avançada, histórico de cirurgias uterinas prévias — especialmente cesarianas — e multiparidade. (GRANFORS et al., 2020); (GUROL-URGANCİ et al., 2011).
É importante destacar que, quando necessária e bem indicada, a cesariana pode salvar a vida tanto da mãe quanto do bebê, sendo imprescindível tê-la à disposição nos centros hospitalares. Contudo, é fato que o aumento da ocorrência de partos eletivos por essa via implica em consequências críticas. As complicações citadas têm como parte do seu mecanismo a influência da cicatriz prévia da cesária, como a deficiência na perfusão sanguínea no descolamento prematuro de placenta, a invasão placentária no miométrio e a implantação do blastocisto do interior da cicatriz cirúrgica. (SABBAGH et al., 2022); (CABAR et al., 2004); (COUTINHO; COUTINHO; COUTINHO, 2014).
Dessa forma, o presente estudo tem por objetivo analisar a associação entre o aumento das cesarianas eletivas e a incidência de acretismo placentário, buscando contribuir para o aprofundamento do conhecimento sobre os impactos dessa prática na saúde materno-fetal e para o aprimoramento das condutas obstétricas.
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA OU REVISÃO DA LITERATURA
Características metodológicas e principais achados dos estudos incluídos na discussão.
Fonte: elaboração própria.
| Autor/ Ano | Tipo de Estudo/ N | Exposição/ Comparação | Desfechos | Principais Achados |
| Gurol-Urganci et al., 2011 | Coorte populacional; 399.674 partos | Cesárea prévia vs parto vaginal | Placenta prévia em 2ª gestação | OR ajustada 1,60 (IC95% 1,44–1,76). Cesárea inicial ↑ risco de placenta prévia subsequente. |
| Mazumder et al., 2017 | Estudo hospitalar; 100 mulheres com placenta prévia | Útero cicatrizado vs não cicatrizado | Hemorragia, aderência, histerectomia | 61% tinham cesárea prévia; 29,5% apresentaram aderência mórbida. Maior morbimortalidade materna. |
| Belachew et al., 2017 | Coorte prospectiva; 400 gestantes | Placenta anterior vs posterior em úteros com cicatriz | Hemorragia pós-parto, placenta retida | Tendência a mais PPH e retenção em placenta anterior, mas sem significância isolada. Maior risco quando PP + cicatriz. |
| Granfors et al., 2020 | Coorte populacional; 49.598 partos (3.921 com cesárea prévia) | Placenta anterior vs posterior em úteros com cicatriz | Retenção placentária | Cesárea prévia aumentou risco de retenção, mas não mediado por placenta anterior. |
| Sabbagh et al., 2022 | Relato de caso | Cesárea prévia vs não | Hemorragia, histerectomia, complicações cirúrgicas | Demonstra gravidade do acretismo e importância da prevenção de cesarianas desnecessárias. |
| Coutinho et al., 2014 | Revisão narrativa | Cesárea prévia | Gravidez ectópica em cicatriz de cesariana | Incidência crescente com aumento de cesáreas; risco de hemorragia e ruptura uterina. |
3 METODOLOGIA
Trata-se de uma revisão integrativa de literatura, que aborda os diferentes panoramas sobre a relação entre o aumento do número de partos cirúrgicos e o posterior desenvolvimento de acretismo placentário na próxima gestação. Para elaborar o documento, primeiro foi necessário identificar um tema relevante e selecionar uma questão que seria o norte da discussão, assim surgiu a pergunta “Qual é a real influência exercida pela cicatriz de cesariana em detrimento do desenvolvimento de placenta acreta?”. Depois desta etapa, foram definidos critérios de inclusão, ou não, da bibliografia, seguida da coleta e análise de informações dos textos selecionados. Por fim, os dados trazidos pelas referências utilizadas foram interpretados conforme a visão crítica dos autores, para serem sintetizados neste artigo.
A busca foi realizada por meio da internet, em bases como Scientific Eletronic Library Online (SciELO), e Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE), e Literatura Latino-Americana e do Caribem em Ciências da Saúde (LILACS). Ainda, foram usados os descritores em ciências da saúde (DeCS) “Cesárea”, “Placenta Acreta” e “Procedimentos Cirúrgicos eletivos” e suas respectivas equivalências em inglês as MeSH’s (Medical Subject Headins) “Cesarean Section”, “Placenta Accreta” e “Elective Surgical Procedures”, combinados pelo operador booleano “and”.
O critério de exclusão inicial teve caráter temporal. O primeiro filtro pelo ao qual as fontes foram submetidas foi de caráter temporal, a intenção inicial era excluir trabalhos datados antes de 2015, apesar disso, houve uma exceção, o artigo “Risk of placenta previanin second birth after first birth cesarean section: a population-based study and meta-analysis” (Gurol-Urganci et al, 2011), publicado em 2011, foi adicionado como base para este trabalho, dada relevância da sua abordagem ao tema. A próxima etapa para a inclusão foi baseada na leitura do título e a terceira, na análise do resumo do estudo, para breve estudo da relação com o tema de debate. Ao final desta leitura, foram encontrados os artigos que passariam por leitura completa e seleção definitiva dos que seriam fontes para o atual texto.
Ao todo, foram encontrados na plataforma SciELO 45 (quarenta e cinco) artigos conforme os descritores escolhidos. Ainda, no site PUBMED 191 (cento e noventa e um) artigos que combinam os três descritores estão disponíveis, já na plataforma LILACS, a pesquisa traz como resultado apenas 6 (seis) trabalhos. Vale ressaltar que os resultados numéricos apresentados se referem à busca dos denominadores combinados, sem filtro algum, a não ser o vernáculo de pesquisa, os quais se limitam à língua portuguesa, inglês e espanhol.
Com base em todo o processo metodológico, foram selecionadas pesquisas entre 2011-2025, nos idiomas inglês, português e espanhol, que estivessem diretamente relacionadas ao tema e ainda fossem disponíveis na íntegra, sem custo algum. Em resumo, 73 estudos passaram pelo primeiro e segundo filtro, destes sobraram 20 e, após a leitura meticulosa, 9 foram escolhidos.
A tabela 1 faz relação dos artigos selecionados.
Tabela 1 – Relação de artigos-base.
| Artigo | Autor(es) | Ano de Publicação | Publicado em: | Objetivo |
| Acretismo placentário e suas complicações | Amira Sabbagh, Andrea Sayaka Suwa, Mariana Viana Bezzi, Andréa Augsburger de Moura | 2022 | Femina | Demonstrar as complicações do acretismo placentário e as maneiras de tentar reduzi-lo. |
| Cesárea prévia com fator de risco para o descolamento prematuro da placenta | Fábio Roberto Cabar, Roseli Mieko Yamamoto Nomura, Lia Cruz Vaz da Costa, Eliane Aparecida Alves, Marcelo Zugaib | 2004 | RBGO | Investigar a relação entre o antecedente de cesárea e a ocorrência do descolamento prematuro da placenta (DPP). |
| Gravidez ectópica em cicatriz de cesárea: uma complicação emergente | Tadeu Coutinho, Conrado Milani Coutinho, Larissa Milani Coutinho | 2014 | Femina | Analisar as consequências de uma gravidez ectópica em cicatriz de cesárea (GECC), assim como seu diagnóstico e tratamento. |
| Localização da placenta e risco de retenção placentária em mulheres com cesária anterior: um estudo de coorte de base populacional | Michaela Granfors, Anna Sandström, Olof Stephansson, Johanna Belachew, Ove Axelsson, Anna-Karin Wikström | 2020 | Acta Obstet Gynecol Scand | Avaliar se o risco aumentado de placenta retida em mulheres com parto cesário prévio é mediado pela localização placentária anterior. |
| Localização placentária, hemorragia pós-parto e retenção de placenta em mulheres com parto cesáreo prévio: um estudo de coorte prospectivo | Belachew J., Eurenius K., Mulic-Lutvica A., Axelsson O. | 2017 | Revista de Ciências Médicas de Upsala | Determinar localização placentária anterior aumentava risco hemorragia pós-parto retenção placenta mulheres cesárea prévia. |
| Placenta prévia com histórico de cesária – um pesadelo obstétrico | Dr. Saumitra Sarkar | 2017 | Journal of Woman’s Reproductive Health | Identificar os fatores de risco, o efeito materno-fetal e as complicações de pacientes com placenta prévia que tiveram cesária anterior. |
| Relação entre histórico de parto cesáreo e placenta prévia: uma revisão da literatura | Lulu Farida | 2025 | Pena Medika: Jurnal Kesehatan | Comparar os resultados de pesquisas com teorias sobre a relação entre parto cesáreo e placenta prévia. |
| Risco de placenta prévia no segundo parto após cesariana do primeiro parto: um estudo de base populacional e meta-análise | Gurol-Urganci, I., Cromwell, DA, Edozien, LC. e outros | 2011 | BMC Pregnancy and Childbirth | Comparar o risco de placenta prévia no segundo parto entre mulheres com cesárea anterior e parto vaginal. |
4 RESULTADOS E DISCUSSÕES OU ANÁLISE DOS DADOS
O aumento das cesarianas eletivas tem gerado implicações diretas na saúde materno-fetal, sobretudo pelo impacto na ocorrência de placenta prévia e acretismo placentário. Nesse sentido, o relato de caso apresentado por (Sabbagh et al., 2022) evidencia a gravidade dessa complicação, em que a invasão trofoblástica anômala atingiu a serosa e estruturas adjacentes, culminando em histerectomia total e complicações pós-operatórias significativas. Assim, observa-se como a presença de cicatriz uterina prévia constitui fator predisponente central para o espectro do acretismo.
No âmbito populacional, (Gurol-Urganci et al., 2011) demonstraram, em coorte inglesa, que mulheres submetidas à cesariana no primeiro parto apresentam aumento significativo no risco de placenta prévia em gestações subsequentes (OR ajustada 1,60; IC95% 1,44–1,76). Esse achado foi reforçado por metanálise incluída no mesmo estudo, consolidando a cesariana anterior como importante determinante de risco. De forma complementar, (Mazumder; Rouf; Sarkar, 2017), em estudo hospitalar em Bangladesh, identificaram que 61% das mulheres com placenta prévia tinham antecedente de cesariana, e que a aderência placentária mórbida ocorreu em 29,5% dessas pacientes. Como consequência, houve elevação significativa na incidência de hemorragias graves, lesões cirúrgicas e necessidade de histerectomia.
Além disso, a localização da placenta também foi investigada como variável modificadora de risco. (Belachew et al., 2017), em coorte prospectiva, observaram que a placenta anterior em úteros previamente cicatrizados se associou a maiores taxas de hemorragia pós-parto e retenção placentária, embora sem significância estatística isolada. Desse modo, os autores ressaltam que a combinação placenta prévia e cicatriz uterina representa o cenário de maior risco. Em contrapartida, (Granfors et al., 2020), em coorte populacional sueca, demonstraram que a maior frequência de placenta retida entre mulheres com cesariana prévia não se explica exclusivamente pela localização anterior, sugerindo que outros mecanismos fisiopatológicos estejam envolvidos.
Ainda, (Coutinho; Coutinho; Coutinho, 2014) destacam a gravidez ectópica em cicatriz de cesariana como complicação emergente do mesmo espectro fisiopatológico, decorrente da implantação embrionária em tecido cicatricial. Embora rara, sua incidência tem crescido com o aumento global das cesarianas. Portanto, representa risco elevado de hemorragia, ruptura uterina e mortalidade materna, além de exigir diagnóstico ultrassonográfico precoce para manejo adequado.
Em síntese, os artigos analisados convergem ao evidenciar que a cesariana prévia constitui fator de risco robusto para placenta prévia e acretismo placentário, sobretudo quando associada à idade materna avançada, multiparidade e histórico de placenta prévia (Gurol-Urgancı et al., 2011; Mazumder; Rouf; Sarkar, 2017; Sabbagh et al., 2022). Ademais, a literatura demonstra que tais condições resultam em maior morbimortalidade materna e neonatal, com destaque para hemorragias graves, necessidade de histerectomia e prematuridade fetal (Belachew et al., 2017; Granfors et al., 2020). Assim, a principal implicação prática apontada pelos estudos é a necessidade de reduzir cesarianas primárias desnecessárias, melhorar a triagem pré-natal com diagnóstico precoce de anomalias de inserção placentária e organizar equipes multidisciplinares nos centros de referência, a fim de mitigar os impactos adversos dessas complicações (Coutinho; Coutinho; Coutinho, 2014; Sabbagh et al., 2022).
5 CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS
Esta revisão integrativa evidenciou a relação direta entre o aumento das cesarianas eletivas e a elevação dos índices de acretismo placentário. Os achados demonstram que a cesariana prévia constitui importante fator de risco para a implantação anômala do tecido placentário, configurando-se como condição predisponente relevante para a morbimortalidade materna e fetal. A presença de cicatriz uterina decorrente de cesariana anterior representa o principal determinante para o desenvolvimento do acretismo em gestações subsequentes, sobretudo quando associada a outros fatores de predisposição, como placenta prévia e multiparidade.
Os profissionais de saúde devem estar devidamente capacitados para a realização de partos cesarianos; contudo, diante dos possíveis agravos, trata-se de um procedimento que deve ser criteriosamente indicado, de modo a reduzir as complicações maternas e obstétricas evitáveis. Os resultados reforçam a necessidade de diminuir a realização de cesarianas desnecessárias e de incentivar o parto vaginal seguro e saudável. Ademais, destaca-se a importância da investigação precoce de acretismo placentário em gestantes com histórico de cesariana, com o objetivo de prevenir desfechos materno-fetais adversos e otimizar a assistência obstétrica.
O enfrentamento da elevada taxa de cesarianas eletivas, que expõe o binômio materno-fetal a riscos desnecessários, requer uma mudança de paradigma tanto nas equipes obstétricas multiprofissionais quanto na sociedade. É fundamental promover a valorização do parto vaginal seguro e humanizado, sustentado por evidências científicas e pela educação em saúde, esclarecendo os riscos associados à cesariana sem indicação clínica e fomentando práticas assistenciais baseadas na racionalidade e na segurança materno-fetal.
REFERÊNCIAS
BELACHEW, J.; EURENIUS, K.; MULIC-LUTVICA, A.; AXELSSON, O. Placental location, postpartum hemorrhage and retained placenta in women with a previous cesarean section delivery. Upsala Journal of Medical Sciences, v. 122, n. 3, p. 185-189, 2017.
COUTINHO, T.; COUTINHO, C. M.; COUTINHO, L. M. Gravidez ectópica em cicatriz de cesárea: uma complicação emergente. Femina, v. 42, n. 1, p. 17-25, 2014.
GRANFORS, M.; SANDSTRÖM, A.; STEPHANSSON, O.; BELACHEW, J.; AXELSSON,
O.; WIKSTRÖM, A. K. Placental location and risk of retained placenta in women with a previous cesarean section: a population-based cohort study. Acta Obstetricia et Gynecologica Scandinavica, v. 99, p. 1666-1673, 2020.
GUROL-URGANCI, I.; CROMWELL, D. A.; EDOZIEN, L. C.; SMITH, G. C. S.; ONWERE, C.; MAHMOOD, T. A.; TEMPLETON, A.; VAN DER MEULEN, J. H. Risk of placenta previa in second birth after first birth cesarean section: a population-based study and meta-analysis. BMC Pregnancy and Childbirth, v. 11, p. 95, 2011.
MAZUMDER, U.; ROUF, S.; SARKAR, S. Placenta previa with history of previous caesarean delivery – an obstetrician’s nightmare. Journal of Woman’s Reproductive Health, v. 1, n. 4, p. 33-39, 2017.
SABBAGH, S.; SUWA, A. S.; BEZZI, M. V.; MOURA, A. A. Acretismo placentário e suas complicações: relato de caso. Femina, v. 50, n. 4, p. 254-256, 2022.
¹Discentes do Curso Superior de Medicina da Universidade de Rio Verde – Campus Rio Verde. E-mail: amanda.dassi@hotmail.com;
²Discentes do Curso Superior de Medicina da Universidade de Rio Verde – Campus Rio Verde. E-mail: famandaluisa@gmail.com;
³Discentes do Curso Superior de Medicina da Universidade de Rio Verde – Campus Rio Verde. E-mail: batistacintraana7@gmail.com;
⁴Discentes do Curso Superior de Medicina da Universidade de Rio Verde – Campus Rio Verde. E-mail: hadassahg12@gmail.com;
⁵Discentes do Curso Superior de Medicina da Universidade de Rio Verde – Campus Rio Verde. E-mail: aboliveira419@gmail.com;
⁶Discentes do Curso Superior de Medicina da Universidade de Rio Verde – Campus Rio Verde. E-mail: annaclarasr2912@gmail.com;
⁷Discentes do Curso Superior de Medicina da Universidade de Rio Verde – Campus Rio Verde. E-mail: lauradefreitasoliveiraa@gmail.com;
⁸Discentes do Curso Superior de Medicina da Universidade de Rio Verde – Campus Rio Verde. E-mail: patriciamalvina61@gmail.com;
⁹Discentes do Curso Superior de Medicina da Universidade de Rio Verde – Campus Rio Verde. E-mail: braganholop@gmail.com;
¹⁰Discentes do Curso Superior de Medicina da Universidade de Rio Verde – Campus Rio Verde. E-mail: sophiadriemeyer@gmail.com.
