A ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO FRENTE AO USO DE FITOTERÁPICOS E PLANTAS MEDICINAIS POR GESTANTES: UMA REVISÃO DA LITERATURA

THE ROLE OF NURSES IN THE USE OF HERBAL MEDICINES AND MEDICINAL PLANTS BY PREGNANT WOMEN: A REVIEW OF THE LITERATURE

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202511101524


ALBUQUERQUE, Deyziane Eusébio Ferreira1
ARAÚJO, Brenda Caroliny Lins2
FREIRE, Isabela Lais Duarte3
MARTINS, Analia de Pontes Leite4
SIQUEIRA, Helena Daphine Leite5
SILVA, Rafaela Patricia da6
SILVA, Liviani Kelly Ventura da7
SILVA, Maria Eduarda Marques Machado da8
SANTOS, Yasmin Inez Xavier9
SOUZA, Yasmim Cristine da Silva10


RESUMO 

O uso de fitoterápicos e plantas medicinais durante a gestação é uma prática disseminada, uma vez que essa fase é acompanhada de mudanças fisiológicas marcantes, o uso de fitoterápicos na gestação é crescente em razão de culturalmente medicamentos naturais não apresentarem malefícios ao feto . Nessa etapa, o profissional de enfermagem atua como principal fonte de informações fidedignas e com embasamentos científicos, podendo assim orientar a paciente da melhor forma possível. Realizar uma revisão da literatura sobre a atuação do profissional de enfermagem frente ao uso de fitoterápicos durante a gestação. Pesquisa bibliográfica do tipo descritivo com abordagem qualitativa. Foi identificada a importância de conhecer os malefícios e benefícios das plantas medicinais para o feto e mãe,fazendo-se necessário o acompanhamento do enfermeiro para que possa melhor instruir a gestante sobre quais fitoterápicos se podem usar durante o percurso da gravidez e a forma correta de se preparar, respeitando assim os costumes e cultura de cada paciente. Há a necessidade de um maior acesso à informação sobre o cuidado à saúde durante a gestação associadas aos fitoterápicos. 

Palavras-chaves: Fitoterápicos; Gestação; Enfermagem; Assistência integral à saúde; Plantas medicinais.

ABSTRACT 

The use of herbal medicines and medicinal plants during pregnancy is a widespread practice,Since this phase is accompanied by marked physiological changes, the use of herbal medicines during pregnancy is increasing due to culturally natural medicines not causing harm to the fetus.At this stage, the nursing professional acts as the main source of reliable and scientifically based information, thus being able to guide the patient in the best possible way. To carry out a review of the literature on the role of nursing professionals regarding the use of herbal medicines during pregnancy. Descriptive bibliographic research with a qualitative approach.The importance of knowing the harm and benefits of medicinal plants for the fetus and mother was identified, making it necessary to monitor the nurse so that they can better instruct the pregnant woman about which herbal medicines can be used during pregnancy and the correct way to prepare, thus respecting the customs and culture of each patient. There is a need for greater access to information about health care during pregnancy associated with herbal medicines. 

Keywords: Phytotherapeutics; Gestation; Nursing; Comprehensive health care; Medicinal plants.

1 – INTRODUÇÃO 

Um dos principais recursos terapêuticos da medicina popular é a utilização das plantas medicinais e fitoterápicas. Devido a facilidade no seu acesso faz-se necessário cuidados redobrados no uso destas plantas, particularmente por gestantes, uma vez quando utilizados no primeiro trimestre da gestação, esses medicamentos podem trazer resultados de toxicidade (Pires et al,2022). Reconhecer o populismo terapêutico de cada região e orientar ao paciente sobre seu uso é um desafio para os enfermeiros que trabalham na porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) (Vilela et al.,2021). 

A gestação é um período marcado por mudanças morfológicas e hormonais significativas na saúde da mulher, em relação ao corpo, metabolismo e fisiologia. Nesta fase são frequentes o aparecimento de sintomas como: Desconforto, náuseas, vômitos e constipação intestinal (Carvalho et al.,2020). Devido aos incômodos que advém da gestação a prática do uso de plantas medicinais ainda é enraizada na sociedade uma vez que seu uso está associado a crenças de que não faz mal ao feto e nem a mãe por ser um produto natural, e que apresenta menos riscos quando comparado a outros medicamentos (Gomes et al.,2018). 

Recorrer ao uso de fitoterápicos sem acompanhamento adequado, pode oferecer riscos à saúde materno-infantil, pois ao acreditar que é a alternativa mais segura e menos danosa não buscam orientações do médico obstetra ou do enfermeiro, durantes as consulta do pré-natal o que implica no uso incorreto dessas substâncias naturais gerando resultados indesejados ou ineficazes (Ivano et al.,2023). Existem evidências científicas baseadas em estudos pré-clínicos de muitas substâncias presentes nas plantas, que podem desencadear efeitos teratogênicos e abortivos (Santos, 2021). 

O enfermeiro é o profissional da saúde que atua na linha de frente do SUS estando presente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) realizando o pré-natal, ofertando conhecimentos seguros, com embasamento científico e conseguindo durante o acompanhamento gestacional orientar a paciente da forma correta (Bastos et al., 2010). Compreender os potenciais benefícios e malefícios associados à utilização de plantas medicinais durante a gestação, é um fator importante a esses profissionais pois durante essa fase qualquer alteração medicamentosa pode ser fatal ao feto. Desse modo o profissional de enfermagem se apresenta como facilitador, auxiliando a gestante, buscando uma abordagem segura e eficaz proporcionando um bem-estar materno-infantil (Ferreira,2019). 

Diante do exposto, este trabalho tem por objetivo realizar uma revisão da literatura sobre a atuação do enfermeiro sobre o uso de fitoterápicos durante a gestação, a fim de discutir seu uso racional, risco e importância de informação para os profissionais da saúde. 

2 – METODOLOGIA/MATERIAL E MÉTODOS

O presente estudo consiste em uma pesquisa bibliográfica, do tipo descritiva com abordagem qualitativa. A pergunta norteadora para esta revisão da literatura foi: Qual a relevância do profissional de enfermagem no acesso a informações sobre os fitoterápicos durante a gestação? Para responder a esse questionamento, o levantamento de dados foi realizado a partir da análise de artigos originais disponíveis nas bases de dados: Google Acadêmico, SciELO, Latindex e Biblioteca Virtual em Saúde. Os descritores utilizados foram: “Fitoterápicos”, “Enfermagem”, “Gestação”, “Assistência Integral à Saúde” e “ Plantas medicinais”. O critério de inclusão para a presente revisão consistiu na menção ao descritor “Fitoterápicos” no título dos artigos e como critério de exclusão, a ausência de associação entre a gestação, fitoterápicos e plantas medicinais.

3 – RESULTADOS E DISCUSSÕES

3.1 – A FITOTERAPIA NA PRÁTICA DA SAÚDE GESTACIONAL 

A saúde é considerada como um direito de todo cidadão e dever do estado, e cabe aos profissionais de saúde buscarem ferramentas que possam ser usadas visando a promoção e manutenção da saúde, e consequentemente uma melhor qualidade de vida. O cuidado com a saúde da mulher no período gestacional requer ainda mais cuidado uma vez que esse grupo possui algumas limitações relacionadas ao uso de substâncias medicamentosas (Nunes et al.,2022). 

O estímulo do uso de fitoterápicos durante essa fase tem ganhado espaço, visto que são opções que buscam: Prevenir, curar ou minimizar os sintomas das doenças, com um custo mais acessível à população, comparativamente com aqueles obtidos por síntese química, que são, em geral mais caros (Campos et al.,2020). 

A saúde da mulher tem suscitado atenção especial tanto no campo da ciência como na cultura popular. Nesse período é comum a mulher receber informações e orientações de familiares e amigos que podem induzi-las ao uso de chás para aliviar seus sintomas e serem úteis para sua saúde (Calvasina et al.,2007). 

O uso de ervas medicinais é bastante difundido no Brasil e a grande maioria dos fitoterápicos comercializados são de venda sem a necessidade de prescrição médica. O principal motivo para isso é que a população realmente acredita que substâncias de origem vegetal não provocam reações adversas e toxicidade, praticando assim a automedicação. A grande preocupação da escolha desses produtos é o desconhecimento dos efeitos adversos e tóxicos que são capazes de provocar, principalmente em mulheres grávidas(Sartori e Da silva,2023).

3.2 – ORIENTAÇÕES SOBRE O USO DE FITOTERÁPICOS E PLANTAS MEDICINAIS 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), define que uma planta é tida como medicinal quando o seu uso é considerado benéfico à saúde e tem propriedades curativas e preventivas que podem cursar para a cura da doença. Quando se obtém um medicamento a partir de uma planta medicinal, este é chamado fitoterápico. Esses mesmos medicamentos são registrados e possuem sua eficácia comprovada. (Brasil, 2022). 

Para que haja segurança e eficácia na utilização de uma planta medicinal é necessário que a planta seja corretamente identificada e o seu modo de uso e de preparo, dose e função sejam conhecidos. É necessário também que suas evidências sejam comprovadas por estudos científicos (Lago, 2018). 

Quando falamos sobre segurança no uso de fitoterápicos, devemos considerar que sua prática esteja delimitada pelo que se considera seguro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. A ANVISA também alerta para o uso de medicamentos fitoterápicos por gestantes e crianças, sendo que este deverá ser feito somente com aconselhamento do profissional médico (Brasil, 2022). 

Algumas recomendações que devem ser obedecidas quanto ao uso de plantas medicinais são: usar somente plantas conhecidas e estudadas cientificamente, evitar as que não tem sua eficácia comprovada e efeitos colaterais desconhecidos, não utilizar caso não tenha êxito na diminuição dos sintomas, ou algum efeito adverso, levar em conta interações medicamentosas e contra indicações de grupos de risco (idosos, gestantes e crianças). Enfatizando que seu uso não é recomendado na gravidez devido ao risco de aborto e teratogenicidade, além de outros fatores ainda desconhecidos (Ferreira, 2022).

3.3 – ENFERMEIRO FRENTE A AUTOMEDICAÇÃO NA GESTAÇÃO 

O risco da automedicação e da ingestão de comprimidos sem avaliação médica vem em dose dupla para as grávidas; tanto a mãe quanto o feto podem ser vítimas dos efeitos colaterais das medicações, naturais, fitoterápicas, alopáticas e até mesmo homeopáticas, sejam elas que vão desde uma simples alergia até má formação fetal (Giotto et al.,2023). Esses efeitos maléficos decorrem do uso de dose excessiva, longo tempo de uso ou efeitos tóxicos de componentes desconhecidos das plantas. Sendo por muitas vezes provocados pela identificação incorreta da planta que será consumida (Pedroso, et al.,2021). 

Em 2006, no Brasil, foi criada a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde (SUS), com o objetivo de ampliar as opções terapêuticas aos usuários, dentre estas as plantas medicinais, com garantia de acesso aos fitoterápicos e a serviços relacionados à fitoterapia com a segurança, eficácia e qualidade, na perspectiva da integralidade da atenção à saúde (Brasil, 2006).

A ANVISA disponibiliza duas ferramentas que auxiliam os profissionais de saúde a adquirir conhecimentos sobre as plantas e medicamentos fitoterápicos. O Memento Fitoterápico, que orienta sobre como realizar prescrições e o Formulário de Fitoterápicos, que informa sobre o preparo, indicações e restrições de uso de uma lista de plantas medicinais (Brasil, 2022). 

Estudos recentes discorrem sobre a falta de conhecimento dos profissionais de saúde acerca de práticas integrativas e complementares, que incluem as plantas medicinais. Muitos deles desconhecem as políticas nacionais sobre o uso e difusão dessas terapias, como a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (Patrício et. al, 2022). 

Na enfermagem, isso também acontece sendo o déficit no conhecimento um dos determinantes para que os profissionais não encorajem o uso de plantas medicinais e ademais não se sintam preparados para lidar com as dúvidas dos usuários, não obstante estejam respaldados por lei pela Resolução COFEN nº 240 de 2004 para utilizarem as PICS (Dos Santos e Costa, 2021).

Desta forma essa busca pelo conhecido “Natural” se faz necessário que as instituições de ensino observem essa necessidade na formação dos graduandos e que gestores ofereçam capacitações em educação permanente para os profissionais e promovam o conhecimento das políticas voltadas para o uso de plantas medicinais e fitoterápicas na atenção Básica.

3.4 – PLANTAS MEDICINAIS MAIS UTILIZADAS

O uso de plantas medicinais durante a gestação é utilizado e difundido por gerações, principalmente na forma de chás, constituindo assim uma prática da medicina popular. Esse uso sem conhecimentos sobre os efeitos adversos que essas plantas fornecem podem apresentar malefícios ao feto pois alguns fármacos conseguem atravessar a placenta e irem de encontro ao feto (Silva et al.,2022).

Tabela 01 – Plantas medicinais utilizadas por gestantes com efeitos prejudiciais.


Nome científico

Nome popular

Princípio tóxico

Efeitos adversos

     Referências
Cinnamomum verum J. PreslCanelaEugenolAbortivoMarinho et al., 2018
Matricaria chamomolla LCamomilaFlavonoide e terpenosAbortivoArcanjo,2013

Rosmarinus officinalis L.
AlecrimTerpenos e flavonoidesAbortivoGorril et al.,2016
Peumus boldus MolinaBoldoAlcalóides(boldina, esparteína), óleo essencialTeratogênico, abortivo e embriotóxico.Ferreira et al., 2017
Mentha piperita L.HortelãTerpenos, flavonóides e ácido p-cumarínicoTeratogênicoSilva et al.,2015
Melissa officinalisErva- cidreiraCitralAborto, parto prematuroAschenbrenner,et al., 2022
Pinpinella anisum LErva-doceAnetolAborto, parto prematuroAschenbrenner, et al., 2022

Algumas gestantes fazem uso erroneamente de plantas como hortelã, alecrim, camomila, principalmente para tentarem reduzir os sintomas que acompanham a gestação. O uso destas plantas ricas em flavonoides deve ser evitado por gestantes, principalmente no último trimestre de gestação, pois, à ação anti-inflamatória destes metabólitos podem prejudicar o funcionamento cardiológico do bebê (Rodrigues et al.,2011: Silva et al, 2015).

3.5 – DIFICULDADES E ESTRATÉGIAS APRESENTADAS POR ENFERMEIROS DIANTE DA AUTOMEDICAÇÃO POR FITOTERÁPICOS. 

A terapia com fitoterápicos é um importante recurso para a população e seu uso abre campo de trabalho para diversos profissionais incluindo enfermeiros, que devem possuir autonomia para atuar contribuindo para o aconselhamento da população sobre o uso dessa terapia, principalmente na Atenção Básica e na Estratégia de Saúde da Família (Barros et al, 2021) . 

Devido ao uso terapêutico das plantas e a atuação da enfermagem, o Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) por meio da resolução n° 570/2018 regulou a atuação do enfermeiro na fitoterapia e promoveu incentivo a educação continuada sobre essa temática através de cursos de capacitação ofertados pelo Governo Federal (Barros, 2021). 

De modo geral a automedicação é um problema que atinge amplamente a população e pode ser prevenida através do trabalho de profissionais de saúde em ações de educação em saúde, campanhas e eventos a fim de reduzir os efeitos adversos dessas medicações. Outro papel importante desses profissionais é a notificação de casos de eventos adversos para que sejam enviados alertas aos gestores objetivando a efetivação de medidas que diminuam a ocorrência (Pedroso et al.,2021).

Principalmente o enfermeiro tem o papel de transmitir conhecimentos, orientando quanto aos prejuízos e malefícios da automedicação, em momentos de consulta de enfermagem e promoção de saúde não somente para as gestantes mas também para os que a acompanham (Lima et al.,2020). 

4 – CONCLUSÃO

Dito isto, os enfermeiros e demais profissionais que compõem a equipe de enfermagem são essenciais na facilitação do acesso a informações e na qualificação do cuidado a gestantes, já que atuam fortemente na atenção primária à saúde, onde por sua vez ocorrem as atividades do pré-natal. Diante disso a atuação nessa atividade corrobora na diminuição do uso sem orientação adequada, prática muito disseminada nos dias de hoje, sobretudo diante do bombardeamento de informações sem embasamento científico que a internet tem proporcionado aos pacientes. 

Esse artigo traz uma reflexão sobre a postura do profissional de enfermagem, tendo como função a orientação para as mulheres grávidas de não utilizar qualquer medicamento, seja ele de origem vegetal ou não, sem o conhecimento prévio do seu médico, uma vez que apenas este, poderá avaliar o risco benefício do uso de qualquer medicação. Ainda se faz necessário estudos detalhados sobre os efeitos e reações dos fitoterápicos relacionados à saúde materno-infantil.

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