REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202511290805
Réverton Pires Rodrigues
Yutieres Alves da Silva Barbosa
Soraya Cinthia Silva Souza
Ana Paula Pains Ferreira
Orientadora: Elaine Cristina dos Santos*
RESUMO
A obesidade infantil vem se tornando um dos principais desafios da saúde pública, resultado de mudanças nos hábitos alimentares, do sedentarismo e do tempo excessivo em frente às telas. Este estudo tem como objetivo compreender como a Educação Física escolar pode contribuir para a prevenção desse problema, considerando seus aspectos pedagógicos e sociais. Trata-se de uma revisão bibliográfica descritiva, baseada em artigos científicos publicados entre 2020 e 2024, além de dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e de instituições brasileiras. Os estudos analisados mostram que as aulas de Educação Física, quando valorizam o movimento, o brincar e a inclusão, ajudam as crianças a desenvolverem hábitos saudáveis, melhorarem o convívio social e compreenderem a importância da atividade física para o bem-estar. Também ficou evidente a necessidade de parceria entre escola, família e comunidade, junto a políticas públicas que estimulem a prática regular de atividades físicas. Conclui-se que a Educação Física é uma aliada essencial na formação de uma infância mais ativa, equilibrada e saudável.
Palavras-chave: Educação Física. Obesidade Infantil. Saúde Escolar. Prevenção. Hábitos Saudáveis.
ABSTRACT
Childhood obesity has become one of the main public health challenges, resulting from changes in eating habits, sedentary behavior, and excessive screen time. This study aims to understand how school Physical Education can contribute to preventing this issue, considering both its pedagogical and social aspects. It is a descriptive literature review, based on scientific articles published between 2020 and 2024, as well as data from the World Health Organization (WHO) and Brazilian institutions. The reviewed studies show that Physical Education classes, when they value movement, play, and inclusion, help children develop healthy habits, improve social interaction, and recognize the importance of physical activity for overall well-being. The findings also highlight the need for collaboration among schools, families, and communities, together with public policies that encourage regular physical activity. It is concluded that Physical Education is an essential ally in promoting a more active, balanced, and healthy childhood.
Keywords: Physical Education. Childhood Obesity. School Health. Prevention. Healthy Habits.
1. INTRODUÇÃO
A obesidade infantil tem se tornado um problema crescente de saúde pública nos últimos anos. O aumento do número de crianças acima do peso está diretamente relacionado às mudanças nos hábitos de vida, como o excesso de tempo em frente às telas, a alimentação inadequada e a diminuição da prática de atividades físicas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2023), aproximadamente uma em cada três crianças apresenta excesso de peso, evidenciando a urgência de ações preventivas e educativas voltadas para esse público.
Nesse cenário, a Educação Física escolar assume um papel fundamental, pois vai muito além da simples execução de exercícios. Ela representa um espaço de aprendizagem, conscientização e formação de hábitos saudáveis desde a infância. Por meio das aulas, as crianças têm a oportunidade de vivenciar diferentes práticas corporais, compreender a importância da atividade física e desenvolver o gosto pelo movimento, o que contribui de forma direta para a prevenção da obesidade. Além disso, a atuação do professor de Educação Física é essencial para orientar, motivar e promover um ambiente de inclusão, cooperação e respeito, favorecendo o desenvolvimento integral do aluno (BRASIL, 2022).
Dessa forma, compreender como a Educação Física escolar contribui para a prevenção da obesidade infantil torna-se fundamental para reconhecer sua função pedagógica e social no enfrentamento desse problema de saúde pública. A relevância científica do tema está na relação comprovada entre a prática regular de atividades físicas e a redução dos índices de obesidade, bem como na formação de comportamentos saudáveis que podem se estender por toda a vida. A Educação Física, portanto, é uma aliada tanto da saúde pública quanto da educação, ao oferecer intervenções que unem movimento, aprendizado e conscientização (ROCHA et al., 2024).
Dessa forma, este estudo busca compreender de que maneira a Educação Física escolar contribui para a prevenção da obesidade infantil, analisando suas práticas pedagógicas, seu impacto no desenvolvimento físico e social das crianças e sua importância na promoção de uma vida mais ativa, equilibrada e saudável.
2. OBESIDADE INFANTIL
2.1 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS PARA IDENTIFICARMOS A OBESIDADE INFANTIL
O tema da obesidade infantil é preocupante em nível global. No Brasil, segundo o IBGE, uma em cada três crianças de cinco a nove anos está acima do peso. Culturalmente, o corpo “gordinho” ainda é visto como sinal de saúde, mas é necessário desconstruir essa visão.
A obesidade infantil é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, responsável por várias complicações à saúde (MENEZES; VASCONCELOS, 2021), realizaram um estudo para analisar a representação social da obesidade. |Os instrumentos de pesquisa utilizados foram um questionário sociodemográfico, elaborado por meio de estatísticas descritivas realizadas no software SPSS e Técnica de Associação Livre de palavras a partir do estímulo “Obesidade”, elaborado por meio de uma análise prototípica no software Iramuteq. A análise revelou que o aspecto mais comum que causa a obesidade é a má alimentação.
A Obesidade também pode causar doenças crônicas, como diabetes tipo 2, hipertensão e problemas respiratórios, além de afetar a saúde mental e emocional.
Os principais sinais de alerta incluem ganho de peso acelerado, cansaço, dores articulares, manchas escuras no pescoço, apneia do sono e roupas que deixam de servir rapidamente. O diagnóstico é feito com base no Índice de Massa Corporal (IMC) para idade e sexo, conforme parâmetros da OMS.
2.2 FAIXA ETÁRIA DAS CRIANÇAS MAIS AFETADAS COM A OBESIDADE
No Brasil, estima-se que cerca de 6,4 milhões de crianças apresentem excesso de peso e que 3,1 milhões já convivam com a obesidade. Entre as crianças de 5 a 9 anos acompanhadas pelo SUS, 13,2% são obesas; entre as menores de 5 anos, o índice é de 7%. Já na adolescência, faixa que vai de 10 a 19 anos, a prevalência chega a 20%. Esses números evidenciam um problema crescente, alimentado por mudanças no padrão alimentar, pela redução das atividades físicas e pelo impacto da pandemia de Covid-19, que intensificou o sedentarismo e alterou a rotina de muitas famílias.
Contudo, quando se observa a literatura científica, percebe-se que esses dados variam conforme o método e o contexto estudado. Uma revisão sistemática realizada por Leal et al. (2021) encontrou uma prevalência média de 8,2% de obesidade infantil em estudos brasileiros, com diferenças entre meninos (9,7%) e meninas (7,3%). Já Souza e Carvalho (2022) destacam índices mais altos em regiões urbanas e em famílias de maior poder aquisitivo, o que revela que fatores socioeconômicos também influenciam diretamente o problema.
Enquanto Santos e Machado (2020) destacam a dimensão biológica da obesidade — como predisposição genética e alterações metabólicas —, Pereira e Silva (2021) chamam atenção para o papel pedagógico da escola, entendendo-a como espaço fundamental para a formação de hábitos alimentares saudáveis e para a conscientização sobre o corpo e a saúde. Essa diferença de enfoque revela que o fenômeno não pode ser compreendido apenas sob um viés fisiológico ou comportamental, mas como resultado de uma interação complexa entre biologia, ambiente e cultura.
De modo geral, os estudos convergem em apontar que as faixas etárias de 5 a 9 anos e de 10 a 19 anos concentram os maiores índices de obesidade infantil. Isso sugere que a adolescência representa uma fase crítica, em que mudanças hormonais, maior autonomia nas escolhas alimentares e influência do meio social tornam os jovens mais vulneráveis ao ganho de peso. Assim, as intervenções preventivas precisam começar antes da adolescência, envolvendo tanto a família quanto a escola.
3. FATORES DETERMINANTES DA OBESIDADE INFANTIL
A obesidade infantil afeta a saúde física, emocional e social das crianças. Entre as doenças físicas, destacam-se: diabetes tipo 2, hipertensão, dislipidemias, apneia do sono e problemas ortopédicos (SANTOS; MACHADO, 2020). A prática regular de atividades físicas pode ajudar a mudar esse cenário. Caminhadas em família, brincadeiras que envolvem movimento e esportes como futsal, dança ou natação tornam o exercício parte natural do dia a dia da criança, fortalecendo o corpo e incentivando hábitos mais saudáveis.
As consequências psicossociais incluem baixa autoestima, ansiedade, depressão e isolamento social, reforçando um ciclo que aumenta o sedentarismo e o ganho de peso. Por isso, a prevenção também deve envolver os pais, por meio de ações como reuniões orientativas sobre preparo de refeições caseiras mais saudáveis, criação de rotinas familiares de refeições sem telas e pactos semanais para reduzir o consumo de ultraprocessados em casa. Além disso, os responsáveis podem participar de oficinas sobre como incentivar atividade física no cotidiano da criança. De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde, o envolvimento ativo da família é fundamental para consolidar hábitos alimentares saudáveis e prevenir a obesidade infantil.
4. EDUCAÇÃO FÍSICA NA PREVENÇÃO DA OBESIDADE INFANTIL
4.1 INCENTIVO À PRÁTICA DE ATIVIDADES FÍSICAS
A Educação Física é essencial na prevenção da obesidade infantil, promovendo o gasto calórico, a socialização e o desenvolvimento motor. Por meio de jogos, esportes e atividades lúdicas, estimula-se o prazer pelo movimento e a conscientização sobre o corpo e a saúde.
Entretanto, é fundamental que as atividades sejam adequadas à faixa etária e orientadas por profissionais qualificados para evitar lesões e sobrecargas.
Todos nós devemos estimular nossas crianças a praticarem atividades físicas, mesmo que sejam brincadeiras de correr. Pois assim o corpo começa a queimar calorias, melhoras na respiração, circulação e vários outros benefícios. Todos nós como seres humanos fomos feitos para ficar em atividade. Porém algumas pessoas por vários motivos se encontram em uma situação que não conseguem sair de casa, e cabe a cada um de nós ajudar a sair dessa situação. Seja com uma simples caminhada.
4.2 O PAPEL DA EDUCAÇÃO FÍSICA EM COMBATE A OBESIDADE INFANTIL NO CAMPO PEDAGÓGICO E SOCIAL
A Educação Física escolar tem papel fundamental na prevenção da obesidade infantil, pois contribui para a formação de hábitos saudáveis e para o desenvolvimento integral da criança. Segundo Darido e Rangel (2005), ela deve ser compreendida como um componente curricular formativo, que vai além da prática esportiva e promove valores, atitudes e conhecimentos sobre o corpo e o movimento.
De acordo com Betti (2012), o ensino da Educação Física deve privilegiar metodologias ativas e o aspecto lúdico, utilizando jogos cooperativos, projetos interdisciplinares e atividades que envolvam prazer e participação. Experiências como o projeto Movimenta Escola, que integra aulas físicas e oficinas de alimentação saudável, mostram que a união entre prática corporal e educação nutricional traz bons resultados.
Na visão de Kunz (1994), é essencial adotar uma abordagem crítica, que ajude os alunos a refletirem sobre o sedentarismo e o culto à aparência, compreendendo o corpo também como expressão e identidade social. Assim, a Educação Física atua não apenas na dimensão biológica, mas também na formação cidadã.
A família deve complementar esse trabalho, incentivando atividades ao ar livre e reduzindo o tempo de tela. Contudo, como alerta Tani (2002), muitas escolas enfrentam desafios como falta de infraestrutura, materiais e tempo na grade curricular, o que limita o alcance das ações pedagógicas.
Por fim, políticas públicas que garantam espaços seguros e acessíveis para o lazer e o esporte são essenciais. Barbosa et al. (2022) reforçam que o enfrentamento da obesidade infantil exige uma ação conjunta entre escola, família e comunidade, tornando a Educação Física um instrumento pedagógico e social de transformação.
4.3 PRÁTICAS CORPORAIS RECOMENDADAS PARA REDUÇÃO DOS IMPACTOS DA OBESIDADE INFANTIL
Entre as práticas corporais mais recomendadas para a redução dos impactos da obesidade infantil destacam-se caminhadas, corridas leves, natação, ciclismo, esportes coletivos e atividades rítmicas, como a dança. Tais práticas podem ser operacionalizadas por meio de sessões estruturadas de caminhada em ambiente escolar, percursos supervisionados de bicicleta, aulas regulares de natação e participação orientada em modalidades como futsal ou voleibol.
Essas intervenções contribuem para o aumento do gasto energético, melhora do condicionamento cardiorrespiratório e desenvolvimento de competências psicossociais, como cooperação, autorregulação e engajamento motor. Para garantir segurança e efetividade, recomenda-se acompanhamento profissional qualificado, assegurando adequação à faixa etária e aos limites individuais da criança (BRASIL, 2021).
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A Educação Física exerce papel fundamental na prevenção da obesidade infantil, promovendo hábitos de vida saudáveis e contribuindo para o desenvolvimento integral da criança. O ambiente escolar é um espaço privilegiado para o ensino de práticas corporais, a conscientização sobre alimentação equilibrada e o estímulo à vida ativa.
A atuação do professor deve ir além do ensino técnico dos esportes, envolvendo orientação, motivação e apoio psicossocial. O combate à obesidade infantil requer o engajamento conjunto de escola, família e comunidade, aliado a políticas públicas que garantam oportunidades de prática esportiva e alimentação saudável.
6. REFERÊNCIAS
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*Graduação em Educação Física, Pedagogia, Farmácia e Bioquímica. Especialização em Educação Física Escolar. Especialização em Farmacologia Clínica. Mestrando em Tecnologias Emergentes em Educação pela Must University. E-mail: elainesantos28541@student.mustedu.com.
