OZONIOTERAPIA E LASERTERAPIA COMO TRATAMENTO COADJUVANTE EM PACIENTES ONCOLÓGICOS: REVISÃO DE LITERATURA

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202511241012


Letícia Rafaela Elias Bastos1
Orientadora: Profa. Mirian Cristina Ribeiro dos Santos2


Resumo 

O tratamento antineoplásico envolve procedimentos invasivos como: cirurgias, radioterapia e quimioterapia, que embora fundamental para o controle da doença, podem ocasionar efeitos desfavoráveis à saúde oral do paciente. Diante disso, terapias complementares têm sido exploradas como estratégias coadjuvantes no tratamento destes pacientes. A ozonioterapia, método que consiste na administração medicinal de uma mistura dos gases oxigênio (O2) e ozônio (O3), tem se destacado por seu efeito de reparação tecidual, prevenção e tratamento de quadros inflamatórios e infecciosos, e sanificação de canais radiculares. De modo semelhante, a laserterapia é conhecida pela habilidade de provocar efeitos biológicos por meio de processos fotofísicos e bioquímicos, aumentando o metabolismo celular. Objetivos/Metodologia: A presente revisão de literatura tem por objetivo,  analisar a aplicabilidade da ozonioterapia e da laserterapia, no tratamento das manifestações presentes nos pacientes oncológicos durante e após os procedimentos de radioterapia e quimioterapia. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, cuja a busca de estudos e artigos foi de 2011 até o ano de 2025, utilizando os termos de busca “ozônio”, “ozonioterapia”, “pacientes oncológicos”, “ozonioterapia na odontologia”, “manifestações causadas por radioterapia” “laserterapia na odontologia” . A revisão contou com artigos completos adquiridos das bases de dados on-line SciELO, Google acadêmico, PubMed publicados em inglês ou português. Considerações Finais: A laserterapia e a ozonioterapia mostraram-se procedimentos confiáveis e promissores para a odontologia contemporânea, todavia,  ainda precisam de novos estudos voltados ao uso do ozônio e do laser de baixa potência em pacientes oncológicos, visto que ainda há poucos relatos clínicos sobre essas terapias na odontológica. 

Palavras-chave: Ozonioterapia; Laserterapia; Tratamento; Radioterapia; Quimioterapia. 

Abstract 

Antineoplastic treatment involves invasive procedures such as surgery, radiotherapy, and chemotherapy, which, although essential for disease control, may cause adverse effects on the patient’s oral health. In this context, complementary therapies have been explored as adjunctive strategies in the treatment of these patients. Ozone therapy, a method that consists of the medicinal administration of a mixture of oxygen (O₂) and ozone (O₃) gases, has stood out for its tissue repair effects, prevention and treatment of inflammatory and infectious conditions, and root canal disinfection. Similarly, laser therapy is known for its ability to induce biological effects through photophysical and biochemical processes, enhancing cellular metabolism. Objectives/Methodology: This narrative literature review aims to analyze the applicability of ozone therapy and laser therapy in the treatment of manifestations present in oncologic patients during and after radiotherapy and chemotherapy procedures. The review included studies and articles published between 2011 and 2025, using the search terms “ozone,” “ozone therapy,” “oncologic patients,” “ozone therapy in dentistry,” “manifestations caused by radiotherapy,” and “laser therapy in dentistry.” Full-text articles were retrieved from the online databases SciELO, Google Scholar, and PubMed, published in English or Portuguese. Final Considerations: Laser therapy and ozone therapy proved to be reliable and promising procedures for contemporary dentistry. However, further studies focusing on the use of ozone and low-level laser therapy in oncologic patients are still needed, as there are few clinical reports regarding these therapies in dentistry.

Keywords: Ozone therapy; Laser therapy; Treatment; Radiotherapy; Chemotherapy. 

Resumen 

El tratamiento antineoplásico implica procedimientos invasivos como cirugías, radioterapia y quimioterapia, que, aunque fundamentales para el control de la enfermedad, pueden ocasionar efectos adversos en la salud bucal del paciente. En este contexto, las terapias complementarias han sido exploradas como estrategias coadyuvantes en el tratamiento de estos pacientes. La ozonoterapia, método que consiste en la administración medicinal de una mezcla de gases oxígeno (O₂) y ozono (O₃), se ha destacado por su efecto en la reparación tisular, la prevención y el tratamiento de cuadros inflamatorios e infecciosos, y la desinfección de conductos radiculares. De manera similar, la laserterapia es reconocida por su capacidad de provocar efectos biológicos mediante procesos fotofísicos y bioquímicos, aumentando el metabolismo celular. Objetivos/Metodología: La presente revisión narrativa de la literatura tiene como objetivo analizar la aplicabilidad de la ozonoterapia y la laserterapia en el tratamiento de las manifestaciones presentes en pacientes oncológicos durante y después de los procedimientos de radioterapia y quimioterapia. Se incluyeron estudios y artículos publicados entre los años 2011 y 2025, utilizando los términos de búsqueda “ozono”, “ozonoterapia”, “pacientes oncológicos”, “ozonoterapia en odontología”, “manifestaciones causadas por radioterapia” y “laserterapia en odontología”. Los artículos completos fueron obtenidos de las bases de datos en línea SciELO, Google Académico y PubMed, publicados en inglés o portugués. Consideraciones Finales: La laserterapia y la ozonoterapia se mostraron como procedimientos confiables y prometedores para la odontología contemporánea. Sin embargo, aún se necesitan nuevos estudios enfocados en el uso del ozono y del láser de baja potencia en pacientes oncológicos, dado que todavía existen pocos reportes clínicos sobre estas terapias en odontología. 

Palabras clave: Ozonoterapia; Laserterapia; Tratamiento; Radioterapia; Quimioterapia.

1. Introdução

O tratamento antineoplásico envolve procedimentos invasivos como: cirurgias, radioterapia e quimioterapia, que, embora fundamentais para o controle da doença, podem ocasionar efeitos adversos à saúde bucal do paciente. Entre essas manifestações, destacam-se a mucosite, candidíase, cáries por radiação, xerostomia, trismo e a osteorradionecrose ( GONÇALVES et al., 2025). 

Tais complicações comprometem tarefas básicas do cotidiano do paciente como alimentar-se, comunicar-se e realizar a higiene oral. Consequentemente, muitos pacientes passam a evitar a interação social, desenvolvendo sentimentos de frustração e isolamento em virtude das limitações impostas pelo tratamento (ALGTEWI E et al., 2017). 

Diante desse cenário, terapias coadjuvantes têm sido exploradas como estratégias promissoras no manejo dos efeitos adversos em pacientes oncológicos. A ozonioterapia, método que consiste na administração medicinal de uma mistura dos gases oxigênio (O2) e ozônio (O3), destaca-se por seu efeito de reparação tecidual, prevenção e tratamento de quadros inflamatórios e infecciosos, além da sanificação de canais radiculares (PRESTES et al., 2020). De modo semelhante, a laserterapia é reconhecida por sua capacidade de provocar efeitos biológicos por meio de processos fotofísicos e bioquímicos, aumentando o metabolismo celular. Além disso, atua como anti-inflamatório, analgésico e cicatrizador das lesões na mucosa. (REOLON, et al.2017).

Diversos estudos clínicos e relatos de caso têm sugerido que as aplicações da ozonioterapia e da laserterapia podem auxiliar na redução dos sintomas dolorosos causados pela radioterapia, principalmente nos pacientes que apresentam lesões em estágios avançados e infecções recorrentes. Contudo, apesar dos avanços científicos, ainda há carência de estudos clínicos robustos que comprovem, de forma padronizada, a eficiência e segurança dessas terapias, o que limita a aplicação em larga escala na odontologia oncológica. ( BASTOS et al, 2022.). 

Diante do exposto, esta revisão de literatura tem como o objetivo de analisar a aplicabilidade da ozonioterapia e da laserterapia, no tratamento das manifestações presentes nos pacientes oncológicos durante e após os procedimentos de radio e quimioterapia, discutindo a eficiência e comparando o desempenho de ambos com evidências científicas para reconhecer suas contribuições para a prática clínica oncológica multidisciplinar contemporânea. 

2. Metodologia 

Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, cuja a busca de estudos e artigos foi de 2011 até o ano de 2025, utilizando os termos de busca “ozônio”, “ozonioterapia”, “pacientes oncológicos”, “ozonioterapia na odontologia”, “manifestações causadas por radioterapia” “laserterapia na odontologia”, . A revisão contou com artigos completos adquiridos das bases de dados online SciELO, Google acadêmico, PubMed publicados em inglês ou português. Dessa forma, foram retirados desta revisão os artigos que não apresentaram devidamente os termos de busca descritos. 

Abaixo na Figura 1, observa-se o processo metodológico com as etapas do estudo:

Figura 1– Processo de seleção dos artigos.

3. Resultados 

Concluída a etapa de seleção dos artigos incluídos neste estudo, seguiu-se a leitura completa de cada um deles. Para fins de análise, foi construída uma tabela contendo as informações mais relevantes de cada artigo, seguida da discussão dos estudos que integraram a amostra final.

ArtigoObjetivoDelineamentoResultadosConclusão
REOLON, Luiza Zanette et al. 2017Averiguar a qualidade de vida dos pacientes com mucosite oral induzida pelos tratamentos 
antineoplásicos antes e depois  da  aplicação  da laserterapia
Estudo quase- experimentalA média dos escores de qualidade de vida dos pacientes foi 456,2, anterior ao início do tratamento com laserterapia, e 678,3, posterior à intervenção.A qualidade de vida melhorou após as sessões de laserterapia.
BASTOS, Poliana Lima et al. 2022.Discutir o uso  da Ozonioterapia  e sua aplicabilidade na OdontologiaRevisão sistemáticaResultado do tratamento foi seguro, não houveram relatos de complicações nos estudos avaliados.Mostra grande aplicabilidade  na 
Odontologia devido às suas formas de apresentação e métodos que podem ser usados para fins terapêuticos, abrangendo as mais diversas áreas da Odontologia.
Dutra, G. D. S. L et al. 2024.Apresentar mais informações sobre o uso do ozônio e seus derivados no tratamento de lesões na mucosa oral.Revisão de literaturaResultado do tratamento em úlceras, infecções fúngicas, mucosite, osteomielite e osteonecrose foi seguro, não havendo relatos de complicações nos estudos avaliados.Mostra que o uso do ozônio 
como tratamento complementar  teve resultados satisfatórios.
DE ALMEIDA 
GONÇALVES, 
Jéssika Guilherme et al.2020.
Analisar a produção científica brasileira sobre o uso da terapia com laser de baixa intensidade (LBI) na  prevenção e tratamento da mucosite oral em pacientes 
submetidos ao tratamento oncológico.
Análise bibliométricaAs pesquisas têm demonstrado que a aplicação da laserterapia é efetiva no tratamento das lesões de mucosite oral nos pacientes oncológicos, estimulando o processo de cicatrização e reparo tecidual, bem   como   reduzindo   a severidade da lesão.Mostra que houve um aumento no uso da laserterapia como  alternativa de tratamento para mucosite oral em pacientes oncológicos.
ANA, C. A. L., et al. 2022.Avaliar os benefícios da laserterapia nas lesões de mucosite oral em pacientes oncológicos.Caso clinicoA paciente realizou tratamento com laser durante 9 dias, após isso, foi acompanhada por 16 meses, sendo notado que nesse período não houve recidiva das lesões de mucosite oral.Mostra que o uso do laser de baixa intensidade é de suma importância para a prevenção e tratamento da mucosite oral.
ANDRADE, 
Adriane Narde 
Guimarães et al, 2021.
Apresentar a importância da odontologia preventiva para o diagnóstico precoce das manifestações orais em pacientes oncológicos, submetidos a radioterapia e quimioterapia.Revisão bibliográficaObservou-se que o número de pacientes que recebem cuidados odontológicos, antes, durante e após a terapia antineoplásica é baixa.Observou-se que o número de pacientes que recebem cuidados odontológicos, antes, durante e após a terapia antineoplásica é baixa.
CAVALCANTI, Thiago Maciel et al. 2011.Mostrar a relevância da laserterapia, como sua interação com os tecidos biológicos, considerando os efeitos e os mecanismos de ação do laser.Revisão de literaturaFoi observado que mais de 90% dos casos tratados com a laserterapia tiveram efeitos positivos, contudo podem haver resultados desfavoráveis quando se há uma falta de padronização da frequência de aplicações, erro de diagnóstico ou uso de altas ou baixas dosesÉ um método que ainda deve ser estudado. Seus fundamentos físicos e interação da luz com os tecidos devem ser esclarecidos e dominados pelos cirurgiões dentistas para ser uma  opção terapêutica na clínica odontológica
MAGLIA, 2021Levantar informações sobre o perfil 
epidemiológico e dados do protocolo de atendimento de pacientes com histórico de radioterapia na região de cabeça e pescoço, observar a progressão e o desfecho do reparo tecidual do alvéolo, após exodontia associada ao uso da 
ozonioterapia em uma série de casos clínicos.
Série de casos 
clínicos
A Ozonioterapia apresentou bons resultados como tratamento adjuvante na prevenção de lesões por osteorradionecrose.A Ozonioterapia apresentou bons resultados como tratamento adjuvante na prevenção de lesões por osteorradionecrose.

4. Discussão 

O tratamento antineoplásico, como radioterapia e quimioterapia, tem a capacidade de causar danos celulares na mucosa oral, no epitélio e nas glândulas salivares afetando as suas funções, em consequência disso, ocorrem alterações na cavidade oral, sendo as mais comuns mucosite, cárie, xerostomia e candidíase (DE FREITAS FLORIANO, Deivid et al. 2017), que prejudicam a qualidade de vida do paciente. Por isso, existem tratamentos que auxiliam na melhora da saúde bucal do paciente. 

A laserterapia é uma abordagem pouco invasiva, onde o laser interage com as células e com o tecido em uma dose adequada para a prevenção de ulcerações e mucosites. (CAVALCANTI, Thiago Maciel et al. 2011.). 

Almeida Gonçalves, Jéssika Guilherme et al.2020, afirmaram em concordância com Reolon, Luiza Zanette et al.2017, que a laserterapia é um procedimento seguro e indolor, onde há um bom estímulo de cicatrização, redução da dor e um reparo tecidual em casos de mucosite, ulcerações traumáticas e candidíase, cujo posteriormente, leva a uma melhora na qualidade de vida do paciente. 

Assim como Cavalcanti, Almeida, Catão e Feitosa, 2011, frisam juntamente com Tenório, Clarisse Santos, et al, 2024, a importância do conhecimento do cirurgião dentista, para utilizar o laser de baixa potência corretamente, pois esse manejo segue protocolos específicos, por exemplo, o laser é aplicado em diversos pontos da cavidade oral, com um comprimento de onda com a luz vermelha de 660nm e com a infra-vermelha de 808nm. A energia e o tempo de aplicação varia conforme o tratamento e seu objetivo. 

A ozonioterapia é outro procedimento que pode ser usado no tratamento contra as manifestações presentes em pacientes oncológicos, trans e pós quimioradioterapia. Domb, 2014 e Bastos, Poliana Lima, et al, 2022, concordaram que o ozônio tem ação inibitória do acúmulo e formação do biofilme dental, visto que é um agente antimicrobiano e reparador tecidual, cuja sua forma de aplicação pode variar de gasosa, oleosa a líquida. Contudo, é preciso ressaltar a importância de haver mais estudos sobre esse manejo, pois pelo O3 ser um gás de alta toxicidade, pode causar inúmeros efeitos adversos, tanto para o cirurgião dentista, quanto para o paciente, como: dores de cabeça, rinite, irritação das vias aéreas, asma, lacrimejamento e tosse, se inalado por mais de 20 minutos, espasmos brônquicos e dispneia progressiva crescente, se inalado por mais de 60 minutos, e edema e paralisia pulmonar nos casos de aspiração prolongada, podendo levar a morte (Bocci, 2011).

5. Conclusão 

Em virtude disso, fica evidente, a partir dos artigos revisados, que a ozonioterapia é um manejo promissor, com ação antimicrobiana, capacidade de inibir o acúmulo de biofilme dental e promover a reparação tecidual. Contudo, trata-se de um método que requer maior cautela por parte do profissional responsável, devido ao seu potencial de efeitos adversos, conforme orienta a Organização Mundial da Saúde (OMS). 

Por outro lado, a laserterapia mostra-se uma opção segura, por apresentar baixa taxa de efeitos colaterais e ser um procedimento minimamente invasivo. 

Ressalta-se, ainda, a necessidade de novos estudos voltados ao uso do ozônio e do laser de baixa potência em pacientes oncológicos, visto que ainda há poucos relatos clínicos sobre essas terapias na odontológica. Até o presente momento, entretanto, ambas demonstraram procedimentos confiáveis e promissores para a odontologia contemporânea. 

Referências 

  1. Algtewi, E., Owens, J., & Baker, S. R. (2017). Online support groups for head and neck cancer and health-related quality of life. Quality of life research: an international journal of quality-of-life aspects of treatment, care and rehabilitation, 26(9), 2351–2362. https://doi.org/10.1007/s11136-017-1575-8. 
  2. Ana, C. A. L., & Pedro, G. S. H. (2022). BENEFÍCIOS DA LASERTERAPIA NO TRATAMENTO DA MUCOSITE ORAL EM PACIENTES ONCOLÓGICOS: RELATO DE CASO CLÍNICO. 
  3. Andrade, A. N. G., Rodrigues, J. D. L., da Silva, Y. F., & Barbosa, J. B. (2024). Principais manifestações bucais mediante o tratamento de radioterapia e quimioterapia em pacientes oncológicos. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 24(2), e14921-e14921. 
  4. Bastos, P. L., Ottoboni, G. S., Karam, A. M., da Silva Sampieri, M. B., & de Araújo, E. F. (2022). Ozonioterapia na odontologia: revisão sistemática de literatura. Research, Society and Development, 11(4), e46711427474-e46711427474. 
  5. Bayer, S., Kazancioglu, H. O., Acar, A. H., Demirtas, N., & Kandas, N. O. (2017). Comparison of laser and ozone treatments on oral mucositis in an experimental model. Lasers in medical science, 32(3), 673–677. https://doi.org/10.1007/s10103-017-2166-1 
  6. Bocci, V. (2010).Physical-Chemical Properties of Ozone –Natural Production of Ozone: The Toxicology of Ozone.OZONE,1– 4. https://doi.org/10.1007/978-90-481-9234-2_1 
  7. Cavalcanti, T. M., Almeida-Barros, R. Q. D., Catão, M. H. C. D. V., Feitosa, A. P. A., & Lins, R. D. A. U. (2011). Conhecimento das propriedades físicas e da interação do laser com os tecidos biológicos na odontologia. Anais Brasileiros de Dermatologia, 86, 955-960.
  8. de Almeida Gonçalves, J. G., de Vasconcelos, M. C. S., Torres, J. L. M., Santos, L. G. P., de Sousa, J. N. L., de Brito Monteiro, B. V., … & de Sena, L. S. B. (2020). Laserterapia aplicada ao tratamento da mucosite oral em pacientes oncológicos. Uma análise bibliométrica. Research, Society and Development, 9(7), e815974938-e815974938. 
  9. de Carvalho Gonçalves, A. L. N., Abreu, C. C. G., & de Oliveira Neto, H. S. (2025). OS EFEITOS COLATERAIS DA RADIOTERAPIA NA CAVIDADE ORAL E A IMPORTÂNCIA DO ACOMPANHAMENTO ODONTOLÓGICO NO TRATAMENTO ANTINEOPLÁSICO. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 11(5), 750-768. 
  10. de Freitas Floriano, D., Ribeiro, P. F. A., Maragno, A. C., Rossi, K., & de Azevedo Simões, P. W. T. (2017). Complicações orais em pacientes tratados com radioterapia ou quimioterapia em um hospital de Santa Catarina. Revista de Odontologia da Universidade Cidade de São Paulo, 29(3), 230- 236. 
  11. de Sá, L. B., Xavier, B., & Dantas, A. H. A. SAÚDE MENTAL E IMPACTOS PSICOLÓGICOS EM PACIENTES ONCOLÓGICOS. 
  12. De Oliveira, V. D. P., & Aires, D. M. P. (2018). Complicações bucais da radioterapia no tratamento do câncer de cabeça e pescoço. Revista Eletrônica da Faculdade Evangélica de Ceres, 7(1), 69-86. 
  13. Domb W. C. (2014). Ozone therapy in dentistry. A brief review for physicians. Interventional neuroradiology : journal of peritherapeutic neuroradiology, surgical procedures and related neurosciences, 20(5), 632–636. https://doi.org/10.15274/INR-2014-10083 
  14. Dutra, G. D. S. L., Heimlich, F. V., de Almeida, A. C. P. B., de Souza, A. C. K., de Almeida Freire, N., & Israel, M. S. (2024). OZONIOTERAPIA NO TRATAMENTO DE LESÕES ORAIS: UMA REVISÃO DE LITERATURA: OZONE THERAPY IN THE TREATMENT OF ORAL LESIONS: A LITERATURE REVIEW. Ciência Atual–Revista Científica Multidisciplinar do Centro Universitário São José, 21(2). 
  15. Girondi, J. B. R., Calegari, M., Duarte, F. O., Soares, C. F., Amante, L. N., & Ávila, M. F. (2023). OZONIOTERAPIA E LASERTERAPIA NO TRATAMENTO DE FERIDAS: ESTUDO PILOTO. Revista Destaques Acadêmicos, 15(3). 
  16. Gonçalves, M. J. T., & Guimarães, V. L. (2023). Ozonioterapia na Odontologia: Uma revisão de literatura. Research, Society and Development, 12(11), e18121143561-e18121143561. 
  17. Maglia, D. R. (2021). Ozonioterapia em pacientes submetidos à exodontia, após irradiação na região de cabeça e pescoço: uma série de casos clínicos. 
  18. Mendes, M. L., & de Freitas Oliveira, M. (2022). Práticas integrativas e complementares na odontologia. Arquivos de Ciências da Saúde da UNIPAR, 26(3). 
  19. Miyano, K., Ueno, T., Yatsuoka, W., & Uezono, Y. (2016). Treatment for Cancer Patients with Oral Mucositis: Assessment Based on the Mucositis Study Group of the Multinational Association of Supportive Care in Cancer in International Society of Oral Oncology (MASCC/ISOO) in 2013 and Proposal of Possible Novel Treatment with a Japanese Herbal Medicine. Current pharmaceutical design, 22(15), 2270–2278. 
    https://doi.org/10.2174/1381612822666160219120842
  20. Páez, T. T., Pereira, P. A. I., Assis, L., dos Santos, L., & Tim, C. R. (2020). Ozonioterapia E Seus Aspectos Controvertidos. Diálogos Interdisciplinares, 9(5), 1-21. 
  21. Paiva, Monique Danyelle Emiliano Batista, et al. “Complicações orais decorrentes da terapia antineoplásica.” Arquivos em odontologia 46.1 (2010): 48-55. 
  22. Reolon, L. Z., Rigo, L., Conto, F. D., & Cê, L. C. (2017). Impacto da laserterapia na qualidade de vida de pacientes oncológicos portadores de mucosite oral. Revista de Odontologia da UNESP, 46(1), 19-27. 
  23. SANT’ANA, R. S. E. Estudo clínico-qualitativo sobre vivências sexuais de homens com câncer de cabeça e pescoço: Clinical-qualitative study on sexual living of men with head and neck cancer. 2019.Suh, Y., Patel, S., Kaitlyn, R., Gandhi, J., Joshi, G., Smith, N. L., & Khan, S. A. (2019). Clinical utility of ozone therapy in dental and oral medicine. Medical gas research, 9(3), 163–167. https://doi.org/10.4103/2045-9912.266997
  24. Suh, Y., Patel, S., Kaitlyn, R., Gandhi, J., Joshi, G., Smith, N. L., & Khan, S. A. (2019). Clinical utility of ozone therapy in dental and oral medicine. Medical gas research, 9(3), 163–167. https://doi.org/10.4103/2045-9912.266997
  25. Tenório, C. S., da Silva, R. V. M., Castro, L. C. C., de Farias, S. V. B., Torres, G. A., da Silva, V. S., … & Moreira, T. H. G. (2024). Importância da Laserterapia como Recurso Terapêutico Coadjuvante no Tratamento de Pacientes Oncológicos: Revisão de literatura. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(9), 4145-4166. 
  26. Valadares, Y. D., Soares, J. M. A., Madureira, A. P., & Pereira, M. C. (2021). Resiliência, depressão e qualidade de vida de pacientes com câncer de cabeça e pescoço no pré-operatório. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 13(6), e7712-e7712.

1UNINASSAU, Brasil. E-mail: leticiarafabastos467@gmail.com
2Docente Especialista e Orientadora.

Rolar para cima