TRATAMENTO CONSERVADOR PARA ESCOLIOSE IDIOPÁTICA EM IDADE ESCOLAR: REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA.

CONSERVATIVE TREATMENT FOR IDIOPATHIC SCOLIOSIS IN SCHOOL AGE: INTEGRATIVE LITERATURE REVIEW.

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/pa10202601111029


Maria Vitória Oliveira Costa1
Breno Carvalho da Silva2
Kênia Mendes Rodrigues Castro3
Evaldo Sales Leal4


Resumo

Introdução: A Escoliose Idiopática (EI) em idade escolar (10 a 18 anos) é uma condição musculoesquelética de alta prevalência que afeta a saúde física e psicossocial de jovens durante o período de crescimento acelerado, demandando intervenções seguras e eficaz. Objetivo: demonstrar os avanços e desafios das estratégias fisioterápicas conservadoras para o tratamento da escoliose idiopática do adolescente (EIA). Metodologia: Realizou-se uma revisão integrativa da literatura de caráter qualitativo e descritivo, consultando as bases de dados Public Library of Medicine (PubMed), Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Physiotherapy Evidence Datebase (PEDro), com foco em artigos publicados entre 2021 a 2025. A amostra final foi composta por 9 estudos que investigaram intervenções como terapia manual (TM), colete ortopédico noturno (CON), exercícios fisioterápicos específicos para a escoliose (EFEE) e exercícios físicos (EF). Resultados e Discussão: Os resultados indicam que a associação das técnicas à exemplo dos EFEE e CON garantem desfechos satisfatórios, além da demonstração que a TM isolada não é indicada pois aumenta a curvatura, e que os EF possuem maior adesão quando supervisionados. Conclusão: Apesar dos avanços das técnicas conservadoras quando má executadas levam a iatrogenias.

Palavras-chave: Escoliose. Tratamento Conservador. Modalidades da Fisioterapia.

1 INTRODUÇÃO

De acordo com o artigo nº 2 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é considerado criança pessoas até seus 12 anos e adolescentes entre 12 e 18 anos. Por sua vez, a coluna vertebral é composta por 33 vértebras divididas em 5 regiões: cervical, torácica, lombar, sacral e coccígea e possuindo curvaturas fisiológicas durante toda sua extensão que quando agravadas podem levar a quadros escolióticos (Brasil, 1990; Freitas; Medeiros e Câmara, 2020). Segundo o Scoliosis Research Society (SRS) a escoliose idiopática infantil tem diferentes etiologias e acomete progressivamente cerca de 4 em 100 jovens entre 10 e 18 anos, quando seu crescimento está acelerado, acarretando sinais e sintomas que afetam a saúde física e psicossocial podendo se estender durante toda uma vida (Kluszczynski, 2024; Torres et al., 2023; Pontes et al, 2023).

Pacientes com escoliose de início precoce (EOS) são diagnosticados antes dos 10 anos e geralmente apresentam sintomas variados. Embora seja menos comum do que outras deformidades da coluna, aproximadamente 40% dos casos podem progredir e necessitar de intervenção cirúrgica, a artrodese, que consiste num processo para correção da escoliose por meio do realinhamento vertebral (Lau et al., 2024).

Um tratamento médico conservador para a escoliose são os coletes ortopédicos noturnos usados apenas durante o sono e incorporam recursos de correção mais agressivos para compensar o tempo de uso reduzido além de manter a postura correta e proteger a coluna de lesões leves e graves, a maioria dos centros relata taxas de adesão na ordem de 60% dos pacientes, com uso médio diário de 13 horas (Guy et al., 2024).

A ergonomia inadequada em idade escolar devido o uso de mochilas desreguladas, esportes onde apenas um dos ombros recebe o maior impacto e cadeiras desconfortáveis podem ativar o mecanismo biomecânico de compensação e desencadear quadros de desvio postural. Nesse cenário, a escola em parceria com os fisioterapeutas e a família devem ser os principais agentes de prevenção de danos a longo prazo (Silva, 2022; Feitosa; Rodrigues, 2023).

Porém, quando essas estratégias não são suficientes, a fisioterapia pode atuar na esfera curativa, onde podemos citar diversos métodos fisioterápicos que implementam exercícios específicos para tratar o local da lesão e personalizados para atingir um prognóstico positivo, sendo algumas dessas à terapia manual e os exercícios fisioterápicos específicos para a escoliose, em especial o método de Schroth, que podem atuar de maneira isolada ou associada (Li; Miao; Zhang, 2021).

Nesse panorama, esse estudo tem como objetivo demonstrar as estratégias fisioterápicas para a redução de danos e tratamento da escoliose idiopática juvenil, partindo da pergunta central: quais os desafios e avanços das estratégias fisioterápicas para que a escoliose idiopática em crianças e adolescentes seja tratada de maneira segura, efetiva e conservadora?

2 METODOLOGIA

Esse estudo se caracteriza como uma pesquisa qualitativa de caráter descritivo, utilizando uma abordagem de pesquisa bibliográfica com o uso de palavras-chaves obtidas através das plataformas Descritores em Ciênicas da Saúde (DeCS) e Medical Subject Headlings (MESH) nos idiomas português e inglês sendo elas: Escoliose/Scoliosis, Modalidades de Fisioterapia/Physical Therapy Modalities, Tratamento Conservador/Conservative Treatment, Pediatria/Pediatrics e Adolescentes/Adolescents, ordenadas entre si pelos operadores booleanos AND/OR/NEAR.

Os critérios de inclusão contemplam trabalhos gratuitos e completos publicados entre os anos de 2021 a outubro de 2025 nos idiomas português e inglês, que sejam do tipo trabalhos analíticos e de síntese, à exemplo de meta-análises, revisões sistemáticas, ensaios clínicos randomizados e controlados, estudos de coorte, estudos prospectivos, estudos caso-controle, revisões, ensaios clínicos e estudos observacionais, encontrados nas seguintes base de dados Public Library of Medicine (PubMed), Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), e Physiotherapy Evidence Datebase (PEDro) com os qualis A1, A2, A3, A4, B1 e B2.

Foram excluídos todos os trabalhos que não se adequam aos critérios de inclusão, como blogs, revistas não indexadas e trabalhos científicos pagos e/ou disponíveis de forma incompleta, publicadas a datas anteriores a 2021, com qualis inferiores a B2, que trazem apenas cirurgias e coletes ortopédicos como o único tratamento para a escoliose ou cujo os participantes tenham idades superiores a 18 anos.

Fonte: Pesquisadores, 2025.

3 RESULTADOS E DISCUSSÃO

Com os artigos encontrados foram elaborados quadros, contendo informações relevantes dos artigos. O quadro 1 apresenta autor, ano, título qualis e objetivo. O quadro 2 contém a metodologia e os principais achados. Além disso, ao final foi adicionada uma legenda com o significado das abreviações.

Quadro 01 – Demonstrativo da caracterização dos estudos quanto ao autor, ano, título, qualis e objetivo, incluídos na pesquisa. Piripiri-PI, 2025.

Fonte: Pesquisadores, 2025.

Quadro 02 – Demonstrativo da caracterização dos estudos quanto a metodologia e principais achados. Piripiri-PI, 2025.

Fonte: Pesquisadores, 2025.

Legenda: TM: Terapia Manual. EFEE: Exercícios Fisioterápicos Específicos para Escoliose. EEE: Exercícios Específicos para Escoliose. EF: Exercício Físico. CO: Colete ortopédico. CON: Colete Ortopédico Noturno. EIA: Escoliose Idiopática do Adolescente. EI: Escoliose Idiopática. ATR: Ângulo de Rotação do Tronco. SRS-22: Scoliosis Research Society-22.

Ao realizarem um estudo com 31 adolescentes, durante 4 semanas, com idades entre 10 a 18 anos, onde sua curvatura se localizava em região torácica ou lombar entre 10° a 45° em Cobb tendo o grupo controle realizando exercícios fisioterápicos específicos para a escoliose de forma domiciliar com os pais sendo orientados por fisioterapeutas, e o grupo intervenção seguindo com terapia manual e exercícios para escoliose sendo facilitados por um profissional, onde ambos os grupos realizaram atividades para garantir conhecimentos em educação em saúde, Wenxia et al. (2024) perceberam que a terapia manual auxilia no ajuste da tensão na cadeia miofascial, melhorando a amplitude de movimento e garantindo a recuperação geral do equilíbrio, enquanto os exercícios específicos garantem fortalecimento e redução da pressão do disco intervertebral, sendo um o complemento do outro, o que se comprova nos resultados onde as curvaturas médias passaram de 18,00° para 19,14° no grupo controle e 21,38° para 18,58° no grupo intervenção.

Corroborando para esses achados, Sun et al. (2023) ao realizarem uma meta-análise com quatro ensaios clínicos randomizados compararam o uso da terapia manual isolada e associada a outras técnicas, à exemplo de exercícios ou coletes, percebeu-se que a terapia manual isolada possui baixa eficácia e curto efeito devendo, portanto, ser associada a outras técnicas.

Além disso, em uma revisão estendida da literatura, Seleviciene et al. (2022) apontaram que a terapia manual apresentava evidências de baixa qualidade e eficácia limitada, partindo para o estudo de técnicas específicas de tratamento, à exemplo dos métodos de Schroth, Scientific Exercise Approach to Scoliosis (SEAS), Barcelona Scoliosis Physical Therapy School (BSPTS), Side Shift, Functional Individual Therapy of Scoliosis (FITS) e FED. Entre eles, BSPTS, SEAS e Schroth demonstraram capacidade de inibir a progressão da curva escoliótica, sendo esses dois últimos os mais investigados. Entretanto, apenas o método Schroth apresentou resultados significativamente positivos a curto prazo no que diz respeito a estabilização e regressão da escoliose, bem como regressão do ângulo de rotação de tronco (ATR) e melhoria da pontuação geral do Scoliosis Research Society (SRS-22) mesmo quando aplicados de maneira isolada.

Em consonância com essa perspectiva, o ensaio clínico randomizado de Kyrkousis et al. (2024) contaram com 80 participantes e comparou um grupo controle, que realizou o uso do colete ortopédico noturno associado a recomendação da prática de exercícios físicos por 12 meses com um grupo intervenção, submetido ao método de Schroth adaptado e individualizado pelo mesmo período, também associado ao colete. Ambos os grupos foram acompanhados por mais seis meses após o término do programa de intervenção. Os resultados demonstram que o grupo intervenção apresentou melhora no ângulo de rotação do tronco (ATR) e nos scores do questionário Scoliosis Research Society-22 (SRS-22), além de uma redução significativa do ângulo de Cobb. Mesmo após 18 meses de duração dos estudos, os participantes do grupo intervenção mantiveram seus resultados, fato que pode ser atribuído à duração e consistência da intervenção.

Em contrapartida, Dufvenberg et al. (2021) dividiram seus participantes, que possuíam entre 9 e 17 anos e aceitaram participar de um ensaio clínico randomizado em andamento, em três grupos: colete hipercorretivo de Boston utilizado por pelo menos 8 horas durante a noite; exercícios fisioterápicos específicos para a escoliose supervisionados, com três sessões mensais de 60 a 90 minutos; e prática independente de exercício físico por no mínimo 1 hora diária com duração de 6 meses. Ao final desse período observou-se maior motivação e adesão no grupo que utilizou o colete, além da facilitação de exercícios quando supervisionados por um fisioterapeuta, sugerindo que fatores extrínsecos, como engajamento e supervisão, influenciam a efetividade terapêutica.

Seguindo essa linha investigativa, Charalampidis et al. (2024) analisaram durante três anos os desfechos entre o uso do colete noturno associado a atividades físicas domiciliares e os exercícios fisioterápicos específicos para a escoliose, além de um grupo com prática independente de exercícios físicos. Embora o grupo do colete apresentasse queixas, como pressão torácica, problemas de pele, alterações no sono e dor musculoesquelética, essa estratégia apresentou maior taxa de sucesso (76%), superando os exercícios específicos (58%) e os exercícios físicos isolados (53%). O estudo ainda evidenciou que, entre os participantes que migraram para o uso integral do colete após falha terapêutica, 16 foram submetidos a cirurgia a curto prazo e 9 após dois anos. A taxa de sucesso do grupo que fez uso do colete pode ser explicada por Dufvenberg et al. (2025), os quais demonstraram que o grupo com exercício físico que associou o colete a essa prática apresentaram maior motivação e adesão ao tratamento quando comparados ao grupo que realizou exercícios específicos. Vale ressaltar, diferenças relacionadas a rotação do tronco, deformidades e aparência da coluna foram pequenas e sem relevância clínica.

Paralelamente, Silveira et al. (2022) em um estudo prospectivo randomizado de 45 adolescentes, desenvolveram um protocolo de seis meses em que ambos os grupos utilizam colete ortopédico de forma contínua (24h) ou parcial (15h-18h) combinados com exercícios específicos em sessões mensais. O programa contemplou treinamento axial, autocorreção tridimensional, exercícios de rotação, estabilização e correção motora. Os resultados demonstraram correção do ângulo de Cobb, melhora do equilíbrio postural e redução da carga plantar do retropé durante a marcha, reforçando sinergia entre colete e exercícios a longo prazo. Em um panorama ampliado, Ren et al. (2025) analisaram 54 ensaios clínicos randomizados envolvendo 19 modalidades conservadoras para o tratamento da escoliose idiopática do adolescente, incluindo o uso de coletes ortopédicos, exercícios específicos, exercícios físicos, terapia manual e outras terapias não farmacológicas. As intervenções foram avaliadas não apenas em parâmetros radiográficos, mas também em medidas funcionais, psicossociais e de autoimagem. Os autores concluíram que o método de Schroth, aplicado em um mês apresenta melhores resultados em curvas brandas a moderadas (10º-30º); a terapia manual permanece controversa; e a técnica chinesa Tuina demonstrou impacto positivo na saúde mental e em desfechos complementares quando associados a outras modalidades. Concluem ainda que o colete aliado a exercícios específicos, a terapia manual associada a esses exercícios e a terapia manual associada a práticas mente corpo promovem melhora imediata do ângulo de Cobb. Todavia, as evidências do uso isolado do colete ou dos exercícios específicos carecem de maior robustez científica.

4 CONCLUSÃO

As estratégias fisioterápicas visando o manejo conservador da escoliose idiopática em idade escolar vem avançando, sobretudo pela criação e aperfeiçoamento de exercícios de métodos específicos baseados em exercícios tridimensionais e princípios biomecânicos, os quais podem serem praticados de maneira isolada ou em conjunto, e quando supervisionados garantem melhores desfechos.

A terapia manual associada aos exercícios de maneira supervisionada se mostra eficaz, entretanto quando os exercícios físicos são feitos de forma independente a curva pode se ampliar. Por sua vez, os autores aqui abordados mostraram não haver diferenças significativas no que diz respeito aos coletes ortopédicos usados de maneira integral ou parcial, entretanto esse primeiro trás danos corporais no que diz respeito ao atraso de desenvolvimento devido efeitos colaterais como pressão torácica, problemas de pele, alterações no sono e dor musculoesquelética

Assim, embora o desenvolvimento de métodos específicos para a escoliose represente um avanço relevante, sua aplicabilidade plena ainda é limitada pela escassa exploração cientifica, pela falta de padronização e pelo acompanhamento insuficiente ao longo do crescimento dos pacientes. Estudos futuros devem priorizar amostras mais numerosas, seguimentos prolongados. Dessa forma assegurar a efetividade e a aplicabilidade clínica das abordagens fisioterápica como estratégias conservadoras de escolha no tratamento da escoliose idiopática juvenil.

REFERÊNCIAS

Brasil. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Estatuto da Criança e do Adolescente. Brasília, DF, 1990.

Charalampidis, A. Nighttime bracing or exercise in moderate-grade adolescent idiopathic scoliosis: a randomized clinical trial. JAMA Network Open, v. 7, n. 1, e2352492, 2024. DOI: 10.1001/jamanetworkopen.2023.52492.

Dufvenberg, M. Six-month results on treatment adherence, physical activity, spinal appearance, spinal deformity, and quality of life in an ongoing randomised trial on conservative treatment for adolescent idiopathic scoliosis (CONTRAIS). Journal of Clinical Medicine, v. 10, n. 21, p. 4967, 2021. DOI: 10.3390/jcm10214967.

Dufvenberg, M. Trunk rotation, spinal deformity and appearance, health-related quality of life, and treatment adherence: secondary outcomes in a randomized controlled trial on conservative treatment for adolescents idiopathic scoliosis. PLOS One, v. 20, n. 4, e0320581, 2025. DOI: 10.1371/journal.pone.0320581.

Feitosa, R. F. Alterações posturais evidentes em escolares com escoliose. Revista Multidisciplinar do Sertão, v. 5, n. 3, p. 300–310, 2023. DOI: 10.37115/rms.v5i3.585.

Freitas, M. G. S. Recursos fisioterapêuticos nos desvios posturais da coluna vertebral: uma revisão integrativa. Revista Pesquisa em Fisioterapia, v. 10, n. 2, p. 355–364, 2020. DOI: 10.17267/2238-2704rpf.v10i2.2829.

Guy, A. Projeto automatizado de aparelhos noturnos para escoliose idiopática do adolescente com otimização global da forma usando um modelo de elemento finito específico do paciente. Scientific Reports, 2024.

Kluszczynski, M. The importance of the size of the trunk inclination angle in the early detection of scoliosis in children. BMC Musculoskeletal Disorders, v. 23, n. 5, 2022. DOI: 10.1186/s12891-021-04965-4.

Kyrkousis, A. Effects of a long-term supervised Schroth exercise program on the severity of scoliosis and quality of life in individuals with adolescent idiopathic scoliosis. Medicina (Kaunas), v. 60, n. 10, p. 1637, 2024. DOI: 10.3390/medicina60101637.

Lau, K. K. Fatores percebidos pelo paciente na satisfação com o tratamento em escoliose de início precoce tratada cirurgicamente com um mínimo de dez anos. Journal of Orthopaedic Surgery and Research, 2024. DOI: 10.1186/s13018-024-04993-5.

Li, K. Meta-análise de rede dos efeitos de curto prazo de diferentes estratégias no tratamento conservador de AIS. European Journal of Medical Research, 2021. DOI: 10.1186/s40001- 021-00526-6.

Pontes, M. D. S. Impactos da espera para correção cirúrgica da escoliose idiopática do adolescente e suas repercussões para o sistema único de saúde: protocolo de revisão sistemática. Revista Brasileira de Ortopedia, v. 58, n. 1, p. 19–22, 2023. DOI: 10.1055/s- 0042-1750829.

Ren, J. Comparative efficacy of conservative interventions for adolescents idiopathic scoliosis: a systematic review and network meta-analysis of randomized controlled trials. Systematic Reviews, v. 14, n. 1, p. 156, 2025. DOI: 10.1186/s13643-025-02893-1.

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Silva, R. R. Associação entre escoliose toracolombar e o peso da mochila em estudantes. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) – UNIC, Primavera do Leste, p. 13–25.

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Wenxia, Z. The efficacy of combined physiotherapeutic scoliosis-specific exercises and manual therapy in adolescent idiopathic scoliosis. BMC Musculoskeletal Disorders, v. 25, n. 1, p. 874, 2024. DOI: 10.1186/s12891-024-07974-1.


1 Discente do Curso Superior de Bacharelado em Fisioterapia do Instituto Christus Faculdade do Piauí (CHRISFAPI) Campus Piripiri. e-mail: mariavitoriaoliveiracosta1@gmail.com
2 Discente do Curso Superior de Bacharelado em Fisioterapia do Instituto Christus Faculdade do Piauí (CHRISFAPI) Campus Piripiri. e-mail: Carvalhosilva3344@gmail.com
3 Docente do Curso Superior de Bacharelado em Fisioterapia do Instituto Christus Faculdade do Piauí (CHRISFAPI). Campus Piripiri. Mestra em Engenharia Biomédica (Universidade Brasil). e-mail: KENIA_MENDES2011@HOTMAIL.COM
4 Docente do Curso Superior de Bacharelado em Fisioterapia do Instituto Christus Faculdade do Piauí (CHRISFAPI). Mestre em Enfermagem (Universidade Federal do Piauí – UFPI). Doutor em Engenharia Biomédica (Unoversidade Brasil/SP). Campus Piripiri. e-mail: EVALDOSLEAL@BOL.COM.BR