REABILITAÇÃO COM OVENDENTURES IMPLANTO-SUPORTADAS: SÍNTESE DOS ASPECTOS TÉCNICOS, FUNCIONAIS E ESTÉTICOS.

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202511151228


Helder Mousinho
Messias Matos Torres
Veriane da Silva Serrão
Orientadora: Márcia Regina Lima de Souza


RESUMO

A perda total dos dentes (edentulismo) compromete a mastigação, a estética e a qualidade de vida dos pacientes. Embora as próteses totais convencionais sejam a alternativa mais utilizada, muitas vezes apresentam falhas de retenção e estabilidade, especialmente em casos de reabsorção óssea acentuada, gerando desconforto e insatisfação. Nesse cenário, as overdentures implanto-suportadas representam uma opção de reabilitação mais eficiente, oferecendo maior estabilidade, conforto e previsibilidade nos resultados. Este trabalho teve como objetivo reunir e analisar as evidências recentes sobre o uso de overdentures, destacando seus benefícios em comparação às próteses convencionais. Os achados evidenciam que esse tipo de tratamento melhora a função mastigatória, a fonética e a estética, restaurando a harmonia facial e o suporte labial, o que reflete diretamente na autoestima e no bem-estar do paciente. Além disso, a possibilidade de aproveitar próteses já existentes favorece uma transição mais econômica e menos invasiva. Ressalta-se ainda a importância do planejamento adequado, da escolha correta do sistema de retenção e da manutenção periódica, fatores essenciais para garantir a longevidade e o sucesso clínico da reabilitação com overdentures implanto-suportadas.

Palavras-chave: Overdenture; Implantes Dentários; Prótese Total; Qualidade de Vida.

INTRODUÇÃO

     A perda dentária total continua sendo um desafio para a odontologia, sobretudo diante do impacto negativo que o edentulismo exerce sobre a saúde bucal, a função mastigatória, a estética e a autoestima dos pacientes. A ausência completa de dentes compromete a nutrição adequada, a fala e a sociabilidade, influenciando diretamente na qualidade de vida e no bem-estar psicológico dos indivíduos. Tradicionalmente, a prótese total convencional tem sido a solução mais utilizada para a reabilitação desses pacientes, por sua praticidade e baixo custo. No entanto, muitas vezes ela não consegue atender plenamente às expectativas funcionais e estéticas dos usuários, sobretudo pela falta de estabilidade e retenção. (De Barros, 2025).

     Nesse cenário, a introdução das overdentures implanto-suportadas representou um marco no campo da reabilitação oral, ao oferecer maior conforto, retenção e previsibilidade clínica. Diferentemente das próteses totais convencionais, esse tipo de reabilitação combina o suporte da prótese com a ancoragem em implantes dentários, proporcionando maior estabilidade durante a mastigação e a fala, além de benefícios estéticos que impactam positivamente a percepção do paciente. (De Brito, 2025).

      A principal indicação da overdenture é a reabilitação de pacientes edêntulos totais (que perderam todos os dentes), especialmente aqueles que enfrentam dificuldades de adaptação a uma prótese total convencional. As queixas mais comuns que levam a essa indicação são a instabilidade e o desconforto da prótese inferior (mandibular), frequentemente associados à reabsorção óssea avançada, que reduz a área de suporte e a retenção (Teixeira, 2021). 

     Embora seja mais comum e amplamente documentada na mandíbula devido aos desafios inerentes de retenção nessa arcada, a overdenture implanto-suportada pode ser utilizada com excelentes resultados na maxila (arcada superior). A decisão depende de uma avaliação criteriosa do volume e da qualidade óssea, da relação maxilomandibular e das expectativas do paciente. Na maxila, geralmente é recomendado um número maior de implantes (mínimo de 4) para assegurar uma retenção adequada, considerando a menor densidade óssea da região. (De Barros, 2024).  

     Do ponto de vista técnico, as overdentures podem ser planejadas de acordo com o número e a posição dos implantes, o tipo de conexão utilizada e as características anatômicas do paciente, o que garante individualização do tratamento. No aspecto funcional, esse recurso proporciona melhor eficiência mastigatória, maior conforto e redução da reabsorção óssea alveolar. Já sob a perspectiva estética, as overdentures contribuem para a restauração da harmonia facial, devolvendo suporte labial e aspecto mais natural ao sorriso. (Dos Santos, 2025).

     Do ponto de vista científico, a discussão é relevante por reunir evidências sobre os avanços técnicos e clínicos na utilização de implantes para suporte de próteses, fornecendo subsídios para um planejamento mais adequado e individualizado. Sob a perspectiva social, o estudo se justifica pela necessidade de compreender os benefícios funcionais e estéticos dessa modalidade de tratamento, já que a saúde bucal está diretamente relacionada à autoestima, à nutrição e ao bem-estar psicossocial. (De araújo, 2025). 

     Apesar dos avanços, a indicação e o planejamento das overdentures ainda demandam conhecimento aprofundado do cirurgião-dentista, uma vez que envolvem aspectos técnicos complexos, variabilidade anatômica e diferentes opções de sistemas de conexão. Além disso, os resultados funcionais e estéticos devem ser analisados de maneira integrada, considerando tanto a literatura científica quanto a experiência clínica acumulada nos últimos anos (De Araújo, 2025). 

Este trabalho tem como objetivo analisar, por meio de revisão da literatura, os principais aspectos técnicos, funcionais e estéticos das overdentures implanto-suportadas, destacando suas indicações, vantagens e limitações em comparação às próteses totais convencionais, além de avaliar como essa modalidade de reabilitação contribui para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes, fornecendo subsídios para um planejamento clínico individualizado e baseado em evidências.

MATERIAL E MÉTODOS

     O presente estudo caracteriza-se como uma revisão integrativa da literatura, cujo objetivo foi analisar os aspectos técnicos, funcionais e estéticos relacionados à reabilitação com overdentures implanto-suportadas. A revisão integrativa é um método que permite reunir, avaliar criticamente e sintetizar resultados de pesquisas previamente publicadas, proporcionando uma visão abrangente da temática e oferecendo suporte para práticas clínicas baseadas em evidências (Creswell, 2014).

     A busca de dados foi realizada nas bases Google Acadêmico e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), contemplando publicações disponíveis entre os anos de 2020 e 2025, a fim de garantir a atualidade das informações. Para a pesquisa, foram utilizados os seguintes descritores: “overdentures”, “implantes dentários”, “prótese implantosuportada” e “reabilitação oral”.

     Na etapa inicial, foram identificados 22 artigos que abordavam diretamente a temática proposta. Após a aplicação dos critérios de inclusão – publicações no período delimitado, disponíveis na íntegra, em português, inglês ou espanhol, que apresentassem relação direta com os aspectos técnicos, funcionais ou estéticos das overdentures implanto-suportadas – foram selecionados  artigos para análise detalhada.

      Os critérios de exclusão compreenderam trabalhos que tratavam exclusivamente de próteses totais convencionais, próteses parciais removíveis ou estudos que não abordavam a relação entre overdentures e qualidade clínica/estética.  A amostra final contemplou pesquisas de diferentes delineamentos, incluindo estudos clínicos, revisões sistemáticas e revisões narrativas, a fim de possibilitar uma visão consistente e multifacetada da temática. A análise dos artigos selecionados foi conduzida por meio de leitura crítica e sistematização dos resultados, com enfoque em três eixos principais: aspectos técnicos (planejamento, número e posição de implantes, tipos de conexões e complicações), aspectos funcionais (retenção, estabilidade, eficiência mastigatória, fonética e conforto) e aspectos estéticos (harmonia facial, suporte labial, naturalidade do sorriso e percepção de qualidade de vida).

    A sistematização foi organizada em categorias temáticas, de modo a possibilitar comparação entre os estudos e construção de uma síntese integrativa sobre a eficácia clínica das overdentures implanto-suportadas.

RESULTADOS E DISCUSSÕES

Atualmente, existe uma tendência crescente em direção às próteses fixas, devido à sua superioridade em aspectos funcionais e à maior satisfação relatada pelos pacientes (De Miranda; Mattiello, 2023; De Araújo et al., 2025). Essa preferência está ligada a fatores como melhor retenção, estabilidade, eficiência mastigatória e conforto, pontos que impactam diretamente na qualidade de vida e na saúde oral do paciente (Da Silva et al., 2025; Alvarenga; Thomes, 2025).

A reabilitação oral de pacientes edêntulos é um desafio clínico que envolve a restauração das funções mastigatórias, fonéticas e estéticas comprometidas pelo edentulismo. No estudo de Alves et al. (2017), observa-se a transição de uma paciente usuária de overdenture para uma prótese implanto-suportada tipo protocolo, evidenciando a busca por maior estabilidade e conforto funcional. O relato de caso explicitado no artigo  reforça que, embora as overdentures já representem um avanço significativo em relação às próteses totais convencionais, a prótese fixa sobre implantes pode proporcionar uma reabilitação mais previsível e duradoura, especialmente em casos de insatisfação com retenção ou desgaste protético. Do ponto de vista técnico, Alves et al. (2017) descrevem detalhadamente o processo de instalação dos implantes e a confecção das próteses, ressaltando a importância da correta determinação da dimensão vertical de oclusão e da relação acêntrica para o sucesso funcional. 

A literatura corrobora que o número e o posicionamento dos implantes — geralmente dois a quatro na mandíbula — são fatores determinantes para a retenção e a distribuição das cargas mastigatórias (Awad et al., 2014; Boven et al., 2015). Em comparação com as próteses totais muco-suportadas, as overdentures oferecem maior estabilidade e adaptação, reduzindo a reabsorção óssea e o desconforto (Schoichet et al., 2010; Almeida et al., 2015).

No aspecto funcional, a overdenture conforme o artigo em questão,  promove significativa melhora na eficiência mastigatória e no controle dos movimentos mandibulares, quando comparada à prótese total convencional (Matiello et al., 2005; Franciozi et al., 2013). Entretanto, Alves et al. (2017) observaram que, mesmo com o uso de overdentures, ainda há limitações quanto à retenção inferior, o que pode levar pacientes a optarem por próteses fixas tipo protocolo. Estas, por sua vez, proporcionam maior segurança na mastigação e na fala, além de maior previsibilidade clínica, embora exijam técnica mais apurada e higienização rigorosa para evitar complicações peri-implantares (Serino; Ström, 2009; Alani; Bishop, 2014).

Do ponto de vista estético, é possível ratificar que a overdenture apresenta boa harmonia facial e aparência natural, principalmente quando há correta determinação da dimensão vertical e posicionamento dos dentes artificiais (Abduo; Lyons, 2012; Dallazen et al., 2014). No caso relatado por Alves et al. (2017), a paciente relatou melhora perceptível no sorriso e satisfação com a estética final após a confecção do protocolo inferior, o que reflete o impacto positivo dessas reabilitações sobre a autoestima e a qualidade de vida. Assim, tanto a overdenture quanto a prótese fixa contribuem esteticamente, mas em graus distintos de naturalidade e conforto psicossocial.

Alves et al. (2017) evidencia que as overdentures continuam sendo uma alternativa viável e econômica, com vantagens como a facilidade de higienização, custo reduzido e manutenção simples. Contudo, o protocolo implanto-suportada destaca-se pela maior estabilidade e previsibilidade técnica, ainda que apresente custo e complexidade cirúrgica mais elevados. Dessa forma, a escolha entre as modalidades deve considerar as condições ósseas, a habilidade do paciente com a higiene oral e suas expectativas estéticas e funcionais, consolidando um planejamento clínico individualizado e baseado em evidências.

O segundo artigo, revela que, a reabilitação oral por meio de overdentures implantosuportadas tem se consolidado como uma alternativa eficaz às próteses totais convencionais, tanto em desempenho clínico quanto em satisfação do paciente. O estudo de Probst et al. (2019) aprofunda essa discussão ao analisar a custo-efetividade das overdentures em relação às próteses convencionais, destacando a importância de se considerar não apenas a eficiência biomecânica, mas também os impactos econômicos e sociais do tratamento. Essa abordagem complementa o foco de Alves et al. (2017), que exploraram mais profundamente os aspectos técnicos e funcionais, convergindo no objetivo comum de demonstrar como a overdenture contribui para uma reabilitação mais previsível, confortável e estética, alinhada ao propósito desta revisão de literatura. Do ponto de vista técnico, Probst et al. (2019) identificaram que o uso de dois implantes na região anterior mandibular aumenta significativamente a retenção, estabilidade e durabilidade das overdentures, reduzindo a necessidade de reembasamentos frequentes.

 Essa constatação está em consonância com o que foi relatado por Alves et al. (2017), que também observaram melhor adaptação e menor incidência de lesões na mucosa quando comparadas às próteses totais convencionais. Contudo, enquanto Alves et al. enfatizam a importância do correto torque e do sistema de encaixe na previsibilidade clínica, Probst et al. acrescentam a dimensão econômica, mostrando que, mesmo com custo inicial mais elevado, o investimento se justifica pela menor demanda de manutenção. Essa complementação evidencia que os avanços técnicos das overdentures não apenas otimizam o desempenho clínico, mas também conferem viabilidade financeira a longo prazo.

Nos aspectos funcionais, ambos os estudos reforçam a superioridade das overdentures. Probst et al. (2019) demonstraram que pacientes reabilitados com overdentures apresentam melhor eficiência mastigatória e conforto funcional, além de maior estabilidade durante a fala. Esses resultados corroboram os achados de Alves et al. (2017), que destacaram o aumento da força mastigatória e a melhora da deglutição e fonética. No entanto, Probst et al. vão além ao relacionar o ganho funcional com a adesão terapêutica e satisfação geral do paciente, sugerindo que a previsibilidade funcional também tem reflexos no bem-estar psicológico. Assim, enquanto Alves et al. enfatizam a performance clínica, Probst et al. ampliam a análise para o impacto funcional na qualidade de vida global, o que reforça a importância de um planejamento clínico centrado no paciente.

Quanto aos aspectos estéticos, Probst et al. (2019) salientam que a possibilidade de reposicionar adequadamente os dentes artificiais e restaurar o suporte labial permite resultados visuais mais naturais e harmoniosos. Tal observação complementa as conclusões de Alves et al. (2017), que destacaram a reconstituição da dimensão vertical e o equilíbrio facial como fatores de satisfação estética. Entretanto, o diferencial do estudo de Probst et al. reside na associação entre estética e inclusão social, mostrando que a melhora da aparência não é apenas uma questão de vaidade, mas também de reintegração psicossocial. Assim, ambos os trabalhos convergem ao apontar a estética como um pilar central da aceitação da overdenture, mas Probst et al. ampliam o olhar para o contexto social e econômico da reabilitação oral.

Referente à qualidade de vida, os resultados de Probst et al. (2019) evidenciam melhorias expressivas em domínios como mastigação, fala, conforto e autoconfiança, quando comparados aos usuários de próteses totais convencionais. Essa constatação está em linha com Alves et al. (2017), que também relataram índices mais altos de satisfação e menor desconforto entre os portadores de overdentures. Contudo, Probst et al. introduzem uma dimensão de análise custo-benefício, demonstrando que, a longo prazo, a overdenture oferece retorno clínico e emocional superior, justificando o investimento inicial. A combinação dos dois estudos fortalece a visão de que a overdenture é mais que uma alternativa técnica: trata-se de uma solução integral, capaz de impactar positivamente a vida cotidiana e emocional do paciente.

Em síntese, o estudo de Probst et al. (2019) amplia o entendimento sobre as overdentures implanto-suportadas, ao incluir o componente econômico e social em um cenário dominado por discussões técnicas e funcionais. A comparação com Alves et al. (2017) mostra que ambos os trabalhos, embora com enfoques diferentes, são complementares: enquanto Alves et al. reforçam o embasamento técnico-científico, Probst et al. destacam a aplicabilidade e sustentabilidade da reabilitação. 

A pesquisa de Gomes et al. (2024) discute a perda dentária como um fator que afeta de maneira profunda a qualidade de vida, destacando o papel das próteses dentárias na reabilitação estética e funcional. O artigo ressalta que cerca de 11% da população brasileira é totalmente edêntula, o que demonstra a relevância social e clínica do tema. Assim como em Alves et al. (2017), o enfoque inicial recai sobre a necessidade de devolver ao paciente não apenas a mastigação, mas também a autoestima e o bem-estar psicológico. Entretanto, enquanto Alves et al. abordam de forma mais generalista as implicações das próteses removíveis, Gomes et al. aprofundam a comparação técnica entre os dois tipos de reabilitação, propondo uma análise de eficácia, conforto e durabilidade com base na experiência do paciente.

No segundo momento, os autores destacam que a odontologia, antes vista como uma prática mutiladora, passou a incorporar uma abordagem reabilitadora e tecnológica. Essa mudança de paradigma é convergente com as observações de Probst et al. (2019), que também identificam a evolução das técnicas de reabilitação oral como um marco na melhoria da saúde bucal e da qualidade de vida. Contudo, Gomes et al. (2024) avançam ao discutir de forma crítica que, mesmo com o progresso tecnológico, a escolha entre prótese total convencional e prótese sobre implante deve considerar aspectos individuais, como o poder aquisitivo, o tempo de tratamento e as condições ósseas do paciente — fatores apenas tangencialmente abordados por Probst et al. (2019).

Além disso, o estudo evidencia que a reabilitação eficaz depende da análise individualizada de cada caso, levando em conta expectativas estéticas, funcionais e psicológicas. Aqui, a convergência com Alves et al. (2017) é clara, visto que ambos defendem a personalização do tratamento odontológico. No entanto, enquanto Alves et al. enfatizam a função mastigatória e o equilíbrio oclusal, Gomes et al. (2024) ampliam a discussão para o campo da satisfação subjetiva, avaliando o conforto, adaptação e impacto psicossocial das próteses. Essa ampliação de perspectiva reforça o caráter humanizado da odontologia contemporânea, que, mais do que restaurar dentes, busca restaurar identidades e relações sociais.

Outro ponto relevante é a ênfase de Gomes et al. (2024) na durabilidade e no custobenefício das próteses sobre implantes em comparação às próteses totais convencionais. Essa análise é um diferencial do artigo, pois introduz uma discussão econômica que não aparece com destaque em Alves et al. (2017) nem em Probst et al. (2019). Enquanto os primeiros autores se concentram em aspectos clínicos e anatômicos, Gomes et al. problematizam a desigualdade de acesso à tecnologia odontológica, evidenciando que a eficácia superior das próteses implantossuportadas muitas vezes é limitada por barreiras financeiras. Assim, o estudo cumpre um papel social, chamando atenção para a necessidade de políticas públicas que ampliem o acesso a tratamentos reabilitadores modernos.

Por fim, o artigo apresenta uma conclusão coerente com seu objetivo — explorar a experiência do paciente e identificar fatores que impactam sua satisfação. Comparado aos estudos anteriores, Gomes et al. (2024) demonstram uma abordagem mais empírica, voltada à percepção do paciente e não apenas aos parâmetros clínicos. Essa diferença metodológica amplia a compreensão do sucesso terapêutico, aproximando a odontologia da dimensão biopsicossocial do cuidado. Em contraste, tanto Alves et al. (2017) quanto Probst et al. (2019) mantêm um enfoque mais técnico, o que torna o trabalho de Gomes et al. uma contribuição contemporânea e complementar dentro da literatura sobre reabilitação oral.

A reabilitação oral com próteses implanto-suportadas, especialmente overdentures e próteses tipo protocolo, tem se consolidado como uma alternativa superior às próteses totais convencionais no restabelecimento da função mastigatória, estética e bem-estar do paciente edêntulo. O estudo de Mucciolo e Cossatis (2025) reforça esse panorama ao comparar o desempenho clínico das próteses fixas tipo protocolo em relação às removíveis, destacando ganhos de estabilidade, conforto e preservação óssea. Tal abordagem converge com o objetivo central desta revisão, que é compreender, à luz da literatura, os principais aspectos técnicos, funcionais e estéticos das overdentures implanto-suportadas, e como essas contribuem para uma reabilitação personalizada e baseada em evidências.

O artigo de Mucciolo e Cossatis (2025), evidencia que as próteses fixas tipo protocolo apresentam desempenho funcional superior às próteses removíveis, especialmente em termos de eficiência mastigatória e retenção. Essa constatação encontra paralelo com o estudo de Gomes et al. (2024), que também relatou melhor desempenho mastigatório e conforto em pacientes com próteses implantossuportadas, além de corroborar as observações de Alves et al. (2017), que destacaram a importância do suporte implantário na estabilidade das overdentures. Enquanto as overdentures preservam a mucosa e permitem manutenção simplificada, as próteses fixas ampliam a previsibilidade funcional, demonstrando que ambas as modalidades superam amplamente as limitações das próteses totais convencionais.

Nos aspectos estéticos e psicológicos, Mucciolo e Cossatis (2025) apontam significativa elevação da autoestima e satisfação em pacientes reabilitados com próteses fixas, reflexo direto da naturalidade e estabilidade obtidas. Esse resultado é coerente com Probst et al. (2019), que observaram que as overdentures promovem não apenas reabilitação funcional, mas também resgate da confiança social, devido à sensação de segurança e estética restaurada. Assim, embora o tipo protocolo proporcione uma integração mais definitiva, as overdentures oferecem uma alternativa esteticamente satisfatória, com menores custos e maior adaptabilidade, especialmente em contextos clínicos de limitação óssea.

Do ponto de vista biológico, os autores destacam a preservação óssea proporcionada pelas próteses tipo protocolo, resultado da transmissão de forças mastigatórias aos implantes, que reduz a reabsorção alveolar (Mucciolo; Cossatis, 2025). Essa vantagem já havia sido enfatizada por Gomes et al. (2024) e De Andrade et al. (2023), mostrando que tanto overdentures quanto próteses fixas favorecem a manutenção da crista óssea. No entanto, Alves et al. (2017) alertam que, nas overdentures, o sucesso depende fortemente do planejamento biomecânico e da distribuição dos implantes, especialmente em mandíbulas com pouca densidade óssea — um ponto em que o tipo protocolo, por ser rigidamente fixo, tende a oferecer maior previsibilidade.

Quanto aos aspectos econômicos e de manutenção, Mucciolo e Cossatis (2025) reconhecem que o custo inicial das próteses fixas é mais elevado, mas compensado por menor necessidade de reparos e maior longevidade clínica. Em comparação, as overdentures discutidas por Probst et al. (2019) e Gomes et al. (2024) mostram-se mais acessíveis e de fácil higienização, sendo preferíveis em pacientes com limitações financeiras ou anatômicas. Assim, a escolha entre overdenture e prótese tipo protocolo deve considerar o equilíbrio entre custo-benefício, condição óssea e expectativa funcional — reforçando a importância do planejamento clínico individualizado.

Por fim, o artigo de Mucciolo e Cossatis (2025) ressalta que o sucesso das reabilitações implantossuportadas depende da adesão do paciente ao controle de higiene e da manutenção periódica, convergindo com as conclusões de Alves et al. (2017), que enfatizam a educação e o acompanhamento contínuo como fatores determinantes para a longevidade das overdentures. Comparativamente, as overdentures representam uma solução mais versátil e reversível, enquanto as próteses tipo protocolo oferecem estabilidade definitiva, exigindo maior rigor clínico. Essa complementaridade reforça que ambas as abordagens são expressões de uma odontologia reabilitadora moderna e fundamentada em evidências, cujo foco está na qualidade de vida do paciente.

A reabilitação oral com overdentures implanto-suportadas tem se consolidado como uma das principais alternativas às próteses totais convencionais, por unir estabilidade funcional, conforto estético e previsibilidade clínica. O artigo de Lemos et al. (2025) reforça esse panorama ao realizar uma revisão sistemática que compara a eficácia, a satisfação do paciente e a qualidade de vida de usuários de overdentures implanto-retidas em relação às próteses convencionais. Assim como os trabalhos de Alves et al. (2017), Probst et al. (2019) e Mucciolo e Cossatis (2025), o estudo busca compreender, a partir de evidências científicas, como as overdentures contribuem para uma reabilitação mais completa, tanto nos aspectos técnicos quanto nos funcionais e estéticos. Essa convergência temática reforça a importância de um planejamento clínico individualizado e fundamentado em dados empíricos, conforme preconiza o objetivo central desta pesquisa.

Nos aspectos técnicos, Lemos et al. (2025) descrevem detalhadamente os sistemas de retenção utilizados nas overdentures implanto-retidas, como os encaixes tipo barra-clipe, o’ring e magneto, destacando suas diferenças quanto à estabilidade e manutenção. Esse enfoque técnico é mais profundo do que o apresentado por Alves et al. (2017), que tratou de modo geral da ancoragem sobre implantes. A revisão de Lemos et al. (2025) evidencia que a escolha do sistema de retenção impacta diretamente a durabilidade e o conforto do paciente, sendo o tipo barra-clipe o mais indicado em casos de reabsorção óssea acentuada, embora apresente custo mais elevado e maior complexidade de higienização. Em comparação, o artigo de Probst et al. (2019) enfatizou mais os parâmetros estéticos e psicossociais do tratamento, enquanto o de Mucciolo e Cossatis (2025) destacou a robustez estrutural das próteses fixas tipo protocolo. Assim, observa-se que o estudo de Lemos et al. (2025) complementa os anteriores ao trazer uma análise mais precisa das variáveis mecânicas e biomecânicas, consolidando as overdentures como uma alternativa técnica segura e adaptável.

Quanto aos aspectos funcionais, os resultados de Lemos et al. (2025) indicam que as overdentures implanto-retidas promovem significativa melhora na função mastigatória, força de mordida e conforto durante o uso, superando as próteses totais convencionais. Essa constatação reforça os achados de Alves et al. (2017), que já haviam associado o uso das overdentures a maior eficiência mastigatória e retenção protética. Entretanto, Lemos et al. (2025) aprofundam a discussão ao apontar que, apesar da melhora mastigatória, nem todos os estudos demonstraram diferenças nutricionais relevantes entre os grupos, um ponto também questionado por Assunção et al. (2007) e Sun et al. (2014). Em comparação, Probst et al. (2019) destacou a reabilitação funcional como um fator de impacto psicológico positivo, e Mucciolo e Cossatis (2025) mostraram que as próteses fixas atingem desempenho ainda mais estável a longo prazo. Dessa forma, o conjunto das análises confirma que as overdentures representam um equilíbrio entre função e praticidade, especialmente em pacientes que não podem ou não desejam optar por reabilitações fixas.

Nos aspectos estéticos, o estudo de Lemos et al. (2025) reforça que as overdentures implanto-retidas proporcionam melhora significativa na estética facial e no contorno labial, devido à preservação da estrutura óssea alveolar promovida pela estimulação dos implantes. Essa preservação óssea confere um aspecto facial mais natural, o que está em consonância com o que foi observado por Probst et al. (2019), que associou a estética protética à autoestima e à reintegração social do paciente. Alves et al. (2017) e Mucciolo e Cossatis (2025) também reconhecem o valor estético da reabilitação implanto-suportada, porém o primeiro destaca a acessibilidade e o segundo, o refinamento técnico das próteses fixas. A análise comparativa revela que, embora as overdentures possam não alcançar o mesmo nível estético das próteses tipo protocolo, ainda se sobressaem em relação às próteses totais convencionais por oferecerem melhor suporte facial e aparência mais harmoniosa.

Em relação às indicações, vantagens e limitações, Lemos et al. (2025) reiteram que as overdentures são especialmente recomendadas para pacientes edêntulos com reabsorção óssea moderada, baixo limiar de tolerância cirúrgica ou restrições financeiras. Essa conclusão é convergente com os achados de Alves et al. (2017), que destacaram o custo-benefício do método, e com os de Mucciolo e Cossatis (2025), que enfatizaram a necessidade de planejamento individualizado conforme a condição óssea e o perfil socioeconômico do paciente. Probst et al. (2019) complementa esse raciocínio ao afirmar que a escolha da reabilitação deve considerar também fatores subjetivos, como a expectativa estética e a motivação pessoal. Assim, a revisão de Lemos et al. (2025) amplia a discussão ao propor uma visão equilibrada, onde as overdentures implanto-suportadas não são apenas uma alternativa técnica intermediária, mas uma solução personalizável e de alta eficácia clínica.

Por fim, a análise conjunta dos quatro artigos evidencia que a evolução das overdentures implanto-suportadas representa um marco na odontologia reabilitadora, integrando avanços técnicos, funcionais e estéticos. A revisão de Lemos et al. (2025) reafirma que, apesar do maior custo inicial e da necessidade de manutenção periódica, essa modalidade de prótese oferece benefícios superiores em retenção, conforto e qualidade de vida, validando sua adoção como padrão de cuidado, especialmente na mandíbula, conforme os consensos internacionais (THOMASON et al., 2009). A comparação crítica com Alves et al. (2017), Probst et al. (2019) e Mucciolo e Cossatis (2025) demonstra que a overdenture implanto-suportada continua sendo uma alternativa de equilíbrio entre funcionalidade e estética, atendendo de forma eficaz às demandas clínicas e emocionais dos pacientes edêntulos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A análise da literatura permitiu verificar que as overdentures implanto-suportadas representam um avanço significativo na reabilitação oral de pacientes edêntulos, ao aliarem desempenho técnico aprimorado, funcionalidade superior e estética satisfatória. Em comparação às próteses totais convencionais, essa modalidade oferece maior estabilidade, conforto e previsibilidade clínica, reduzindo limitações comuns como a mobilidade das bases protéticas e a perda de retenção durante a mastigação. Do ponto de vista técnico, a incorporação de implantes e sistemas de encaixe permite um ajuste personalizado, assegurando melhor distribuição das forças oclusais e maior longevidade da reabilitação.

Nos aspectos funcionais, observou-se que o uso das overdentures proporciona, melhorias expressivas na mastigação, na fonética e na eficiência oclusal, favorecendo o retorno do paciente a uma rotina alimentar mais natural e prazerosa. Essa estabilidade funcional também se reflete no bem-estar psicológico, visto que o paciente recupera segurança ao se alimentar e interagir socialmente. Assim, as overdentures não apenas restauram a função mastigatória, mas também resgatam a confiança e a autonomia do indivíduo, o que contribui diretamente para uma melhor qualidade de vida.

Sob o ponto de vista estético, a presença dos implantes reduz a reabsorção óssea e mantém o suporte facial, evitando o colapso labial e o aspecto envelhecido frequentemente associados às próteses convencionais. O resultado é uma reabilitação mais natural, harmoniosa e integrada ao perfil facial do paciente, atendendo tanto às necessidades clínicas quanto às expectativas subjetivas relacionadas à aparência e autoestima.

Embora apresentem custo inicial mais elevado e demandem acompanhamento clínico periódico, as overdentures mostram-se uma alternativa equilibrada entre desempenho, acessibilidade e manutenção. Essa modalidade é especialmente indicada para pacientes que não desejam ou não podem receber próteses fixas, mas que buscam uma solução estável, confortável e esteticamente satisfatória.

Dessa forma, o presente estudo atinge seu objetivo ao demonstrar que a reabilitação com overdentures implanto-suportadas constitui uma opção tecnicamente eficiente, funcionalmente eficaz e esteticamente favorável, capaz de promover melhorias significativas na qualidade de vida dos pacientes. 

Os resultados da revisão reforçam a importância do planejamento clínico individualizado e fundamentado em evidências científicas, garantindo abordagens terapêuticas seguras, personalizadas e alinhadas às necessidades contemporâneas da odontologia reabilitadora.

REFERÊNCIAS

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