SUSTAINABILITY IN CIVIL CONSTRUCTION: COMPARATIVE ANALYSIS BETWEEN ECOLOGICAL AND CONVENTIONAL BRICKS
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202510301202
Maria Eduarda Pereira Silva1
Yasmim Alves Paiva1
Lourenço Manuel2
Marcelo Carlos Ribeiro3
Aurélio Ferreira Melo4
Andre Mendes5
Jackelya Araujo da Silva6
Guido Gustavo Humada González7
Juracy Mendes Moreira8
Jose Marcelo de Oliveira9
Resumo
O estudo aborda o aumento de práticas sustentáveis na construção civil, em foco no tijolo tecnológico como alternativa de substituir materiais convencionais, produzido com materiais recicláveis, solo e cimento, o tijolo vem ganhando notoriedade pelas suas vantagens ambientais, redução de entulhos, além de desenvolvimento térmico e acústico. A pesquisa realça que o tijolo ecológico reduz a retirada de materiais não renováveis e emissão de gás CO², além de diminuir em 40% os custos e em até 30% do tempo de execução de obra. Apesar de possuir muitos benefícios, há uma resistência estrutural e a falta de padronização normativa, dificulta adentrar em grandes construções. O estudo usou a metodologia comparativa entre tijolos convencionais e ecológicos, utilizando diversos critérios como tempo de execução de obra e sustentabilidade. Os resultados demonstram que o tijolo ecológico é eficiente para obras de pequeno e médio porte. Conclui-se que o aumento de pesquisas, capacitação profissional e certificados, é essencial para inserir esse material como uma solução definitiva para a construção civil.
Palavras-chave: Materiais sustentáveis, inovação tecnológica, economia de recursos.
Summary
The study addresses the rise of sustainable practices in civil construction, focusing on technological bricks as an alternative to conventional materials. Produced with recyclable materials, soil, and cement, these bricks have been gaining notoriety for their environmental advantages, reduced debris, and improved thermal and acoustic performance. The research highlights that ecological bricks reduce the removal of non-renewable materials and CO² emissions, in addition to reducing costs by 40% and construction time by up to 30%. Despite their many benefits, their structural resistance and lack of regulatory standardization hinder their use in large-scale construction projects. The study used a comparative methodology between conventional and ecological bricks, using various criteria such as construction time and sustainability. The results demonstrate that ecological bricks are efficient for small and medium-sized projects. The conclusion is that increased research, professional training, and certifications are essential to establish this material as a definitive solution for civil construction.
Keywords: Sustainable materials, technological innovation, resource saving.
1. INTRODUÇÃO
O interesse por práticas sustentáveis na construção civil vem se tornando cada vez mais notório, visto que, é uma atividade que possui uma enorme demanda em recursos naturais não renováveis, e gera muito entulho e resíduos. Nesse contexto, os materiais sustentáveis vêm ganhando visibilidade, uma vez que reduz impactos na natureza, amplia durabilidade das edificações e viabiliza melhores condições de saúde e bem-estar das gerações futuras. O tijolo ecológico merece especial visibilidade, produzido a partir do solo, cimento e resíduos recicláveis, aliam sustentabilidade, economia e eficiência construtiva. Visto que minimizará a retirada de recursos naturais, consequentemente impactos ambientais, esses elementos construtivos, oferecem vantagem em termos de custos e tempo de execução, consolidando-se uma excelente alternativa promissora para edificações sustentáveis.
Entre os diversos modelos de tijolos ecológicos utilizados atualmente, destacam-se dimensões como 25 × 12,5 × 7 cm para tijolos modulares ou canaletas, e 12,5 × 12,5 × 7 cm para meio-tijolo, que se mostram bastante comuns no mercado. Essas medidas favorecem um rendimento eficiente, reduzindo as necessidades de cortes, e desperdícios de material nas alvenarias. Segundo (FERREIRA e COSTA 2021) um aspecto importante é a durabilidade e resistência mecânica do tijolo ecológico. Levantamentos confirmam, que tijolos de solo-cimento, quando são compactados e curados corretamente, atingem resistência suficiente para uso em alvenarias estruturais de pequeno e médio porte. Segundo (MENDES et. al., 2022) que em um trabalho com tijolos de solo-cimento permitiram aos autores concluírem que o material não seja utilizado apenas em obras sustentáveis, mas também em projetos convencionais, abrangendo seu campo de aplicação. A adesão de tijolos ecológicos viabiliza benefícios sociais, reduz a exposição de trabalhadores a resíduos nocivos, contribui para o conforto térmico das edificações, resultando em melhora da qualidade de vida de gerações futuras.
De acordo (GOMES e BARBOSA 2018) o aumento da preocupação com o meio ambiente da Construção Civil, motivou buscas de cada vez mais opções de formas sustentáveis para minimizar os danos causados, pois o mesmo é um ramo que consome muitos recursos naturais e gera muito entulhos, necessitando de estar sempre procurando variações inovadoras. O assunto levantado neste estudo surgiu da indispensabilidade de reduzir os resíduos de obras, emissão de gases poluentes e reduzir a extração de conteúdos naturais. O presente estudo fundamenta em termos teóricos e práticos, na área teórica, contribui com o ampliamento de conhecimentos sobres materiais sustentáveis e as aplicações em obras, com relevância no tijolo tecnológico, um exemplo de material ecológico que vem se evidenciando por sua eficiência e menor impacto na natureza. Segundo (WEBER et. al., 2017) uma estrutura com furos internos facilita a instalação de sistemas elétricos e hidráulicos, o que contribui para a agilidade da obra e a redução de entulho e ainda complementa que o tijolo ecológico alia estética, economia e sustentabilidade, tornando-se uma opção viável frente ao tijolo convencional. De acordo com (PAIXÃO et. al., 2023) afirma que a utilização de tijolos ecológicos na construção civil tem oferecido uma solução viável e promissora para enfrentar os desafios ambientais e sociais que as construtoras enfrenta atualmente e isso tem reforçado sua relevância ao classificá-lo como uma inovação significativa no setor, unindo eficiência construtiva e responsabilidade ambiental. A pauta sobre o uso de tijolos tecnológicos na construção civil é altamente relevante, principalmente em relação aos obstáculos da atualidade em se encaixar na sustentabilidade e redução de consequências ambientais. Segundo (ÂNGELO e SIMÕES 2023) puderam observar em seus estudos sobre tijolo ecológico a importância de explorar novas tecnologias, desempenho, impactos e a viabilidade do tijolo tecnológico no contexto da construção civil atual. Um estudo realizado (SILVA et. al., 2009) avaliou tijolos produzidos com solo-cimento e resíduos de tornearia mecânica, e identificou valores de resistência à compressão entre 0,33 e 0,45 MPa, abaixo dos limites exigidos por muitas normas técnicas para aplicações estruturais, embora os índices de absorção de água estivessem dentro dos padrões aceitáveis. Essa limitação de desempenho contribui para a hesitação por parte de engenheiros, arquitetos e construtores em adotar os tijolos ecológicos como alternativa confiável aos tradicionais blocos cerâmicos. De acordo com (SILVA e MILANI 2022) essa insegurança técnica está diretamente relacionada à ausência de normas padronizadas e de certificações específicas que atestem o desempenho dos tijolos ecológicos em diferentes condições de uso. A falta de padronização não apenas compromete a confiança dos profissionais da construção, mas também impede que o material seja incorporado com segurança em projetos que demandam maior rigor estrutural. Como solução, torna-se fundamental o investimento em pesquisas científicas e ensaios técnicos que avaliem, de forma sistemática, o comportamento dos tijolos ecológicos ao longo do tempo e em diferentes contextos climáticos e estruturais. Essas pesquisas devem contribuir para criação de normas técnicas específicas, podendo orientar engenheiros e arquitetos diante dos parâmetros mínimos de resistência, durabilidade e aplicação do material. Outra medida necessária é a capacitação técnica de profissionais, com foco na melhor forma de dimensão estrutural e na aplicação adequada dos tijolos ecológicos.
Segundo (MENDES et. al., 2023) destacam que a implementação de novas tecnologias na construção civil requer um esforço conjunto entre universidades, setor produtivo e poder público, a fim de garantir mão de obra qualificada e preparada para lidar com materiais distintos. Dessa forma, a resistência dos tijolos ecológicos é vista como um desafio técnico relevante, há soluções viáveis que podem melhorar esse problema e promover a sua utilização com maior segurança e eficiência. A consolidação da base científica e normativa, aliado à capacitação técnica, é essencial para que os tijolos ecológicos deixem de ser uma promessa sustentável e se firmam como uma realidade viável na construção civil brasileira.
2. METODOLOGIA
A pesquisa em questão adotou uma metodologia de estudo de caso, com abordagem comparativa, tendo como principal objetivo a análise das diferenças entre o tijolo ecológico e o tijolo convencional na construção civil. O estudo de caso foi escolhido por permitir uma investigação mais profunda, mostrando em exemplos reais de aplicação dos dois tipos de material, sendo mais fácil para identificar e compreender suas características técnicas, econômicas, sociais e ambientais. Essa análise comparativa foi realizada como estratégia para mostrar e identificar as semelhanças e diferenças mais relevantes entre os dois sistemas de construção.
Durante todo o desenvolvimento da pesquisa, foram coletados e analisados dados dos seguintes aspectos de cada tipo de material:
- Tempo da obra;
- Desempenho térmico e acústico das Obras;
- Resistência estrutural e características técnicas dos tijolos;
- Impacto ambiental, levando em consideração o consumo de recursos naturais, geração de resíduos e emissão de CO₂.
As informações obtidas foram adicionadas e organizadas em tabelas comparativas, para deixar mais fácil a visualização e interpretação das diferenças entre os dois sistemas. Esse tipo de abordagem permitiu identificar, com base em evidências práticas, as vantagens e limitações de cada um dos materiais, buscando uma reflexão mais profunda sobre o uso de soluções sustentáveis na construção civil.
| Critério de Análise | Tijolo Ecológico | Tijolo Convencional |
| Tempo de execução | Reduzido, sistema de encaixe elimina parte da necessidade de reboco e permite alvenaria estrutural | Mais demorado, exige argamassa em todas as fases, reboco e etapas separadas para estrutura e vedação |
| Desempenho térmico | Superior, maior isolamento térmico devido ao design e densidade do bloco | Inferior, tende a absorver mais calor, exigindo maior uso de climatização artificial |
| Desempenho acústico | Moderado a bom, dependendo do modelo e da instalação | Variável, geralmente necessita de tratamento adicional para isolamento acústico |
| Resistência | Alta resistência à compressão, pode ser usado em alvenaria estrutural | Boa resistência, mas geralmente usado como vedação com estrutura independente |
| Impacto ambiental | Menor, uso de solo-cimento, baixo consumo de água, sem queima em fornos, menos resíduos | Maior, uso intensivo de recursos naturais (argila e madeira), queima em fornos, alto consumo de água e geração de resíduos durante a obra |
| Necessidade de reboco | Reduzida ou dispensável, superfície pode ser deixada aparente | Necessária, acabamento com argamassa em todas as superfícies |
| Aproveitamento de recursos | Maior, pode utilizar resíduos ou solo local | Baixo, depende da extração de argila e transporte industrial |
| Aceitação no mercado | Crescente, mas ainda com resistência em regiões com menos informação | Alta, amplamente utilizado e aceito |
3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

O tijolo ecológico enfatiza claramente nos critérios de sustentabilidade, reciclagem de resíduos e impacto ambiental, reforçando o foco sustentável. Segundo (MOTTA et. al., 2014) o consumo de madeiras para formas nas construções, proporciona uma economia de concreto e argamassa em cerca de 70% e de aço 50% em relação à estrutura de concreto armado. Segundo (SANTANA et. al., 2013) em uma trabalho comparativo entre o tijolo comum e o tijolo ecológico conclui que os tijolos ecológicos constituem uma alternativa para a sustentabilidade e conservação do meio ambiente, pois desenvolve práticas que colaboram com o meio ambiente como a não queima de biomassa e o reaproveitamento de entulho. Para (WAGNA et. al., 2013) em um estudo com tijolos a base de solo cimento percebeu uma tendência ao crescimento do número de depósitos de patentes, nos países como o Japão, China e Coréia. Indicando os esforços inovativos têm sido realizados por diferentes países, atestando interesse na aplicação e desenvolvimento de novos produtos. Segundo (FRAGA et. al., 2016) em um trabalho com tijolo ecológico foi possível demonstrar o uso do tijolo de solo-cimento na construção que está em alta no mercado nacional, ainda de acordo com os autores os benefícios da utilização de tijolos ecológicos. Segundo (MORAES et. al., 2025) em um estudo com tijolos ecológicos puderam observar uma economia superior a outras técnicas de construção representando economia de 13% em relação ao bloco cerâmico e 112% comparado ao tijolo maciço.
4. CONCLUSÃO
A pesquisa valida que o tijolo ecológico possui desempenho ambiental e profissional satisfatório, tornando assim uma alternativa sustentável ao tijolo convencional. O estudo confirma que os objetivos propostos são atingidos, ao evidenciar que otimiza o tempo de obra, melhora o conforto acústico e térmico das edificações e reduz danos ambientais. O tijolo ecológico ainda enfrenta limitações relacionadas à padronização da resistência estrutural em projetos de grande porte, mas já se mostra eficiente em obras de pequeno e médio porte.
O incentivo da pesquisa, é a certificação técnica para fortificar a credibilidade do tijolo e aumentar sua adoção no mercado. A contribuição principal deste estudo é comprovar o potencial dos tijolos ecológicos, possibilitando tornar o setor da construção civil sustentável e eficiente, reforçando a importância de integrar novas tecnologias ao processo construtivo.
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1Discente de eng. civil, Centro Universitário UniBras Montes Belos São Luís de Montes Belos – Goiás.
2Professor Dr. Centro de Excelência em Sistemas Agroalimentares e Nutrição, Universidade Eduardo Mondlane (UEM). Moçambique – África.
3Professor Dr. Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) – Ouro Preto-MG.
4Professor Dr. Faculdade de Gestão Integrada – FGI – Goiânia-GO.
5Professor Dr. Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Minas Gerais. Campus Ponte Nova
6Professora Dra. Universidade Federal do Piauí (UFPI).
7Professor Dr. Universidad San Carlos. Asunción. Paraguay.
8Professor MsC. Centro Universitário UniBras Montes Belos São Luís de Montes Belos – Goiás.
9Professor MsC. Secretaria de Estado da Educação (SEDUC). Colégio Estadual Alvino Pereira Rocha.
