THE INFLUENCE OF CLIMATE CHANGE AND DENGUE IN BRAZIL
REGISTRO DOI: 10.5281/zenodo.7656538
Ryan Alves de Azevêdo1
Paloma Leal Nobre2
André Cardoso Tavares3
Drielly Aparecida Miranda da Silva4
Giovanna Brandão Mainieri5
Danielle Almeida Santos Paes Ferreira6
Matheus Gomes da Costa7
Ana Florise Morais Oliveira8
RESUMO
As mudanças climáticas podem ser observadas mundialmente, tendo como um dos seus fatores o potencial de causar alterações no ciclo biológico de inúmeras doenças, que interferem diretamente na vida das pessoas e no ambiente que as cercam. Assim como as arboviroses podem mudar o modo de vida destas. Nota-se que a falta de saneamento básico (políticas públicas incluindo o saneamento básico), condições de vulnerabilidade, moradia e a pobreza em determinadas regiões, tendem a atrair e favorecer a permanência dessa arbovirose e seu respectivo vetor. Ademais, esse estudo tem como objetivo mostrar os principais fatores relacionados com a incidência da dengue em território brasileiro bem como a importância no treinamento de equipes especializadas no combate ao vetor .
Palavras-chaves: “Dengue”; “Arboviroses”; “Clima”, “Mudanças climáticas”.
SUMMARY
Climate change can be observed worldwide, having as one of its factors the potential to cause diseases in the biological cycle of numerous diseases, which directly interfere with people’s lives and the environment that surrounds them. Just as arboviruses can change their way of life. It is noted that the lack of basic sanitation (public policies including basic sanitation), conditions of vulnerability, housing and poverty in certain regions tend to attract and favor the permanence of this arbovirus and its respective vector. In addition, this study aims to show the main factors related to the incidence of dengue in Brazil, as well as the importance of training specialized teams to combat the vector.
Keywords: “Dengue”; “Arboviruses”; “Climate”, “Climate Change”.
Introdução
As mudanças climáticas podem ser entendidas como qualquer mudança no clima ao longo dos anos, devido à variabilidade natural ou como resultado da atividade humana ( BARCELLOS et al., 2009). De acordo com El- Sayed e Kamel (2020), o aquecimento global devido às mudanças que ocorrem no clima traz consigo a capacidade de produzir impactos sobre a saúde humana por diferentes vias, inclusive na proliferação e permanência dos mosquitos que são responsáveis pelas arboviroses atualmente. Ao mesmo tempo que a transmissão dos patógenos sofre persuasão de alguns fatores para a incidência de patologias tais como os locais onde habitam, idade do individuo, sexo e classe econômica (MESQUITA et. al., 2021).
Essas mudanças têm grande influência no ciclo de vida dos vetores, na reprodução do vírus e na sua transmissão. Esses mosquitos em temperaturas elevadas têm um alto poder nas suas atividades, todavia se o clima estiver seco e quente sua subsistência também pode ser ameaçada (MESQUITA et. al., 2021).
Dentre as doenças que podem ter ação pelo clima, podem-se destacar as arboviroses, onde as mesmas vêm se tornando uma preocupação global. Visto que se trata de um vírus, tendo como um de seus principais vetores, o mosquito Aedes Aegypti, sendo a transmissão ocorrida pela picada das fêmeas deste ao mesmo modo, outros vírus podem ser transmitidos por esse mesmo vetor como Zika, Chikungunya e febre amarela(YOUNG, 2018).
Nos últimos anos uma dessas arboviroses que mais se destaca é a dengue. Tendo como fator associado o processo de reprodução em ambientes propícios onde há concentração de água parada. Essa patologia é desencadeada por sorotipos do tipo: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. E tem relação com a família Flaviviridae. 7, 8. (DRIGGS et. al., 2021).
No Brasil, a patologia se destaca com frequência e intensidade devido alguns fatores de risco que influenciam sua melhor adaptação em certas regiões, sobretudo em grandes áreas urbanas ou no rápido crescimento destas sem preparo. Ainda o clima sazonal, e o saneamento básico precário (RIBEIRO, 2020).
De acordo com dados fornecidos pela OMS (Organização Mundial da Saúde, 2021), os casos de indivíduos infectados pela dengue ultrapassam os 50 milhões todos os anos, trazendo em si aumento no número de hospitalização e na taxa de mortalidade. Assim, tornando-se um problema de saúde pública. Isso se dá ao desfavorecimento em saneamento básico em países em desenvolvimento devido às condições socioeconômicas, condições de vulnerabilidade precária, com moradia comprometida, tanto pelo risco do ambiente quanto pelo clima (períodos chuvosos), desprovida de uma saúde pública de qualidade, com doenças crônicas, falta constante de água ou a falta de água potável, tornando estas populações mais susceptíveis a transmissão da dengue (LEANDRO et. al., 2020).
Diante do que foi exposto, este trabalho tem como objetivo mostrar os principais fatores relacionados com a incidência da dengue em território brasileiro. Sendo assim, visa expor as razões da proliferação exacerbada da patologia, bem como a disponibilidade de conhecimento sobre políticas públicas e ações preventivas para com à população. Contribuindo assim, para um melhor esclarecimento de estudos não apenas científico, mas também como forma de conscientizar a sociedade.
Resultados e Discussão
Tabela 01: Artigos constituídos na da revisão de forma resumida.
ANO/AUTOR OBJETIVO MÉTODO RESULTADOS CONCLUSÃO RIBEIRO et. al., 2021 Mostrar a relação dos vetores da dengue com os
fatores climáticos.É um estudo com delineamento
ecológico utilizado no qual os municípios do
Rio de Janeiro foram como unidades de
análise.Destaca-se, ainda, que 33 municípios
registram valores do IIP iguais a
zero, sendo que
cinco destes
repetem este
resultado em quatro das cinco
edições da LIR
Aa .Considerando que os estados e municípios
elaboram suas
estratégias de
controle de
transmissão da dengue, e com base nos resultados do LIR
Aa essa revisão nos parâmetros de
classificação de risco de infestação para epidemias é
premente.PINHEIRO et.
al., 2018Investigar a
percepção das
mudanças
climáticas globais e sua gravidade em relação às escalas espacial e temporal.Este estudo
descritivo-
exploratório foi
realizado com 52 alunos, de ensino médio e superior, sendo 17 do sexo
feminino e 35 do masculino.Os resultados
obtidos são
expostos e
discutidos em
blocos temáticos,
de acordo com os objetivos propostos para a investigação.Constou-se a
ocorrência do viés do otimismo espacial (que diz respeito à dificuldade de
perceber a ameaça
representada pelas MCGs à medida que a escala espacial.MICELI et. al.,
2020Investigar a forma como estas duas
revistas apresentam estes conteúdos durante o período de 2013 a 2016.Pesquisa
qualitativa, cujo
referencial
metodológico
baseou-se na
análise categorial
temática.Os resultados
obtidos
divergiram
principalmente no que diz respeito à
autoria e precisão
científica.As revistas analisadas
deram certo destaque ao tema mudanças
climáticas em suas
edições e que se
constituem como
potenciais recursos
para a divulgação das questões ambientais.ARAÚJO et.
al., 2019O trabalho mostra como as variáveis
meteorológicas
influenciam na
prevalência das
doenças
transmitidas pelo mosquito Aedes
aegypti.Foram analisados
dados coletados
do Sistema de
MonitoramentoDiário de Agravos (SIMDA) da secretaria de
saúde de
Fortaleza.Os resultados
mostram que há uma forte relação das doenças com a precipitação e
com a umidade
relativa do ar.Constatou-se que, o município de Fortaleza apresenta
condições favoráveis
para a proliferação do mosquito aegypti.RODRIGUES
et. al., 2022Investigar
especificamente o papel dos quatis como possíveis
hospedeiros de
arbovírus e mostrar a distribuição e
diversidade dos
arbovírus que
pertencem aos
gêneros Alphavirus,
Flavivirus,
Phlebovirus e
OrthobunyavirusFoi feita uma
investigação
sorológica detectar anticorpos totais contra diferentes
tipos de arbovírus
em quatis de vida livre através do
teste de Inibição de Hemaglutinação.A presença de
anticorpos para
esses vírus em quatis indicou
uma aparente
circulação
silenciosa de
arbovírus,
implicando que N. nasua seja um possível
hospedeiro
amplificador
desses arbovírus
na área estudada.Os dados reportados
também servem de alerta sobre o possível risco de se
estabelecer um ciclo de transmissão de
arbovírus envolvendo
artrópodes vetores e quatis, ou mesmo
outros animais
silvestres,
consequentemente, incluindo humanos
nesta cadeia de
transmissão.OSSA et. al.,
2019Analisar a
emergência dos
arbovírus e os
fatores que
contribuem para disseminação e
infecção.Tratou-se de
uma revisão
sistemáticaOs fatores
responsáveis pela
disseminação e infecção são: ausência de
vacinas aprovadas
ou drogas antivirais
específicas,
presença de
comorbidade,
desordenado
crescimento
populacional.A emergência dos arbovírus
interliga os
vetores com a
ausência de recursos
apropriados para a sua prevenção e
tratamento.FURTADO et.
al., 2019Atualizar os dados do arbovírus Dengue, sua
fisiopatologia,
diagnóstico,
prevenção e
tratamento.Foi aplicado
recorte do tema,
definição dos
descritores nas
bases de dados, critérios de seleção e
avaliação dos
resultados
encontrados.O Aedes é o
principal vetor do
vírus no país,
tratando-se de um mosquito com hábitos diurnos, antropofílico e
essencialmente
urbano, que se
desenvolve
principalmente
em depósitos de
água.Conforme verificado,
a Dengue não sofreu poucas mudanças na
sua forma de
transmissão e
tratamento, a
prevenção da
arbovirose pode
ocorrer pela
introdução da vacina tetravalente contra os quatro tipos da
dengue.
Fonte: Elaboração Própria.
Atualmente, a doença mais comum causada pela arbovirose é a dengue. Estima-se que cerca de 50 a 200 milhões de casos por essa enfermidade acontecem anualmente, e alcançam 20 mil mortes. Esse aumento constante de casos ocorre devido a inúmeros fatores, sendo a mutação do vírus, problemas socioeconômicos, clima, viagens ao exterior (Furtado et. al., 2018).
As arboviroses são intermediárias de passagem por artrópodes e vem gerando preocupação para a saúde pública. Este infecta tanto humanos quanto animais, causando uma série de sintomas como febre que pode variar o grau de periculosidade, hemorragia, síndrome neurológica, erupção cutânea e artralgia (RODRIGUES et. al., 2022). Além da aglomeração de pessoas no qual favorece a transmissão e a proliferação das arboviroses, visto que se trata de vírus. (Ossa et. al., 2019).
Outrossim, em relação aos sorotipos no Brasil, foram encontrados os quatro desses, porém o que tem mais capacidade de se multiplicar no organismo e provocar doença, é o DEN-3, e o que tem menos poder replicativo, é o DEN-1. Sua replicação ocorre no intestino médio, e depois de um tempo evolui para outros órgãos até chegar nas glândulas salivares. Assim, quando ocorre a picada deste no indivíduo, o vírus é lançado direto na corrente sanguínea, levando para órgãos específicos como o baço, fígado e os tecidos linfáticos até desencadear os primeiros sintomas. No mais, no ser humano ocorre a nível das células sanguíneas. Nesse processo sucede a produção de um substância que acomete as paredes dos vasos sanguíneos, causando perda do plasma. (Furtado et. al., 2019).
A falta de saneamento básico em determinadas regiões são fatores que atraem o mosquito transmissor do vírus da dengue. Como depósito de lixo a céu aberto, principalmente sólido, que conseguem portar água parada (RIBEIRO et. al., 2021).
A urbanização tem grande importância nesse contexto, já que o crescimento desordenado das cidades e de locais pobres com falta de higienização proporcionam o ambiente perfeito para a proliferação deste. Gerando poluição de gases na atmosfera, fazendo com que aumente a temperatura e os níveis dos oceanos, perda da diversidade biológica tanto terrestre quanto marítima (PINHEIRO et. al., 2018). Além disso, desregula os períodos de inverno e verão impactando não só o planeta, mas também a vida humana (MICELI et. al., 2020).
Do mesmo modo, essa versatilidade propicia a adaptação de alguns vetores patológicos. Ademais, a umidade do ar e a temperatura favorecem o ciclo reprodutivo e a permanência dos mosquitos no meio, principalmente os do Aedes Aegypti. Em seguida, o clima tem relação direta com a idade do mosquito. A umidade, por exemplo, quando esta está alta, favorece aos mosquitos mais “novos”, porém pode ser danoso para os mais “velhos”. Já quando a temperatura está média e/ou mínima, os mosquitos mais “maduros” são favorecidos. Assim, por conta da alta poluição favorecendo o aumento da temperatura nas grandes cidades, os mosquitos têm uma melhor habitação e sobrevivência ( ARAÚJO et. al., 2019).
CONCLUSÃO
De acordo com os dados obtidos, pode-se observar que os fatores climáticos têm relação direta com a dengue. Tanto na sua adaptação quanto na proliferação e no seu ciclo de vida por inteiro.
Foi evidenciado de modo geral, que os fatores meteorológicos, como a variação de temperatura, períodos chuvosos e a umidade relativa do ar, são pivôs que proporcionam assertivamente com a permanência e disseminação da dengue em diversos estados do território brasileiro, assim como a sua grande capacidade de adaptação em ambientes urbanizados.
É importante mencionar as evidências relacionadas com a permanência da arbovirose no país que, além dos fatores ambientais, o planejamento urbano mal elaborado contribuem ativamente com a subsistência da doença, ocasionado em uma problemática que está longe de ser solucionada. Dessa forma, é perceptível que quanto menor for o investimento em planejamentos urbanos adequados, a fim de manter as condições básicas em saneamento, maiores serão os números de casos de dengue, visto que, não se tem controle sob as mudanças climáticas em si.
Portanto, é imprescindível que novas medidas preventivas como o treinamento de equipes especializadas no combate ao vetor, e conscientização da população em relação a prevenção contra o mosquito a devem ser feitas ou melhoradas, e a aplicação de novas políticas públicas sejam aplicadas principalmente nas zonas onde precisa-se de mais atenção, além do tratamento adequado descarte de lixo a céu aberto.
Referências Bibliográficas
ARAÚJO, et., al. Influência de Variáveis Meteorológicas na Prevalência das Doenças Transmitidas pelo Mosquito Aedes Aegypti. Revista Brasileira de Meteorologia, [S.L.], v. 34, n. 3, p. 439-447, set. 2019. FapUNIFESP (SciELO). http://dx.doi.org/10.1590/0102- 7786343054. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbmet/a/ysPnBfM5cFp6hMNCCLVnyJf/?lang=pt#. Acesso em: 15 set. 2022.
BARCELLOS, Christovam et al . Mudanças climáticas e ambientais e as doenças infecciosas: cenários e incertezas para o Brasil. Epidemiol. Serv. Saúde, Brasília , v. 18, n. 3, p. 285- 304, set. 2009 . Disponível em <http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-49742009000300011&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em 10 out. 2022. http://dx.doi.org/10.5123/S1679-49742009000300011. Acesso em: 16 ago. 2022.
DRIGGS, Yusleimi Consuelo; AGUILAR PENAS, Leyra Maday; BATISTA PUPO, Frank Javier. Importância da prevenção da dengue. Rev cubana med , Ciudad de la Habana, v. 60, não. 3, e2029, set. 2021. Disponível em <http://scielo.sld.cu/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-75232021000300018&lng=es&nrm=iso>. acessado em 26 ago. 2022. Epub 15-set-2021.
FURTADO, et al. Dengue e seus avanços. Revista Brasileira de Análises Clínicas, [S.L.], v. 51, n. 3, p. 196-201, 08 ago. 2019. DOI http://dx.doi.org/10.21877/2448-3877.201900723. Disponível em: http://www.rbac.org.br/wp-content/uploads/2019/12/RBAC-vol-51-3-2019- ref-723.pdf. Acesso em: 09 out. 2022.
LEANDRO, Cícero dos Santos et al. Redução da incidência de dengue no Brasil em 2020: controle ou subnotificação de casos por covid-19?. Research, Society And Development, [S.L.], v. 9, n. 11, p. 1-15, 3 dez. 2020. DOI http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v9i11.10442. Disponível em: https://periodicos.ufms.br/index.php/sameamb/article/view/12185. Acesso em: 31 ago. 2020.
MESQUITA, Tayane Cristiele Rodrigues et al. Mudanças Climáticas e seu Impacto na Incidência de Arboviroses: uma revisão sistemática de estudos recentes. Revista Brasileira de Geografia Física, [S.L.], v. 14, n. 6, p. 3361-3337, 31 dez. 2021. Revista Brasileira de Geografia Física. http://dx.doi.org/10.26848/rbgf.v14.6.p3355-3371. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/rbgfe/article/viewFile/248975/39972. Acesso em: 16 ago. 2022.
MICELI, Bruna et al. Mudanças climáticas e a divulgação cientifíca: uma análise das revistas ciência hoje e superinterresante. Ensino, Saúde e Ambiente, Níterio- Rio de Janeiro, v. 13, ed. 1, p. 1-19, 25 maio 2020. DOI https://doi.org/10.22409/resa2020.v13i1.a21562. Disponível em: https://periodicos.uff.br/ensinosaudeambiente/article/view/21562. Acesso em: 15 set. 2022.
OssaD. P. S.; MeloH. P.; AroucaK. L. D.; BaldoinoF. R. R.; OliveiraE. M. de; SilvaV. P.; LopesP. F.; de AndradeA. R. O.; GarcêsT. C. de C. S. Arbovírus circulantes no Brasil: fatores associados com a disseminação e estratégias terapêuticas. Revista Eletrônica Acervo Saúde, n. 33, p. e1067, 23 out. 2019. DOI https://doi.org/10.25248/reas.e1067.2019. Disponível em<https://acervomais.com.br/index.php/saude/article/view/1067 >. Acesso em: 09 out. 2022.
PINHEIRO, José Q.; CAVALCANTI, Giselli R. C.; BARROS, Hellen C. L.. Mudanças climáticas globais: Viés de percepção, tempo e espaço. Estud. psicol. (Natal), Natal , v. 23, n. 3, p. 282-292, set. 2018. acessos em 10 out. 2022. DOI http://dx.doi.org/10.22491/1678- 4669.20180027. Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-294X2018000300008&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 01 set. 2022.
RIBEIRO, et., al. Condições Socioambientais relacionadas à Permanência da Dengue no Brasil-2020. Revista Saúde e Meio Ambiente, ano 2020, v. 11, ed. 2, p. 326-340, 14 dez. 2020. Disponível em: https://desafioonline.ufms.br/index.php/sameamb/article/view/12185. Acesso em: 31 ago. 2022.
RIBEIRO, Mário Sérgio et al. Índices larvais de Aedes aegypti e incidência de dengue: um estudo ecológico no Estado do Rio de Janeiro, Brasil. Cadernos de saúde pública, v. 37, 2021. DOI https://doi.org/10.1590/0102-311X00263320. Disponível em< https://www.scielo.br/j/csp/a/7fkVGsRMmjKNxD5QCFQMqBk/?lang=pt#. Acesso em: 01 set. 2022.
RODRIGUES, et., al. Soroprevalência de arbovírus em Nasua nasua (Mammalia, Carnivora, Procyonidae) de habitats sinantrópicos no Parque Nacional do Iguaçu, Mata Atlântica brasileira. Ciência Rural , v. 53, 2022. DOI https://doi.org/10.1590/0103-8478cr20210713. Disponível em< https://www.scielo.br/j/cr/a/LyV9dF6xmcSGtgK9XPMwn8K/abstract/?lang=en. Acesso em: 20 set. 2022.
YOUNG, Paul R.. Arboviruses: a family on the move. Advances In Experimental Medicine And Biology, [S.L.], v. 1062, p. 1-10, 30 maio de 2018. Springer Singapore. http://dx.doi.org/10.1007/978-981-10-8727-1_1. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29845521/. Acesso em: 25 ago. 2022.
1ORCID: https://orcid.org/0000-0001-6292-3239 Centro Universitário Unifacid Wyden Teresina-PI e-mail: ryazevedo89@gmail.com
2ORCID: https://orcid.org/0000-0002-6181-7482 Centro Universitário Unifacid Wyden Teresina-PI e-mail: pallomasalvatori15@gmail.com
3ORCID: https://orcid.org/0000-0002-8413-3868 Universidade Estadual do Ceará-UECE e-mail: andrebiomed16@gmail.com Fortaleza-CE
4ORCID: https://orcid.org/0000-0002-0257-7423 Centro Universitário Unifacid Wyden e-mail: driellyaparecida12@hotmail.com Teresina-PI
5ORCID: https://orcid.org/0000-0002-7033-1214 Unip-Universidade Paulista e-mail: giovannabrandaomainieri@gmail.com
6ORCID: https://orcid.org/0000-0001-6357-531X Universidade Federal de Santa Maria daniellealmeidapaes@gmail.com
7ORCID: https://orcid.org/0000-0002-2604-8876 Universidade Estadual do Maranhão matheusgomes0408@alexandre
8ORCID: https://orcid.org/0000-0001-8565-780X Universidade Federal do Piauí- UFPI anaflorise@gmail.com