A GESTÃO DA SÍNDROME DE BURNOUT EM PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM QUE ATUAM EM PRONTO-SOCORRO E UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202509051405


Miriam Nascimento de Assis
 Orientadora: Prof.ª. Diala Alves de Sousa


RESUMO 

A  síndrome  de  burnout  é  um  distúrbio  mental  causado  pela  exaustiva  rotina  de  trabalho  sobrecarregando  o  emocional  e  físico.  O  gerenciamento  dos  profissionais  sobre  essa  síndrome  na  equipe  de  enfermagem  da  unidade  do  pronto  atendimento  do  Pronto  Socorro  e  da  Unidade  Terapia  Intensiva,  é  demonstrar  se  há  uma  estratégia  eficaz  para  preservar  o  bem-estar  dos  profissionais,  pois  uma  boa  gestão  resulta  em  um  bom  atendimento aos pacientes e ótimos resultados. 

Serão  analisados  neste  artigo  os  impactos  que  a  síndrome  de  burnout  causa  e  os  meios  de  resolução  que  podem  ser  adotadas  pelas  unidade  de  terapia  intensiva  e  pronto  socorro  para  combater  esse  distúrbio  que  afeta  milhares  de  profissionais  na  área  da  saúde  e  de  uma  maneira  silenciosa  sendo  difícil  para  ser  identificado,  portanto  é  necessário  ter  cuidados  multiprofissionais  para  aqueles  que  apresentam  sintomas  dessa  síndrome  e  buscar  maneiras  para  que  todos  tenham  o  acesso  a  cuidados  profissionais  para  não  resultar  em algo negativo tanto para a pessoa quanto para todos ao redor. 

Descritores:  síndrome de burnout, profissionais, equipe de enfermagem. 

ABSTRACT 

Burnout  syndrome  is  a  mental  disorder  caused  by  the  exhausting  work  routine  that  overloads  the  emotional  and  physical.  The  management  of  professionals  on  this  syndrome  in  the  nursing  team  of  the  emergency  care  unit  of  the  Emergency  Room  and  the  Intensive  Care  Unit,  is  to  demonstrate  whether  there  is  an  effective  strategy  to  preserve  the  well-being  of professionals, because good management results in good patient care and great results. 

This  article  will  analyze  the  impacts  that  the  syndrome  causes  and  the  means  of  resolution  that  can  be  adopted  by  health  units  to  combat  this  disorder  that  has  affected  thousands  of  professionals  in  the  health  area  and  in  a  silent  way  being  difficult  to  be  identified,  thus  it  is  necessary  to  have  psychological  care  for  those  who  are  presented  with  symptoms  of  this  syndrome  and  seek  ways  for everyone  to  have  access  to  professional  care  so as not to result in something negative both for the person and everyone around.

Descriptors:  Burnout syndrome, professionals, nursing.

INTRODUÇÃO 

A  complexa  interação  entre  corpo  e  mente,  que  forma  a  unidade  do  ser  humano,  é  a  base  para  sua  saúde  e  bem-estar.  No  entanto,  a  rotina  contemporânea,  marcada  pelo  estresse,  agitação  e  preocupações  incessantes,  atua  como  uma  fonte  constante  de  perturbações,  levando  ao  desenvolvimento  de doenças  psicossomáticas  e  distúrbios  psicossociais.  Para Arantes  (2016) ,  médica  geriatra e  autora  do   livro  “A  Morte  é  um  dia que  vale  a  pena  viver”,  a  vida   não  é  um  interruptor  que  ligamos ou   desligamos  conforme  a  conveniência.  A autora   alerta  que  a  negligência  com  o  próprio  existir, ao   viver no  “modo   automático”,  reflete  a  falta de  compromisso  com  o  presente  e   a  crença  ilusória  na eternidade,  o   que potencializa  o   sofrimento mental. 

Nesse  contexto,  o  ambiente  de  trabalho  emerge  como  um  fator  decisivo  para  a  saúde  psíquica.  A  forma  como  o  trabalho  é  organizado  pode  ter  um  impacto  profundo,  especialmente  em  profissões  de  alta  demanda,  como  a  enfermagem  em  unidades  de  terapia  intensiva  (UTI)  e  pronto-socorros.  Nesses  setores,  a  exposição  contínua  a  situações  de  extrema  vulnerabilidade,  a  sobrecarga  de  trabalho  e  a  responsabilidade  por  vidas  humanas  criam  um  terreno  fértil  para  o  surgimento  de  exaustão  e  sofrimento.  A  organização  institucional  e  a  cultura  laboral,  muitas  vezes  centradas  na  eficiência  e  na  produtividade,  podem  negligenciar  o  bem-estar  dos  profissionais, intensificando a pressão e o desgaste emocional. 

É  nesse  cenário  que  a  Síndrome  de  Burnout  se  manifesta  com  maior  frequência,  atingindo  de  forma  alarmante  os  profissionais  de  enfermagem  que  atuam  nessas  unidades.  A  escolha  deste  tema  se  justifica  pelos  elevados  índices  de  burnout  observados  especificamente  nessas  áreas,  o  que  sinaliza  a  urgência  de  uma  abordagem  sistêmica.  Este  estudo,  portanto,  tem  como  objetivo  analisar  a  gestão  do  ambiente  de  trabalho  na  área  da  saúde,  visando  não  apenas  à  melhoria  das  condições  laborais,  mas  também  à  ênfase  em  estratégias  eficazes  de  prevenção  e  aprimoramento  da  saúde  mental  desses  profissionais.  Compreender  a  influência  da  organização  institucional  e  da  cultura  laboral  sobre  o  bem-estar  psicológico  e  emocional  é  o  primeiro  passo  para  construir  um  ambiente  mais  saudável,  que  valorize e proteja a principal força de trabalho da saúde. 

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 

 Síndrome de Burnout-Conceito 

A  síndrome  de  burnout  é  uma  característica  depressiva  causada  pela  exaustão  física  e  mental,  o  termo  foi  criado  por  Herbert  Freudenberger  médico  psicanalista  no  ano  de  (1970),  quando  descreveu  um  processo  de  “queimadura  interna”  causada  pelo  esgotamento  e  esforço  excessivos,  ele  complementou  seus  estudos  entre  1975  e  1977  sobre  comportamentos  de  fadiga,  depressão,  irritabilidade,  aborrecimento,  perda  de  motivação,  sobrecarga  de  trabalho,  rigidez  e  inflexibilidade  (Freudenberger,  1974;  França,  1987;  Perlman  e  Hartman,  1982),  e  ao  examinar  pessoas  com  burnout  notou  que  ocorria  um  padrão  entre  as  más  escolhas  e as boas intenções. 

Foi  reconhecida  como  doença  ocupacional  pela  Organização  Mundial  de  Saúde  (OMS,2022).  Os  profissionais  especializados  apontaram  que  a  condição  apresentava  dificuldades  para  ser  reconhecida  e  não  há  uma  atenção  devida  para  fiscalizar  e  punir  efetivamente  os  envolvidos,  direta  ou  indiretamente.  Alega  que  a  doença  é  resultado  do  ambiente  laboral  e  não  do  indivíduo,  o  que  dificulta  o  reconhecimento  direto  da  síndrome,  cujos  sintomas  são  desenvolvidos  pelas  pessoas diagnosticadas. 

Uma  pesquisa  realizada  pela  International  Stress  Management  Association  (Isma)  mostrou  que  o  Brasil  ocupa  o  segundo  lugar  em  número  de  casos  diagnosticados,  superado  apenas  pelo  Japão,  onde  70%  da  população  é  afetada  pelo problema.

FONTE: https://barretorodrigo.com/blog/por-que-temos-dificuldade-em-desconectar-da-carreira/

RESULTADO E DISCUSSÃO 

A  pesquisa  da  International  Stress  Management  Association  (ISMA-BR)  serve  como  um  alerta  para  a  saúde  mental  dos  trabalhadores  brasileiros.  O  fato  de  o  Brasil  estar  tão  próximo  do  Japão,  um  país  conhecido  por  sua  intensa  cultura  de  trabalho  e  por  fenômenos  como  o  “karoshi”  (morte  por  excesso  de  trabalho),  indica  que  estamos  lidando  com  um  problema  de  proporções  epidêmicas.  Essa  alta  prevalência  sugere  que  uma  parcela  significativa  da  força  de  trabalho  brasileira  está  sob  estresse  crônico  e prolongado,  resultando  em  exaustão  física  e   emocional,  despersonalização  (cinismo) e  baixa  realização  profissional.  As   consequências  disso  são  vastas, afetando  não  apenas  a   saúde individual,   mas  também  a produtividade das empresas e a economia do país.  

A  IMPORTÂNCIA  DA  ENFERMAGEM  NAS  UNIDADES  DE  TERAPIA  INTENSIVA (UTI) E PRONTO SOCORRO. 

  • Unidade de Terapia Intensiva (UTI) 

A  Unidade  de  Terapia  Intensiva  (UTI)  é  uma  unidade  especializada  no  tratamento  de  pacientes  de  alto  risco  ou  grave,  que  apresentam  fragilidade  de  uma  ou  mais  funções  vitais  ou  que  estão  em  risco  de  desenvolver.  O  cuidado  na  UTI  é  preciso  de  muita  atenção  dos  profissionais  da  saúde  pois  é  intensivo,  contínuo  e  prolongado,  visando  à  estabilidade  e  recuperação  do  paciente  ao  longo  dos  dias,  semanas  ou  até  meses,  dependendo  do  risco  que  o  paciente  apresentar.  Os  enfermeiros  na  UTI  são  responsáveis  pelo  monitoramento  do  paciente  crítico,  gerenciando  equipamentos  de  suporte  vital  de  alta  tecnologia,  administrando  medicação  e  oferecendo  cuidado  humanizado  e  especializado  como:  higiene  e  alimentação. 

  • Pronto Socorro (PS) 

O  Pronto  Socorro  (PS)  é  uma  unidade  que  é  destinada  ao  atendimento  de  emergência  e  urgência,  é  a  entrada  para  pacientes  que  necessitam  de  avaliação  e  intervenção  rápida  sem  aviso  prévio,  devido  a  condição  aguda  de  saúde  que  podem  apresentar  risco  de  vida.  No  pronto  socorro  o  enfermeiro  costuma  ser  a  primeira  linha  de  contato  com  paciente  sua  atuação  é  focada  na  estabilização  e  triagem  em  casos  agudos,  na  triagem  o  enfermeiro  avalia  rapidamente  a  condição  do  paciente,  para  identificar  os  pacientes  mais  graves  para  que  sejam  atendimento  rapidamente,  na  estabilização  o  enfermeiro  verifica  os  sinais  vitais  do  paciente  como  prepara  e  administra  medicação,  realiza  curativos,  prepara  o  paciente  para  exames  de  imagem (raio-X, tomografia), procedimentos cirúrgicos e exames laboratoriais. 

A  GESTÃO  DA  SÍNDROME  DE  BURNOUT  EM  ENFERMEIROS  NA  UTI  E  PRONTO SOCORRO. 

O  ambiente  assistencial  de  Unidades  de  Terapia  Intensiva  (UTI)  e  Pronto  Socorro  (PS)  é  intrinsecamente  desafiador,  caracterizado  por  elevada  demanda  de  trabalho,  exposição  contínua  a  situações  limítrofes  entre  a  vida  e  a  morte,  e  alta  complexidade  dos  casos.  Esse  contexto  particular  impõe  um  ônus  emocional  significativo  aos  profissionais  de  enfermagem,  tornando  particularmente  vulneráveis  ao  desenvolvimento  da  Síndrome  de  Burnout,  muitas  vezes  denominada  uma  “síndrome silenciosa” devido à sua progressão insidiosa. 

A  gestão  eficaz  nessas  unidades  é,  portanto,  crucial  e  deve  ser  abordada  de  forma  coletiva  e  sistêmica.  Essa  abordagem  é  fundamental  não  apenas  para  a  saúde  ocupacional  dos  profissionais,  mas  também  para  a  segurança  do  paciente  e  a  qualidade  do  ambiente  de  trabalho.  Enfermeiros  que  vivenciam  o  Burnout  apresentam  um  risco  elevado  de  erros  assistenciais,  aumento  das  taxas  de  absenteísmo  e  presenteísmo,  além  de  significativa  insatisfação  profissional,  comprometendo  a  performance  global  da  equipe  e  os  desfechos  clínicos.  Para  mitigar  essa  condição  e  promover  um  ambiente  de  trabalho  sustentável,  algumas  estratégias de gestão são imperativas: 

  • Adequação do Dimensionamento de Pessoal:  Garantir  um número  suficiente de enfermeiros em relação à demanda de pacientes é essencial  para evitar a sobrecarga de trabalho. Isso requer revisões periódicas das  escalas de trabalho para assegurar períodos de descanso adequados e a  implementação de horários flexíveis quando possível. 
  • Ambientes de Descanso Qualificados:  A criação de espaços  de  descanso que sejam propícios à recuperação é vital. Esses locais devem  ser caracterizados pela ausência de ruídos, iluminação adequada e  conforto, permitindo pausas rápidas e efetivas que promovam a  restauração física e mental. 
  • Suporte Psicossocial Abrangente:  Por tratar-se de  uma condição de  saúde mental diretamente relacionada ao estresse crônico e à exaustão, o  oferecimento de suporte psicológico e emocional é a intervenção mais  eficaz. Muitos profissionais de enfermagem, imersos em uma rotina  exaustiva, não recebem o apoio adequado e, ao atingirem um estado de  esgotamento extremo, buscam tardiamente por auxílio, o que pode  agravar o quadro e evoluir para depressão, ansiedade, transtornos do  estresse e, em casos mais graves, ideação suicida. A detecção precoce e  o diagnóstico assertivo são cruciais para a efetividade das intervenções. A  gestão proativa em fornecer esse apoio, juntamente com a  implementação de programas de treinamento para o desenvolvimento de  resiliência e estratégias de enfrentamento do estresse, constitui a melhor  abordagem para assegurar a qualidade da assistência e a satisfação  profissional dos enfermeiros. Investir na saúde mental dos profissionais de  enfermagem é, em última análise, um investimento direto na excelência  do cuidado ao paciente e na sustentabilidade do sistema de saúde. 

CONCLUSÃO 

A  complexa  interação  entre  o  corpo  e  a  mente,  inerente  à  dualidade  humana,  é  constantemente  desafiada  no  cenário  contemporâneo,  onde  o  estresse  crônico  e  as  demandas  laborais  intensas  frequentemente  culminam  em  distúrbios  psicossociais  e  psicossomáticos.  Conforme  elucidado  por  Ana  Cláudia  Quintana  Arantes,  a  negligência  com  o  próprio  bem-estar,  ao  tratar  a  vida  como  um  “botão  on/off”,  desconsidera  o  impacto  profundo  que  a  organização  do  trabalho  exerce  sobre  a  psique,  desencadeando  sofrimento  e  exaustão.  Neste  contexto,  o  presente  estudo  buscou  analisar  criticamente  a  gestão  do  ambiente  de  trabalho  na  área  da  saúde,  com  foco  na  melhoria  das  condições  e  na  prevenção  do  esgotamento  profissional,  especialmente  entre  os  enfermeiros  que  atuam  em  Unidades  de  Terapia  Intensiva  (UTI)  e  Pronto  Socorro (PS). 

A  Síndrome  de  Burnout,  conceitualizada  por  Herbert  Freudenberger  e  reconhecida  pela  Organização  Mundial  da  Saúde  (OMS)  como  um  fenômeno  ocupacional,  manifesta-se  como  uma  exaustão  física  e  mental  severa,  com  consequências  multifacetadas.  O  alarmante  dado  da  International  Stress  Management  Association  (ISMA-BR),  que  posiciona  o  Brasil  como  o  segundo  país  com  maior  número  de  casos  de  Burnout,  apenas  superado  pelo  Japão,  ressalta  a  urgência  de  abordar  essa  problemática  em  nosso  contexto.  Essa  alta  prevalência  não  só  afeta  a  saúde  individual,  mas  compromete  diretamente  a  produtividade  organizacional  e  a  sustentabilidade  econômica  do país. 

As  unidades  de  UTI  e  PS,  por  sua  natureza  de  alta  complexidade  e criticidade,  expõem  os  profissionais  de  enfermagem  a  um  estresse  ocupacional  exacerbado.  Nesses  ambientes,  a  enfermagem  desempenha  um  papel  indispensável  no  monitoramento  de  pacientes  graves,  gerenciamento  de  tecnologias  de  suporte  vital  e  na  oferta  de  cuidado  humanizado.  Contudo,  essa  atuação  vital  os  torna  particularmente  vulneráveis  à  Síndrome  de  Burnout.  Profissionais  acometidos  por  essa  síndrome  apresentam  maior  risco  de  erros  assistenciais,  elevadas  taxas  de  absenteísmo  e  presenteísmo,  e  uma  notável  insatisfação  profissional,  que  reverberam  negativamente  na  segurança do paciente e na qualidade da assistência. 

Diante  desse  cenário,  a  gestão  estratégica  e  sistêmica  nas  unidades  de  UTI  e  PS  emerge  como  um  pilar  fundamental.  Estratégias  como  o  dimensionamento  adequado  de  pessoal,  a  revisão  das  escalas  de  trabalho  para  garantir  descanso  suficiente,  a  implementação  de  horários  flexíveis  e  a  criação  de  ambientes  de  descanso  qualificados  são  medidas  preventivas  essenciais.  Além  disso,  o  suporte  psicossocial  abrangente,  incluindo  a  oferta  de  atendimento  psicológico  e  programas  de  desenvolvimento  de  resiliência,  representa  a  intervenção  mais  eficaz  para  mitigar  os  efeitos  do  Burnout.  A  detecção  precoce  e  o  diagnóstico  assertivo  são  vitais  para  evitar  a  progressão da síndrome para quadros mais graves de saúde mental. 

Em  suma,  a  saúde  mental  dos  profissionais  de  enfermagem  em  unidades  críticas  não  é  apenas  uma  questão  de  bem-estar  individual,  mas  um  imperativo  estratégico  para  a  qualidade  e  segurança  do  cuidado  ao  paciente.  O  investimento  em  estratégias  de  gestão  proativas  e  no  suporte  psicossocial  não  só  valoriza  e  satisfaz  esses  profissionais  essenciais,  mas  também  fortalece  todo  o  sistema  de  saúde,  promovendo  um  ambiente  de  trabalho  mais  humano  e  eficaz.  É  urgente  que  as  organizações  de  saúde  no  Brasil  reconheçam  o  Burnout  como  uma  responsabilidade  compartilhada  e  invistam  decididamente  na  prevenção  e  tratamento,  garantindo  que  a  vida  e  o  bem-estar  dos  profissionais  da  linha  de  frente  não  sejam  deixados  para  um  “botão on/off”. 

REFERÊNCIAS 

Arantes, Ana Cláudia Quintana . “A Morte é um dia que vale a pena viver”.  2016. (Citada na Introdução e na Conclusão). 

Freudenberger, Herbert . 1974. (Citado na Fundamentação  Teórica –  Síndrome de Burnout – Conceito). 

França . 1987. (Citado na Fundamentação Teórica – Síndrome  de Burnout –  Conceito). 

 Perlman, B.; Hartman, E. A. . 1982. (Citado na Fundamentação  Teórica –  Síndrome de Burnout – Conceito). 

Organização Mundial da Saúde (OMS) . 2022. (Citada  na Fundamentação  Teórica – Síndrome de Burnout – Conceito).

International Stress Management Association (Isma) . (Mencionada na  Fundamentação Teórica e na Conclusão, com a fonte:  https://barretorodrigo.com/blog/por-que-temos-dificuldade-em-descone  ctar-da-carreira/ ).