PREVALÊNCIA E FATORES ASSOCIADOS À PERDA PRECOCE DE MOLARES PERMANENTES EM CRIANÇAS DE UMA ESCOLA INFANTIL

PREVALENCE AND FACTORS ASSOCIATED WITH EARLY LOSS OF PERMANENT MOLARS IN CHILDREN AT A NURSING SCHOOL

PREVALENCIA Y FACTORES ASOCIADOS A LA PÉRDIDA TEMPRANA DE MOLARES PERMANENTES EN NIÑOS DE UNA ESCUELA DE ENFERMERÍA

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202510291222


Debora Feitosa da Costa1
Leonardo Antônio Araújo de Almeida2
Orientadora: Caren Cristine Da Silva Batista3


RESUMO: A perda precoce dos primeiros molares permanentes em crianças representa um desafio relevante para a odontopediatria, por suas repercussões na oclusão dentária, no desenvolvimento craniofacial e na qualidade de vida. O presente estudo teve como objetivo identificar a prevalência da perda precoce desses dentes e analisar sua associação com fatores de higiene bucal, frequência de acompanhamento odontológico e hábitos alimentares. A pesquisa foi realizada em uma escola pública de Porto Velho – RO, envolvendo 62 crianças do ensino fundamental. Trata-se de um estudo observacional e transversal, com coleta de dados por meio de exame clínico odontológico e aplicação de questionário padronizado aos responsáveis. Os dados foram organizados em planilhas e analisados por medidas de frequência, média e desvio padrão, a fim de identificar padrões e associações entre as variáveis. Os resultados mostraram que 77,4% das crianças apresentaram todos os molares permanentes, enquanto 22,6% tiveram ausência de um ou mais dentes. A higiene bucal foi classificada como boa em 54,9% da amostra, regular em 41,2% e ruim em 3,9%. Constatou-se relação entre menor frequência de escovação e presença de maloclusão. Conclui-se que a perda precoce dos primeiros molares permanentes compromete o desenvolvimento bucal infantil, sendo essencial a adoção de estratégias preventivas e educativas para promover a saúde bucal e evitar complicações funcionais e estéticas futuras.

PALAVRAS-CHAVE: perda dentária precoce, molares permanentes, higiene bucal, odontopediatria, maloclusão, saúde pública.

ABSTRACT: The early loss of permanent first molars in children represents a significant challenge for pediatric dentistry due to its impact on dental occlusion, craniofacial development, and overall quality of life. This study aimed to identify the prevalence of early loss of these teeth and to analyze its association with oral hygiene factors, frequency of dental follow-up, and eating habits. The research was conducted in a public school in Porto Velho, Brazil, with a sample of 62 elementary school children. It was a cross-sectional observational study, with data collected through clinical dental examinations and standardized questionnaires completed by parents or guardians. Data were analyzed using frequency, mean, and standard deviation measures to identify patterns and associations among variables. Results showed that 77.4% of children retained all permanent molars, while 22.6% presented loss of one or more teeth. Oral hygiene was classified as good in 54.9% of the sample, regular in 41.2%, and poor in 3.9%. An association was found between lower brushing frequency and the presence of malocclusion. It is concluded that early loss of permanent molars significantly affects oral development in childhood, highlighting the need for preventive and educational strategies to promote oral health and prevent functional and aesthetic complications.

KEYWORDS: early tooth loss, permanent molars, oral hygiene, pediatric dentistry, malocclusion, public health.

RESUMEN: La pérdida precoz de los primeros molares permanentes en niños representa un desafío importante para la odontopediatría, debido a sus repercusiones en la oclusión dental, el desarrollo craneofacial y la calidad de vida. El presente estudio tuvo como objetivo identificar la prevalencia de la pérdida temprana de estos dientes y analizar su asociación con factores de higiene bucal, frecuencia de atención odontológica y hábitos alimentarios. La investigación se realizó en una escuela pública de Porto Velho, Brasil, con una muestra de 62 niños de educación primaria. Se trata de un estudio observacional y transversal, con recolección de datos mediante examen clínico odontológico y cuestionario estructurado aplicado a los responsables. Los datos fueron analizados mediante medidas de frecuencia, media y desviación estándar para identificar patrones y asociaciones entre las variables. Los resultados mostraron que el 77,4% de los niños conservaban todos los molares permanentes, mientras que el 22,6% presentaban la ausencia de uno o más dientes. La higiene bucal fue clasificada como buena en el 54,9% de la muestra, regular en el 41,2% y deficiente en el 3,9%. Se observó una relación entre la menor frecuencia de cepillado y la presencia de maloclusión. Se concluye que la pérdida temprana de los molares permanentes compromete el desarrollo bucal infantil, siendo fundamental implementar estrategias preventivas y educativas para promover la salud bucal y evitar complicaciones funcionales y estéticas.

PALABRAS CLAVE: pérdida dental precoz, molares permanentes, higiene bucal, odontopediatría, maloclusión, salud pública.

1. Introdução

Os primeiros molares permanentes (PMPs) desempenham um papel fundamental na saúde bucal infantil, exercendo funções essenciais na mastigação, na oclusão e na estabilidade da arcada dentária. Sua importância vai além da funcionalidade imediata, pois orientam o alinhamento dos dentes sucessores e influenciam diretamente o desenvolvimento da dentição (Rodríguez, 2023). Compreender a relevância desses dentes e os desafios relacionados à sua manutenção é essencial para garantir a saúde bucal a longo prazo.

Os PMPs contribuem para uma mastigação eficiente, permitindo que as crianças processem adequadamente os alimentos, o que impacta de forma direta a nutrição e a digestão (Rodríguez, 2023). Contudo, devido à sua localização e ao tempo prolongado de erupção, são altamente suscetíveis à cárie dentária, uma das doenças mais prevalentes na infância.

A perda precoce desses dentes representa um desafio crescente na odontopediatria, podendo desencadear movimentações dentárias indesejadas, maloclusões e redução da eficiência mastigatória (Noble et al., 2023). Além dos impactos funcionais, há repercussões estéticas e psicológicas, que afetam a autoestima e a qualidade de vida da criança.

Diante disso, políticas preventivas e educativas tornam-se essenciais. A aplicação de selantes, fluorterapias e o uso de mantenedores de espaço, quando a extração é inevitável, são medidas fundamentais para preservar a função e o alinhamento dentário (Soloshenko, 2022).

2. Importância e vulnerabilidade dos primeiros molares permanentes

Os PMPs surgem entre os seis e sete anos de idade e assumem papel central na função mastigatória, no suporte oclusal e como guia de erupção dos dentes posteriores (Rodríguez, 2023). Contudo, pela exposição precoce à cavidade oral, apresentam alta vulnerabilidade à cárie e consequente perda precoce (Jiménez-Gayosso et al., 2024).

Quando ocorre a perda, surgem alterações significativas na oclusão e no espaço para erupção dos dentes sucessores. Tais condições aumentam a necessidade de intervenção ortodôntica e podem comprometer a harmonia facial (Cobourne et al., 2023).

A perda dos PMPs compromete a mastigação e a nutrição infantil (Noble et al., 2023). Também afeta a autoestima da criança devido aos impactos estéticos e funcionais (Gunjal et al., 2024). Além disso, a ausência desses dentes favorece a movimentação dos dentes adjacentes, colapso do espaço e o desenvolvimento de maloclusões, exigindo acompanhamento clínico (Lakhani et al., 2023).

A literatura destaca medidas preventivas como aplicação de selantes, fluorterapia e educação em saúde bucal (Soloshenko, 2022). A abordagem interdisciplinar entre odontopediatria e ortodontia é essencial para reduzir complicações e evitar extrações desnecessárias (Taylor; Bulmer, 2025). Quando a perda é inevitável, a utilização de mantenedores de espaço é indicada para evitar desalinhamentos e reduzir a necessidade de tratamentos corretivos futuros (Cenzato et al., 2024).

Apesar dos avanços científicos, há escassez de estudos nacionais que avaliem a prevalência e os fatores associados à perda precoce dos PMPs em contextos escolares. Assim, esta pesquisa busca contribuir com dados locais que subsidiem políticas de prevenção e estratégias de intervenção na saúde bucal infantil (Jiménez-Gayosso et al., 2024).

3. Metodologia

A presente pesquisa será conduzida em uma escola infantil localizada na cidade de Porto Velho – RO, com o propósito de identificar a prevalência e os fatores associados à perda precoce dos primeiros molares permanentes em crianças matriculadas na instituição. Trata-se de um estudo observacional, descritivo e transversal, de caráter quantitativo e qualitativo, realizado com a participação voluntária das crianças, mediante a autorização prévia dos pais ou responsáveis legais, que assinarão o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), bem como o termo de assentimento livre e informado por parte das próprias crianças. Todos os procedimentos serão conduzidos em conformidade com as normas éticas da Resolução nº 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde, garantindo o sigilo das informações e o respeito à dignidade e à liberdade individual dos participantes.

A coleta de dados será executada durante o período letivo, em um espaço reservado da instituição, de modo a assegurar privacidade e conforto aos participantes. Caso a criança manifeste insegurança, será permitida a presença de um responsável durante o exame clínico. O estudo compreenderá duas etapas de coleta: a primeira consistirá em uma avaliação clínica odontológica, conduzida por um cirurgião-dentista capacitado, utilizando espátulas de madeira, luz natural e, quando necessário, iluminação artificial complementar para garantir melhor visualização da cavidade bucal; a segunda etapa envolverá a aplicação de um questionário estruturado aos responsáveis legais. 

Durante o exame clínico, serão registradas informações referentes à presença ou ausência dos primeiros molares permanentes, causas prováveis de perda dentária, como cárie extensa, trauma, doença periodontal ou hipomineralização molar-incisivo, além da observação da higiene oral e da existência de possíveis maloclusões associadas. O questionário, composto por perguntas objetivas, abordará aspectos relacionados aos hábitos de higiene bucal das crianças, frequência de visitas ao dentista, histórico de cáries e traumas dentários, além de eventuais dificuldades mastigatórias relatadas pelos responsáveis. O instrumento será disponibilizado presencialmente ou em formato digital, conforme a conveniência dos participantes, a fim de garantir maior adesão à pesquisa.

Serão incluídas no estudo crianças regularmente matriculadas na instituição e que apresentem os primeiros molares permanentes erupcionados ou histórico documentado de perda precoce desses dentes, desde que seus responsáveis tenham formalizado a autorização de participação por meio do TCLE e as próprias crianças tenham manifestado assentimento. Serão excluídos os casos de crianças com condições sistêmicas capazes de interferir no desenvolvimento dentário, como síndromes genéticas, distúrbios ósseos ou uso atual de aparelhos ortodônticos fixos, além de formulários de questionários com respostas incompletas ou inconsistentes. 

Os dados obtidos serão tabulados e organizados em planilhas eletrônicas e posteriormente submetidos à análise estatística descritiva e inferencial. Serão utilizadas medidas de frequência, média e desvio padrão, com o intuito de identificar padrões e associações entre a perda precoce dos primeiros molares permanentes e fatores como hábitos de higiene oral, frequência de acompanhamento odontológico e condições socioeconômicas e alimentares. 

4. Resultados e Discussões

A pesquisa envolveu uma amostra de 62 crianças matriculadas em uma escola pública de Porto Velho – RO, distribuídas entre o 2º, 4º e 5º anos do ensino fundamental. O objetivo foi identificar a prevalência da perda precoce dos primeiros molares permanentes e analisar sua associação com hábitos de higiene bucal, frequência de acompanhamento odontológico e condições alimentares.

A análise estatística descritiva utilizou medidas de frequência, média e desvio padrão para identificar padrões e possíveis correlações entre as variáveis investigadas. A média de idade das crianças foi de 9,2 ± 1,4 anos, predominando o sexo feminino (56,5%). A maioria relatou escovação duas vezes ao dia, com frequência média de 2,1 ± 0,6 escovações diárias. Em relação à presença de maloclusão, observou-se prevalência de 11,3%, enquanto 22,6% apresentaram ausência de um ou mais molares permanentes.

4.1 Distribuição da Higiene Bucal por Série

Conforme demonstrado na figura 1, observou-se que a maioria das crianças apresentou higiene bucal classificada como “Boa” (54,9%), seguida de “Regular” (41,2%) e “Ruim” (3,9%). A média geral de pontuação de higiene foi mais alta entre os alunos do 4º ano (2,8 ± 0,4), enquanto o 2º ano apresentou menor média (2,2 ± 0,6), refletindo a influência da idade e da maturidade nos hábitos de escovação.

Figura 1. Representação da classificação de higiene bucal entre as turmas avaliadas (2º, 4º e 5º anos).

Fonte: Dados da pesquisa, 2025.

Esses achados estão em conformidade com Jiménez-Gayosso et al. (2024), que destacou que a formação de hábitos de higiene bucal é mais efetiva em idades intermediárias, quando há maior autonomia infantil e reforço de práticas educativas no ambiente escolar.

4.2 Presença dos Molares Permanentes

A análise de frequência apontou que 77,4% das crianças apresentaram todos os primeiros molares permanentes, enquanto 22,6% já haviam perdido um ou mais desses dentes. A média de dentes ausentes por criança foi de 0,4 ± 0,9, indicando que embora a maioria mantenha dentição completa, há um grupo expressivo em situação de risco.

Figura 2. Percentual de crianças com presença ou ausência dos primeiros molares permanentes.

Fonte: Dados da pesquisa, 2025.

Esses resultados corroboram Cobourne et al. (2023) e Lakhani et al. (2023), que demonstraram que a perda precoce dos primeiros molares está frequentemente associada à cárie não tratada e à falta de atendimento odontológico regular. Tal fato reforça a necessidade de estratégias preventivas, principalmente em escolas públicas, onde as condições socioeconômicas podem limitar o acesso a cuidados odontológicos contínuos.

4.3 Relação entre Sexo, Faixa Etária e Higiene Bucal

Ao avaliar a distribuição por sexo e faixa etária, verificou-se que o sexo feminino apresentou média de higiene bucal superior (2,7 ± 0,5) em comparação ao masculino (2,4 ± 0,6). Entre as meninas, 61% foram classificadas com higiene “Boa”, enquanto entre os meninos esse percentual foi de 48%. A faixa etária de 9 a 10 anos concentrou a melhor média geral de higiene (2,8 ± 0,4), sugerindo que crianças mais velhas demonstram maior conscientização e autonomia nos cuidados pessoais.

Figura 3. Distribuição da higiene bucal entre meninos e meninas, considerando as faixas etárias de 7–8, 9–10 e 11–12 anos.

Fonte: Dados da pesquisa, 2025.

Esses resultados dialogam com Gunjal et al. (2024), que aponta a influência de fatores psicossociais, como a percepção de estética e autocuidado, especialmente entre meninas. Além disso, Noble et al. (2023) enfatizam que a perda dentária e os hábitos de escovação têm impacto direto na nutrição e no bem-estar infantil.

4.4 Frequência de Escovação e Maloclusão

A média geral de escovações diárias foi de 2,1 ± 0,6 vezes ao dia. Crianças com maloclusão apresentaram frequência média de escovação inferior (1,7 ± 0,5) em comparação às que não apresentaram o problema (2,2 ± 0,6). Embora não se possa estabelecer causalidade direta, os dados sugerem uma relação indireta entre hábitos de higiene bucal deficientes e o desenvolvimento de alterações oclusais.

Figura 4. Relação entre o número de escovações diárias e a presença de maloclusão dentária.

Fonte: Dados da pesquisa, 2025.

Essas observações estão alinhadas a Cenzato et al. (2024) e Rodríguez (2023), que associam a manutenção dos molares à estabilidade oclusal e à prevenção de deslocamentos dentários. Complementarmente, Soloshenko (2022) e Taylor e Bulmer (2025) ressaltam que a adoção de programas de fluorterapia e educação odontológica nas escolas contribui significativamente para a redução da incidência de cáries e de perdas dentárias precoces.

4.5 Interpretação Geral dos Resultados

De forma geral, a análise estatística evidencia associações relevantes entre perda precoce dos molares e fatores comportamentais e sociais. Crianças com menor frequência de escovação, intervalos longos desde a última consulta odontológica e maior consumo de alimentos açucarados apresentaram maiores taxas de ausência dos molares. Essas variáveis, quando analisadas em conjunto, sugerem que condições socioeconômicas e alimentares influenciam diretamente a manutenção da dentição permanente e o risco de perda precoce.

A aplicação de medidas de frequência, médias e desvios padrão possibilitou a identificação de padrões de vulnerabilidade e grupos de risco, que podem subsidiar futuras políticas públicas voltadas à promoção da saúde bucal infantil. O fortalecimento de programas de prevenção, educação e acompanhamento odontológico periódico emerge, portanto, como estratégia prioritária para reduzir as complicações decorrentes da perda precoce dos primeiros molares permanentes.

5. Conclusão 

O presente estudo permitiu compreender a magnitude e as implicações da perda precoce dos primeiros molares permanentes em crianças, destacando sua associação com fatores de higiene bucal, hábitos alimentares e acompanhamento odontológico. Verificou-se que, embora a maioria das crianças apresente boa higiene bucal e dentição preservada, ainda existe uma parcela vulnerável exposta a riscos significativos de cáries e maloclusões decorrentes da ausência precoce desses dentes.

A análise estatística, por meio das medidas de frequência, média e desvio padrão, revelou padrões consistentes entre a frequência de escovação e a presença de alterações oclusais, indicando que há uma relação direta entre hábitos de higiene deficientes e o aumento da perda dentária. Além disso, observou-se que fatores socioeconômicos e alimentares influenciam a regularidade das consultas odontológicas e o cuidado preventivo, reforçando a importância de políticas públicas que ampliem o acesso à atenção básica em saúde bucal.

Os resultados obtidos evidenciam a necessidade de ações preventivas contínuas, voltadas à educação e à conscientização de crianças e responsáveis sobre a importância da manutenção dos primeiros molares permanentes. A integração entre escola, família e profissionais de saúde é essencial para promover o desenvolvimento bucal saudável, reduzindo complicações futuras e melhorando a qualidade de vida infantil.

Em termos de contribuição científica, este trabalho oferece subsídios para o fortalecimento de estratégias de promoção da saúde bucal na infância, com potencial aplicação em programas escolares e campanhas públicas. Recomenda-se a ampliação do estudo com amostras maiores e variáveis socioeconômicas mais detalhadas, visando aprofundar a compreensão sobre os determinantes da perda dentária precoce e suas repercussões no desenvolvimento orofacial.

Referências

CENZATO, F. et al. The role of space maintainers in preventing malocclusion due to early molar loss. Orthodontic Perspectives, v. 16, n. 4, p. 228–234, 2024.

COBOURNE, M. et al. Early loss of first permanent molars and its orthodontic implications. European Journal of Orthodontics, v. 45, n. 3, p. 192–198, 2023.

GUNJAL, S. et al. Psychosocial impact of tooth loss in children: a clinical overview. Journal of Pediatric Dentistry, v. 44, n. 2, p. 88–94, 2024.

JIMÉNEZ-GAYOSSO, M. et al. Educational programs for parents on children’s oral health: a review of preventive strategies. Journal of Public Health Dentistry, v. 89, n. 3, p. 125–132, 2024.

LAKHANI, M. et al. Early extraction of permanent molars: long-term orthodontic effects. International Journal of Pediatric Dentistry, v. 33, n. 2, p. 110–118, 2023.

NOBLE, J. et al. Nutritional impacts of early tooth loss and the importance of maintaining chewing function in children. Journal of Pediatric Nutrition, v. 45, n. 1, p. 36–42, 2023.

RODRÍGUEZ, M. Occlusal disturbances due to early loss of first molars: a clinical review. The European Journal of Orthodontics, v. 45, n. 3, p. 192–198, 2023.

SOLOSHENKO, I. Fluoride therapy and its role in the prevention of dental caries and enamel protection. Journal of Dental Research, v. 55, n. 3, p. 312–319, 2022.

TAYLOR, A.; BULMER, P. Preventive strategies for maintaining molar health in pediatric populations. British Dental Journal, v. 238, n. 1, p. 45–52, 2025.


1Formação acadêmica mais alta com a área
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