A INFLUÊNCIA DA TELECONSULTA DA SAÚDE: NOS HOSPITAIS E SEU POTENCIAL PARA DIAGNÓSTICO PRECOCE, E PREVENÇÃO E PROMOÇÃO.

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cs10202510191856


Fernanda Campos
Orientadora: Prof.ª Karla Dos Santos Menezes


RESUMO: 

Este Trabalho de Conclusão de Curso explorou a aplicação da tecnologia digital  no Processo de Enfermagem, no período da pandemia covid19 e pós-pandemia ,  buscando compreender como as inovações tecnológicas podem otimizar as práticas  e a qualidade da assistência. Trata-se de um estudo qualitativo, investigativo e  exploratório, baseado em uma revisão de literatura abrangente. A metodologia  envolveu a análise de 50 trabalhos acadêmicos, incluindo artigos científicos, teses,  livros e revistas, além do acompanhamento de um seminário online da Fiocruz em  parceria com o Ministério da Saúde, totalizando 51 fontes. O levantamento  bibliográfico foi realizado em múltiplas línguas – português (42%), espanhol (4%),  inglês (5%) e francês (1%) – garantindo uma perspectiva ampla e internacional sobre  o tema. 

Os resultados revelaram que a tecnologia digital atua como um facilitador  crucial no processo de enfermagem, proporcionando otimização do tempo e  aprimoramento das ações. Foi identificado que softwares especializados, como  protótipos para consulta de diagnósticos de enfermagem, no prontuário eletrônico,  baseados em taxonomias padronizadas NANDA-I, demonstram alto potencial para  organizar e padronizar dados, facilitar o acesso remoto a informações atualizadas e  auxiliar na tomada de decisões clínicas. 

Em conclusão, a integração da tecnologia digital na enfermagem não apenas  agiliza o trabalho profissional, mas também apoia a decisão qualificada e se adapta  às realidades dos diversos setores de saúde, contribuindo significativamente para um  cuidado integral e seguro. O estudo reforça a necessidade de contínuo  aperfeiçoamento das habilidades em informática por parte de enfermeiros e  estudantes, vislumbrando novas oportunidades de pesquisa e carreira na área. 

Palavras-chave: Informática em Enfermagem. Tecnologia em Saúde.  Teleatendimento. Teleconsulta. 

1. INTRODUÇÃO: 

O presente estudo tem como tema a influência da teleconsulta na saúde  hospitalar e seu potencial para diagnóstico precoce, prevenção e promoção da saúde.  A pesquisa busca compreender como o uso de tecnologias digitais — especialmente  a teleconsulta — tem transformado a prestação de serviços médicos, tanto na rede  pública quanto privada, e quais impactos essas mudanças provocam na qualidade do  atendimento e na acessibilidade dos pacientes ao cuidado em saúde. A investigação  parte da premissa de que o uso crescente da tecnologia no setor é um fator  determinante para a modernização dos serviços e para a superação de desafios  históricos enfrentados pelos sistemas de saúde, especialmente em países em  desenvolvimento, como o Brasil. 

O cenário pandêmico e pós-pandêmico da COVID-19 evidenciou a  necessidade urgente de soluções inovadoras para garantir o acesso à saúde diante  de restrições de mobilidade e da sobrecarga dos sistemas hospitalares. Nesse  contexto, observou-se um salto significativo na integração de recursos tecnológicos  como a teleconsulta, que passou a ser amplamente utilizada para mediar o contato  entre profissionais da saúde e pacientes, viabilizando atendimentos remotos com  maior agilidade, segurança e eficiência. 

A ampliação do uso da teleconsulta também contribuiu para o fortalecimento de  outras ferramentas digitais, como prontuários eletrônicos, aplicativos de  monitoramento, softwares de gestão hospitalar e plataformas de telemedicina e  telecirurgia. Tais inovações têm desempenhado um papel estratégico no  aprimoramento dos processos clínicos, especialmente no rastreamento de sintomas,  diagnósticos precoces e acompanhamento contínuo de pacientes, tanto em situações  emergenciais quanto em ações de promoção e prevenção em saúde. 

Segundo dados atualizados do site Worldometer (2024), até abril daquele ano  foram registrados mais de 704 milhões de casos de COVID-19 no mundo, resultando  em mais de 7 milhões de mortes. O impacto da pandemia evidenciou não apenas a  fragilidade dos sistemas de saúde, mas também a importância da tecnologia como  aliada na superação de crises sanitárias. No Brasil, com uma população estimada de  212,6 milhões de habitantes (IBGE, 2024), mais de 70% da população depende exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS), conforme apontado pela Pesquisa  Nacional de Saúde (PNS) de 2019. 

Nesse contexto, iniciativas como o Seminário Internacional “Desafios para os  Sistemas de Saúde na América Latina Pós-Pandemia”, promovido pela Fundação  Oswaldo Cruz (Fiocruz), reforçam a necessidade de reestruturação dos sistemas de  saúde e de investimentos em infraestrutura, pesquisa e qualificação profissional. As  discussões destacam ainda a urgência de fortalecer a cooperação regional para  garantir respostas mais eficazes frente a futuras emergências sanitárias. 

Assim, a presente pesquisa visa analisar, à luz desse contexto, de que forma a  teleconsulta contribui para o fortalecimento dos serviços de saúde, com foco em seu  papel na promoção de diagnósticos precoces, prevenção de agravos e ampliação do  acesso ao cuidado de forma mais equitativa e resolutiva.

2. CONTEXTO JUSTIFICATIVA: 

A escolha do tema “A Influência da Teleconsulta da Saúde, nos Hospitais e seu  Potencial para Diagnóstico Precoce, Prevenção e Promoção”, foi motivada por  experiências pessoais e profissionais vivenciadas ao longo da minha trajetória na área  da saúde. Como usuária do Sistema Único de Saúde (SUS), enfrentei grandes  dificuldades, como demora no agendamento de consultas e desorganização nas  Unidades de Pronto Atendimento (UPA). Essas situações geram frustração e  insegurança para pessoas que dependem do sistema público de saúde.  

Durante a pandemia da COVID-19, atuei como instrumentadora voluntária no  Hospital Pérola Byington, referência no tratamento do câncer feminino em São Paulo.  Vivenciei de perto o colapso da estrutura hospitalar devido à superlotação e ao grande  número de pacientes vindos de outras cidades e estados. A equipe de profissionais  da saúde — médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, técnicas de enfermagem,  instrumentadores, farmacêuticos, entre outros — foi colocada à prova diante de um  cenário completamente novo e para o qual ninguém estava preparado. O pânico  emocional era evidente, especialmente nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs),  onde pacientes com doenças crônicas estavam ainda mais vulneráveis à COVID-19. 

Nesse período, o uso da teleconsulta começou a se destacar como uma  alternativa viável para desafogar o sistema de saúde e garantir continuidade no  atendimento. Ao auxiliar médicos em clínicas que utilizavam essa modalidade, pude  observar de perto a adaptação à tecnologia, o uso de prontuários eletrônicos,  softwares e aplicativos específicos para atendimento remoto. Essas ferramentas se  mostraram fundamentais tanto para o cuidado imediato quanto para o  acompanhamento de pacientes em casa, especialmente quando os protocolos de  distanciamento social exigiam restrições de visitas e internações. 

Nos hospitais privados, foi adotado o cuidado domiciliar para pacientes em  condição estável, enquanto no sistema público houve redução nas internações e  intensificação do atendimento remoto. Essa reconfiguração do cuidado exigiu  protagonismo das equipes de enfermagem, que assumiram papel central na linha de  frente. A atuação das enfermeiras e técnicas de enfermagem foi fundamental para  manter o funcionamento dos serviços, organizando fluxos, garantindo a segurança e  prestando assistência direta aos pacientes.

Essa vivência despertou um olhar crítico e reflexivo, não apenas como  profissional da saúde, mas também como mãe, amiga e estudante de enfermagem.  Percebi a importância da tecnologia como aliada da humanização e da eficiência no  cuidado. Assim como em uma colmeia, onde cada abelha cumpre sua função em  harmonia para garantir a sobrevivência do todo, o sistema de saúde depende da  colaboração integrada de todos os profissionais — com a administração exercendo o  papel de coordenação estratégica. Reconhecer o valor dessas experiências e a  importância de cada trabalhador da saúde é essencial para pensar em soluções  inovadoras e sustentáveis, como a teleconsulta, que contribuam para um atendimento  mais justo, acessível e eficaz à população brasileira e global.

3. OBJETIVO 

Este estudo tem como objetivo analisar o impacto das transformações  tecnológicas na área da saúde no período pós-COVID-19, com foco na utilização da  teleconsulta como estratégia para enfrentar os desafios enfrentados durante a  pandemia. A realização dos objetivos específicos permitirá compreender como essas  mudanças foram inseridas em um contexto de crise sanitária global, marcado por  medidas emergenciais, como o distanciamento social, e por dificuldades estruturais,  como a superlotação das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), a escassez de  recursos, vacinas e medicamentos. 

A pandemia de COVID-19 exigia respostas rápidas dos sistemas de saúde,  impulsionando a adoção de novas tecnologias como ferramentas essenciais para a  continuidade do atendimento. Nesse cenário, a Organização Mundial da Saúde  (OMS), em conjunto com governos de diferentes países, estabeleceu protocolos  urgentes para conter a propagação do vírus e mitigar os impactos da crise. 

Diante desse panorama, tornou-se fundamental compreender a necessidade  da implementação de soluções tecnológicas que permitissem a manutenção da  assistência à saúde, mesmo diante das restrições físicas impostas pela pandemia.  Essa transição exigiu agilidade, inovação e colaboração entre diferentes profissionais  da saúde, como médicos, enfermeiros e técnicos, promovendo uma integração que  ultrapassou fronteiras nacionais e transformou práticas tradicionais de cuidado.

4. METODOLOGIA 

A presente pesquisa utiliza uma abordagem qualitativa, de caráter exploratório  e descritivo, com base em métodos investigativo, bibliográfico e documental. O  objetivo é compreender a influência da teleconsulta na área hospitalar, especialmente  no período pós-pandemia, analisando seu potencial no diagnóstico precoce, na  prevenção e na promoção da saúde. Essa abordagem permite interpretar dados à luz  de contextos históricos e sociais, contribuindo para a análise crítica das  transformações ocorridas nos sistemas de saúde. 

Entre os eventos que fundamentam a discussão teórica, destaca-se o  Seminário Internacional “Desafios para os Sistemas de Saúde na América Latina Pós Pandemia”, promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), realizado entre os dias  19 e 21 de fevereiro de 2025. O congresso reuniu representantes de diversos países  latino-americanos, como Brasil, Colômbia, Argentina, México, Chile e Venezuela, e  discutiu as dificuldades enfrentadas durante a crise sanitária da COVID-19, bem como  as estratégias adotadas para superar seus efeitos. A análise das experiências  compartilhadas nesse evento contribui para o aprofundamento do debate sobre a  importância da equidade, da inovação tecnológica e da qualificação do atendimento  em saúde. 

A coleta de dados foi realizada em duas frentes principais. A primeira consistiu  no levantamento bibliográfico, por meio da busca e seleção de artigos científicos,  livros e revistas especializadas, com foco em publicações atualizadas e relevantes.  As bases de dados utilizadas incluem a SciELO (Scientific Electronic Library Online),  que oferece acesso a literatura científica de qualidade, especialmente na área da  saúde. A segunda frente corresponde à pesquisa documental institucional, que  envolveu a consulta a documentos oficiais, relatórios, diretrizes e publicações emitidas  por instituições de referência, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a  Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz),  o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Ministério da Saúde (MS), o  Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) e a NANDA-I (North American Nursing  Diagnosis Association – International), se pertinente ao tema dos diagnósticos de  enfermagem.

Os dados obtidos foram organizados em categorias temáticas, o que  possibilitou a identificação de padrões e a análise crítica das práticas relacionadas à  teleconsulta. A sistematização das informações permitiu compreender como as novas  tecnologias foram incorporadas ao cotidiano dos profissionais de saúde,  especialmente enfermeiros, médicos e técnicos, no enfrentamento da pandemia. Além  disso, a análise evidencia os desafios e as oportunidades trazidos por esses avanços,  contribuindo para a construção de um panorama atual e fundamentado sobre a saúde  digital e suas implicações na prática assistencial, tanto no Brasil quanto em outros  contextos globais.

5. HISTÓRIA DO DESENVOLVIMENTO DA COMUNICAÇÃO A DISTÂNCIA E  A TELECONSULTA 

A evolução da comunicação a distância é um campo vasto na história da  tecnologia, com o telégrafo se destacando como um marco fundamental. Embora  formas rudimentares de comunicação remota existissem desde a Antiguidade, como  as utilizadas na Guerra Púnica (Século III e II a.c; Ano 264 a 241 a.c, e a terceira entre  149 a 146 a.c), conflitos motivados pela disputa do controle da Sicília e do Mar  Mediterrâneo. A era moderna do telégrafo teve seu início com as inovações. Um  exemplo notável foi o telégrafo óptico desenvolvido por Claude Chappe em 1792,  durante a Revolução Francesa, que permitia a transmissão de mensagens sem  registro escrito, cobrindo distâncias de até 230 quilômetros em aproximadamente 32  minutos. Posteriormente, o telégrafo elétrico, popularizado pelo código Morse,  revolucionou ainda mais essa área, sendo amplamente empregado em conflitos como  a Primeira Guerra Mundial (Bassalo; Crispino,2008). Esse desenvolvimento  progressivo da telegrafia demonstra a contínua busca humana por comunicação mais  rápida e eficiente, culminando em sistemas mais complexos que pavimentaram o  caminho para as telecomunicações atuais. 

Figura.1: Modelos de telégrafos. Fonte: Cooke and Wheatstone telegraph, [s.d.]. À  esquerda: telégrafo de agulhas; à direita: esquema do telégrafo de Morse. Disponível em: https://blog.sciencemuseum.org.uk/revealing-the-real-cooke-and-wheatstone telegraph-dial/ e http://www.samuelmorse.net/morses-telegraph/electrical-telegraph/.

Em 1905, quando Willem Einthoven, prêmio nobel de medicina, transmite o  primeiro eletrocardiograma por telefone, à distância de 1,5 km. Ambulância cardíaca  moderna ainda usa este aplicativo para decidir o tratamento emergencial para infarto  agudo do miocárdio.  

Em 1895 por Guglielmo Marconi, realizou a telemedicina aplicado  primeiramente aos marinheiros, recebendo apoio médico. 

Em 1920, em Nova York , a assistência médica ampliou para os proprietários de  barcos particulares, em auto mar. 

Em 1935, o professor Guido Guida, baseado em Roma, “il Centro Internationale  Radio Médico (CIRM)” [9]. Criou o primeiro rádio, oferecendo assistência médica  gratuita aos marinheiros de todas as nacionalidades, chegando às ilhas longiguas de  vilarejo de populações isoladas italianas. O mesmo aconteceu na frança, Centre de 

Consultas Médicas Marítimas, e TMAS Serviço de Tele-Assistência Médica Oferecida  para a população dos Estados Unidos. 

Em 1950 foi realizada a videoconferência, no instituto psiquiátrico de  Nebraska(EUA), transmitida pela televisão, realizou uma consulta ao ao vivo de  psiquiatria, o hospital de Norfolk, 112 milhas de distância. A Nasa iniciou os estudos de  desenvolvimento médicos para astronautas no espaço.  

Em 1967, quando o Hospital Geral de Massachusetts fez uma parceria com o  aeroporto de Boston para atender emergências e ajudar os funcionários do pronto  atendimento. A importância dos registros da experiência em atender a distância os  clientes para que diminuísse o número de ocorrência de mortes, ajudando com  eficácia o atendimento, e no desenvolvimento da história mundial para aplicação das  tecnologias anos a seguir. 

Em 1989, o professor Louis Laurent foi o pioneiro no projeto do Serviços de  Atendimento Médico Urgente (SAMU) e Instituto Europeu de Telemedicina (IET), definiu teleconsulta a distância , com cuidados técnicos, com qualidade, otimizando  o tempo . 

Desde 1976 a ASIP, nos estados unidos armazena, investiga, sobre os  diagnósticos, e patologias diversas; “History of The American Society for Investigative Pathology 1976-2013”, em 2010 realizou patrocínios de pesquisa de doutorados. Em  1997, foi fundada a Organização Mundial da Saúde (OMS) nos EUA, estabelecendo  um banco de dados global para definir diretrizes na área da saúde. Esse banco de  dados auxilia no armazenamento de prontuários eletrônicos e facilita o acesso a  trabalhos científicos via Google, promovendo melhor comunicação científica e  desenvolvimento de soluções e diagnósticos mais eficazes. 

No Brasil o atendimento a distância, em 2003 é oficializado pelo Ministério da  Saúde por meio do Decreto nº. 5.055, de 27 de abril de 2004, e foi organizado o  atendimento gratuito o número 192 pelo SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de  Urgência) é regido no Brasil pela Portaria nº 1010 de 21 de 2012. O objetivo era  realizar o pré-atendimento de forma ágil em casos de urgência e emergência,  contribuindo para a organização e apoio nos atendimentos dos hospitais públicos em  todo o Brasil. 

O Brasil aderiu à pesquisa do o software em teste em 2005 da IBM, viva voz,  e chamadas de 0800 gratuitas, para atendimento paciente toxicológico (CEATOX), em  parceria com a fundação universidade de porto alegre (UFCSPA) e centro toxicológico  rio grande do sul (CITRS), a IBM capacitou para o Call Center um curso de 20 horas.  O protocolo de atendimento e conhecimentos foi baseado no modelo educacional  médico dos EUA para a prevenção e tratamento de transtornos relacionados ao uso  de álcool. O atendimento é realizado na comunidade, auxiliando pacientes com surtos  psicológicos, dependência e em estado vulnerável, ouvindo suas preocupações e  encaminhando-os ao CAPS, hospital ou tratamentos psiquiátricos próximos. Este  trabalho foi um grande avanço para coletar informações e desenvolver outros  softwares. 

A NANDA-I é uma organização internacional fundada em 1973 (originalmente  como North American Nursing Diagnosis Association) por enfermeiras nos Estados  Unidos e no Canadá. Seu objetivo é desenvolver, refinar e padronizar os diagnósticos  de enfermagem. A padronização da NANDA-I e a estruturação do prontuário eletrônico com base em dados científicos, como os provenientes do NIH National  Institute of Biomedical Imaging and Bioengineering, desempenham um papel crucial  na otimização dos softwares de saúde. A utilização de terminologias padronizadas,  como a NANDA-I, aliada a dados científicos robustos, facilita a organização e a análise  das informações coletadas. Essa abordagem sistemática não só simplifica a coleta de  dados relevantes para a padronização de cuidados, mas também aprimora  significativamente a consulta e o acesso às informações por enfermeiros e médicos,  resultando em um fluxo de trabalho mais eficiente e em melhores resultados para os  pacientes.  

O processo de Enfermagem no Brasil, com foco na fundamental contribuição  da Dra. Alba Lúcia Bottura Leite de Barros. Professora Titular e ex-Chefe do  Departamento de Enfermagem da Escola Paulista de Enfermagem da Universidade  Federal de São Paulo (UNIFESP). A Dra. Alba Lúcia, possui o desempenho o papel  decisivo na implementação e disseminação do Processo de Enfermagem e das  classificações padronizadas no país. A pesquisa buscou o objetivo principal, analisar  como a atuação de lideranças como a Dra. Alba Lúcia influenciou a busca por maior  clareza e eficiência na prática clínica da enfermagem brasileira. A metodologia  qualitativa, documental e bibliográfica incluiu a revisão de literatura científica e  documentos da NANDA-I. O livro oficial da NANDA-I não tem autoria dela, a autoria é  da NANDA-I, mas ela pode ser organizadora ou autora de livros. Os resultados  indicam que a organização das intervenções e diagnósticos de enfermagem, por meio  da padronização proposta por classificações como NANDA-I, NIC e NOC, realizou a  tradução e disseminou o conhecimento para contribuição das Enfermeiras, e mais  tarde, podemos dizer como facilitou o nosso trabalho para a padronização das  anotações de enfermagem, contribui para a eficiência, eficácia e clareza do cuidado,  facilitando a avaliação da evolução do paciente e a comunicação padronizada na  documentação de enfermagem, esse resultado alimentou os dados dos softwares dos  prontuários eletrônicos, e aplicativos na área da saúde.

6. A IMPORTÂNCIA DO AVANÇO DA TECNOLOGIA NO PERÍODO DO COVID: PADRONIZAÇÃO, E A ORGANIZAÇÃO POLÍTICA E SOCIAL NO BRASIL E AMÉRICA LATINA

Para compreender a evolução da história com o desenvolvimento da  tecnologia no cenário da saúde, é essencial considerar o período pandêmico e avaliar  as contribuições da pesquisa e do desenvolvimento acadêmico em nosso país e da  América Latina. Devemos analisar a eficácia e eficiência da comunicação tecnológica,  e as ações aplicadas das políticas públicas e privadas, no governo globalizado em  busca de salvar vidas e garantindo os direitos humanos fundamentais, com a  efetivação dos deveres governamentais. 

O Seminário Internacional ‘Desafios para os sistemas de saúde na América  Latina Pós-Pandemia’, organizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), abordou  criticamente as vulnerabilidades e os aprendizados dos sistemas de saúde da região  diante da crise sanitária global. O evento destacou a necessidade de fortalecer a  resiliência e a equidade no acesso aos serviços, propondo estratégias para a  reconstrução e o aprimoramento das políticas públicas de saúde no cenário pós COVID-19 (FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ, 2025). 

A Observação, da FIOCRUZ O Seminário Internacional ‘Desafios para os  sistemas de saúde na América Latina Pós-Pandemia’, organizado pela Fundação  Oswaldo Cruz (Fiocruz), quando falamos de desenvolvimento na saúde e no  MERCOSUL, agimos de forma individualistas , devemos trocar experiências para  melhorar atenção primária e avanços tecnológicos, através das experiências e  implementar novas tecnologias e a partir das experiências vamos trocar e desenvolver  atuando na melhoria do sistema de saúde dos países do MERCOSUL, e ajudando no  desenvolvimento para os profissionais da saúde, com a troca de conhecimentos , com  foco no crescimento para melhoria do sistema sanitário .Os países em destaque foram  Chile, Colômbia, e Brasil, mas todos os países da américa latina lutaram com os  recursos já obtidos, para compra dos insumos e a organização dos seus países, uns  com dinheiro e planejamento outros tiveram mais dificuldades.  

As dificuldades tanto olhando geograficamente pelas distâncias das localização  territorial da sua população, como falta de recursos, não preparo tecnológico e falta de preparo dos profissionais da área da saúde, e recursos financeiros disponíveis para  cuidar e garantir o direito do ser humano em políticas públicas e garantindo a vida.  

O termo ‘pandemia’ possui raízes na etimologia grega, combinando o prefixo  ‘pan’ (tudo/todos) e ‘demos’ (povo). O conceito, no sentido de um acontecimento que  afeta toda a população, foi atribuído pela primeira vez ao filósofo Platão (MACEDO,  2021). Posteriormente, o vocábulo integrou o glossário médico na França a partir do  século XVIII. No contexto da língua portuguesa, a palavra foi dicionarizada como  termo médico por Domingos Vieira no ano de 1873 (REZENDE, 1998)  

Para Henao- Kaffure (2010), etimologicamente, o termo pandemia derivaria da  expressão grega ‘pandêmonnosêma’, que em português, por sua sonoridade, se  assemelha a ‘pandemônio’. Embora ‘pandemônio’ seja hoje sinônimo de grande  confusão ou balbúrdia, essa expressão foi cunhada apenas no século XVII pelo poeta  inglês John Milto, para descrever o local de encontro de demônios sob o comando de  Satanás. 

De acordo, a análise comparativa com pandemias históricas, a exemplo da  Peste Negra (séc. XIV), da Gripe Espanhola (1918), da Gripe Asiática (1957-1958) e  da Gripe Suína H1N1 (2009), revela um diferencial crucial na resposta à COVID-19: a  tecnologia. A Tecnologia nos permitiu uma disseminação de informações e a  implementação de estratégias de precaução e educação coletiva em uma escala e  velocidade sem precedentes. Adicionalmente, o teleatendimento emergiu como uma  ferramenta fundamental para a continuidade da assistência à saúde, contrastando  com as limitações de acesso e comunicação observadas em pandemias anteriores,  demonstrando o potencial da tecnologia para fortalecer a resiliência dos sistemas de  saúde em cenários de crise. 

A pandemia de Covid-19 é distinta da gripe espanhola, que ocorreu em 1918  durante a Primeira Guerra Mundial e é conhecida hoje como influenza H1N1. A gripe  espanhola infectou aproximadamente 500 milhões de pessoas e resultou em cerca de  50 milhões de mortes. O covid19 em 2020, segundo os dados foram contaminados 55  milhões, e com 1,3 milhão de mortes na Europa.  

Já existiam pesquisadores em 1917, como o Dr. Rufus Cole, o Dr. Oswald Avery  e o Dr. Alphonse Dochez, sua equipe e a família Rockefeller desenvolveram uma vacina para prevenir pneumonia causada pelos vírus pneumococos tipos I, II e III. Em  março de 1918, foi testado com os soldados infectados, e observaram que os  pacientes tinham 25 a 40 anos, e os pacientes apresentaram sintomas pneumonia,  alguns eram sintomáticos ou assintomáticos.  

A gripe espanhola ressurgiu em Wuhan na China, em 31 de dezembro de 2019, e deram o nome de Covid19, os estudos foram realizados no Instituto de Virologia de  Wuhan, segundo as pesquisas observaram no microscópio, o desenho do vírus como  uma coroa, e deram o nome de “coronavírus “, depois o termo, COVID19. Atingiu no  início maior parte pessoas idosas com 65 anos, e depois atingiu os pacientes  portadores de comorbidades doenças autoimunes, e por último as grávidas e as  crianças.  

Os resultados indicam que a hesitação vacinal na América Latina e África está  associada a fatores como o cenário político, desinformação, diferenças regionais no  acesso à internet e informação, histórico de resistência à vacinação, falta de  conhecimento sobre a doença e a vacina, preocupações com eventos adversos,  eficácia e segurança dos imunizantes. A revisão também constatou que poucos  estudos (6 de 94) utilizaram referenciais conceituais e metodológicos da OMS sobre  hesitação vacinal. 

Conforme defendem Gonçalves et al. (2023), a aplicação de modelos  desenvolvidos no Norte Global em países do Sul Global é criticada no campo da  Saúde Global. Essa perspectiva argumenta que tais modelos podem negligenciar  especificidades políticas, socioculturais, as complexidades da hesitação vacinal e as  questões de acesso. A pesquisa em questão, ao analisar as particularidades sociais,  culturais e locais da hesitação vacinal contra a COVID-19 na América Latina e África,  oferece uma contribuição importante para uma compreensão crítica das dinâmicas  entre o Norte e o Sul Globais. 

O Brasil enfrentou um governo negacionista, e trouxe para início muitas  dificuldades para contribuir com os avanços e compra da vacina, com as fakes news,  e brigas não só na política como nas casas da população brasileira, hesitou e divergiu  das opiniões. 

O Brasil atingiu a marca de mais de 700 mil óbitos em decorrência da COVID 19, um número alarmante que, segundo a Ministra da Saúde, não encontra justificativa  (AGÊNCIA BRASIL, 2023). 

As inovações de aplicativos novos para controle de qualidade e remanejamento  dos pacientes, realizando a separação por medidas no Brasil igualitárias e equidade  conforme as legislações do SUS, com foco na melhoria e interligação dos pacientes e  assistencialismo de forma remanejando. O Brasil mesmo enfrentando uma briga  política partidária, os líderes dos estados começaram a realizar suas comissões e as  manifestações de desejo da compra do insumo das vacinas, foram discussões em  todo o Brasil, assim, a ciência e propósito da preservação da espécie, fez com que o  país efetuasse a compra dos insumos. As negociações das compras dos insumos foi o foco á princípio foi centralizado, cada país teve o seu representante, a princípio não  teve a cooperação entre Países. 

Figura.2: No final de 2021 (30/12), a agência reguladora do Reino Unido  aprovou o uso da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford  e pelo laboratório britânico AstraZeneca.Disponivel: https://fiocruz.br/vacina-covid-19- producao.

A trajetória da vacina contra a COVID-19 no Brasil, desenvolvida pela parceria  Oxford/AstraZeneca e produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), foi marcada  por um processo regulatório e produtivo ágil. Após a aprovação inicial no Reino Unido  no final de 2020, a Fiocruz submeteu o pedido de autorização para uso emergencial  à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em janeiro de 2021, obtendo a  aprovação em poucos dias. A capacidade de produção nacional foi consolidada em  abril de 2021, com a concessão do primeiro registro definitivo pela Anvisa para a vacina fabricada no Brasil, seguindo uma rigorosa inspeção que ateste a aptidão  técnico-operacional das instalações de Bio-Manguinhos para a produção do  Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), um passo decisivo rumo à autossuficiência do  país na fabricação do imunizante (FIOCRUZ 2020). 

O texto aborda o contrato de Encomenda Tecnológica (Etec) firmado entre a  Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) e a AstraZeneca, detentora dos direitos da  vacina COVID-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford. O acordo garante à BIO MANGUINHOS/FIOCRUZ o acesso a 100,4 milhões de doses do Ingrediente  Farmacêutico Ativo (IFA) para a produção final da vacina no Brasil. 

A parceria também visa a transferência total de tecnologia para a FIOCRUZ,  assegurando a produção nacional e eliminando a dependência de importação do  insumo. A escolha da vacina AstraZeneca foi motivada pela preocupação com a  segurança, embasada em testes clínicos realizados com mais de 57 mil voluntários  em diversos países. 

A Fiocruz demonstrou um compromisso significativo com a autonomia produtiva  do Brasil durante a pandemia de COVID-19 ao formalizar, no início de junho, a  transferência de tecnologia para a produção do IFA da vacina. Essa iniciativa, que  permitiu à Fundação agilizar a fabricação em suas instalações e receber os insumos  biológicos necessários, marcou um momento decisivo para a soberania tecnológica  do país na área de imunobiológicos (FIOCRUZ, 2020). 

O cenário do covid19, globalizou um problema social, e vamos colocar as  pautas dos principais países que realizou um grande desempenho, inseriu a constante  transformação, marcado por novas demandas, avanços tecnológicos e a necessidade  de sistemas universalistas, equitativos, este seminário apresentou a troca de  conhecimentos, experiências e a construção de soluções inovadoras. As pautas  colocadas são o impacto da doença e suas medidas de emergências realizada nas  questões sanitárias no sistema de saúde, a aplicação da universalidade, equidade,  eficácia, rapidez e eficiência dos profissionais de saúde na aplicação das vacinas e  nos atendimentos a toda população, enfrentando as dificuldades financeiras, as brigas  políticas, as deficiências por falta de tecnologia e a implementação de inovações, a  briga pela compra dos insumos.

O território brasileiro e desigual, e longínquo espaço geográfico com uma área  de 8.514.876,6 km², somos 26 estados e um distrito federal; As ações territorialidade  nos estados e municípios, com apoio do SUS (Sistema único de Saúde), com o carro  móvel, E os postos de saúde, com as agentes do posto de saúde, as enfermeiras, e  os médicos, e o cadastro de toda população, presenciava o momento histórico do  estado na saúde, efetuando a atenção primária no Brasil, inserido termo equidade,  regulamento do termo nacional. 

Figura.3: FIOCRUZ. Produção, efetividade e segurança da vacina.  Fundação Oswaldo Cruz, 2020. Disponível: https://fiocruz.br/vacina-covid-19- producao.

A teleconsulta e a telessaúde ganharam destaque significativo somente em  2020. Esse impulso foi impulsionado pela pandemia de COVID-19, que exigiu o  distanciamento social e a busca por alternativas para a continuidade da assistência à  saúde. 

Assim, a história da telessaúde no Brasil começou com a formalização de um  programa nacional em 2007, visando integrar tecnologias de informação e  comunicação para melhorar o acesso e a qualidade dos serviços de saúde. Contudo,  foi o cenário crítico de 2020 que acelerou a adoção e a percepção da telessaúde,  incluindo a teleconsulta, como ferramentas essenciais para todos os trabalhadores da  área da saúde, médicos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas e outros, demonstrando seu potencial para superar barreiras geográficas e garantir o cuidado  em momentos de crise e no cotidiano da assistência.

Gomes (2020), em uma discussão veiculada pela Associação Portuguesa de  Economia da Saúde (APES), aborda as dificuldades relacionadas ao acesso à  internet, evidenciando como essa barreira pode impactar diversos setores da  sociedade. Essa perspectiva ressalta a complexidade das desigualdades digitais e a  urgência de soluções para garantir a conectividade universal. 

O impacta na adaptação do encontro da preservação da espécie,  implementamos para o cotidiano das consultas, o distanciamento por meio da  tecnologia internet, com a telessaúde, teleatendimento, teleconsulta, telemedicina. A  evolução tecnológica que facilitou a conectividade da humanidade através da internet  permitiu aos profissionais de saúde acompanhar seus pacientes de forma remota.  Além disso, os hospitais possibilitaram que enfermeiros da UTI se comunicassem com  familiares dos pacientes, proporcionando visitas virtuais por meio de webcams. 

Com a permissão da LEI Nº 14.510, DE 27 de dezembro de 2022, os softwares  para saúde, o teleatendimento foi implementado no SUS e todos os hospitais e clínicas de todo pais.  

O Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil é reconhecido por sua atuação  pioneira na Telessaúde, com a implementação do Programa Telessaúde Brasil Redes  já em 2006, que atualmente se integra ao Programa SUS Digital. Essa iniciativa utiliza  tecnologias digitais para ofertar o teleatendimento de forma complementar às  consultas presenciais, visando facilitar o acesso a especialistas, diminuir filas de  espera e otimizar diagnósticos e tratamentos. Além disso, a telessaúde se mostra  eficaz no acompanhamento de pacientes com doenças crônicas, permitindo que  recebam orientações de profissionais de saúde sem a necessidade de deslocamento  (BRASIL, 2006). 

Essa implementação, iniciada muito antes do advento da pandemia de COVID 19, demonstra a visão estratégica do SUS em antecipar soluções para os desafios de  acesso e regionalização da saúde em um país de dimensões continentais como o  Brasil. A existência de um programa consolidado de Telessaúde permitiu uma resposta  mais ágil e adaptável durante a crise sanitária global, validando a importância da  inovação tecnológica como ferramenta de inclusão e equidade no cuidado à saúde. A  capacidade de oferecer teleatendimento para redução de filas e acompanhamento de  doenças crônicas sublinha o papel do SUS em buscar a universalidade e a integralidade, pilares fundamentais da saúde pública brasileira. Precisamos ressaltar  e diferenciar os conceitos de teleatendimento e telemedicina no contexto da saúde  digital. Enquanto o ‘teleatendimento’ se configura como um termo abrangente para  diversas modalidades de atendimento à distância por diferentes profissionais, a  ‘telemedicina’ refere-se especificamente ao exercício médico mediado por Tecnologias  Digitais de Informação e Comunicação (TDICs). Essa distinção é formalizada pela  Resolução CFM nº 2.314/2022, que regulamenta a prática exclusiva da telemedicina  pelos médicos (CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA, 2022). 

A OPAS ( Pan American Health Organization) e a OMS estão em parceria com  o Brasil na atuação com base na Estratégia de Cooperação do País (ECP) para o  período de 2022 a 2027.  

A nova parceria do Brasil, é resultado de trabalho árduo, mesmo com tantos  problemas econômicos, e social, porém, tivemos um ótimo resultado na precisão da  realização de fabricarmos a vacina do COVID através dos insumos, multiplicamos e  doamos, e vacinamos toda população brasileira, em pouco tempo, com uma geografia  desregular, em distâncias notáveis de localização e vivências econômicas. 

O povo brasileiro tem o direito, embasado na Constituição da República  Federativa do Brasil, em seu Artigo 5º, caput, estabelece que ‘Todos somos, iguais  perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos  estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à  igualdade, à segurança e à propriedade…'” (BRASIL, 1988) 

No Brasil devido a deficiência de suprir todos brasileiros o alcance da  mobilidade da saúde para todos, conforme está descrito na constituição federal artigo 196, á 200. (descrito: Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido  mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e  de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua  promoção, proteção e recuperação…). Atualmente no Brasil temos 212,6 milhões de  pessoas conforme a descrição do IBGE, e segundo os dados da ONU a população mundial são 8 bilhões.  

A regulamentação do teleatendimento no Brasil representa um marco  significativo, especialmente para o Sistema Único de Saúde (SUS) e os hospitais particulares. Após discussões envolvendo diversos profissionais da área da saúde e  a tramitação do Projeto de Lei 1998/20, que teve como relator o deputado Pedro Vilela  (PSDB-AL), a medida foi formalmente sancionada. Desse modo, o teleatendimento foi  instituído oficialmente, refletindo uma alteração legislativa substancial: Com a  evolução humana e o crescimento desregulado, foi necessário o avanço na saúde,  pelos acontecimentos históricos houve doenças e conflitos políticos, que quase  dizimaram toda a humanidade, por falta de conhecimentos sanitários, estrutura física,  pessoas qualificadas, e tecnologias que facilitaria no pré-atendimento com  diagnósticos mais precisos, assim preservaria a sobrevivência da humanidade.  

Altera a lei Nº 8.080, DE 19 de setembro 1990, para autorizar e disciplinar o  exercício da telemedicina para em todo território nacional, e a LEI nº 13.146, de julho  de 2015; E revoga a lei nº 13.989, de 15 de Abril de 2020. (Brasil,2022).  

Depois de tantas dificuldades e discussões, essas sanções, que ocorreu com  o Presidente Bolsonaro, marcou a oficialização de práticas que se mostraram  essenciais durante a pandemia de COVID-19, revogando legislações anteriores e  consolidando o arcabouço legal para o teleatendimento. 

 No país Chile, possui uma extensão territorial de 756.945 km² e uma  largura de 175 km. O sucesso da vacinação no Chile resultou no maior número de  pessoas vacinadas em tempo recorde. Em 24 de dezembro de 2020, o governo  chileno recebeu o primeiro lote de vacinas e rapidamente viabilizou os recursos  financeiros para a aquisição dos insumos, garantindo acessibilidade à toda população. 

No país da Colômbia, a extensão territorial é de aproximadamente 1.141.748  km², a extensão 2.070.408 km2. A organização governamental do país Colômbia teve  destaque, no período pandêmico, assegurados pela, “Ley 100 de 23 de diciembre de  1993.” Por la cual se crea el sistema de seguridad social integral y se dictan otras  disposiciones. Diario Oficial, Bogotá, D.C., n. 41.148, 23 dic. 1993. Essa lei respalda  a transformação da estrutura do sistema de saúde, redefinindo as funções do Estado  e das empresas privadas, criando empresas seguradoras (EAPB) e transformando  prestadores de serviços. De acordo, a expectativa era que a Lei 100 promovesse uma  maior cobertura e eficiência, unindo os recursos financiando as ações da saúde, e  vacinações, com o sistema privados e públicos com foco no cuidado e buscando a  atender o povo colombiano.

Conforme destaca Jaime Gaña, docente da Faculdade de Direito e Ciências  Políticas da Universidade de Antióquia, em seu livro de doutorado, a Lei 100 é um  marco reformador para o sistema de saúde colombiano, destacando a importância de  uma colaboração honesta entre os setores público e privado para o benefício da  população, com a Lei 100 viabilizando a definição da obrigação do estado e o incentivo  privado. Nesse cenário, “o sistema de saúde colombiano integrado ao Sistema Geral  de Seguridade Social (SGSS) – Lei 100 – foi formulado em 1993, durante o governo  de Cesar Gaviria Trujillo” (GAÑA, 2002). 

Essa lei introduziu um modelo de seguro de saúde, criando diferentes tipos de  empresas seguradoras e transformando os prestadores de serviços públicos e  privados. Anos mais tarde, no contexto da COVID-19, essa organização demonstrou  eficácia e precisão, destacando a Colômbia entre os países da América Latina. A  rapidez e solidez na gestão da crise, com transparência na compra de insumos e na  organização estatal, foram evidentes, assim como a execução ágil da vacinação,  facilitada por leis pré-estabelecidas que garantem equidade e universalização. A  pandemia também impulsionou a telemedicina, os prontuários eletrônicos e os  aplicativos de autoavaliação, que ganharam relevância para gerenciar a crise e  melhorar o acesso aos serviços, aceitando inovações tecnológicas e promovendo o  distanciamento com teleconsultas. A Colômbia, que recebeu as primeiras vacinas  contra a COVID-19 nas Américas via COVAX em 2021, consolidou-se como um país  modelo na região. 

Apesar das significativas dificuldades políticas e estruturais, o Brasil  demonstrou uma notável capacidade de resposta durante a pandemia de COVID-19.  Em um esforço conjunto e em tempo recorde, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz),  em parceria com o Ministério da Saúde, não apenas assegurou a compra e o  recebimento de insumos essenciais, mas também realizou a produção e a  multiplicação de doses de vacinas em território nacional. Esse desempenho foi crucial  para o avanço da campanha de vacinação em massa, que se tornou uma das mais  abrangentes do mundo, garantindo a imunização de grande parte da população  brasileira (FIOCRUZ, 2022; BRASIL, 2021). 

7. APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL, PREVENÇÃO E TELECONSULTA. 

A incorporação de tecnologias móveis na prática de enfermagem desponta  como uma estratégia promissora para o manejo do autocuidado em indivíduos com  doenças crônicas. Um estudo qualitativo realizado por Carvalho e Sousa (2024) com  enfermeiras em Portugal revelou que, na perspectiva desses profissionais, a utilização  de aplicativos móveis pode ser um facilitador significativo na promoção do  autocuidado. As enfermeiras participantes consideraram que esses aplicativos têm o  potencial de auxiliar tanto os profissionais de saúde quanto os pacientes na gestão da  doença e na adesão ao regime terapêutico. Existem muitos desafios relacionados ao  aprendizado digital da população idosa, os aplicativos móveis são ferramentas complementares ao cuidado presencial, automatizando o paciente no controle de sua  condição crônica. 

A implementação da telessaúde e do telecuidado (“télésoin”) é um processo  que exige uma abordagem estruturada e a análise de diversas situações práticas para  ser bem-sucedida. Nesse contexto, o trabalho de Simon (2023) oferece uma  perspectiva detalhada, apresentando cem casos de uso que ilustram as variadas  aplicações e os desafios inerentes à sua efetivação. A obra sublinha a importância de  compreender as nuances operacionais e os benefícios potenciais dessas modalidades  de atendimento remoto, servindo como um guia essencial para profissionais e  gestores que buscam integrar soluções digitais na prestação de serviços de saúde. A  ênfase em casos concretos permite uma compreensão aprofundada de como a  tecnologia pode ser aplicada para otimizar o acesso e a qualidade do cuidado. 

A tecnologia configura-se como um vetor transformador nos sistemas de saúde,  exercendo influência direta sobre a medicina e a enfermagem ao aprimorar as práticas  clínicas e de cuidado. A sua integração não se restringe apenas à modernização de  equipamentos ou à digitalização de prontuários; ela revoluciona o acesso aos  serviços, a precisão diagnóstica e a efetividade dos tratamentos. Para a medicina, a  tecnologia permite avanços em procedimentos complexos e análises sofisticadas,  enquanto para a enfermagem, possibilita um telemonitoramento mais eficaz, a  otimização da gestão do cuidado e a expansão do alcance assistencial. Desse modo,  a inovação tecnológica impulsiona a saúde como um todo, qualificando a atuação de médicos e enfermeiros e contribuindo para desfechos mais favoráveis aos pacientes  (SILVA, 2023). 

No contexto brasileiro, a produção de tecnologias do cuidado em enfermagem  tem sido impulsionada significativamente pelos programas de mestrado profissional.  Uma análise realizada por Vicente et al. (2023) sobre as tecnologias desenvolvidas  nesses cursos destaca a relevância da pós-graduação na criação de ferramentas  inovadoras que buscam aprimorar a assistência e a prática clínica da enfermagem.  Essas tecnologias, que podem variar de protocolos e instrumentos a softwares e  aplicativos, refletem o esforço em traduzir o conhecimento científico em soluções  práticas e aplicáveis, contribuindo diretamente para a qualidade e a segurança do  cuidado prestado à população.

8. RESULTADOS E DISCUSSÕES: 

8.1. Resultados: 

Durante a coleta de dados, foram lidos no período de oito meses, 50 trabalhos  acadêmicos, artigos científicos, revistas, livros tese doutorados, leis, e assistido um  “O Seminário Internacional: Desafios para os sistemas de saúde na América Latina  Pós-Pandemia.”, da FIOCRUZ (Fundação Oswaldo Cruz) em parceria com Ministério  da Saúde, televisionada ao vivo pelo canal do Youtube, durante três dias consecutivos,  abordando os desafios pós-covid na américa latina, totalizando 51 trabalhos  contribuíram para a realização da escrita acadêmica. A leitura foi realizada pelas  línguas portuguesa, espanhola, francesa, e inglesa, totalizando: 42% portuguesa, 4% espanhola, 5% inglesa e 1% francês. Observamos uma predominância da língua  português. Assim, resulta uma pesquisa qualitativa, investigativa, e promissora para  temas atuais a serem explorados, no processo de desenvolvimento tecnológico no cenário  da saúde.  

Ao considerar os resultados desta pesquisa, é essencial refletir sobre o impacto  no campo dos estudos, a sua relevância do tema “A influência da teleconsulta da  saúde nos hospitais e seu potencial para diagnóstico precoce, e prevenção e  promoção.” O desenvolvimento da pesquisa, e metodologias qualitativas,  investigativas e bibliográficas. Resultou na coleta de dados, analisando o contexto  histórico a nível global e América Latina, contribuindo com as análises do período  pandêmico e as atualidades das discussões e dos avanços da IA e tecnologias  implementadas no sistema de saúde privado e público. 

A superlotação hospitalar, tanto em unidades públicas quanto privadas, tornou-se uma preocupação significativa na Grande São Paulo e capital durante a pandemia  de COVID-19, com registros de saturação em hospitais localizados em áreas  periféricas. Destaca-se que, em dezembro de 2020, 93% dos hospitais privados já  reportaram um aumento nos casos de COVID-19. Além disso, hospitais de referência  na Zona Leste, como os de Guaianases e Sapopemba, atingiram 100% de ocupação  de leitos de UTI (CNN BRASIL, 2020). 

De acordo, a análise comparativa com pandemias históricas, a exemplo da  Peste Negra (séc. XIV); Durante a Primeira Guerra Mundial, ocorreram a Gripe Espanhola (1918), a Gripe Asiática (1957-1958) e a Gripe Suína H1N1 (2009), eo  COVID-19 (2020-2023).De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a  COVID-19 foi caracterizada como pandemia em 11 de março de 2020, e a Emergência  de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII) referente à doença foi  declarada encerrada em 5 de maio de 2023 (ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA  SAÚDE, [s.d.]). O maior marco histórico da pandemia covid-19, foi a era da tecnologia,  favorecendo a rapidez na comunicação e a interação global dos líderes mundiais, as  tecnologias farmacêuticas na produção das vacinas, o teleatendimento e a conexão  entre os profissionais de saúde e a população mundial, na reeducação, e prevenção  no diagnóstico precoce para um tratamento eficaz, se destacam como principais  diferenças. 

Os avanços nos estudos da tecnologia nas universidades no Brasil e na  América latina, notamos um início significativo, pós- pandemia, nos artigos científicos  e tese de doutorados as discussões tecnológicas dos novos aplicativos na utilização  no âmbito da saúde. 

A implementação da carteira de vacinação eletrônica e de aplicativos de saúde  pelo Ministério da Saúde, exemplifica a crescente aposta no desenvolvimento de  tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS) para otimizar a gestão da informação  e aprimorar o acesso e a qualidade da atenção à saúde oferecida à população. 

A aplicação da tecnologia digital no campo da enfermagem representa um  avanço significativo, especialmente no auxílio e otimização do Processo de  Enfermagem. Nesse contexto, um estudo recente propôs o desenvolvimento de um  software protótipo para facilitar a consulta de Diagnósticos de Enfermagem, utilizando  a taxonomia NANDA-I. A pesquisa, de abordagem qualiquantitativa e conduzida com  graduandos de enfermagem, demonstrou que a utilização do protótipo resulta em  otimização do tempo, o que pode impactar positivamente a qualidade da assistência  prestada (SEIDEL et al., 2023). 

A luz dos resultados, é evidente que este estudo preenche a lacuna, do  conhecimento e desenvolvimento para as atualidades das futuras pesquisas que  abordará tecnologia e ciência, na amplitude das vivências dos profissionais da área  da saúde, e principalmente para as enfermeiras no desenvolvimento das tecnologias  e atendimentos primários, secundários, e estudos científicos encontrando melhores resultados para atingir com eficiência e eficácia com qualidade o resultado prestado à população.  

8.2. DISCUSSÃO 

Este trabalho, de abordagem qualitativa, buscou investigar essa dinâmica,  realizando a seleção de sete artigos científicos cruciais que contribuem para a  discussão. Por meio de critérios analíticos bem definidos, foi possível destacar a  importância da ética na aplicação tecnológica, a relevância do conhecimento sobre a  Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) e a taxonomia NANDA-I para o  desenvolvimento de softwares e aplicativos eficazes, e a necessidade de  reaprendizagem contínua por parte de enfermeiros e demais profissionais de saúde  para integrar o conhecimento informatizado em seu cotidiano. A análise desses  elementos sublinha a urgência e a relevância da tecnologia como um pilar  fundamental para o avanço da enfermagem contemporânea, conseguindo vencer as  dificuldades e as adversidades que possam surgir. 

O cenário da pandemia de COVID-19 foi marcado por desafios significativos  que transcenderam a esfera puramente sanitária, revelando limitações impostas por  diversos fatores e um forte negacionismo que impactou a resposta global à doença.  Em regiões como a América Latina e a África, a efetividade da vacinação foi  comprometida por complexas intersecções entre o discurso científico e o político, a  proliferação de fake news e a influência de crenças religiosas. Tais elementos criaram  um ambiente de hesitação vacinal, dificultando a adesão da população e a mitigação  da pandemia, conforme evidenciado em estudos que confrontam a eficácia das  vacinas com as barreiras de sua aplicação (GONÇALVES et al., 2023). 

O Seminário Internacional da Fiocruz, apresentou sobre os desafios para os  sistemas de saúde na América Latina no cenário pós-pandêmico, demonstraram a  complexidade das reformas necessárias e a influência de fatores sociais, econômicos  e tecnológicos nesse contexto (Seminário Internacional: Desafios para os sistemas de  saúde na América Latina pós-pandemia, 2025). A análise comparativa entre diferentes  países da região, como Chile, Colômbia, Argentina e México, permitiu identificar  tendências e desafios comuns relacionados ao financiamento, à gestão público-privada e aos modelos de atenção à saúde. Adicionalmente, o seminário ressaltou a  importância de se considerar as desigualdades regionais e os impactos da dinâmica  global, intensificados pela pandemia de COVID-19, para o fortalecimento e a garantia  do acesso universal à saúde na América Latina. Os principais países em destaque  foram o sistema da Colômbia adotados no período pandêmico, com a ajuda do  sistema privado; O chile com sua automação e agilidade na compra da vacina e  tecnologia implementada; O brasil com tantas discussões e brigas políticas, e ao  mesmo tempo em destaque dos profissionais implementando as tecnologias, e a  realização da produção da vacina em solo brasileiro, e existência do SUS, e as novas  implementações das leis e atualização tecnológicas, no sistema da saúde em tempo  recorde.  

A garantia do desenvolvimento social e a proteção dos direitos dos cidadãos  dependem intrinsecamente da existência de arcabouços legais robustos que orientem  as ações do Estado. Nesse contexto, a comparação entre a solidez da Constituição  Federal brasileira e a Lei 100 da Colômbia revela abordagens distintas, porém  convergentes na defesa dos direitos humanos e na atuação dos profissionais de  saúde para a melhoria do sistema. A Constituição, como lei fundamental de um país,  é crucial para a organização e funcionamento do Estado, garantindo direitos e deveres  dos cidadãos e estabelecendo as bases da democracia. Ela não apenas estrutura o  Estado, mas também protege os direitos fundamentais e promove a justiça social,  sendo um pilar essencial para a estabilidade e o desenvolvimento do país. A análise  comparativa entre a Constituição Federal de 1988 do Brasil o foco e assistência e dar  suporte e amparo aos Brasileiros, ao foco e a centralização no governo; E a Lei 100  da Colômbia de 1993, revela diferentes abordagens, enfatiza a necessidade da  descentralização da administração do governo, e a necessidade do seguro com  incentivo privado, para o cuidado da saúde no país. Ambas priorizam amparar o direito  do legislado, o povo, do seu país. Quando lemos as leis, e analisamos o  desenvolvimento humano, e histórico da luta do povo, e não tão distante, vivemos no  período pandêmico, e a validade e a necessidade do amparo ao ser humano, para ter  o direito validado de tomar a vacina.  

O Caderno de Desenvolvimento da Fiocruz, em 2021, aborda os multifacetados  desafios que o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta no Brasil, inserido em um dinâmico contexto de transformações sociais, econômicas e tecnológicas tanto em  âmbito nacional quanto global. A publicação explora como essas mudanças impactam  a sustentabilidade, a equidade e a qualidade dos serviços de saúde oferecidos pelo  SUS. São analisadas questões como o financiamento do sistema diante de novas  demandas e restrições econômicas, a necessidade de incorporar avanços  tecnológicos para otimizar a gestão e o atendimento, e os desafios impostos pelas  desigualdades sociais persistentes e emergentes. 

O avanço contínuo da tecnologia digital tem transformado significativamente o  Processo de Enfermagem, oferecendo ferramentas inovadoras como softwares e  aplicativos para otimizar a prática profissional. Em um estudo qualitativo-investigativo,  Seidel et al. (2023) desenvolveram e implementaram um protótipo de software  utilizando a linguagem C++, com o objetivo de padronizar a aplicação dos  Diagnósticos de Enfermagem NANDA-I no contexto do prontuário eletrônico. A  pesquisa, que envolveu a coleta de dados com profissionais de enfermagem,  demonstrou que a integração dessas ferramentas digitais facilita a consulta e o  registro dos diagnósticos, contribuindo para a padronização das informações e,  consequentemente, para a melhora da qualidade da assistência prestada. Essa  abordagem ressalta a importância da tecnologia para uniformizar a linguagem  diagnóstica em enfermagem, otimizando o tempo e a acurácia dos registros no  ambiente clínico. 

A expansão do teleatendimento, impulsionada em parte pelos desafios  impostos por cenários como a pandemia de COVID-19, ressalta a necessidade de  uma abordagem estruturada e eticamente consciente na implementação da tecnologia  na saúde. No contexto francês, um estudo investigativo de Simon e Moulin (2021),  que analisou 100 casos de uso em telemedicina e telessaúde, evidencia que a  padronização dos protocolos de teleatendimento e das anotações em prontuário  eletrônico é fundamental para assegurar a qualidade e a segurança do cuidado. Essa  pesquisa demonstra a importância da ética profissional no ambiente digital e sublinha  a urgência do aprendizado em informática por parte dos profissionais de saúde. A  padronização não só facilita o trabalho e otimiza processos, mas também contribui  para a integridade dos dados e a continuidade da assistência, ao mesmo tempo em que a capacitação tecnológica garante que os profissionais estejam aptos a manejar  as ferramentas digitais de forma competente e responsável.

n.Autor: Título: Objetivo: Método: Resultado: Periotipo:
1.Brasília, DF:  Senado Federal, 2023.BRASIL. [Constituição (1988)].  Constituição da República Federativa  do Brasil de 1988. Brasília, DF: Senado  Federal, 2023.Indicar uma organização governamental, a  Constituição Federal, e uma lei que estabelece  estrutura do governo, para a sociedade.Abordagem,  
Investigativa e exploratória.
Executa um conjunto de leis e regras e normativas, que auxilia, e intermediando o  governo e o povo. Ampara a sociedade,  como um todo, garantindo os seus direitos e  deveres.Livro A Constituição Federal 1988.
2.Echavarría, G.L.J . (2013)As mortes da Lei 100. Prevalência  da liberdade econômica sobre o direito 
fundamental à saúde: uma razão para  sua ineficácia. Caso do plano de saúde  
obrigatório do regime contributivo.
Indicar, a importância do  exercício da Constituição da Colômbia, e a  eficácia da Ley 100,e a estruturação da saúde  no país, e um sistema descentralizador, em 
parceria com governo e instituições privadas.
Abordagem  Investigativa.Determina dados históricos de pacientes,  e as dificuldades vividas do  povo colombiano, para garantir  o direito a constituição e o  direito à saúde. Reestruturado o  país, e a descentralização do 
governo com a atuação da Ley  100, segurando, assim, o  
direito de ter o direito à saúde,  garantindo a igualdade,  equidade, com eficiência e 
eficácia, na atuação dos  
profissionais de saúde.
Livro Doutorado, da
3.FUNDAÇÃO  OSWALDO  
CRUZ (FIOCRUZ ). 2021
Maldonato. J. Cruz, A.  
Desafios para o Sistema  Único de Saúde (SUS)  no contexto nacional e global de  transformações sociais, econômicas e  tecnológicas – CEIS 4.0.
Indicar uma análise.Abordagem  qualitativa e  quantitativa.Executa um conjunto de  leis e regras e normativas, que auxiliam, e intermediam o governo e o povo. Ampara  a sociedade, como um todo , garantindo os  seus direitos e deveres.Cadernos do Desenvolvimento- v.16  n.28.
4.FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ (FIOCRUZ) 
2025
O Seminário  Internacional: Desafios para os  sistemas de saúde na América Latina  Pós-Pandemia.Indicar uma análise crítica e  qualitativa sobre o desenvolvimento dos  países da América Latina, os resultados dos  trabalhos realizados durante o período  pandêmico, e as implementações das tecnologias de teleatendimento e vacinação.Abordagem  qualitativa e  quantitativa.O foco no objetivo de fortalecer os laços e avaliar os  resultados, o evento de três  dias, abordou as dificuldades  enfrentadas na América Latina  para a aquisição de vacinas, as  inovações em teleatendimento  e a efetivação da vacinação. A  discussão incluirá uma  comparação com o período  pandêmico e a execução da  vacinação para todos.Video: YOUTUBE no canal:  VideoSaude Distribuidora da  FioCruz.
5GONÇALVES, B. A.; MATOS, C. C.  S. A.;  FERREIRA, J. V.  dos S.;  ITAGYBA, R. F.;  MOÇO, V.  R.;COUTO, M. T.  2023.Hesitação vacinal contra a COVID 19 na América Latina e África: uma revisão de escopo.Indicar os dados do cenário vivido, no  período pandêmico da doença covid19, e as dificuldades .Abordagem  qualitativa.A Coleta de  dados confrontou, os dados da  eficácia da vacina e as  dificuldades, entre a discussão  sobre a ciência, política,fake  news, e crenças religiosas.,que  dificultaram a aplicação da  vacinas no Brasil e África.Cadernos de Saúde Pública, Rio  de Janeiro
6Seidel, E. N., LIMA, M. V. R;  Seidel, T. S;  ALMEIDA, E. G.  R., DE  QUEIROZ, G. P.  I., & ALMEIDA, A.  L. V. 2023TECNOLOGIA DIGITAL APLICADA NO  PROCESSO DE ENFERMAGEM. Indicar o desenvolvimento da tecnologia e  softwares, aplicativos, com aplicação da  padronização do nanda no exercício do  prontuário eletrônico. Abordagem  qualitativa,  investigativa.Coletou dados dos  profissionais de enfermagem,  implementou o software e a  linguagem C++, na  
implementação da  
Enfermagem.
Revista Enfermagem Atual In  Derme, 97(ed.esp), e 023172- e023172
Simon, Pierre;  MOULIN, Thierry 2021Télémédecine et télésoin: inclus 100 cas  d’usage pour une mise en œuvre  réussie. Paris: Elsevier
Masson.
Indicar coleta de dados do cenário de saúde  da França, e a implementação da 
teleatendimento.
Abordagem  qualitativa,  
quantitativa, análise  de dados.
A coleta de dados com os 100 pacientes, na implementação da tecnologia e investigação  ética profissional. Livro, Tese de Doutorado.

9. CONSIDERAÇÕES FINAIS. 

A pandemia de COVID-19 marcou os sistemas de saúde em todo o mundo,  revelando fragilidades, mas, também, oportunidades de mudanças. Neste cenário, a  teleconsulta surgiu como uma ferramenta indispensável para garantir o acesso à  saúde diante do distanciamento social, da superlotação hospitalar e da escassez de  recursos. Sua aplicação, no entanto, evidenciou desigualdades de acesso e a  necessidade urgente de capacitação de profissionais e ampliação da infraestrutura  digital. 

A vacinação, embora essencial para conter o avanço da doença, enfrentou  entraves provocados por conflitos políticos, religiosos e teorias conspiratórias. Esses  fatores evidenciam que a saúde pública não depende apenas da ciência e da  tecnologia, mas também de uma articulação ética, social e política sólida. 

Ao analisar experiências de países latino-americanos, percebe-se que, apesar  de caminhos distintos, todos enfrentaram desafios semelhantes. O Brasil, com seu  Sistema Único de Saúde (SUS), teve papel de destaque na resposta à crise, mesmo  diante de turbulências políticas. A produção de vacinas em território nacional e a  dedicação dos profissionais de saúde mostraram a força de um sistema público bem estruturado. 

Por fim, entendo que a teleconsulta tem potencial para continuar como aliada  no cuidado em saúde, desde que acompanhada por políticas públicas que promovam  equidade, acesso e humanização. Mais do que uma solução emergencial, ela pode  representar um novo modo de cuidar. No entanto, para que isso aconteça, é preciso  investir em inovação, formação e, acima de tudo, no compromisso com a dignidade  humana.

10. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. 

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Covid-19: prevenção e  controle durante cirurgias. Brasília, DF: Anvisa, 2020. Disponível em:  https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/paf/coronavirus/profissional-de-saude/covid 19-prevencao-e-controle-durante-cirurgias. Acesso em: 05 Marc 2025. 

Barros, L.B.L.A. Classificações de Diagnóstico e Intervenção de Enfermagem:  NANDA-NIC. Acta paul. enfermagem, São Paulo.2009. Disponível em:  https://doi.org/10.1590/S0103-21002009000700003. Acesso em: 5 Jan 2025. 

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