THE ROLE OF PHYSIOTHERAPY IN THE TREATMENT OF INJURIES IN BODYBUILDING ATHLETES
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ni10202509272324
Jair Ribeiro Junior1
Michele Da Costa Cardoso2
Renato De Lima Antunes3
Bruno Leonardo Simoes da Costa4
Resumo
A fisioterapia esportiva tem se destacado na prevenção e recuperação de lesões em atletas de musculação, atividade popular por seus benefícios à saúde, estética e desempenho físico. A prática inadequada, entretanto, pode provocar lesões musculoesqueléticas graves. Este estudo tem como objetivo identificar as lesões mais frequentes entre praticantes de musculação, analisando suas causas, fatores de risco e estratégias de prevenção. Os objetivos específicos incluem apresentar o perfil dos atletas, evidenciar as regiões do corpo mais acometidas e destacar as terapias mais utilizadas no tratamento. A pesquisa baseou-se em revisão de literatura recente, com artigos científicos, livros e bases de dados como SciELO, PubMed e Google Acadêmico, priorizando publicações dos últimos cinco anos. Conclui-se que a fisioterapia é essencial não apenas para o tratamento, mas também para a prevenção de lesões, promovendo segurança, saúde, longevidade esportiva e melhoria do rendimento dos praticantes, reforçando o papel do fisioterapeuta nas academias.
Palavras-chave: Fisioterapia esportiva; Lesões musculoesqueléticas; Musculação; Prevenção; Reabilitação; Atletas.
1 INTRODUÇÃO
A fisioterapia esportiva tem se consolidado como uma área essencial na prevenção e reabilitação de lesões em praticantes de musculação. Afirma Rocha (2018, p.19): “compreende-se que o fisioterapeuta deve garantir que sua atuação seja realizada nos mais altos padrões de qualidade, com respeito, compreensão, compromisso com seus pacientes e/ou atletas, alicerçando sua prática nos princípios éticos que regem o exercício da sua profissão.” Nesse sentido, a popularização da musculação, tanto entre atletas quanto entre amadores, exige atenção profissional, sendo fundamental considerar suas implicações fisiológicas e biomecânicas.
O problema identificado é que a prática da musculação, quando realizada sem supervisão adequada, pode resultar em sobrecarga mecânica, desequilíbrios musculares e lesões musculoesqueléticas graves. Castro (2015) aponta que, nos dias atuais, muitas pessoas buscam a musculação como estratégia para melhorar a saúde física e social, mas esse hábito pode gerar lesões e agravar condições preexistentes. Aragão (2022) acrescenta que a má execução de treinos e o tratamento impreciso da causa da lesão aumentam os riscos tardios, comprometendo o desempenho e a qualidade de vida dos praticantes.
Nesse cenário, torna-se evidente a necessidade de prevenção e de condutas especializadas. Silva, Souza e Inhoti (2022) ressaltam que treinos em excesso e técnicas mal aplicadas estão entre os fatores mais associados a lesões. Farias et al. (2023) reforçam que, embora a musculação traga benefícios para saúde, autoestima e estética, o acompanhamento profissional é indispensável para evitar complicações. De modo semelhante, Baroni et al. (2010) destacam que a inserção do fisioterapeuta nas academias representa mais do que uma tendência: trata-se de um investimento na segurança e na saúde dos praticantes.
A justificativa deste estudo baseia-se na relevância de compreender os fatores de risco, identificar as regiões corporais mais afetadas e apontar as intervenções mais eficazes para os praticantes de musculação. A literatura evidencia que estratégias como avaliação biomecânica, educação postural, fortalecimento muscular e reabilitação individualizada são fundamentais na redução da incidência de lesões. Para Gomes (2022, p.21), “o fisioterapeuta se torna imprescindível acompanhando e planejando os treinamentos, visando um melhor desempenho e maior durabilidade da carreira esportiva do atleta.” Rodrigues (2017) complementa que o aprimoramento constante das condutas fisioterapêuticas é essencial para garantir evolução e qualidade no desempenho esportivo.
Assim, este estudo tem como objetivo identificar as principais lesões musculoesqueléticas comuns em atletas de musculação, analisando suas causas, fatores de risco e estratégias de prevenção. Como objetivos específicos, busca-se apresentar o perfil dos atletas, mapear as áreas mais afetadas e indicar as terapias utilizadas. Ressalta-se que a presença do fisioterapeuta no ambiente das academias deve ser considerada estratégica para promover prevenção, reabilitação e segurança na prática da musculação.
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
2.1 Conceito de fisioterapia esportiva na musculação
A fisioterapia é essencial para prevenir e tratar lesões relacionadas à musculação. O profissional de fisioterapia analisa a biomecânica, corrige posturas e sugere atividades para aprimorar a funcionalidade muscular e articular, evitando sobrecargas e incentivando força, flexibilidade e equilíbrio. Além disso, a abordagem preventiva redireciona o foco do profissional para a identificação e correção de fatores de risco, garantindo maior segurança e desempenho ao praticante (Callegari, 2014). Dessa forma, garante que atletas e praticantes de musculação mantenham um desempenho ideal sem sobrecargas prejudiciais ao corpo, promovendo o fortalecimento muscular, a flexibilidade e o equilíbrio corporal, fatores fundamentais para a prevenção de lesões.
A musculação é praticada por atletas profissionais e amadores, sendo recomendada para fortalecer músculos, melhorar resistência física e manter a saúde geral. Para Carvalho (2022, p.13), “ A Fisioterapia dentro da modalidade esportiva, não vai atuar somente no tratamento do indivíduo lesionado, mas também nas medidas preventivas para evitar a ocorrência dessas lesões.” Diante do exposto, a fisioterapia é associada ao cuidado de lesões já instaladas, auxiliando na recuperação e reabilitação dos atletas.
2.2 As Lesões Comuns em Praticantes de Musculação na fisioterapia
A musculação é amplamente praticada para o fortalecimento muscular, mas pode causar lesões musculoesqueléticas, classificadas conforme a estrutura afetada e a natureza do dano, que é avaliado pelo fisioterapeuta para o tratamento. Na visão de Oliva et al (1998, p.13): ” No que se refere à pratica da modalidade, as questões relatam o tempo de prática da atividade, período de treinamento, frequência semanal, critério usados para sobrecarga nos exercícios e o uso de suplemento alimentar.” Dessa forma, ressalta-se a importância de considerar variáveis como tempo de prática, frequência e intensidade dos exercícios, além do uso de suplementos, na modalidade esportiva.
Observam-se aspectos associados à atividade física, tais como a duração do exercício, a frequência semanal, os limites de sobrecarga e a utilização de suplementos alimentares. Para compreender o impacto do exercício físico nos músculos e articulações, esses componentes são fundamentais. Por exemplo, uma carga excessiva ou imprópria pode resultar em lesões, uma vez que sobrecarrega os músculos e articulações sem proporcionar tempo para se adaptarem. De acordo com Oliveira et al (2018, p.145):
Em medicina esportiva, na qual é alto o índice de lesões decorrentes da prática esportiva, a prevenção associada à potencialização máxima das funções do atleta e as orientações de treinamento estão diretamente ligadas ao desempenho do atleta, tornando clara a necessidade da atuação deste profissional dentro da equipe de treinamento destes indivíduos ( OLVEIRA ET AL, 2018, p.145).
Do ponto de vista de Suassui et al (2018, p.1): “(…) musculação de acordo com a literatura traz grandes benefícios à saúde, desde a diminuição de doenças crônicas em geral até prevenção de quedas (…).” Diante do exposto, destaca-se a variedade de vantagens da musculação, incluindo a prevenção de doenças crônicas e a melhoria da composição. Contudo, a prática investigada pode favorecer o desenvolvimento de determinadas patologias. Nesse contexto, a atuação do profissional de fisioterapia na prevenção e reabilitação é relevante quanto a recuperação em atletas que praticam musculação.
2.2.1 Lesões Musculoesqueléticas
2.2.1.1 Estiramentos Musculares
Os estiramentos musculares são frequentemente causados por esforços excessivos ou técnicas inadequadas durante o treinamento e esses tipos de lesões ocorrem quando as fibras musculares são forçadas além de sua capacidade de alongamento, resultando em dor e redução da amplitude de movimento. Na visão de Martins (2010, p.7):
A manifestação clínica do estiramento muscular, indicativa indireta da lesão, irá depender da gravidade e da natureza da mesma, podendo ser classificada em três categorias: a) leve (grau I): apresenta poucas fibras lesadas, com pequeno edema e desconforto, além de mínima perda de força e movimento; b) moderada (grau II): apresenta um número maior de fibras lesadas com perda de força, edema e desconforto mais intenso; c) grave (grau III): apresenta extensa lesão muscular, resultando em perda total da função do músculo (MARTINS, 2010, p.7).
A classificação do estiramento muscular em três graus é fundamental para orientar a avaliação clínica e o tratamento fisioterapêutico, pois permite uma diferenciação precisa da lesão, baseando-se na definição de Laurino (2008) de que é uma lesão indireta causada pelo alongamento excessivo das fibras musculares. Compreender a diferenciação ajuda na adoção de métodos terapêuticos, melhorando a reabilitação, prevenção e planejamento para atividades.
Figura 1 – estiramento

A imagem acima (Figura 1) mostra um músculo de um estiramento lesionado por atividade física, sendo as regiões posteriores da coxa, panturrilha, musculatura interna da coxa e o músculo anterior mais suscetíveis a distensões. Essas lesões, que envolvem estiramento excessivo sem ruptura, geralmente são tratadas com crioterapia, eletroterapia, mobilização precoce e fortalecimento gradual.
A atuação do fisioterapeuta é importante na reabilitação muscular de atletas de musculação. Segundo Moraes et al. (2017), eles ajudam na recuperação, adaptando o ambiente esportivo e criando métodos para reduzir dor em estiramentos musculares.
2.2.1.2 Tendinopatia
Tendinopatia é a inflamação dos tendões causada por exercícios repetitivos, causando dor e reduzindo mobilidade. Afirmam Stanghini e Flausino (2005, p.24): “ O fisioterapeuta esportivo pode preferir utilizar as técnicas tradicionais, criadas para reduzir a inflamação, que incluem repouso, medicamentos anti-inflamatórios, gelo e ultrassom.” Diante do contexto exposto, essas abordagens tratam lesões esportivas para minimizar dor e surto na fase inicial.
Figura 2 – Tendinite no Aquiles

tendinite de Aquiles, fascite plantar e canelite, que são lesões em músculos da perna. Elas ocorrem devido à má postura, calçados inadequados e excesso de peso. A sobrecarga mecânica e falta de preparo físico contribuem para essas lesões musculoesqueléticas nas pernas e pés.
De acordo com (Ferreira e Silva, 2016, p.14): “ a partir da fisioterapia esportiva e da intervenção do fisioterapeuta no tratamento e na prevenção dessa afecção, o tratamento fisioterápico torna-se essencial para esse processo.”. Nesse contexto, a fisioterapia atua de forma eficiente ao tratamento a tendinite como a utilização de técnicas de mobilização, crioteriapia reduzindo a inflamação e a laserterapia para estimular a cicatrização dos tecidos e exercícios específicos para corrigir desequilíbrios biomecânicos. Além disso, estes recursos aplicados contribuem para melhor evolução, promovendo alivio a dor e prevenção.
2.2.1.3 Entorses
As entorses são lesões nos ligamentos e ocorrem com frequência em articulações como o tornozelo e o joelho. Portanto essas lesões podem resultar de movimentos bruscos ou impacto direto, causando dor e instabilidade articular. O tratamento fisioterapêutico para entorses foca no fortalecimento dos músculos ao redor da articulação afetada para proporcionar suporte e estabilidade adicional. Afirma Soares e Azevedo (2023, p.5891):
No entanto, a aplicação de bandagem elástica na entorse aguda de tornozelo foi mais eficaz do que uma tala na redução do edema sendo uma alternativa preferida a uma tala para o tratamento de entorses agudas de tornozelo, embora não tenha sido encontrada evidências que expliquem os seus efeitos na entorse do tornozelo (SOARES; AZEVEDO, 2023, p.5891).
Na visão de Mendes (2023, p.17): “ As entorses de tornozelo são lesões comuns em atletas, especialmente em esportes que envolvem mudanças rápidas de direção, saltos e movimentos intensos. ” Diante do exposto, usar técnicas que estabilizem a articulação com exercícios funcionais é essencial para melhorar equilíbrio, coordenação, restaurar a funcionalidade e reduzir riscos de lesões. A figura abaixo mostra as lesões tipo entorses:
Figura 3 – Entorse do joelho

Fonte: Site Drº Pedro Giglio: https://pedrogiglio.com/torcao-do-joelho-o-que-fazer-em-caso-de-uma-entorse-dojoelho/ (2025)
A figura abaixo ilustra uma ocorrência de entorse no joelho, marcada por uma torção dos músculos. De acordo com Drº Pedro Giglio (2025): “ É um tipo de lesão muito comum em atividades físicas e esportivas. O joelho é a segunda articulação mais acometida por entorses, atrás apenas do tornozelo.” Nessa situação, a intervenção fisioterapêutica é fundamental para a recuperação de atletas de musculação com lesões musculares, ajudando na recuperação funcional e evitando complicações.
Figura 4 – Entorse do tornozelo

Fonte: Instituto Trata Joelho e Quadril: https://www.institutotrata.com.br/entorse-do-tornozelo/ (2024)
Por fim, a abordagem fisioterapêutica para lesões relacionadas à musculação é multifacetada e essencial para a recuperação e prevenção de lesões futuras. Murer et al. (2007, apud, Paulo, Sutto & Chiminazzo, 2020) sugere que lesões na musculação ocorrem pelo treinamento mal orientado, ocasionando ao praticante uma falta de conhecimento sobre o exercício. Desta forma, a fisioterapia melhora a funcionalidade e a saúde musculoesquelética a longo prazo com técnicas especializadas e tratamentos personalizados.
2.2.1.4 Lesões Articulares
A musculação é uma prática amplamente utilizada para o desenvolvimento da força, resistência e condicionamento físico. De acordo com Sousa, Amaral e Porto (2016), a prevalência de lesões articulares entre praticantes de treinamento resistido (musculação). No entanto, a execução concentrada de exercícios, o excesso de carga e a atividade intensa de movimentos podem levar a lesões articulares, comprometendo o desempenho e a saúde dos praticantes.
Figura 5 – lesões articulares

Fonte: Globo.com: https://ge.globo.com/eu-atleta/saude/post/2021/01/10/lesao-na-cartilagem-articularrespostas-para-as-10-principais-duvidas.ghtml.(2021)
As lesões articulares mais comuns em atletas de musculação incluem tendinites, bursites, condropatias e instabilidades articulares. Segundo Lima, Macario e Moysés (2024, p.8):
(…) foi possível constatar que exercícios praticados na musculação utilizando a conexão neural, podem estar relacionados aos fatores de prevenção de lesões ósteo-mio-articulares, visto que, minimizando a sobrecarga articular, o exercício, mesmo que ocorra repetidamente (…) (LIMA; MACARIO & MOYSÉS, 2024, p.8).
Diante do exposto, essas condições ocorrem, frequentemente, devido a sobrecargas mecânicas, desalinhamentos posturais ou déficits musculares, sendo o ombro, joelho e coluna as partes do corpo mais afetados, pois suportam grandes esforços durante os treinos. Nesse contexto, as lesões articulares ocorrem devido a sobrecarga executada, no momento do treinamento.
Dessa forma, a atuação da fisioterapia em atletas de musculação vai além do tratamento de lesões articulares, englobando a prevenção e a otimização do desempenho esportivo. O acompanhamento fisioterapêutico permite que os praticantes desse esporte mantenham a integridade das articulações e a longevidade na prática, garantindo uma evolução.
2.2.1.5 Hérnia
A má postura e a execução incorreta de exercícios na musculação podem levar ao desenvolvimento de hérnias de disco. Na visão de Michelli e Gillian (1999, p.59):” Lesões da coluna lombar geralmente resultam de dois padrões de geração de força: evento único, macrotrauma agudo ou microtraumas repetitivos com o resultado de lesões de overuse.” A dor lombar é um dos problemas mais comuns em praticantes de musculação, pois os atletas fazem movimentos repetitivos ocasionando lesões na lombar, quando é praticado com intensidade.
Figura 6 – Locais onde ocorre a Hernia

Fonte: Saudebemestar.pt: https://www.saudebemestar.pt/pt/clinica/fisioterapia/hernia-discal-lombar/ (2022)
Nesse contexto, a fisioterapia busca reduzir a dor e a inflamação por meio de técnicas como mobilização vertebral, terapia manual, exercícios de estabilização segmentar e reeducação postural, além de corrigir a técnica de movimentos que envolvem a coluna. O profissional Fisioterapeuta, elabora uma avaliação em cima da lesão, criando visão clínica do tratamento que será utilizado para minimizar a lesão.
Portanto, o tratamento fisioterapêutico inclui técnicas de alongamento, fortalecimento da musculatura do core (abdominais e lombares), exercícios de estabilidade e educação postural para melhorar a biomecânica dos movimentos. Nesse cenário, a intervenção do fisioterapeuta é fundamental para a recuperação de atletas de musculação que enfrentam lesões, sendo ele encarregado de elaborar um registro clínico que considere o histórico do atleta.
2.2.1.6 Ligamento Cruzado Anterior (LCA)
As lesões no joelho são frequentes entre atletas de musculação devido à sobrecarga articular e execução inadequada dos exercícios. Na visão de Soares et al. (2023, p.118): “ O joelho é uma das articulações intermediárias que suporta grandes cargas, sendo caracterizada pela sua instabilidade óssea que a torna suscetível ao desenvolvimento de lesões, principalmente ligamentar, desgaste das cartilagens ou fraturas ósseas.“ Diante disso, as lesões são tratadas de acordo com a visão diagnostica do fisioterapeuta.
O profissional de fisioterapia atua de maneira essencial na avaliação dessas contusões, identificando desequilíbrios biomecânicos e aplicando métodos terapêuticos personalizados para a recuperação do esportista. Soares et al. (2023) destacam que a fisioterapia, por meio de seus métodos e técnicas, tem se mostrado altamente eficaz no tratamento de diversas lesões. A fisioterapia desempenha um papel essencial na reabilitação, pois acelera a recuperação e reduz o impacto das lesões na rotina dos pacientes.
O tratamento fisioterapêutico dessas lesões envolve técnicas como terapia manual, exercícios terapêuticos e treinamento proprioceptivo, visando a restauração da funcionalidade e prevenção de novos quadros. Além disso, a orientação sobre a execução correta dos movimentos e o controle da carga de treinamento são fundamentais para garantir a segurança do atleta. Assim, a fisioterapia se torna um aliado indispensável no processo de reabilitação e aprimoramento do desempenho esportivo.
2.3 Abordagens Fisioterapêuticas para Prevenção de Lesões
A prevenção de lesões é uma das áreas fundamentais da fisioterapia, com o objetivo de promover a saúde e o bem-estar dos indivíduos, minimizando o risco de danos ao sistema musculoesquelético. Araujo e Nunes (2025) afirmam que a prática de atividade física traz benefícios para a saúde, porém, quando realizada de forma intensa, pode aumentar a predisposição a lesões musculoesqueléticas. Diante disso, as abordagens fisioterapêuticas para prevenção de lesões, destaca-se a avaliação biomecânica e postural, que permite identificar padrões de movimento inadequados, desequilíbrios musculares e deficiências no controle motor.
Segundo Grigolo (2021): “ As condutas apresentadas podem ser inclusas em um plano fisioterapêutico que tenha como objetivo prevenir lesões, tanto para iniciantes quanto para praticantes avançados.” O fisioterapeuta cria programas de exercícios personalizados para corrigir disfunções, fortalecendo músculos e aumentando a flexibilidade. Além disso, realiza a educação postural, que ensina os pacientes sobre a importância de manter posturas adequadas em atividades diárias e esportivas.
Além de prevenir lesões, o treinamento proprioceptivo também auxilia na reabilitação, pois fortalece a estabilidade articular e aprimora a resposta neuromuscular. A correção de hábitos posturais inadequados é crucial para evitar sobrecargas em articulações e músculos, reduzindo a incidência de dores e lesões crônicas. Dessa forma, a fisioterapia não apenas trata as disfunções musculoesqueléticas, mas também promove um desempenho físico mais seguro e eficiente.
2.4 Reabilitação Fisioterapêutica em Lesões ocorridas na Musculação
A reabilitação fisioterapêutica para lesões relacionadas à musculação exige uma metodologia atenta e progressiva, focando na recuperação da funcionalidade muscular e articular, além de evitar problemas a longo prazo. Para Oliveira et al. (2018, p.143):
Com relação à realização de tratamento fisioterapêutico e o retorno as práticas desportivas, alguns participantes realizaram fisioterapia para algumas lesões e outras não, assim como interromperam suas atividades ou não, o que foi caracterizado no estudo como sintomático ou assintomático (OLIVEIRA, ET AL. 2018, p.143).
Diante do exposto, entre as lesões frequentes nesse cenário estão as distensões térmicas, tendinites e lesões nos ligamentos, que geralmente ocorrem devido à sobrecarga, ao uso inadequado de técnicas térmicas ou à ausência de um aquecimento apropriado. O fisioterapeuta, ao realizar uma avaliação minuciosa, identifica os elementos que contribuíram para a lesão e desenvolve um plano de tratamento sob medida.
O processo de confiabilidade é fundamental para garantir a qualidade e a efetividade das intervenções fisioterapêuticas, especialmente no que se refere à prevenção e ao tratamento de lesões. Em termos de reabilitação, a confiabilidade dos testes e das avaliações utilizadas pelo fisioterapeuta permite um diagnóstico preciso, além de fornecer um acompanhamento eficaz da evolução do paciente.
3 METODOLOGIA
O presente estudo fundamenta-se em uma revisão bibliográfica, com análise de artigos científicos, dissertações, livros especializados e diretrizes de associações de fisioterapia esportiva. Essa abordagem permitiu reunir informações relevantes sobre a atuação da fisioterapia aplicada à musculação, garantindo uma visão ampla e baseada em evidências.
A busca foi realizada em bases de dados como SciELO, PubMed e Google Acadêmico, utilizando descritores relacionados à fisioterapia esportiva, lesões musculoesqueléticas na musculação e prevenção de lesões em atletas. Foram priorizadas publicações dos últimos cinco anos, assegurando a atualidade dos conteúdos analisados.
Além disso, foram incluídos no estudo trabalhos disponíveis em português, inglês e espanhol, que abordassem estratégias fisioterapêuticas de prevenção e reabilitação voltadas à musculação. A seleção valorizou pesquisas com embasamento científico consistente, métodos bem descritos e resultados relevantes para a prática profissional.
Artigos de opinião, duplicados, sem revisão por pares ou que não abordassem especificamente a fisioterapia na musculação foram excluídos com base nos critérios de exclusão. Assim, buscou-se garantir a qualidade e a pertinência das informações, oferecendo suporte para entender e melhorar a prática fisioterapêutica nesse cenário.
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Os resultados da revisão evidenciaram que a maioria das lesões em atletas de musculação está associada ao uso inadequado de cargas e à execução incorreta dos exercícios. Tais fatores aumentam a sobrecarga articular e muscular, predispondo a distensões e tendinopatias. Paulo, Sutto e Chiminazzo (2020) apontam que a ausência de orientação especializada favorece a ocorrência de lesões, reforçando a necessidade da fisioterapia preventiva nesse contexto.
Observou-se que os grupos musculares mais afetados foram ombros, joelhos e região lombar, áreas que concentram esforços repetitivos. Esse achado está de acordo com Aragão (2022), que identificou prevalência significativa de lesões musculoesqueléticas em praticantes de modalidades de força. Dessa forma, a fisioterapia surge como componente essencial para a manutenção da prática segura.
O estudo identificou também que a falta de consciência corporal e de técnicas corretas de treino aumenta o risco de entorses e hérnias. De acordo com Gomes (2022), o acompanhamento fisioterapêutico auxilia no planejamento de cargas e na adaptação postural, prevenindo danos de maior gravidade. Esse aspecto reforça a função educativa do fisioterapeuta dentro das academias.
Entre os resultados analisados, verificou-se que os praticantes que receberam acompanhamento fisioterapêutico apresentaram menor tempo de afastamento das atividades físicas em caso de lesões. Segundo Farias et al. (2023), a musculação acompanhada de profissionais reduz complicações e potencializa os benefícios para a saúde e desempenho físico. Esse dado demonstra a relevância clínica do suporte fisioterapêutico.
Outro resultado relevante diz respeito às intervenções terapêuticas mais utilizadas, como crioterapia, exercícios proprioceptivos e fortalecimento específico. Conforme Lima, Macario e Moysés (2024), essas técnicas favorecem não apenas a reabilitação, mas também a prevenção, ao promoverem equilíbrio muscular e estabilidade articular. Assim, consolidam-se como práticas centrais na fisioterapia esportiva aplicada à musculação.
Os achados do estudo confirmam que a prática de musculação sem orientação adequada pode gerar lesões graves e recorrentes. A literatura aponta que a fisioterapia exerce papel estratégico na prevenção, alinhando técnicas de reabilitação com protocolos de treinamento seguro. Para Paulo, Sutto e Chiminazzo (2020), essa atuação deve integrar tanto avaliação biomecânica quanto educação postural, visando resultados sustentáveis.
A presença de lesões em regiões como ombro, joelho e coluna corrobora estudos recentes. Aragão (2022) destaca que tais áreas concentram maior risco devido ao alto impacto dos exercícios resistidos, principalmente quando há sobrecarga ou execução incorreta. Esse dado reforça a importância de métodos fisioterapêuticos direcionados para esses segmentos corporais.
Além disso, a redução no tempo de afastamento de atletas acompanhados por fisioterapeutas mostra a efetividade das condutas clínicas. Gomes (2022) argumenta que a reabilitação personalizada permite retorno mais rápido e seguro às atividades físicas, evidenciando o diferencial do acompanhamento especializado. Essa prática contribui também para diminuir índices de reincidência de lesões.
Outro ponto em discussão é a necessidade de protocolos de prevenção integrados aos treinos regulares. Farias et al. (2023) afirmam que a musculação, embora benéfica, requer monitoramento contínuo para que não se torne fonte de complicações. Nesse sentido, a inclusão da fisioterapia no ambiente das academias representa avanço significativo para a saúde do praticante.
Por fim, observa-se que as abordagens fisioterapêuticas atuais valorizam não apenas o tratamento, mas a longevidade esportiva. Conforme Lima, Macario e Moysés (2024), a integração de técnicas modernas, como treinamento proprioceptivo e estabilização neural, amplia o desempenho e reduz riscos. Portanto, a discussão confirma que a fisioterapia é indispensável para equilibrar prevenção, reabilitação e performance em atletas de musculação.
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A presente revisão evidenciou que a musculação, embora seja uma prática amplamente reconhecida pelos benefícios à saúde, ao condicionamento físico e à estética, apresenta riscos significativos quando realizada sem orientação adequada. As lesões musculoesqueléticas, destacadamente nos ombros, joelhos e região lombar, surgem como as mais recorrentes, reafirmando a importância da atenção fisioterapêutica em todos os níveis de prática esportiva.
Constatou-se que a atuação da fisioterapia não se restringe ao tratamento de lesões já instaladas, mas se mostra essencial na prevenção, por meio de avaliações biomecânicas, correções posturais e educação dos praticantes. O acompanhamento contínuo por esse profissional representa um diferencial na qualidade da prática, reduzindo afastamentos e aumentando a segurança durante os treinamentos.
Os resultados também destacaram que a reabilitação fisioterapêutica em casos de lesão contribui para o retorno mais rápido e seguro às atividades físicas. Técnicas como crioterapia, fortalecimento muscular específico, treinamento proprioceptivo e reeducação postural são recursos fundamentais, que auxiliam tanto na recuperação funcional quanto na diminuição da reincidência de novas complicações.
Por fim, a inserção do fisioterapeuta no ambiente das academias e no acompanhamento de atletas é indispensável para aliar prevenção, reabilitação e otimização da performance. A fisioterapia esportiva consolida-se, assim, como elemento estratégico para garantir longevidade esportiva, maior qualidade de vida e a prática segura da musculação, reafirmando seu papel central na promoção da saúde.
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1Discente do Curso Superior de Bacharel em Fisioterapia da Faculdade Cosmopolita
2Discente do Curso Superior de Bacharel em Fisioterapia da Faculdade Cosmopolita
3Discente do Curso Superior de Bacharel em Fisioterapia da Faculdade Cosmopolita
4Docente do Curso Superior de Bacharel em Fisioterapia da Faculdade Cosmopolita
