PROJETO CICLO DA VIDA E SEXUALIDADE

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/fa10202601291516


Maria do Socorro Ferreira da Silva¹
José de Nazaré Corrêa Ferreira²


RESUMO

Este artigo discute a temática da sexualidade na fase da pré-adolescência, compreendendo-a como um aspecto fundamental do desenvolvimento humano que envolve dimensões biológicas, psicológicas e sociais. Em um contexto marcado pelo avanço tecnológico e pelo amplo acesso à informação, observa-se que muitos pré-adolescentes ainda enfrentam dúvidas, inseguranças e ausência de orientação adequada, tanto no ambiente familiar quanto escolar. A pesquisa fundamenta-se na prática pedagógica vivenciada em uma turma do 5º ano do Ensino Fundamental, articulando conteúdos curriculares de Ciências Naturais e Língua Portuguesa às orientações previstas nas políticas educacionais e nos direitos assegurados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. O estudo busca contribuir para a desmistificação de tabus relacionados à sexualidade, promovendo o diálogo, o autoconhecimento e a construção de atitudes responsáveis, com vistas à prevenção de problemáticas como gravidez precoce, infecções sexualmente transmissíveis, preconceito e bullying. Conclui-se que a escola exerce papel essencial na formação integral do educando, devendo atuar de forma educativa, ética e acolhedora no tratamento dessa temática.

Palavras-chave: Sexualidade; Pré-adolescência; Educação; Desenvolvimento humano; Escola.

ABSTRACT

This article discusses the theme of sexuality during pre-adolescence, understanding it as a fundamental aspect of human development that encompasses biological, psychological, and social dimensions. In a context marked by technological advancement and broad access to information, it is observed that many pre-adolescents still face doubts, insecurities, and a lack of adequate guidance, both within the family environment and at school. The research is grounded in pedagogical practices experienced in a fifth-grade elementary school classroom, integrating curricular content from Natural Sciences and Portuguese Language with guidelines established by educational policies and the rights guaranteed by the Statute of the Child and Adolescent. The study aims to contribute to the demystification of taboos related to sexuality by promoting dialogue, self-knowledge, and the development of responsible attitudes, with a focus on preventing issues such as early pregnancy, sexually transmitted infections, prejudice, and bullying. It is concluded that the school plays an essential role in the holistic education of students and must address this topic in an educational, ethical, and welcoming manner.

Keywords: Sexuality; Pre-adolescence; Education; Human development; School.

INTRODUÇÃO

Desde os primeiros anos de vida, o ser humano estabelece relações sociais baseadas no afeto, no cuidado e na interação com o outro. Nesse processo, a sexualidade manifesta-se como uma dimensão essencial do desenvolvimento humano, ultrapassando o aspecto biológico e abrangendo fatores emocionais, culturais, sociais e históricos que influenciam a construção da identidade.

Na fase da pré-adolescência, a sexualidade torna-se ainda mais evidente devido às transformações corporais e emocionais decorrentes da puberdade. Essas mudanças impactam diretamente a forma como o indivíduo percebe a si mesmo e se relaciona com o meio em que está inserido. Quando não compreendidas ou acompanhadas de orientações adequadas, podem gerar conflitos, insegurança e comportamentos de risco.

Em um contexto social marcado pelo avanço tecnológico e pelo fácil acesso à informação, paradoxalmente, observa-se a permanência de tabus, silenciamentos e desinformação em torno da sexualidade. Tal realidade reforça a importância da escola como espaço privilegiado para o desenvolvimento de ações educativas que promovam o diálogo, o respeito e o conhecimento científico.

Assim, este artigo propõe uma reflexão sobre a abordagem da sexualidade na pré-adolescência a partir da prática pedagógica, reconhecendo a escola como agente fundamental na formação integral dos educandos. Ao tratar a temática de forma responsável, ética e acolhedora, contribui-se para o desenvolvimento de sujeitos mais conscientes, críticos e preparados para exercer sua cidadania de maneira plena.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Todos nós, desde muito cedo, necessitamos interagir com outras pessoas, receber amor, carinho, atenção e cuidado. O afeto constitui um elemento essencial para o desenvolvimento humano e está diretamente relacionado à forma como o indivíduo constrói sua identidade, seus vínculos e sua percepção de si e do outro. Nesse sentido, a sexualidade assume papel central no desenvolvimento integral do ser humano, pois influencia aspectos físicos, emocionais, sociais e culturais, para além de sua função reprodutiva. É por meio da vivência da sexualidade que o sujeito se reconhece, se posiciona no mundo e estabelece relações significativas com os demais.

A compreensão da sexualidade como um fenômeno socialmente construído encontra respaldo nos estudos de Lev Vigotsky, ao enfatizar que o desenvolvimento humano ocorre a partir das interações sociais. Para o autor, é na relação com o outro e com o meio cultural que o indivíduo se apropria de significados, valores e comportamentos. Assim, a forma como a sexualidade é compreendida e vivenciada na pré-adolescência está diretamente ligada às mediações realizadas pela família, pela escola e pelo contexto social mais amplo. A ausência de diálogo e orientação adequada pode comprometer esse processo, gerando inseguranças, conflitos internos e dificuldades de socialização.

Do ponto de vista do desenvolvimento humano, é natural que os seres humanos passem pelas etapas de nascer, crescer e morrer; entretanto, cada fase exige compreensão, respeito e acompanhamento. A pré-adolescência configura-se como um período de intensas transformações, marcado pelo início da puberdade. Nessa fase, que geralmente ocorre entre os 10 e 14 anos tanto em meninas quanto em meninos, surgem mudanças corporais, hormonais e emocionais que impactam diretamente o comportamento e a forma de se relacionar consigo e com o outro. Trata-se de um momento que demanda maior responsabilidade, orientação e acolhimento, sendo fundamental distinguir liberdade de responsabilidade, evitando confundir autonomia com comportamentos prejudiciais ao desenvolvimento saudável.

Estudos sobre a puberdade indicam que essas transformações podem provocar sentimentos de estranhamento, insegurança e curiosidade, tornando os pré-adolescentes mais vulneráveis à influência do meio social. Quando não encontram apoio na família ou na escola, muitos estudantes passam a buscar informações e orientações em grupos de pares, frequentemente baseadas em mitos, desinformações ou experiências inadequadas para sua fase de desenvolvimento. Esse afastamento dos referenciais familiares e institucionais pode favorecer sentimento de rejeição social, baixa autoestima e sofrimento psíquico, que, em alguns casos, manifestam-se por meio de transtornos emocionais, como depressão, distúrbios alimentares e comportamentos agressivos.

No caso dos meninos, tais conflitos podem se expressar por atitudes de irritabilidade, agressividade e provocação. Conforme analisa Nasio (2011), esses comportamentos muitas vezes representam uma forma deslocada de sofrimento emocional, associada à sensação de não ter recebido afeto ou reconhecimento suficientes. A revolta, nesse contexto, revela-se como uma expressão paradoxal de fragilidade emocional, refletindo conflitos internos próprios dessa etapa do desenvolvimento.

Diante desse cenário, torna-se evidente a necessidade de ações educativas que promovam a formação integral dos educandos, considerando não apenas os conteúdos curriculares, mas também as dimensões emocionais, sociais e éticas do desenvolvimento humano. A escola, enquanto espaço de socialização e produção de conhecimento, assume papel fundamental na mediação de saberes sobre sexualidade, contribuindo para a construção de sujeitos mais conscientes, responsáveis e preparados para viver essa etapa da vida de forma saudável e respeitosa.

A Base Nacional Comum Curricular destaca a necessidade de uma educação comprometida com o desenvolvimento integral dos estudantes, contemplando dimensões físicas, emocionais e sociais da formação humana. No âmbito do componente curricular de Ciências, o documento orienta a abordagem do conhecimento sobre o corpo humano, as mudanças próprias da puberdade e a promoção do cuidado com a saúde, favorecendo práticas pedagógicas éticas, responsáveis e contextualizadas ao contexto escolar (BRASIL, 2018).

METODOLOGIA 

A intervenção pedagógica que fundamenta este estudo foi desenvolvida a partir de uma solicitação formal de formadores vinculados ao Departamento de Desenvolvimento de Políticas Educacionais (DDPM) e à Divisão Distrital Zonal Centro-Sul, com o objetivo de promover formação continuada para educadores e ações educativas direcionadas aos educandos. As atividades foram organizadas em encontros semanais, com duração de duas horas cada, nos quais a temática foi abordada de forma diversificada, participativa e contextualizada, priorizando o protagonismo discente.

Ao longo dos encontros, foram utilizadas estratégias metodológicas ativas, com destaque para a dinâmica denominada “caixinha da curiosidade”, na qual os estudantes registraram, de forma anônima, perguntas e inquietações relacionadas ao tema trabalhado. A partir dessas questões, foram desenvolvidas pesquisas orientadas, rodas de conversa e debates, favorecendo a construção coletiva do conhecimento e o esclarecimento de dúvidas de maneira ética e pedagógica.

Como parte do processo metodológico, foi promovido um encontro com pais e responsáveis, com a finalidade de apresentar os objetivos do trabalho, esclarecer a abordagem adotada e fortalecer a parceria entre família e escola. Esse momento possibilitou aos responsáveis expressarem suas opiniões e contribuições, reforçando a importância do diálogo e da corresponsabilidade no processo educativo.

A metodologia também integrou atividades vinculadas ao Projeto Teatro-Educação, adotando o princípio da “Liberdade de Expressão e Criação” como eixo norteador das relações entre professor e estudante. Nessa perspectiva, o teatro foi utilizado como recurso pedagógico capaz de estimular a autonomia criativa, o senso estético e a expressão de sentimentos e ideias. O teatro no contexto escolar foi compreendido como um espaço de encontro entre diferentes saberes, culturas e vivências, favorecendo a construção de aprendizagens significativas.

Como estratégia de consolidação do aprendizado, os estudantes realizaram produções individuais de textos narrativos relacionados à temática abordada. Posteriormente, as produções foram socializadas por meio de leitura coletiva e votação, culminando na seleção das histórias que serviram de base para a organização das cenas teatrais. Os próprios estudantes participaram da escolha de atores e atrizes, bem como da confecção dos cenários e demais elementos cênicos.

O processo foi finalizado com a socialização das produções artísticas no espaço escolar, por meio de uma culminância pedagógica, possibilitando o compartilhamento das aprendizagens construídas com a comunidade escolar e reafirmando o caráter formativo, participativo e interdisciplinar da proposta.

RESULTADO DA DISCUSSÃO

Ao longo da implementação do projeto Ciclo da Vida e Sexualidade, foram observadas mudanças significativas nas atitudes e nos comportamentos tanto dos educandos quanto dos pais ou responsáveis. No âmbito familiar, evidenciou-se o fortalecimento da confiança no trabalho pedagógico desenvolvido pela escola, especialmente no que se refere à abordagem responsável, ética e esclarecedora da temática da sexualidade. Essa confiança contribuiu para o estreitamento da parceria entre família e escola, elemento essencial para o sucesso de ações educativas dessa natureza.

No contexto escolar, os educandos demonstraram avanços expressivos no nível de maturidade e compreensão acerca dos aspectos fisiológicos, psicológicos e sociais que compõem o desenvolvimento humano. A partir das atividades propostas, os estudantes passaram a reconhecer a pré-adolescência como uma etapa natural do ciclo da vida, compreendendo melhor as transformações corporais e emocionais próprias desse período, bem como suas implicações nas relações interpessoais e na convivência coletiva. Esse processo favoreceu uma postura mais consciente e responsável em relação à vivência da própria sexualidade.

Os resultados também indicaram que o conhecimento sobre o corpo humano ultrapassou a dimensão meramente biológica, ampliando-se para a compreensão de como escolhas pessoais podem impactar a saúde física e emocional. Tal percepção revelou-se fundamental para reflexões relacionadas a hábitos de vida, como alimentação, prática de atividades físicas e comportamentos associados ao cuidado consigo e com o outro, em consonância com as orientações educacionais que compreendem a sexualidade como parte integrante da formação integral do indivíduo.

Considerando o contexto social marcado pelo amplo acesso à tecnologia e à informação, constatou-se que, quando mediada por profissionais qualificados, a abordagem da sexualidade no ambiente escolar contribui para a superação de desinformações, mitos e tabus ainda presentes na sociedade. A mediação pedagógica realizada ao longo do projeto possibilitou que os educandos acessassem informações confiáveis, favorecendo o desenvolvimento do pensamento crítico e a construção de conhecimentos fundamentados, em contraposição à busca por conteúdos inadequados ou superficiais em fontes não orientadas.

Outro aspecto relevante observado durante a execução da proposta foi o elevado nível de engajamento e compromisso dos participantes em todas as etapas do trabalho. Educadores, estudantes e familiares demonstraram envolvimento ativo nas atividades, culminando em uma participação expressiva na etapa final de socialização das produções. A culminância do projeto evidenciou não apenas a aprendizagem dos conteúdos abordados, mas também o desenvolvimento de habilidades sociais, comunicativas e expressivas por parte dos alunos.

Os resultados reforçam a compreensão da escola como espaço privilegiado de ensino-aprendizagem e de desenvolvimento das relações sociais, onde os estudantes constroem vínculos, ampliam suas experiências e desenvolvem competências que acompanham sua trajetória biopsicossocial ao longo da vida. Nesse sentido, o projeto contribuiu para a consolidação de práticas pedagógicas que valorizam o diálogo, o respeito às diferenças e a formação integral dos educandos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O desenvolvimento do projeto Ciclo da Vida e Sexualidade evidenciou a importância de práticas pedagógicas que tratem a sexualidade de forma ética, responsável e contextualizada no espaço escolar. A experiência demonstrou que, quando a escola assume conscientemente seu papel formativo, contribui de maneira significativa para a formação integral dos educandos, sobretudo na fase da pré-adolescência, período caracterizado por intensas transformações físicas, emocionais e sociais.

Os resultados obtidos indicaram que a abordagem educativa da sexualidade ultrapassa a simples transmissão de informações, favorecendo a construção do autoconhecimento, o fortalecimento do respeito mútuo e a melhoria das relações de convivência no ambiente escolar. Observou-se que os estudantes passaram a compreender com maior clareza seu próprio corpo, suas emoções e as interações sociais, refletindo em atitudes mais conscientes e responsáveis diante das situações vivenciadas em seu cotidiano.

Destaca-se, ainda, o fortalecimento da relação entre escola e família ao longo do desenvolvimento do projeto. A participação ativa dos pais e responsáveis contribuiu para a construção de um clima de confiança, diálogo e corresponsabilidade, aspectos fundamentais para o êxito de propostas educativas que abordam temas sensíveis e frequentemente cercados por tabus e preconceitos.

A adoção de metodologias participativas e expressivas, a exemplo do teatro-educação, mostrou-se uma estratégia eficaz para estimular o protagonismo estudantil, a autonomia criativa e o desenvolvimento de habilidades sociais. Tais práticas possibilitaram aos educandos expressar percepções, sentimentos e aprendizagens de forma significativa, consolidando os conhecimentos construídos ao longo do processo educativo.

Diante do exposto, conclui-se que a educação sexual, quando planejada, interdisciplinar e fundamentada em princípios pedagógicos e éticos, configura-se como um importante instrumento para a promoção da saúde, da cidadania e do bem-estar dos estudantes. O estudo reforça a necessidade de que a escola continue investindo em práticas educativas que valorizem o diálogo, o respeito às diferenças e a formação de sujeitos críticos, conscientes e preparados para exercer plenamente sua cidadania.

RECOMENDAÇÕES

Com base nos resultados obtidos ao longo do desenvolvimento do projeto Ciclo da Vida e Sexualidade, recomenda-se que as instituições escolares ampliem e consolidem práticas pedagógicas voltadas à educação sexual, considerando-a como parte integrante do currículo e da formação integral dos educandos. A abordagem da temática deve ocorrer de forma contínua, planejada e adequada à faixa etária, respeitando as especificidades do desenvolvimento infantil e da pré-adolescência.

Sugere-se que as escolas invistam na formação continuada de professores e demais profissionais da educação, de modo a fortalecer conhecimentos teóricos, metodológicos e éticos relacionados à sexualidade. A preparação dos educadores é fundamental para que se sintam seguros e capacitados a mediar discussões, esclarecer dúvidas e enfrentar tabus ainda presentes no contexto escolar e social.

Recomenda-se, ainda, o fortalecimento da parceria entre escola e família, por meio da promoção de encontros formativos, espaços de escuta e diálogo permanente. A participação dos pais e responsáveis contribui para a construção de uma ação educativa coerente, favorecendo a corresponsabilidade no acompanhamento do desenvolvimento dos estudantes e no enfrentamento de possíveis vulnerabilidades.

Quanto às estratégias pedagógicas, indica-se a adoção de metodologias ativas, participativas e expressivas, como o teatro-educação, rodas de conversa, produções textuais e outras linguagens artísticas. Tais metodologias favorecem o protagonismo estudantil, a autonomia criativa e a expressão de sentimentos e vivências, tornando o processo de ensino-aprendizagem mais significativo.

Recomenda-se também que futuras ações e pesquisas ampliem o alcance da temática, contemplando diferentes etapas da educação básica e considerando a diversidade cultural, social e emocional dos estudantes. Estudos posteriores poderão aprofundar a análise dos impactos da educação sexual no desenvolvimento socioemocional e na construção de atitudes responsáveis, contribuindo para o aprimoramento das políticas e práticas educacionais.

Por fim, destaca-se a importância de que a educação sexual seja tratada como uma ação permanente e articulada às políticas públicas de educação e saúde, reafirmando o compromisso da escola com a promoção da cidadania, do respeito às diferenças e do bem-estar dos estudantes.

Os achados do estudo indicam que as práticas pedagógicas implementadas dialogam diretamente com as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular, na medida em que favorecem uma formação integral dos estudantes, incentivam o respeito à diversidade e estimulam o cuidado consigo e com o outro, contribuindo para processos de desenvolvimento e amadurecimento mais conscientes (BRASIL, 2018).

REFERÊNCIAS

BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, DF: Presidência da República, 1996.

BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Brasília, DF: Presidência da República, 1990.

BRASIL. Ministério da Educação. PCN+ Ensino Médio: orientações educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais: Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. Brasília, DF: MEC, 2000.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: orientação sexual. Brasília, DF: MEC/SEF, 1998.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: MEC, 2018.

NASIO, Juan-David. Como agir com um adolescente difícil? Um livro para pais e profissionais. Rio de Janeiro: Zahar, 2011.


¹Maria do Socorro Ferreira da Silva. Doutora em Ciências da Educação. Universidad del Sol. Manaus, Amazonas, Brasil. E-mail: msferreiradasilva14@gmail.com.

²José de Nazaré Corrêa Ferreira. Mestre em Educação. Universidad de los Pueblos de Europa. Manaus, Amazonas, Brasil. E-mail: smith-angel@hotmail.com.