INCIDENCE AND FACTORS ASSOCIATED WITH BACTERIAL INFECTIONS IN CRITICAL ICU PATIENTS
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ch10202508171055
José Costa Vieira Júnior¹
Rafael Vian Costa²
Tathiane Souza de Oliveira³
RESUMO
Objetivos: Analisar a incidência e os fatores associados às infecções bacterianas em pacientes críticos internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital público de referência. Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, cuja seleção de estudos contemplou publicações entre os anos de 2021 e 2025, exceto por uma referência anterior, considerada essencial para a compreensão do tema. A busca foi realizada de forma sistemática nas bases de dados PubMed, SciELO, Bireme, NIH, Google Acadêmico e Science Direct. Utilizou-se de descritores pré-estabelecidos, com leitura inicial dos resumos e posterior análise dos textos completos selecionados. Ao final, 25 estudos foram incluídos, compondo o referencial teórico que fundamenta a presente pesquisa, com abordagem descritiva e análise crítica do conteúdo científico encontrado. Resultados: As infecções bacterianas em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) estão fortemente associadas à presença de comorbidades, uso de dispositivos invasivos e idade avançada dos pacientes. Estudos recentes demonstram que condições como diabetes mellitus, feridas contaminadas e internações prolongadas aumentam significativamente o risco de infecção, com destaque para a pneumonia associada à ventilação mecânica. A análise estatística indica que pacientes com feridas contaminadas têm até 7,44 vezes mais chances de desenvolver infecções. Além disso, indivíduos com mais de 60 anos apresentam taxas de mortalidade hospitalar substancialmente maiores, evidenciando a vulnerabilidade desse grupo frente às infecções adquiridas em UTIs. Considerações finais: Conclui-se que a identificação precoce dos fatores de risco pode subsidiar estratégias eficazes para reduzir a incidência de infecções bacterianas e melhorar os desfechos clínicos em pacientes críticos.
Palavras-chave: “Infecções bacterianas”, “Unidade de Terapia Intensiva”, “Pacientes críticos”, “Fatores atenuantes” e “Infecções na UTI”.
INTRODUÇÃO
O Ministério da Saúde1define a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) como: “Serviço hospitalar destinado a pacientes críticos, graves ou de alto risco clínico ou cirúrgico que necessitam de cuidados intensivos e ininterruptos, além de assistência médica, fisioterapêutica e de enfermagem, com monitorização contínua durante as 24 horas do dia”. Este conceito ratifica a importância que as UTI’s exercem tanto no ambiente hospitalar, quanto no ambiente extra-hospitalar, contendo grande importância na intervenção prognóstica de pacientes em estágios patológicos avançados e pós cirúrgicos.
Indivíduos em estado crítico internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) apresentam elevada vulnerabilidade a desfechos clínicos desfavoráveis, seja em decorrência da gravidade da condição aguda subjacente, seja pela resposta inflamatória inadequadamente resolvida durante a internação prolongada.2 Fatores como imobilidade, desnutrição e uso ineficiente de substratos metabólicos são apontados como mecanismos fisiopatológicos potenciais que contribuem para os resultados negativos observados em pacientes críticos.2
Segundo Huțanu et al. (2025),3 é na UTI que se dispõem dos materiais e métodos utilizados para ideal acompanhamento de casos mais avançados. Porém, é neste ambiente que, concomitantemente, o risco de transmissão de infecções bacterianas entre pacientes internados se torna aumentado, justamente pelo nível avançado em que estas se encontram, sendo necessários uma série de fatores para prevenção e quebra da cadeia de transmissão da doença.4
A sepse continua sendo a principal causa de óbito entre pacientes críticos internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), representando um ônus econômico significativo tanto para os sistemas de saúde quanto para os indivíduos acometidos e seus familiares.5 Dados recentes apontam uma taxa de mortalidade hospitalar de 26,7% entre pacientes sépticos, com índices ainda mais elevados — cerca de 41,9% — em contextos de terapia intensiva.5
Neste ambiente de terapia intensiva, é possível encontrar tanto pacientes em bom estado geral, os quais estão em acompanhamento pós-cirúrgico ou pós-ressuscitação cardiopulmonar,6 quanto pacientes em mal estado geral, no que se refere à pacientes em estágio avançado de doenças bacterianas de qualquer espectro, como infecções por Serratia marcescens,7Staphylococcus aureus8e Streptococcus pneumoniae.2
Ainda, são encontradas pesquisas que associam o ambiente de UTI em que se encontram indivíduos portadores de COVID-19 internados, os quais apresentam maior probabilidade de desenvolver coinfecções e de evoluir para o óbito, predispondo à colonização dos pacientes por bactérias oportunistas.9 Esta é uma das várias doenças que inibem ou suprimem o sistema imune do paciente, possibilitando a ocorrência de infecções bacterianas concomitantemente.
Há associações entre o ambiente de urgência intensiva e os mecanismos de resistência bacteriana10já que, majoritariamente, os pacientes com doenças bacterianas a longo prazo, realizam acompanhamento em UTI com maior frequência, além da possibilidade da contração de infecções bacterianas no ambiente intra-hospitalar.
Este artigo visa a exploração dos fatores que influenciam na ocorrência de infecções na Unidade de Terapia Intensiva (I-UTI), no meio intra-hospitalar, de forma a detalhar como a incidência de algumas doenças bacterianas podem ser afetadas de maneira concomitante, dando enfoque para fatores que mais comumente exercem influência, faixa etária e as alguns aspectos referentes às infecções pulmonares.
MATERIAIS E MÉTODOS
Este trabalho trata-se de uma revisão integrativa da literatura, com foco em estudos publicados entre os anos de 2021 e 2025, tendo somente uma referência publicada antes deste período, de fundamental importância para a pesquisa, com a finalidade de reunir e analisar criticamente produções científicas recentes que contribuam para uma compreensão mais aprofundada e abrangente do tema em questão.
A coleta dos dados foi realizada por meio de busca sistemática nas principais bases de dados científicas, tais como PubMed (Public Medical Literature Analysis and Retrieval System Online), SciELO (Scientific Electronic Library Online), Bireme (Centro Latino Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde), NIH (National Library of Medicine), Google Acadêmico e Science Direct, entre outras plataformas reconhecidas na área da saúde. As leituras foram conduzidas de forma sequencial para garantir a seleção criteriosa dos materiais mais relevantes para o escopo da pesquisa.
Foram utilizados como descritores os termos: “Infecções bacterianas”, “Unidade de Terapia Intensiva”, “Pacientes críticos”, “Fatores atenuantes” e “Infecções na UTI”. A fim de ampliar o alcance da busca e incluir estudos internacionais, também foram utilizados os correspondentes em língua inglesa: “Bacterial infections”, “Intensive Care Unit”, “Critical patients”, “Mitigating factors” and “Infections in the ICU”. Essa estratégia permitiu uma maior diversidade de fontes e contribuiu para o enriquecimento da análise.
Para garantir a qualidade e a pertinência do material analisado, foram excluídos artigos incompletos, duplicados entre diferentes bases, textos disponíveis apenas em forma de resumo, publicações que não se relacionavam diretamente com o tema central ou que estavam fora do intervalo temporal definido (últimos quatro a cinco anos), com exceção das bibliografias que trariam grandes acréscimos à erudição do artigo.
Figura 1 – Fluxograma do processo de coleta, inclusão e exclusão de literaturas

Fonte: Autoria própria.
A partir das combinações entre os termos selecionados, procedeu-se à leitura inicial dos resumos dos estudos identificados, seguida da análise integral dos textos completos considerados pertinentes. Essa etapa envolveu uma abordagem descritiva e revisional, com o objetivo de organizar os dados de forma clara e sistemática.
Ao final do processo de seleção e análise, foram incluídas 25 publicações científicas que serviram de suporte teórico e conceitual para a elaboração deste artigo, oferecendo fundamentos importantes para a construção e aprofundamento dos tópicos discutidos.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Fatores que atenuam as infecções bacterianas no ambiente de UTI A demora na instituição da terapia antimicrobiana adequada ou a utilização de esquemas empíricos ineficazes está associada à elevação das taxas de mortalidade e ao incremento dos custos assistenciais.11
Em 2021, Kollef et al (2021) realizaram um Estudo Estendido sobre Prevalência de Infecção em Cuidados Intensivos III (EPIC III). De forma interessante, a análise multinível revelou que infecções causadas por patógenos resistentes a antibióticos, como Enterococcus resistente à vancomicina (ERV), espécies de Klebsiella resistentes a β lactâmicos e espécies de Acinetobacter resistentes a carbapenêmicos, estavam ligadas a um risco significativamente maior de mortalidade hospitalar quando comparadas a infecções por microrganismos sensíveis.12
Através de um estudo13 em que foram entrevistados cerca de 416 indivíduos adultos, constatou-se que o índice de infecções hospitalares se mostrou mais frequente em indivíduos portadores de alguma doença prévia, sendo tanto doenças crônicas, como a Diabetes Mellitus14, quanto doenças agudas com prognósticos ruins, como a COVID 19.13
Foi relatada15 uma associação significativa entre diabetes mellitus, uso de cateter e prolongamento da hospitalização com a ocorrência de I-UTIs. Além disso, observou-se que a combinação de diabetes mellitus com outras comorbidades ou condições preexistentes, presença de feridas contaminadas, histórico de infecção do trato urinário (ITU) e internações prévias em unidades de terapia intensiva apresentou uma relação estatisticamente significativa com o surgimento de I-UTIs,15 conforme dados trazidos na Tabela 1.
Tabela 1 – Fatores clínicos relacionados à incidência de infecções em indivíduos internados em UTI.


Fonte: Adaptado de Gedefie et al. (2025). *UTI: Unidade de Terapia Intensiva; ITU: Infecção do Trato Urinário.
Após análise do gráfico, interpreta-se que indivíduos portadores de “ferida contaminada” e “diabetes mellitus”, apresentavam uma chance maior de 7,44 e 5,97 vezes, respectivamente, de desenvolver I-UTI, em comparação com os outros grupos analisados, reiterando a relevância que estas doenças possuem perante a amostra de indivíduos internados em UTI e portadores de infecção concomitantes.
Os materiais utilizados com maior frequência no ambiente de UTI se mostraram estarem relacionados ao elevado índice de infecções do trato respiratório inferior.16 As infecções do trato respiratório inferior (ITRI) representam um desafio importante para a saúde pública global, sendo a quarta maior causa de óbito no mundo, com aproximadamente 2,4 milhões de mortes registradas em 2019, segundo dados da Organização Mundial da Saúde.17
Dentre essas infecções, aquelas associadas ao uso de ventilação mecânica (VM ITRI), apresentam um risco elevado, duplicando a taxa de mortalidade em comparação com pacientes intubados que não desenvolvem infecção. Tanto a identificação, quanto o manejo precoce são fundamentais para permitir ajustes rápidos e eficazes nas abordagens terapêuticas.18
Em um estudo19 em que foram analisados pacientes internados em UTI, separando-os em dois grupos: pacientes com necessidade de ventilação mecânica invasiva (VMI) e pacientes sem necessidade de ventilação mecânica invasiva (não-VMI). Nos pacientes não-IMV, identificou-se que tanto a diabetes mellitus quanto a infecção por patógenos multirresistentes (MDRP) foram fatores independentes associados à mortalidade em 28 e 90 dias. Já entre os pacientes IMV) observou-se uma forte correlação entre a presença de doença hepática crônica e a mortalidade em 28 dias, mesmo após o ajuste por idade e gravidade da condição clínica.19
Infecções Pulmonares
A Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica (VAP) é caracterizada pelo surgimento de pneumonia em pacientes submetidos à ventilação mecânica por um período mínimo de 48 horas. Essa condição representa uma das infecções mais comuns em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) na Europa, nos Estados Unidos e no Brasil.20 A VAP está diretamente ligada ao aumento da mortalidade e da morbidade, além de demandar maior utilização de recursos hospitalares e gerar custos elevados para o sistema de saúde. A presença de patógenos multirresistentes (MDR) como agentes causadores tende a agravar ainda mais o quadro clínico e os desfechos dos pacientes.20 Durante a primeira onda da COVID-19, diversos estudos analisaram a presença de co-infecções bacterianas e infecções do trato respiratório inferior relacionadas ao uso de ventilação mecânica, como a traqueobronquite associada ao ventilador (TAV) e a pneumonia associada ao ventilador (PAV), em pacientes em estado crítico. Apesar do uso frequente de antibióticos, os dados mostraram uma baixa incidência de infecções pulmonares bacterianas nos estágios iniciais da doença.21
De forma interessante, essa incidência foi consideravelmente inferior à observada em casos de pneumonia causada pelo vírus influenza. Embora tanto a COVID-19 quanto a gripe sejam infecções respiratórias virais, existem diferenças marcantes entre elas. A infecção por influenza ativa mecanismos imunológicos distintos, levando a uma redução precoce e mais intensa na capacidade fagocitária de eliminação bacteriana, além de provocar maior dano ao epitélio brônquico. Esses fatores podem justificar a maior predisposição a coinfecções bacterianas em pacientes com gripe.22
Relação entre incidência de I-UTI e a faixa etária
Um estudo realizado por Mestre et al. (2025) realizou uma análise de 23 unidades de terapia intensiva, em cerca de 335 pacientes. Foram incluídos no estudo os pacientes ≥ 18 anos, admitidos na UTI por período > 24 horas, durante um intervalo contínuo de 15 dias, iniciado em 1º de março e em 1º de maio de 2019.
Na pesquisa, constatou-se que a faixa etária média de 63,2 anos e o sexo masculino foram os que mais desenvolveram necessidade de suporte de órgãos, infecções, mortalidade na alta hospitalar e mortalidade aos 6 meses após a alta, todos internados em UTI e/ou apresentando período prolongado de permanência na UTI,23 informações ratificadas pelos dados provenientes do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) através da Tabela 2 e da Tabela 3.
Tabela 2 – Internações por Caráter de Atendimento segundo a Faixa Etária. Período entre Março/2024 e Março/2025

Tabela 3 – Taxas de Mortalidade por Caráter de Atendimento segundo a Faixa Etária. Período entre Março/2024 e Março/2025

Fonte: Brasil (2025)
A Tabela 2 demonstra a incidência aumentada de internações no setor hospitalar de urgência em todos os indivíduos, ressaltando o alto índice de atendimentos e manuseio de pacientes admitidos na UTI. Diante disso, a Tabela 3 aprofunda a pesquisa ao esclarecer que a maioria dos indivíduos cuja faixa etária se encontra abaixo de 50 anos, recebe liberação e alta para acompanhamento em setor primário, enquanto indivíduos com idade acima de 50 anos, superam as taxas de mortalidade em cerca de 4 a 5 vezes para mais, demonstrando a importância que a faixa etária elevada exerce em indivíduos internado no ambiente de urgência hospitalar.
A idade avançada é um dos principais fatores associados ao aumento do risco de infecções hospitalares, especialmente em pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva. O envelhecimento compromete o sistema imunológico, tornando o organismo mais vulnerável, sobretudo quando há a presença de comorbidades como doenças cardiovasculares, insuficiência renal crônica e diabetes. 25
A maior incidência dessas infecções entre idosos representa um desafio para a saúde pública. Fatores como o tempo prolongado de internação, o uso contínuo de dispositivos invasivos e a higiene inadequada das mãos, quando somados, favorecem o desenvolvimento de infecções, principalmente entre pacientes mais velhos.25
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Os achados deste estudo reforçam a relevância das infecções bacterianas como um grave problema de saúde entre pacientes internados em unidades de terapia intensiva. A elevada incidência observada confirma a vulnerabilidade desses indivíduos frente a infecções nosocomiais, especialmente em função da gravidade clínica, da exposição a procedimentos invasivos e da permanência prolongada no ambiente hospitalar. Esses fatores, associados à resistência antimicrobiana crescente, representam um desafio contínuo para a equipe multiprofissional.
A identificação dos principais fatores associados, como o uso de dispositivos invasivos, a ventilação mecânica prolongada e os altos escores de gravidade clínica, destaca a importância da adoção rigorosa de protocolos de prevenção de infecções, bem como da vigilância ativa para detecção precoce de sinais clínicos sugestivos de infecção. Além disso, estratégias como a capacitação contínua das equipes, a avaliação criteriosa do uso de antibióticos e a revisão sistemática das práticas assistenciais devem ser priorizadas para minimizar os riscos.
Dessa forma, este estudo contribui para o aprimoramento das práticas assistenciais em UTIs, ao evidenciar a necessidade de intervenções direcionadas à prevenção e ao controle de infecções bacterianas. Novas pesquisas multicêntricas, com maior abrangência populacional e avaliação de variáveis microbiológicas, podem aprofundar o entendimento sobre o impacto desses eventos e subsidiar políticas públicas de saúde mais eficazes no enfrentamento desse cenário crítico.
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