REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202512231352
Tony Carlos Rodrigues Júnior
Orientador: D’Artagnan Arnaldo Rodrigues Felipe
RESUMO
A bronquiolite viral aguda (BVA) é uma doença de alta morbidade a nível mundial, sobretudo nos meses de inverno, constituindo a infecção respiratória aguda mais frequente em crianças com idade inferior a 2 anos. O objetivo do trabalho é analisar as evidências científicas acerca a tendência de hospitalização por bronquiolite em crianças com idade inferior a 1 ano antes e depois da pandemia de COVID-19. Trata-se de um estudo de coorte de internações por bronquiolite aguda em lactentes brasileiros menores de um ano de idade, utilizando análise retrospectiva. Os dados de internações por bronquiolite aguda foram obtidos do banco de dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). Nos últimos nove anos, 407.410casos de bronquiolite aguda em crianças com faixa etária inferior a 1 ano foram registrados no Brasil. O ano de 2023 foi responsável pela maioria do número de casos, seguido por 2024. Entretanto, foi possível observar que no ano da pandemia, em 2020, houve uma queda considerável. A respeito das regiões com maior número de casos, destaca-se o Sudeste e o Sul. A Região Norte apresenta o menor número de casos, juntamente com o Centro-oeste. Os resultados revelam que ao longo do primeiro ano da pandemia (2020), houve uma forte diminuição nas hospitalizações por BVA, possivelmente devido à expressiva redução dos contatos interpessoais, conforme as medidas de segurança contra o SARS-CoV-2. Diante desse cenário, há a necessidade de consolidar as intervenções para reduzir as internações hospitalares.
Palavras-chave: bronquiolite viral aguda; hospitalização, COVID-19.
Acute viral bronchiolitis (AVB) is a disease of high morbidity worldwide, especially in the winter months, and is the most frequent acute respiratory infection in children under 2 years of age. The objective of this study is to analyze the scientific evidence on the trend of hospitalization for bronchiolitis in children under 1 year of age before and after the COVID-19 pandemic. This is a cohort study of hospitalizations for acute bronchiolitis in Brazilian infants under one year of age, using retrospective analysis. Data on hospitalizations for acute bronchiolitis were obtained from the database of the Department of Informatics of the Unified Health System (DATASUS). In the last nine years, 407,410 cases of acute bronchiolitis in children under 1 year of age have been recorded in Brazil. The year 2023 accounted for the majority of the number of cases, followed by 2024. However, it was possible to observe that in the year of the pandemic, in 2020, there was a considerable drop. Regarding the regions with the highest number of cases, the Southeast and South stand out. The North Region has the lowest number of cases, along with the Midwest. The results reveal that throughout the first year of the pandemic (2020), there was a strong decrease in hospitalizations due to AVB, possibly due to the significant reduction in interpersonal contacts, according to safety measures against SARS-CoV-2. Given this scenario, there is a need to consolidate interventions to reduce hospital admissions.
Keywords: acute viral bronchiolitis; hospitalization, COVID-19.
1 INTRODUÇÃO
A bronquiolite viral aguda (BVA) é uma doença de alta morbidade a nível mundial, sobretudo nos meses de inverno, constituindo a infecção respiratória aguda mais frequente em crianças com faixa etária inferior a 2 anos, com superior incidência naqueles com idade inferior a 6 meses. Sucede do efeito da obstrução inflamatória das pequenas vias aéreas, apresentando gravidade modificável e, via de regra, revela-se através de formas leves, que, todavia, podem progredir para formas graves. Dessa maneira, trata-se de uma das causas mais comuns de hospitalização na faixa etária pediátrica (Silva; Salim, 2023).
Apesar da proporção de doenças ocasionadas por vírus específicos modifique a depender da estação e do ano, o vírus sincicial respiratório (VSR) é a etiologia mais comum de bronquiolite e segue com surtos sazonais no mundo inteiro. No hemisfério sul, as epidemias de inverno acontecem entre maio a setembro, com pico em maio, junho ou julho. Em climas tropicais e semitropicais, os surtos sazonais normalmente possuem associação à estação chuvosa. Os picos epidêmicos não são tão agudos como em climas temperados e, em alguns locais, o VSR é capaz de ser isolado em até oito meses do ano (Silva; Salim, 2023).
A princípio, a manifestação da bronquiolite se dá a partir de sintomas do trato respiratório superior, como a rinorreia e a presença de febre baixa. De forma progressiva, evolui para sinais mais graves do trato respiratório inferior, como sibilos, estertores e dificuldade respiratória. A avaliação da gravidade da bronquiolite é fundamental para definir a necessidade de hospitalização e o manejo adequado, podendo variar desde os cuidados de suporte em casa até a intervenções intensivas em ambiente hospitalar (House; Gadomski; Ralston, 2020).
Evidências ressaltam que a associação entre a bronquite, a BVA e a COVID-19 é expressiva devido às semelhanças nos sintomas respiratórios dessas condições. A bronquite e a bronquiolite abrangem a inflamação das vias respiratórias, decorrendo com tosse, dificuldade respiratória e produção excessiva de muco. Tais sintomas também são frequentes na infecção pelo coronavírus SARS-CoV-2, que causa a COVID-19. A coexistência dessas condições pode dificultar o quadro clínico, sobretudo nos pacientes com sistema respiratório comprometido (Iser et al., 2020).
A bronquite e a BVA podem desempenhar uma influência considerável nos casos graves de COVID-19. Evidencia-se que pacientes com histórico de insuficiência respiratória crônica podem expor o sistema respiratório comprometido, sendo mais suscetíveis a complicações quando infectados pelo vírus SARS-CoV-2 (Bradding et al., 2020). A inflamação anterior nas vias aéreas é capaz de criar um ambiente favorável para o agravo da infecção, tornando os pacientes mais predispostos a desenvolver sintomas severos e, até mesmo, a necessidade de suporte ventilatório (Oliveira et al., 2021). Além disso, a coexistência dessas condições é capaz de sobrecarregar ainda mais o sistema respiratório, colaborando para um curso clínico com mais desafios (Farias et al., 2024).
Metanálises têm demonstrado uma redução na duração da hospitalização e melhora dos sintomas clínicos em pacientes tratados com inalação de solução salina hipertônica a 3%, principalmente quando comparada ao uso de soluções salinas isotônicas. Contudo, a eficácia desta intervenção ainda é tema de debate, e diretrizes clínicas variam quanto à sua recomendação (Zhang et al., 2023).
Dada a relevância da temática, o presente trabalho se propõe a analisar as evidências científicas acerca a tendência de hospitalização por bronquiolite em crianças com idade inferior a 1 ano antes e depois da pandemia de COVID-19.
Este é um estudo de transversal de internações por bronquiolite aguda em lactentes brasileiros menores de um ano de idade, utilizando análise retrospectiva. Os dados de internações por bronquiolite aguda foram obtidos do banco de dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) (http://datasus.saude.gov.br/).
O estudo foi realizado a nível nacional com população (N) de 407.410 pacientes com bronquiolite aguda antes e depois da pandemia de COVID-19. As variáveis analisadas foram: internações, sexo, óbitos e valor médio de internação.
Não foram considerados critérios de exclusão devido à natureza metodológica do estudo. Além disso, foram analisados dados de todas as macrorregiões do Brasil (Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste) para contemplar as variações na densidade populacional, características socioeconômicas e clima. Nesta plataforma não há como acessar dados clínicos, apenas o número de internações que podem ser estratificadas por idade (faixa etária) e local.
O período pré-COVID-19 compreendeu de janeiro de 2016 a janeiro de 2019, o período da pandemia de COVID-19, entre os anos de 2020 a 2022 e pós-COVID-19 entre 2022 a 2024. O período da COVID-19 foi subdividido em período de intervenções não farmacêuticas direcionadas ao SARS-CoV-2 (março de 2020 a agosto de 2021) e período de relaxamento direcionadas ao SARS-CoV-2 (setembro de 2021 a dezembro de 2022).
Visto que os dados coletados nos artigos se tratam de informações públicas e de livre acesso, não foi necessário a submissão a um Comitê de Ética em Pesquisa (CEP).
Neste estudo, apresenta-se uma análise das internações a nível nacional segundo ano de atendimento em casos de bronquiolite aguda em crianças menores de 1 ano no período de 2016 a 2024. Os dados, conforme a Tabela 1, refletem em flutuações significativas na incidência das internações ao longo destes anos, possuindo picos e declínios, os quais indicam uma variedade de fatores influenciadores.
Nos últimos nove anos, 407.410 casos de bronquiolite aguda em crianças com faixa etária inferior a 1 ano foram registrados no Brasil. Durante esse período, o ano de 2023 foi responsável pela maioria do número de casos (n = 75.179), seguido pelo ano de 2024 (n = 70.237). Entretanto, foi possível observar que no ano da pandemia, em 2020, houve uma queda considerável (n = 10.399). Ainda, a respeito das regiões com maior número de casos, destaca-se o Sudeste (n = 193.051) e o Sul (n = 78.364). Todavia, a Região Norte apresenta o menor número de casos (n = 26.856), juntamente com o Centro-Oeste (n = 32.745) (Tabela 1).
Tabela 1 – Internações por região (n = 407.410) segundo ano de atendimento em casos de bronquiolite aguda em crianças menores de 1 ano no período de 2016-2024.

Ao verificar os óbitos por bronquiolite aguda na população pediátrica nos anos de 2016 a 2024 (Tabela 2), foi possível observar predominância entre os anos 2023 (n = 229), assim como em 2024 (n = 175). Além disso, a região Sudeste apresentou o maior quantitativo dos óbitos (n = 398), seguido da região Nordeste (n = 273).
Tabela 2 – Óbitos por região (n = 983) segundo ano de atendimento em casos de bronquiolite aguda em crianças menores de 1 ano no período de 2016-2024.

No que diz respeito ao valor médio de internação por região em crianças menores de 1 ano com bronquiolite no período de 2016 a 2024 (Tabela 3), foi possível observar superiores gastos na Região Sudeste (n = 708,30), seguido das Regiões Sul (n = 558,55) e Centro-Oeste (n = 544,21).
Tabela 3 – Valor médio de internação por região (n = 605,29) segundo ano de atendimento em casos de bronquiolite aguda em crianças menores de 1 ano no período de 2016-2024.

A pandemia de COVID-19 representa uma oportunidade única para compreender a dinâmica de várias outras doenças infecciosas, incluindo a bronquiolite (Van Brusselen et al., 2021). O presente estudo analisou 467.464 internações hospitalares por bronquiolite aguda em crianças menores de 1 ano de idade entre os anos 2016 e 2024. Dessas internações, 120.426 foram registradas no período pré-COVID-19, 43.718 ocorreram durante a pandemia de COVID-19, enquanto 197.629 foram realizadas pós-COVID-19.
Compreende-se que a BVA é uma infecção viral do trato respiratório inferior, onde o diagnóstico é clínico, provocando uma onda sazonal anual de internações em enfermarias pediátricas no mundo inteiro. No estudo de Van Brusselen et al. (2021) houve uma diminuição de 92,5% nas hospitalizações por BVA em Antuérpia antes do fim previsto do pico do ano de 2021, onde somente um caso era positivo para VSR, quando comparado aos últimos três anos. Ainda, evidenciou uma diminuição superior a 99% no número de casos de VSR registrados na Bélgica (Van Brusselen et al., 2021).
Corroborando com os dados do presente trabalho, ao longo do primeiro ano da pandemia (2020), houve uma forte diminuição nas hospitalizações por BVA em comparação com os anos anteriores (n = 10.399), possivelmente devido à expressiva redução dos contatos interpessoais conforme as medidas de segurança contra o SARS-CoV-2.
Contudo, em 2021, diante da iminente crise econômica relacionada às medidas restritivas e ao advento da primeira campanha de vacinação contra o COVID-19, os países gradualmente reduziram as regras de distanciamento e retomaram a normalidade da vida social e profissional. Isso resultou em um crescimento exponencial dos contatos interpessoais, o que levou a um consequente aumento de infecções virais comuns, incluindo o VSR (Brisca et al., 2023).
É possível observar que a sazonalidade da BVA em crianças brasileiras modificou durante a pandemia de COVID-19 em comparação com anos anteriores. Apesar de ser difícil quantificar o impacto das medidas de mitigação da pandemia na disseminação de vírus respiratórios comuns, nota-se que as infecções respiratórias agudas em crianças estão retornando aos seus padrões tradicionais a nível nacional. Diante desse cenário, verifica-se um ressurgimento das hospitalizações por BVA no ano de 2022, com números superiores aos das temporadas anteriores (Friedrich et al., 2024).
No estudo de Friedrich et al. (2024), os autores compararam o índice de internação em crianças no período pré-COVID-19 e COVID-19, verificando uma diminuição de 97% na incidência de hospitalizações por BVA. Isso resulta em um aumento de 95% após o relaxamento das intervenções não farmacêuticas direcionadas ao SARS-CoV-2 e um aumento geral de 16% em comparação com o período pré-COVID-19. Ao comparar subconjuntos por macrorregiões do Brasil, foi possível observar uma diminuição nas internações hospitalares em todas as regiões durante a implementação das medidas não farmacológicas. A região Sul foi a mais impactada (Friedrich et al., 2024). Tais dados corroboram com os achados do presente estudo. Entretanto, a região Sudeste foi a mais impactada (n = 216.351).
Além disso, Friedrich et al. (2024) analisaram como a sazonalidade da BVA em crianças brasileiras mudou durante a pandemia de COVID-19, em comparação com anos anteriores. Embora seja difícil quantificar o impacto específico das medidas de mitigação da pandemia na disseminação de vírus respiratórios comuns, parece que as infecções respiratórias agudas em crianças estão retornando aos seus padrões tradicionais no Brasil (Friedrich et al., 2024).
As intervenções para o combate da pandemia de COVID-19 conseguem afetar a incidência de outras doenças respiratórias. Evidências ressaltam uma diminuição expressiva nas hospitalizações por BVA em crianças menores de um ano no Brasil, da ordem de mais de 70% na maioria das análises. Sendo assim, há um impacto significativo do distanciamento social na diminuição da transmissão de vírus referentes à BVA. Essa compreensão consegue conduzir estratégias para a prevenção da disseminação do vírus (Friedrich et al., 2021).
Em se tratando dos óbitos, dados do presente estudo divergem com Silva & Salim (2023), onde os autores evidenciaram aumento de 23,6% em 2020 na taxa de letalidade quando comparado ao ano anterior, com pico no período sazonal da doença, em maio de 2020. Contudo, achados do presente estudo evidenciam uma redução significativa de óbitos no ano de 2020 em relação aos anos anteriores (n = 33).
Com isso, os autores ressaltam que o alto índice de letalidade evidenciada reforça a gravidade da doença em crianças menores de 1 ano e sustenta a ideia de que medidas restritivas e profiláticas não diminuem a mortalidade em crianças já infectadas com os vírus causadores da bronquiolite (Silva; Salim, 2023).
No Brasil, em 2024 foram notificados 179.465 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) hospitalizados, onde 48% possuíam identificação de vírus respiratórios. Apenas no ano de 2024, houve notificação de 27.037 casos de SRAG por VSR, refletindo em 31% da totalidade de casos SRAG com identificação de vírus respiratórios (Brasil, 2025).
Todavia, há superior eficácia da profilaxia universal na prevenção da hospitalização de lactentes que atualmente não atendem aos critérios recomendados para o tratamento com palivizumabe (Scotta; Stein, 2023). Com a disponibilidade de imunoprofilaxia infantil e vacinas maternas, é fundamental considerar como essas estratégias de prevenção, com o objetivo de proteger os bebês, irão coexistir. Desse modo, as vacinas maternas e a imunoprofilaxia infantil possuem um papel complementar na prevenção da infecção grave pelo VSR durante a infância (Mazur et al., 2023).
Verifica-se que até em 2023, a primordial ferramenta para a prevenção das infecções pelo VSR, devido à ausência de vacinas licenciadas, baseava-se na utilização do palivizumabe, um anticorpo monoclonal (IgG1) humanizado, focado contra um epítopo conservado da proteína de fusão F na superfície do VSR. Sendo assim, possui atividade neutralizante e inibitória da fusão contra o VSR (Sociedade Brasileira de Pediatria, 2025).
Por fim, com o surgimento da vacinação materna, revela-se eficácia considerável contra a doença grave do trato respiratório inferior ligada ao VSR em lactentes, com diminuição de 81,8% dos casos nos primeiros 90 dias após o nascimento e de 69,4% até 180 dias. Ainda, a vacina mostrou um perfil de segurança favorável para as gestantes e para os bebês acompanhados desde o nascimento até 24 meses de idade (Brasil, 2025).
O presente estudo fornece uma análise das internações a nível nacional segundo ano de atendimento em casos de bronquiolite aguda em crianças menores de 1 ano no período de 2016 a 2024. Os resultados revelam que ao longo do primeiro ano da pandemia (2020), houve uma forte diminuição nas hospitalizações por BVA, possivelmente devido à expressiva redução dos contatos interpessoais, conforme as medidas de segurança contra o SARS-CoV2. Diante desse cenário, há a necessidade de consolidar as intervenções para reduzir as internações hospitalares.
Desse modo, o presente estudo, conduzido em âmbito nacional, colabora para alertar para a implantação de políticas públicas, a fim de promover a saúde de lactentes e crianças através de ações preventivas domiciliares e diretivas voltadas à diminuição da incidência de novos casos, do tempo de permanência e dos gastos hospitalares.
Logo, a presente pesquisa utilizou dados secundários coletados do banco de dados DATASUS, havendo algumas limitações como a confiabilidade dos dados, a precisão e a integralização dos dados.
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