TÉCNICA DE MANEJO ODONTOLÓGICO EM PACIENTES COM SÍNDROME DE DOWN

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202511201917


Gleison Paixão Azevedo
Orientador: Antônio Bruno Aguiar Azevedo


RESUMO

O manejo adequado tem a importância de garantir um atendimento inclusivo, para melhoria da saúde bucal e bem-estar do paciente. Contribui para os pacientes não tenham uma experiência negativa no atendimento e sintam confiança em uma futura volta, sendo que esses pacientes, devido às suas limitações, precisam de atendimento com frequência para evitar um agravamento em sua saúde oral. Este respectivo trabalho ocorreu através de uma revisão de literatura, com a seguinte pergunta: Quais são as técnicas de manejo comportamental em pacientes com Síndrome de Down? E com objetivo geral de apresentar as técnicas de manejo comportamental em pacientes com Síndrome de Down. Foram analisadas pesquisas de artigos científicos, livros, projetos de pesquisa e dissertações. Os períodos dos artigos pesquisados foram os trabalhos publicados nos últimos 15 anos (2009-2024) e nos respectivos idiomas: Português e inglês. O estudo permitiu identificar as principais técnicas de manejo comportamental de pacientes com Síndrome de Down em odontologia. Diante disso, a investigação mostra que, embora uma variedade de técnicas não farmacológicas (tais como reforço positivo, distração, entre outros) sejam eficazes, uma abordagem mais abrangente e multidisciplinar é necessária para garantir atendimento de qualidade para os pacientes.

Palavras-chave: Manejo comportamental; Saúde bucal; Atendimento inclusivo.

ABSTRACT

Proper management is important to ensure inclusive care, improving oral health and patient well-being. It helps patients avoid negative experiences during care and feel confident about returning to the office. Due to their limitations, these patients require frequent care to prevent worsening of their oral health. This study was conducted through a literature review, addressing the following question: What are the behavioral management techniques for patients with Down syndrome? The overall objective was to present behavioral management techniques for patients with Down syndrome. Research studies of scientific articles, books, research projects, and dissertations were analyzed. The research period included studies published in the last 15 years (2009–2024) and in the respective languages: Portuguese and English. The study identified the main behavioral management techniques for patients with Down syndrome in dentistry. Therefore, research shows that, although a variety of non-pharmacological techniques (such as positive reinforcement, distraction, among others) are effective, a more comprehensive and multidisciplinary approach is necessary to ensure quality care for patients.

Keywords: Behavioral management; Oral health; Inclusive care.

1. INTRODUÇÃO

    A Síndrome de Down (SD) é uma condição genética que ocorre devido a uma trissomia do cromossomo 21. Descrita pela primeira vez pelo médico Jhon Langdon Down, mas foi Jerôme Lejeune que estabeleceu a compreensão do fator genético da síndrome. A SD apresenta algumas características específicas, como condições física, mental e outras comorbidades sistêmicas. Os pacientes com Síndrome de Down (SD), devido à sua condição, é necessário utilizar técnicas válidas para que aceite o tratamento odontológico, seja mais cooperativo, reduzindo assim o medo, ansiedade e traumas de consultas anteriores. Ter o cuidado com os novos pacientes, para que a primeira experiência seja agradável, para que volte outras vezes e não sinta qualquer desconforto.

    O manejo adequado tem a importância de garantir um atendimento inclusivo, para melhoria da saúde bucal e bem-estar do paciente com SD. Contribui para os pacientes não tenham uma experiência negativa no atendimento e sintam confiança em uma futura volta, sendo que esses pacientes, devido às suas limitações, precisam de atendimento com frequência para evitar um agravamento em sua saúde oral. Contribui para o desenvolvimento de outros profissionais na área da odontologia, podendo proporcionar conhecimento não apenas nas abordagens com pacientes com SD, mas em outros grupos de pacientes que necessitam de cuidados e manejos comportamentais para a realização do tratamento odontológico. O referido estudo tem como propósito responder a seguinte questão: Quais são as técnicas de manejo comportamental em pacientes com Síndrome de Down? Com o objetivo geral de apresentar as técnicas de manejo comportamental em pacientes com Síndrome de Down, e objetivos específicos: identificar as principais técnicas de manejo comportamental para pacientes com Síndrome de Down na odontologia; e abordar a importância do atendimento odontológico para pacientes com Síndrome de Down.

    2. DESENVOLVIMENTO

    2.1. METODOLOGIA

        Este respectivo trabalho ocorreu através de uma revisão de literatura, com a pesquisa de artigos científicos, livros, projetos de pesquisa e dissertações, adquiridos através das seguintes bases de dados: REV ODONTO, GOOGLE ACADÊMICO e SCIELO. Os períodos dos artigos pesquisados foram os trabalhos publicados nos últimos 15 anos (2009-2024) e nos respectivos idiomas: Português e inglês. As palavras-chaves que foram utilizadas foram: “técnicas comportamentais”, “Síndrome de Down” e “odontologia”. Os critérios de inclusão abrangem os materiais dos autores e textos científicos publicados nos últimos 15 anos; são excluídos os textos científicos publicados que não atendem os critérios de inclusão.

        2.2. RESULTADOS E DISCUSSÃO

          A Síndrome de Down (SD), foi relatada pela primeira vez por Jhon Langdon Down em 1866, e em 1959 Jerôme Lejeune, levou para o fator genético da síndrome ( DE MELLO, 2022). É uma predisposição genética, causada pelo erro na divisão do cromossomo 21, que resulta em alguns problemas, tanto física e mental no indivíduo ( CHAVES et al., 2022). A Síndrome de Down apresenta várias anomalias que não afetam todos da mesma forma, possuindo aspectos muito similares, tais como olhos ligeiramente rasgados, mãos e dedos pequenos, cabeça pequena, boca pequena, nariz pequeno e tônus muscular reduzido. Há características que são evidentes em alguns portadores, nota-se mais perceptíveis em algumas pessoas do que em outras. São identificados simplesmente devido às semelhanças extrínsecos que apresentam (MARTINHO, 2011). Dentre as descobertas bucais, é mais comum encontrar, nos pacientes portadores de SD, na literatura, a ponta: mandíbula e cavidade oral pequena, fenda labial e palatina, más oclusões dentárias como a classe III de Angle, lábios fissurados, palato duro menor e de forma ogival, mordida cruzada anterior e posterior. Pode também haver retardação da erupção dentária, tanto na fase decídua, que só ocorre entre o 12º e o 20º mês, quanto nas erupções dos elementos permanentes, somente por volta dos 4 ou 5 anos de idade (FALCÃO et al., 2019). Os pacientes com SD apresentam um fluxo salivar 50% inferior em comparação às pessoas sem a síndrome, contudo, sua capacidade tampão é elevada, permitindo que a cavidade oral mantenha maior estabilidade e seja mais resistente à cárie (OLIVEIRA e ALMEIDA, 2017). Em contrapartida, Souza e Giovani (2016) realizaram estudos e afirmam que os pacientes com Síndrome de Down, que possuem menor capacidade tampão, apresentam maior predisposição para desenvolver cárie. Vilela et al. (2018) acredita que, além da menor prevalência da cárie ser atribuída à capacidade tampão da saliva, também é influenciada pelo bruxismo, identificado nas superfícies oclusais desgastadas. A doença periodontal são frequentes em pacientes com SD e pode está diretamente ligada a higiene bucal ineficaz, baixo potencial de cicatrização, anomalias bucofaciais e má oclusão. Por essa razão, a importância de um responsável para ajudar no decorrer da higiene bucal do sindrômico é muito relevante (SANTOS e DA SILVA, 2023). A doença periodontal pode estar associada a um erro no mecanismo autoimune do paciente e a uma higiene bucal inadequada (VILELA et al., 2018). A cárie e a gengivite são alguns dos fatores que predispõem à perda precoce do elemento dentário em pacientes portadores da síndrome de down (FALCÃO et al., 2019).

          2.2.1. MANEJOS COMPORTAMENTAIS PARA PACIENTES COM SÍNDROME DE DOWN

            O primeiro contato com o paciente é de suma importância, pois é nesse momento que será realizada a anamnese, o exame clínico para um melhor diagnóstico e o início de um plano de tratamento adequado, onde serão analisados o histórico médico e as principais características do paciente. Além de condicionar o paciente, trabalhar com os pais é de suma importância, pois estes têm uma postura mais protetora e, às vezes, carregam uma tensão em relação ao tratamento odontológico (BRANDÃO, 2011). A prática do profissional deve estar embasado na ação multiprofissional, integrando a Odontologia e com várias frentes para levar qualidade e bem estar para o paciente. Existe uma preocupação evidente em relação a esses pacientes, e no atendimento há uma escassez de atenção dedicada a eles. Na maioria das situações, o profissional encontra-se despreparado e inseguro ao lidar com essa clientela. Estima-se que, no Brasil, haja poucos profissionais capacitados para atender esse público. Ademais, o atendimento odontológico enfrenta dificuldades devido ao conhecimento limitado que os profissionais possuem sobre as características bucais mais relevantes dos pacientes, o que compromete a escolha dos procedimentos clínicos apropriados (VILELA et al.,2018).

            2.2.2. TÉCNICAS NÃO-FARMACOLÓGICAS

              O controle de voz, é uma técnica que usa a estratégia controlada de alteração do volume, ritmo ou tom da voz, com o intuito de guiar e influenciar o comportamento do paciente. Não se utiliza para gritar, mas sim para dialogar de forma séria (LOTUFO, 2017, p. 12). O cirurgião-dentista pode retomar sua voz habitual ao averiguar que o paciente está com a atenção focada e cooperando com o atendimento (HADDAD, 2007). A técnica do reforço positivo, é uma técnica eficiente, que tem como função recompensar o paciente com um prêmio, após um comportamento desejado. O reforço positivo precisa ser efetuado prontamente após a atitude desejada, motivando sua volta em um futuro atendimento. Nessa técnica, não se deve recompensar um paciente após um comportamento negativo (BRANDÃO, 2011). A técnica da distração tem como função distrair o paciente para que seja realizada, por exemplo, uma anestesia. Para isso, utiliza-se conversar com o paciente, mostrar um desenho que ele goste no celular, ou cantar uma música. Dessa forma, prendemos sua atenção ao diálogo e não ao procedimento, levando o paciente a outro estado, longe do medo do atendimento (LOTUFO, 2017, p. 12). A técnica do falar-mostrar-fazer baseia-se em demonstrar gradualmente aos pacientes do consultório, por meio de simulação, o que vai ser realizado. Isso implica mostrar de maneira gradativa os materiais utilizados nas clínicas odontológicas e apresentar descrições faladas dos procedimentos odontológicos utilizando vocabulário compreensível para os pacientes, de acordo com sua idade. Isso os conduz à familiarização dos materiais e torna o atendimento mais confortável (ALBUQUERQUE, et al., 2010). A técnica da modelagem se constitui na aprendizagem na qual um paciente observa outro paciente já condicionado. Desta maneira o paciente ganha novas condutas ou inibe comportamentos indesejáveis, como principalmente o medo que o paciente tem dos procedimentos (BRANDÃO, 2011).

              2.2.3. CONTENÇÃO FÍSICA

                Em todas as circunstâncias, se as técnicas de manejo comportamental não resultarem em efeitos positivos, pode-se utilizar a técnica da contenção física. Esta técnica pode ser aplicada para oferecer proteção e segurança para a equipe, principalmente para o paciente, e assegurar contra possíveis acidentes durante o atendimento clínico, facilitando as manobras odontológicas. Pode ser executada com fitas adesivas, cintos, com as mãos ou dispositivos produzidos para este fim. Deve-se explicar ao responsável e ao paciente sobre a utilização da técnica, mas só pode ser feita com o consentimento deles. Nunca deve ser usada em pacientes que colaboram com o atendimento (BRANDÃO, 2011). Essa técnica é indicada para pacientes não colaborativos, agressivos, agitados, com desordens ou movimentos involuntários, desde que não seja necessária a utilização de anestesia geral. Caso os pais ou responsáveis não aceitem o tratamento com contenção física, essa técnica será contra-indicada ( DE MELO et al., 2018). O termo recente “terapia do abraço” refere- se à contenção física de crianças pelos braços, realizada pela mãe ou responsável. Nessa técnica, a criança é posicionada no colo da mãe em posição horizontal, sendo contida por seus braços. Inicialmente, a criança pode tentar se desvencilhar dessa contenção, mas, em seguida, tende a se acalmar, permitindo ser atendida (DE MELO et al., 2018).

                2.2.4. SEDAÇÃO CONSCIENTE

                  A sedação consciente representa um estado de leve depressão da consciência, mantendo o paciente com capacidade de conseguir respirar regularmente e responder a orientação e comando físicos (WEISSHEIMER,2016). Para a prática odontológica, a técnica de sedação apresenta diversas vantagens, é segura e possibilita a realização de tratamentos em pacientes com intensos refluxos, vômitos e reduz a ansiedade ou pessoas que tenham necessidade especiais (AIRES et al., 2022). Apresenta alternativa eficiente, para paciente com deficiência, as melhores técnicas de manejo comportamental, para aqueles não colaborativos são a sedação consciente e estabilização protetora. A sedação está sendo mais vista como alternativa de primeira escolha ( DO NASCIMENTO et al., 2024). Há uma discussão entre os profissionais da odontologia sobre a utilização da sedação consciente nos dias atuais. Vista como uma terapia essencial, segura e eficaz, o manejo da ansiedade em pacientes com necessidades especiais é crucial para proporcionar um ambiente acolhedor, que facilite a interação entre o paciente e o profissional durante os procedimentos odontológicos, sem interrupções (OLIVEIRA, 2018). 2.2.5.1 sedação consciente com Benzodiazepínicos. São apresentados na literatura, para controle da ansiedade, os Benzodiazepínicos são os fármacos de primeira escolha em consultório odontológico, entregam boa eficiência miorrelaxantes, anticonvulsivantes, sedativas e propriedades ansiolíticas. Os mais utilizados na odontologia são: diazepam, lorazepam, midazolam, alprazolam e o triazolam. Efeitos característicos dos Benzodiazepínicos: redução salivar, mais cooperativos, diminuição da ansiedade e agressividade. Os efeitos colaterais são de baixo incidente, mas os típicos são: visão dupla, confusão mental, cefaleia, dependência física e ataxia (OLIVEIRA, 2018).

                  2.2.4.1. SEDAÇÃO CONSCIENTE COM BENZODIAZEPÍNICOS

                  São apresentados na literatura, para controle da ansiedade, os Benzodiazepínicos são os fármacos de primeira escolha em consultório odontológico, entregam boa eficiência miorrelaxantes, anticonvulsivantes, sedativas e propriedades ansiolíticas. Os mais utilizados na odontologia são: diazepam, lorazepam, midazolam, alprazolam e o triazolam. Efeitos característicos dos Benzodiazepínicos: redução salivar, mais cooperativos, diminuição da ansiedade e agressividade. Os efeitos colaterais são de baixo incidente, mas os típicos são: visão dupla, confusão mental, cefaleia, dependência física e ataxia (OLIVEIRA, 2018).

                  2.2.4.1. SEDAÇÃO CONSCIENTE COM ÓXIDO NITROSO.

                  Sedação consciente com óxido nitroso atua no sistema nervoso, diminui a sensibilidade da dor, tem baixo índice de complicações, tranquiliza o paciente de forma rápida e segura e possui vantagem sobre outros meios de sedação, como: possibilidade do paciente ficar relaxado e calmo. Único método que demonstra reversibilidade de 2 a 5 minutos, seus resultados clínicos são capazes de começar em 30 segundos, que atingem o auge em menos de 5 minutos (LADEWIG,2016). Podem ser relatadas complicações, apesar de serem raras, como vômito e náuseas, se a administração do gás for de longa duração e concentração prolongada (superior a 50% de óxido nitroso por tempo excessivo). Caso o cirurgião-dentista não disponibilize 100% de oxigênio por 5 minutos, pode surgir outra complicação: a hipóxia residual (DO NASCIMENTO et al., 2024).

                  2.2.4.1. ANESTESIA GERAL

                  A anestesia geral induz à inconsciência, reduz a depressão da resposta motora reflexa e a sensibilidade dos nervos sensoriais, com referência na odontologia, quando outras opções não forem encontradas ou o paciente apresentar grau grave de deficiência intelectual (SANTOS e DA SILVA, 2023). O fármaco de escolha ideal é o Midazolam; esse medicamento induz ao sono, relaxa os músculos e é aplicado em dose entre 0,5 e 0,75 mg/kg de peso corporal. Porém, antes de avaliar o uso da sedação com benzodiazepínicos, é importante compreender que os pacientes com síndrome de Down apresentam várias doenças sistêmicas; desta forma, é essencial o cuidado e a atenção durante todo o tratamento (DE AZEVEDO e GUIMARÃES, 2022).

                  3. CONCLUSÃO

                    A revisão de literatura realizada neste estudo permitiu identificar as principais técnicas de manejo comportamental de pacientes com Síndrome de Down em odontologia. Observou-se que devido às características físicas e cognitivas específicas desses pacientes, o uso de técnicas que promovam confiança e cooperação é fundamental para o sucesso do tratamento. Além disso, o preparo profissional adequado, o envolvimento dos pais e a utilização de métodos não farmacológicos têm se mostrado fundamentais para garantir uma experiência positiva na clínica odontológica. Portanto, tanto os objetivos gerais quanto os específicos deste estudo foram alcançados. Diante disso, a investigação mostra que, embora uma variedade de técnicas não farmacológicas (tais como reforço positivo, distração, entre outros) sejam eficazes, uma abordagem mais abrangente e multidisciplinar é necessária para garantir atendimento de qualidade para os pacientes. As limitações identificadas incluíram a resistência de alguns pacientes e a falta de compreensão dos responsáveis sobre a importância do procedimento proposto. Essas barreiras podem ser superadas por meio de melhores esforços de conscientização e educação dos familiares e cuidadores, o que reforça a necessidade de uma melhor comunicação entre profissionais e pacientes. Recomenda-se que estudos futuros explorem novos tratamentos e aprofundem pesquisas sobre técnicas farmacológicas como a sedação consciente para melhorar ainda mais o manejo desses pacientes. Além do mais, há necessidade de ampliar a formação dos cirurgiões dentistas para garantir que estejam preparados para atender de uma forma mais humanizada os pacientes com necessidades especiais.

                    4. REFERÊNCIAS

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