A IMPORTÂNCIA DA FISIOTERAPIA PÉLVICA NA GESTAÇÃO: REVISÃO INTEGRATIVA

THE IMPORTANCE OF PELVIC FLOOR PHYSIOTHERAPY DURING PREGNANCY: AN INTEGRATIVE REVIEW

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202510131618


Elyara Bruschi1
Franciele Graminha de Albuquerque2
Débora Dei Tos3


RESUMO

A gestação provoca alterações anatômicas, hormonais e neuromusculares que impactam a funcionalidade do assoalho pélvico, predispondo a disfunções urinárias, fecais e sexuais, além de dor lombopélvica. A fisioterapia pélvica atua de forma preventiva e terapêutica, por meio de exercícios específicos, treinamento postural e conscientização corporal, promovendo a saúde integral da gestante. Esta revisão integrativa objetivou analisar os efeitos da fisioterapia pélvica durante a gestação, considerando seus benefícios preventivos, terapêuticos e funcionais. Foram selecionados estudos publicados entre 2018 e 2023, incluindo ensaios clínicos, revisões sistemáticas e integrativas. Os resultados indicam que a intervenção fisioterapêutica reduz a incidência de disfunções do assoalho pélvico, melhora a dor lombopélvica, favorece o preparo para o parto e acelera a recuperação pós-parto. Além disso, promove benefícios psicológicos, como redução da ansiedade e aumento da autoconfiança. Apesar dos resultados positivos, ainda há necessidade de estudos clínicos randomizados com protocolos padronizados. Conclui-se que a Fisioterapia pélvica constitui estratégia essencial para otimizar a função do assoalho pélvico e a qualidade de vida da gestante, sendo recomendada como parte integrante do acompanhamento pré-natal.

Palavras-chave: Assoalho pélvico; Fisioterapia pélvica; Gestação; Saúde da mulher.

ABSTRACT

Pregnancy induces anatomical, hormonal, and neuromuscular changes that affect pelvic floor functionality, predisposing women to urinary, fecal, and sexual dysfunctions, as well as low back pain. Pelvic floor physiotherapy acts preventively and therapeutically through specific exercises, postural training, and body awareness, promoting overall maternal health. This integrative review aimed to analyze the effects of pelvic floor physiotherapy during pregnancy, considering its preventive, therapeutic, and functional benefits. Studies published between 2018 and 2023 were selected, including clinical trials, systematic reviews, and integrative reviews. Results indicate that physiotherapeutic interventions reduce pelvic floor dysfunction incidence, improve low back pain, support labor preparation, and accelerate postpartum recovery. Moreover, they provide psychological benefits, such as reduced anxiety and increased self-confidence. Despite positive outcomes, further randomized clinical trials with standardized protocols are needed. In conclusion, pelvic floor physiotherapy is an essential strategy to optimize pelvic floor function and maternal quality of life and should be incorporated into prenatal care programs.

Keywords: Pelvic floor; Pelvic floor Physiotherapy; Pregnancy; Women’s health.

INTRODUÇÃO

A gestação é um processo fisiológico complexo que provoca intensas transformações anatômicas, biomecânicas, hormonais e neuromusculares no corpo da mulher, com o objetivo de permitir o desenvolvimento fetal e preparar o organismo para o parto. Essas alterações, embora naturais, podem impactar negativamente a função do assoalho pélvico (AP) — um conjunto de músculos, ligamentos e fáscias responsáveis pela sustentação dos órgãos pélvicos (bexiga, útero e reto), além de desempenhar papel essencial na continência urinária e fecal, estabilidade postural e função sexual (BO; FRAWLEY, 2020).

Durante a gestação, ocorre o aumento significativo da pressão intra-abdominal devido ao crescimento uterino e ao ganho ponderal, o que impõe uma sobrecarga contínua sobre a musculatura do assoalho pélvico (FERREIRA et al., 2021). Paralelamente, a ação de hormônios como relaxina, progesterona e estrogênio promove a laxidão ligamentar e a alteração das propriedades biomecânicas dos tecidos conjuntivos, reduzindo a rigidez e o tônus muscular (MARTINS; LOPES; SANTOS, 2020). Essa combinação de fatores resulta em maior distensibilidade e menor resistência muscular, predispondo à incontinência urinária, prolapsos genitais e dor pélvica (BO; HAYLEN, 2019).

Do ponto de vista biomecânico, as adaptações posturais durante a gestação — como o aumento da lordose lombar, anteversão pélvica e deslocamento do centro de gravidade — modificam o alinhamento corporal e a distribuição de cargas sobre a pelve e a coluna lombar (PEREIRA et al., 2019). Tais ajustes, embora necessários para equilibrar o crescimento abdominal, elevam a tensão sobre a musculatura estabilizadora, incluindo o transverso do abdome, os músculos multífidos e o próprio assoalho pélvico, que atuam de forma sinérgica para garantir estabilidade lombo-pélvica (SOUZA; COSTA; LIMA, 2021).

Sob o aspecto neuromuscular, há também modificações na coordenação motora e na propriocepção do assoalho pélvico. O alongamento progressivo das fibras musculares pode reduzir a eficiência das contrações voluntárias, especialmente das fibras do tipo I (tônicas), responsáveis pelo suporte postural e manutenção da continência (SILVA et al., 2022). Além disso, estudos com eletromiografia mostram que gestantes apresentam redução da atividade elétrica basal e atraso na ativação muscular perineal, o que evidencia a importância de intervenções fisioterapêuticas precoces voltadas à reeducação neuromuscular (CARVALHO; PINTO; OLIVEIRA, 2023).

A fisioterapia pélvica tem como principal objetivo preservar e restaurar a função muscular do assoalho pélvico, prevenindo disfunções e promovendo o bem-estar materno. As estratégias de tratamento incluem exercícios específicos de fortalecimento e relaxamento muscular, treinamento proprioceptivo e respiratório, biofeedback eletromiográfico, eletroestimulação funcional, além de educação postural e comportamental (SANTOS et al., 2021). O treinamento dos músculos do assoalho pélvico (TMAP) tem demonstrado eficácia na melhora do controle urinário, na redução da dor lombopélvica e na preparação para o parto, por favorecer maior consciência corporal e resistência muscular (OLIVEIRA; RIBEIRO; TEIXEIRA, 2019).

Diversos estudos evidenciam que gestantes que realizam fisioterapia pélvica apresentam menor prevalência de incontinência urinária e fecal, melhor recuperação perineal no pós-parto, redução da dor lombar e melhor desempenho durante o trabalho de parto (FRAWLEY et al., 2020; PEREIRA et al., 2022). Além disso, há evidências de que a prática regular dos exercícios perineais melhora a vascularização local e estimula a elasticidade tecidual, o que contribui para a prevenção de lacerações e episiotomias (SILVEIRA et al., 2023).

Dessa forma, a fisioterapia pélvica representa uma estratégia fundamental para a promoção da saúde materna e para a prevenção de complicações obstétricas e musculoesqueléticas. Ao compreender os mecanismos biomecânicos e neuromusculares que ocorrem durante a gestação, o fisioterapeuta pode planejar intervenções específicas e individualizadas, favorecendo uma gestação mais segura e funcional.

Assim, o presente estudo tem como objetivo analisar, por meio de uma revisão integrativa da literatura, a importância da fisioterapia pélvica durante a gestação, destacando seus efeitos preventivos, terapêuticos e funcionais, bem como sua contribuição para a saúde global e a qualidade de vida da mulher gestante.

METODOLOGIA

Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada por meio de busca nas bases de dados SciELO, PubMed e LILACS, considerando publicações de 2018 a 2023, nos idiomas português e inglês. Foram utilizados os descritores: “assoalho pélvico”, “fisioterapia pélvica”, “gestação” e “saúde da mulher”.

Seleção dos Estudos

Após a remoção de duplicatas, foram identificados 212 artigos. A triagem inicial, baseada na leitura de títulos e resumos, resultou na exclusão de 97 estudos que não atendiam aos critérios de inclusão, que consideravam: ensaios clínicos, revisões sistemáticas ou integrativas sobre fisioterapia pélvica durante a gestação, publicados nos idiomas selecionados e dentro do período estipulado. Estudos fora do tema, em idiomas não selecionados ou fora do período estipulado foram excluídos.

Na avaliação de elegibilidade dos textos completos, 18 artigos foram analisados. Desses, 5 foram excluídos por não atenderem aos critérios de qualidade metodológica ou por não apresentarem dados relevantes para a temática proposta. Assim, 13 estudos foram incluídos na síntese qualitativa final.

Síntese dos Dados

A análise dos estudos incluídos foi realizada de forma temática, agrupando os resultados em categorias relacionadas aos efeitos preventivos, terapêuticos e funcionais da fisioterapia pélvica durante a gestação. A síntese qualitativa permitiu identificar padrões e evidências consistentes, contribuindo para uma compreensão abrangente do impacto da intervenção fisioterapêutica na saúde das gestantes.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A análise dos estudos selecionados evidenciou que a fisioterapia pélvica desempenha um papel fundamental durante a gestação, tanto na prevenção de disfunções quanto na promoção da funcionalidade e qualidade de vida materna. Os resultados foram organizados em quatro eixos principais: Prevenção de disfunções do assoalho pélvico; Controle e redução da dor lombopélvica; Preparo para o parto e recuperação pós-parto; e Benefícios psicossociais e melhoria da qualidade de vida.

Prevenção de disfunções do assoalho pélvico

Diversos estudos demonstram que os exercícios para o assoalho pélvico realizados durante a gestação reduzem significativamente a incidência de incontinência urinária e fecal, bem como o risco de prolapso dos órgãos pélvicos (BO; FRAWLEY, 2020; CARVALHO; PINTO; OLIVEIRA, 2023). A prática regular desses exercícios fortalece as fibras musculares do tipo I (tônicas) e do tipo II (fásicas), responsáveis, respectivamente, pela sustentação dos órgãos pélvicos e pelo controle rápido da continência (MARTINS et al., 2021).

De acordo com estudo de Silva et al. (2022), gestantes que participaram de programas supervisionados de fisioterapia pélvica apresentaram redução de até 60% nos episódios de incontinência urinária em comparação às que não realizaram treinamento. Além disso, o fortalecimento do assoalho pélvico promove melhora da vascularização local, elasticidade tecidual e consciência corporal, elementos essenciais para o equilíbrio funcional durante o período gestacional (FERREIRA; PEREIRA; RODRIGUES, 2021).

Esses achados confirmam que a fisioterapia pélvica deve ser incorporada de forma sistemática no pré-natal fisioterapêutico, atuando preventivamente antes do aparecimento de sintomas. O enfoque preventivo é mais efetivo e seguro do que a reabilitação tardia, uma vez que evita o enfraquecimento muscular e facilita o retorno funcional no pós-parto (SOUZA; COSTA; LIMA, 2021).

Controle e redução da dor lombopélvica

A dor lombopélvica é uma das queixas mais comuns entre gestantes, afetando de 45% a 70% das mulheres, e está associada ao aumento da lordose lombar, instabilidade pélvica e fraqueza dos músculos estabilizadores profundos (OLIVEIRA; TEIXEIRA; LOPES, 2020). A fisioterapia pélvica, ao atuar na reeducação postural, no fortalecimento do assoalho pélvico e do core, e na conscientização respiratória, contribui diretamente para a diminuição da dor e melhora da estabilidade (SILVEIRA et al., 2023).

Em um ensaio clínico randomizado, Pereira et al. (2022) verificaram que gestantes submetidas a um protocolo de exercícios pélvicos e respiratórios apresentaram redução significativa na intensidade da dor lombar e melhora na capacidade funcional após seis semanas de intervenção. A integração entre o treinamento do assoalho pélvico e a ativação do transverso do abdome mostrou-se essencial para o controle postural e equilíbrio pélvico, confirmando o papel sinérgico desses músculos na estabilidade lombo-pélvica (SOUZA; COSTA; LIMA, 2021).

Além do efeito analgésico, a fisioterapia pélvica contribui para a prevenção da hipermobilidade articular, reduzindo o desconforto nas articulações sacroilíacas e púbicas, frequentemente sobrecarregadas durante o avanço gestacional (BO; HAYLEN, 2019).

Preparo para o parto e recuperação pós-parto

Outro aspecto amplamente destacado na literatura refere-se ao papel da fisioterapia pélvica no preparo para o parto e no processo de recuperação puerperal. O treinamento perineal durante a gestação aumenta o controle muscular consciente, melhora a coordenação entre respiração e contração perineal e favorece um trabalho de parto mais eficiente e menos doloroso (SANTOS et al., 2021).

Estudo de Frawley et al. (2020) demonstrou que gestantes que realizaram fisioterapia pélvica apresentaram menor duração do segundo estágio do trabalho de parto e redução da taxa de episiotomia. Além disso, a educação fisioterapêutica auxilia a mulher na adoção de posturas adequadas durante o parto, na percepção corporal e no relaxamento pélvico, o que contribui para uma experiência mais positiva e segura (OLIVEIRA; RIBEIRO; TEIXEIRA, 2019).

No pós-parto, a fisioterapia pélvica é igualmente relevante, pois acelera a recuperação funcional do assoalho pélvico, restabelecendo o tônus muscular, a continência e a função sexual, além de prevenir complicações como dor perineal e dispareunia (CARVALHO; PINTO; OLIVEIRA, 2023). Assim, o acompanhamento fisioterapêutico contínuo — do pré-natal ao puerpério — constitui uma abordagem integral à saúde da mulher

Benefícios psicossociais e qualidade de vida

Além dos efeitos fisiológicos, os estudos analisados apontam impactos positivos da fisioterapia pélvica sobre aspectos emocionais e psicossociais da gestante. A melhora da autoconfiança corporal, da percepção de controle sobre o próprio corpo e da autoestima contribui para uma gestação emocionalmente mais equilibrada (SILVEIRA et al., 2023).

Pesquisas qualitativas destacam que mulheres que participam de programas de fisioterapia pélvica relatam redução da ansiedade e do medo do parto, além de maior satisfação com a vivência gestacional (FERREIRA et al., 2021). Tais resultados reforçam a importância de considerar a fisioterapia não apenas sob o prisma biomecânico, mas também como estratégia de promoção global da saúde e do bem-estar feminino.

CONCLUSÃO

O presente estudo evidenciou que a fisioterapia pélvica desempenha papel essencial durante a gestação, atuando de forma preventiva e terapêutica na manutenção da funcionalidade do assoalho pélvico e na promoção da saúde integral da mulher. As evidências apontam que a intervenção fisioterapêutica contribui significativamente para a prevenção de disfunções urinárias, fecais e sexuais, além de reduzir a dor lombo pélvica, favorecer o preparo físico e emocional para o parto e acelerar a recuperação puerperal.

Além dos benefícios físicos, a fisioterapia pélvica apresenta impacto positivo sobre o bem-estar psicológico e a qualidade de vida da gestante, promovendo maior autoconfiança, consciência corporal e redução da ansiedade relacionada ao parto. Assim, reforça-se a necessidade da inclusão do fisioterapeuta pélvico nas equipes multiprofissionais de atenção pré-natal, garantindo um cuidado integral, humanizado e baseado em evidências científicas.

Contudo, observa-se que ainda há escassez de ensaios clínicos randomizados e falta de padronização dos protocolos de intervenção, o que limita a generalização dos resultados. Recomenda-se que futuras pesquisas explorem modelos de intervenção mais específicos, de longo prazo e com amostras representativas, a fim de fortalecer o corpo de evidências sobre a eficácia da fisioterapia pélvica durante a gestação.

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1Discente do Centro Universitário Ingá. E-mail: elyarabruchi25@gmail.com
2Discente do Centro Universitário Ingá. E-mail: graminhafranciele@gmail.com
3Docente do Centro Universitário Ingá. E-mail: prof.deboradeitos@uninga.edu.br