A IMPORTÂNCIA DO HEMOGRAMA NA DETECÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DAS ANEMIAS

THE IMPORTANCE OF THE HEMOGRAM IN THE DETECTION AND CLASSIFICATION OF ANEMIAS

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202511132212


Náthaly July Silva1
Pietra Veloso Borges Rodrigues2
Sheren Larissa Silva3
Cínthia Silva Moura4
Flávia Mesquita Costa4


RESUMO

O hemograma completo é um exame laboratorial amplamente utilizado na prática clínica, pois permite a avaliação das principais linhagens celulares do sangue. Por meio de parâmetros como hemoglobina, hematócrito, índices hematimétricos e distribuição eritrocitária, é possível identificar alterações relacionadas a diferentes tipos de anemia. Este estudo consiste em uma revisão de literatura e discute a importância do hemograma completo na detecção precoce e na classificação das anemias, abordando seus aspectos morfológicos e clínicos, destacando-o como uma ferramenta essencial, acessível e de baixo custo, indispensável para o diagnóstico diferencial e para a prática clínica baseada em evidências científicas.

Palavras-chave: Hemograma; Anemia; Detecção precoce; Classificação. 

ABSTRACT

The complete blood count is a widely used laboratory test in clinical practice, as it allows for the evaluation of the main blood cell lineages. Through parameters such as hemoglobin, hematocrit, red cell indices, and erythrocyte distribution, it is possible to identify changes related to different types of anemia. This study is a literature review that discusses the importance of the complete blood count in the early detection and classification of anemias, addressing their morphological and clinical aspects, and highlighting it as an essential, accessible, and low-cost tool, indispensable for differential diagnosis and evidence-based clinical practice.

Keywords: Hemogram; Anemia; Early diagnosis; Classification.

1. INTRODUÇÃO

Conforme a Organização Mundial da Saúde “Anemia é uma condição na qual o número de glóbulos vermelhos ou a concentração de hemoglobina dentro deles é menor do que o normal”. Ela pode ser atribuída a diferentes causas, como deficiências de ferro, vitamina B12, folato, doenças crônicas e entre outros fatores. No diagnóstico da anemia, deve-se avaliar com detalhe os índices hematimétricos como o volume corpuscular médio (V.C.M) e a concentração de hemoglobina (H.C.M), pois, através deles é possível classificar e diferenciar os tipos de anemias em microcíticas/hipocrômicas, normocíticas/normocrômicas,e macrocíticas (Naoum, 2014).

O hemograma completo é um exame laboratorial primordial e difusamente utilizado na triagem de doenças. Ele é constituído por três subdivisões, sendo elas a série vermelha, a série branca e a série plaquetária, que permitem analisar a composição sanguínea (Naoum et al, 2008). Nele, podemos analisar alguns componentes como as hemácias, hemoglobina, hematócrito, V.C.M, H.C.M, concentração de hemoglobina corpuscular média (C.H.C.M), amplitude de distribuição eritrocitária (R.D.W) e as plaquetas (Naoum, 2014; Failace, 2015). Segundo Sarma (2006), os “denominados índices de glóbulos vermelhos, esses valores são úteis para elucidar a etiologia das anemias”. 

De acordo com Naoum (2014), “A classificação das anemias pode obedecer vários critérios, entre os quais, os mais utilizados na prática laboratorial, destacam-se a classificação laboratorial e a classificação fisiopatológica“. A classificação laboratorial é baseada no volume corpuscular médio (VCM), que indica o tamanho das células vermelhas do sangue e no qual é importante verificar seus valores de referência. As anemias microcíticas caracterizam-se por uma diminuição no tamanho das hemácias, com valores abaixo de 80 fentolitro (fl), geralmente associadas à deficiência de ferro e talassemias. As anemias macrocíticas são marcadas por células maiores, valores acima de 100 fl e são frequentemente associadas à deficiência de vitamina B12 e/ou ácido fólico. Já as anemias normocíticas são identificadas pelo VCM normal, tendo seus valores entre 80 e 100 fl, mas com uma quantidade reduzida de glóbulos vermelhos e hemoglobina, o que compromete a capacidade de transporte de oxigênio (Conrad, 2006; Royo et. al, 2020).

A relevância acadêmica deste estudo reside na compreensão e interpretação mais aprofundada sobre o potencial do hemograma completo como parâmetro primordial na detecção e classificação adequada da anemia, contribuindo para a capacitação dos profissionais da área da saúde para o correto diagnóstico, bem como o tratamento adequado com base nos resultados (Naoum, 2014; Bessa et.al, 2025). De acordo com Conrad (2006) “Uma abordagem racional é começar pelo exame do esfregaço periférico e os valores laboratoriais obtidos no hemograma”, reiterando a importância do mesmo como exame inicial para o diagnóstico.

Embora seja um exame simples, há a necessidade de uma análise mais minuciosa por parte dos profissionais, para que não haja interpretação e diagnósticos incorretos, o que tende a justificar este estudo, que tem como objetivos inquirir o hemograma completo como um exame base para a classificação e detecção das anemias, identificar e correlacionar os índices hematimétricos com a anemia, reiterar a importância do hemograma na detecção e classificação das mesmas e reforçar a importância da interpretação correta do exame por parte dos profissionais para a intervenção terapêutica apropriada.

2. METODOLOGIA

O presente artigo trata-se de uma pesquisa bibliográfica, desenvolvida a partir de análise de publicações disponíveis em bases de dados científicas e fontes digitais confiáveis. Foram consultados artigos e materiais publicados entre 2006 e 2025, obtidos por meio de plataformas como o Google Acadêmico, PubMed, SciELO e livros especializados na área da hematologia. A seleção das obras ocorreu a partir de palavras-chave relacionadas ao tema, como hemograma, tipo, classificação, causas e diagnóstico laboratorial das anemias.

Após a coleta do material, realizou-se uma leitura crítica e comparativa dos conteúdos, buscando identificar os principais conceitos, contribuições e abordagens sobre o papel do hemograma na detecção e classificação das anemias. Dessa forma, o estudo visa reunir e discutir informações relevantes que reforcem a importância desse exame como ferramenta essencial no diagnóstico clínico e laboratorial. 

3. DESENVOLVIMENTO

3.1 A COMPOSIÇÃO SANGUÍNEA 

O sangue é basicamente composto pelo plasma (porção líquida, não celular) e por elementos formados (células sanguíneas): eritrócitos (glóbulos vermelhos), leucócitos e plaquetas. Ele tem como principais funções transportar substâncias, defender o organismo e regular o equilíbrio interno (Bessa et.al, 2025).     

O plasma, por sua vez, é composto basicamente por água, sais, proteínas e nutrientes. Está envolvido no transporte de substâncias e na regulação da pressão osmótica, além de formar coágulos e influenciar a resposta imunológica do corpo. Os glóbulos vermelhos (RBC), são ricos em hemoglobina e são fundamentais para o transporte de oxigênio e dióxido de carbono. A hemoglobina é uma metaloproteína responsável por se ligar ao oxigênio (hemoglobina oxigenada) e ao CO₂ (carbamino-hemoglobina), mantendo essas ligações até serem liberadas em algum local do sistema venoso. Os níveis de hemoglobina dependem do sexo e da idade do paciente, sendo considerados baixos em mulheres adultas quando abaixo de 11,5 g/dL e em homens quando abaixo de 13,5 g/Dl (Tabela 1) (Bessa et.al, 2025; Naoum et.al, 2008).

Tabela 1: Valores de referência de hemoglobina em adultos.

Fonte: Adaptado de Bessa et.al, 2025.

Os leucócitos são classificados em diferentes tipos, como neutrófilos, basófilos, eosinófilos, monócitos e linfócitos e tem papéis distintos no sistema imunológico. Já as plaquetas são fragmentos celulares envolvidos diretamente na coagulação sanguínea e hemostasia (Francischetti et.al, 2010; Bessa et.al, 2025). Para adultos, os valores estão representados na Tabela 2:

Tabela 2: Valores de referência dos parâmetros da composição sanguínea.

Fonte: Adaptado de Bessa et.al, 2025.

A modificação desses parâmetros pode revelar eventos infecciosos, inflamatórios, imunológicos e hematológicos (Francischetti et.al, 2010; Bessa et.al, 2025).


3.2 ANEMIAS

Do ponto de vista etimológico, a palavra anemia tem origem grega, constituída pelo termo aima, na qual significa “sangue“, juntamente com o prefixo na, que expressa a ideia de ausência. Dessa junção surgiu o termo anaima, usado para designar a condição de alguém que apresenta “falta de sangue“. Segundo Naoum (2014) “Atualmente considera-se por anemia a constatação clínica e laboratorial de uma pessoa com valor de hemoglobina abaixo do esperado“. Tal redução leva a diminuição da capacidade do sangue em transportar oxigênio para os tecidos.

As causas, os sintomas e os tratamentos da anemia variam de acordo com suas classificações que podem ser laboratoriais e fisiopatológica. De acordo com as classificações laboratoriais, existem três tipos de anemias: normocítica/normocrômica, microcítica/hipocrômica e macrocítica (Nunes et.al, 2014; Naoum 2014; Royo, 2020).

3.2.1 Normocítica/normocrômica

Nesta classificação, temos um volume corpuscular médio dentro dos parâmetros normais, entre 80 e 100 fl, porém deve-se analisar as hemoglobinas, pois na anemia normocítica tem-se uma baixa concentração de hemácias e consequentemente hemoglobinas. Dessa forma, o corpo enfrenta uma deficiência de oxigênio devido à redução no número de glóbulos vermelhos, o que afeta a capacidade de transportar oxigênio para os tecidos e órgãos. Suas causas principais incluem hemorragias, infecções e início da deficiência de ferro. Os sintomas predominantes são cansaço, fadiga e fraqueza (Conrad, 2006; Naoum, 2014).

3.2.2 Microcítica/hipocrômica

Nesta tipologia, o volume corpuscular médio está abaixo de 80 fl e há uma diminuição na concentração de hemoglobina que estão dentro dos glóbulos vermelhos, fazendo com que o corpo não receba oxigênio suficiente para funcionar. Segundo Bessa et.al (2025) “A anemia ferropriva, também denominada como anemia causada pela deficiência de ferro ou anemia ferropênica, é um tipo de anemia na qual há uma carência no consumo e/ou assimilação de ferro pelo organismo”. Ela é considerada uma anemia microcítica/hipocrômica e tem como causadores fundamentais a má alimentação, a gravidez, as hemorragias, as cirurgias como a bariátrica e também os parasitoses/verminoses como a ancylostomaduodenale, a giárdia lamblia e o ascaris lumbricoides, que podem ocasionar pequenos sangramentos intestinais aumentando a perda e absorção do ferro e vitaminas, já que quanto maior for a quantidade de sangue consumida pelos parasitas, maior é a perda de ferro pelo organismo humano e menor é a sua absorção (Nunes et.al, 2014).

De acordo com Conrad (2006) “Ocasionalmente, eles se queixam de disfagia, unhas quebradiças, impotência, fadiga e cãibras nas panturrilhas ao subir escadas” além de sofrerem com a queda capilar, o que descreve alguns sintomas apresentados por pacientes dessa tipologia.

3.2.3 Macrocítica

Caracteriza-se por glóbulos vermelhos maiores do que o normal, com volume corpuscular médio acima de 100 fl. Essa alteração normalmente está associada a falta de vitaminas B12 e/ou ácido fólico, ambas são importantes para a formação de glóbulos vermelhos e sua ausência pode ocasionar sintomas como dificuldade de concentração, perda de propriocepção e sensação de queimação na língua. A deficiência de vitamina B12 de forma severa, pode comprometer a locomoção dos pacientes. (Conrad, 2006).

Tabela 3: Valores de referência e avaliação da anemia em ambos os sexos

Fonte: Machado, Malta e Bucal (2019)

3.3 COMPOSIÇÃO DO HEMOGRAMA 

O hemograma é um exame laboratorial essencial que avalia quantitativa e qualitativamente os componentes do sangue permitindo o diagnóstico de diversas condições, incluindo as anemias. Ele é constituído por três subdivisões, sendo eles o eritrograma, leucograma e contagem de plaquetas (Failace, 2015).

O eritrograma é parte do hemograma que avalia os eritrócitos e a hemoglobina. Ele é constituído por hemácias (Hm) – número total de glóbulos vermelhos por volume de sangue, representada por Hm x 106/mm3 (milhões por milímetro cúbico); hemoglobina (Hb) – essencial para o transporte de oxigênio, representada por g/dL (gramas por decilitro); hematócrito (Ht) – percentual do volume sanguíneo ocupado pelas Hm, representada por porcentagem (%); VCM – tamanho médio das hemácias, no qual é considerado um parâmetro de suma importância para a classificação das anemias, representada por fl; HCM – quantidade média de hemoglobina por hemácia, utilizada para avaliação da coloração das hemácias, representada por picogramas (pg); CHCM – concentração média de hemoglobina dentro das hemácias, representada por g/dL; e RDW – no qual mede a variação no tamanho das hemácias, representada por porcentagem (%) (Naoum et.al, 2008).

No leucograma analisam-se os glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo. Ele é constituído por contagem total de leucócitos (CTL) – representado por 103/mm3 e pela contagem diferencial de leucócitos (CDL). No CDL, pode-se obter os seguintes valores: neutrófilos, eosinófilos, basófilos, linfócitos e monócitos, que podem ser representados em % (valor relativo) e 103/mm3 (valor absoluto). A alteração desses valores pode indicar processos inflamatórios e/ou infecciosos (Failace, 2015; Naoum et.al, 2008).

Segundo Castro et.al (2006) “As plaquetas são fragmentos citoplasmáticos anucleados presentes no sangue“. Elas são fundamentais para a coagulação e atuam no processo de homeostasia. Quando estão alteradas, podem ocorrer distúrbios hemorrágicos ou trombócitos. 


3.4 A IMPORTÂNCIA DO HEMOGRAMA NO DIAGNÓSTICO CLÍNICO

O hemograma permite avaliar de forma detalhada os componentes do sangue e indicar alterações importantes que podem sugerir diversas manifestações clínicas. Referente a anemia, ele se torna ainda mais relevante, já que, através desta análise, que pode ser manual ou automatizada, é possível verificar os principais parâmetros hematológicos. Além disso, permite analisar com maior especificidade os índices hematimétricos, como o VCM (volume corpuscular médio) e HCM (hemoglobina corpuscular média), ambos de suma importância para detectar e classificar as anemias (Conrad, 2006; Naoum, 2014). 

Essa diferenciação é determinante, uma vez que orienta a investigação sobre as possíveis causas da anemia que podem incluir déficits nutricionais, doenças crônicas e alterações genéticas. Diante disso, o hemograma é crucial para o fornecimento de informações relevantes no diagnóstico e não se limita a um exame de rotina, mas se estabelece como uma ferramenta estratégica e confiável, de fácil acesso, baixo custo, amplamente utilizado no âmbito hospitalar e capaz de sustentar decisões clínicas fundamentadas, além de auxiliar os profissionais da saúde quanto ao tratamento eficaz da anemia (Bessa et.al, 2025; Naoum 2014). 

3.5 TRATAMENTO

O tratamento das anemias deve sempre ser direcionado à causa que levou à alteração dos parâmetros hematológicos, variando conforme sua classificação. Nas anemias microcíticas, geralmente relacionadas à deficiência de ferro, o tratamento baseia-se na reposição desse mineral por meio de suplementos orais ou intravenosos, além da investigação e correção de possíveis causas associadas, como perdas sanguíneas, dietas inadequadas ou distúrbios de absorção intestinal. Já nas anemias normocíticas, o enfoque terapêutico depende do fator desencadeante. Quando estão associadas a doenças crônicas, busca-se o controle da enfermidade de base, pois a correção isolada da anemia tende a ser ineficaz (Naoum, 2014; Hoffbrand et. al, 2017; Guyton et. al, 2021)

Em casos específicos, como anemias hemolíticas ou aplásicas, podem ser indicados tratamentos com corticoides, imunossupressores ou transfusões sanguíneas, conforme a gravidade do quadro. Nas anemias macrocíticas, frequentemente causadas pela deficiência de vitamina B12 ou ácido fólico, o tratamento consiste na reposição dessas vitaminas, por via oral ou injetável, e na correção de fatores associados, como alcoolismo, doenças hepáticas ou uso prolongado de certos medicamentos. De modo geral, a abordagem terapêutica das anemias requer uma avaliação criteriosa, visando não apenas restaurar os níveis hematológicos, mas tambémpromover o equilíbrio nutricional e metabólico do paciente, garantindo uma recuperação eficaz e duradoura (Naoum, 2014; Hoffbrandet. al 2017; Guyton et. al, 2021).

4. CONCLUSÃO

Pode-se concluir que o hemograma completo se consolida como um exame essencial e um dos principais instrumentos diagnósticos na prática clínica e laboratorial, desempenhando papel fundamental na detecção precoce e na classificação correta das anemias. Através da análise detalhada dos parâmetros hematológicos, é possível identificar alterações eritrocitárias que subsidiam o diagnóstico diferencial e conduzem para o tratamento adequado e quando associada ao conhecimento clínico do profissional, permite distinguir os diferentes tipos de anemias: microcíticas, normocíticas e macrocíticas; e compreender suas causas fisiopatológicas, contribuindo para uma conduta terapêutica mais direcionada e eficaz.

Nesse sentido, o hemograma revela-se não apenas como um exame de triagem, mas como uma ferramenta indispensável para a compreensão das alterações hematológicas que comprometem o transporte de oxigênio e a homeostase do organismo. Dessa forma, o presente estudo reforça a relevância do hemograma completo como método diagnóstico de ampla aplicabilidade, acessível e de baixo custo, cuja correta interpretação é determinante para a precisão do diagnóstico e para o sucesso das intervenções clínicas. Ademais, destaca-se a importância da capacitação contínua dos profissionais da saúde na leitura e correlação dos achados laboratoriais, de modo a assegurar um cuidado mais eficiente, seguro e baseado em evidências científicas.

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1Acadêmica do curso de Biomedicina, Faculdade UNA – Bom Despacho – MG. E-mail: nathaly.sjuly@outlook.com

2Acadêmica do curso de Biomedicina, Faculdade UNA – Bom Despacho – MG. E-mail:
pietraveloso07@gmail.com

3Acadêmica do curso de Biomedicina, Faculdade UNA – Bom Despacho – MG. E-mail:
sherenlarissa@gmail.com

4Docente do curso de Biomedicina, Faculdade UNA – Bom Despacho – MG. E-mail:flavia.mesquita@ulife.combr