MANEJO DA AMIGDALITE RECORRENTE EM CRIANÇAS 

MANAGEMENT OF RECURRENT TONSILLITIS IN CHILDREN 

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ch10202511300551


Leidiany Alves de Amorim1


Resumo 

A amigdalite recorrente em crianças constitui um problema frequente na prática pediátrica e demanda estratégias de manejo que integrem diagnóstico preciso, intervenções terapêuticas adequadas e prevenção de novos episódios. Este estudo teve como objetivo identificar, por meio de uma revisão integrativa da literatura, as principais evidências atuais sobre diagnóstico, tratamento e condutas de manejo da doença. A pesquisa seguiu o checklist PRISMA-ScR e utilizou buscas nas bases PubMed, SciELO, LILACS e BVS, incluindo estudos publicados entre 2019 e 2025. Foram selecionados sete artigos, que demonstraram que modelos assistenciais ampliados, como o cuidado de enfermagem abrangente, contribuem para melhor evolução clínica; que antibióticos profiláticos após tonsilectomia não oferecem benefícios significativos; e que terapias adjuvantes, como probióticos e imunomoduladores, podem reduzir a frequência dos episódios. Os estudos também reforçam a importância do uso de testes rápidos e culturas bacterianas, uma vez que critérios clínicos isolados apresentam baixa acurácia. Além disso, observou-se falhas frequentes no manejo inicial, especialmente no uso inadequado de anti-inflamatórios e antibióticos sem confirmação etiológica. Conclui-se que o manejo eficaz da amigdalite recorrente depende de diagnóstico mais assertivo, práticas terapêuticas baseadas em evidências e intervenções preventivas que fortaleçam o sistema imunológico. Ainda assim, limitações metodológicas dos estudos, como amostras reduzidas, heterogeneidade dos métodos e curto tempo de acompanhamento, indicam a necessidade de pesquisas mais robustas e padronizadas que permitam aprimorar as recomendações clínicas. 

Palavras-chave: Amigdalite; Manejo clínico; Crianças.

1 INTRODUÇÃO 

A amigdalite recorrente em crianças é um problema frequente na prática pediátrica e representa uma das principais causas de consultas médicas e absenteísmo escolar (Sousa et al., 2024). A inflamação repetitiva das amígdalas palatinas compromete não apenas o bem-estar da criança, mas também a rotina familiar, especialmente quando os episódios são intensos ou exigem repetidas intervenções terapêuticas (Marques et al., 2024). Diante disso, compreender a dinâmica dessa condição e suas implicações clínicas torna-se essencial para o planejamento de estratégias de cuidado mais efetivas. 

A doença caracteriza-se por episódios repetidos de inflamação das amígdalas, geralmente desencadeados por agentes virais ou bacterianos, sendo o Streptococcus pyogenes o patógeno bacteriano mais comum (Pinto et al., 2024). Apesar de muitas infecções serem autolimitadas, a recorrência pode levar a complicações, como abscessos periamigdalianos, apneia obstrutiva do sono e impacto negativo no desenvolvimento infantil. Amigdalite recorrente, considera-se o diagnóstico quando há sete ou mais episódios no último ano, cinco por ano nos últimos dois anos ou três episódios anuais por três anos consecutivos (Sabra et al., 2023). 

Do ponto de vista epidemiológico, estima-se que até 30% das crianças em idade escolar apresentam ao menos um episódio de amigdalite por ano, e uma parcela significativa evolui para quadros recorrentes. A incidência tende a ser maior entre os 5 e 15 anos, faixa etária em que o sistema imune está em pleno desenvolvimento e a exposição a ambientes coletivos aumenta o risco de transmissão. Além disso, fatores como sazonalidade, histórico familiar, exposição a poluentes e frequência em creches ou escolas influenciam diretamente a ocorrência da doença (Nunes et al., 2023). 

O manejo da amigdalite recorrente requer uma abordagem individualizada, que engloba desde medidas conservadoras, como controle dos sintomas e monitoramento clínico, até intervenções específicas, como antibioticoterapia direcionada e indicação de amigdalectomia em casos selecionados (Barros et al., 2025). A decisão terapêutica deve considerar a frequência dos episódios, a gravidade dos sintomas, o impacto na qualidade de vida e a presença de complicações associadas. Nesse contexto, o uso racional de antibióticos e a adoção de critérios clínicos bem definidos são fundamentais para evitar tratamentos desnecessários e reduzir o risco de resistência bacteriana (Sabra et al., 2023). 

Dessa forma, o objetivo deste estudo incide em: Evidenciar, através da literatura científica, as principais abordagens utilizadas no manejo da amigdalite recorrente em crianças, identificando evidências atuais sobre diagnóstico, tratamento e critérios de indicação de intervenções terapêuticas. 

2 METODOLOGIA 

Este estudo foi desenvolvido através de uma Revisão Integrativa da Literatura, a fim de analisar as evidências disponíveis sobre o tema em questão. Para a realização da pesquisa, foi seguido o checklist PRISMA-ScR (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses extension for Scoping Reviews). Para a condução do estudo, foi definido a seguinte pergunta norteadora: Quais são as principais evidências científicas atuais sobre o diagnóstico, o tratamento e as estratégias de manejo da amigdalite recorrente em crianças? 

Foi realizado um levantamento de dados nas bases: National Library of Medicine (PubMed), Scientific Electronic Library Online (SciELO), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). A busca foi conduzida utilizando estratégias específicas para cada base. A equação de busca foi detalhada no quadro . 

Quadro 1: Estratégia de busca para as bases de dados. 

Data Base de dados Estratégia de busca Resultados
24/11/2025PUBMED(“Tonsillitis”[Mesh] OR “Recurrent
Tonsillitis”[Title/Abstract] OR “Tonsil Inflammation”[Title/Abstract] OR
“Tonsil Diseases”[Mesh]) AND Child”[Mesh] OR child[Title/Abstract] OR pediatric[Title/Abstract] OR children [Title/Abstract]) AND
(“Management”[Title/Abstract] OR
“Treatment”[Title/Abstract] OR
“Therapeutics”[Mesh] OR “Clinical Protocols”[Mesh])
1.561
Artigos
24/11/2025BVS(Tonsillitis OR “Tonsillitis Recurrent”
OR “Amigdalite Recorrente” OR
“Amigdalitis Recurrente”) AND (Criança
OR Children OR Niño OR Pediatria OR
Pediatrics) AND (Manejo OR Tratamento
OR Treatment OR Management)
2.547
Artigos
24/11/2025LILACS(Tonsillitis OR “Tonsillitis Recurrent”
OR “Amigdalite Recorrente” OR
“Amigdalitis Recurrente”) AND (Criança
OR Children OR Niño OR Pediatria OR
Pediatrics) AND (Manejo OR Tratamento
OR Treatment OR Management)
202
Artigos
24/11/2025SCIELO(“amigdalite recorrente” OR “tonsillitis”
OR “recurrent tonsillitis”) AND (criança
OR crianças OR pediatria OR child OR
children) AND (tratamento OR manejo
OR terapia OR treatment OR management)
19 Artigos

Fonte: Dados da pesquisa, 2025. 

Os critérios de inclusão incluíram artigos originais, disponíveis em qualquer idioma, com publicação entre 2019 e 2025, disponíveis na íntegra. Foram removidos artigos duplicados, estudos de revisões, trabalhos indisponíveis e que não atendiam ao objetivo em questão. O detalhamento da seleção da amostra, foi apresentado na figura 1. 

3 RESULTADOS E DISCUSSÕES 

O levantamento de dados foi realizado em quatro bases de dados: PubMed, BVS, LILACS e SciELO, totalizando 4.329 registros inicialmente identificados. Após a remoção de estudos em idiomas não elegíveis, duplicados e artigos indisponíveis, 1.575 estudos seguiram para análise. Destes, 775 foram avaliados na íntegra, porém muitos foram excluídos por não atenderem aos critérios de inclusão, serem pagos ou não responderem à questão de pesquisa. Ao final do processo, 7 estudos foram considerados pertinentes e incluídos na revisão. 

Figura 1: Fluxograma PRISMA.

Fonte: Dados da pesquisa, 2025. 

Foram selecionados 07 artigos para composição dos resultados, estruturados entre: Título, autor, ano de publicação, método, amostra, idade e principais desfechos. 

Quadro 2: Descrição dos estudos selecionados.

Título Autor/Ano Método Amostra/Idade Principais 
desfechos
Medidas específicas e benefícios do modelo de enfermagem abrangente na prática clínica para amigdalite purulenta pediátrica.Han; Wu; Ma, 2025Ensaio clínico randomizado 
controlado.
80 pacientes pediátricos com idades entre 1 a 10 anosAs diferenças de gênero no LES juvenil revelam que meninas tendem a apresentar maior atividade da doença e mais complicações clínicas, enquanto meninos, embora menos acometidos, frequentemente 
evoluem com manifestações mais graves. Esses achados indicam que o gênero influencia tanto o padrão de apresentação quanto a evolução clínica do LES juvenil.
Nenhuma diferença na dor ou episódios febris com o uso de antibióticos 
pós-operatórios em tonsilectomia 
intracapsular por coblação pediátrica para distúrbios 
respiratórios do sono ou amigdalite 
recorrente: um ensaio prospectivo 
randomizado.
Eisenbach et al., 2025Estudo prospectivo 
randomizado
100 crianças (com idades entre 1 e 16 anos)Síntese em 2 linhas: O estudo mostrou que antibióticos profiláticos após tonsilectomia têm benefício limitado, reduzindo apenas a halitose sem impacto em dor, febre ou recuperação. Assim, seu uso rotineiro não é recomendado no manejo pós-operatório infantil.
Papel dos probióticos 
multi-cepas na prevenção da gravidade e frequência de infecções 
recorrentes do trato respiratório em crianças.
Laghari et al., 2023Estudo 
quase-experimental
70 crianças com idades entre seis meses e 12 anosFoi constatado que o manejo da amigdalite recorrente pode ser beneficiado pelo uso complementar de probióticos, que demonstraram 
diminuir episódios infecciosos ao longo de seis meses.
Avaliação das manifestações de amigdalites em escolares do Rio de Janeiro.Goldenzon et al., 2022Estudo transversal 
quantitativo, 
descritivo e observacional
Estudantes de 5 a 7 anos de escolas públicas e privadasO estudo mostra alta prevalência de odinofagia em crianças, com baixa realização de exames diagnósticos e uso frequente de anti-inflamatórios sem confirmação etiológica. Observa-se falha no manejo adequado, com pouca orientação sobre riscos como febre reumática. Esses achados evidenciam lacunas no diagnóstico e no tratamento, 
reforçando a necessidade de estratégias 
educativas e condutas clínicas mais precisas.
Perfil dos microrganismos associados à amigdalite aguda em crianças e seu padrão de sensibilidade a antibióticos na Nigéria.Ughasoro et al., 2021Estudo 
retrospectivo e transversal
91 crianças entre idades de 2 a 8 anosO estudo identificou Streptococcus e Staphylococcus como os principais isolados, com alta sensibilidade ao imipenem e levofloxacina e elevada resistência à ampicilina. Esses achados reforçam a necessidade de tratamento guiado por cultura para um manejo mais preciso e racional da amigdalite infantil.
Difensil Immuno reduz a recorrência e a gravidade da amigdalite em crianças: um ensaio clínico randomizado 
controlado.
Stadio et al., 2020Estudo 
multicêntrico
120 crianças com idade média de 6 anosO estudo mostrou que o suplemento oral Difensil Immuno reduziu significativamente os episódios de amigdalite e febre, além de diminuir o volume das amígdalas em crianças com amigdalite crônica, especialmente no grupo que utilizou 10 mL por 90 dias. Não houve alterações relevantes nos exames de sangue, indicando boa segurança do produto.
Utilidade dos critérios clínicos para o diagnóstico correto da faringotonsilite no pronto-socorro pediátrico.Vivas et al., 2019Estudo transversalPacientes de 0 a 14 anosAs evidências mostram que o diagnóstico da amigdalite recorrente em crianças é mais preciso quando exames laboratoriais, como o teste rápido para estreptococo, complementam 
critérios clínicos, que isoladamente 
possuem baixa acurácia. Estudos indicam que o manejo eficaz inclui acompanhamento 
regular, uso criterioso de antibióticos e, nos casos refratários, tonsilectomia como opção terapêutica.

Fonte: Dados da pesquisa, 2025. 

A literatura evidencia que o manejo da amigdalite recorrente em crianças exige uma abordagem integrada, combinando diagnóstico preciso, intervenções terapêuticas adequadas e estratégias de prevenção que reduzam a frequência e a gravidade dos episódios. O estudo realizado por Han, Wu e Ma (2025) com 80 crianças, demonstra que modelos de enfermagem mais completos e humanizados podem influenciar diretamente na evolução clínica, reduzindo sintomas, acelerando a recuperação e fortalecendo o envolvimento familiar no cuidado. As práticas assistenciais ampliadas são capazes de melhorar resultados quando comparadas ao cuidado rotineiro, apontando para a importância de protocolos mais abrangentes no acompanhamento pediátrico. 

O impacto das intervenções associadas ao tratamento cirúrgico também aparece de forma relevante na literatura. Segundo Eisenbach et al. (2025), ao analisar 100 crianças submetidas à tonsilectomia, mostraram que o uso de antibióticos após o procedimento não trouxe benefícios expressivos quanto à dor, febre ou velocidade de recuperação, reduzindo apenas quadros de halitose. Isso reforça que a prescrição indiscriminada de antimicrobianos não é necessária no pós-operatório e que condutas mais conservadoras podem evitar riscos associados ao uso excessivo de antibióticos. 

No campo das alternativas complementares, o estudo quase-experimental conduzido pelos autores Laghari et al. (2023), com 70 crianças, aponta que probióticos contendo múltiplas cepas podem reduzir a gravidade e a frequência das infecções respiratórias, incluindo episódios de amigdalite. Os resultados observados após seis meses sugerem que estratégias adjuvantes podem fortalecer o sistema imune e reduzir recorrências, sendo especialmente úteis para crianças com infecções repetidas.

A importância do diagnóstico precoce e do reconhecimento dos sintomas também aparece nos achados de Goldenzon et al. (2022), que avaliaram escolares entre cinco e sete anos. Os autores identificaram alta prevalência de odinofagia e uso frequente de anti-inflamatórios sem confirmação diagnóstica, revelando falhas na abordagem inicial e riscos potenciais, como a falta de identificação de infecções estreptocócicas e suas complicações. Esses resultados reforçam a necessidade de orientar famílias e profissionais sobre exames confirmatórios e o uso correto de medicamentos. 

A precisão diagnóstica também é discutida por Ughasoro et al. (2021), que estudaram 91 crianças de dois a oito anos e identificaram Streptococcus e Staphylococcus como os principais microrganismos associados à amigdalite. Além disso, observaram elevada resistência à ampicilina e boa sensibilidade a antibióticos como imipenem e levofloxacina. Esses dados evidenciam que o tratamento empírico pode falhar e que culturas bacterianas são essenciais para escolhas terapêuticas mais assertivas, reduzindo erros e resistência antimicrobiana. 

Entre as estratégias preventivas, o ensaio clínico de Stadio et al. (2020), envolvendo 120 crianças, demonstrou que o suplemento oral Difensil Immuno contribui para diminuir episódios de amigdalite e febre, além de reduzir o volume das amígdalas em crianças com quadros crônicos. Os resultados constatam a possibilidade de incluir terapias imunomoduladoras como ferramentas para reduzir a recorrência e a gravidade dos sintomas. 

O desafio do diagnóstico fundamentado exclusivamente em critérios clínicos é apontado pela pesquisa de Vivas et al. (2019), que estudaram crianças de 0 a 14 anos e concluíram que os critérios de McIsaac apresentam baixa acurácia quando utilizados isoladamente. O uso de testes rápidos para estreptococo melhora significativamente a precisão e direciona decisões mais seguras, evitando tanto o subtratamento quanto o uso desnecessário de antibióticos. Diante disso, o manejo adequado envolve diagnóstico mais assertivo, terapias baseadas em evidências, cautela no uso de antibióticos, medidas preventivas como probióticos e imunomoduladores, além de modelos assistenciais mais completos. 

4 CONCLUSÃO 

As evidências indicam que cuidados ampliados, como o modelo de enfermagem abrangente, ajudam na recuperação e melhoram a adesão ao tratamento; que o uso de antibióticos profiláticos após a tonsilectomia traz pouco benefício; e que probióticos e imunomoduladores podem reduzir a frequência dos episódios. Também ficou claro que confiar apenas em critérios clínicos não é suficiente, reforçando a importância de testes rápidos e culturas para orientar o tratamento. Além disso, muitos serviços ainda falham no manejo inicial, principalmente pelo uso inadequado de medicamentos sem confirmação da causa. 

Apesar desses achados, alguns limites precisam ser reconhecidos. Os estudos têm métodos diferentes, amostras pequenas e idades variadas, o que dificulta comparações. Em vários casos, o tempo de acompanhamento foi curto, impossibilitando avaliar resultados a longo prazo. Também há poucos ensaios clínicos robustos voltados especificamente para a amigdalite recorrente. Por isso, futuras pesquisas devem incluir amostras maiores, seguimento prolongado e critérios diagnósticos mais padronizados. É importante investir em estudos que avaliem melhor o papel de probióticos, imunomoduladores e estratégias educativas para famílias e profissionais. 

REFERÊNCIAS 

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1Médica Otorrinolaringologista, Hospital Otorrino de Cuiabá. E-mail: Leidiany-amorim@hotmail.com