REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202503271222
Felipe Santos de Brito1
Carla Keespaner de Queiróz1
Hugo de Oliveira Magro1
Rodrigo Resende2,3
Marcelo J. Uzeda2,3
Rafael Coutinho2
RESUMO
A barreira de polipropileno é usada na regeneração óssea guiada, que tem como preceito de isolar o defeito ósseo, impedindo a participação do tecido conjuntivo e das células do epitélio gengival, no processo de cicatrização. A técnica é vantajosa, por ser de baixo custo, fácil de manusear e de acessar, permitindo controlar a fisiologia tecidual. A reabsorção óssea alveolar é um processo fisiológico e patológico que ocorre após a extração de um dente. Esse processo resulta na perda gradual do tecido ósseo que sustenta os dentes, o que pode causar problemas estéticos e funcionais, e que dessa forma desencadeia um processo de remodelação óssea-alveolar. Através disso, foi percebido que se faz necessário à preservação do osso alveolar, gerando assim melhores condições para uma futura reabilitação. A barreira de polipropileno ajuda a manter o coágulo sanguíneo e a fibrina, que servem de arcabouço para a remodelação óssea. A técnica contribui para a preservação do rebordo ósseo, no qual é primordial para a reabilitação oral do paciente. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi realizar um levantamento bibliográfico sobre as propriedades e vantagens da eficiência em relação à preservação óssea alveolar, devido a sua capacidade de neoformação óssea.
Palavras-chave: perda óssea alveolar; reabsorção óssea; extração dentária; polipropileno; membranas.
ABSTRACT
The polypropylene barrier is used in guided bone regeneration, which aims to isolate the bone defect, preventing connective tissue and gingival epithelial cells from participating in the healing process. The technique is advantageous because it is low-cost, easy to handle and access, and allows tissue physiology to be controlled. Alveolar bone resorption is a physiological and pathological process that occurs after tooth extraction. This process results in the gradual loss of the bone tissue that supports the teeth, which can cause aesthetic and functional problems, and thus triggers a process of alveolar bone remodeling. As a result, it was realized that it is necessary to preserve the alveolar bone, thus generating better conditions for future rehabilitation. The polypropylene barrier helps maintain the blood clot and fibrin, which serve as a framework for bone remodeling. The technique contributes to preserving the bone ridge, which is essential for the patient’s oral rehabilitation. Therefore, the aim of this study was to carry out a bibliographical survey on the properties and advantages of efficiency in relation to alveolar bone preservation, due to its capacity for bone neoformation.
Keywords: alveolar bone loss; bone resorption; dental injuries; polypropylene; membranes.
INTRODUÇÃO
Quando um dente é extraído ou perdido, o osso que antes o suportava começa a reabsorver devido à falta de estímulo (Misch et al. 2000). Normalmente, a presença do dente e a carga mastigatória aplicada sobre ele, são essenciais para manter o osso ativo. Sem esse estímulo, o osso começa a se reabsorver, resultando em uma diminuição tridimensional. A reabsorção óssea alveolar após a perda dos dentes é uma doença crônica, progressiva e cumulativa da reparação óssea (Xie et al. 1997). Na técnica de extração tradicional, embora seja incentivado que ocorra minimamente o trauma, a luxação geralmente implica fratura ou deformidade no espaço dento alveolar. E, com a evolução dos materiais e aprimoramento das técnicas cirúrgicas na odontologia, surgiram novas possibilidades para manutenção do rebordo alveolar após extração dentária, sendo assim, eliminar, reduzir e/ou minimizar a reabsorção óssea e perda de suporte gengival (Branemark et al., 1995), sem a necessidade de realizar técnicas de recuperação de rebordo, como enxertos ósseos (Rossi et al., 2008; Oliveira et al., 2005), epiteliais e subepiteliais (Lindhe, 2010).
A extração atraumática visa acelerar o processo de regeneração. Assim, como a máxima preservação da estrutura óssea dos alvéolos e do tecido mole (Becker, 1995), constituindo-se de um prognóstico favorável para a reabilitação oral do paciente. Em casos em que existe pouco remanescente ósseo, se faz necessário o preparo do leito receptor através de enxertos (Misch, 1992).
O princípio de regeneração óssea guiada (ROG), teve início com a aplicação do trabalho de (Nyman et al. 1982), que foi desenvolvido com intuito de favorecer a regeneração dos tecidos periodontais perdidos. As técnicas de ROG baseiam-se no conceito de osteopromoção, no qual uma barreira impede a migração de células epiteliais para o alvéolo, promovendo a exclusão celular e evitando que interfiram no processo de reparo. A metodologia de ROG é usada, por exemplo, para restaurar osso em caso de defeitos tipo: fenestração ou deiscência ao redor do implante, para compensar deficiências maiores do maxilar ou para evitar a reabsorção óssea após a extração de dente em alvéolos deficientes. Os métodos que são aplicados para a ROG, utilizam como princípio a presença de uma barreira física, o que vai impedir a entrada de células epiteliais e favorecendo a neoformação óssea (Elgali, Ibrahim et al, 2017).
Desse modo, a membrana de polipropileno contém as características necessárias para a regeneração óssea guiada, sendo uma membrana não reabsorvível, podendo ser exposta ao ambiente oral, apresentando uma superfície lisa, impedindo a migração bacteriana na barreira. Além disso, apresenta biocompatibilidade e suporte mecânico aos tecidos moles. Logo, a membrana de polipropileno possibilita a estabilização do coágulo que vai ficar protegido dentro do alvéolo (De Oliveira, 2019).
Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi realizar um levantamento bibliográfico sobre as propriedades e vantagens da eficiência em relação à preservação óssea alveolar, devido a sua capacidade de neoformação óssea.
METODOLOGIA
Foi realizada uma revisão de literatura através de uma busca bibliográfica nas bases de pesquisa online como PubMed/Medline, Scielo e Google Acadêmico. Com os termos em português e inglês: perda óssea alveolar; reabsorção óssea; extração dentária; polipropileno; membranas.
Os critérios de inclusão dos artigos escolhidos foram baseados em que apresentam relevância científica, entre 2017 a 2024, com o objetivo de regeneração óssea, sendo guiada ou não.
REVISÃO DE LITERATURA
A prevenção do processo de reabsorção óssea alveolar após a extração, a fim de evitar a necessidade de procedimentos reconstrutivos, tem sido uma preocupação da comunidade científica desde o desenvolvimento da reabilitação oral com implantes osseointegráveis (Lambert et al. 2012).
O processo de cicatrização, de formação e a remodelação óssea alveolar, ocorre logo após extração ou perda de um dente, que de maneira espontânea um fenômeno natural de reabsorção óssea alveolar se inicia, acarretando na redução dimensional, em altura, como em largura da crista óssea alveolar, sendo mais evidente no âmbito vestibular em relação à superfície lingual ou palatina (Batista, 2021).
Com o objetivo de preservar as dimensões teciduais do alvéolo até o momento da instalação do implante, pode-se lançar técnicas de preservação de alvéolos dentários imediatamente após a exodontia e na instalação imediata dos implantes dentários.
Esse método consiste em qualquer técnica ou procedimento que vise eliminar ou limitar o processo de reabsorção alveolar que ocorre após extração do elemento dentário visando manter o contorno de tecidos moles e duros ao ajudar a formação óssea dentro do alvéolo (Martinez et al. 2015).
Imediatamente após a extração, o alvéolo fica cheio de sangue e no primeiro dia forma-se um coágulo. Contém plaquetas, fatores de crescimento e rede de fibrina durante esta fase de preparação para reparo ósseo (Cardaropoli et al. 2005). O processo de reparo alveolar inicia-se com a proliferação celular invadindo o coágulo, que é gradativamente reabsorvido pelos macrófagos.
Assim, forma-se tecido conjuntivo rico em células e vasos sanguíneos. Posteriormente o tecido conjuntivo amadurece com diminuição do número de células e aumento das fibras colágenas (Jalaluddin et al. 2020). Os osteoblastos então depositam a matriz orgânica do novo osso, que mineraliza para formar novas trabéculas ósseas. Em humanos, esse processo ocorre em até 64 dias (Araujo et al. 2005; Carvalho et al. 1987).
Após a exodontia de um elemento dentário ocorrerá a cicatrização espontânea do alvéolo, a qual se baseia principalmente em formação e remodelação óssea local. Araújo e (Lindhe, 2005), mostraram que nas 8 (oito) primeiras semanas pós-extração ocorrem alterações dimensionais consideráveis, com uma notável atividade osteoclástica, resultando em reabsorção das cristas ósseas vestibular e lingual, as quais ocorrem em duas fases sobrepostas.
Na primeira fase, o osso fibroso é reabsorvido e substituído por tecido ósseo, o qual resulta em uma redução vertical substancial da crista vestibular, uma vez que ela é composta basicamente pelo primeiro. Já na segunda fase, a reabsorção ocorre a partir das paredes externas das tábuas ósseas, resultando em uma reabsorção horizontal a qual pode induzir uma redução vertical no osso vestibular.
A reabsorção óssea do processo alveolar ocorre mais intensamente na tábua óssea vestibular remanescente, do que na lingual ou palatina, tanto em maxila quanto em mandíbula. A redução nas medidas horizontais é maior que as verticais.
Durante o primeiro mês após a perda do elemento dental, ocorre a perda primária no contorno tecidual (Cardaropoli et al., 2008). Nos três primeiros meses a reabsorção óssea se caracteriza por uma perda mais acentuada no sentido vestíbulo-lingual (Calasans-Maia et al., 2008). Essa perda óssea pode chegar a 50% da medida vestíbulo-lingual no primeiro ano após a perda dentária, sendo maior na tábua óssea vestibular do que na lingual ou palatina (ARAÚJO et al., 2010). Para se alcançar o máximo de êxito na preservação de alvéolo, deve-se evitar danos aos tecidos duros e moles no ato cirúrgico.
Alterações dimensionais e fisiológicas após as exodontias são esperadas. O processo de reabsorção alveolar é maior nos primeiros 6 (seis) meses e continua a cada ano em 0,5% a 1%, por toda a vida, após as exodontias (Santos, 2021).
Evitar o uso de retalhos durante os procedimentos cirúrgicos é primordial, para minimizar a reabsorção do osso cortical adjacente, principalmente na parede óssea vestibular, uma vez que se mantém o suprimento sanguíneo vindo do periósteo, alcançando assim o máximo de êxito na preservação do alvéolo (Santos, 2021).
Nesse sentido, o uso de membranas não absorvíveis vem se destacando na ROG, uma vez que é possível expor o material ao meio bucal, além disso, apresenta vantagens tais como: uma agradável regeneração de tecidos moles e duros sem ocorrer alteração no mecanismo natural de regeneração, diminuição de custos, morbidade e tempo de tratamento, uma vez que não há a necessidade de enxerto ósseo adicional.
Algumas características das membranas regenerativas estão relacionadas as propriedades de biocompatibilidade, exclusão celular, integração aos tecidos hospedeiros, manuseio clínico e a sua capacidade de ocupar espaço, estas características estão presentes na barreira de polipropileno que é uma excelente opção para regeneração óssea guiada em alvéolos, com isso a barreira de polipropileno se permite a sua exposição ao meio oral através de sua superfície lisa e impermeável assim evitando a colonização bacteriana da barreira (Cho, 2017).
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Várias alternativas, estratégias e técnicas são lançadas e aplicadas a fim de devolver o osso perdido após as extrações. Sendo uma delas, a regeneração óssea guiada que vêm se tornando um dos meios mais utilizados para reconstruir o osso alveolar (Blanco, 2011).
A ROG se tornou uma opção de tratamento para a regeneração de defeitos ósseos localizados na maxila e mandíbula, de potenciais pacientes que irão não só realizar a instalação de implantes, mas para pacientes reabilitadores orais. Devido a contraindicação de pacientes com comorbidade associada para a colocação de implante. Este progresso tem sido um importante fator que contribuiu para a rápida expansão do tratamento com implantes nos últimos anos.
Tecnicamente e cientificamente, a barreira de polipropileno contribui para reter o coágulo dentro de áreas afetadas que necessitam de Regeneração Óssea Guiada (ROG).
A retenção do coágulo dentro da cavidade óssea, permitirá a formação de tecido ósseo que redefinirá a forma e as dimensões do rebordo alveolar. Dessa forma, a barreira polipropileno, mantém constante o coágulo sem o infiltrado de células do tecido mole enquanto ela estiver presente de 7 (sete) a 14 (quatorze) dias.
Outras vantagens dessa membrana, é que ela não interfere na formação e na organização do coágulo, não apresenta porosidade, não requer o uso de material de preenchimento do defeito ósseo. Soma-se ainda, que ela dificulta a proliferação de microrganismos em sua superfície e possui propriedades para o alicerce dos tecidos ósseos sem necessitar de materiais durante o processo de regeneração óssea guiada, para reduzir os efeitos da reabsorção do alvéolo.
Vários métodos têm sido propostos com o objetivo de minimizar a reabsorção óssea alveolar. Extrações conservadoras, implantes imediatos, e regeneração óssea guiada com biomateriais autógenos, homogéneos e heterogéneos sob a forma de membranas e grânulos têm sido utilizados na reconstrução alveolar em diferentes circunstâncias com resultados variáveis (Cho, 2017; Girish,2018).
(Peter et al. 2009), aponta que quatro fatores principais são requeridos para se alcançar uma osseointegração com sucesso na interface osso-implante: o material ser biocompatível, o implante ser precisamente adaptado ao sítio ósseo, técnica cirúrgica atraumática para minimizar o dano tecidual e uma fase de cicatrização que os tecidos fiquem imóveis e sem trauma.
A utilização da regeneração óssea guiada para a preservação do processo alveolar após extrações, quando não é realizada a implantação imediata, requer que o retalho seja fechado por intenção primária para que a membrana não seja exposta ao ambiente oral. Esta manobra é normalmente efetuada através do deslizamento dos retalhos e pode comprometer a banda gengival anexa.
É possível expor ao meio bucal uma barreira de polipropileno utilizada na regeneração óssea guiada. De acordo com a literatura, a exposição intencional da barreira de polipropileno ao meio bucal pode ser viável e reduzir a morbidade.
A membrana odontológica atua como uma barreira mecânica que favorece a regeneração óssea e a formação de mucosas queratinizadas. A membrana também impede o crescimento do tecido conjuntivo na área do defeito ósseo, uma vez que a formação de tecido conjuntivo é mais rápida do que a de tecido ósseo.
A escolha do material a ser utilizado, é responsabilidade do cirurgião dentista levando em consideração tamanho e configuração do defeito ósseo, especialmente em casos de perdas ósseas do rebordo alveolar vertical e horizontal avançada, dessa forma pode obter resultados mais previsíveis e satisfatórios (Zeferino et al. 2023).
A preservação alveolar imediatamente após a remoção dentária, é uma alternativa viável, que tem como preceito de promover a cicatrização natural e preservar o tamanho do alvéolo até a colocação do implante. Essa abordagem tem como objetivo reduzir a reabsorção do processo alveolar, o que por sua vez auxilia na manutenção da integridade tecidual, colaborando para o processo de reabilitação do elemento dental (Verardo et al. 2023).
(Ipfel, 2023), apresenta a regeneração óssea guiada como uma abordagem avançada para direcionar o crescimento ósseo em defeitos ósseos extensos, utilizando membranas especiais para controlar o ambiente de regeneração óssea, impedindo o crescimento de tecido mole indesejado e proporcionando resultados previsíveis em condições desafiadoras. Além disso, (Shetty, 2010) e (Macedo, 2017), discutem as indicações e contraindicações dos enxertos alveolares. Shetty, vai enfatizar a preservação do alvéolo como essencial para manter a estrutura óssea após a extração dentária, evitando complicações na colocação futura de implantes. Já Macedo, por sua vez, destaca os riscos associados aos enxertos ósseos em pacientes com doenças sistêmicas graves ou que passaram por radioterapia na região da mandíbula ou maxila, o que pode comprometer a regeneração óssea.
Entre as técnicas de regeneração óssea, o uso de enxertos autólogos é amplamente reconhecido como padrão-ouro devido à sua biocompatibilidade e eficácia na indução da regeneração óssea (Schroeder et al., 2021). No entanto, o uso desses enxertos pode apresentar desafios clínicos e morbidades adicionais, o que tem estimulado a pesquisa e o desenvolvimento de alternativas, como biomateriais sintéticos e técnicas de engenharia tecidual (Cochran et al., 2022).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Com base nessa revisão, podemos concluir que a regeneração óssea guiada utilizando a membrana de polipropileno é de fácil execução devido a eficiência em preservar óssea alveolar, devido a sua capacidade de neoformação óssea quando comparada com outras técnicas de regeneração óssea guiada.
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1Aluno(a) do curso de Mestrado em Clínica Odontológica, Universidade Iguaçu, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. E-mail: dr.felipebrito@outlook.com
2Professor do curso de Mestrado em Clínica Odontológica, Universidade Iguaçu, Rio de Janeiro.
3Professor do Departamento de Cirurgia Oral, Universidade Federal Fluminense, Rio de Janeiro.