MONOCHROME RESINS AS A RESTORATIVE OPTION FOR ANTERIOR TEETH
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202510291058
Giovanna Trindade Dias1
Ícaro Santos Teixeira1
Maria Luiza Santana Malta1
Miriam Vieira Lédo Rodrigues1
Orientadora: Profa. Mariana Souto Figueiredo2
1. INTRODUÇÃO
Na Odontologia contemporânea, os compósitos resinosos consistem na principal opção para restaurações de rotina, pois apresentam propriedades mecânicas semelhantes à estrutura dental, boa adesão ao remanescente, excelente relação custo-benefício e estética satisfatória. Além dessas vantagens, o fato de permitir preparos mais conservadores e reparos simplificados, tem contribuído amplamente para sua utilização e indicações (Roder; Santos, 202; Souza et al., 2024).
Apesar de tais vantagens, na atualidade, a ampla variedade de opções comerciais pode dificultar uma das etapas mais importantes dos procedimentos restauradores: a etapa de seleção de cor, pois para atender aos padrões estéticos, o material deve possuir uma tonalidade próxima à do dente remanescente, garantindo um resultado mais natural ao procedimento (Ahmed et al., 2022). Vale ressaltar que, o aspecto final da restauração depende não apenas da espessura do material aplicado, mas também dos diferentes níveis de translucidez e opacidade da resina (Korut et al., 2023).
Com os avanços nos materiais restauradores e a crescente exigência do mercado por resinas compostas com propriedades estéticas aprimoradas, tornou-se necessário desenvolver um material que atendesse melhor às expectativas de profissionais e pacientes (Abdul-Monem et al., 2024). Assim, surgiu a resina monocromática, um material restaurador projetado para se adaptar à tonalidade do substrato ao qual é aplicada. Essa adaptação ocorre devido às suas propriedades ópticas, que permitem a transmissão da cor do remanescente durante o processo de fotopolimerização (Abdul-Monem et al., 2024; Ahmed et al., 2022).
A tecnologia utilizada nas resinas monocromáticas baseia-se em partículas de preenchimento esféricas e de tamanho uniforme, que influenciam a forma como a luz é refletida e transmitida. Esse mecanismo gera um “efeito camaleão”, tornando o material adequado para restaurações de todas as classes. Entretanto, na ausência de uma parede lingual ou palatina durante o procedimento restaurador, essas resinas podem refletir a escuridão da cavidade oral (Roder; Santos, 2022). Além disso, seu uso reduz a necessidade de investir em diferentes tipos de resinas, otimiza o tempo clínico, oferece maior resistência ao desgaste e à compressão e pode ser aplicada tanto em dentes anteriores quanto posteriores (Castro et al., 2024; Oliveira et al., 2025).
Nesse contexto, atualmente existe uma lacuna a respeito da temática na literatura, já que poucos estudos discutem o emprego de resinas monocromáticas, o que pode contribuir para o desconhecimento dos profissionais sobre essa opção de material.
Deste modo, o objetivo do presente estudo concentra-se em apresentar, através de uma revisão de literatura integrativa, o emprego da resina monocromática como uma alternativa restauradora para dentes anteriores, ressaltando os benefícios e as limitações do recurso para essa finalidade
2. METODOLOGIA
Este estudo trata-se de uma revisão bibliográfica integrativa. As bases dados utilizadas foram: PubMed, Scielo e Google Acadêmico, mediante a inserção de termos como os seguintes descritores (DeCS/MeSH): Resinas monocromáticas; Resinas compostas; Odontologia; Restauração dentária; estética dentária e, respectivamente, sua tradução para a língua inglesa: Composite Resins; Dentistry; Dental Restoration; Dental Aesthetics. Com o objetivo de otimizar o processo de busca, foram inseridos os operadores booleanos AND e OR entre os campos semânticos.
Durante o processo de busca, aplicaram-se filtros que envolveram estudos publicados em português ou inglês, entre 2021 e 2025, com acesso integral em ambiente eletrônico. Desse modo, foram incluídas publicações que adotaram como tipologia estudos de coorte, transversais, caso-controle, pesquisas aplicadas e estudos-piloto, revisões de literatura simples, integrativas e sistemáticas. Por outro lado, foram excluídos aqueles estudos que apresentaram como tipologia metodológica: cartas ao autor, teses, dissertações, resumos de anais e artigos de opinião, livros e capítulos de livro.
O processo de busca ocorreu entre maio de 2025 e outubro do mesmo ano. Além disso, realizou-se a avaliação dos artigos obtidos por meio da busca com os descritores, em pares, a fim de garantir maior fidedignidade ao processo de seleção. A escolha dos estudos partiu inicialmente da leitura do título, seguida da leitura do resumo e, por fim, da leitura do conteúdo integral do artigo. Utilizou-se o software gratuito Mendeley Desktop® para padronizar as referências, atuar como biblioteca virtual e controlar artigos duplicados.
Após a seleção dos estudos, estes foram sintetizados de acordo com a subcategoria temática a que pertenciam, sendo agrupados mediante o posicionamento referente ao tema. Para tanto, o processo é devidamente descrito através da figura 1, que apresenta o fluxograma PRISMA de seleção dos estudos para desenvolvimento da referida pesquisa.
Figura 1– Fluxograma PRISMA, Vitória da Conquista, Bahia- Brasil, 2025.

Fonte: Adaptado de Page, et al (2023).
3. RESULTADOS E DISCUSSÃO
Os artigos selecionados para elaboração da discussão deste estudo, foram devidamente compilados, evidenciando título, autor/data, desfecho e nível de evidência. As informações podem ser vistas através do quadro 1.
É importante salientar que, Segundo Galvão (2006), a classificação hierárquica das evidências, os estudos são perfilados em níveis para refletir a confiabilidade dos resultados encontrados: as metanálises de ensaios controlados são o nível 1; os ensaios clínicos randomizados, nível 2; os estudos quase-experimentais, nível 3; as pesquisas descritivas, qualitativas e os estudos de caso, nível 4; relatos de caso ou dados sistemáticos empíricos, nível 5 e a opinião de um especialista, o nível 6, enquanto os estudos in vitro são considerados uma evidência indireta próxima ao nível 4.
Quadro 1– Compilado das publicações incluídas no estudo após o processo de
| Título | Autor/ Data | Objetivo | Desfecho | NE* |
| Resinas compostas monocromáticas: Uma abordagem em caso clínico | Silva et al., (2023) | Investigar o desempenho das resinas compostas monocromáticas e demonstrar sua aplicação prática em consultório por meio de um caso clínico | A resina monocromática é prática e estética para dentes anteriores, mas a translucidez e o custo exigem atenção ao uso. | 5 |
| Restauração de dente anterior fraturado com resina composta monocromática em paciente odontológico pediátrico | Garcia et al., (2024) | Descrever e analisar a aplicação da técnica de restauração direta utilizando resina composta monocromática em um paciente infantil. | A resina monocromática é prática, estética e rápida para dentes anteriores, mas exige habilidade clínica e pode ter custo elevado. | 5 |
| How the Translucency and Color Stability of Single-Shade Universal Resin Composites Are Affected by Coffee? | Ozdemir et al., (2024) | Investigar o efeito do café na translucidez e estabilidade de cor de resinas universais monocromáticas e multicromáticas. | As resinas monocromáticas são vantajosas para dentes anteriores por facilitar a seleção da cor, reduzir custos e proporcionar boa estética, mas apresentam limitação na estabilidade da cor frente a pigmentos como o café, sendo essencial o polimento adequado e estudos clínicos complementares. | 4 |
| Avaliação da resistência flexural de resinas monocromáticas | Souza et al., (2024) | Comparar a resistência à flexão e o módulo de elasticidade de três resinas monocromáticas com uma resina nano-híbrida convencional | As resinas monocromáticas são indicadas para dentes anteriores por sua estética e adaptação de cor, mas têm menor resistência que as nanohíbridas, limitando seu uso em dentes posteriores. | 4 |
| Comparative evaluation of shade matching using a digital spectrophotometer in monochromatic versus polychromatic layering techniques for restoring fractured incisal angles of maxillary incisors: a randomized controlled trial | Abdelaziz et al., (2025) | Examinar como a coloração com café afeta resinas compostas universais de tonalidade única e resinas compostas universais de tonalidades múltiplas em termos de translucidez e estabilidade de cor | Resinas monocromáticas são práticas e estéticas para dentes anteriores, mas podem sofrer alterações de cor e translucidez com bebidas pigmentantes. | 4 |
| O Desafio na Avaliação Visual da Cor de Resinas Monocrom·ticas e Policrom·ticas: Um Estudo In Vitro sobre Estabilidade de Cor | Domingues et al., (2025) | Investigar como o envelhecimento em água destilada afeta a estabilidade de cor das resinas compostas monocromáticas (Omnichroma) e policromáticas (Filtek Z350 XT) | A resina monocromática Omnichroma mantém melhor a cor ao longo do tempo, mas pode sofrer degradação a longo prazo e sua avaliação visual é limitada | 4 |
| Comparison of Color Stability of a Monochromatic Resin Versus Bulk-Fill and Micro-Hybrid Resins | Spigno-Paco et al., (2025) | Avaliar e comparar a estabilidade de cor de diferentes resinas (nano-híbrida monocromática, nano-híbrida Bulk-fill e micro-híbrida) após contato com bebidas corantes. | As resinas monocromáticas oferecem estética e praticidade para dentes anteriores, mas podem sofrer descoloração com bebidas pigmentadas. | 4 |
| Resina monocromática na resolução de defeito de desenvolvimento do esmalte em região estética –relato de caso | Souza et al., (2025) | Descrever um caso clínico de tratamento estético do defeito de desenvolvimento do esmalte com opacidade demarcada, envolvendo clareamento dental seguido de restauração com resina composta monocromática. | A resina monocromática facilita a restauração estética de dentes anteriores, ajustando bem a cor, com boa eficácia, mas exige cuidado na adesão em esmaltes comprometidos. | 5 |
Fonte: própria dos autores.
Ao analisar os estudos referentes a resinas compostas monocromáticas, foi verificado que 37,5% deles correspondem a relatos de caso e 62,5% correspondem a estudos in vitro. As quais, para os relatos de caso, apresentam nível de evidência 5, sendo publicados entre 2023 a 2025 e referem-se à aplicação clínica e aos resultados estéticos dos tratamentos realizados com o uso dessas resinas em pacientes. Os estudos in vitro com nível de evidência 4 e concentrados entre 2024 a 2025 investigaram propriedades físicas, estabilidade de cor e resistência do material. Portanto, há predomínio de pesquisas laboratoriais recentes, o que indica o caráter exploratório e a tendência de investimento no entendimento do desempenho das resinas monocromáticas antes da sua ampla consolidação clínica.
A análise dos estudos evidencia que a utilização da resina composta monocromática como alternativa restauradora para dentes anteriores vem ganhando destaque pela sua capacidade de simplificar o procedimento clínico, oferecer bom desempenho estético e reduzir o tempo operatório sem comprometer a qualidade do resultado final. Em unanimidade, os estudos analisados (Domingues et al., 2025; Silva et al., 2023; Souza et al., 2024; Spigno-Paco et al., 2025; Garcia et al., 2025; Souza et al., 2025; Abdelaziz et al., 2025; Ozdemir et al., 2024), observa-se consenso quanto ao efeito camaleão, característica que permite que o material se adapte cromaticamente ao substrato dental, reproduzindo a tonalidade do dente adjacente sem a necessidade de múltiplas camadas ou da seleção prévia de cores. Esse fenômeno é explicado pela cor estrutural do material, resultante da interação da luz com partículas de sílica-zircônia de tamanho e formato controlados, capazes de dispersar e refletir a luz de forma semelhante ao esmalte natural (Domingues et al., 2025; Souza et al., 2025).
De modo geral, os autores convergem em apontar a praticidade clínica e o ganho de tempo como os principais benefícios do uso desse material (Silva et al., 2023; Garcia et al., 2025). A ausência da etapa de seleção de cor reduz a subjetividade do processo restaurador e a dependência da experiência individual do cirurgião-dentista, ao mesmo tempo em que simplifica o estoque de materiais no consultório. Essa praticidade é especialmente relevante em casos pediátricos, em que o tempo clínico deve ser reduzido e a colaboração do paciente é limitada (Garcia et al., 2025; Souza et al., 2025). Além disso, a literatura destaca que a resina monocromática possibilita resultados estéticos satisfatórios em diferentes situações clínicas, incluindo restaurações de classe III e IV, fechamento de diastemas, facetas diretas e reparos em fraturas, sendo, portanto, um material versátil para o segmento anterior (Silva et al., 2023; Souza et al., 2024).
Outra convergência observada entre os estudos refere-se à capacidade de adaptação óptica e manutenção da cor, demonstrando boa estabilidade cromática em avaliações de curto prazo. Domingues et al. (2025) constataram que a resina monocromática apresentou maior estabilidade de cor que a policromática após o envelhecimento acelerado, sem variações estatisticamente significativas. Essa estabilidade é atribuída à ausência de pigmentos convencionais na formulação, já que a tonalidade do material depende de propriedades físicas e não químicas, minimizando o risco de degradação por agentes externos. Resultados semelhantes foram encontrados por Garcia et al. (2025), que, em acompanhamento clínico de dez meses, observaram manutenção satisfatória da cor e do brilho superficial das restaurações, reforçando a previsibilidade estética do material no curto prazo.
Contudo, apesar das vantagens iniciais, há divergências importantes relacionadas à durabilidade da estabilidade cromática e à resistência à pigmentação. Spigno-Paco et al. (2025) e Ozdemir et al. (2024) verificaram que, quando exposta a agentes pigmentantes como café e chá preto, a resina monocromática apresentou valores de ΔE superiores aos observados em resinas nanohíbridas, demonstrando maior suscetibilidade à descoloração. Esses autores sugerem que fatores como tipo de monômero, teor de carga e tamanho das partículas influenciam diretamente o comportamento óptico e a resistência ao manchamento. De forma semelhante, Abdelaziz et al. (2025) relataram que, embora a tecnologia de cor única ofereça excelente praticidade, em casos clínicos com maior translucidez, manchas dentárias ou cavidades extensas, a correspondência de tonalidade pode ser menos precisa, reduzindo a naturalidade do resultado.
Outro ponto de divergência entre os estudos refere-se às propriedades mecânicas. Souza et al. (2024) constataram que algumas resinas monocromáticas, como a Palfique Omnichroma, possuem menor resistência à flexão quando comparadas às resinas convencionais mais carregadas, o que limita sua aplicação em dentes posteriores ou regiões de maior solicitação oclusal. No entanto, o mesmo autor e Souza et al. (2025) destacam que, em dentes anteriores, onde as forças mastigatórias são menores, essa limitação tem pouco impacto clínico, sendo o equilíbrio entre resistência e flexibilidade suficiente para garantir a integridade da restauração. Garcia et al. (2025), por sua vez, corroboram a adequação do desempenho mecânico para o uso anterior, enfatizando que a técnica direta, quando bem executada, pode garantir excelente longevidade e estética.
Em relação às condições metodológicas e de análise, Domingues et al. (2025) chamam atenção para a limitação de avaliações exclusivamente visuais da cor, ressaltando que fatores como iluminação, fadiga ocular e experiência do observador podem comprometer a reprodutibilidade dos resultados. Por isso, o autor defende o uso de métodos instrumentais, como a espectrofotometria, para análises mais precisas e objetivas. Ozdemir et al. (2024) e Spigno-Paco et al. (2025) adotaram essa metodologia e confirmaram variações significativas de cor e translucidez conforme a composição das resinas testadas, reforçando a importância da padronização de protocolos experimentais para comparação entre materiais.
As limitações práticas do uso da resina monocromática em dentes anteriores também são destacadas de forma consistente na literatura. Silva et al. (2023) e Abdelaziz et al. (2025) relatam que, em cavidades profundas ou áreas de alta translucidez, o material pode apresentar aparência acinzentada ou falha no mascaramento de substratos escurecidos, comprometendo o resultado estético. Essa limitação é explicada pela translucidez intermediária do compósito, que permite a passagem da luz e, consequentemente, a visualização de áreas subjacentes. Nesses casos, alguns autores sugerem o uso combinado de camadas opacificadoras ou de técnicas híbridas, associando resinas convencionais para melhorar o mascaramento (Souza et al., 2024; Abdelaziz et al., 2025).
Em termos clínicos, todos os estudos concordam que a técnica restauradora com resina monocromática exige domínio técnico do operador e atenção à espessura da camada, ao isolamento absoluto e ao polimento final, etapas que influenciam diretamente o resultado óptico e a longevidade da restauração (Garcia et al., 2025; Abdelaziz et al., 2025). A manutenção periódica do polimento também é recomendada para reduzir o acúmulo de pigmentos e preservar o brilho superficial.
De forma geral, a análise integrada dos estudos revela que as resinas monocromáticas representam uma alternativa restauradora promissora e funcional para dentes anteriores, especialmente em situações em que a estética, a agilidade e a simplificação do procedimento são prioritárias. Entretanto, as limitações relacionadas à estabilidade de cor a longo prazo, ao mascaramento de substratos escurecidos e à resistência mecânica restrita a determinadas situações indicam que seu uso deve ser criterioso e individualizado.
Deste modo, os estudos analisados convergem em afirmar que as resinas monocromáticas oferecem uma combinação equilibrada de estética, praticidade e eficiência clínica, reduzindo etapas e erros subjetivos sem comprometer o resultado imediato. Contudo, a ausência de estudos clínicos de longo prazo e a variabilidade dos resultados entre marcas comerciais reforçam a necessidade de mais pesquisas comparativas que avaliem o comportamento dessas resinas sob condições bucais reais. Assim, as resinas monocromáticas se consolidam como um avanço relevante na odontologia restauradora contemporânea, desde que empregadas com discernimento técnico e dentro dos limites de sua indicação, configurando-se como uma alternativa viável, mas ainda em consolidação, para a restauração estética de dentes anteriores.
REFERÊNCIAS
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1Acadêmica (o) do curso de Odontologia pela Faculdade Independente do Nordeste- Fainor.
2Professora Orientadora do curso de Odontologia pela Faculdade Independente do Nordeste- Fainor.
