IMPACTO DAS INFECÇÕES PERIAPICAIS NO PROGNÓSTICO DO TRATAMENTO ENDODÔNTICO: UMA REVISÃO DE LITERATURA

IMPACT OF PERIAPICAL INFECTIONS ON THE PROGNOSIS OF ENDODONTIC TREATMENT: A LITERATURE REVIEW

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202510261453


Raquel Amaral de Novaes1
Gabriel Henrique Andrade Marques2
Hiuri Luiz Santos Passos3
Pedro Augusto Soares Cancio Gomes4
Samira Maria Bráulio Lordello Fraife5
Antônio Henrique Braitt6


RESUMO  

As infecções periapicais representam uma consequência comum das doenças endodônticas não tratadas ou tratadas inadequadamente, sendo originadas, em sua maioria, pela colonização microbiana persistente no sistema de canais radiculares (SCR). Essas infecções se manifestam como lesões inflamatórias crônicas, podendo assumir a forma de granulomas, cistos ou abscessos, muitas vezes acompanhados por fístulas que drenam o exsudato purulento até a superfície da mucosa ou pele, formando o chamado “ponto de flutuação”. Dessa forma, compreender a relação entre a microbiota do sistema de canais radiculares e as infecções periapicais é essencial para aprimorar a eficácia terapêutica e garantir o sucesso a longo prazo do tratamento endodôntico. Assim, o presente estudo propõe uma análise crítica da literatura recente com o objetivo de compreender os impactos das infecções periapicais no prognóstico do tratamento endodôntico, considerando os principais agentes etiológicos envolvidos e as estratégias de manejo mais eficazes. 

Palavras-chave: Infecções Periapicais; Tratamento Endodôntico; Enterococcus faecalis; flare-up; 

ABSTRACT  

Periapical infections are a common consequence of untreated or inadequately treated endodontic diseases, most often caused by persistent microbial colonization in the root canal system (RCS). These infections manifest as chronic inflammatory lesions that can take the form of granulomas, cysts, or abscesses, often accompanied by fistulas that drain purulent exudate to the surface of the mucosa or skin, forming the so-called “floating point.” Therefore, understanding the relationship between the microbiota of the root canal system and periapical infections is essential to improve therapeutic efficacy and ensure the long-term success of endodontic treatment. Therefore, this study proposes a critical analysis of recent literature to understand the impact of periapical infections on the prognosis of endodontic treatment, considering the main etiological agents involved and the most effective management strategies. 

Keywords: Periapical Infections; Endodontic Treatment; Enterococcus faecalis; flare-up. 

INTRODUÇÃO 

As infecções periapicais representam uma consequência comum das doenças endodônticas não tratadas ou tratadas inadequadamente, sendo originadas, em sua maioria, pela colonização microbiana persistente no sistema de canais radiculares (SCR). Essas infecções se manifestam como lesões inflamatórias crônicas, podendo assumir a forma de granulomas, cistos ou abscessos, muitas vezes acompanhados por fístulas que drenam o exsudato purulento até a superfície da mucosa ou pele, formando o chamado “ponto de flutuação”1

A singularidade do ambiente endodôntico se dá pela ausência de vascularização no interior do canal radicular, o que o torna um ambiente isolado do sistema imunológico, dificultando a ação das células de defesa e permitindo o desenvolvimento de uma microbiota altamente resistente2. A diversidade microbiana nas lesões periapicais é ampla, podendo ser composta por bactérias anaeróbias e facultativas que apresentam mecanismos de sobrevivência complexos, como estruturas de proteção celular e resistência a antimicrobianos3

As infecções endodônticas podem ser classificadas em primárias, secundárias e refratárias. As infecções primárias ocorrem em canais não tratados previamente, geralmente compostas por uma microbiota mista, com predominância de bactérias anaeróbias estritas4. Já as infecções secundárias estão associadas a canais anteriormente tratados, mas que sofreram nova contaminação, enquanto as refratárias persistem mesmo após tratamentos aparentemente bem executados, com a presença de cepas altamente resistentes, como Enterococcus faecalisStreptococcus spp. e Actinomyces israelii5.

Estudos demonstram a presença de infecção periapical ativa está fortemente correlacionada ao insucesso do tratamento endodôntico, mesmo em casos tecnicamente bem conduzidos6. A persistência da dor ou de lesões radiográficas após o tratamento pode estar relacionada à presença de microrganismos que resistem à instrumentação, irrigação e obturação, evidenciando a importância de estratégias complementares, como o uso de ultrassom, laserterapia e, em casos mais severos, intervenções cirúrgicas7

Além disso, estudos recentes reforçam que o tipo de microbiota encontrada nas infecções refratárias tende a ser menos diversas porém, composta por microrganismos extremamente adaptados ao ambiente endodôntico hostil, contribuindo significativamente para a dificuldade na erradicação da infecção e comprometimento do prognóstico8

Dessa forma, compreender a relação entre a microbiota do sistema de canais radiculares e as infecções periapicais é essencial para aprimorar a eficácia terapêutica e garantir o sucesso a longo prazo do tratamento endodôntico. Assim, o presente estudo propõe uma análise crítica da literatura recente com o objetivo de compreender os impactos das infecções periapicais no prognóstico do tratamento endodôntico, considerando os principais agentes etiológicos envolvidos e as estratégias de manejo mais eficazes. 

Por que em alguns casos a lesão periapical persiste após o tratamento se durante a realização do procedimento não se detectou nenhuma intercorrência, tendo sido o canal bem modelado, limpo e obturado? Segundo Siqueira Jr et al9 o Flare Up (dor pós-operatória) ocorre em 90% dos casos, como consequência da presença de microrganismos que ficaram no Sistema de Canais Radiculares após tratamento. A ocorrência de sintomatologia dolorosa, edema ou agudização do processo infeccioso nos induz a requerer outras providências. Diante desses acontecimentos qual conduta deve ser tomada pelo cirurgião dentista? Realizar o retratamento (reintervenção) endodôntico, optar por uma cirurgia para-endodôntica já que o paciente ainda sente dor ou prescrever uma medicação sistêmica? 

Analisar a relação entre as infecções periapicais e a microbiota remanescente no sistema de canais radiculares, bem como seu impacto no prognóstico do tratamento endodôntico. 

O objetivo deste trabalho de Revisão da Literatura é Investigar a recorrência de sintomatologia dolorosa em canais radiculares clinicamente bem tratados, associados à presença de microrganismos relacionados a infecções refratárias; Identificar os principais microrganismos envolvidos nas lesões periapicais persistentes ou em episódios de flare-up pós-operatório; analisar as estratégias terapêuticas utilizadas no manejo de infecções periapicais resistentes, com ênfase em abordagens complementares como o uso do ultrassom, laserterapia e cirurgia parendodôntica. 

Esta pesquisa se justifica por ser o tratamento endodôntico é fundamental para a preservação do dente, promovendo a eliminação da infecção e a manutenção da função dental. Contudo, apesar dos avanços nas técnicas e materiais, complicações associadas às infecções periapicais ainda representam um importante desafio clínico, podendo comprometer significativamente o prognóstico do tratamento. Estudos indicam que a persistência ou recorrência dessas infecções está frequentemente relacionada à presença de microrganismos resistentes, especialmente bactérias anaeróbias facultativas Gram-positivas, como o Enterococcus faecalis, além da possível falha na execução rigorosa dos protocolos endodônticos. 

Diante disso, compreender os mecanismos etiológicos, os fatores microbiológicos envolvidos e as estratégias terapêuticas eficazes para o manejo das infecções periapicais é imprescindível para otimizar os resultados clínicos e reduzir as taxas de insucesso do tratamento. Esta revisão de literatura justifica-se também pela necessidade de consolidar o conhecimento atual acerca do impacto das infecções periapicais no prognóstico do tratamento endodôntico, oferecendo subsídios científicos que possam contribuir para a melhoria das práticas clínicas e para a promoção da saúde bucal do paciente. 

REVISÃO DA LITERATURA. 

A infecção do sistema de canais radiculares (SCR) é caracterizada por uma microbiota complexa, composta por diferentes espécies bacterianas organizadas em biofilmes que garantem a resistência desses microrganismos frente às defesas do hospedeiro e aos tratamentos endodônticos convencionais. A estrutura do biofilme dificulta a completa erradicação bacteriana, favorecendo a persistência da infecção e o desenvolvimento de lesões periapicais crônicas, o que compromete a cicatrização dos tecidos perirradiculares10

Dentre os microrganismos mais resistentes presentes no SCR, destaca-se o Enterococcus faecalis, uma bactéria anaeróbia facultativa que pode sobreviver em condições adversas e recolonizar os canais radiculares mesmo após tratamento adequado. Essa persistência decorre da capacidade dessa bactéria formar biofilmes densos e sua resistência a agentes antimicrobianos convencionais, o que dificulta o sucesso do tratamento endodôntico11

Os biofilmes extrarradiculares localizam-se na superfície do cemento radicular, protegidos por uma matriz extracelular que favorece a sobrevivência bacteriana em ambientes hostis. Essa estrutura está associada à manutenção da inflamação periapical e à resistência dos microrganismos à ação dos irrigantes e medicamentos intracanais, dificultando a resolução da infecção e a regeneração tecidual12

A anatomia complexa do sistema de canais radiculares, composta por túbulos dentinários, canais acessórios e deltas apicais, cria nichos propícios para o abrigo e multiplicação bacteriana, o que inviabiliza a descontaminação total durante o tratamento. Essa complexidade anatômica exige técnicas avançadas de instrumentação e irrigação para aumentar a eficácia da limpeza desses espaços13

O insucesso do tratamento também está relacionado ao inadequado selamento do sistema de canais radiculares. Obturadores mal adaptados ou incompletos permitem a recolonização bacteriana, levando à recidiva da infecção e à persistência da lesão periapical, comprometendo a cicatrização e a longevidade do dente tratado14

Estudos recentes indicam que a microbiota em lesões periapicais crônicas e refratárias é menos diversa, predominando espécies bacterianas altamente resistentes, resultado da pressão seletiva provocada pelos tratamentos prévios. Essa microbiota simplificada torna o controle da infecção mais difícil, impactando negativamente o prognóstico15

O uso de tecnologias auxiliares, como irrigação ultrassônica ativa e lasers, tem aumentado a capacidade de descontaminação dos canais radiculares. A ativação ultrassônica melhora a penetração dos irrigantes nos túbulos dentinários, enquanto o laser de diodo tem efeito antibacteriano direto, alcançando microrganismos em áreas inacessíveis pela instrumentação tradicional 16,17,18

As técnicas avançadas de sequenciamento molecular possibilitam a identificação precisa da composição microbiana das infecções endodônticas, permitindo tratamentos mais personalizados e eficazes. Essa abordagem tem potencial para melhorar a erradicação bacteriana e o sucesso terapêutico, reduzindo falhas e recorrências19

Em situações de falha persistente, a cirurgia parendodôntica é uma alternativa eficaz. Procedimentos como a ressecção apical e obturação retrógrada permitem a remoção direta da fonte infecciosa, favorecendo a resolução do processo inflamatório e a regeneração óssea periapical, contribuindo para a preservação do elemento dentário20

A indicação cirúrgica deve ser criteriosa, baseada em avaliação clínica e radiográfica minuciosa. Lesões extensas, perfurações e outras complicações anatômicas podem exigir essa abordagem para restaurar a saúde periapical e evitar a perda do dente, assegurando o sucesso do tratamento21

A resposta imunológica do paciente é fundamental para a evolução da infecção e a cicatrização. Indivíduos imunocomprometidos apresentam maior dificuldade em eliminar a infecção e reparar tecidos, comprometendo o prognóstico do tratamento mesmo quando tecnicamente adequado22

Lesões periapicais crônicas podem se manifestar assintomáticamente, sendo detectadas apenas por exames radiográficos. A ausência de sintomas não significa cura, pois o processo inflamatório pode estar ativo e progressivo, o que reforça a importância do acompanhamento clínico e radiográfico 23

O diagnóstico precoce de sinais de insucesso, como dor, fístulas ou ausência de redução da lesão radiográfica, é essencial para o planejamento do retratamento. A avaliação criteriosa permite intervenções oportunas, evitando a progressão da doença e a perda do elemento dental24

A necrose pulpar e a migração de toxinas bacterianas para a região apical desencadeiam destruição óssea e inflamação crônica. Esse quadro reforça a necessidade do controle microbiológico rigoroso para evitar a perpetuação da lesão periapical e suas complicações clínicas25

Compreender os determinantes ecológicos das infecções endodônticas e sua interação com o sistema imunológico do hospedeiro é fundamental para o desenvolvimento de estratégias terapêuticas mais eficazes. Assim, o tratamento pode ser ajustado às características microbiológicas e imunológicas específicas, melhorando o prognóstico16

Portanto, o sucesso do tratamento endodôntico depende da eliminação eficaz dos microrganismos, da técnica adequada de instrumentação e obturação, além da resposta imunológica do paciente. A combinação desses fatores é determinante para a preservação e a saúde do dente a longo prazo. 

METODOLOGIA  

Este trabalho trata-se de uma revisão de literatura, com o objetivo de reunir, analisar e discutir criticamente os principais estudos científicos que abordam a influência das infecções periapicais no prognóstico do tratamento endodôntico. As buscas foram realizadas em bases de dados eletrônicas amplamente reconhecidas, como PubMed, SciELO e Google Acadêmico, utilizando os seguintes descritores em português e inglês: “infecção periapical”, “prognóstico endodôntico”, “lesões periapicais”, “tratamento endodôntico” e “microbiologia endodôntica”. 

Foi adotado como critério temporal preferencial o intervalo entre os anos de 2015 e 2025, visando assegurar a inclusão de estudos atualizados e coerentes com as práticas clínicas contemporâneas. Contudo, publicações anteriores a esse período também foram incluídas, desde que apresentassem significativa relevância para o embasamento teórico da pesquisa. Foram considerados artigos publicados em língua portuguesa e inglesa, que demonstrassem rigor metodológico e pertinência direta ao tema proposto. 

A seleção dos artigos envolveu uma triagem inicial a partir da leitura dos títulos e resumos. Os estudos considerados potencialmente relevantes foram analisados integralmente, priorizando-se aqueles que abordavam os aspectos etiológicos, fisiopatológicos, diagnósticos e terapêuticos relacionados às infecções periapicais, bem como sua influência no sucesso ou insucesso do tratamento endodôntico. A análise crítica do material selecionado permitiu uma compreensão aprofundada dos mecanismos envolvidos, dos fatores prognósticos e das estratégias clínicas indicadas para otimizar os resultados terapêuticos em casos de comprometimento periapical. 

RESULTADOS ESPERADOS E APLICABILIDADES 

Espera-se que esta revisão de literatura forneça uma compreensão aprofundada sobre a influência das infecções periapicais no prognóstico dos tratamentos endodônticos, destacando os principais microrganismos envolvidos e os mecanismos biológicos que contribuem para o insucesso terapêutico. Além disso, pretende-se identificar lacunas na pesquisa atual relacionadas à prevenção, diagnóstico precoce e manejo das infecções persistentes, consolidando informações atualizadas que auxiliem os profissionais da odontologia na tomada de decisões clínicas mais assertivas. Dessa forma, a revisão poderá melhorar as taxas de sucesso dos tratamentos, reforçando a importância do controle microbiológico e das técnicas adequadas para o tratamento dos canais radiculares e das lesões periapicais associadas. Em termos de aplicabilidade, o conhecimento gerado pode ser utilizado diretamente na prática clínica, aprimorando protocolos de diagnóstico e estratégias para minimizar a persistência de bactérias resistentes, como Enterococcus faecalis, favorecendo a recuperação do paciente. Também poderá embasar futuras pesquisas e inovações tecnológicas na descontaminação do sistema radicular, além de contribuir para a formação crítica de estudantes e especialistas, incentivando a reflexão sobre a microbiologia e as técnicas endodônticas atuais. Por fim, este estudo destaca a importância da interdisciplinaridade entre microbiologia, imunologia e clínica para garantir o sucesso dos tratamentos endodônticos. 

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1Acadêmica do Curso de Odontologia da Faculdade de Ilhéus (CESUPI).
2Acadêmica do Curso de Odontologia da Faculdade de Ilhéus (CESUPI).
3Acadêmica do Curso de Odontologia da Faculdade de Ilhéus (CESUPI).
4Acadêmica do Curso de Odontologia da Faculdade de Ilhéus (CESUPI).
5Acadêmica do Curso de Odontologia da Faculdade de Ilhéus (CESUPI).
6Especialista e Mestre em Endodontia. Professor de Endodontia Clínica do Curso de Odontologia da Faculdade de Ilhéus (CESUPI).