A FISIOTERAPIA NOS CUIDADOS PALIATIVOS DOMICILIARES: REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA

PHYSIOTHERAPY IN HOME PALLIATIVE CARE: AN INTEGRATIVE LITERATURE REVIEW

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ni10202511282123


Tuane Pereira de Oliveira1
Lívia Maria Ribeiro Rosário2
Cíntia Aline Martins3


Resumo

Introdução: A Fisioterapia é uma componente crucial da equipe multidisciplinar em Cuidados Paliativos (CP), atuando na prevenção e tratamento de disfunções osteomioarticulares, respiratórias e do imobilismo. Apesar dos avanços, há uma lacuna na literatura sobre a atuação sistemática da Fisioterapia em CP no domicílio. Objetivo: Investigar a contribuição da Fisioterapia na qualidade de vida (QV) de pacientes em cuidados paliativos domiciliares, com foco em aspectos físicos e emocionais. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, utilizando a estratégia PICO para elaborar a questão norteadora: “Quais são os efeitos das intervenções fisioterapêuticas na qualidade de vida de pacientes em cuidados paliativos domiciliares?”. Foram consultadas as bases de dados PubMed, SciELO, LILACS, Web of Science, Cochrane e Google Acadêmico, utilizando descritores combinados com operadores booleanos (ex.: “Fisioterapia” AND “Cuidados Paliativos” AND “Domicílio”). Os critérios de inclusão abrangeram artigos originais e revisões publicados entre 2020 e 2025. Após a triagem, sete publicações compuseram o corpus desta revisão, e os dados foram analisados por meio de narrativa descritiva. Resultados: A análise demonstrou que a Fisioterapia domiciliar em CP exerce um impacto positivo e multifatorial na qualidade de vida dos pacientes. O principal recurso de maior influência é o treinamento físico multicomponente e individualizado, que resultou em melhora significativa na capacidade funcional, mobilidade, equilíbrio e realização de Atividades de Vida Diária (AVDs) e Instrumentais (AIVDs) (p < 0,001). Além disso, as intervenções que incluíram exercícios respiratórios e técnicas de manejo da dor (TENS, massagem) mostraram-se eficazes na redução da intensidade da dor, dispneia e fadiga. No que tange aos aspectos emocionais, a melhora funcional contribuiu para o aumento da autonomia, autoconfiança e QV geral (WHOQOL-BREF: 46,4 → 52,6), além de auxiliar no suporte psicossocial à família. Conclusão: A Fisioterapia é essencial nos Cuidados Paliativos domiciliares, atuando na preservação da funcionalidade, no alívio de sintomas e na promoção do bem-estar emocional. O treinamento físico adaptado é o recurso central que contribui para uma melhor percepção da qualidade de vida e maior autonomia. A atuação profissional nesse contexto reforça a importância de um cuidado humanizado e centrado no paciente.

Palavras-chave: Fisioterapia; Cuidados Paliativos; Qualidade de Vida; Domicílio; Reabilitação.

1 INTRODUÇÃO

A Fisioterapia aplicada aos Cuidados Paliativos representa uma área de atuação fundamental e em constante valorização dentro do contexto multiprofissional. Seu foco volta-se para pessoas que convivem com doenças graves, progressivas ou que ameaçam a continuidade da vida, buscando oferecer suporte integral e humanizado. O principal propósito dessa especialidade é promover a melhor qualidade de vida possível, priorizando o conforto, o bem-estar e a dignidade do paciente e de seus familiares. O fisioterapeuta desempenha papel essencial no controle dos sintomas físicos mais incapacitantes como dor, dispneia e fadiga, contribuindo para o alívio do sofrimento e para a preservação da funcionalidade. Por meio de intervenções individualizadas, procura-se manter a autonomia e favorecer a participação ativa do paciente em suas atividades cotidianas, respeitando seus valores, limitações e desejos. (SILVA, Janderson de Sousa et al. 2022)

Estudos apontam que a fisioterapia, ao integrar-se à equipe multidisciplinar, atua na prevenção e tratamento de disfunções osteomioarticulares, respiratórias e do imobilismo, utilizando recursos como cinesioterapia, alongamentos, treino de equilíbrio e técnicas respiratórias. Além disso, a presença do fisioterapeuta no ambiente domiciliar permite a adaptação das condutas às necessidades específicas do paciente, promovendo maior autonomia, conforto e reintegração às atividades da vida diária (SANTOS et al., 2024; PARUCKER et al., 2021).

Autores destacam ainda que o cuidado fisioterapêutico é eficaz no alívio de sintomas como dor, dispneia e fadiga, além de contribuir positivamente para a autoestima, a funcionalidade e a redução da ansiedade, fatores cruciais para o enfrentamento da terminalidade (SILVA et al., 2022). A atuação domiciliar favorece, inclusive, a continuidade do tratamento e o suporte psicossocial à família, reconhecendo o cuidador como parte integrante do processo de cuidado.

A percepção da equipe multidisciplinar reforça a importância de uma abordagem humanizada, que leve em consideração as dimensões físicas, emocionais, sociais e espirituais do paciente. A comunicação clara, a empatia e o acolhimento familiar são elementos valorizados no cuidado paliativo, embora também se observem desafios relacionados à resistência à terminalidade e à sobrecarga emocional dos envolvidos (NASCIMENTO et al., 2021).

Apesar dos avanços, a literatura científica ainda carece de estudos aprofundados que explorem de forma sistemática a atuação da fisioterapia em cuidados paliativos no domicílio. Além disso, há uma lacuna no conhecimento a respeito de como a intervenção fisioterapêutica influencia diretamente a percepção dos pacientes nos aspectos físicos e emocionais durante a terminalidade, evidenciando a necessidade de investigações que fundamentam e fortaleçam essa prática profissional, contribuindo para a construção de um cuidado mais integral e humanizado.

Portanto, o objetivo desta revisão integrativa é investigar a contribuição da fisioterapia na qualidade de vida de pacientes em cuidados paliativos domiciliares, com foco em aspectos físicos e emocionais.

2 METODOLOGIA

2.1 Tipo de Estudo

Trata-se de uma revisão integrativa da literatura.

2.2 Elaboração da pergunta norteadora:

Estratégia PICO: Para elaboração da pergunta norteadora, foi adotada a estratégia PICO, onde a população (P) se refere a pacientes em cuidados paliativos domiciliares; Intervenções (I): Intervenções fisioterapêuticas domiciliares; Controle ou comparativos: pacientes em cuidados paliativos que não recebem atendimento fisioterapêutico; Outcome (O): Qualidade de vida (aspectos físicos e emocionais). Definiu-se como questão norteadora: “Quais são os efeitos das intervenções fisioterapêuticas na qualidade de vida de pacientes em cuidados paliativos domiciliares?”

2.3 Critérios de Inclusão e Exclusão:

Os critérios de inclusão foram: Artigos originais, com delineamento quantitativo, qualitativo ou misto; Revisões bibliográficas com ou sem metanálise; Estudos publicados entre 2020- 2025; Estudos que abordem intervenções fisioterapêuticas realizadas no domicílio com pacientes em cuidados paliativos; Referências dos artigos selecionados (literatura cinzenta); Publicações em português, inglês ou espanhol.

Os critérios de exclusão foram: literatura cinzenta, como: teses, dissertações, cartas ao editor; Estudos que abordem cuidados paliativos exclusivamente em ambiente hospitalar; Estudos que não abordem especificamente a atuação da fisioterapia.

2.4 Definição das fontes de informação e estratégia de busca

As buscas foram realizadas nas seguintes bases de dados eletrônicas: PubMed; SciELO; LILACS (via BVS); Google acadêmico Web of Science e cochrane

Os descritores (DeCS/MeSH) e sinônimos a serem utilizados, combinados com operadores booleanos (AND, OR), serão: 1- “Fisioterapia” OR “Physical Therapy”; 2- “Cuidados Paliativos” OR “Palliative Care”; 3- “Domicílio” OR “Home Care” OR “Assistência Domiciliar.”

2.5 Seleção dos estudos:

Após a busca nas bases, os artigos foram organizados em uma planilha Excel® e passarão pelas seguintes etapas: Leitura dos títulos e resumos, com base nos critérios estabelecidos; Leitura na íntegra dos artigos potencialmente relevantes; Exclusão dos estudos que não atendem aos critérios. O processo será realizado por dois avaliadores independentes, e em caso de divergência, um terceiro avaliador foi consultado. O software adotado para esta fase foi o RAYYAN®

2.6 Extração dos dados:

Foi elaborado um instrumento de coleta contendo as seguintes informações: Autor/ano de publicação; País de origem; Tipo de estudo; amostra; Descrição da intervenção fisioterapêutica; Aspectos avaliados (físicos, emocionais, funcionais); Resultados principais; Conclusões dos autores. A extração dos dados será de acordo com o proposto por Ursi e colaboradores (2005)

2.7 Análise dos dados:

Os dados foram categorizados por meio de tabelas, e analisados através de narrativa descritiva e com análise crítica da literatura.

3 RESULTADOS E DISCUSSÃO

Foram identificados 604 artigos nas bases de dados selecionadas, distribuídos da seguinte forma: PubMed (n=343), LILACS (n=156), Cochrane (n=36), Web of Science (n=64) e Google Acadêmico (n=5). Adicionalmente, sete estudos foram incluídos a partir das referências dos artigos previamente selecionados. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, sete publicações (considerando as recém-adicionadas) atenderam aos critérios e compuseram esta revisão. O fluxograma PRISMA (Figura 01) apresenta o processo de triagem e seleção dos estudos, enquanto a Quadro 01 resume as principais características e resultados de cada pesquisa incluída.

Figura 01: Fluxograma Prisma

Fonte: Autoras (2025)

3.1 Contextualização: Fisioterapia em Cuidados Paliativos Domiciliares

Os Cuidados Paliativos (CP) constituem uma abordagem voltada para a melhoria da qualidade de vida de pacientes e familiares que enfrentam doenças potencialmente fatais, por meio da prevenção e do alívio do sofrimento. Essa abordagem envolve a identificação precoce e o tratamento adequado da dor e de outros sintomas de ordem física, psicossocial e espiritual. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os CP devem ser considerados parte essencial dos sistemas de saúde e oferecidos por equipes multiprofissionais capacitadas. (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2002)

O atendimento em casa favorece o convívio com familiares, a manutenção da privacidade e a continuidade das atividades cotidianas. Enquanto a internação hospitalar é indispensável em situações críticas, a fisioterapia domiciliar em CP consolida-se como uma forma de cuidado contínuo e humanizado, com intervenções adaptadas às necessidades individuais e ao contexto de vida real do paciente. Assim, o atendimento multiprofissional, aliado à atuação fisioterapêutica, torna-se fundamental para oferecer uma assistência mais integral e centrada na pessoa. (SILVA et al., 2022; PINHEIRO; MENDES, 2024)

3.2 Impacto da Fisioterapia na Qualidade de Vida (QV)

A análise dos estudos selecionados evidencia que a fisioterapia, quando aplicada no contexto domiciliar dos Cuidados Paliativos, exerce um impacto positivo e multifatorial na qualidade de vida dos pacientes, abrangendo aspectos físicos, funcionais e emocionais (SILVA et al., 2022; PINHEIRO; MENDES, 2024)

3.2.1 Aspectos Físicos e Funcionais

As pesquisas apontam que o principal objetivo das intervenções fisioterapêuticas é preservar ou recuperar a funcionalidade e a mobilidade. O treinamento físico personalizado, ajustado às limitações e demandas de cada paciente, surge como a intervenção mais empregada e eficaz. (SILVA et al., 2022; PINHEIRO; MENDES, 2024).

O estudo de Ćwirlej-Sozańska et al. (2020) avaliou um programa multicomponente individualizado, que incluiu exercícios respiratórios, de fortalecimento, de transferência, de marcha, de equilíbrio e funcionais, além de adaptações ergonômicas e ambientais. Após 12 sessões domiciliares, observou-se melhora significativa (p<0,001) nas Atividades de Vida Diária (AVDs) (de 2,9 para 4,0 em 6 pontos) e nas Atividades Instrumentais de Vida Diária (AIVDs) (de 11,9 para 13,9 em 24 pontos). Houve também aumento da mobilidade e do equilíbrio, com redução do risco de quedas (Tinetti POMA de 8,2 para 12,3).

Além disso, a fisioterapia mostrou-se eficaz no controle da dor e de sintomas clínicos frequentes. Reduções significativas foram registradas na intensidade da dor (VAS de 5,8 para 5,1) e no nível de fadiga. Entre as técnicas aplicadas, destacam-se higiene brônquica, reexpansão pulmonar, TENS analgésico, massagem terapêutica e exercícios respiratórios, os quais contribuem para o alívio da dor e da dispneia. (ĆWIRLEJ-SOZAŃSKA et al., 2020). (SILVA et al., 2022; SILVA et al., 2022; PINHEIRO; MENDES, 2024).

3.2.2 Aspectos Emocionais e Psicossociais

As intervenções fisioterapêuticas ultrapassam a dimensão física, refletindo-se diretamente no bem-estar emocional e na percepção global de qualidade de vida. O mesmo estudo de Ćwirlej-Sozańska et al. (2020) apontou melhora significativa na QV geral (WHOQOL-BREF: 46,4 → 52,6) e no estado emocional (GDS: 16,7 → 15,7). A prática fisioterapêutica favorece melhora do humor, autoconfiança e motivação, especialmente quando o paciente participa ativamente da definição de metas terapêuticas. Essa abordagem colaborativa fortalece o sentimento de autonomia e promove maior engajamento no autocuidado.

Nos Cuidados Paliativos domiciliares, a abordagem humanizada e multiprofissional é indispensável. O fisioterapeuta atua como elo de comunicação entre paciente, equipe de saúde e cuidadores, contribuindo para o suporte psicossocial. A literatura mostra que a preocupação familiar é um dos aspectos mais sensíveis avaliados (escala POS), ressaltando a relevância de um cuidado que considere também o contexto emocional e social da família. (SILVA et al., 2022; SILVA et al., 2022; PINHEIRO; MENDES, 2024).

3.3 O Recurso de Maior Impacto na Qualidade de Vida Domiciliar

Os achados desta revisão indicam que o treinamento físico multicomponente e individualizado é o recurso fisioterapêutico com maior influência sobre a qualidade de vida global de pacientes em cuidados paliativos domiciliares.

A eficácia desse tipo de intervenção está associada a dois eixos principais:

1. Dimensão funcional e física: favorece a manutenção da força, mobilidade e equilíbrio, essenciais para a realização das atividades diárias, reduzindo o sedentarismo e o risco de imobilidade.

2. Dimensão emocional: ao recuperar a funcionalidade, o paciente conquista maior autonomia e independência, fatores que contribuem para a diminuição da ansiedade, depressão e fadiga, refletindo em uma melhor percepção da qualidade de vida.

Portanto, o treino deve ser estruturado com base em uma abordagem centrada no paciente, com metas definidas de forma colaborativa, respeitando seus desejos, limites e contexto domiciliar. A associação de técnicas respiratórias, de relaxamento e de manejo da dor complementa o tratamento, ampliando o conforto e o bem-estar global (CŴIRLEJ-SOZAŃSKA et al., 2020; HENG, 2024; SANTANA et al., 2022).

Quadro 01: Resumo das pesquisas

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A presente revisão integrativa teve como objetivo investigar a contribuição da Fisioterapia na qualidade de vida de pacientes em cuidados paliativos domiciliares, com foco em seus aspectos físicos e emocionais, a partir da análise sistemática da literatura científica publicada entre 2020 e 2025.

Os resultados demonstram, de forma consistente, que a Fisioterapia exerce um impacto positivo e multifatorial na qualidade de vida de pacientes em Cuidados Paliativos (CP) no ambiente domiciliar. Ao integrar-se à equipe multidisciplinar, o fisioterapeuta atua na prevenção e tratamento de disfunções do imobilismo, respiratórias e osteomioarticulares, promovendo um cuidado humanizado e contínuo.

4.1 Principais contribuições evidenciadas

Melhora da funcionalidade e autonomia (aspecto físico): o treinamento físico multicomponente e individualizado foi identificado como o recurso de maior impacto. As pesquisas apontam que essa intervenção é eficaz em preservar ou recuperar a mobilidade, o equilíbrio e a capacidade de realizar Atividades de Vida Diária (AVDs) e Atividades Instrumentais de Vida Diária (AIVDs), com resultados significativos, como a redução do risco de quedas. Adicionalmente, técnicas como a cinesioterapia, os exercícios respiratórios e os recursos eletroterapêuticos (TENS) se mostraram eficazes no alívio de sintomas clínicos frequentes na terminalidade, como a dor, a dispneia e a fadiga.

Bem-estar emocional e psicossocial: a melhora na capacidade funcional se traduz diretamente em ganhos emocionais, fortalecendo a autonomia, a autoconfiança e a motivação dos pacientes. A prática fisioterapêutica colaborativa demonstrou ter um reflexo positivo no estado emocional, humor e na percepção global de qualidade de vida, contribuindo para a redução de sintomas de ansiedade e depressão. A atuação domiciliar também reforça o suporte psicossocial à família e aos cuidadores, sendo um elemento valorizado no manejo humanizado do cuidado.

4.2 Considerações finais

Em síntese, o atendimento fisioterapêutico no domicílio se consolida como um pilar essencial nos Cuidados Paliativos, oferecendo uma assistência integral e centrada na pessoa, respeitando seus desejos e seu contexto de vida. O foco deve ser sempre o treinamento físico adaptado em associação com outras técnicas de conforto e gerenciamento de sintomas, com metas definidas de forma colaborativa.

Apesar da relevância dos achados, a literatura científica ainda carece de estudos aprofundados que explorem de forma sistemática a atuação da Fisioterapia em CP no domicílio. Portanto, o presente trabalho contribui para o fortalecimento e fundamentação dessa prática profissional, evidenciando a necessidade de futuras investigações que solidifiquem o papel do fisioterapeuta na promoção de uma morte digna e com a melhor qualidade de vida possível para o paciente e sua família.

REFERÊNCIAS

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1Discente do Curso Superior de Fisioterapia do Instituto Centro Universitário do Sul de Minas Campus Varginha e-mail: tuane.oliveira@alunos.unis.edu.br

2Docente do Curso Superior de Fisioterapia do Instituto Centro Universitário Unis Campus Varginha. Mestre em Ciências da Reabilitação (PPGR – UNIFAL). e-mail: livia.rosario@professor.unis.edu.br

3Docente do Curso Superior de Fisioterapia do Instituto Centro Universitário Unis Campus Varginha. Mestre em Ciências da Reabilitação (PPGCR/UNIFAL). e-mail: cintia.martins@professor.unis.edu.br